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PRONAC 245135Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Lugar Inventado - Circulação

Movimento e Luz Produções Artísticas Ltda
Solicitado
R$ 554,2 mil
Aprovado
R$ 554,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-03-01
Término
2025-07-31
Locais de realização (4)
Salvador BahiaSão Luís MaranhãoRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar a circulação dainstalação coreográfica Lugar Inventadopor 3 cidades: Salvador/BA, Recife/PE e São Luis/PE, contemplando no total8 apresentações,sendo3sessões no Teatro Vila Velha em Salvador, 3 no Teatro Hermilo Borba em Recife e 2 no Teatro Arthur Azevedo em São Luís.As apresentações incluem uma instalação de áudios, com duração de 20 minutos; e a performance, com duração de 50 minutos. A proposta abrange também intercâmbio com artistas locais, em cada cidade, para colaborarem na mediação de conversas e trocas de experiências dos artistas locais com a equipe do projeto; e em oficina a ser ministrada pela equipe do projeto.O trabalho tem duração de 70 min. O espectador pode fruir a instalação sonora no tempo que desejar: acompanhando-a integralmente ou saindo a qualquer momento. As portas da sala serão fechadas no momento da performance. As etapas de produção e execução do projeto prevêm cinco meses no total.

Sinopse

LUGAR INVENTADO Instalação Sonora + Performance SINOPSE O projeto de instalação coreográfica Lugar Inventado, fruto de uma pesquisa sobre migrações, iniciada em 2019, propõe a criação de um lugar imaginado, instalando diálogos entre palavras, corpo e espaço, a partir de um dispositivo sonoro de entrevistas feitas com a sociedade; e da ideia e do sentimento de que o lugar onde estamos é inventado pelas relações que criamos. Classificação Indicativa Etária: 14 anos

Objetivos

O projeto de instalação coreográfica Lugar Inventado, fruto de uma pesquisa sobre migrações, iniciada em 2019, propõe a criação de um lugar imaginado, instalando coexistências entre palavras, corpo e espaço, a partir de um dispositivo sonoro de entrevistas feitas com a sociedade; e da ideia e do sentimento de que o lugar onde estamos é inventado pelas relações que criamos. O fluxo entre o lugar onde estamos e aquele que queremos pressupõe a noção de que o espaço é imaginado, pode ser inventado a partir de uma necessidade e de um desejo, então haverá outra paisagem e outro futuro quando tomamos uma posição em determinado momento, criando novas relações entre as pessoas e os lugares, e novos desenhos espaciais. A proposta de encenação instala o dispositivo sonoro no mesmo ambiente onde os artistas performam. O material é fruto de entrevistas realizadas com moradores da cidade do Rio de Janeiro e de outras cidades e países em depoimentos de convidado/a/s a participar, respondendo à pergunta "para onde você quer ir?". O trabalho tem duração máxima de 70 min. O espectador pode fruir a instalação sonora no tempo que desejar: acompanhando-a integralmente ou saindo a qualquer momento. As portas da sala serão fechadas no momento da performance. As etapas de produção prevêm 5 meses no total: pré-produção no primeiro mês, a produção da circulação nos três meses seguintes; e pós-produção/ fechamento do projeto no quinto mês. A circulação do espetáculo prevê um total de 8 apresentações, com 3 apresentações no Teatro Vila Velha em Salvador (BA), 3 no Teatro Hermilo Borba em Recife (PE) e 2 no Teatro Arthur Azevedo em São Luís (MA). As apresentações incluem uma instalação de áudios, com duração de 20 min; e a performance, com duração de 50 min. A proposta abrange também intercâmbio com artistas locais, em cada cidade, para colaborarem na mediação de conversas e trocas de experiências dos artistas locais com a equipe do projeto; e em oficina a ser ministrada em cada cidade pela equipe do projeto. A a realização do projeto terá 7 profissionais envolvidos nas viagens, mais 3 profissionais mediadores locais (1 em cada cidade); 3 profissionais tradutores de Libras (1 em cada cidade); e 3 produtores locais. Total de profissionais envolvidos: 16. A quantidade prevista de público a ser atendido é de carca de 3.000 pessoas no total.

