| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 10456016000167 | SHELL BRASIL PETROLEO LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,00 mi |
| 02451848000162 | CONCESSIONARIA DO SISTEMA ANHANGUERA-BANDEIRANTES S/A | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
| 23025711000116 | Cia Itaú de Capitalização | 1900-01-01 | R$ 350,0 mil |
| 93209765000117 | WMS SUPERMERCADOS DO BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
O Plano Anual de Atividades da Na Nave contemplará as atividades da 15a edição da Flup, que traz uma programação focada em comemorar os 50 anos do movimento negro no Brasil por meio de seminários, ciclos de conversa e produção de dois livros.Vai também realizar os processos formativos Flup Pensa e o Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para Audiovisual, assim como apresentações musicais regionais e atividades infantis.
A Associação Na Nave pretende realizar aproximadamente 120 atividades culturais no âmbito deste plano anual. Estas atividades estão descritas no item Objetivos. A escolha dos artistas, autores e participantes da Flup 25 se dá por meio de curadoria dos criadores do projeto e curadores convidados, baseando‐se no conceito escolhido como temática do evento. O objetivo do projeto é ampliar o acesso dos moradores de comunidades do Rio de Janeiro à leitura e à criação poética, cultivando formas artísticas comprometidas com a cidadania, abrindo espaço para discussões sobre educação, gênero, raça, e outros assuntos, assim como garantir a cultura como direito humano fundamental de todos os cidadãos brasileiros. A Flup 25 quer consolidar o intercâmbio artístico internacional, com convidados estrangeiros. A Flup de 2025 terá como tema o aniversário de 50 anos do movimento negro no Brasil. Na prática, isso significará uma ode à história de um povo que soube oferecer o futuro às novas gerações, e não somente àqueles gerados em seu ventre, ao lhes instigar a descobrir seu próprio passado.
Objetivos Gerais 1) Este plano anual prevê a realização da Festa Literária das Periferias na cidade do Rio de Janeiro, além de seus 2 processos formativos, o Lanani e a Flup Pensa, e a publicação de um livro. Objetivos Específicos: A) Produto Plano Anual: Manutenção dos espaços utilizados para promoção de atividades culturais da Na Nave, que atingem cerca de 30 mil pessoas. B) Produto Festival/Mostra: Realizar de forma gratuita a 15o edição da Flup, com artistas nacionais e internacionais com 10 dias de duração e previsão total de público presencial de 30 mil pessoas. C) Produto Seminário/Simpósio/Encontro/Congresso/Palestra: Realizar um seminário internacional que terá como tema as Mulheres do Caribe!, 120 convidados distribuídos em 40 mesas, sendo 4 por dia, durante 10 dias; Previsão total de público presencial de 20 mil pessoas. D) Produto Livro: Produzir e lançar o livro resultante do processo formativo da Flup Pensa de 2025 e do processo formativo Machado Quebradeiro, realizado em 2024 em parceria com a Universidade das Quebradas, o Instituto Odeon e a ABL - Academia Brasileira de Letras. Serão impressos 1.000 exemplares. E) Produto Apresentações Musicais: Realizar 10 apresentações musicais regionais ao final da programação de cada dia da Flup. Previsão total de público presencial de 10 mil pessoas. F) Produto Curso / Oficina / Estágio: Realizar 8 encontros do processo formativo da Flup Pensa que visa publicar novos autores negros, oriundos de áreas periféricas do RJ. Previsão de público de 50 pessoas G) Produto Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual: Realizar a 9a edição do Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para Audiovisual, parceria com a Rede Globo. São dois encontros semanais de duas horas ao longo de 3 meses para 20 participantes. Ao final haverá uma imersão durante um final de semana no Rio de Janeiro onde os orientadores e participantes juntos farão os últimos ajustes em seus argumentos para filmes ou séries audiovisuais. Previsão de público de 30 pessoas
