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A Fábrica de Apoio à Linguagem Artística (FALA), focado na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, inclui um site, 6 cursos EaD com inscrições ilimitadas, 6 periódicos em versão física e online e 6 edições da "Batalha do Conhecimento FALA Baixada".
Sinopse geral do Curso Ead: Os seis cursos de ensino à distância oferecidos pelo projeto são desenvolvidos para proporcionar uma educação abrangente e acessível sobre temas vitais da Baixada Fluminense. Cada curso é composto por quatro aulas, totalizando aproximadamente 8 horas de aprendizado, divididas entre videoaulas e conteúdos de leitura. Sinopse geral do festival: O festival "Batalha do Conhecimento FALA Baixada" é uma série de eventos culturais realizados na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, ao longo de um ciclo completo, englobando 6 edições, com batalhas dedicadas a cada um dos seis temas específicos do projeto. Este festival celebra a cultura hip-hop local, promovendo batalhas de rima de conhecimento entre MC's que abordam temas relevantes e atuais relacionados à sociocultural, ambiental e político da região. Sinopses de cada tema do projeto 1. Sociobiodiversidade Fluminense: De Onde Viemos? Conheça os diferentes povos que compõem a rica história territorial fluminense, entendendo suas origens, as tradições que mantiveram e como elas contribuem para a identidade cultural. Apresentaremos a trajetória dos diferentes povos que migraram, com um mapeamento de suas origens e os motivos que os impulsionaram a migrar. 2. A Influência de Culturas Populares na Baixada Fluminense Confira as notórias manifestações culturais incluindo, por exemplo, o hip hop, samba, jazz, pagode, maracatu, forró e escolas de samba. Este é um detalhamento das características e as formas de expressão das manifestações, além disso, haverá uma investigação sobre como as diferentes culturas populares se inter-relacionam e se influenciam mutuamente. 3. Ricos Verdes, Pobres Poluídos: A Futura Responsabilidade das Camadas Sociais Não Privilegiadas no Aquecimento Global A princípio, grandes empresas, desde a primeira Revolução Industrial, foram as grandes culpadas pela emissão dos gases do efeito estufa. Ao longo dos anos, ideais sustentáveis como carros elétricos e tetos solares surgem para amenizar esse impacto ambiental, mas para quem isso é acessível? Será que daqui há uns anos, as camadas sociais menos privilegiadas podem carregar a “culpa” pela continuidade do aquecimento global por causa da falta de acessibilidade a recursos que minimizam esses impactos? 4. O Agro na Baixada: De Onde Vem Nossos Alimentos? É inegável a importância da produção local de alimentos na região, através da agricultura familiar e da agroecologia para a segurança alimentar e o desenvolvimento regional. Apontaremos dados que trazem à tona a falta de acessibilidade, por vezes, dos alimentos sem veneno. Como é a educação alimentar dos fluminenses? Por que, que às vezes os produtos multiprocessadores e ultraprocessados sairiam no mesmo custo que uma “comida de verdade”, mas mesmo assim, estes últimos citados não são os escolhidos? Será culpa da rotina corrida do trabalhador fluminense, que por vezes passa horas do seu dia na condução para seu emprego na capital que não lhe resta tempo para se alimentar bem? Será falta de informação e conhecimento sobre a pauta? Como sua alimentação influencia na sua expectativa de vida? Quais são os índices das doenças causadas, sobretudo, pela má alimentação? Nesse contexto, a pesquisa fornecerá informações sobre a diversidade de produtos cultivados na região, os desafios enfrentados pelos agricultores e as iniciativas existentes para fortalecer a agricultura familiar. 5. Letramento Político na Baixada A Baixada Fluminense, com seus milhões de habitantes, historicamente enfrenta desafios socioeconômicos e carências em serviços públicos. A baixa participação política da população contribui para a perpetuação desses problemas, impedindo o desenvolvimento local e a busca por soluções eficazes. Nesse contexto, o letramento político se torna fundamental para que os cidadãos compreendam seus direitos e deveres, participem ativamente do processo político. Contudo, na prática, será que as pessoas sabem que viver é um ato político? Quais são os deveres do Estado? Quais direitos humanos deveriam ser garantidos? Em qual tipo de democracia vivemos? Quais são as funções do presidente, governador, senador, deputados, prefeitos, vereadores, ministros etc? 6. Memórias e Saberes da Baixada Fluminense: Entrelaçando Raízes para Construir o Futuro Estamos acostumados a ver museus, histórias, ancestralidade, galerias, institutos históricos etc na capital, mas a Baixada, assim como toda terra do mundo, também tem um passado. No mesmo sentido, tal passado pode explicar o presente e apontar um caminho para o futuro. O que as pessoas sabem das memórias do seu território? Como é possível identificar-se com seu lugar, sem o reconhecimento e valorização de sua história?
