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PRONAC 244920Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

LEITURA - UMA AVENTURA FANTASTICA - Circulacao teatral

Destemperados Produções Teatrais LTDA EPP
Solicitado
R$ 671,3 mil
Aprovado
R$ 671,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-09-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (16)
Caxias do Sul Rio Grande do SulEldorado do Sul Rio Grande do SulEspumoso Rio Grande do SulEstrela Rio Grande do SulFrederico Westphalen Rio Grande do SulIbirubá Rio Grande do SulJúlio de Castilhos Rio Grande do SulLagoa Vermelha Rio Grande do SulMontenegro

Resumo

O projeto visa a realização da circulação do projeto "LEITURA — UMA AVENTURA FANTÁSTICA — Circulação teatral". A circulação contará com apresentação de espetáculo de artes cênicas, realização de oficinas teatrais "Prática de Comunicação e expressão corporal", palestras de formação "Artes Cênicas com acessibilidade cultural sensorial" sobre acessibilidade para cegos, surdos, portadores de TEA e idosos em atividades culturais e, a doação de livros infantis e infantojuvenis de cinco títulos selecionados, ofertados exclusivamente às bibliotecas das escolas das redes municipais e estaduais das cidades participantes do projeto. Todas as atividades serão GRATUITAS e com recursos de acessibilidade.

