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PRONAC 245165Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Cine de Expressão 3° edição

INSTITUTO DE REFERENCIA DA JUVENTUDE
Solicitado
R$ 692,5 mil
Aprovado
R$ 692,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-09-01
Término
2027-01-01
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O produto principal visa à realização de um curso completo sobre cinema periférico, composto de 07 oficinas e 40 workshops, sobre técnicas de produção audiovisual, para jovens entre 18 a 29 anos, essas turmas vão produzir, como parte do processo de aprendizado: 02 curtas metragens e 01 documentário ao final do curso.

Sinopse

Este item não se aplica ao projeto em questão por não tratar de um espetáculo. No entanto, os produtos audiovisuais frutos desse processo, ainda não têm sinopse definida, porque serão desenvolvidos dentro do processo de criação, na decorrência do projeto. Os produtos serão de criação coletiva. O texto será elaborado pelos alunos no decorrer do curso, o qual será condizente com a realidade do local. Os temas trabalhados serão os seguintes: - Violência (urbana, sexual, sentimental, etc.) - Ecologia (reciclagem, desperdício, desmatamento, etc.) - Problemas sociais (trabalho, educação, drogas, preconceito, etc.) - Família (relacionamento, economia doméstica, planejamento, etc.) - Sexualidade (gravidez na adolescência, DST, anticoncepcionais, etc.) - Escola (conteúdos, professores, carreira, etc.) - Amigos (influências, diferenças, etc.) - Cidadania (conscientização, estrutura política, Leis, etc.)

Objetivos

1. Objetivos gerais O principal resultado que pretende-se alcançar com a realização do projeto é o incentivo a produções culturais audiovisuais gratuitas, pautadas em uma realidade periférica, com formação para jovens entre 18 a 29 anos, como forma de fomentar produções audiovisuais locais. Além de: * Incentivar produções culturais gratuitas que possam circular nas comunidades;* Gerar emprego e renda;* Propiciar vivências, despertar reflexões e disseminar informações sobre acessibilidade e inclusão nos produtos culturais;*Estimular processos de inclusão nas favelas e comunidades de modo a contribuir para a democratização do acesso à cultura em comunidades que durante muito tempo viveram (ou vivem) em situação de exclusão e violência, presencial e virtualmente;* Aprimorar linguagens artísticas que vinculadas à ampla oferta de acessibilidade na comunicação, contemplem a inclusão de pessoas com deficiência, na produção e no acesso à cultura;* Fazer Cultura enquanto expressão simbólica, de cidadania e economia, e como importante fator na construção e na constituição de um sujeito autônomo;* Possibilitar uma nova forma de educação popular a este público com o intuito de torná-los cidadãos críticos, conscientes de seus direitos e deveres. Atendendo dessa forma, o Art. 2º do Decreto 10.755-021,na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; XV - contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal; e XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. 1.1. Objetivos Específicos 1.1.1. Produto principal Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual Serão 07 oficinas de formação para jovens relacionadas a produção de conteúdo audiovisual. Duração: 112h aula, 05 meses de duração; Público alvo: jovens entre 18 a 29 anos; Atendimentos: 30 jovens por oficina, serão oficinas de 05 meses cada, com chamamento para turmas diferentes para cada oficina. Serão ao todo, 07 oficinas, totalizando 210 atendimentos; Quantidade de oficinas: 07 oficinas, em cada ciclo serão ministradas as oficinas: 1. ROTEIRO;2. INTRODUÇÃO AUDIOVISUAL;3. DIREÇÃO;4. PRODUÇÃO;5. DIREÇÃO DE ARTE;6. DIREÇÃO DE FOTO;7. ODIREÇÃO DE SOM. 1.1.2. Curso / Oficina / Estágio Cursos de curta duração que são complementares às oficinas, e funcionam como módulos, que tratam de temas relacionados ao conteúdo de cada oficina. Serão definidos durante as aulas, entre os instrutores e equipe técnica. Quantidade: 40 cursos; Duração: mínimo 2h, máximo 4h aula por curso; Público alvo: jovens entre 18 a 29 anos; Atendimentos: 30 jovens por oficina, totalizando 1.200 atendimentos; 2. Metas gerais qualitativas 1. Incentivar produções culturais gratuitas que possam circular nas comunidades; 2. Gerar emprego e renda; 3. Propiciar vivências, despertar reflexões e disseminar informações sobre acessibilidade e inclusão nos produtos culturais; 4. Estimular processos de inclusão nas periferias e comunidades de modo a contribuir para a democratização do acesso à cultura em comunidades que durante muito tempo viveram (ou vivem) em situação de exclusão e violência, presencial e virtualmente; 5. Aprimorar linguagens artísticas que vinculadas à ampla oferta de acessibilidade na comunicação, contemplem a inclusão de pessoas com deficiência, na produção e no acesso à cultura; 6. Fazer Cultura enquanto expressão simbólica, de cidadania e economia, e como importante fator na construção e na constituição de um sujeito autônomo; 7. Possibilitar uma nova forma de educação popular a este público com o intuito de torná-los cidadãos críticos, conscientes de seus direitos e deveres; 9. Sensibilização da comunidade quanto à importância da expressão artística para o pleno desenvolvimento humano e do seu forte poder transformador com as atividades culturais para formação de plateia; 10. Valorizar a cultura nacional e local com base no resgate de valores históricos e sociais. 3. Comprovações Fichas Será realizado o formulário de inscrição online, como única forma de seleção a idade e a quantidade de vagas. Será passado lista de presença diária nas turmas em todas as aulas. Relatório trimestral Será produzido trimestralmente, relatório de comunicação e de cumprimento do objeto (com fotos. Alcance de resultados Os produtos finais, 02 curtas metragens e 01 documentário, pode ser considerado um dos maiores comprovações do alcance dos resultados.