Gerais: Disponibilizar um site; oferecer 6 cursos EaD; realizar 6 pesquisas, cujo resultados serão a base para redações no site, periódico e curso; publicar 6 edições do periódico; realizar 6 edições do festival Batalha do Conhecimento. O objetivo é que os MCs e o público do festival acessem as matérias online sobre o tema específico, assim ambas as partes estarão familiarizadas com o assunto. O público saberá votar em seu MC de preferência, enquanto o MC terá base filosófica para manter suas rimas no tema decidido pelo projeto. Posteriormente, um periódico físico e online será disponibilizado/distribuído. Específicos: 6 edições do festival "Batalha do Conhecimento FALA Baixada": oferecer um evento com estrutura para realização de batalha de rima do conhecimento para 16 duplas, compostas por MC's da cena do hip-hop na Baixada Fluminense, com premiação para 4 artistas; evento com roda de samba e outras expressões artísticas, como exposições de artes e de produtos. 1 site: inscrição e acesso (ilimitado) aos cursos; 40 redações para cada tema, com base nos resultados da pesquisa, totalizando 240 textos; hospedagem e disponibilização dos periódicos em versão PDF; inscrição dos MC's para as batalhas; coleta de dados online da pesquisa. 6 pesquisas para elaboração dos cursos e periódico físico e online: fazer pesquisas através de formulários online, incluindo aos alunos do curso, abordagens presenciais em eventos, e centros das cidades fluminenses. Para estimular a participação, os entrevistados vão concorrer a R$ 500 em cada edição. Os temas serão: 1. Sociobiodiversidade Fluminense: De Onde Viemos?: Identificar e caracterizar os diferentes grupos étnicos e populacionais que compõem a região, reconhecendo sua contribuição para a formação da identidade sociocultural. Analisar a distribuição espacial da fauna, flora e bioma destacando as áreas de preservação ambiental e espécies ameaçadas de extinção. Investigar a relação entre a história da ocupação humana e as transformações socioambientais. 2. A Influência de Culturas Populares na Baixada Fluminense: Identificar, registrar e documentar as diversas manifestações culturais populares, incluindo sua história, origens, características e importância. Analisar a relação entre as culturas populares e a identidade cultural. Investigar seu papel na resistência cultural, na luta contra a discriminação e na promoção da inclusão social. Avaliar o impacto das políticas públicas e dos processos de globalização sobre as culturas populares. 3. Ricos Verdes, Pobres Poluídos: A Futura Responsabilidade das Camadas Sociais Não Privilegiadas no Aquecimento Global Identificar e analisar as principais fontes de emissão de gases de efeito estufa na região, considerando os diferentes setores da economia e da sociedade. Investigar se as mudanças climáticas afetam de forma diferenciada as camadas sociais mais pobres e vulneráveis. Analisar as políticas públicas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. Investigar as iniciativas e práticas de resistência ambiental desenvolvidas pelas camadas sociais não privilegiadas da região. Propor ações para promover a justiça ambiental e garantir a participação das camadas sociais não privilegiadas na construção de um futuro mais sustentável. 4. O Agro na Baixada: De Onde Vem Nossos Alimentos? Identificar e caracterizar os diferentes sistemas de produção agrícola presentes na região, incluindo a agricultura familiar, a agricultura industrial e a agroecologia. Analisar as cadeias de valor dos principais produtos agrícolas, identificando os diferentes agentes envolvidos e suas relações de poder. Investigar os impactos socioambientais da produção agrícola na região, considerando o uso de agrotóxicos, a degradação do solo e a perda de biodiversidade. Analisar os hábitos alimentares da população, identificando os desafios e oportunidades para a promoção da segurança alimentar e nutricional. Propor ações para fortalecer o sistema agroalimentar local, valorizando a agricultura familiar, a agroecologia e a produção sustentável de alimentos. 