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PRONAC 244931Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Os Desajustados

AMARELO URCA PRODUTORA DE ARTES VISUAIS LTDA
Solicitado
R$ 2,66 mi
Aprovado
R$ 2,66 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-10-01
Término
2025-09-30
Locais de realização (11)
Manaus AmazonasSalvador BahiaBrasília Distrito FederalGoiânia GoiásBelo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáBelém ParáRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Os Desajustados é um projeto de espetáculo teatral, inspirado no ensaio fotográfico Milles and Montands, de Bruce Davison, que trata de investigar as fronteiras entre teatro e fotografia, o público e o privado, os espaços cênicos construídos que extrapolam o palco, com uma dramaturgia construída a partir de registros fotográficos de um jantar, que aconteceu na vida real, entre artistas, ícones de uma época. O espetáculo terá itinirências nas 5 (cinco) regiões brasileiras.

Sinopse

Um dos pilares do teatro de Harold Pinter era sua certeza de que as pessoas nunca fazem o que querem, nem dizem o que pensam. Mas aquilo que não dizemos, de uma forma ou de outra, não se torna aparente em gestos ou olhares que muitas vezes nos escapam? Diz-se que uma imagem fala mais do que mil palavras. Imagine se essa imagem parte de um olhar externo, treinado e atento?Os Desajustados se insere nessa zona de risco: a fronteira entre o Teatro, a Fotografia e o Cinema; e entre o Privado e o Público. O que se revela através de um gesto ou movimento? A palavra é fruto do pensamento? O discurso é a superfície por sobre quantas camadas escondidas de desejos e fantasias? O que não é dito, pode irromper num momento de desatenção? Essa explosão pode ser capturada por um olhar atento?Inspirado no ensaio fotográfico Millers e Montands, de Bruce Davidson, o projeto tratará de investigar as fronteiras entre o teatro e fotografia, o público e o privado; e os espaços cênicos que vazam do palco para fora dele. Uma dramaturgia construída a partir de fotografias de um jantar, que aconteceu na vida real, entre artistas, ícones dos anos 1960, na América do Norte e Europa.Duas duplas. Dois casais. Duas mulheres. Dois homens. Personagens emblemáticos de formas de viver, pensar e encarar o mundo muito diferentes. O velho e o novo mundo. O masculino e o feminino. O cerebral e o intuitivo. Razão e emoção. Suas pequenas guerrilhas, suas cumplicidades. Seus conflitos e seduções. Seus abismos. A tecnologia contribui hoje de forma incisiva na invasão do público no privado. Ou, mais precisamente, no vazamento deliberado do que é íntimo, para o mundo. Existe um desejo de ver e ser visto. Mas nem sempre foi assim. A peça Os Desajustados está situada nessa fronteira. No momento em que o privado desejou se tornar público como estratégia de poder. E a musa dessa tendência, que conquistou o mundo com a hiperexposição de um eu absolutamente construído e totalmente fragmentado. Os Desajustados pretende contar a história de quatro intenções, reveladas ao público através do que é dito e do que é mostrado através das lentes de um quinto personagem, o fotógrafo - que invade, com o consentimento dos outros, e oferece ao público outros pontos de vista. Rasgando o espaço cênico do teatro e oferecendo ao mundo, através de Snapchats e imagens no Instagram, uma visão do que acontece em cena, em tempo real.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Montagem de um espetáculo teatral, de temática adulta, com duas atrizes, dois atores e uma fotógrafa performática. Aumentar a inclusão cultural dos cadeirantes e deficientes auditivos, através de contratação de profissionais com experiência com esses grupos e contatos específicos com entidades e grupos de apoio.I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural nas regiões do País;IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura;VIII - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias.OBJETIVO ESPECÍFICO: Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:• Realizar 54 apresentações teatrais da peça "Os Desajustados" com entrada paga e gratuita; Serão 12 apresentações na temporada no Rio de Janeiro e 24 na de São Paulo. As apresentações nas capitais Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Brasilia somarão 18 apresentações.Fomentar atividades culturais com vista à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura.