Sinopse

PEÇA TEATRAL - “As Fantásticas Aventuras de um Menino Que Lia Livros” Classificação indicativa etária: LIVRE “As Fantásticas Aventuras de um Menino Que Lia Livros” é um espetáculo de teatro infantil, adaptado da crônica do autor Vinícius Linné. É um espetáculo nostálgico e divertido que aborda o incentivo à leitura de livros e as coisas simples da vida. A história é contada por dois atores de uma forma original e lúdica apoiados em alguns elementos das técnicas de clown e palhaços, aliado a várias engenhocas e surpresas estruturais, que aparecem e somem durante cada cena da peça. O cenário é simples, transformando-se durante a apresentação, da mesma forma são os figurinos e adereços que mudam de cor durante todo o espetáculo; a trilha é executada ao vivo pelos dois atores, que resgatam músicas e cantigas de roda que somam ao colorido do espetáculo. As Fantásticas Aventuras de um Menino que Lia Livros Texto e Dramaturgia Autor: Anderson Silva Balieiro Abertura *Os atores de uma forma descontraída e informal aproximam-se do público convidando os para assistir ao espetáculo, organizando as pessoas em torno do cenário. *Música de abertura: Parodia – Romã Romã. Papararurá...papararurá...papararura...papa... Boa tarde minha gente. Vai começar... Uma história bem fresquinha. Vamos contar Uma história passageira.????? Cena 1- Jogo Cênico: Tabuleiro de xadrez. *Brincadeira rítmica batendo as mãos. Atores entram no tabuleiro se locomovem no cenário sempre em “L” em cada momento de parada formam três figuras (Pensador, O Grito e Jesus na cruz). Num ritmo constante estabelecido pelos atores, mantém se o pulso de uma música, neste caso (Escravos de Jô) onde fazem a movimentação cantando e sem cantar. Escravos de Jó Escravos de Jó jogavam caxangá Tira, bota deixa o Zé Pereira ficar Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue za (bis) Cena 2 – Narrativa de abertura A - Senhoras e senhores B - Ladies and Gentlemen. A - Senhoritas e Senhoritos. B - Demoseille , Jeune homme A - Meninas e Meninos B - Chicas e Chicos A - Gurias e Guris B - Raparigas e putinhos. A - Epaaa...O que isso rapais não vê que tem criança na plateia. B - Oraaa...assim que se pronuncia guri em Portugal....pois...Put.. A - Epaaaa...pois não estamos em Portugal... B - (gesticula) Posicionam-se para dar início a história. A - Para que a nossa história tenha início. B - Precisamos da atenção de todos. A - Que vocês usem a sua imaginação. B - E que nos acompanhe nesta aventura. A - Nossa história começa mais ou menos assim... Posicionam-se - rufo de tambores. B - Era uma vez... A - Não... tztztztztz...Comum. A - Que começa maios ou menos assim... B - A muitos... Muito tempo num... A - Não... tztztztztz...Antigo. A - Que começa maios ou menos assim... B. Tudo começou quando... A - Não... Tztztztztz... B corta o ator A e não deixa se pronunciar estabelecendo um jogo de negação e colocando o ator A num canto para dar início. B - Nossa história não se passa num lugar mágico, num tempo em que tudo era fantástico, cheio de seres extraordinários com super poderes. Não... A - (surpreso) Não... B - Não... tztztztztz...Nossa história se passa num lugar habitual, corriqueiro, numa época não tão longínquo, com um personagem não tão fabuloso. (pensativo/lembrando) Nossa história tem inicia numa casa... Ou melhor, na biblioteca de uma casa. Nessa biblioteca tinha uma cadeira. Não... Uma poltrona... Aveludada com uma almofada bem confortável. Nosso herói e um sujeito despretensioso, trivial, comum, sua particularidade era o fascínio pela leitura e sua habilidade de transformar aquilo tudo que lia em grandes aventuras. O nosso protagonista gostava de ler, ler e ler. Lia tudo que estava ao seu alcance. Ator A vai se montando/transformando neste personagem. Música/ Se essa rua se essa rua fosse minha/fundo musical/versos. A - Dever de Sonhar Eu tenho uma espécie de dever, dever de sonhar, de sonhar sempre, pois sendo mais do que um espetáculo de mim mesmo, eu tenho que ter o melhor espetáculo que posso. E, assim, me construo a ouro e sedas, em salas supostas, invento palco, cenário para viver o meu sonho entre luzes brandas e músicas invisíveis. (Fernando Pessoa) B - Se Essa Rua, Se Essa Rua Fosse Minha Tom: F#(acordes na forma do tom C) Afinação: Eb Ab Db Gb Bb Eb Capotraste na 6ª casa Am E Se essa rua, se essa rua fosse minha; E Am eu mandava,eu mandava ladrilhar; Am Dm Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhantes; Am E Am Para o meu, para o meu amor passar. Am E Nessa rua, nessa rua tem um bosque E Am Que se chama que se chama solidão Am Dm Dentro dele, dentro dele mora um anjo Am E Am Que roubou que roubou meu coração Am E Se eu roubei, se eu roubei teu coração E Am Tu roubaste, tu roubaste o meu também Am Dm Se eu roubei se eu roubei teu coração Am E Am Foi porque, só porque te quero bem. Cena 2 – Infância, reino das histórias. A - Minha entrada no reino das histórias aconteceu, magicamente, sem a presença mediadora do livro. Num arremedo da própria história humana, foi à tradição oral que primeiro brotou em minha casa. B - À hora de dormir, por muito tempo, era precedida dos minutos de ouvir. A - Bem acomodado na cama de meus pais, eu, pequeno imperador, ordenava que me contassem uma história. (menino) Pai, pai, conta uma história. B – Mas meu filho... A - Como ordem de imperador não é para ser questionada, mas obedecida, a história vinha. B - Era uma vez uma menina que usava sempre um chapéu vermelho. A – Pai, pai, esse chapéu era pequeno? B – Sim, pequeno. Um dia... A – Então ela tinha um chapeuzinho vermelho? B – E. A – Ah... (mexendo a cabeça) B - Um dia ela foi passear na floresta e encontrou o bicho-papão. A – Bicho-papão? B – Uh... huuuu... Uns porquinhos que passavam por ali disseram a ela. Hei... Menina você vai entrar na floresta tenha muito cuidado... (desenvolve a história e vai baixando o tom da voz). A - Em ritmo caótico, a imaginação de repente fértil de meus pais se punha a emendar contos antigos e fazer deles uma colcha de retalhos que recobriria meu sono. Eu não me preocupava com a incongruência da história, nem com os rumos imprevistos que pelas tantas ela tomava. Eu ouvia feliz. Cena 3 – Surgimento do Livro. A - Passado o tempo, maturado o gosto pela história, aí é que surgiram os livros. B - Numa época em que era impossível aos pais tornarem os filhos zumbis. Por meios de DVD´s . A - Games. B – Atari. A – PlayStation. B – Um. A – Dois. B – Três. A – Quatro, Cinco. B – Mil. A – Eu quero que isso tudo vá a Pu...(ponte de paris). B – Heiii...Tablet. A – Ipod. B – Iped. A – Itodo. B – Itudos. A - Ai que chato. O que fazer para se entreter nas tardes chuvosa ou com pouca disposição? B – Naquela época tinha uma coleção de livros com o nome muito cumprido. B/A – “As mais belas histórias infantis de todos os tempos”. A – E elas vinham acompanhadas. Por???? A/B – Fitas K7. Cena 4 – Contos e cantigas (Branca de Neve e patinho feio) Refrão/música – prepara a narrativa das histórias. Ai, eu entrei na roda Aí, eu não sei como se dança Ai, eu entrei na "contradança" Ai, eu não sei dançar B – Era uma vez num reino muito distante uma linda rainha, essa rainha era uma mulher arrogante, esnobe e vaidosa, possuidora de um espelho mágico que só falava a verdade. A rainha consultava seu espelho, perguntando quem era a mais bela do mundo, ao que ele sempre respondia: "Senhora Rainha, vós sois a mais bela". Com o passar dos anos num certo dia a rainha perguntou: "Quem é a mais bela de todas?", e o espelho não tardou a dizer: "Você é bela, rainha, isso é verdade, mas hoje no reino existe uma mais bela do que vós. Quem? Perguntou a rainha furiosa. Branca de Neve. Quem? Branca de Neve. Quem? Branca de Neve. Quem? Eta... você é surda? O que? Ai, eu entrei na roda Ai, eu não sei como se dança Ai, eu entrei na "contradança” Ai, eu não sei dançar. A - Numa bela tarde de Verão, a mãe pata vigiava sorridente os ovos da sua ninhada que estavam prestes a estalar: “Cric, crac”, fez o primeiro ovo. “Cric, crac”, fiz, o segundo ovo. As cascas partiram e dois belos patinhos amarelos saíram cá para fora. Como são lindos! disse a mãe. Mas, faltava um ovo! Era maior e mais escuro do que os outros e continuava fechado. A mãe pata estava preocupada, mas finalmente, também aquele começou a estalar. “Pac!, fez a casca ao romper: A mãe ficou muito espantada ao ver aquele filhote. Não é nada parecido com os irmãos!, disse a pata. É tão grande, as penas são cinzentas e o bico é enorme, desengonçado, cabeçudinho. É horroroso, disseram os dois patinhos. O que é isso repreendeu a mãe pata, o tempo passa e as coisas vão se ajeitando. Suspiro profundamente, e levou os filhotes ao lago para aprenderem a nadar. B - Antes mesmo de ler, eu ouvia narradores, princesas e bruxas. A – Para falar a verdade, até hoje os livros eu nunca li, mas ainda os tenho. Mas as músicas as músicas sim ficaram na memória. Ai, Eu Entrei na Roda. Refrão – Ai, eu entrei na roda Ai, eu não sei como se dança Ai, eu entrei na "roda dança" Ai, eu não sei dançar Sete e sete são quatorze, com mais sete, vinte e um Tenho sete namorados só posso casar com um Namorei um garotinho do colégio militar O diabo do garoto, só queria me beijar Todo mundo se admira da macaca