5. Letramento Político na Baixada: Investigar o papel da mídia, da escola e das organizações sociais na formação do letramento político da população. Identificar os obstáculos e desafios que impedem a participação política efetiva da população. Analisar as experiências de participação popular e controle social existentes na região. Propor ações para promover o letramento político e estimular a participação cidadã. 6. Memórias e Saberes da Baixada Fluminense: Entrelaçando Raízes para Construir o Futuro Realizar entrevistas com mestres da tradição, detentores de saberes ancestrais relacionados à medicina popular, agricultura, culinária, artesanato, música, danças e outros aspectos da cultura local. Analisar as memórias e saberes coletados, identificando sua importância para a construção da identidade cultural da região. A coleta de dados resultará nos 6 cursos EaD, sendo cada um com 4 aulas. A cada aula haverá o total de 1h de videoaula disponível, dividas em: 2 curtas-metragens entre 15m e 20m e 4 curtas-metragens de até 5m cada. Assim, no final de cada curso, haverá o total de 4h videoaulas. Além disso, haverá conteúdo extenso para leitura. Estima-se que cada curso tenha a carga horária média de 8h, considerando as 4h de videoaula e mais 4h de leitura. Os cursos, não necessariamente nesta ordem, são: 1. A riqueza sociocultural da Baixada Fluminense: explorando a diversidade humana e natural: Desmistificar estereótipos e promover o reconhecimento da riqueza sociocultural da região, valorizando sua diversidade humana, natural, histórica e artística. 2. Manifestação de culturas populares da Baixada Fluminense: Mapear e apresentar as diversas manifestações culturais populares da região, o que inclui desde as mais tradicionais, como o funk, o maracatu de baque virado e as escolas de samba, até as mais recentes e menos conhecidas. Explorar as origens, histórias e significados das manifestações culturais, aprofundando-se nas raízes históricas, sociais e culturais que moldaram cada manifestação. Analisar a relação entre as manifestações culturais e a identidade local, discutir os desafios e as ameaças à preservação das culturas populares. 3. Aquecimento global, agenda 2030 e ideias sustentáveis: Abordar as causas e consequências do aquecimento global, apresentar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, apresentar soluções e alternativas sustentáveis para o consumo de água, energia e outros recursos esgotáveis, discutir a responsabilidade individual e coletiva na luta contra as mudanças climáticas. 4. Agroecologia urbana: Apresentar os princípios e práticas da agroecologia urbana, promovendo o cultivo de alimentos saudáveis e sustentáveis em ambientes urbanos, abordar os benefícios da agroecologia urbana para o meio ambiente, saúde e economia, ensinar técnicas de cultivo de hortas e jardins urbanos, explicar a compostagem e utilização de resíduos orgânicos e discutir sobre a segurança alimentar e soberania alimentar na perspectiva da agroecologia. 5. Introdução à Ciência Política: Apresentar conceitos básicos, ferramentas de análise e a importância da participação cidadã na política. Tratar a Ciência Política e seu papel na sociedade, explicar sistemas políticos, regimes de governo e ideologias, alertar sobre os direitos políticos e analisar as conjunturas políticas e sociais atuais. 6. Desvendando a Baixada Fluminense: Promover o conhecimento e a valorização da história, geografia, cultura, paisagens, turismo, lazer e atualidades da região, desvendando seus encantos e potencialidades. Explicar os fatores geológicos de formação para melhor compreensão da paisagem e sua relação com o meio, analisar os desafios e oportunidades. Além disso, ao longo da execução do tema, o site contará com publicações focadas exclusivamente nos temas citados., que será a base para que os MCs realizem as batalhas de rima.