Justificativa

O espetáculo "Os Desajustados", coloca em cena de forma a investigar as fronteiras entre o teatro e fotografia, o público e o privado; e os espaços cênicos que vazam do palco para fora dele. Uma dramaturgia construída a partir de fotografias de um jantar, que aconteceu na vida real, entre artistas, ícones dos anos 1960, na América do Norte e Europa.A montagem contribui para a democratização do acesso aos bens culturais, incentiva, valoriza o cinema, a fotografia, fomenta a prática teatral e representa uma experiência estética inédita. O espetáculo foi pensado de modo a ser realizado em espaços diversos o que multiplica as possibilidades de apresentação e possibilita a continuidade do trabalho mantendo a mesma estética. Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.I - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição de parte dos ingressos para espetáculos culturais e artísticos;II - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:a) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;b) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.

Estratégia de execução

O projeto cultural é uma produção independente pois a proponente não detém a posse ou propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação. As Contrapartidas Sociais serão sessões de ensaios abertas gratuitas, para grupos específicos, como alunos do Ensino a Jovens e Adultos, pessoas com deficiência incluindo atendimento, entre outros, e com oferecimento de transporte e lanche. Teatro, exposições, shows e qualquer evento gera emissões de gases de efeito estufa. Felizmente, estas emissões podem ser calculadas e compensadas através de créditos de carbono certificados. OS DESAJUSTADOS será um evento neutro em carbono, isso significa que as emissões diretas de gases de efeito estufa (GEE) geradas por esse evento serão totalmente compensadas seguindo um plano estratégico que inclui os seguintes passos: Analisar a Pegada Ecológica = Esta análise nos fornecerá a quantidade de toneladas de CO2 geradas pelo evento. A compensação de emissões de carbono = é possível através da compra de créditos de carbono de alta qualidade, certificados internacionalmente. Uma vez que todas as emissões tenham sido calculadas e compensadas, o evento pode ser certificado como Carbono Neutro.

Especificação técnica

Espetáculo teatral, com a participação em cena de 4 (quatro) atores e 1 (uma) fotógrafa performer. Utilização de equipamentos de iluminação, som, fotografia e projeção. Para palcos tipo italiano. Sessões específicas com serviços de tradução de libras e audiodescrição. Ensaios abertos para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, instituições de aposentados e PCDs.

Acessibilidade

Conforme a Lei 10.741/2003 e o Decreto 3.298/1999, o livre acesso será facilitado de modo a possibilitar a todos o pleno exercício dos direitos culturais. Em atendimento à Lei no 13.146, de 2015 e Decreto no 9.404, de 2018, o espetáculo Os Desajustados oferecerá sessões inclusivas da peça, na questão de acessibilidade para PCD visuais, auditivos, e de mobilidade reduzida, a partir de serviços tais como tradução de libras e audiodescrição, braile, audiodescrição, legenda descritiva, visita sensorial antes das apresentações, em espaços preparados para PCD.

Democratização do acesso

Espetáculos teatrais: Oferecimento de ingressos gratuitos para a população; disponibilização de serviços de acessibilidade para PCD visuais e auditivos, tais como Libras, Braille, audiodescrição, legenda descritiva e visita sensorial ao cenário antes das apresentações, conforme as possibilidades de cada local de realização. A preferência será por espaços que já estejam preparados para receber pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Contrapartida social: Ensaios abertos para alunos e professores da rede pública de ensino, e para PCD. Oferecimento de transporte e lanche para 40 pessoas por cidade, em 10 cidades, mais 100 pessoas em São Paulo, totalizando 500 pessoas atendidas. Ter um profissional dedicado qualificado para organizar essas sessões, juntamente com a produção do projeto.