Justificativa

Lugar inventado é o compartilhamento de uma inquietação, uma tentativa de resposta à dificuldade que temos, hoje, de imaginar um futuro para onde queremos ir _ por isso o trabalho solicita os testemunhos de muitas vozes. Esta conversa/ação começou a se delinear numa primeira versão em 2019 no Sesc Avenida Paulista, onde os espectadores circulavam para ver a exposição e as performances dos bailarinos sobre a pergunta-tema "para onde você quer ir?". Em outro formato, em 2022 Ivana Menna Barreto e a coreógrafa francesa Youtci Erdos desenvolveram a residência artística "Para onde você quer ir?" no Festival Ouverture Exceptionnelle em Grenoble (FR) e no Sesc Pinheiros, SP, com base em depoimentos colhidos na França e no Brasil. O resultado foi apresentado no festival em Grenoble, depois no Sesc Pinheiros, SP e no Teatro Cacilda Becker, RJ, com patrocínio do Edital Retomada Cultural RJ 2/ SECEC-RJ. Em 2023 o projeto reestreou no Mezanino do Sesc Copacabana, com patrocínio do Edital Sesc Pulsar RJ, com três artistas diferentes que recriaram, junto à coreógrafa, uma nova proposta cênica para a mesma ideia. O formato atual é de articulação entre artistas e público, para provocar diálogos num momento em que temos dificuldade de abrir caminhos no terreno das coexistências. O trabalho se dirige a todos os que se interessam por sua relação com o lugar onde vivem, ou aquele para onde querem ir, acolhendo pessoas de diversas camadas geográficas, sociais e afetivas, alargando a rede artística e social iniciada em 2019, e a convivência de profissionais de diferentes dicções e lugares do país. As cidades foram escolhidas, tendo-se em vista sua notória tradição cultural; e acima de tudo, pelo desejo de retomar contato com grupos e coletivos de artistas que permanecem fazendo arte, apesar de todas as dificuldades. A proposta aqui apresentada se enquadra nos incisos: I, II, III, IV, V, VIII, IX do Art. 1º da Lei Rouanet. E através da realização do projeto, alcançaremos os objetivos II e); IV a) e V b) do Art. 3º da referida Lei.

Estratégia de execução

Ações de Divulgação Previstas: As ações de divulgação e promoção do projeto ocorrerão principalmente, ao longo das fases de pré-produção e produção/execução do projeto. Serão produzidos conteúdos que possa ser utilizado tanto em mídia digital e/ou impressa. Esse conteúdo (fotos, vídeos, material gráfico) será disponibilizado on-line, por meio dos canais de comunicação da equipe do projeto. A atualização das informações será monitorada antes, durante e após a realização das apresentações e atividades paralelas, para que os objetivos do projeto possam ser ampliadas e ter continuidade promovendo a troca de experiências na área teatral mesmo após a realização do projeto. A divulgação impressa e digital contempla: Flyer eletrônico específico para cada uma das cidades que receberá a circulação (4 unidades, sendo um geral do projeto e um específico para cada cidade); Banner geral do projeto a ser utilizado no hall de entrada de cada teatro (1 unidade/cidade); Filipetas/Programa do espetáculo a ser distribuído gratuitamente antes e durante as apresentações (3.000 unidades) Realização de teaser para divulgação nas redes sociais (com inclusão de recursos de acessibilidade); Envio de convites em cada cidade (mailing digital) - cerca de 200 por cidade Publicação de posts patrocinados no Instagram (13 posts, sendo 2 gerais do projeto por mês + 3 específicos por cidade); Contratação de mídia paga (anúncio em jornal digital e/ou em rádios) em todas as cidades; Contratação de profissional dedicado para gerenciamento de redes sociais do projeto; Contratação de assessoria de imprensa especializada, prioritariamente na área de dança; Durante a realização do projeto toda a equipe estará disponível para conceder entrevistas, objetivando ampliar a geração de mídia espontânea para a divulgação. Obs: A divulgação será prioritariamente local, na mídia impressa e no material gráfico; porém será nacional e internacional, através da divulgação com maior alcance a profissionais da área artística, de várias nacionalidades, vinculadas a nosso perfil nas redes sociais.