A Associação Na Nave é uma associação cultural sem fins lucrativos formalizada em outubro de 2022, que atua no município do Rio de Janeiro. Seu objetivo central consiste em realizar e incentivar produções culturais e artísticas, criando intercâmbios entre a produção local e a global, bem como a formação continuada de adolescentes, jovens e adultos. Um dos seus principais produtos é a Flup, um festival de democratização de acesso à cultura, e especificamente à literatura, totalmente gratuito. Estimamos que anualmente cerca de 20 mil pessoas sejam atingidas presencialmente pelas suas programações e mais 20 mil pessoas atingidas virtualmente. Em 2025 o festival será realizado no Rio de Janeiro, sempre de forma gratuita e aberta ao público em geral. Seu público é composto por moradores da região, sobretudo crianças e jovens interessados nas temáticas abordadas. Todas as ações da vasta agenda proposta para a Flup 2025 terão como norte mostrar e discutir a história e a potência do movimento negro que em 2025 completa 50 anos de existência. Nossa programação também levará em conta que em 2025 o Rio de Janeiro será a Capital Mundial dos Livros e que uma parceria entre os governos dos dois países criou o Ano do Brasil na França e da França no Brasil. Tanto na celebração da Capital Mundial dos Livros quanto no Ano do Brasil na França e da França no Brasil vamos criar uma programação que corrobore o viés antirracista que tem marcado a história da Flup. O festival, além de colocar a favela como um espaço possível para grandes debates sobre o livro, identificou, deu rede e revelou uma geração de autores da periferia que hoje chegam com força ao mercado. Um dos instrumentos mais eficazes para a inclusão de autores da periferia no mercado editorial tem sido os processos formativos, que antende um público composto por jovens interessados nas temáticas abordadas, principalmente as mulheres negras. O processo que chamamos de Flup Pensa, que já resultou na publicação de 31 livros, antecipará o debate com o qual queremos mostrar os vínculos do Brasil com os países e as ilhas do Caribe, que compartilham conosco as cicatrizes de um cruel passado escravocrata. Além de encontrar forte ressonância no público que há anos vem acompanhando nosso festival, a temática foi escolhida devido à privilegiada parceria que criamos com o governo francês, que nos solicitou propostas para o Ano da França no Brasil. A França que queremos mostrar é aquela inventada pelas irmãs Nardal, duas martiniquenhas que entraram para a história por serem as primeiras mulheres negras a estudar na Sorbonne e também pelas recepções que organizavam em sua casa, frequentadas por pessoas como Aimée Césaire, Léopold Senghor, Léon-Gontran Damas e René Maran, criadores do movimento pan-africanista. Se não se pode dizer que o movimento negro mundial começou ali, não se pode negar que ele ganhou um enorme impulso nessas reuniões. Os processos de formação da Flup, além de colocarem a favela como um espaço possível para grandes debates sobre o livro, identificaram, deram rede e revelaram uma geração de autores da periferia que hoje chegam com força ao mercado. Outro importante processo formativo da Flup é o Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para o Audiovisual, uma parceria com a Globo que em 2025 realizará sua 9a edição. Além da formação que deu um papel relevante ao festival na primeira geração de roteiristas negros, a edição de 2025 vai organizar uma Sala de Roteiros com 10 roteiristas que passaram pela história do Lanani para fazer o roteiro da série 50 anos de Movimento Negro no Brasil. A Flup publicou 31 livros em suas edições anteriores revelando mais de 500 autores, que utilizam linguagens que vão da prosa à poesia, passando pela história em quadrinho e pelo cinema. Em 2013 o festival ganhou o prêmio Faz Diferença do O Globo; em 2016 foi agraciada com o Excellence Awards da London Book Fair; em 2017 ganhou a 1ªedição do Prêmio IPL _ Retratos da Leitura; e, por fim, em 2020 arrebatou o prêmio Jabuti na categoria Fomento à Leitura. A realização deste evento se enquadra nos incisos I, III, V, VIII do Art. 1º da Lei 8313/91 e alcança os objetivos I, II e IV do do Art. 3° da Lei 8313/91, conforme listado abaixo: Art. 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3º I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos O uso da Lei Federal de Incentivo à Cultura é um dos poucos mecanismos existentes hoje no Brasil que viabilizam a produção e execução de projetos culturais.
