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PRONAC 245051Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Circuito Cultural Caixa de Pandora: Amazonidades e Crise

BARBARA RIBEIRO PASTANA
Solicitado
R$ 799,9 mil
Aprovado
R$ 799,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-01-15
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O Circuito "Caixa Cultural de Pandora: Amazonidades em Crise" é um projeto de circulaçao artístico inovador que visa trazer através das artes e da cultura tradicional e vanguardista um ambiente privilegiado para reflexoes ambiental e climática através da celebração artística para a cidade de Belém durante o evento da COP 30, a ocorrer em novembro 2025 na capital paraense. O projeto consiste em 36 caixas em armação cúbica, feitas em perfil metálico, com dimensões entre 2,5m², 3m² e 4m² com base móvel e laterais de tecido de projeção, posicionadas em seis locais da cidade. As Caixas serão palcos para uma variedade de atrações, incluindo música, artes plásticas, mapping de projeções, performances e debates. Ao descentralizar as atividades culturais para áreas contro-periféricas da cidade, o projeto visa envolver comunidades que estão distantes do centro das discussões da COP 30 e do centro urbano.

Sinopse

Produto Principal: Estabelecer 6 Zonas Culturais em Belém nos bairros: Jurunas, Guamá, São Brás, Pedreira, Nazaré, Campina que funcionão como um circuito cultural para receber atraçoes em diversas linguagens através das instalações das Caixas de Pandora em área privativa-gratuita do evento aberta ao público, além de feiras de economia criativa e praça de alimentaçao com produtores locais para fomentar a economia dos bairros; Produto Secundário: Selecionar em torno de 72 artistas em Editais Específicos para o Fomento Cultural das atrações nas modalidades Vj Projection Mapping, Arte Multimídia, Arte Performance Livre, Cultura Tradicional, Audiovisual-Animaçao, Música, Artes Visuais, com critérios diferenciados de pontuação para artistas locais da cidade de Belém e região Norte; os artistas circularão cada dia por uma zona cultural durante os 12 dias de evento. Produto Secundário: Promover Circuito Cultural através com público total estimado em 72 mil pessoas durantes os 6 dias de evento, nas 6 áreas de atuaçao do projeto. Produto Secundário: Abrir seleção por meio de Editais de Credenciamento Gratuito e Curadoria em torno de 360 vagas para Feira da Economia Criativa para artesaos, erveiras, e produtos da cultura popular com perfil para o evento, prestigiando sempre que possível participantes do bairro ou adjacencia do locus do evento nas 6 áreas de intervençao cultural do circuito cultural na cidade; Produto Secundário: Criação e apresentação pelos Vj selecionados de 12 Projection Mapping de base temática criados especialmente para o evento; Produto Secundário: Criaçao de um Site-Galeria de vendas para comercializar as obras e peças de arte e da economia criativa exibidas durante o evento; Produto Secundário: Promover 12 Mesas Rotativas de Debates em Artevismo e Ativismo Climático tratando sobre Arte, Povo e Cultura em contexto de Mudanças Climátivas e Crise Ambiental na Amazonia. Produto Secundário: Promover 12 Rodas de Conversa Autogestionadas Temáticas e Rotativas para interaçao entre comunidades e artistas com apresentaçao de obras culturais pelo circuito durante os 12 dias de evento. Produto Secundário: Oficinas de projection mapping para estudantes do curso de artes visuais e cinema para as IES de Belém, dentre as quais UFPA, UEPA, IFPA, e interessados, com 12 turmas com média de público de 50 pessoas por turma. Produto Secundário: Apresentaçao dos projetos criados nas Oficinas de projection mapping em 24 escolas da Rede Pública de Ensino e nas 4 instituiçoes de ensino superior sediadas em Belém (UFPA, UEPA, UFRA e IFPA).