Justificativa

A Lei de incentivo a cultura é um mecanismo essencial para realização desse modelo de projeto, que necessita de um aporte de recursos maior, porque trata de várias atividades simultâneas ao longo de 12 meses. Por ser um formato de incentivo que possibilita a isenção fiscal a quem apoia a proposta, é quase que a única alternativa possível para realização de projetos neste formato. O presente projeto justifica-se porque se encaixa nos objetivos postos pela lei de incentivo a cultura, Art. 1º da lei nº 8313/91. I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Justifica-se também porque tem objetivos em consonância do Art. 3° da da Lei 8313/91, que são eles: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Além disso justifica-se porque em questão territorial a Ceilândia, cidade na qual sediará o projeto, foi criada como forma de afastar a população das "invasões" localizadas no berço do Planalto Central para lugares mais afastados do centro. A sigla CEI, que significa Campanha de Erradicação de Invasões, junto à palavra "lândia" que significa cidade, formaram o nome da cidade satélite do Distrito Federal. Até 1989, Ceilândia era considerada uma grande "favela" da cidade de Taguatinga. A partir daquele ano, Ceilândia passou a ser a IX Região Administrativa do Distrito Federal. É a maior periferia do Distrito Federal e, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a 43ª cidade mais populosa do Brasil com 494 mil habitantes. Como toda a periferia brasileira, sofre com a falta de políticas públicas de cultura, e consequentemente, com a escassez de equipamentos públicos direcionados ao fazer cultural. O DF também se destaca por ser o Estado da Federação com a segunda maior desigualdade de renda. A cidade não possui um teatro ou centro cultural público. Esta realidade não é muito diferente em toda a região que o projeto abrangerá. São raros os prédios públicos destinados à produção teatral, em sua maioria, consistindo em projetos de iniciativas sociais que estão em crescente nesse cenário. Ainda que seja uma cidade com importância histórica, é o local que mais abrigou nordestinos no DF na época da construção de Brasília, a cidade sofre com a escassez de meios de transportes e a falta de estrutura. Quanto aos equipamentos culturais, a cidade dispõe de somente 2 bibliotecas públicas. Como as iniciativas culturais são muito esparsas e raramente conseguem se desenvolver, devido à carência de incentivos nesta área, é pela necessidade de geração de renda imediata que os artistas e agentes da cultura do município são levados a abandonar as suas habilidades culturais. O projeto CINE DE EXPRESSÃO justifica-se pois busca ampliar as possibilidades de acesso aos meios de produção, de modo a contribuir com a política de descentralização da cultura no Distrito Federal. Oferece, portanto, espaço de formação cultural, algo extremamente raro e de alto custo para jovens, principalmente de baixa renda. Ademais, o projeto fomenta as diversas formas de criação artística envolvidas na expressão urbana, destinando espaços para concepção e difusão de obras. Todas as ações educativas almeja ultrapassar a dimensão de ?transmissão de saberes?. Serão espaços de promoção do diálogo, propiciando reflexões e debates sobre expressões culturais e valores presentes nas comunidades onde serão realizadas. A intenção não é ?ensiná-los? elementos externos ao contexto em que estão inseridos, mas trabalhar a partir daquilo que faz parte do cotidiano desses sujeitos, valorizando suas trajetórias e características. No Cine de Expressão, todas as pessoas que participaram das oficinas profissionalizantes terão a oportunidade de colocar em prática seus novos conhecimentos. Isto se dará na produção dos curta metragens e do documentário. Em resumo, esta iniciativa configura-se em uma rara oportunidade de um projeto nesta cidade, que é considerada a mais pobre da região, de mudar sua imagem construída na mente de seus próprios habitantes, tornando-a referência pela cultura, promovendo o desenvolvimento econômico, empoderamento e a conquista da cidadania.