fazer renda Eu já vi uma perua ser caixeira de uma venda Lá vai uma, lá vão duas, lá vão três pela terceira Lá se vai o meu benzinho, no vapor da cachoeira Essa noite eu tive um sonho que chupava picolé Acordei de madrugada, chupando dedo do pé. Cena 5: Brincadeiras de Crianças/ trava – língua. Atores criam uma partitura de movimentos representados momento de brincadeiras na infância na escola, bairro. Repetindo algumas vezes e aumentando a velocidade de cada repetição buscando uma ideia de passagem de tempo. Ator A e B – (Simultaneamente simulam o som de uma sirene de recreio). Recreio... Sequência de ações: *Pular Corda – Eu trilho. *Jogar Pião – Batalha! *Jogar taco – Taco! A – Uma pra traz (arremessa novamente a bolinha). Duas pra traz. B – Licença pra um (coça as costas, se prepara para taquear e manda a bolinha muito longe) busca... A – Bolinha perdida! *Soltar Pipa A – (pegar alguém da plateia) você pode segurar isso, levanta mais auto assim, assim, quando chegar o vento solta... Agora solta... Solta... Subiu! *Pega-pega – Tá contigo. A - Assim eram nossos dias, nos intervalos das aulas no recreio. B- Nas praças e campinhos do bairro as brincadeiras se repetiam cotidianamente. A - Para nos jogar pião. B - Soltar pipa. A - Não era somente isso. B - Cada dia era um dia, uma aventura diferente. Trava línguas – dividir entre os atores e vão ser ditos nos intervalos de cada ação. 1º. O sabiá não sabia que o sábio sabia que o sabiá não sabia assobiar. 2º. Em um ninho de mafagafos havia sete mafagafinhos; quem amafagafar mais mafagafinhos, bom amagafanhador será. 3º. O tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu pro tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem. 4º. O rato roeu a roupa do rei de Roma. Rainha raivosa rasgou o resto. 5º. Três tigres tristes para três pratos de trigo. Três pratos de trigo para três tigres tristes. 6º. O peito do pé de Pedro é preto. Quem disser que o peito do pé de Pedro é preto tem o peito do pé mais preto do que o peito do pé de Pedro. 7º. O doce perguntou pro doce qual é o doce mais doce que o doce de batata-doce. O doce respondeu pro doce que o doce mais doce que o doce de batata-doce é o doce de doce de batata-doce. 8º. Cinco bicas, cinco pipas, cinco bombas. Tira da boca da bica, bota na boca da bomba. 9º. A aranha arranha a rã. A rã arranha a aranha. Nem a aranha arranha a rã. Nem a rã arranha a aranha. 10º. A vaca malhada foi molhada por outra vaca molhada e malhada. Cena 6: Mil aventuras (Dom Quixote) A - Num determinado momento eu me deparei com: Julio Verne e a sua Volta ao mundo em 80 dias, O pequeno príncipe e seu mundo fabuloso, Guimarães Rosa e sua vastidão de Grande sertão Vereda, Monteiro Lobato e o Sítio do pica pau Amarelo com seus personagens inusitados, o Tempo e o vento de Erico Veríssimo e tantos outros. O tempo se passava e mais e mais os livros me encantavam, aventuras, fantasias, viagens eram inesgotáveis, mas teve um deles que marcou muito. Trilha: música flamenca - Espanhola. B - Na província de Mancha, Espanha, vive um ingênuo fidalgo espanhol, chamado dom Alonso Quixano. Que de tanto ler histórias de cavaleiros medievais confunde fantasia e realidade, e decide se tornar, ele também, um cavaleiro andante e sai pelo mundo acreditando em seus delírios. Trilha: música flamenca – Espanhola. 1. Tornado um Cavaleiro: Ator se coloca de constas para plateia e transforma em Dom Quixote/ vira para plateia e para a trilha, procurando o seu cavalo. B – Rocinante... Rocinante... Aqui está você meu lindo e maravilhoso corcel, vamos à busca de aventuras... 2. Codecorado Cavaleiro (Taverna): Sai a galope. Avista ao longe uma estalagem onde confunde com um castelo e pede para o dono da estalagem ordena-lo cavaleiro. B – O vossa majestade sou Alonso Quixano e venho pedir para ser ordenado Cavaleiro. A – (Não entendendo nada entra na brincadeira) Bem... Ah... Tá! Como se chama? B - Alonso Quixano. A - Como? Quixana? B - Não vossa majestade Quixano. A – Bem, tá não importa. De que província tu eses...(tira uma onda com a plateia do tipo estou falando difícil) B - De La Mancha. A - Então com o poder que me foi concebido, (aparte para o público) por ele mesmo. Eu o nomeio Ser Dom Qui... Qui... B – Quixano. A - Ah... Sir Dom Quixote de La Mancha. B- Prometo honrar o código da cavalaria. Proteger os fracos e oprimidos, a injustiça...etc.. A – Tá certo, agora se não vai consumir nada pega teu rumo e deixa-me trabalhar. B – Sim... Adeus, vossa majestade... Quixote parte, e ao longe encontra um sujeito gordinho barrigudinho. B – Quem sois vós? A – Como senhor? B – Quem sois vós? A – Vós sois Sancho, filho de Sancho, neto de Sancho, primo do Mario do clã Pança. B – Que Mario? A – Aquele que... (pausa) mora atrás do armário. B – Ah... A – Quem vós sois? B – Sois Dom Quixote de La Mancha, cavaleiro andante. A – Ah. B – Parto em busca de aventuras, defendendo os pobres e oprimidos a injustiça etc... A – Ah... B – Preciso de um escudeiro. A – Tá, mas o que eu ganho com isso? B – Pelo código da cavalaria aquilo que for conquistado será nosso. Eu te dou uma ilha. A – Tá certo, to dentro. B – Então vamos. A – borá lá... 3. Batalhas com os gigantes (Moinho). Ao longe avista gigantes, na realidade são moinhos de vento, neste monte entra o ator correndo com dois cataventos representando os moinhos para em um canto do cenário, Dom Quixote parte para luta, faz grandes gesto e golpes e o moinho só dá uma porretada. A – Dom Quixote eu tentei avisar que eram moinhos. B – Não meu caro Sancho Pança, era gigante, mas o feiticeiro transformou em Moinhos. 4. Batalha contra exército (Rebanho de ovelhas). Partem mais uma vez, ao longe avista exército de mau feitores, na realidade sé um rebanho de ovelhas, neste monte entra o pastor andando com roletes de latas com ovelhas de pelúcia para em um canto do cenário, Dom Quixote parte para luta, faz grandes gesto e golpes e o pastor dá uma porretada. A – sai pra lá maluco quer espantar as minhas ovelhas. A – Dom Quixote eu tentei avisar que era um rebanho de ovelhas. B - Não meu caro Sancho Pança, era um exército de mercenários, mas uma vez o feiticeiro transformou em ovelhas. 5. Busca de sua amada Dulcineia (Entregar Flor + Voluntaria da plateia). Procura na plateia sua amada Dulcineia, cria um jogo em achar alguém, ator A vai levar uma indumentária para caracterizar o personagem. Dom Quixote se aproxima e diz um poema e entrega uma carta, entra uma trilha (sanfona) até ele partir e sumir no horizonte. B - Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas. Também escrevi em meu tempo cartas de amor, Como as outras, Ridículas. As cartas de amor, se há amor, têm de ser ridículas. Mas, afinal, Só as criaturas que nunca escreveram Cartas de amor é que são ridículas. Cena 7- Volta ao Mundo (Viagem em um Balão) Texto: ? Música: Viajar num balão. Manipulação dos objetos OFICINA: “PRÁTICA DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO CORPORAL” PÚBLICO-alvo: Professores, atores/atrizes e público em geral (maiores de 12 anos) METODOLOGIA: A oficina é organizada em momentos de diálogo para conhecer as dificuldades e qualidades de cada participante dentro da temática, seguida de jogos teatrais práticos e novamente um momento de diálogo e reflexões sobre o desenrolar das atividades e da forma como reverberou em cada um. Sendo que as ações iniciais e finais de oralizar o que se aprendeu, também contribui para o objetivo da oficina. RESULTADOS ESPERADOS: Ao final da oficina espera-se que os participantes tenham refletido sobre a própria forma como comunicam-se e se essa forma é como gostariam, além de contribuir de forma prática para que percam a inibição e melhorem a sua oratória e expressão corporal em público. APRESENTAÇÃO (DESCRIÇÃO):1. Conversa introdutória sobre a oficina e seus objetivos / apresentação geral (Oficineira e participantes).2. Aquecimento (corporal e vocal) / alongamento: Reconhecimento do espaço com música e movimentação guiada com alongamento/continuar movimentação sem música, mas falando em voz alta todos os objetos que virem no espaço.3. Desenvolvimento:3.1. Improvisação veloz: Um participante é convidado a dizer uma palavra (por exemplo: céu). Todos os outros, o mais rapidamente possível, devem fazer uma associação e dizer, um a um, a sua palavra (exemplo: sol, azul, nuvens, etc.);3.2. Telefone sem fio com gestos: Em uma coluna, a Oficineira faz um gesto para o primeiro participante da coluna, o qual passará para o próximo e assim por diante até chegar no último que deverá reproduzir o gesto que chegou até ele. O objetivo é que chegue corretamente, e que se entenda a importância da atenção, observação e consciência corporal no jogo e na forma como nos comunicamos não apenas verbalmente no cotidiano;3.3. Leitura em voz alta: Cada participante escolhe uma frase e um sentimento escritos em folhas disponíveis pela Oficineira. Um por vez lerá em voz alta e na sequência, improvisará uma cena com a frase aplicando o sentimento escolhido;3.4. Quem eu sou? Esse é um jogo de improviso em grupo, em que um participante sairá do espaço em que os demais se concentram, enquanto será escolhido o tema da esquete e qual o papel que aquela terceira pessoa representará quando voltar. Ao