Objetivos

Objetivo Geral: Projeto destinado à Chamada Instituto Cultural Vale para Realizar evento de circulação artística na cidade de Belém em seis zonas centro-periféricas, de seis bairros, para celebrar as manifestações culturais amazônicas no contexto da COP30 a ocorrer na capital paraense em novembro de 2025, de modo a levar artistas nas modalidades Vj Video Mapping, Arte Multimídia, Arte Performance Livre, Cultura Tradicional, Audiovisual-Animaçao, Música Regional e Artes Visuais, e, paralelamente, promover com as comunidades mesas de debates e rodas de conversas com ativistas e artevistas da agenda climática e cultural, além de garantir a participação de fazedores culturais nas feiras de economia criativa em cada zona cultural do evento, para dinamizar emprego e renda nas áreas de incidência do projeto. Objetivos Específicos: 01. Estabelecer 6 zonas culturais em Belém nos bairros: Jurunas, Guamá, São Brás, Pedreira, Nazaré, Campina, que receberão as instalações das Caixas de Pandora e área privativa do evento para público, atrações e feiras de economia criativa;02. Selecionar (no mínimo) em torno de 72 artistas em editais específicos para o fomento cultural das atrações nas modalidades Vj Video Mapping, Arte Multimídia, Arte Performance Livre, Cultura Tradicional, Audiovisual-Animaçao, Música, Artes Visuais, com critérios diferenciados de pontuação para artistas locais da cidade de Belém e região Norte;03. Promover Circuito Cultural através com público total estimado em 72 mil pessoas durantes os 6 dias de evento, nas 6 áreas de atuação do projeto.04. Abrir seleção por meio de editais de credenciamento gratuito e curadoria em torno de 360 vagas para feira da economia criativa para artesãos, erveiras, e produtos da cultura popular, prestigiando sempre que possível participantes do bairro ou adjacência do lócus do evento nas 6 áreas de intervenção cultural do circuito cultural na cidade;05. Edital de credenciamento com 180 vagas na Praça de alimentação para vendedores de alimentos e culinaristas locais. 06. Criação e apresentação pelos Vj selecionados de 12 video mapping de base temática criados especialmente para o evento;07. Criação de um site-galeria de vendas para comercializar as obras e peças de arte da economia criativa exibidas durante o evento;08. Promover 12 Mesas Rotativas de Debates em Artevismo tratando sobre Arte, Povo e Cultura em contexto de Mudanças Climáticas e Crise Ambiental na Amazonia.09. Promover 12 Rodas de Conversa Autogestionadas e Temáticas Rotativas para interação entre comunidades e artistas com apresentação de obras culturais pelo circuito durante os 12 dias de evento.10. Oficinas de video mapping para estudantes do curso de artes visuais e cinema para as IES de Belém, dentre as quais UFPA, UEPA, IFPA, e interessados, com 12 turmas com média de público de 50 pessoas por turma.11. Apresentação dos projetos criados nas Oficinas de video mapping em 24 escolas da Rede Pública de Ensino e nas 4 instituições de ensino superior sediadas em Belém (UFPA, UEPA, UFRA e IFPA).

