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O Bagé`n Roll - Festival de Rock do Pampa é evento cultural que visa fomentar a música gaúcha, em especial o rock, potencializando o turismo e a cena cultural da fronteira, auxiliando na reconstrução do meio artístico musical, duramente atingido pela tragédia climática de maio de 2024. Além de promover em nível regional os músicos e artistas gaúchos, trazendo para a região do pampa um grande atrativo para todos os públicos, onde a histórica cidade de Bagé será o palco.
Não se aplica
O Pampa gaúcho é um bioma encantador, lugar de luz única, onde os campos e coxilhas desta fronteira entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai semeiam além da natureza exuberante, arte e cultura. Recentemente nosso Estado e seu povo foram submetidos à brutal força e a ação do tempo, e vivemos para testemunhar a maior tragédia climática de toda a sua história, com enchentes e inundações devastadoras. O Bagé`n Roll - Festival do Rock do Pampa é um projeto cultural que vem ao encontro deste momento de reconstrução, um recomeço que esse bravo povo guerreiro está enfrentando. O palco para esta iniciativa será a icônica cidade de Bagé, berço histórico de grandes artistas, nas mais diferentes áreas. O objetivo geral desta proposta visa criar uma grande atração cultural para a população, auxiliando a retomada de um dos meios mais atingidos pela tragédia, onde toda a cadeia artística foi duramente afetada, músicos, técnicos de som, produtores, equipe de apoio e transporte, entre tantos que trabalham por detrás destas produções. O projeto visa também a produção de material audiovisual, bem como a gravação ao vivo de músicas, ferramentas importantes para divulgação da arte, incentivando assim a produção autoral. Com isso é possível tornar a região referência em mais um evento com grande atrativo turístico regional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A ideia é realizar em três dias de evento um festival de Rock, especialmente voltado às bandas gaúchas, duramente afetadas pela força das águas, sendo ele dividido em categoria competitiva local, categoria competitiva estadual, e ainda composto de atrações musicais gaúchas já reconhecidas pelo público em shows fora da competição. A proposta prevê um final de semana inteiro de shows, com a seleção de cinco bandas locais, que participarão de audição competitiva local, cinco bandas estaduais para a audição competitiva estadual, e atrações de grande porte que agigantarão o festival. A realização está prevista para ocorrer no mês de novembro, em um local fechado, com ampla capacidade de público, em área central da cidade. Dentre os objetivos a serem alcançados destaca-se a interação das cenas culturais, onde a população e os artistas da região poderão interagir com outros artistas já consagrados, incentivando desta forma a criação artística, além de proporcionar lazer e cultura a todos. COMO CONTRAPARTIDA SOCIAL: Promover palestras e apresentações, que visem o desenvolvimento da produção autoral, possibilitando o acesso desta informação a todos artistas, bem como da população interessada, gerando materiais que poderão ser acessados depois digitalmente, ou através de plataformas específicas. O evento se realizará da seguinte forma: na sexta-feira, teremos a audição competitiva local, com a apresentação das cinco bandas locais previamente selecionadas e três shows de atrações estaduais. Já no sábado, será realizada a audição competitiva estadual, na qual vão se apresentar as cinco bandas, e no fechamento da noite de sábado, teremos três shows principais. Já o domingo, terceiro dia de festival, será destinado para a realização de oficinas técnicas com músicos e produtores, dois shows especiais e a cerimônia de premiação das duas audições competitivas. Ao longo dos três dias de festival teremos 18 shows, de bandas gaúchas. Cabe mencionar que as bandas selecionadas para as audições competitivas receberão cachê para se apresentar. Além disso, o festival possui as seguintes categorias de prêmios: melhor música, melhor banda, melhor intérprete, melhor guitarrista, melhor baixista e melhor baterista. Cada categoria terá um premiado nas audições competitivas local e estadual. Todas as bandas terão suas apresentações gravadas direto da mesa de som, em formato EPs (extended play) e esses arquivos serão disponibilizados nas plataformas digitais de música para divulgação posterior do evento (setlist), assim como dos artistas e também será produzido material audiovisual.
