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PRONAC 245108Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Nós também estivemos na linha de frente

COMUNICACAO DE FATO SOCIEDADE LTDA
Solicitado
R$ 994,1 mil
Aprovado
R$ 994,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-08-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (7)
Manaus AmazonasBrasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRecife PernambucoPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "Nós também estivemos na linha de frente" prevê a realização de um filme média-metragem com duração de aproximadamente 70 minutos. Trata-se de um documentário sobre as histórias do jornalismo na pandemia, que será lançado em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Manaus e Recife. Em cada cidade de lançamento do documentário, será realizado 01 debate com a participação dos jornalistas que foram entrevistados para a produção do documentário, momento em que também será lançado o site do projeto. Serão entrevistados 21 jornalistas. O período de realização do projeto é de 12 meses. Todas as ações do projeto serão gratuitas.

Sinopse

Nós também estivemos na linha de frenteDocumentário sobre as histórias do jornalismo na pandemia O mundo viveu, entre 2020 e 2022, a maior mobilização global da era moderna em torno de um objetivo único: controlar a pandemia da Covid-19. Dessa mobilização fizeram parte os profissionais de saúde e da ciência. Fizeram parte também os jornalistas. Dos profissionais da saúde, todos se lembram, pois foram eles os personagens de incontável número de reportagens produzidas ao longo desse período. Porém, dos jornalistas, pouco se falou. Isso, por uma razão que está na natureza da própria profissão. O jornalista é o responsável por contar a história de um tanto de acontecimentos, alguns alegres, outros tristes. Mas ele raramente conta sua própria história. Se as histórias dos jornalistas não forem contadas, elas permanecerão para sempre no esquecimento. Contar as histórias do jornalismo durante a pandemia foi o objetivo do livro “Nós também estivemos na linha de frente”, de minha autoria, lançado em agosto de 2022. O livro foi um dos finalistas do prêmio Vladimir Herzog de Jornalismo de 2023. Para realiza-lo foram entrevistados 62 profissionais. A maioria eram jornalistas – editores e repórteres – dos principais veículos de comunicação do país. Foram entrevistados também médicos infectologistas e assessores de comunicação de instituições que tiveram trabalho atuante durante a pandemia, como o Instituto Butantã, de São Paulo. Os infectologistas e assessores de comunicação contaram, no livro, como foi a relação deles com repórteres e editores durante a pandemia. Transpor o livro para o audiovisual é o objetivo do presente projeto, cujas linhas básicas estão descritas abaixo. O documentário será realizado com base no livro homônimo “Nós também estivemos na linha de frente”. Nele estão os temas relevantes a serem tratados, os personagens a serem entrevistados e o fio condutor da história a ser contada pelo documentário. Locações:O documentário terá locações em sete capitais: Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Manaus e Recife. Em cada uma destas capitais serão entrevistadas as fontes que, para a produção do livro, deram os depoimentos de maior consistência. Serão três entrevistas em cada capital; uma em Londres, a ser feita por videoconferência, e outra na cidade de Leopoldina, na Zona da Mata Mineira, para mostrar que a cobertura da pandemia mobilizou os veículos de comunicação das grandes capitais, mas também da cidades do interior do país. O roteiro do documentário será desenvolvido nas etapas: pré-produção e execução do projeto. Classificação indicativa: 12 anos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O projeto "Nós também estivemos na linha de frente" tem como objetivo geral a promoção do audiovisual nacional, no formato documentário, que é a base de formação de muitos profissionais do audiovisual brasileiro, pois este formato estimula sua produção e exibição e revela novos cineastas do gênero, seja no campo do roteiro, direção, atores e atrizes, bem como homenageia profissões como o jornalismo. Especialmente os bastidores do jornalismo documental que revela uma profissão que está na linha de frente de relevantes acontecimentos da sociedade e que por meio do audiovisual, no formato documentário, contribui imensamente para o cinema e brasileiro e a cultura do povo brasileiro. OBJETIVO ESPECÍFICO Realizar 01 (um) documentário de 70 minutos sobre as histórias do jornalismo na pandemia com 21 entrevistados (jornalistas); Lançar o documentário em 07 (sete) cidades: Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Manaus e Recife; Criar 01 (um) site para o projeto/proponente no qual será disponibilizado o processo criativo do documentário com livre acesso a todos os públicos; Realizar 07 (sete) debates nos dias dos lançamentos do documentário com a presença total de 21 jornalistas. Sendo 01 debate em cada cidade do lançamento do documentário, com 03 jornalistas locais, que irão contar a realidade do trabalho durante a pandemia; e Disponibilizar o processo criativo do documentário no site do projeto com livre acesso para toda a sociedade.