Justificativa

Estando a presente proposta enquadrada na Lei 8.313/91 pelo Art.ª 1, nos incisos I, II, III, IV, V, VII, e pelo Art. 3ª nos incisos I, alíneas b, d alíneas II, alíneas c, e; inciso IV, alínea a. Pela Lei 8313/91 enquadra-se no Art.ª 18, Parágrafo 3ª, alínea c, d. A proposta visa contribuir para empoderar a circulaçao artística nas modalidades Video Mapping, Arte Multimídia, Arte Performance Livre, Cultura Tradicional, Audiovisual-Animaçao, Música Regional e Artes Visuais em seis áreas centro-periféricas de Belém, mostrando possibilidades de empoderamento econômico às comunidades impulsionado pela Lei de Incentivo à Cultura, visto que há baixo interesse em fomento nesse tipo de empreendedorismo e se campo de oportunidades. Projeto destinado à Chamada Instituto Cultural Vale. O Projeto de Circulação "Circuito Cultural Caixa de Pandora: Amazonidades em Crise" visa promover um espaço pivilegiado para artes e artistas no contexto da democratizaçao das discussoes da COP30 para toda cidade de Belém, levando através das artes, do artevismo cultural e de instalações futuristas (animadas por video mapping e muitas atividades culturais) o teor das discussões da COP e suas repercussões para a sociedade no que tange às mudanças climáticas e seus impactos nas cidades amazônicas, nas periferias urbanas e na cultura mediado pelo olhar da arte do Norte do Brasil. O projeto também visa abrir palcos temáticos futuristas (Caixas de Pandora) para uma geração de artistas amazônicos da cidade de Belém e do Norte, que tem se debruçado sobre o tema das mudanças climáticas, povo e culturas amazônicas em contexto de crise ambiental, conforme suas aparições em arte muralismo, cenas musicais, performances, video mapping e artes visuais em geral. Oportunizar às novas gerações de artistas/artevistas uma participação contextual no evento da COP30 em territórios estratégicos de vanguarda cultural espalhados pela cidade de Belém, sede do evento, visa garantir um espaço de evidência para a produção artística nos circuitos locais centro-periféricos a partir do ecossistema de negócios desencadeado pela COP30, através da circulação desses artistas por toda a cidade durante 6 dias de evento, sobretudo por possibilitar ainda o acesso às obras apresentadas ao público amplo para aquisição comercial em site-galeria específico criado para o evento Circuito Cultural Caixa de Pandora. Além da circulação, o projeto busca também fortalecer a cadeia comercial das artes, da economia criativa e do turismo na cidade de Belém de forma secundária, oportunizando credenciamento de trabalhadores locais vendedores de alimentos e da economia criativa, que serão oportunamente organizados nos espaços do circuito, gerando renda e capilaridade econômica local, para promover estes segmentos no que tange a ensejar um ambiente qualificado para lançar novos e consagrados artistas amazônicos e possibilitar trocas especiais entre artistas, lideranças ativistas climáticos e as comunidades, por meio de contrapartidas sociais, a ser realizadas durante esses dias de intensa atividade cultural.

Estratégia de execução

Projeto destinado à CHAMADA INSTITUTO CULTURAL VALE 2024, Seleção pública de Projetos Culturais.

Especificação técnica

O Circuito Caixa de Pandora: Amazonidades em Crise foi idealizado no contexto do grande evento da COP30, a ocorrer em Belém em novembro de 2025, cuja estimativa de público turístico esteja na ordem de 40 mil visitantes na cidade de Belém, conforme dados da Fundaçao Getúlio Vargas (FGV)*. O Circuito propiciará um ambiente de circulaçao de artistas de Belém e da Regiao Norte, valorizando consagradas e novas geraçoes de artistas, de diversos segmentos culturais, no sentido de impulsionar através do circuito centro-periférico da cidade uma gama de oportunidade no campo da economia criativa, e por outro lado, possibilitar um transbordamento das discussoes em torna da COP30 para outros circuitos da cidade que o evento da COP nao conteplará, a exemplo das periferias e baixadas de Belém, que sofrem e sofrerão enorme impacto com o processo de mudanças climáticas devido suas características morfogeológicas e os índices pluviométricos em contexto amazonico. Deste modo, o Circuito Caixa de Pandora é uma oportunidade para carreiras artísticas-artevistas que atualmente se debruçam sobre as agendas climáticas, povo e cultura amazonica, além de pensadores e ativistas climáticos que estarão no circuito possibilitando democratização de debates acerca dos grandes desafios da agenda climática para a Amazonia, o Brasil e o Mundo. Espera-se com o Circuito Caixa de Pandora Amazonidades em Crise abrir um circuito cultural gratuito para cerca de 72 mil pessoas durante os 6 dias de evento; a circulaçao se dará em cerca de 6 áreas culturais a serem alocadas nos bairros Centro-Periféricos mais representativos da Capital (a sabe: Jurunas, Guamá, São Brás, Pedreira, Nazaré, Campina, bairros que estao na vanguarda da produçao cultural de Belém) e que por dia receberão em torno de 12 atraçoes diferentes nos campos artístico de Vj Projection Mapping, Arte Multimídia, Arte Performance Livre, Cultura Tradicional, Audiovisual-Animaçao, Música e Artes Visuais, cujos artistas serao selecionados por curadoria especializada e experiente nos campos mencionados. Cada grupo de 12 atraçoes circularao durante 6 dias pelas 6 zonas culturais em um bairro diferente da cidade possibilitando a rotatividade de atraçoes. *https://www.gov.br/planalto/pt-br/agenda-internacional/missoes-internacionais/cop28/cop-30-no-brasil#:~:text=O%20estado%20do%20Par%C3%A1%20se,os%20principais%20dias%20da%20Confer%C3%AAncia.