O projeto proposto atende satisfatoriamente aos paragrafos I, II e III do Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Atendendo aos objetivos I b, c e d do Art. 3° b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) O projeto contemplará a classe artística musical do Rio Grande do Sul, em todos os seus níveis, auxiliando neste momento de dificuldade que todos estão vivendo. Busca também o fortalecimento da cena do Rock gaúcho, que sempre teve um grande destaque no Brasil. Bagé é um polo cultural na fronteira, e sempre se destacou por eventos ligados à arte, já existindo aqui festivais internacionais de cinema, de música erudita, mostras de artes plásticas, de literatura, e os mais diversos eventos ligados à arte e a cultura. Daqui saíram grandes pintores, grandes escultores, músicos, cineastas, artistas dos mais variados que levaram a cultura para todo o Brasil e também para o exterior. O festival trará três dias de grandes atrações para o público, não só da cidade, mas de toda e região e também para quem virá de longe, e estes eventos têm a capacidade de agregar pessoas das mais diversas regiões, tais como amantes do gênero, fãs das bandas, das músicas, e a população de uma maneira geral também ganha, pois indiretamente movimenta diversos setores econômicos da cidade. Além de ser um grande estopim da reconstrução de todo um meio artístico, o festival também incentivará a produção cultural da região e do Estado, e ainda divulgará Bagé como um polo de turismo cultural para outras regiões do Rio Grande do Sul, do Brasil, e até mesmo fora das nossas fronteiras. O momento de retomada tem total relação com os preceitos que norteam a lei de incentivo à cultura, pois nos momentos em que um povo inteiro passa por dificuldades, a cultura é fundamental, e o caráter social da lei estará atingido a pleno, pois gerará cultura para a população, e renda para a classe cultural, ajudando também a desenvolver o turismo cultural e histórico, bem como a democratização do acesso à música. Mais uma vez é importante lembrar que a classe artística musical foi uma das mais atingidas pela pandemia, e agora, com as enchentes. Toda a rede de apoio foi paralisada, prestadores de serviços dos mais diversos ficaram da noite para o dia sem sua fonte de renda e sustento, por detrás de uma banda, existem muitos outros trabalhadores que sofreram ainda mais com a paralisação da atividade. Muitos artistas e pessoas da cadeia também foram diretamente afetados pela enchente, com suas casas, seus pertences e equipamentos de trabalho destruídos pelas águas. Assim como a cultura brasileira passou recentemente por momentos difíceis e precisou de sua reconstrução, a música gaúcha precisará, atingindo a pleno a finalidade da lei de incentivo. Cabe lembrar que logo que a catástrofe acontece, o meio musical gaúcho se uniu numa rede de apoio e solidariedade, promovendo através da sua arte, eventos virtuais, campanhas nas redes sociais, nas TVs, shows presenciais onde era possível, tudo com o nobre caráter de ajudar as vítimas das enchentes, abrindo mão de seus cachês e se doando pela causa. Promover um festival, além da promoção cultural e artística, trará também uma justa resposta a todos.
A possibilidade de participar de um evento junto de bandas já consagradas é uma oportunidade ímpar para os novos músicos e bandas incipientes da cena rock. Poder ter a experiência de tocar em um palco grande, dividir o mesmo ambiente com músicos históricos é importante para ajudar a desenvolver a produção autoral. O que chama a atenção no projeto é a inserção de audição competitiva, diferentemente do que se vem tendo na maioria dos festivais, e esta é uma ferramenta sensacional de democratização de acesso, pois incentiva a formação de novos artistas, e a participação local da comunidade cultural de toda a região. Poder participar de um evento grande é a porta de entrada para o desenvolvimento de novas bandas, e a produção deste material gerado, com a gravação ao vivo é fundamental para a formação de currículo e divulgação das bandas, dos artistas e das músicas, que serão utilizadas nas plataformas por todos, dando também acesso a população, de uma forma geral, a estes materiais autorais. Este festival tem por objetivo auxiliar na retomada cultural do Estado do Rio Grande do Sul, onde a classe musical foi severamente atingida, e a possibilidade de inserção de novas bandas, artistas e músicas também auxilia neste resgate. O momento é de união de todos artistas em torno desta reconstrução, e a comunidade sempre ganha com eventos desta natureza. JUSTIFICATIVA PARA PERDA DE PRAZO INICIAL: Como amplamente divulgado, nossa intençao seria concorrer ao disposto na IN 14 - Programa de Retomada RS e como havia uma capacitação prevista para Porto Alegre, inicialmente achamos melhor arquivar o projeto e readequar a essa nova oportunidade, mas como ganhamos o Edital Banrisul, entendemos que isso impossibilitaria a concorrencia.
SEXTA-FEIRA Mostra competitiva com bandas locais 19h às 21h30 Show atração estadual 22h Show atração estadual 23h30 Show atração estadual 01h30 SÁBADO Mostra competitiva com bandas estaduais 19h às 21h30 Show banda estadual 22h Show banda estadual 23h30 Show banda estadual 01h DOMINGO Oficinas e palestras 16h Show especial 17h30 Cerimônia de premiação 18h30 Show de encerramento 19h30 Os intervalos de shows e mudanças de bandas terão DJs para embalar o evento. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Palestras e apresentações, que visem o desenvolvimento da produção autoral, possibilitando o acesso desta informação a todos artistas, bem como da população interessada, gerando materiais que poderão ser acessados depois digitalmente, ou através de plataformas específicas.