retornar a cena começa e ele já entrará e tentará identificar quem é naquela história. A cena finaliza quando é feita essa descoberta, podendo ainda finalizar a cena caso os integrantes optarem por isso;3.5. A foto de um segredo: Em grupos, um integrante é escolhido para contar um “segredo” que pode ser uma história real ou não. Após, criarão uma cena congelada que demonstre esse segredo, sendo que os demais observarão com atenção e buscarão identificar o que a cena pretendeu comunicar.4. Finalização: Diálogo sobre a oficina, dúvidas em aberto e troca de dicas e sugestões. OFICINEIROS: Michele Zanin Zoninmichelezzonin2@gmail.comEXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS / PROJETOS Coordenadora da New Way Núcleo de Artes – Erechim/RS – Janeiro de 2024 até o momento; Professora de Teatro na New Way Núcleo de Artes – Erechim/RS – Março de 2023 até o momento; Professora de Teatro e Coordenadora de Atividades na empresa Musicart – Getúlio Vargas/RS – Setembro de 2022 até o momento; Professora de Teatro na Hit Centro de Danças – Tapejara/RS – Maio de 2023 até o momento; Atriz e produtora na Destemperados Produções Culturais LTDA – Porto Alegre/RS – 2023 até o momento; TREMA Casa de Artes – Erechim/RS – 2021/2023; Projeto “Eu, heroína de mim” – FAACE – 2021/2022; Colaboração em eventos do grupo de pesquisa “quandonde – intervenções urbanas em arte” – UNESPAR – Curitiba/PR – 2021/2022; “Oficina de Iniciação ao Teatro” – Oficina contemplada pela Lei de Incentivo à Cultura - Lei Federal Nº 14.017/2020 / Prêmio Aldir Blanc Erechim – 2020; Estudos colaborativos intitulados “O Ensino de Geografia pelo Teatro e o Ensino de Teatro pela Geografia: inserções através da atuação em comunidades da cidade de Erechim-RS” – pela Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Erechim – Agosto/2018 até Março/2020; Professora e Coordenadora das Oficinas de Teatro no Curso Pré-Vestibular Universitário Erechim – Maio/2019 até Janeiro/2020; Professora e Coordenadora de atividades de Teatro na Empresa Hilarion Cultura e Educação Ltda. – Erechim/RS – Agosto/2016 até Maio/2019.FORMAÇÃO EDUCACIONAL Pós-Graduação Lato Sensu em Teatro, Expressividade e Dinamismo no Ambiente Escolar – UNICESUMAR – 2024 (Cursando); Curso de Roteiro – Teoria e prática (Udemy) – 2024 (Cursando); Oficina Da ideia à cena – práticas dramatúrgicas – Rakurs Teatro – Porto Alegre/RS – 2023 (15h); Direção de Arte – Iecine (Instituto Estadual de Cinema/SEDAC - RS) – 2022 (60h); Graduação de Licenciatura em Geografia – Universidade Federal da Fronteira Sul – 2018/2022; Curso de Produção e Gestão Cultural – 2021 (45h); Escola Estadual Normal José Bonifácio (Curso Normal) – 2016. Anderson Balhero (nome artístico) Ator profissional desde 1999 DRT: 8247 e 944 Anderson Silva Balieiro 522.618.672-04 Ator, produtor cultural, circense, iluminador, cenógrafo e roteirista, atuante no cenário cultural gaúcho desde 2002. Anderson Balhero é amapaense, Fundador da Destemperados Produções Teatrais LTDA, de Porto Alegre/Rio Grande do Sul. Como Ator: “O Colecionador de Sonhos” - Destemperados Teatro – 2018; “História Rocamboles de um mundo Amazônico” – Destemperados Teatro – 2018; “As Fantásticas aventuras de um menino que li Livros”, Destemperados Teatro – 2014; “História da Tigresa” - Destemperados teatro – 2010; “O Hipnotizador de Jacarés” – Circo Girassol – 2006; “Mundo da Lua” – Circo Girassol – 2004, Entre outras. Como Acrobata: “Misto Quente” – Circo Girassol – 2014; “Circo Eletrônico” – Circo Girassol – 2004 – “Cyrano nas nuvens – Circo Girassol – 2003. Como iluminador: “O Fantástico circo teatro de um homem só” – Cia Rústica – 2010; “Gatos de Bota” – Menino Tambor – 2017; “O Hipnotizador de Jacarés” - Circo Girassol – 2006; “Cidade Proibida” – Cia Rústica – 2016; “Chocola’j” – Circo Girassol – 2016; “Vertigem” – Circo Girassol – 2016; “Exército de Sonhos” – Fundação Thiago de Moraes Gonzaga – 2009; “Ri e Poupar” – Liga Produções - 2012. Como Produtor Cultural: As Companhias de teatro: Destemperados Teatro, Circo Girassol, Bando de Brincantes, Casa Ninho, Prefeitura de Porto Alegre/RS entre outras produções. Como Cenógrafo: As companhias de teatro: Destemperados Teatro, Circo Girassol, FUNDARTE (dança), Grupo Trilho. Celicia Santos (dança); trabalhou na equipe de Cenotécnicos do 19º Festival Internacional de Teatro Porto Alegre em Cena entre outros trabalhos. Pela Destemperados Produções Teatrais Anderson Balhero ministrou oficina de Roda Alemã na cidade de Salvador, no estado da Bahia, em novembro de 2011 realizadas pela FUNCEB (Fundação de Cultura do Estado da Bahia) e Oficina de Roda Alemã, no Rio de Janeiro/RJ – Projeto Dulcina abraça o Sul2012; Em 2019 Realizou oficina de Roda Alemã para o Natal Luz de Gramado/RS; Realizou Oficina de Tecido Aéreo no ano de 2010 e Macapá pela Associação GATHA e em 2012 e pelo Conselho Estadual de Cultural do Amapá. Oficina de Acrobacia em tecido – Gravataí - 2018. Nos últimos 24 meses realizou os espetáculos e oficinas da Destemperados Cia de Teatro: O Colecionador de Sonhos, na feira do livro de Novo Hamburgo, feira do livro, Bento Gonçalves, Farroupilha, Alvorada e Garibaldi; ministrou oficina de Técnica circense em Lajeado/RS, e preparação da equipe de Roda Alemã no Natal Luz de Gramado/RS além de participar dos eventos do Natal em Gramado/RS PALESTRA: “ARTES CÊNICAS COM ACESSIBILIDADE CULTURAL SENSORIAL” Sugestão de público-alvo: Artistas e performers, educadores e estudantes de arte e cultura, profissionais de saúde e assistência social, pessoas com deficiência e seus cuidadores, público em geral. Classificação indicativa etária: LIVRE Eu acredito firmemente na importância de falar sobre acessibilidade sensorial nas artes cênicas. Como amante das artes e defensor da inclusão, vejo a necessidade de garantir que todos tenham acesso igualitário à cultura, independentemente de suas habilidades sensoriais. Integrar práticas de acessibilidade, como interpretação em Libras e áudio descrição, é fundamental para promover uma sociedade mais inclusiva e garantir que pessoas com deficiência visual e auditiva possam desfrutar plenamente das apresentações teatrais, de dança e outras formas de expressão artística. Além disso, ao integrar acessibilidade sensorial nas artes cênicas, estamos demonstrando respeito pela diversidade e pelos direitos de todos os membros da sociedade. É uma forma de reconhecer a importância da inclusão e de garantir que todos tenham a oportunidade de participar plenamente da vida cultural da comunidade. Portanto, falar sobre acessibilidade sensorial nas artes cênicas é uma questão de justiça social e de valorização da diversidade. É uma forma de garantir que todos tenham acesso à beleza e à expressão artística, contribuindo para a construção de um mundo mais inclusivo e equitativo. ETAPAS DA APRESENTAÇÃO1.Introdução ao conceito de acessibilidade cultural: Explicar o que significa acessibilidade cultural e por que é importante. Como a arte e a cultura sãoelementos essenciais na vida das pessoas e devem ser acessíveis a todos, independentemente de suas habilidades ou condições.2. Importância da acessibilidade cultural : benefícios da acessibilidade cultural não apenas para as pessoas com deficiência, mas para a sociedade como um todo. Isso pode incluir o fortalecimento da inclusão social, a promoção da diversidade e o enriquecimento da experiência cultural para todos.3. Acessibilidade nas artes cênicas: foco em técnicas como Libras e Audio Descrição. Como essas práticas tornam as apresentações teatrais, de dança eoutros eventos acessíveis para pessoas com deficiência sensorial.4. Exemplos de boas práticas : exemplos de organizações ou eventos culturais que estejam fazendo um trabalho exemplar em termos de acessibilidade. Isso pode incluir teatros que oferecem interpretação em Libras, museus com exposições acessíveis ou festivais de música que fornecem audiodescrição.5.Desafios e soluções: os desafios enfrentados na implementação da acessibilidade cultural, como custos adicionais, falta de conscientização e barreirasarquitetônicas. As soluções possíveis, como parcerias com organizações de acessibilidade, treinamento para funcionários e uso de tecnologia assistiva.6. Engajamento da comunidade : Incentivar a participação da comunidade na promoção da acessibilidade cultural. Isso pode envolver o apoio a eventosacessíveis, defesa por políticas inclusivas e colaboração com grupos de pessoas com deficiência.7. Encerramento : Resumo dos pontos principais e incentivo as ações concretas para promover a acessibilidade cultural em sua comunidade. Compartilhar próprias ideias e experiências. PALESTRANTE: Thales Moreira Thiesen Tradução e Interpretação em Libras para todos os fins: - Acessibilidade em Libras em espetáculos, feiras, shows musicais, palestras... - Facilitador para pessoa com TEA. Acessibilidade de acompanhamento na área educacional e cultural. - Acessibilidade em material digital. - Audiodescritor. - Atua em projetos culturais pelas Leis de Incentivo à Cultura. LIVROS TÍTULO: OVELHINHAS Texto: Júlio Emílio Braz Imagens: Leonardo Malavazzi Editora: Mostarda Tamanho: 27cm x 20cm Páginas: 16 ISBN: 9786588183199 Idade sugerida: Leitor iniciante - Educação Infantil – 2º EF Sinopse: Uma ovelha diferente acaba de chegar ao pasto, o que causa estranhamento no rebanho. Mesmo diferente das outras, tão fofas e tão preocupadas, ela permaneceu firme e forte. Tinha consciência de que era uma ovelha. E, portanto, igual a todas as outras… até no “béééé” Sem faltar sequer um “é”. JÚLIO EMÍLIO BRAZ nasceu em 1959 em Manhumirim, uma pequena cidade mineira aos pés da Serra de Caparaó. Aos cinco anos mudou-se para o Rio de Janeiro. É considerado um autodidata, aprendendo as coisas com extrema facilidade. Aos seis anos, já mostrava gosto pela leitura. Iniciou a carreira como escritor de roteiros para histórias em quadrinhos, publicadas no Brasil, Portugal, Bélgica, França e EUA. Já publicou mais de 150 títulos. Em 1988, recebeu o Prêmio Jabuti pela publicação de seu primeiro livro infantojuvenil: Saguairu. Em 1997, ganhou o Austrian Children Book Award, na Áustria, pela versão alemã do livro Crianças na escuridão (Kinder im Dulken), e o prêmio Blaue Brillenschlangue, conferido pelo Instituto Federal de Cultura da Suíça. TÍTULO: CAPOEIRA Texto: Sonia Rosa Imagens: Rosinha Editora: Pallas Tamanho:15cm x 15cm Páginas: 16 ISBN: 9788534703673 Idade sugerida: Leitor iniciante - 1º – 2º EF Sinopse: O primeiro livro da coleção Lembranças Africanas traz todo o encanto da capoeira, luta gingada que surgiu no Brasil, a partir dos negros bantos de Angola, que vieram para o Brasil como escravizados ― uma forma de defesa nas lutas contra a escravidão. Os escravos das fazendas iam para as capoeiras (capinzais) dançar e lutar. Por isso a luta ficou com esse nome. Com belíssimas ilustrações da pernambucana Rosinha, o livro recebeu o Selo Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Sonia Rosa nasceu no Rio de Janeiro, onde vive até hoje. É mestre em Relações Étnicos Raciais, pedagoga e professora. Adora conviver com crianças. Tem obras publicadas para o público infantil, juvenil e alguns livros teóricos. Alguns títulos foram adotados por diversas escolas brasileiras, outros ganharam o mundo e foram editados em outros países. Escreve literatura negra afetiva há mais de 20 anos. Em suas histórias, os personagens negros estão sempre em protagonismo, algo que a autora considera muito importante. Alguns de seus livros já foram agraciados com o selo Altamente Recomendável. E, ao longo dos anos, teve algumas bibliotecas batizadas com seu nome. TÍTULO: ROUPA DE BRINCARTexto: Eliandro RochaImagens: ElmaEditora: Pulo do GatoTamanho:27cm x 21cmPáginas: 40 ISBN: 9788564974845 Idade sugerida: Leitor Iniciante - 2º EF – 3º EFSinopse: Para a menina, a pessoa mais divertida do mundo era a tia e o melhor lugar para ficar era o guarda-roupa dela, onde passava horas brincando com as roupas diferentes que encontrava. Um dia, ao chegar na casa da tia, percebe tudo mudado: a tia está triste, suas roupas não têm nenhuma graça e seu guarda-roupa está quase vazio. Como fazer para a alegria voltar e com ela as roupas de brincar? O livro recebeu o Prêmio Sylvia Orthof Biblioteca Nacional - Melhor Livro Infantil 2016, o Selo Altamente Recomendável FNLIJ 2016, Catálogo Brasileiro de Bologna 2016 – FNLIJ, 30 Melhores Livros Infantis Revista Crescer 2016 e Seleção Destaques Revista Emília 2015.Eliandro Rocha é natural de Sapucaia do Sul, mas reside em Portão. É formado em Marketing pela Universidade Luterana do Brasil, fez a Oficina de Escrita Criativa na PUC com o escritor Luiz Antônio de Assis Brasil e tem livros publicados para o público infantil. Suas obras já receberam algumas distinções como o Catálogo de Bolonha, Os 30 Melhores da Revista Crescer, Finalista do Prêmio Jabuti, Finalista do Prêmio Açorianos e Prêmio Biblioteca Nacional. Também já foram adquiridos pela Prefeitura de BH e pelo PNLD Literário. TÍTULO: NO QUINTAL DO ABACATEIROTexto: Christian DavidImagens: AnielizabethEditora: Ama LivrosTamanho:24cm x 24cmPáginas: 48 ISBN: 9786599558252 Idade sugerida: Leitor Fluente - 4º EF – 5º EFSinopse: Mariana percebe que há um clima esquisito entre o avô e o pai dela. Num final de semana, ao visitar Seu Osvaldo, acaba descobrindo o motivo. Entre as brincadeiras no quintal e as canções de Gilberto Gil, os laços desfeitos começam a ser reatados. Uma história que tem a música como ponto de partida, buscando trazer a cultura musical para mais perto dos jovens leitores.Graduado em Ciências Biológicas e Especializado em Literatura Brasileira pela UFRGS, é Membro da Academia Rio-Grandense de Letras e da Associação Gaúcha de Escritores. Já recebeu diversos prêmios como o Prêmio Saraiva 100 anos, Prêmio AGES, Prêmio Off-flip, Prêmio Sintrajufe-RS pelo conjunto da obra, Prêmio Cidade de Passo Fundo, Troféu Carlos Urbim (Prêmio ARL), inclusão no Catálogo de Bolonha, Acervo Básico da FNLIJ e Selo Altamente Recomendável da FNLIJ, além de Finalista dos Prêmios Açorianos, AEILIJ e Jabuti. Ministra na Metamorfose Cursos o curso on-line "Escrevendo para Crianças e Jovens". Tem participado de mesas-redondas e de encontros com alunos em escolas do Rio Grande do Sul e do Brasil. TÍTULO: ARES – DIÁRIOS PERDIDOS DOS JOVENS DEUSESTexto: Rosana Rios e Antônio SchimeneckImagens: Rosana RiosEditora: Ama LivrosTamanho:16cm x 23cmPáginas: 88 ISBN: 9786599558245 Idade sugerida: Leitor Crítico – 6º - EMSinopse: O Olimpo enfrenta a fúria dos Titãs. Ares, o deus da guerra, está em seu habitat natural, em meio ao conflito. Conseguirá se defender de todos os perigos sozinho ou terá de se render ao auxílio de seus pares? Será este o fim dos conflitos da Titanomaquia ou essa história ainda terá novos capítulos e desfechos? É momento de acompanharmos a trajetória de um dos mais temidos filhos de Zeus e Hera. Que os corvos grasnem sob a sua passagem!Rosana Rios nasceu em São Paulo, capital. Formada em Arte-Educação pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo, iniciou a carreira de escritora e ilustradora em 1986, como roteirista da TV Cultura, no programa “Bambalalão”. Trabalhou 11 anos em diversas emissoras de televisão, bem como roteirista de Quadrinhos, mas desde 1988 dedica-se quase exclusivamente à Literatura para crianças e jovens. Autora de mais de 160 livros, ultrapassou 30 anos de carreira tendo recebido inúmeras premiações, desde o prêmio Cidade de Belo Horizonte, a Bienal Nestlé de Literatura, vários selos “Altamente Recomendável” e Prêmios da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, até mais recentemente os prêmios Distinção e Seleção da Cátedra Unesco de Leitura PUC-RJ, a inclusão no Catálogo White Ravens de Munique, Alemanha, e o Prêmio Jabuti em Literatura Juvenil.Antônio Schimeneck mora em Porto Alegre. É formado em Letras pela Unisinos; fez o Curso de Escrita Criativa da PUC, com o escritor Luiz Antônio de Assis Brasil; possui Especialização e Mestrado em Literatura Brasileira pelo PPG Letras - UFRGS. Tem livros publicados para o público infantil e juvenil. Suas obras já receberam algumas distinções como Acervo Básico da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, Selo Altamente Recomendável, Catálogo de Bolonha, Finalista do Prêmio Jabuti, Prêmio Açorianos de Literatura, Prêmio Livro do Ano – AGEs, Prêmio Selo Cátedra 10 e já foram adquiridos pelo Programa Biblioteca Itaú e pelo PNLD Literário.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O objetivo desse projeto é realizar a circulação teatral do projeto "LEITURA — UMA AVENTURA FANTÁSTICA — Circulação teatral" por dezesseis cidades do interior do RS, ofertando: 32 apresentações da peça "As Fantásticas Aventuras de um Menino que lia Livros", 16 oficinas teatrais "PRÁTICA DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO CORPORAL", 16 palestras de formação: "Artes Cênicas com acessibilidade cultural sensorial" sobre acessibilidade para cegos, surdos, portadores de TEA e idosos em atividades culturais e a doação de 1.600 livros infantis e infantojuvenis de títulos variados, sendo 100 (cem) exemplares por cidade participante do projeto, ofertados exclusivamente às bibliotecas das escolas das redes municipais e estaduais. Todas as atividades serão GRATUITAS e com recursos de acessibilidade. OBJETIVO ESPECÍFICO 1) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: realizar 32 apresentações teatrais da peça "As Fantásticas Aventuras de um Menino que lia Livros" com entrada gratuita, em dezesseis cidades do interior do RS, com duas apresentações por cidade. 2) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: realizar a oficina "PRÁTICA DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO CORPORAL", de 1h30min de duração, em dezesseis cidades do interior do RS, com uma atividade por cidade, com participação gratuita. 3) Produto LIVRO: Doar 160 Kits de livros infantis e infantojuvenis de cinco títulos selecionados, com 100 exemplares cada, totalizando 1.600 livros, ofertados exclusivamente às bibliotecas das escolas das redes municipais e estaduais das cidades participantes do projeto. 4) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar a palestra "ARTES CÊNICAS COM ACESSIBILIDADE CULTURAL SENSORIAL", sobre acessibilidade para cegos, surdos, portadores de TEA e idosos em atividades culturais, com duração de até 3h, em dezesseis cidades do interior do RS, com uma atividade por cidade, com participação gratuita.