Especificação técnica

- As apresentações de Lugar Inventado incluem uma instalação de áudios, com duração de 20 minutos; e a performance, com duração de 50 minutos. - Serão ministradas, em cada cidade, oficinas com a duração de 3h sobre os princípios corporais e perceptivos acerca das relações entre corpo e espaço que nortearam o espetáculo. As oficinas acolherão até 25 participantes. - Haverá interlocução com artistas e estudantes de artes, em encontros mediados, em cada cidade, por artistas e pesquisadores locais (em salvador, a mediadora será Rita Aquino, artista e pesquisadora docente da UFBA; em Recife será Roberta Ramos Marques, artista e pesquisadora docente da UFPE; e em São Luis, será o artista e curador Erivelto Viana). Os encontros serão momentos de trocas e discussões sobre os processos em andamento dos estudantes e profissionais locais, em contraponto com os processos criativos e sociais do projeto lugar inventado.

Acessibilidade

Acessibilidade física: a instalação coreográfica/espetáculo e as atividades paralelas serão realizados em teatros/espaços adequados com as normas de acessibilidade vigente, que contém rampas e corrimão, espaço para cadeirantes e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos: contratação de profissionais de tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais), em cada cidade, para tradução da instalação sonora que antecede a performance; Acessibilidade para deficientes intelectuais: realização das e atividades paralelas em locais com equipe treinada e sensibilizada para atendimento a este público quando necessário. Material de divulgação do projeto terá aspecto inclusivo, contemplando linguagem simples para atender pessoas com deficiência física, auditiva, visual, intelectual e psicossocial, de modo a evitar barreiras na comunicação interpessoal, escrita e/ou virtual.

Democratização do acesso

ATIVIDADES DE INTERCÂMBIO, MEDIAÇÃO E FORMAÇÃO: - As apresentações terão ingressos populares e as oficinas e encontros em cada cidade serão gratuitas, mediante inscrições prévias. - Serão ministradas, em cada cidade, oficinas com a duração de 3h sobre os princípios corporais e perceptivos acerca das relações entre corpo e espaço que nortearam o espetáculo. as oficinas acolherão até 25 participantes. - Haverá interlocução com artistas e estudantes de artes, em encontros mediados, em cada cidade, por artistas e pesquisadores locais (em salvador, a mediadora será Rita Aquino, artista e pesquisadora docente da UFBA; em recife será Roberta Ramos Marques, artista e pesquisadora docente da UFPE; e em são luís, será o artista e curador Erivelto Viana). os encontros serão momentos de trocas e discussões sobre os processos em andamento dos estudantes e profissionais locais, em contraponto com os processos criativos e sociais do projeto lugar inventado