A Baixada Fluminense (BF) do RJ, chamada popularmente e carinhosamente de "BXD" manifesta os elementos da cultura hip-hop fortemente, e o então Coletivo Fábrica de Apoio à Linguagem Artística (FALA), que atualmente é uma Micro Empresa Individual (MEI) faz parte da história dessa manifestação. O FALA existe há mais de 10 anos e é reconhecido principalmente pelo evento "Rap Free Jazz" que a partir de um autofinanciamento entre produtores se ativistas culturais das regiões fronteiriças de Belford Roxo e Duque de Caxias, realiza eventos voltados à batalhas de rima. Na batalha de "sangue", os MC's possuem temas livres e o único objetivo é rimar. Na batalha de "conhecimento", além da rima, os MC's precisam obrigatoriamente trazer pautas relacionadas a seus conhecimentos. A coordenadora geral do projeto e procuradora, Beatriz Sabino, observou ao longo de seus 8 anos de atuação como produtora e ativista cultural, que nas batalhas de conhecimento, os temas estão relacionados, sobretudo, à racismos, feminicídio, xenofobia, machismo, misoginia, intolerância religiosa e homofobia. Certamente estas pautas são válidas, e infelizmente persistentes na comunidade. A proponente, bem como a procuradora e idealizadora do projeto, em suas experiências profissionais como redatoras e revisoras de sites de notícia, notaram, ao longo de cerca de 2 anos, que a BF está presa em uma imagem distorcida, resultado de uma marginalização do contexto histórico do território. Entre os dias 19/03/2024 e 24/03 a palavra-chave "Baixada Fluminense" foi pesquisada no Google. Os resultados mostraram que as notícias são: Crime (40%); Desastre Natural (40%), e outros (20%) que incluem futebol, trânsito, espetáculo etc. 20% das notícias são do O Dia, enquanto 10% são do R7 e 10% do UOL. 6,7% são da Super Rádio Tupi e 6,7% da Tupi FM. Outros 46.6% são de outros 10 sites, cada um com 3,3%. Por fim, notícias boas ou comuns incluem apenas 13,3% dos resultados, enquanto as negativas incluem 86,7%. Nos documentos anexados será possível ver a pesquisa completa/detalhada, com suas respectivas referências e gráficos. Os produtos idealizados pelo FALA surgem como uma alternativa unidimensional acerca da BF, em um momento em que a região está aprisionada em uma imagem distorcida, construída ao longo de décadas por narrativas simplistas e sensacionalistas de, por exemplo, criminalidade, racismo e feminicídio. Hoje, os mecanismos de busca e os veículos de comunicação tendem a retratar a região como um reduto de violência e precariedade, relegando sua riqueza cultural e potencial criativo ao segundo plano. Mas afinal, que contexto histórico é esse? Durante os séculos XVII e XIX, a economia da Baixada foi significativamente influenciada pela presença de africanos escravizados, que trabalhavam nas plantações de café. Na década de 1930, a construção das rodovias Presidente Dutra e Washington Luís provocou um rápido crescimento populacional, com muitos migrantes nordestinos estabelecendo-se. Este aumento populacional levou à divisão de distritos em municípios independentes sem infraestrutura adequada. Este fato tornou a região suscetível a inundações e doenças. Eventos como o Grande Saque de 1962, que resultou em mortes, feridos e destruição de estabelecimentos comerciais, refletem desigualdade e desespero social. Este evento também deu origem a milícias que, décadas depois, continuam a exercer controle paramilitar sobre vastas áreas da BF. Desde os anos 60, muitas áreas têm sido controladas por milícias, principalmente compostos por policiais militares associados a políticos locais. Esses grupos não apenas dominam a segurança e a governança, mas também investem em aspectos culturais, como sambas, pagodes e bailes funks. Contudo, essas iniciativas culturais, muitas vezes financiadas por atividades ilícitas, ainda carecem de patrocínios legais que reconheçam o potencial artístico da região. a marginalização contemporânea da