Acessibilidade

Produto Principal: Evento de circulaçao artística-cultural em 6 espaços centro periféricos da cidade de Belém durante 6 dias (Circuito Cultural Caixa de Pandor: Amazonidades em Crise). Medida de Acessibilidade: Em atençao à Lei nº 13.146/2015, e às medidas de acessibilidades indicadas na Instruçao Normativa nª 11/2024, será disponibilizada área especial para PcDs dentro da área exclusiva do evento, corredores largos e amplos para acesso de cadeirantes, espaço para comportar cães-guia; inserçao de rampas de acesso em todo circuito; placas de sinalizaçao especial; vagas de estacionamento para pessoas com deficiencia; banheiros adaptados para PcD; disponibilizaçao de pessoal de apoio para PcD, adaptaçoes de palco e acesso para artistas PcD; Intéprete de libras no palco de atraçoes, rodas de conversa e debates; Produto Secundário: Edital para seleçao da Feira da Economia Criativa. Medida de Acessibildade: Apoio no processo de inscriçao de candidato PcD; Destinar 10% das vagas para PcD; garantir espaços adequados e apoio técnico de acordo com a CID do selecionado; Produto Secundário: Edital de credenciamento de vendedores de alimentos para a praça de alimentaçao. Medida de Acessibilidade: Apoio no processo de inscriçao de candidato PcD; Destinar 10% das vagas para PcD; garantir espaços adequados e apoio técnico de acordo com a CID do selecionado; Produto Secundário: Edital de seleçao para atraçoes culturais. Medida de Acessibilidade: Nao se aplica. Produto Secundário: Mesas de Debates. Medida de Acessibilidade: Diálogos com Acompanhamento de intérprete tradutor de Libras. Produto Secundário: Rodas de Conversa. Medida de Acessibilidade: Diálogos com Acompanhamento de intérprete tradutor de Libras. Produto Secundário: Criaçao de um site-galeria. Medida de Acessibilidade: Inserçao de principios de acessibiidade na WEB.

Democratização do acesso

Produto Principal: Evento de circulaçao artística-cultural em 6 espaços centro periféricos da cidade de Belém durante 6 dias (Circuito Caixa de Pandora: Amazonidades em Crise). Medida de Democratizaçao: Destinaçao de até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores;destinaçao de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita em escolas de ensino médio; destinaçao de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto em espaços culturais nas respectivas localidades de ocorrencia das instalaçoes do Circuito Caixa de Pandora; Produto Secundário: Edital para seleçao da Feira da Economia Criativa. Medida de Democratizaça: Nao se aplica; Produto Secundário: Edital de seleçao para vendedores de alimento para praça de alimentaçao. Medida de Democratizaça: Nao se aplica; Produto Secundário: Edital de seleçao para atraçoes culturais. Medida de Democratizaçao: Nao se aplica; Produto Secundário: Rodas de Conversa. Medida de Democrarizaçao: Conforme indicado no produto principal; Produto Secundário: Mesas de Debates. Medida de Democrarizaçao: Conforme indicado no produto principal; Produto Secundário: Criaçao de um site-galeria. Medida de Acessibilidade: Inserçao no site de principios de acessibiidade na WEB.