Justificativa

Lei 8313/91 - ARTIGO 1º DA LEI 8313/91 INCISO I - "Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". O projeto consiste em uma circulação teatral, por dezesseis cidades do interior do Rio Grande do Sul, com ingressos totalmente gratuitos, além de disponibilizar em rede social live da peça teatral. Em cada cidade será oferecida duas sessões da peça teatral, possibilitando a participação do maior número possível de crianças e adolescentes. Todas as sessões contarão com profissionais em interpretação de Libras, audiodescrição e monitoria para portadores de TEA. INCISO II - A circulação da peça teatral "AS FANTÁSTICAS AVENTURAS DE UM MENINO QUE LIA LIVROS" enquadra-se, ainda, no INCISO II "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" ao ser realizada integralmente por artistas e técnicos naturais ou residentes no RS. INCISO IX - Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto "LEITURA — UMA AVENTURA FANTÁSTICA — Circulação teatral" é composto por apresentações de uma peça teatral, oficina, palestra e distribuição de livros infantil, em circulação por municípios do interior do RS, com produção e execução exclusivamente nacional. OBJETIVOS DO ART. 3º DA LEI 8313/91 INCISO II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O projeto atende plenamente os objetivos do Inciso II, expressos nas letras "c" e "e", por ter como produto principal a circulação de uma peça teatral, por dezesseis municípios do interior do RS, onde proporcionará duas sessões gratuitas em cada uma delas. INCISO IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O projeto atende plenamente a letra "a" do Inciso IV por proporcionar o ingresso totalmente gratuito, em toda a sua programação, seja do espetáculo teatral como à palestra e a oficina. O projeto entregará, ainda, cem exemplares de livros infantis para as bibliotecas escolares de cada uma das 16 cidades, fortalecendo e incentivando o hábito da leitura e da escrita. O teatro é considerado uma ferramenta que leva o leitor a construir significados aos textos que lê, ou seja, se apresenta como um instrumento que proporciona uma leitura vivenciada, emotiva e sensitiva. Sendo o teatro uma arte que usa a literatura e o livro como instrumentos de construção, unir estes dois objetos (peça teatral e entrega de livros) em um mesmo projeto, objetiva estimular a criatividade e elevar o interesse pela literatura, principalmente entre as crianças e adolescentes. Além disso, o teatro possibilita o desenvolvimento da capacidade de comunicação e apresenta ferramentas para se lidar melhor com a vida. Por meio da arte, os estudantes aprendem sobre sociabilidade, possibilitando a perda da timidez e o desenvolvimento de condições para se expressar com mais clareza, melhorando a comunicação verbal e corporal. Em tempos de mudanças sociais, como as que os moradores do RS estão enfrentando, para além de ser uma forma de diversão, a circulação de teatro por diferentes regiões do Estado é, também, uma forma de auxiliar os alunos a lidarem melhor com estas questões do novo cotidiano. As atividades que compõem este projeto darão a oportunidade aos estudantes, professores e artistas locais de socializar suas experiências, estabelecer relações positivas e desenvolver sua autoestima, tão necessária atualmente. O incentivo à leitura e o processo de construção do espetáculo são os eixos principais dessa proposta, que estão articulados ao plano de formação e de acessibilidade. O tema da peça teatral é divertido e aborda o incentivo à leitura de livros a partir da encenação, da música e de brincadeiras. Integrando a programação a ser realizada, em cada uma das 16 cidades, será oferecida uma palestra sobre a acessibilidade nas artes cênicas. A palestra tem por objetivo incentivar a participação da comunidade na promoção da acessibilidade cultural. As informações que serão repassadas, por um profissional atuante na área, objetivam desenvolver o apoio a eventos acessíveis, a defesa por políticas inclusivas e a colaboração com grupos de pessoas com deficiência. Abordará a interpretação em Libras, a audiodescrição e a acessibilidade sensorial. O projeto oferece, ainda, em cada cidade, uma oficina prática de comunicação e expressão corporal, para professores, atores/atrizes e público (maiores de 12 anos). A oficina tem por foco o diálogo para conhecer as dificuldades e qualidades de cada participante na temática, seguida de jogos teatrais práticos e novamente um momento de diálogo e reflexões sobre o desenrolar das atividades e da forma como reverberou em cada um. Esta ação possibilitará resultados não somente nas atividades artísticas, mas no cotidiano dos participantes. Todas as ações deste projeto serão entregues gratuitamente às comunidades, sendo imprescindível, desta forma, o uso de recursos públicos permitidos pelo Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais.

Estratégia de execução

Proporcionar a participação de estudantes em espetáculos teatrais é uma ferramenta de ensino/aprendizagem, na qual a descoberta e a construção do conhecimento estão presentes. A Destemperados vem trabalhando com uma proposta de formação de plateia para esta área cultural, mostrando a interligação da leitura com a construção da cena teatral. Desta forma, apresenta o espetáculo “As Fantásticas Aventuras de um Menino que Lia Livros” como um momento lúdico e de estímulo à leitura. Um momento que pode ser também de brincadeira e de aproximação da família, tendo como público-alvo crianças, desde a pré-escola até o final do ensino fundamental, uma fase decisiva para um potencial leitor. A peça traz a concepção cênica lúdica que atiça a imaginação com adereços criativos, objetos do cotidiano que se transformam em brinquedos e brincadeiras, contação de histórias, permeadas pela interpretação dos contos e das cantigas tradicionais interpretadas ao vivo e com instrumentos musicais. O espetáculo, “As fantásticas aventuras de um menino que lia livros”, vem somar nessa caminhada de aprendizado e construção da personalidade das crianças. Nosso objetivo é estimular a leitura e a contação de histórias como uma ação rotineira e prazerosa, não somente nas crianças, mas em todo seu universo social, entre pais, irmãos, avós e amigos. Queremos criar o hábito do consumo de obras literárias, para tal, precisamos da ajuda não só dos familiares, mas também da escola, promovendo leituras na escola, dando início assim, aos primeiros passos de um leitor. Desta forma, em todas as cidades contempladas com este projeto, além de duas sessões do espetáculo teatral, o projeto doará 100 exemplares de obras literárias infantis, composta de cinco títulos previamente selecionados. Esses livros serão entregues às escolas locais que proporcionarem a participação dos seus alunos nas sessões do espetáculo. Paralelamente à descoberta da leitura como ferramenta para a expressão cênica, o projeto propõe uma oficina prática de comunicação e expressão corporal, com jogos teatrais e reflexões a professores, atores/atrizes e demais interessados (maiores de 12 anos). A oficina será uma oportunidade de expressão de situações que envolvem o cotidiano das pessoas, especialmente em momentos traumáticos como os que o RS vem enfrentando. Os jogos teatrais funcionarão como canais de expressão de sentimentos reprimidos, que possam ser revisitados e transformados em expressões artísticas. Outro fator extremamente importante é proporcionar o acesso cultural a todos os públicos, independentemente das limitações físicas ou intelectuais. Para isso, o projeto contempla uma palestra em cada cidade, abordando a acessibilidade nas artes cênicas. A palestra tem por objetivo incentivar a participação da comunidade na promoção da acessibilidade cultural. As informações que serão repassadas, por um profissional atuante na área, objetivam desenvolver o apoio a eventos acessíveis, a defesa por políticas inclusivas e a colaboração com grupos de pessoas com deficiência. Abordará a interpretação em Libras, a audiodescrição e a acessibilidade sensorial. Todas as atividades do projeto contarão com intérprete em Libras, audiodescritor e monitor para acompanhamento de pessoas com TEA. Para ampliar ainda mais o acesso, a peça teatral será gravada ao vivo e transmitida em formato de live pelas redes sociais do projeto.