BF é um reflexo de uma história de exploração, má gestão e infraestrutura inadequada. No entanto, a região também é marcada por uma rica herança cultural que pode, em parte, ser mostrada com este projeto. Esse território é muito mais do que suas tragédias potencializadas. É uma imensidão de identidades, que se entrelaçam histórias de resistência, diversidade étnica e cultural. A intenção é desconstruir essa narrativa unidimensional, oferecendo um contraponto autêntico e multifacetado em contrapartida da percepção dominante que foi construída. A população fluminense conhece pouco de sua própria história e com isso há pouca fomentação do sentimento de identidade e pertencimentos. São muitos aqueles que acreditam que só conseguem ter uma perspectiva de vida de maior qualidade saindo da BF, as causas envolvem melhores condições de trabalho, locomoção, reconhecimento profissional, qualidade de vida, saúde e educação. Pensando nisso, surgiu a idealização da Batalha de Conhecimento FALA Baixada, que abrange além das tragédias anunciadas, isto é, um conhecimento diversificado capaz de gerar um imenso sendo de pertencimento e identidade no público-alvo. Sendo assim, o projeto quer oferecer pesquisas, cursos online com certificados e palestras para que então os MC's, a partir desse conteúdo sobre seu território, possam realizar uma batalha do conhecimento nos temas específicos já determinados pelo projeto. Nesse contexto, os materiais do curso EaD vão viabilizar um conhecimento prático e teórico, promover a inclusão social e o desenvolvimento pessoal e crítico dos participantes. Os recursos financeiros são essenciais para cobrir os custos a distribuição gratuita e remuneração de licenciandos, professores, mestres e doutores da região. Os cursos EaD e pesquisas abordam temas como a riqueza sociocultural, o aquecimento global, a agroecologia urbana, a ciência política e a memória. Consequentemente, os resultados do projeto vão contribuir para o desenvolvimento social, ambiental, intelectual e cultural. A realização das pesquisas será fundamental para compreender as demandas, desafios e potencialidades da região contemporânea, subsidiando a elaboração de políticas públicas e o planejamento de ações voltadas para o desenvolvimento local. Essas pesquisas também contribuirão para o fortalecimento da identidade e da memória coletiva da comunidade e para o letramento político e racial. A necessidade de incentivo fiscal se justifica pelos custos envolvidos na coleta, análise e divulgação dos dados. Adicionalmente, o conteúdo dos cursos será elaborado a partir dos resultados da coleta de dados da pesquisa. A publicação e distribuição do periódico físico, por sua vez, será eficaz para ampliar o alcance do conteúdo produzido pela pesquisa e promover o acesso à informação de qualidade de forma tangível. Ao disponibilizar os resultados em uma linguagem jornalística acessível em formato impresso e online, o periódico atende às necessidades de diferentes públicos, incluindo aqueles com acesso limitado à internet ou preferência por mídias tradicionais. É importante citar que todos os produtos serão disponibilizados a todos interessados, e não somente aos MC's que vão participar da batalha. Como um todo, o projeto quer divulgar a riqueza cultural, natural e social da BF, combatendo estereótipos negativos e promovendo o reconhecimento da região. Sendo assim, os produtos da proposta estão em total consonância com os objetivos e finalidades estabelecidos nos Arts.1o e 3o da Lei 8.313 (Lei Rouanet), uma vez que visam promover o acesso democrático à história e cultura e uma representação mais autêntica e inclusiva do território. Assim será possível ampliar as vozes daqueles que foram historicamente marginalizados, preservar o patrimônio, incentivar a produção cultural e artística em todas as suas formas e expressões, promover a educação, a formação crítica e intelectual e o desenvolvimento humano.