Justificativa

Nós também estivemos na linha de frente Documentário sobre as histórias do jornalismo na pandemia Na era moderna, a superposição de fatos acontece de forma avassaladora, levando ao esquecimento tanto os acontecimentos de pequeno impacto, quanto os de impacto global, como foi a epidemia de Covid-19. Na pandemia, o trabalho da imprensa foi muito importante, pela mobilização que os jornalistas fizeram no sentido de fazer o contraponto às fake news e também de divulgar as informações corretas sobre o que as pessoas deveriam fazer para evitar o contágio. Porém, nesse emaranhado de informações, pouco se falou sobre o trabalho dos jornalistas. Isso se dá por uma razão que está na natureza do trabalho da imprensa. Os jornalistas pouco falam de seu cotidiano, priorizando contar as histórias dos outros. O documentário é importante por dar luz ao trabalho da imprensa durante a pandemia. Isso será feito por meio da transposição para o audiovisual do livro "Nós também estivemos na linha de frente", lançado em 2022 e um dos finalistas do Prêmio Vladmir Herzog de Jornalismo de 2023. O documentário é importante por contar essa história _ a história do jornalismo na pandemia _ e por ser o documentário um gênero de extrema importância para o audiovisual brasileiro, por servir como estímulo para a produção de filmes do gênero e por também possibilitar a ampliação dos meios de acesso da população a informações de relevância.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL: DOCUMENTÁRIO DURAÇÃO: média-metragem de 70 minutos PLANO DE DIREÇÃO O documentário está dividido em três partes, cada uma retratando um determinado momento da pandemia. ESTRUTURA NARRATIVA O documentário não terá narrador em off. A estrutura narrativa será construída a partir do conteúdo das entrevistas a serem realizadas por videoconferência. A profundidade com que o livro aborda as questões que serão retratadas no filme permite a adoção do modelo de documentário sem narrativa em off. O lettering será utilizado quando da passagem de uma parte do documentário para outra, ou quando houver a necessidade de delimitar um assunto. RECURSOS DE IMAGEM Serão dois os recursos de imagem a serem utilizados. Um deles é o das entrevistas, a serem realizadas com os personagens do livro. O outro recurso será o das imagens de arquivo, a serem buscadas nas emissoras de televisão. Pontualmente, será utilizado o recurso da animação gráfica para descrever a evolução da doença, em número de mortos ou infectados, ou de vacinados. No encerramento do documentário, serão exibidos os nomes de todos os jornalistas que morreram de Covid no Brasil, em um take de 30 segundos aproximadamente. PRODUTO SECUNDÁRIO: DEBATES Serão ao todo 07 debates com os jornalistas locais que foram entrevistados para a realização do documentário. Sendo 01 (um) debate em cada cidade de lançamento e a presença de 03 jornalistas em cada denbate. Os debates terão como tema: Como foi o trabalho dos jornalistas locais durante a pandemia. Duração: 01h30min cada debate. PRODUTO SECUNDÁRIO: SITE O projeto terá um site, cujos eixos serão “Jornalismo”, “Covid-19”e “Ciência”. O objetivo do site é mostrar as várias etapas de produção do documentário, bem como a programação dos lançamentos nas sete capitais. * Os eixos do Site poderão ser alterados. Contudo o acesso ao processo criativo do documentário e aos debates, por meio do site, será mantido.