Especificação técnica

PEÇA TEATRAL - “As Fantásticas Aventuras de um Menino Que Lia Livros” Classificação indicativa etária: LIVRE Duração do espetáculo: 50 minutos Circulação do espetáculo infanto-juvenil de classificação livre: AS FANTÁSTICAS AVENTURAS DE UM MENINO QUE LIA LIVROS, em 16 cidades do Rio Grande do Sul: Caxias do Sul, Eldorado do Sul, Espumoso, Estrela, Frederico Westphalen, Ibirubá, Júlio de Castilhos, Lagoa Vermelha, Montenegro, Passo Fundo, Santa Maria, Santo Ângelo, Soledade, Tapejara, Três Passos e Vacaria, duas sessões do espetáculo em cada cidade, somando 32 apresentações em dois turnos diferente, de forma gratuita e exclusiva para escolas da rede pública, municipal, estadual e institutos federais. OFICINA: “PRÁTICA DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO CORPORAL” CARGA HORÁRIA: 1h30min PÚBLICO-alvo: Professores, atores/atrizes e público em geral (maiores de 12 anos) METODOLOGIA: A oficina é organizada em momentos de diálogo para conhecer as dificuldades e qualidades de cada participante dentro da temática, seguida de jogos teatrais práticos e, novamente um momento de diálogo e reflexões sobre o desenrolar das atividades e da forma como reverberou em cada um. Sendo que as ações iniciais e finais de oralizar o que se aprendeu, também contribui para o objetivo da oficina. RESULTADOS ESPERADOS: Ao final da oficina espera-se que os participantes tenham refletido sobre a própria forma como comunicam-se e se essa forma é como gostariam, além de contribuir de forma prática para que percam a inibição e melhorem a sua oratória e expressão corporal em público. APRESENTAÇÃO (DESCRIÇÃO): 1. Conversa introdutória sobre a oficina e seus objetivos / apresentação geral (Oficineira e participantes). 2. Aquecimento (corporal e vocal) / alongamento: Reconhecimento do espaço com música e movimentação guiada com alongamento/continuar movimentação sem música, mas falando em voz alta todos os objetos que virem no espaço. 3. Desenvolvimento: 3.1. Improvisação veloz: Um participante é convidado a dizer uma palavra (por exemplo: céu). Todos os outros, o mais rapidamente possível, devem fazer uma associação e dizer, um a um, a sua palavra (exemplo: sol, azul, nuvens, etc.); 3.2. Telefone sem fio com gestos: Em uma coluna, a Oficineira faz um gesto para o primeiro participante da coluna, o qual passará para o próximo e assim por diante até chegar no último que deverá reproduzir o gesto que chegou até ele. O objetivo é que chegue corretamente, e que se entenda a importância da atenção, observação e consciência corporal no jogo e na forma como nos comunicamos não apenas verbalmente no cotidiano; 3.3. Leitura em voz alta: Cada participante escolhe uma frase e um sentimento escritos em folhas disponíveis pela Oficineira. Um por vez lerá em voz alta e na sequência, improvisará uma cena com a frase aplicando o sentimento escolhido; 3.4. Quem eu sou? Esse é um jogo de improviso em grupo, em que um participante sairá do espaço em que os demais se concentram, enquanto será escolhido o tema da esquete e qual o papel que aquela terceira pessoa representará quando voltar. Ao retornar a cena começa e ele já entrará e tentará identificar quem é naquela história. A cena finaliza quando é feita essa descoberta, podendo ainda finalizar a cena caso os integrantes optarem por isso; 3.5. A foto de um segredo: Em grupos, um integrante é escolhido para contar um “segredo” que pode ser uma história real ou não. Após, criarão uma cena congelada que demonstre esse segredo, sendo que os demais observarão com atenção e buscarão identificar o que a cena pretendeu comunicar. 4. Finalização: Diálogo sobre a oficina, dúvidas em aberto e troca de dicas e sugestões. PALESTRA: “ARTES CÊNICAS COM ACESSIBILIDADE CULTURAL SENSORIAL” Sugestão de público-alvo: Artistas e performers, educadores e estudantes de arte e cultura, profissionais de saúde e assistência social, pessoas com deficiência e seus cuidadores, público em geral. Classificação indicativa etária: LIVRE Eu acredito firmemente na importância de falar sobre acessibilidade sensorial nas artes cênicas. Como amante das artes e defensor da inclusão, vejo a necessidade de garantir que todos tenham acesso igualitário à cultura, independentemente de suas habilidades sensoriais. Integrar práticas de acessibilidade, como interpretação em Libras e áudio descrição, é fundamental para promover uma sociedade mais inclusiva e garantir que pessoas com deficiência visual e auditiva possam desfrutar plenamente das apresentações teatrais, de dança e outras formas de expressão artística. Além disso, ao integrar acessibilidade sensorial nas artes cênicas, estamos demonstrando respeito pela diversidade e pelos direitos de todos os membros da sociedade. É uma forma de reconhecer a importância da inclusão e de garantir que todos tenham a oportunidade de participar plenamente da vida cultural da comunidade. Portanto, falar sobre acessibilidade sensorial nas artes cênicas é uma questão de justiça social e de valorização da diversidade. É uma forma de garantir que todos tenham acesso à beleza e à expressão artística, contribuindo para a construção de um mundo mais inclusivo e equitativo. ETAPAS DA APRESENTAÇÃO1.Introdução ao conceito de acessibilidade cultural: Explicar o que significa acessibilidade cultural e por que é importante. Como a arte e a cultura sãoelementos essenciais na vida das pessoas e devem ser acessíveis a todos, independentemente de suas habilidades ou condições.2. Importância da acessibilidade cultural : benefícios da acessibilidade cultural não apenas para as pessoas com deficiência, mas para a sociedade como um todo. Isso pode incluir o fortalecimento da inclusão social, a promoção da diversidade e o enriquecimento da experiência cultural para todos.3. Acessibilidade nas artes cênicas: foco em técnicas como Libras e Audio Descrição. Como essas práticas tornam as apresentações teatrais, de dança eoutros eventos acessíveis para pessoas com deficiência sensorial.4. Exemplos de boas práticas : exemplos de organizações ou eventos culturais que estejam fazendo um trabalho exemplar em termos de acessibilidade. Isso pode incluir teatros que oferecem interpretação em Libras, museus com exposições acessíveis ou festivais de música que fornecem audiodescrição.5.Desafios e soluções: os desafios enfrentados na implementação da acessibilidade cultural, como custos adicionais, falta de conscientização e barreirasarquitetônicas. As soluções possíveis, como parcerias com organizações de acessibilidade, treinamento para funcionários e uso de tecnologia assistiva.6. Engajamento da comunidade : Incentivar a participação da comunidade na promoção da acessibilidade cultural. Isso pode envolver o apoio a eventosacessíveis, defesa por políticas inclusivas e colaboração com grupos de pessoas com deficiência.7. Encerramento : Resumo dos pontos principais e incentivo as ações concretas para promover a acessibilidade cultural em sua comunidade. Compartilhar próprias ideias e experiências. LIVROS QUE SERÃO DOADOS TÍTULO: OVELHINHAS Texto: Júlio Emílio Braz Imagens: Leonardo Malavazzi Editora: Mostarda Tamanho: 27cm x 20cm Páginas: 16 ISBN: 9786588183199 Idade sugerida: Leitor iniciante - Educação Infantil – 2º EF TÍTULO: CAPOEIRA Texto: Sonia Rosa Imagens: Rosinha Editora: Pallas Tamanho:15cm x 15cm Páginas: 16 ISBN: 9788534703673 Idade sugerida: Leitor iniciante - 1º – 2º EF TÍTULO: ROUPA DE BRINCARTexto: Eliandro RochaImagens: ElmaEditora: Pulo do GatoTamanho:27cm x 21cmPáginas: 40 ISBN: 9788564974845 Idade sugerida: Leitor Iniciante - 2º EF – 3º EF TÍTULO: NO QUINTAL DO ABACATEIROTexto: Christian DavidImagens: AnielizabethEditora: Ama LivrosTamanho:24cm x 24cmPáginas: 48 ISBN: 9786599558252 Idade sugerida: Leitor Fluente - 4º EF – 5º EF TÍTULO: ARES – DIÁRIOS PERDIDOS DOS JOVENS DEUSESTexto: Rosana Rios e Antônio SchimeneckImagens: Rosana RiosEditora: Ama LivrosTamanho:16cm x 23cmPáginas: 88 ISBN: 9786599558245 Idade sugerida: Leitor Crítico – 6º - EM

Acessibilidade

1) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: a) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e reserva de espaço para cadeirantes. b) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição c) ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras d) ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para TEA. 2) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: a) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e reserva de espaço para cadeirantes. b) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição c) ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras d) ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para TEA. 3) CONTRAPARTIDA SOCIAL: a) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e reserva de espaço para cadeirantes. b) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição c) ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras d) ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para TEA. CUSTEIO: Os custos com as ações de acessibilidade estão previstos no orçamento analítico do projeto, exceto as do aspecto arquitetônico que deverão estar presentes nos espaços nos quais as atividades do projeto serão executadas. A seleção dos espaços levará em conta o cumprimento destes itens. O material de divulgação do projeto cultural conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. NA DIVULGAÇÃO DO PROJETO NAS MÍDIAS SOCIAIS – Serão utilizadas as hashtags #PraTodosVerem e #PraCegoVer nas legendas, descrevendo as imagens postadas. Assim, o conteúdo ficará acessível para os deficientes visuais e a interação desse público como conteúdo aumentará.