Ficha técnica

Texto: Luciana Pessanha Roteirista, escritora, dramaturga, carioca da gema, mas sempre viveu entre o Rio e São Paulo. Graduada em Publicidade e professora do departamento de Comunicação Social da PUC-RIO, trabalhou por 7 anos como redatora na Almap/BBDO. Depois trabalhou como roteirista na TV Globo de 2010 a 2022, escreveu livros, encenou peças de teatro, e colaborou com as revistas Vogue, Casa Vogue, Vogue RG, JP, Poder, FFW>>Mag!, Serafina e TPM. Atualmente está desenvolvendo uma série da Paranoid sobre crime para a Netflix, e um projeto sobre futebol para a Floresta. Direção Artistica: Daniel Dantas Iniciou sua carreira no teatro, em 1975, como integrante do grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, na peça "O Inspetor Geral", de Nicolai Gogol. Nos anos 1980, integrou o grupo teatral Pessoal do Despertar. Entre as peças encenadas, destacam-se: "O Homem Sem Qualidades", de Robert Musil, com direção de Bia Lessa; "Noite de Reis", de William Shakespeare, com direção de Amir Haddad; "Coração Brasileiro", com direção de Flávio Marinho, "Tio Vânia", de Anton Tchekov, direção de Aderbal Freire Filho; "Você Nunca Amou Alguém Tanto Assim", dirigida por Mauro Mendonça Filho; e "Macbeth" de William Shakespeare, com direção de Aderbal Freire Filho. Em 1991, recebeu o Prêmio Molière de Melhor Ator pela atuação na peça teatral "Baile de Máscaras". Em 1999, recebeu o troféu Calunga do Cine PE – Festival Audiovisual de melhor ator pelo filme Traição Diabólica. Em 2019, recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro de melhor ator pela peça O Inoportuno. Elenco: Letícia Sabatella Letícia Sabatella é atriz e cantora, famosa por trabalhos na TV, no teatro e no cinema. Nascida em Belo Horizonte, viveu no interior de Minas Gerais e, depois, em Curitiba, onde cresceu e passou a se interessar por arte. Teve as primeiras experiências nos palcos nos anos 1980 e firmou-se na televisão na década seguinte. A estreia em novelas foi como a prostituta Taís de O Dono do Mundo (1991), com grande destaque na Globo. Acumulou protagonistas nos anos seguintes, incluindo a minissérie Agosto (1993) e o remake de Irmãos Coragem (1995). Fez ainda A Muralha (2000), O Clone (2001), Páginas da Vida (2006), Caminho das Índias (2009), Órfãos da Terra (2019), entre outras produções. Paralelamente à carreira na TV, tem também uma carreira como cantora. Chegou a participar da terceira temporada do talent show Popstar, em 2019. Em 2021, integra o elenco de Nos Tempos do Imperador. Elenco: Erom Cordeiro Eromir Cordeiro Moura Júnior nasceu em 19 de maio de 1977, em Maceió, Alagoas. Formado em Artes Cênicas pela UNIRIO, começou carreira no teatro. Estreou na televisão em 1998, em uma participação na quarta temporada de Malhação. Posteriormente, integrou o elenco da minissérie Presença de Anita (2001) da Globo e da novela Seus Olhos (2004) do SBT Em 2005, destacou-se ao interpretar Zeca na novela América da Globo. Personagem que fez par romântico com o de Bruno Gagliasso. Anos mais tarde, atuou nas novelas Paixões Proibidas (2007) da Band, Revelação (2008) do SBT, e na portuguesa Vingança (2008) da SIC. Posteriormente, integrou o elenco das novelas Morde & Assopra (2011), Amor Eterno Amor (2012), Império (2014). Também atuou nas série Supermax da Globo, em 2016; Reality Z da Netflix, em 2020; Filhas de Eva do Globoplay em 2021; e Todo Dia a Mesma Noite da Netflix em 2023. Protagonizou, entre 2019 e 2022, a série A Divisão do Globoplay. E também a série Os Ausentes da HBO Max, em 2021. No cinema, atuou em filmes como "Sexo com Amor?", "Helano", "O Palhaço", "Paraísos Artificiais" e "Doutor Gama". Elenco: Isio Ghelman Ator profissional desde 1985, atuou em quase 60 espetáculos. Em 2015, recebeu o Prêmio APTR de Melhor Ator em papel coadjuvante por seu desempenho na peça A estufa, de Harold Pinter, com direção de Ary Coslov. Entre seus espetáculos de teatro mais recentes destacam-se: Coração de Campanha, de Clarice Niskier, com supervisão artística de Amir Haddad; Fim de Caso, uma adaptação de Thereza Falcão do