Acessibilidade

Em conformidade com o art. 27 e 28 da IN nº 11/2024, o projeto apresenta como medidas de acessibilidade: ACESSIBILIDADE FÍSICA O proponente do projeto irá realizar adaptações nos espaços de lançamento do documentário (quando for necessário) para garantir acesso ao público PCD, como rampas, por exemplo, para que as pessoas com dificuldade de locomoção e cadeirantes possam ter acesso ao filme e, também, aos demais espaços como: banheiros e área de circulação. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO O documentário terá audiodescrição e closed caption, para deficientes visuais e surdos (público PCD). Item 20 da planilha orçamentária - Legendagem: o item é para Closed Caption (medida de acessibilidade) Item 28 da planilha orçamentária - Transcrição digital òtica: o item é para audiodescrição (medida de acessibilidade) ACESSIBILIDADE ATITUDINAL A equipe do projeto terá treinamento para receber de forma adequada o público PCD (pessoas com deficiência) para o lançamento do documentário. No material de divulgação do projeto haverá informações sobre as medidas de acessibilidade dos produtos culturais gerados pelo presente projeto. Todas as medidas de acessibilidade estarão em conformidade com o Estatuto das Pessoas com Deficiência, nos termos do art. 42, 43 e 44 da Lei 13.145/2015, bem com com NBR 15599 no que couber ao presente projeto e art. 46 do Decreto 3248/1999 (promoção do acesso das pessoas com deficiência em conformidade com a Política Nacional para a Integração da Pessoa com Deficiência) e Decreto nº 9.404/2018 (Reserva de espaços para PCDs).

Democratização do acesso

Em conformidade com os artigos 29 e 30 da IN nº 11/2024, o projeto apresenta as seguintes medidas como Democratização de Acesso: Produtos Culturais: DOCUMENTÁRIO E SITE Nos termos do art.29, as seguintes medidas: O acesso ao documentário será totalmente gratuito, para todos. Inicialmente, por meio do lançamento do documentário e, na sequência, por meio do acesso ao site do projeto/proponente. Assim, o projeto cumpre: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações dedivulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3%(três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Nos termos do art.30, as seguinte medida: Disponibilizar por meio da internet pelo Site do projeto/proponente o documentário. Assim, o projeto cumpre: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