Democratização do acesso

Toda a programação desse projeto é de ACESSO GRATUITO e será realizada, preferencialmente, em auditórios ou ginásios de escolas ou entidades (SESC, por exemplo), em local de fácil acesso ao público alvo e que atendam as medidas de acessibilidade física. Artigo 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. Será transmitido, pelas redes sociais do projeto, a apresentação da peça teatral "AS FANTÁSTICAS AVENTURAS DE UM MENINO QUE LIA LIVROS", produto principal. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. O projeto prevê, como produtos secundários, a realização gratuita de uma oficina e de uma palestra em cada cidade. Oficina: “PRÁTICA DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO CORPORAL” Palestra: “ARTES CÊNICAS COM ACESSIBILIDADE CULTURAL SENSORIAL”

Ficha técnica

PROPONENTE Destemperados Produções Teatrais Ltda O proponente exercerá atividades remuneradas no projeto: Coordenação Geral do projeto A Coordenação Geral desempenha o papel de articulador entre as diversas funções no projeto, monitorando a qualidade de todas as etapas executadas e garantindo que os trabalhos sejam concluídos dentro dos prazos e orçamentos especificados. Deve estar presente em todas as atividades culturais da programação do projeto. Enviar, para a agência de comunicação, as informações necessárias relacionadas ao espetáculo cultural, oficinas e palestras realizadas durante a circulação, para que sejam produzidos os materiais gráficos e releases para imprensa e redes sociais. Orienta as equipes e assume as decisões que demandam responsabilidade civil e financeira do projeto. Produção Executiva O produtor executivo acompanha o cronograma e o orçamento da produção, coordenando o trabalho da equipe técnica e do elenco, busca parcerias nas cidades de circulação, contata e reserva os locais para as apresentações artísticas, coordena a agenda do transporte da equipe e cenários, reserva as hospedagens e alimentação, incluindo o abastecimento de camarim. Ainda, por meio de seu dirigente, Anderson Silva Balieiro, realizará as funções de: OFICINEIRO Ministrará dezesseis oficinas teatrais: PRÁTICA DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO CORPORAL, para professores, educadores, atores e público interessado. ATOR Atuará no espetáculo infanto-juvenil de classificação livre: AS FANTÁSTICAS AVENTURAS DE UM MENINO QUE LIA LIVROS, em 16 cidades do Rio Grande do Sul, com duas sessões do espetáculo em cada cidade, somando 32 apresentações em dois turnos diferente, de forma gratuita e exclusiva para escolas da rede pública, municipal, estadual e institutos federais. Anderson Balhero (nome artístico) Ator profissional desde 1999 DRT: 8247 e 944 Anderson Silva Balieiro 522.618.672-04 Ator, produtor cultural, circense, iluminador, cenógrafo e roteirista, atuante no cenário cultural gaúcho desde 2002. Anderson Balhero é amapaense, Fundador da Destemperados Produções Teatrais LTDA, de Porto Alegre/Rio Grande do Sul. Como Ator: “O Colecionador de Sonhos” - Destemperados Teatro – 2018; “História Rocamboles de um mundo Amazônico” – Destemperados Teatro – 2018; “As Fantásticas aventuras de um menino que li Livros”, Destemperados Teatro – 2014; “História da Tigresa” - Destemperados teatro – 2010; “O Hipnotizador de Jacarés” – Circo Girassol – 2006; “Mundo da Lua” – Circo Girassol – 2004, Entre outras. Como Acrobata: “Misto Quente” – Circo Girassol – 2014; “Circo Eletrônico” – Circo Girassol – 2004 – “Cyrano nas nuvens – Circo Girassol – 2003. Como iluminador: “O Fantástico circo teatro de um homem só” – Cia Rústica – 2010; “Gatos de Bota” – Menino Tambor – 2017; “O Hipnotizador de Jacarés” - Circo Girassol – 2006; “Cidade Proibida” – Cia Rústica – 2016; “Chocola’j” – Circo Girassol – 2016; “Vertigem” – Circo Girassol – 2016; “Exército de Sonhos” – Fundação Thiago de Moraes Gonzaga – 2009; “Ri e Poupar” – Liga Produções - 2012. Como Produtor Cultural: As Companhias de teatro: Destemperados Teatro, Circo Girassol, Bando de Brincantes, Casa Ninho, Prefeitura de Porto Alegre/RS entre outras produções. Como Cenógrafo: As companhias de teatro: Destemperados Teatro, Circo Girassol, FUNDARTE (dança), Grupo Trilho. Celicia Santos (dança); trabalhou na equipe de Cenotécnicos do 19º Festival Internacional de Teatro Porto Alegre em Cena entre outros trabalhos. Pela Destemperados Produções Teatrais Anderson Balhero ministrou oficina de Roda Alemã na cidade de Salvador, no estado da Bahia, em novembro de 2011 realizadas pela FUNCEB (Fundação de Cultura do Estado da Bahia) e Oficina de Roda Alemã, no Rio de Janeiro/RJ – Projeto Dulcina abraça o Sul2012; Em 2019 Realizou oficina de Roda Alemã para o Natal Luz de Gramado/RS; Realizou Oficina de Tecido Aéreo no ano de 2010 e Macapá pela Associação GATHA e em 2012 e pelo Conselho Estadual de Cultural do Amapá. Oficina de Acrobacia em tecido – Gravataí - 2018. Nos últimos 24 meses realizou os espetáculos e oficinas da Destemperados Cia de Teatro: O Colecionador de Sonhos, na feira do livro de Novo Hamburgo, feira do livro, Bento Gonçalves, Farroupilha, Alvorada e Garibaldi; ministrou oficina de Técnica circense em Lajeado/RS, e preparação da equipe de Roda Alemã no Natal Luz de Gramado/RS além de participar dos eventos do Natal em Gramado/RS PORTFÓLIO – Destemperados Produções Teatrais Ltda Destemperados produções teatrais LTDA surge na capital gaúcha, Porto Alegre (RS) em março de 2011. Desse período em diante vem trabalhando na produção espetáculos de teatro, oficinas de teatro e circo, eventos regionais e nacionais. Nesse período já realizou, diversos trabalhos, tais como: circulações com o espetáculo, ‘História da Tigresa, “As fantásticas aventuras de um menino que lia livros”, “O colecionador de Sonhos” e “Histórias Rocambolescas de um Mundo Amazônico” no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina; turnê com espetáculo parceiro Bonequinha de Pano, Rio Grande do Sul e Ocupação CAIXA CULTURAL Fortaleza/CE; Turnê projeto PETROBRAS NA REGIÃO NORTE, Amapá e Roraima, espetáculo Quaquarela, como produção; Festa Passagem da tocha Olímpica em Porto Alegre/RS 2016; Evento Médicos Sem Fronteiras, intervenções 2018; Produção local do espetáculo Poeira/Grupo Ninho Crato/CE ITAU Cultural 2019. Oficinas de Circo nas cidades de Macapá/AP, Rio de Janeiro,/RJ, Salvador/BA, Gramado/RS. Atualmente está em processo de montagem de dois novos trabalhos: Dois Perdidos Numa Noite Suja – Plinio Marcos, com direção do diretor caxiense Davi Soul, diretor artístico do Natal Luz de Gramado/RS; Dez Dias – Inspiradas em obras de Giovanni Boccaccio, com direção do diretor português Hugo Inácio, nossa primeira coprodução Brasil/Portugal. Todas as informações, constam em nosso site: www.osdestemperados.com.br YURI DUARTE NIEDERAUER - ATOR Rua Felipe Camarão, 511 ap 31 Porto Alegre, RS, 51 9 9667 3069 yuri.nied@gmail.com DRT 11989 CNPJ: 15.104.788/0001-53 EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS / PROJETOS - Participou como ator da Oficina de montagem TEPA 2006 com espetáculo “O Formigueiro” direção de Zé Adão Barbosa; - Formado no Curso de formação de atores TEPA 2010; - No Ano de 2011 ingressou no projeto Vida Urgente, fazendo parte do elenco das peças, “Os últimos dias de um super-herói”, “Exército de sonhos” e “A flor e a borboleta”; - No Ano de 2013 montou o espetáculo “As fantásticas aventuras de um menino que lia livros” dirigido por Tuta Camargo; - Na televisão, destaca seus trabalhos de apresentador do canal OCTO e ator na série “Pé na Porta”, do Grupo RBS; - Na Cia Teatro novo participou de diversos espetáculos como “Robin Hood”, “a dama e o vagabundo”; - No cinema, integrou o elenco de “Os Senhores da Guerra 2 - Passo da Cruz” (direção Tabajara Ruas) e “Verso Inverso” (direção Rodrigo Dubal) – indicado ao Prêmio RBS Histórias Curtas, na categoria Melhor Ator Coadjuvante. - Fez parte do corpo de professores no projeto “Iberê nas escolas” realizados pela Fundação Iberê Camargo; - No ano de 2018 fez parte do trabalho: “Histórias da cidade por toda a cidade: "causos" e acontecimentos do município de Montenegro” recriados na linguagem do teatro na modalidade Ciências Humanas - Inclusão Corpo, Arte e Cultura, trabalho apresentado no 8º Siepex UERGS; - Vencedor nas categorias coletivas de Melhor Espetáculo e Melhor Elenco do Prêmio Tibicuera de teatro pelo espetáculo “Os saltim(b)ancos” e indicado na categoria de melhor ator coadjuvante no ano de 2020; - Na cia Ronald Radde participa como ator dos espetáculos “Aladdin” e “Criança Pensa”, os dois dirigidos por Karen Radde; - Dirigiu e atuou no espetáculo “Aqueles que latem” no ano de 2023; - Participou do Fórum de licenciaturas 2021 pela UERGS; - Graduado no curso Teatro Licenciatura pela UERGS no ano de 2023; - Ator na Destemperados Produções Culturais LTDA – Porto Alegre/RS – 2023 até o momento; MICHELE ZANIN ZONIN – Assistente de produção e Oficineira Rua João Pereira Neto, 253 Erechim, RS, 99704-328 54 9 9688 1301 michelezzonin2@gmail.com CNPJ: 51.074.702/0001-50 EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS / PROJETOS  Coordenadora da New Way Núcleo de Artes – Erechim/RS – janeiro de 2024 até o momento;  Professora de Teatro na New Way Núcleo de Artes – Erechim/RS – março de 2023 até o momento;  Professora de Teatro e Coordenadora de Atividades na empresa Musicart – Getúlio Vargas/RS – setembro de 2022 até o momento;  Professora de Teatro na Hit Centro de Danças – Tapejara/RS – maio de 2023 até o momento;  Atriz e produtora na Destemperados Produções Culturais LTDA – Porto Alegre/RS – 2023 até o momento;  TREMA Casa de Artes – Erechim/RS – 2021/2023;  Projeto “Eu, heroína de mim” – FAACE – 2021/2022;  Colaboração em eventos do grupo de pesquisa “quandonde – intervenções urbanas em arte” – UNESPAR – Curitiba/PR – 2021/2022;  “Oficina de Iniciação ao Teatro” – Oficina contemplada pela Lei de Incentivo à Cultura - Lei Federal Nº 14.017/2020 / Prêmio Aldir Blanc Erechim – 2020;  Estudos colaborativos intitulados “O Ensino de Geografia pelo Teatro e o Ensino de Teatro pela Geografia: inserções através da atuação em comunidades da cidade de Erechim-RS” – pela Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Erechim – agosto/2018 até março/2020;  Professora e Coordenadora das Oficinas de Teatro no Curso Pré-Vestibular Universitário Erechim – maio/2019 até janeiro/2020;  Professora e Coordenadora de atividades de Teatro na Empresa Hilarion Cultura e Educação Ltda. – Erechim/RS – agosto/2016 até maio/2019. FORMAÇÃO EDUCACIONAL  Pós-Graduação Lato Sensu em Teatro, Expressividade e Dinamismo no Ambiente Escolar – UNICESUMAR – 2024 (Cursando);  Curso de Roteiro – Teoria e prática (Udemy) – 2024 (Cursando);  Oficina Da ideia à cena – práticas dramatúrgicas – Rakurs Teatro – Porto Alegre/RS – 2023 (15h);  Direção de Arte – Iecine (Instituto Estadual de Cinema/SEDAC - RS) – 2022 (60h);  Graduação de Licenciatura em Geografia – Universidade Federal da Fronteira Sul – 2018/2022;  Curso de Produção e Gestão Cultural – 2021 (45h);  Escola Estadual Normal José Bonifácio (Curso Normal) – 2016. MOREIRA ACESSIBILIDADES - Intérpretes em Libras; - Audiodescrições; - Facilitadores para pessoas com TEA https://www.instagram.com/moreiralibras/ moreiralibras@gmail.com AFFECTO ASSESSORIA E PRODUÇÃO CULTURAL LTDA Elaboração do projeto cultural Elaboração da prestação de contas Serviços administrativos e financeiros do projeto Contador A sócio proprietária, Ana Lúcia da Silva, é contadora com registro profissional no CRCRS/068765-O, e assinará todas as peças da prestação de contas financeira do projeto. É MESTRE em Memória Social e Bens Culturais - UNILASALLE/Canoas ESPECIALISTA em Patrimônio Cultural em Centros Urbanos - UFRGS ESPECIALISTA em Controladoria e Finanças - UNIVATES BACHAREL em Ciências Contábeis - UNIVATES Extensão em Administração Pública da Cultura - UFRGS Gestora do Núcleo de Cultura e Eventos da Universidade UNIVATES 2003/2015 e do Teatro do Centro Cultural. Na função realizou, entre 2006 e 2014, 132 shows musicais, entre eles: CONCERTO DE CORDAS & MÁQUINAS DE RITMO E OSPA (Gilberto Gil & Banda e OSPA - Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) - OSPA na Igreja Matriz Santo Inácio de Loyolla de Lajeado - reabertura após o projeto de restauro da igreja; - Banda IRA; - Grupo ROUPA NOVA; -NANDO REIS e Os Infernais - 2 shows, com plateia lotada, na mesma noite; - Mafalda Minnozzi - Grupo ABBA MANIA. PRODUÇÃO LOCAL DE EVENTOS/ ESPETÁCULOS 10/11/2015 - Espetáculo teatral “NEM MESMO TODO O OCEANO”. – PROJETOS CULTURAIS - PROCULTURA/RS (nos últimos anos) Ø 4º Um sonho de Natal – Onde Sonhar é só o começo - 2023 Ø Natal no Coração – Lajeado 2022 – Lajeado/dezembro/2022 Ø Natal no Coração dos Bairros – 2022 – Lajeado/dezembro/2022 Ø No cultivo de suas tradições a grandeza de um povo - Semana Farroupilha Municipal – 2022:Campestre da Serra Ø São João no Parque - Parte Cultural 2022 - Lajeado Ø Projeto Arquitetônico – Centro Cultural de Arvorezinha – 2021 Ø Natal no Coração dos Bairros – 2021 – Lajeado/dezembro/2021 Ø Natal no Coração dos Bairros – 2020 – Lajeado/dezembro/2020 Ø São João no Parque – Parte Cultural 2020 – Lajeado/junho 2020 Ø Cultuando a Tradição – Invernada Artística Adulta do CTG Tropilha Farrapa – 2019/2020 Ø Espaço Pró-Cultura RS LIC no Natal no Coração 2019 – Lajeado/dezembro 2019 Ø São João no Parque – Parte Cultural 2019 – Lajeado/junho 2019 Ø Lajeado Doce Cidade – Páscoa na Praça 2019 – Lajeado/abril/2019 Ø 1º Rodeio Artístico Estadual do CTG Querência do Arroio do Meio – Arroio do Meio/2018 Ø Lajeado Doce Cidade – Páscoa na Praça 2018 – Lajeado/março/2018 Ø Quando os Rios se Abraçam – com Atahualpa Maicá - Lajeado/2017- 2018 Ø Cultura, Sociedade e Igrejas: A comunidade de Arroio do Meio escreve a sua história - Arroio do Meio/RS - 2016 LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA (Lei Rouanet) (nos últimos anos) Ø TEMPO DE MAGIA E ENCANTO CAMPESTRE DA SERRA – artigo 18 – PRONAC 233058 - 2024 Ø POR QUEM BATE O SEU CORAÇÃO - Lajeado 2022 – artigo 18 – PRONAC 21.1129 Ø XXIII VOLKSTANZFEST – (Centro de Cultura Alemã de Lajeado) 2022 – PRONAC 20.1363 Ø SANTA CLARA DO SUL: da coragem nasceu tua história – artigo 18 - PRONAC 20.1158 Ø NATAL NO CORAÇÃO - PARTE CULTURAL – 2021 - artigo 18 - PRONAC 20.3304 Ø NATAL NO CORAÇÃO - PARTE CULTURAL – 2019 - artigo 18 - PRONAC 19.1177 Ø NATAL NO CORAÇÃO - PARTE CULTURAL – 2018 - artigo 18 - PRONAC 18.1241 Ø DESTEMIDOS – 2ª edição revisada e atualizada – Livro – artigo 18 – PRONAC 19.3133 Ø O BURRINHO GELADO – 2018/2020 – Livro – artigo 18 - PRONAC 18.3535 Ø CONEXÕES – 2019/2020 - Livro – artigo 18 - PRONAC 18.4660 Ø AVENTURAS DE VERÃO NOS VALES DO RIO DAS ANTAS E DO RIO TAQUARI – 2018/2019 – Livro - artigo 18 MATTHI SERVICOS EM COMUNICACAO INTEGRADA LTDA. FUNÇÃO NO PROJETO: Assessoria de Comunicação, Marketing, Filmagem e Fotografia A Matthi conta com sete profissionais que atuarão nas ações de divulgação do projeto: Um jornalista, uma relações públicas, responsável pelas redes sociais, uma designer gráfica, uma publicitária e três assistentes de desenvolvimento. Será responsável pela criação de artes das lonas, jornal e redes sociais. Criação e edição do vídeo institucional do projeto (com as marcas obrigatórias, realizadores, patrocinadores e MINC, a ser exibido no telão). Assessoria de Marketing Digital (criação de perfil do projeto no Facebook - Fan Page, edição de conteúdo, planejamento e cronograma de postagens, edição de fotos, criação de materiais diversos a partir de layout aprovado). Assessoria de imprensa, registro fotográfico, filmagem, criação de material para divulgação em meios impressos e digitais, agendamento de entrevistas, cobertura das apresentações, oficinas e palestra, com elaboração de releases.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Rio Grande do Sul
Passo Fundo Rio Grande do Sul
Santa Maria Rio Grande do Sul
Santo Ângelo Rio Grande do Sul
Soledade Rio Grande do Sul
Tapejara Rio Grande do Sul
Três Passos Rio Grande do Sul
Vacaria Rio Grande do Sul