Ficha técnica

A instituição proponente será responsável pela coordenação geral do projeto e suas dirigentes, realizarão as funções de: direção (Ivanna Menna Barreto) e edição de vídeo (Julia Menna Barreto). Ficha Técnica - Lugar Inventado Concepção, criação e direção: Ivana Menna Barreto Criadores-intérpretes: João Victor Cavalcante, Juliana Brisson , Marjory Leonardo Desenho sonoro: João Werneck Iluminação: Mauricio Fuziyama Projeto gráfico: Felipe Braga Criação de vídeo e teaser: Julia Menna Barreto Direção de produção: Dora Leão _ PLATÔproduções Artista/mediadora local em Salvador – Rita Aquino (UFBA) Artista/mediadora local em Recife – Roberta Ramos Marques (UFPE) Artista/mediador local em São Luís – Erivelto Viana (artista, pesquisador e curador) Cvs: Ivana Menna Barreto: criadora, professora e pesquisadora em dança e performance. Fundadora, junto a Fred Pinheiro, da Cia. Movimento e Luz (1993), na qual dirigiu e atuou em colaboração com artistas convidados, em espetáculos apresentados em eventos, mostras e festivais no Rio de Janeiro e em diversas cidades do Brasil. Seus últimos projetos artísticos, “sem o que você não pode viver?”(2011), “meio sem fim”(2013), “Agora” (2015) e “Lugar inventado” (2019) buscam provocar conversas visuais, textuais e sonoras entre artistas e sociedade, durante os processos criativos. Foi contemplada com prêmios e patrocínios para o desenvolvimento de seus projetos, tais como o Prêmio Nacional de Artes Cênicas (1997); a Bolsa de Criação SEC/RJ 2010; o FADA/SMC/Prefeitura do Rio 2011; a Residência Artística Cité Nationale des Arts/Institut Français 2013 em Paris; o Prêmio Funarte Klauss Vianna 2013, o II Programa de Fomento SMC/Prefeitura do Rio 2014, entre outros. Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP e Pós-Doutora pelo PPG Dança/UFBA. Membro da Associação Nacional de Pesquisadores em Dança (ANDA). Professora no Curso de Dança do Centro Universitário da Cidade (2011-2013) e no Departamento de Ensino do Teatro da UNIRIO (2016-2018). Autora de vários artigos e ensaios críticos publicados em periódicos e revistas de artes; e do livro Autoria em rede: modos de produção e implicações políticas, publicado pela Editora 7Letras (2017). Pesquisadora do projeto “Histórias do Corpo”, série de entrevistas publicadas na Revista Questão de Crítica (2020), e veiculada em formato de Podcast no Spotify e Sesc Digital (2021/23). João Victor Cavalcante: Performer-criador/bailarino formado em Artes Cênicas-Unirio. Pesquisa há quase 20 anos questões relacionadas ao erotismo e violência a partir do entrecruzamento e tensão entre diversas linguagens, e as relações sobre corpo e sensorialidade em trabalhos site-specific nos mais diferentes ambientes. Trabalhou com diretores e coreógrafos como Gerald Thomas (Tristão e Isolda), Cena 11 Cia de Dança (Colônia e NAU#1), Marcelo Evelin (Batucada e Barricada), Dani Lima (Fonte), Marcela Levi e Lucía Russo (Mordedores, In-Organic e Sandwalk with me), Gustavo Ciríaco (Onde o horizonte se move), Cristian Duarte (O que realmente está acontecendo quando algo acontece?), Hello Earth! (Walking Poem [Dinamarca]), Opiyo Okach (Shift ... Centre [Quênia]), Jan Mancuska (The other [Rep. Tcheca]), Rita Aquino e Felipe Assis (Looping: Rio Overdub), Carolina Bianchi (Lobo) entre outros em projetos e festivais em todas as regiões do Brasil, América Latina e Europa. Marjory Leonardo: Dançarina, atriz, educadora, pesquisadora e contadora de histórias. Graduanda em Estética e Teoria do Teatro-UNIRIO, onde investiga as reverberações das travessias atlânticas na arte diaspórica, analisando obras de artistas negros e negras como o cineasta John Akomfrah, Rosana Paulino e Arjan Martins. Atuou com coreógrafos da dança contemporânea, a exemplo de Renato Cruz, Aline Teixeira, Ivana Menna Barreto, Thiago de Souza, entre outros. Além disso, faz parte da comissão editorial da revista de graduação Experimenta/o. Juliana Brisson: Atriz e professora. Dentro de sua pesquisa em práticas artísticas-comunitárias, fez parte