romance de Graham Greene; O garoto da última fila, de Juan Mayorga; Ivanov, de Tchekhov; Até o final da noite, de Julia Spadaccini; Vianinha conta o último combate do homem comum, de Vianinha; Jacinta, de Newton Moreno; Novecentos, de Alessandro Baricco; Moby Dick, de Herman Melville; Traição, de Harold Pinter; O púcaro búlgaro, de Campos de Carvalho; Sonata de outono, de Ingmar Bergman. No cinema fez recentemente o personagem Watson no longa-metragem Lucicreide vai para Marte, de Rodrigo César e Jerome em Querido Embaixador de Luiz Fernando Goulart. Fez ainda o personagem José no drama bíblico Maria, a mãe do filho de Deus, dirigido por Moacyr Góes e Norman Jones, pai de Stuart Angel Jones em Zuzu Angel, de Sérgio Rezende. Elenco: Natália Lage Começou sua carreira na TV aos 4 anos de idade. Fez novelas como "O Amor Está no Ar" (1997), "O Mapa da Mina" (1993), "Tropicaliente" (1994), "Cara e Coroa" (1995), "Kubanacan" (2003) e “Malhação"(1999). Em 1999 interpretou Marina em Malhação. Em seguida fez participações especiais nas novelas A Padroeira, Kubanacan e Da Cor do Pecado. Foi a vilã Beatriz na novela A Lua Me Disse. No teatro, encenou diversos espetáculos como Zastrozzi, montagem de Selton Mello e Daniel Herz para texto do canadense George Walker, Orlando com o texto de Virginia Woolf na direção de Bia Lessa e Eu Nunca Disse que Prestava com texto de Adriana Falcão e Lu Pessanha, dirigida por Rodrigo Penna. No cinema, participou dos filmes O Homem do Ano, adaptação de José Henrique Fonseca, para o romance O Matador, de Patrícia Melo. É esteve no elenco de 2 Filhos de Francisco e de Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida. Esteve no espetáculo teatral Quando Se é Alguém, baseado no texto de Luigi Pirandello (1867-1936) traduzido pela diretora e pesquisadora Martha Ribeiro. Em 2010, esteve no elenco do filme Como Esquecer interpretando Lisa, nesse mesmo ano ela esteve no teatro com a peça Comédia Russa, escrito por Pedro Brício e a direção é de João Fonseca. Natália fez parte do elenco de A Grande Família até 2011, quando deixou o seriado. Natália fez parte do elenco do seriado Tapas & Beijos, interpretando a dançarina Lucilene. Em 2013, participou do elenco do filme Vai que Dá Certo como Jaqueline, personagem que voltou a interpretar em uma continuação em 2016. Fotógrafa Performer: Patricia Lino Estudou Graphic design na instituição de ensino Universidade FUMEC; estudou Desing Gráfico na instituição de ensino UNIP DF; trabalhou como Direção de Arte e Fotografia na empresa Senado Federal do Brasil; Como fotógrafa já registrou nomes como: Elsa Soares, Nem Matogrosso, Arnaldo Antunes, Margareth Menezes, Elisa Lucinda, Vera Fischer, Daniel Dantas, Zezé Motta, Leticia Sabatella entre muitos outros. Direção de produção: Amarelo Urca (currículo anexado na aba Anexar Documentos). Produção Executiva: Monna Carneiro Formada em Produção Cultural na UFF, cursou Artes do Espetáculo na Universidade Paris X e é Mestra em Management de Organizações e Manifestações Culturais pela Aix-Marseille III. Produtora cultural com 17 anos de atuação em diversas áreas. No Brasil atuou em espetáculos teatrais como Beije minha lápide, Agosto e também em musicais premiados como Gota d'Água [a seco], Elis o Musical, Auê, Gonzagão e Los Hermanos – musical pré-fabricado e em espetáculos internacionais como Ballet de Génève, Ballet do Capitole de Toulouse, Ionesco Suite e Rhinocéros. Já trabalhou em festivais pluridisciplinares como o Festival Internacional de Dança Panorama, Festival Internacional de Linguagens, Festival Dois Pontos e Teatro Para Todos. Passou 5 anos atuando em projetos e eventos ligados à tecnologia e inovação, como o Festival Multiplicidade e produziu anualmente a conferência Rio.Futuro, de uma empresa francesa focada em B2B baseada no Rio. Atualmente atua como coordenadora de produção do estúdio Megazord, do artista Maxwell Alexandre, um dos expoentes das artes plásticas brasileira contemporânea.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Florianópolis Santa Catarina
São Paulo São Paulo