Proposta vinculada ao PRONAC 243676 - Prêmios e Mostras FALA Baixada, processo: 01400012941202421, publicado na PORTARIA SEFIC/MINC Nº 355, DE 23 DE MAIO DE 2024. Neste projeto cujo captação de recursos encontra-se em andamento, o FALA Baixada vai premiar os artistas do audiovisual e da fotografia do território, a fim de unir os materiais selecionados em uma mostra. O tema das mostras que exibirão as fotografias e curtas-metragens premiados são idênticos aos desta proposta (Sociobiodiversidade; Manifestações Culturais [...]. Sendo assim, ambos projetos terão o mesmo padrão de etapas de produção, no sentido que estarão alinhados ao mesmo tema. Neste PRONAC, haverá uma exibição com 2 curtas-metragens e 8 fotografias, além de publicações (redações) online acerca dos temas, o que significa mais uma fonte de informação e conhecimento para que os MCs tenham conteúdo para as batalhas de rima. As mostras em questão do citado projeto cultural ocorrerão sempre no segundo sábado de cada dois meses, por isso, definiu-se que o festival ocorrerá no terceiro sábado de cada dois meses. O trabalho será administrado sobretudo home office, com ferramentas de plataformas como, por exemplo, o Trello.
SITE – Arquitetura robusta e escalável para suportar alto volume de tráfego; tecnologia de ponta para otimizar a experiência; plugins de acessibilidades incluindo tradução para Libras, audiodescrição e personalização de cores, saturação e tamanho de fonte. Firewalls e VPN para proteção dos leitores; SSL/TLS para transmissão confiável de dados nos cadastros e inscrições. Disponibilidade 24h/7d. Acesso ao curso e suas respectivas inscrições, incluindo um fórum de alunos e emissão de certificados. No cabeçario os elementos da identidade visual, com destaque ao mapa da Baixada Fluminense de cabeça para baixo, fazendo uma analogia à América Invertida. PESQUISAS – Metodologia e formulário flexíveis, definidos pelos pesquisadores; coleta de dados online e presencial; os resultados servirão como base para elaboração do conteúdo do curso e do periódico. PERIÓDICO: Livreto com Grampo: 16cmX23X; retrato; capa duo design 250g revestida com laminação fosca; 52 páginas coloridas; 300 exemplares; papel couchê fosco 115g. CURSOS Metodologia: O curso será ministrado através de videoaulas pré-gravadas e conteúdo escrito complementar; as videoaulas terão duração completa de 1 hora em cada módulo/aula e contarão com os professores pesquisadores responsáveis pela pesquisa que fornecerá alguns dados para o curso; o conteúdo escrito incluirá leituras, artigos, reportagens e outros materiais que aprofundarão os temas abordados nas videoaulas; os alunos terão acesso a um fórum de discussão online para interagir com os outros inscritos. Sugestões de atividades para os alunos: Os inscritos poderão enviar uma redação entre 300 e 900 palavras para a equipe do projeto, que posteriormente será revisada e poderá ser publicada no site, com os devidos créditos. Recursos didáticos: Videoaulas; conteúdo escrito (leituras, artigos, reportagens, citações); fórum de discussão online; material complementar (links para websites, documentos como teses, livros em pdf e vídeos). Observações: O conteúdo escrito será elaborado com os textos bases da respectiva pesquisa e com teorias e introduções sobre as questões do curso. Público-alvo: MC's inscritos nas batalhas dos festivais, público do festival, alunos de graduação e pós-graduação em áreas como História, Antropologia, Geografia, Sociologia, Turismo etc; público em geral interessado na cultura e história da Baixada Fluminense; alunos da rede pública de ensino; artistas e coletivos da região. VIDEOAULASVideoaulas (para cada AULA): 2 de 20 minutos e 4 de 5 minutos, totalizando 1h de videoaula por aula e 4 horas de videoaula por curso.Total curtas-metragens videoaulas: 24hTodos com audiodescrição e tradução para libras.REVISTA – Tiragem em cada ciclo: 1.500, totalizando 9 mil no final do projeto. Formato: A4. Número de páginas: 52. Com orelha na capa. Distribuição em escolas, eventos, pontos de cultura, museus, bibliotecas, universidades, etc. FESTIVAIS 8 horas de duração, 6 edições, batalha de rima do conhecimento com 32 MCs que formarão 16 duplas. Premiação para a dupla desclassificada na semifinal, para o segundo e o primeiro lugar.