PRODUTO: SHOW/AUDIÇÃO COMPETITIVA ACESSIBILIDADE FISICA/ARQUITETONICA: O festival será realizado em local que possua acessibilidade para pessoas com deficiência, com fácil acesso, rampa, corrimões e banheiros, bem como local destinado especificamente para pessoas com deficiência. ACESSIBILIDADE PCDs: Interprete de Libras e Monitores treinados CONTRAPARTIDA: PALESTRA ACESSIBILIDADE CONTEUDO: O material audiovisual produzido conterá legendas descritivas. Será contratado intérprete de libras para mediar as apresentações artistas, abertura oficial bem como as atividades de formação.
A proposta prevê espaço específico para acomodar pessoas através de ingresso solidário na sexta e no sábado, facilitando o acesso a cultura e a música para a população local, no domingo o festival terá entrada gratuita geral para todos. Além disso, o festival será transmitido pela internet, também gratuitamente. Também são previstos eventos para a qualificação de artistas, músicos e pessoas ligadas ao meio, tais como oficinas técnicas, palestras e materiais didáticos que visem incentivar a produção autoral regional, bem como a produção. Ensaios abertos e bate papos entre músicos e personalidades consagradas do meio, proporcionando a interação, principalmente de novos artistas e também daqueles que sonham em fazer arte. As audições local e regional, são da mesma forma, ferramentas importantes de democratização de acesso, pois proporcionam a exposição de novas bandas e artistas, novas músicas, e a divulgação dos seus trabalhos, podendo fazer com que mais bandas sejam formadas, e mais pessoas caminhem para a arte.
Brito e Santos Produções Ltda - Anti Filmes A produtora Anti Filmes, fundada em 2009 e sediada no Rio Grande do Sul, é uma empresa dedicada à produção e difusão do audiovisual brasileiro.Com diversos filmes e obras seriadas de documentário e ficção premiados no Brasil e no exterior.A produtora tem obras licenciadas em diversos canais brasileiros, como Canal Brasil, Globoplay, Canal Curta, Box Brasil, TV Cultura, entre outros.Dentre as produções da produtora, destacam-se filmes de Zeca Brito, como "O Guri", "Glauco do Brasil", "A vida Extra-ordinária de Tarso de Castro", "Grupo de Bagé", "Trinta Povos".A série de viagens "Rod Livre" para o canal Travel Box Brasil e obras criadas pelo cineasta Frederico Ruas, como o longa-metragem "TERRAQUEOS - Vestígios de uma Era Digital" e a série "A Bênção" (Canal Brasil/Globoplay).O longa-metragem “Hamlet” conquistou 5 troféus "Kikito" no 51º Festival de Cinema de Gramado, tornando-se um dos longas-metragens mais premiados da história deste festival.A Anti Filmes realiza o Festival Internacional de Cinema da Fronteira. Evento que promove o intercâmbio cultural entre os países de fronteira com o Brasil e o mercado audiovisual do Mercosul. O Proponente realizara a gestão administrativa e financeira do projeto, responsavel pelas contratações e pelos pagamentos das despesas do projeto. Munique Monteiro - Coordenação de Comunicação - Rubricas 3 e 13, bageense, 39 anos, jornalista, formada em Comunicação Social, atua como Assessora de Comunicação e Imprensa, trabalhando nesta área há mais de 17 anos, atendendo instituições privadas, políticos, artistas e eventos. No ramo do entretenimento têm experiência com produções de festas temáticas e shows. Possui passagens pelo jornalismo diário, desempenhando a função de repórter contratada do Jornal Minuano, e a convite, de forma free-lancer, em outros veículos impressos de Bagé e região. Possui experiência no campo do audiovisual, tendo já dirigido e coordenado o canal legislativo TV Câmara de Bagé, onde produziu uma série de programas e séries, de diferentes gêneros, para o canal. Possui o reconhecimento por ter sido a primeira mulher, bem como jornalista com formação acadêmica, a comandar o veículo. Nesta área, recentemente, também atuou na produção executiva de videoclipes, lives (formatos diversos), curta-metragem e documentário, projetos aprovados pela lei Paulo Gustavo. Guilherme Monteiro - Diretor Artístico - Rubricas 5 e 14, bageense, 46 anos, jornalista, escritor, músico, compositor e produtor de eventos. Possui ampla trajetória no meio cultural. Desde os anos 90 atuou como produtor de eventos, foi proprietário de uma série de empreendimentos ligados a cena artística. Sócio idealizador da boate Labirinto, atuou ainda em outros bares