Ficha técnica

BÁRBARA SAVANNAHFunção: Artista e coordenação geral.Mini bio: artista, pintora da Ilha do Marajó, moradora de Belém e desde 2018. Artista convidada no projeto Ling Apresenta, no Instituto Ling, Porto Alegre-RS (2024), Exposição IMPERMANÊNCIA, Galeria AZIMUTE - PA (2024), TUDO VEM DAQUI (2024) selecionado no 5• edição ALVA América Latina VideoArte - RJ (2024) Artista convidada na Feira do Livro PAN-AMAZÔNICA, Vozes do Marajó (2023), exposições coletivas, como Mãe do corpo (2019) do coletivo Vênus, vencedor do prémio Branco de Melo na galeria Benedito Nunes (Fundação Cultural do Pará), e Mulher ser Mulher (2020), na Fundação Cultural de Ilhabela - FUNDACI – SP, além de realizar a exposição individual Universo entre folhas (2021) na galeria Izabel Aquino- GuetoHub. Destacando-se no muralismo, sua arte saudosista ecoa nas paredes das cidades, trazendo a temática amazônica e ribeirinha para o cenário urbano. Participou ativamente de projetos como IGARAPÉ DA PAZ (2022) e SEMANA DE ARTE E MURALISMO (2022) na Sede Fundação Cultural do Pará. Aluna do curso de Arte-Educação no CEFART –Fundação Clóvis Salgado, Minas Gerais.Vania Leal;Função: Curadoria/Coordenadora Artes VisuaisMini bio: Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura. Docente da Secretaria de Educação. Foi Coordenadora e Curadora Educacional do Projeto Arte Pará . Atua na área de curadoria e pesquisa em Artes, tendo participado de júris de seleção e premiação e organizações de salões como o 9º Salão de Arte Contemporânea SESC Amapá, Curadoria da individual de Flavya Mutran, Odair Mindelo e Elciclei Araújo no Edital do Banco da Amazônia e do mapeamento da região norte no Projeto Rumos Itaú Cultural de Artes Visuais, Edição de 2011. Consultora Curatorial do Projeto Arte Contemporânea - SEBRAE - em Rio Branco no Acre. Curadora Educacional da Exposição Fermata de OSGÊMEOS no Museu Vale em Vitória – ES em 2012. Curadora da mostra Itinerante Circuito das Artes Triangulações em Belém, no ano de 2014. Avaliadora de seleção Rumos Itaú Cultural edição 2015 e 2016. Avaliadora Rumos Itaú Cultural 2017/2017. Curadora Prêmio Pipa 2017. Curadora da Exposição Mastarel: Rotas Imaginais da artista Elaine Arruda no Banco da Amazônia em 2019. Curadora Exposição Tecidos de Certeza da artista Elisa Arruda na Galeria Elf em 2019. Comissão de Seleção do 24º Salão Anapolino de Arte – em 2019. Comissão de seleção do Edital Rumos Itaú Cultural 2019/2020. Curadora da Exposição "Em Casa" da artista Elisa Arruda no Banco da Amazônia no ano de 2021. Organizadora da Coleção Guajará para o Museu de Artes Plásticas de Anápolis GO no ano de 2021. Curadora da Exposição da Coleção Eduardo Vasconcelos nas Galerias Theodoro Braga e Benedicto Nunes no Centur em Belém PA no ano de 2021. Júri consultivo do Programa de Residência e Pesquisa do Instituto Incrusartiz RJ 2022. Júri do Programa de Exposiçao do Centro Cultural SP em 2022. Curadora da Exposição Desnudo da Coleção Eduardo Vasconcelos na Galeria Benedicto Nunes no Centur em Belém PA em 2022. Curadora da Bienal das Amazônias 2022/2023. Vive e trabalha em Belém. Curadora do Projeto LING Apresenta 2024 no RS. Diretora de Projetos Especiais do Centro Cultural Bienal das Amazônias CCBA Belém PÁ.Kauê LimaFunção: Curadoria em Video MappingMini bio: VJ Kauê Lima, a favor da luz em movimento, graduado em Sistemas de Informação pelo Centro Universitário do Pará (CESUPA), estudou e trabalhou com Videomapping/VJing em São Paulo (SP). Mora em Belém (PA), ministrando oficinas e realizando projeções em eventos sociais, corporativos e culturais. Apresentou as obras "Todo Corpo" no Abstrata Festival Internacional de Videomapping em Fortaleza, "Tecno Kunhã" no Brasília Mapping Festival, "Ecos do