Site: plugin de tradução de libras, audiodescrição, descrição detalhada de imagens e barra de menus para deficientes visuais. Curso EaD: plataforma com os mesmos recursos de acessibilidade do site, uma vez que estarão vinculados; videoaulas com audiodescrição e tradução para Libras (neste caso, uma pessoa traduzindo no canto do vídeo, e não uma animação como no plugin do site); aulas com os professores se autodescrevendo. Video-aulas dos cursos: audiodescrição e mediadores e entrevistados se autodescrevendo; tradução simultânea de Libras. Palestras: tradução simultânea de Libras. Locais dos festivais: espaço reservado para cadeirante; rampas de acesso; banheiros químicos para PcD.
Pesquisa: qualquer pessoa que reside ou já residiu na Baixada poderá responder ao formulário; os resultados serão divulgados no site em diferentes matérias, nos periódicos físicos e em suas respectivas versões em PDF; a distribuição física, por sua vez, se dará em escolas, pontos de cultura, bibliotecas, museus, pontos de turismo, eventos, etc. Site/curso: acesso ilimitado e inscrição gratuita com certificado. Periódicos físicos: distribuição gratuita e disponibilização online; Festival: entrada gratuita
Proponente, direção geral e coordenação pedagógica do Curso EaD – Vitória Fernandes São João de Meriti (RJ), licenciatura em Letras - Língua Portuguesa e Literatura, experiência em coordenar projetos educacionais e jornalísticos na Universidade Veiga de Almeida (UVA), tutoria em Português e redação para concursos. Há 1 ano e 9 meses atuando como redatora para sites de diferentes nichos com especialização em Copywriter. Atuando como professora de Português/literatura no ensino fundamental e em cursos preparatórios. Em suas funções, inclui-se: coordenação geral do curso, planejamento pedagógico, acompanhamento e avaliação do processo educacional; acompanhamento da execução de todos os produtos oferecidos; tomada de decisões estratégicas. Procuradora, idealizadora, produtora executiva, conteudista curso EaD, produtora festival – Beatriz Sabino Produtora e ativista cultural, gestora de projetos integrante dos coletivos Fábrica de Apoio à Linguagem Artística (FALA), Cineclube FacFem e Independência BXD; redatora e revisora desde 2022; percussionista ex-aluna da Orquestra Voadora, ex-integrante e produtora do extinto projeto Barracão, aluna das oficinas Toques para Odudua e ABC Toca. Cursando licenciatura - Geografia e bacharelado - Antropologia. Em suas funções inclui-se: planejamento, execução e acompanhamento das atividades; acompanhamento do orçamento; gestão da equipe; definição das diretrizes do projeto; tomada de decisões estratégicas; aprovação de conteúdo; controle das despesas; escrita da revista e do conteúdo teórico dos cursos. Designer instrucional curso EaD – Janine Castello Curso de Administração (Firjan SENAI) concluído em 2014; integrante do FALA há mais de 10 anos, atuando como produtora cultural; licenciada em Artes Plásticas pela UFRJ/EBA desde 2019; experiência na área de educação em: Colégio Carlos Gomes; Centro Educacional Kort Kamp - CEKOKA; Colégio Curso ZeroHum; Gov. Estado. SEEDUC (Ciep 358 - Eugênia Moreyra; Ciep 117 - Vereador Vilson Campos de Macedo; Colégio Estadual Embaixador Raul Fernandes). Elaborar e organizar o conteúdo pedagógico, estruturando os materiais didáticos e garantindo a eficácia da metodologia de ensino; monitorar o desempenho dos alunos e a eficácia do curso através da análise de dados, fornecendo feedbacks para melhorias contínuas; apoio