do Programa de Extensão Enfermaria do Riso (UNIRIO). É parceira-colaboradora da Cia dos Bondrés desde 2017, tendo atuado como atriz nos espetáculos “Eram os Poetas Astronautas” (2021), "Batalha" (2017, 2018, 2019), "Bacafuzada" (2018 e 2019) e "Interior" (2019 e 2020). Dora Leão: Economista, gestora e produtora cultural. Sócia-diretora da PLATÔproduções. Doutora e Mestre em Comunicação e Semiótica/PUC-SP. Em 2007, recebeu o Prêmio APCA de “Produção em Dança”. Coordena a produção de diversos projetos e núcleos artísticos independentes. Atua também na difusão de artistas, espetáculos e projetos nacionais e internacionais, no Brasil e no exterior. João Werneck: É instrumentista, compositor e produtor musical e de trilha sonora. João é um dos sócios do estúdio Carolina, localizado no bairro Santa Tereza, onde desenvolve e produz projetos musicais. Compôs a trilha do curta “Somaré” da diretora Lana Lobianco, a trilha do filme “Bem na onda” que concorreu ao prêmio de trilha sonora no festival Mimpi, dentre trilhas para curta-metragens e comerciais. Trabalhando também como técnico de som, João,trabalhou nos espetáculos “Mata teu pai”, “Amor em dois atos”, “A tropa”, “Irina” , “Agora” entre outros. Produziu o primeiro disco “Anastácia” da multiartista Clara Anastácia, assim como seus singles, que receberam bons elogios dos críticos. Lançou seu 1º disco solo, "Subplanos", em 2019. Atua também como guitarrista dos artistas Clara Anastácia, Gus Levy e Pedro Fonte, entre outros. Em 2020/22, atuou na gravação e edição de som do material que compôs série de podcasts voltado para a dança contemporânea, “Histórias do Corpo”. Felipe Braga: Artista visual e pesquisador. Mestre em Linguagens Visuais (EBA/UFRJ), Doutor em Literatura, cultura e contemporaneidade (PUC-Rio). Participou do programa de Práticas Artísticas Contemporâneas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Realizou exposições individuais e coletivas em algumas instituições como Fundação Ibere Camargo, CAC Vilnuis – Lituânia, Casa França Brasil, EAV Parque Lage, Parque das Ruinas, Museu da Republica, Galeria A Gentil Carioca, Galeria Bolsa de Arte (SP), Centro Cultural São Paulo, RedBull Station e Espaço Sergio Porto entre outros. Participou das residências artísticas RedBull (SP), Largo Residência (Lisboa). Publicou os livros independentes Museu Espetacular de 1 dia e National Geographic Channel.Como designer criou projetos gráficos para capas de livros, como a Coleção Nélson Rodrigues da Ediouro; capas de disco, para o compositor Moska, Muito/Pouco; para coletivas de artes visuais, como Opavivará; para teatro, como Eu, Romeu e Julieta, de Emanuel Aragão; Obituário Ideal, de Thiaré Maia e Rodrigo Nogueira; Cine Gaivota e Carne, de Daniela Amorim; Dentro, da Pequena Orquestra; para filmes, como As Ondas, de Juliano Gomes; Confete, de Mariana Kaufman; Um filme de verão, de Jo Serfaty. Julia Menna Barreto: Bacharel em Cinema pela PUC-Rio, com intercâmbio acadêmico em Arts du Spectacle na Université Stendhal - Grenoble 3, na França. Estudou o estilo documental Cinedirecto na Escuela de Cine y TV de San Antonio de los Baños, em Cuba. Mestrado em Recherche-Expérimentation na École Nationale Supérieure d’Audiovisuel de Toulouse, na França, concluído em 2022. Escreveu e dirigiu dois curtas-metragens documentais, Blecaute (2013) e Lo que me queda (2016), que foram selecionados para festivais nacionais. Integrou os júris jovens no 39th Giffoni Film Festival, na Itália, e no 7º FICI, no Rio de Janeiro. Atuou nas áreas de pesquisa, produção e montagem em produtoras cariocas. Em 2014, ingressou na Globo através do Programa Trainee, onde passou por um processo de imersão nas áreas do Entretenimento até integrar a equipe de Entretenimento Multiplataforma, onde analisava projetos e acompanhava o desenvolvimento de roteiros e de produção dos projetos realizados na área. Desde 2016, atua também como assistente de direção no mercado de cinema e TV do Rio de Janeiro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.