e casas noturnas como Barraka Blue, Pub 131, Casa Rosa, New Republic, entre outros, tendo produzido e participado de produções de shows de nível nacional na cidade e região. Publicou no ramo da literatura o livro "A Fabulosa Estância São Lauro", uma obra típica da cultura local, com contos e causos da região, que inspirou a realização do curta-metragem de animação de mesmo nome, também produzido e dirigido pelo autor. O mesmo, em sua estreia em festivais, foi o vencedor, escolha do júri popular, na categoria curta-metragem da mostra regional do XV Festival Internacional de Cinema da Fronteira. Ainda no audiovisual, teve projetos aprovados e realizados através da Lei Paulo Gustavo como gravações de videoclipes e apresentações em lives. Possui experiência na área televisiva, já tendo realizado trabalhos na TV aberta, nos canais SBT e Band, e na FishTv, na rede fechada, participando de uma série de programas, entre eles: A Meta, Coração de Pescador, Destinos, Pesca em Ação, Biopesca, Na Pegada do Fly, Remos e Rumos, levando a cidade de Bagé para o Brasil e o mundo. Escreveu para publicações nacionais, destacando a Revista Pesca & Companhia, de São Paulo, onde foi colaborador e colunista por seis anos, a maior do seu segmento na América do Sul. Atuou também como fotógrafo, tendo imagens impressas nas revistas Ecoaventura, Super Pesca, Pesca Esportiva e Bíblia do Pescador. No ramo esportivo é ex-presidente do Guarany Futebol Clube, e atual vice-presidente do Conselho Deliberativo do tradicional clube, que já possui mais de 117 anos. Zeca Brito - Diretor Geral - Rubricas 7 e 15 e Produtor - Rubricas 9 e 27 Zeca Brito é cineasta. Mestre em Artes Visuais pela UFRGS, graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Poéticas Visuai spela UFRGS. Ex-diretor do Instituto Estadual de Cinema do Rio Grande do Sul, o IECINE (2019-2022). Dirigiu e roteirizou curtas e longas-metragens exibidos no Brasil e no exterior; “O Guri” (Canal Brasil), “Glauco do Brasil” (Canal Brasil), “Em 97 Era Assim" (Canal Brasil), "A vida Extra-Ordinaria de Tarso de Castro" (Canal Brasil), “Grupo de Bagé” (Canal Curta!), “Legalidade”(Telecine Cult), Trinta Povos” (Canal Curta!) e “Hamlet” (Mostra SP). Como gestor do IECINE suas principais realizações foram: Programa Revelando o Rio Grande, oportunizando formação audiovisual para mais de 5 mil pessoas com 50 oficinas gratuitas. O fortalecimento do Festival de Cinema de Gramado com a criação do Mercado Audiovisual Entre Fronteiras e criação de premiação para as categorias técnicas dos longa-metragens gaúchos. Criação do Laboratório IECINE Odilon Lopez, espaço de formação e qualificação profissional na Casa de Cultura Mário Quintana. Realização do Festival Cinema Negro em Ação, primeiro festival afirmativo de uma unidade federativa brasileira com três edições. Idealizou o Programa Observatório IECINE TVE, que apresenta conteúdos audiovisuais regionais na TV pública do RS. Projeto de revitalização e reforma da Cinemateca Paulo Amorim, com a digitalização das salas de cinema. Realização dos editais Entre Fronteiras, dedicado a co-produção internacional, e o Filma RS, maior edital da história do audiovisual gaúcho,com 40 curtas, 12 longas-metragens e a inclusão dos jogos eletrônicos. Realização do Programa Primavera Gaúcha, voltado à indexação de informações e memória do audiovisual, com formação de equipe de pesquisadores e publicação de livro e portal do cinema gaúcho. Maristela Ribeiro - Produção Executiva - Rubricas 10 e 28 Formada em Administração de Empresas sob o CRARS 17949, começou a trabalhar com projetos audiovisuais no ano de 2001, participou de todos os seminários de prestações de contas realizados pela ANCINE. Amplo conhecimento das Instruções Normativas da ANCINE, da SAV e SEFIC pelo SalicWeb e das Leis de Incentivo à Cultura Estaduais FAC RS e LIC RS Como Controller já realizou o acompanhamento orçamentário e prestação de contas de vários longas-metragens, Mostra de Cinema, Festivais de Cinema e Séries em produtoras do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e Brasília. Também já foi Produtora Executiva de três edições do Festival de Cinema da Fronteira e da Serie ROD LIVRE – exibida no canal BOX TV e Proponente de um Curta Metragem contemplado na LPG municipal e duas edições do Festival Internacional de Cinema da Fronteira pela LIC RS
PROJETO ARQUIVADO.