e suporte aos alunos inscritos. Produtor executivo do festival – João Pedro Tomé Duque de Caxias, formado em Letras/Literatura (UNIRIO), MC há mais de 10 anos. Em suas funções, atribui-se a revisão do periódico, a pré-produção do festival, e na parte de execução, a função de jurado da batalha de conhecimento. Assistente de produção – Alexandra Mércia Produtora cultural há mais de 10 anos, mestre de Cerimônia, poetisa, ativista cultural, comunicadora, social media e articuladora do hip hop. Integrante do FALA (2013), Movimenta Caxias, Baile de Bandida (2021), Independência BXD e Instituição Nós em Movimento. Idealizadora de projetos como o Artistando na Pracinha, Artivismo BXD e o 1º circuito de roda culturais da Baixada Fluminense. Atuar na pré-produção e execução do festival FALA Baixada, ser mestre de cerimônia do evento e comunicadora; trabalhar conforme as solicitações da direção executiva do festival. Identidade Visual – Tatiane Pereira Nova Iguaçu (RJ), formada em Comunicação Visual/Design Gráfico com MBA Executivo em Gerenciamento de Projetos (trancado), com mais de 10 anos de experiência em designer, incluindo projetos como Terreiro de Ideias Produtora Cultural, Festival Virtu UAU, Festival Alto Estrelado na Nação de Maracatu Estrela Brilhante do Recife e outros. Desenvolver um logotipo original; garantir que o logotipo seja adequado para diferentes públicos e mídias; criar um manual de identidade visual que define as normas de uso do logotipo, cores, tipografia, imagens e outros elementos visuais do projeto; garantir que o manual de identidade visual seja claro, conciso e fácil de usar; aplicar a identidade visual em todos os materiais de comunicação do projeto, como site, redes sociais, revistas, relatórios, formulários, contratos etc. Administração adminitrativo-financeiro – Juliana Fernandes Nascida e criada na Baixada Fluminense, em Belford Roxo, morando em GO a cerca de 5 anos, empreendedora no ramo de confeitaria há 13 anos, com experiência em organização e acompanhamento financeiro. Captação e edição de imagens – Sassá Profissional de audiovisual com mais de 7 anos de experiência em direção de fotografia, arte e edição. Atua também como produtora de eventos culturais autônomos e periféricos, abordando temáticas étnico-raciais, anti-sexistas, mídia livre e cinema. Além disso, produz e gerencia conteúdo para redes sociais pessoais e/ou corporativas, com foco na comunicação visual como ferramenta política. Responsável por supervisionar e coordenar todas as atividades do projeto, garantindo que todas as equipes e departamentos estejam alinhados com os objetivos gerais e cumpram os prazos estabelecidos. Professor, pesquisador e analista de dados Como pesquisador, será encarregado de conduzir a pesquisa necessária para o projeto, coletando dados, realizando análises e interpretando os resultados. Como professor, será encarregado de desenvolver o conteúdo educacional do projeto, preparar e ministrar as videoaulas. Cinegrafista e editor Encarregado de capturar imagens em vídeo do projeto e posteriormente editar esse material para criar conteúdo audiovisual de alta qualidade. Secretárias Apoio administrativo e organizacional, incluindo agendamento de reuniões, organização de documentos e apoio logístico. Advogado Garantir que todas as atividades estejam em conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis, além de fornecer aconselhamento sobre questões legais relacionadas ao projeto. Assistentes Coleta de dados presenciais.
PROJETO ARQUIVADO.