Passagens Aéreas Produto Oficina/Workshop/Seminário 26 trechos de ida e volta para os participantes e palestrantes do Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para o Audiovisual e para a Sala de Leitura Produto Seminário/Simpósio/Encontro/Congresso/Palestra): 240 trechos de ida e volta para os 120 convidados da Festa Literária e 120 convidados da programação infantil, ida e volta Produto Shows (Apresentações Musicais) 24 trechos de ida e volta para os artistas regionais que se apresentarão. As passagens aéreas estão muito caras e como vários artistas devem vir de estados do nordeste e do norte, consideramos o valor unitário mais caro.
Especificações Produto Seminário/Simpósio/Encontro/Congresso/Palestra: 100 convidados - 3 mesas por dia com 3/4 pessoas por mesa Produto Apresentações Musicais Shows - Apresentações de música regional - 10 dias10 apresentações de música, com 1 por dia Produto Livro Livro Processo formativo Machado Quebradeiro, resultante da parceria com o Instituto Odeon e a Universidade das Quebradas no processo formativo realizado em parceria entre os citados e a ABL - Academia Brasileira de Letras. Tiragem 1.000 Formato: Número de páginas: 300 Formato fechado: 12 x 19 cm Formato aberto: 44 x 19 cm Miolo: 1/1 Papel miolo: Pólen bold 90g Capa: 4/1 Papel capa: Cartão Supremo Alta Alvura 250g Acabamento: costurado e colado Impressão da capa no verso. Livro Flup Pensa Tiragem 1.000 Formato: Número de páginas: 360 Formato fechado: 12 x 19 cm Formato aberto: 44 x 19 cm Miolo: 1/1 Papel miolo: Pólen bold 90g Capa: 4/1 Papel capa: Cartão Supremo Alta Alvura 250g Acabamento: costurado e colado Impressão da capa no verso. O projeto pretende trazer à cidade do Rio de Janeiro 30 convidados para o Rio de Janeiro – os 20 participantes que farão a imersão final do Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para Audiovisual, mais os orientadores e palestrantes que participarão dessa mesma imersão; Os participantes dos processos formativos da FLUP 25 serão definidos na pré-produção e produção do projeto e, portanto, os beneficiários e trechos de deslocamentos ainda não estão definidos.
A)Produto Plano Anual Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. Item da planilha orçamentária: não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras. Item da planilha orçamentária: intérprete de libras Acessibilidade para deficientes visuais: linguagem oral e autodescrição. Item da planilha orçamentária:não se aplica Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: A equipe do projeto está treinada para lidar com pessoas com síndromes ou doenças que gerem limitações. Item da planilha orçamentária: Coordenadora pedagógica e Monitores B)Produto Festival/Mostra: Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: A Flup vai selecionar o espaço para realizar suas atividades a partir da conformidade com regras de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, idosos, pessoas com necessidades especiais e obesos. Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérpretes de libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. Acessibilidade para deficientes visuais: Os deficientes visuais serão atendidos com auto-descrição no início de cada atividade. Item orçamentário: Apresentador. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: Para o simpósio será disponibilizada uma inscrição prévia para pessoas com limitação a conteúdos. Serão oferecidos 2 encontros de preparação prévia aos participantes. Serão oferecidas visitas guiadas pelo espaço do festival (palco e outras áreas) antes da abertura para o público em geral, de modo que os participantes se sintam mais confortáveis no ambiente. Item orçamentário: Monitores. C)Produto Seminário/Simpósio/Encontro/Congresso/Palestra): Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: A Flup vai selecionar o espaço onde realizará suas atividades que estejam em conformidade com regras de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, idosos, pessoas com necessidades especiais e obesos. Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérpretes de libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. Acessibilidade para deficientes visuais: Os deficientes visuais serão atendidos com auto-descrição no início de cada atividade. Item orçamentário: Apresentador. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: Para o simpósio será disponibilizada uma inscrição prévia para pessoas com limitação a conteúdos. Serão oferecidos 2 encontros de preparação prévia aos participantes. Serão oferecidas visitas guiadas pelo espaço do festival (palco e outras áreas) antes da abertura para o público em geral, de modo que os participantes se sintam mais confortáveis no ambiente. Item orçamentário: Monitores. D)Produto Livro: Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: Não se aplica.Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade para deficientes auditivos: Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: Disponibilização virtual de Livro Falado. Visando atender PCD Visual e Cegos. Item da planilha orçamentária: Gravação de vozes Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: Não se Aplica. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. E)Produto Apresentações Musicais: Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: A Flup vai selecionar o espaço onde realizará suas atividades que estejam em conformidade com regras de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, idosos, pessoas com necessidades especiais e obesos. Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: Os deficientes visuais serão atendidos com auto-descrição no início de cada atividade. Item orçamentário: Apresentador. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérpretes de libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: Não se Aplica. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. F) Produto Curso / Oficina / Estágio: Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: Os espaços onde acontecerão os encontros presenciais serão selecionados a partir da oferta de acessibilidade arquitetônica para pessoas com mobilidade reduzida, idosos, pessoas com necessidades especiais e obesos. Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérpretes de libras nos encontros com as autoras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. Acessibilidade para deficientes visuais: Os deficientes visuais serão atendidos com auto-descrição no início de cada atividade. Item orçamentário: Não se aplica. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: Não se aplica. Item da planilha orçamentária: Não se aplica G) Produto Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual: Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: Os espaços onde acontecerão os encontros presenciais serão selecionados a partir da oferta de acessibilidade arquitetônica para pessoas com mobilidade reduzida, idosos, pessoas com necessidades especiais e obesos. Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica. Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: Não se aplica. Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: Não se aplica. Item da planilha orçamentária: Não se aplica
I) As atividades propostas neste serão distribuídas em conformidade com o art. 30 da Instrução Normativa n° 11/2024: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;
Associação Na Nave - Proponente do projeto. Currículo resumido: A Associação Na Nave é a empresa de Julio Bernardo Ludemir, produtor cultural responsável pela criação, direção e produção de eventos como a batalha do passinho, o espetáculo de dança na batalha e a Flup, festa literária que desde 2012 vem redesenhando o fazer literário no brasil, incluindo a produção poética e textual das periferias no radar de editoras e mesmo de outros festivais. Nome Julio Bernardo Ludemir Função: Diretor Geral Julio Bernardo Ludemir nasceu no Rio de Janeiro, mas foi criado em Olinda (PE). Tem dez livros publicados, a maioria dos quais ambientada nas favelas cariocas. O livro Rim por Rim foi finalista do Prêmio Jabuti de 2008. É um dos roteiristas de 400 contra um, que o cineasta Caco de Souza adaptou da autobiografia de William da Silva Lima, um dos criadores do Comando Vermelho. Além de ser um dos criadores da FLUP, é um dos idealizadores da Batalha do Passinho, que levou para Londres e Nova York. Com os dançarinos do Passinho, criou o espetáculo Na Batalha, primeiro grupo de funk a se apresentar no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, tema de documentário produzido no Brasil. Nome Andréa Borges Função: Direção de produção Pesquisadora, fundadora e presidente da ONG Grupo Pensar Cultural, instituição que atua fundamente no Rio de Janeiro, mas também em áreas urbanas periféricas no Brasil. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pela Escola de Ciências Sociais da Fundação Getúlio Vargas (CPDOC), possui experiências no ensino de turismo, e no desenvolvimento, implementação e análise projetos sociais e culturais, desde 2022 é Diretora de Produção da Festa Literária das Periferias- Flup. Nome Teresa Dantas Função: Coordenadora de Comunicação Jornalista, atua há mais de 15 anos em planejamento, gestão, manutenção, produção e desenvolvimento de programas de comunicação com objetivo de mobilização social e promoção de cultura. Trabalhou, no Pará e em São Paulo, em agências de comunicação que atendem campanhas internas e externas para grandes empresas, terceiro setor, projetos culturais e para governos e prefeituras. Na produção de comunicação para eventos culturais, no Rio de Janeiro, já trabalhou para a Baluarte Cultura e desde 2022, para a FLUP – Festa Literárias das Periferias. Trabalha também com criação de roteiros para audiovisual e escrita criatPublicou seu primeiro romance O passado é lugar estrangeiro (Ed. Patuá) em 2017. Em 2020, lançou “Tudo ali dentro era outra”, também pela Ed. Patuá. É graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará (UFPa), com especialização em Comunicação Institucional pela Universidade da Amazônia (Unama), mestra em Filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutoranda em Filosofia na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Nome: Joanna Savaglia Função: Relacionamento Institucional Formada em jornalismo, logo descobriu que sua vocação especial estava na produção e não no jornalismo. Produziu muitos programas de tv e documentários, até que chegou ao Saia Justa, do GNT. Coordenou a produção do programa por 2 anos e em seguida entrou de vez no mercado cultural, trabalhando na JLeiva Cultura e Esporte. Em seguida montou a Savá, sua empresa, e começou a prestar serviços variados para produtores culturais, entre eles inscrição de projetos em leis de incentivo e editais, gestão de projetos e prestação de contas. Tem entre seus parceiros a Flup, a Cooperifa, o Festival de Arte da Serrinha, o Instituto Fazendo História e o Tangolomango. Nome: Eugênio Lima Função: Curador das Apresentações Musicais É DJ, ator-MC, diretor do Coletivo Legítima Defesa, pesquisador da cultura diaspórica, membro-fundador do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e da Frente 3 de Fevereiro. Eugênio é coorganizador do livro “Dramaturgia Negra”, que reúne 16 peças teatrais de autoras e autores negros. Nome: Danielle Salles Função: Diretora Pedagógica Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2002). Mestre em educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Especialista em Educação Profissional, tem vasta experiência na área de Educação, com ênfase em cultura e políticas públicas para a juventude. Entrou na Flup em seguida à morte de seu companheiro e desde então tem se mostrado uma grande comunicadora, tanto presencialmente quanto nas redes comerciais. Ganhou o prêmio Ubuntu Cultural de 2022. Nome: Gisele de Paula Função: Cenógrafa É carioca, ativista do movimento negro, Arquiteta formada pela Universidade Santa Úrsula, com formação técnica em Estrutura Naval pelo ETEHL, atuou em arquitetura na supervisão do Estaleiro Aliança e assistente técnico da Tempore Engenharia. Gerente do Museu de Arte do Rio (MAR), posição a partir da qual trabalhou na assessoria de manutenção e elaboração de projetos expográficos, nas exposições “Mulambö”, “Pardo é Papel”, “RUA” e “Rafael BQueer”. Assinou o projeto expográfico da exposição Pixinguinha, Um Maestro Batuta (Museu de Arte do Rio) e Lima Barreto e os Modernismos Negros (Muhcab) Nome Audrey Pulvar Função: Curadora Mulheres do Caribe! Audrey PULVAR é uma feminista e ativista ambiental francesa, nascida em 1972 na Martinica. Desde junho de 2020, ela se tornou um misto de vereadora e secretária de Agricultura e Alimentação Durável da cidade de Paris. Ex-presidente da FNH, Fundação para a Natureza e o Homem, ela criou um fundo de doação chamado AfricanPattern cujo objetivo era definir um novo modelo de desenvolvimento económico sustentável, baseado nos saberes africanos e para apoiar projetos de campo, na África, sobre desenvolvimento sustentável e biodiversidade. Em junho de 2017, encerrou a carreira de jornalista política e decidiu se dedicar a uma militância mais concreta. Ela colocou sua reputação e suas habilidades de convencimento a serviço do bem comum e de uma transição ambiental justa. Foi eleita presidente da Fundação para a Natureza e o Homem. Durante 25 anos, entre 1992 e 2017, Audrey PULVAR foi uma jornalista política francesa. Como jornalista, trabalhou como apresentadora, editora-chefe e CEO em quinze meios de comunicação nacionais franceses - rádios, televisões, mídia impressa - incluindo France 3, France 2, France Inter, Grupo Canal Plus e Les Inrockuptibles. Ela escreveu vários livros: - L'Enfant-Bois/2005 - Libres Comme Elles/ Ed. La Martinière 2014 - Libres et Insoumis / Ed. La Martinière 2015 - La Femme/ Ed. Flammarion 2016
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.