Tempo" no Festival Salvador Mapping e "Retomada Kaete" no II Circuito Cultural Mapping no Caeté, produziu inúmeros cenários virtuais para shows musicais, espetáculos de dança e teatro. Participa da exposição permanente "AMAZÔNIA & ARTE EMERGENTES" no Museu.XYZ com as obras digitais "Ecos da Pororoca" e ficou em 3º Lugar na Categoria 1FRAME com a obra "Água Gravitacional" no Guará Mapping Festival em Guaratuba (PR). Em Belém realizou videomapping em fachadas arquitetônicas como da Igreja da Sé, Igreja Santo Alexandre, Basílica Nossa Senhora de Nazaré, Igreja dos Capuchinhos, Igreja da Trindade, entre outras fachadas históricas pela cidade, como Theatro da Paz, Casa das Artes, Museu do Estado do Pará, Fundação Curro Velho, Solar da Beira e na antiga Alfândega.Nome: LORENA FURTADOFunção: Curadoria Economia CriativaMini Bio: Jornalista, produtora cultural e curadora de artefatos manuais e artesãos desde 2015, venho fomentando e desenvolvendo o artesanato local por meio de eventos, oficinas, mercado itinerante e loja colaborativa. Na esfera da economia criativa, atuei em diversas áreas artísticas e culturais. Em 2018, integrei a equipe do cantor ecompositor Arthur Espíndola, junto à Produtora 2 Nós, participando de eventos como Roda dos Compositores, Sexta Sesi do Samba e Amazônia Samba. Além disso, sou co-fundadora e produtora do projeto Beirando, uma rede criativa e colaborativa na Amazônia.Stúdio Bohho;Função: Desing de Palco/Curadores Economia CriativaMini bio: O Estúdio BOHHO, estúdio criativo de Arquitetura, Design e Patrimônio, opera no potencial criativo da nossa cultura nortista para superar desafios historicamente impostos à nossa região. Unimos nossas mentes criativas às mãos habilidosas de artesoes locais, carpinteiros, especialista no trabalho com madeira e na produção de embarcações.Nome: Jade JaresFunção: Coordenadora de intervenção urbanaEmpresa: Galeria Azimute / Lab da CidadeMiniMini Bio: Arquiteta e urbanista social, pós graduada em Arquitetura e Iluminação pelo IPOG, em Museologia, Colecionismo e Curadoria pela Belas Artes, e pós graduanda em Culturas Urbanas, Mídias e Memória pela PUC Minas. Iniciou na área de expografia e curadoria em 2016, através da parceria com o artista -e também seu sócio- Almir Trindade na sua primeira exposição individual chamada Azimute no Centro Cultural do Carmo, o resultado deste trabalho abriu portas para o início da Galeria Azimute, onde desde 2017 é responsável pelo espaço. Coordena também projetos culturais dentro da organização não governamental Laboratório da Cidade, como o MIA - Museu Itinerante da Amazônia. Com suas frentes de trabalho, atua mesclando suas experiências em curadoria de arte urbana paraense e urbanismo participativo, buscando aplicar a intervenção urbana como instrumento de transformação do espaço público.Nome: Natalie Santana;Mini Bi: produtora paraense com base em São Paulo. Atua nas áreas de Produção Audiovisual, Cultural e Marketing Digital desde 2015, através de voluntariados e profissionalmente no Pará, São Paulo e Rio de Janeiro. Soma experiências em produção de conteúdo, videoclipe, publicidade, eventos, teatro, artes visuais e internet, trabalhando para com marcas como: PicPay, Dove, Samsung, Shein, Burguer King, Festival Primavera Sound, Zé Delivery, Sam’s Club, Budweiser, Nutren, Cartago, Clear Men, entre outras. Prestativa, colaborativa, estrategista e criativa, tem como objetivo profissional, expandir a área de atuação para diversas regiões do Brasil, e futuramente para outros lugares do mundo por meio de oportunidades para desenvolver a capacidade de produzir, gerenciar e divulgar artistas e projetos.Nome: ARCOS: Produção e Montagem de ExposiçõesFunção: em anexo

Providência

PROJETO ARQUIVADO.