MARCELO DE FREITAS ASSIS ROCHA Função no projeto: Diretor Geral e responsável pela tomada de decisões, bem como da gestão administrativa-financeira do projeto Currículo breve: jornalista formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1981. Trabalhou nos jornais Diário do Comércio, Hoje em Dia, O Tempo e Estado de Minas. Foi também diretor de Comunicação da UFMG, assessor de Comunicação da Câmara Municipal de Belo Horizonte e chefe de redação do portal de notícias BHAZ, de Belo Horizonte. É também diretor da Comunicação de Fato Editora, uma editora de livros e autor de três livros: a Construção do Tombamento, sobre o tombamento do centro histórico de Pitangui, Não foi por acaso, sobre o Massacre de Ipatinga e um dos finalistas do Prêmio Vladimir Herzog de Jornalismo de 2012; e Nós também estivemos na linha de frente, sobre as histórias do jornalismo na pandemia, também finalista do Vladimir Herzog. No momento, trabalha na transformação do livro A construção do tombamento em o documentário de curta metragem, pela Lei Paulo Gustavo em Pitangui, Minas Gerais. RAFAEL LIMA Função no projeto: diretor de fotografia e operador de câmera Currículo breve: Publicitário formado pela Fafi-BH; diretor e diretor de fotografia de comerciais, curtas e longas-metragens, documentários, programas políticos e educativos, filmes institucionais. Autônomo, atua para várias produtoras no Brasil (Quimera Filmes, Tutano filmes, Propeg dentre outras). Foco principal está projetos audiovisuais políticos, sociais, educativos e culturais desde 1986. Atualmente fez a montagem e finalização da série “Restauro a Memória da Arte” para a EBC. Documentários Institucionais e Comerciais Direção e Direção de fotografia do documentário “Comunidades Quilombolas” para a Ferrous Resources do Brasil. https://www.youtube.com/watch?v=RMWyDOAPxyE Direção e Direção de fotografia do documentário “Construindo um Projeto Político Pedagógico participativo” (prêmio Aberje/MG 2013) https://www.youtube.com/watch?v=P7WRzPwhTHQ Direção e Direção de fotografia do filme institucional “Conexões” para a Secretaria de Desenvolvimento do Governo de Minas Gerais. https://vimeo.com/48447965 Cinema e projetos sociais Direção de Fotografia do curta-metragem “O Aprendizado do Vento”, de Melquíades Lima https://vimeo.com/13608133 Direção de Fotografia do curta-metragem “Casamento Negro”, de Sávio Tarso https://www.youtube.com/watch?v=6RBvKpHNaxE&t=112s Direção de fotografia adicional do longa-metragem O Mineiro e o Queijo, de Helvécio Ratton. https://www.youtube.com/watch?v=UoHDEsvZE2Y Direção e Direção de fotografia de cena e fotografia do curta-metragem “Mercado Vivo + Verde”, para o Movimento Salve Santa Tereza https://vimeo.com/173409466?fbclid=IwAR1FK10tkJpOhHfKDBfOnzHcqicMf45RkTZJe90iYIn-b063MhKf-PoqjM Direção e Direção de fotografia do curta-metragem “Rádio Janela”, projeto de extensão da UFMG/ECI https://studio.youtube.com/video/P84CnktmzVE/edit/basic OSWALDO FERREIRA Função no projeto: Operador de som direto Currículo Breve: Trabalha como técnico de som direto desde 1994. Trabalhou no SSV (Sistema Salesiano de Vídeo) na década de 90. Estagiou na Globo RJ (Projac), de janeiro a março de 1994. Curtas- metragens Rio de Mulheres (2009), Joana Oliveira e Cristina Maure. O Tecido dos Sonhos (2012), Marcelo Braga e Carlos Rocha. Diário do não ver (2012), Joana Oliveira e Cristina Maure Usuário desconhecido (2013), Sandro Azevedo. Enquanto ainda é tempo (2013), Leandro Wenceslau. O caminho de Guermantes (2013), Bellini Andrade e Marcos Nascimento O potro (2015), Diego Rocha Improviso ambulante (2016), Leandro Aragão Quatro paredes (2016), Pedro Estrada Carinho (2017), Pedro Estrada Vila União (2019), Júlio de Souza e Marinho Antunes Veredas do tempo (2019), Júlio de Souza e Marinho Antunes O afinador do silêncio (2021), Mario Patrocínio Eu só quero amar (2021), Júlio de Souza e Marinho Antunes O mundo dos sonhos (2022), Leandro Wenceslau Residual (2023), Ana Amélia Artefatos sonoros (2023), Mariana Fagundes CX postal (2023), Pacto Áudio Visual Longas-metragens Morada (2010), Joana Oliveira. Holocausto brasileiro (2015), Daniela Arbex e Armando Mendez Terceira margem (2016), Fabian Remy Luna (2016), Cris Azzi O lodo (2019), Helvécio Ratton Dentro da caixinha – segredo de criança (2019), Guilherme Reis Lavra (2019), Lucas Bambozzi A estação (2021), Cristina Maure Diamantes (2021), Daniela Thomas e Bato Amaral Sou amor (2023), André Amparo e Cris Azzi É tudo parente (2023), Mariana Fagundes MAIRA CABRAL Função no projeto: edição Currículo Breve: graduada jornalismo, pela PUC-MG (2010), com especialização em Imagens e Culturas Midiáticas, na UFMG (2012). Trabalhou como repórter multimídia no jornal Estado de Minas/Portal UAI (2011 a 2016), foi trainee de fotografia e vídeo do jornal Folha de S. Paulo (2015) e repórter especial na Rádio Inconfidência (2016 a 2017), onde criou o programa de rádio-documentário Sobre Nós (bityli.com/RxD4M). Desde 2021, trabalha como produtora audiovisual no jornal O Tempo. Trabalhos realizados Documentário Rádio Inconfidência 80 anos https://youtu.be/UK2E6EkuOXU Sobreviventes da pandemia - traumas após três anos convivendo com a Covid-19 Jornal O Tempo: Jornal https://youtu.be/0cOyy9TsjwI Ex-hansenianos da antiga Colônia Santa Isabel que continuam no local falam da vida na 'prisão'. Jornal Estado de Minas: https://goo.gl/5YdJuZ Construída sobre uma 'caixa d'água', BH mantém nascentes graças aos 'guardiões da natureza Folha de S. Paulo - vídeo: https://goo.gl/39AXMO Beleza em crise? Folha de S. Paulo - fotos, vídeo e texto: https://goo.gl/U1QcS8j

Providência

PROJETO ARQUIVADO.