Estratégia de execução

O projeto em questão não se enquadra no Art. 15, alíneas ‘a’. ‘b’, ‘d’, ‘e’ ou ‘h’, da IN 02/2019. No entanto, em seus produtos secundários, que serão os produtos finais das oficinas de audiovisuais propostas, serão realizados 02 curtas-metragens e 01 documentário. Esses produtos audiovisuais, frutos desse processo, ainda não têm sinopse definida, porque serão desenvolvidos dentro do processo de criação durante as oficinas de audiovisual. Os produtos serão de criação coletiva. O texto será elaborado pelos alunos no decorrer do curso, o qual será condizente com a realidade do local. Os temas trabalhados serão os seguintes: violência (urbana, sexual, sentimental, etc.) - ecologia (reciclagem, desperdício, desmatamento, etc.) - problemas sociais (trabalho, educação, drogas, preconceito, etc.) - família (relacionamento, economia doméstica, planejamento, etc.) - escola (conteúdos, professores, carreira, etc.) - amigos (influências, diferenças, etc.) - cidadania (conscientização, estrutura política, Leis, etc.). A classificação etária indicativa, conforme normas do Ministério da Justiça, será de 12 anos.

Especificação técnica

1. Introdução ao audiovisual 1.1. Objetivo Oficina voltada, principalmente, para o ensino sobre som e filmagem. O objetivo da oficina é passar aos participantes o conhecimento necessário para a realização de uma produção audiovisual. Desde o conhecimento básico sobre a câmera, a organização da produção, a filmagem e noções básicas edição do produto. A oficina será realizada com ensinamentos teóricos e exercícios práticos, estimulando a criatividade e interatividade aos participantes. 1.2. Metodologia Serão ministradas aulas presenciais. A metodologia aplicada vai mesclar a teoria com a prática, levando em perspectiva a experiência de profissionais locais, que possam trazer a relação do que pode ser adaptado para realidade local, em termos de técnicas e equipamentos. 2. Direção e roteiro 2.1. Objetivo Nesta oficina, a direção e o roteiro serão os componentes mais explorados. Oficina voltada, principalmente, para o ensino sobre direção e roteiro. O objetivo da oficina é passar aos participantes o conhecimento necessário para formação de diretores e roteirista, que darão suporte a criação de produtos audiovisuais de diversas categorias. Desde o conhecimento básico sobre conceitos de direção, preparação, importância da roteirização, noções de enquadramento fotográfico, luz, ambientes internos, externos e composição de cenário. A oficina será realizada com ensinamentos teóricos e exercícios práticos, estimulando a criatividade e interatividade aos participantes. 2.2. Metodologia As oficinas serão uma mescla de teoria e prática. Como serão dados dois conteúdos correlatos na mesma oficina: direção e roteiro. O conteúdo será sempre adaptado para explorar, quase que de forma simultânea, as características comuns e essenciais de cada uma dessas áreas. Serão produzidos estudos de caso sobre adaptações cinematográficas e audiovisuais de grandes obras da história do cinema, sem deixar de lado os premiados produtos audiovisuais do DF, em particular da cidade de Ceilândia - local de realização das oficinas. 3. Direção de fotografia 3.1. Objetivo O objetivo do curso de fotografia é desenvolver um olhar estético, artístico e crítico no campo da fotografia através de pesquisas temáticas, com recursos técnicos básicos, linguagem visual na produção fotográfica, noção de edição em laboratório digital e produção contextualizadas. Pensaremos a fotografia dentro do audiovisual. O diretor de fotografia leva para o público toda o contexto imaginado na pré-produção, através de técnicas como iluminação, lentes, filtros, movimentos de câmera, enquadramento, cor e exposição. 3.2. Metodologia A metodologia do curso inclui aulas expositivas e práticas, com data show, exibição de vídeos e visitas de profissionais nas aulas. Haverá também o momento de visita à exposição (1 por mês) e saídas fotográficas. Com a intenção de mediar conhecimentos básicos sobre histórico da fotografia, será apresentada a vida e obra de fotógrafos nacionais e internacionais. Buscando diariamente a análise crítica e técnica das obras fotográficas e auto avaliação dos trabalhos realizados no curso. Sempre vinculando os exercícios dos módulos ao tema trabalhado.. Ex: produzir um ensaio fotográfico sobre empreendedorismo ou um ensaio de moda com artigos de cooperativas de costureiras da comunidade; Orientar a criação e organização de portfólio virtual (CD ou DVD) e propor a criação de coletivos de fotografia formado por ex-alunos. 4. Produção cinematográfica 4.1. Objetivo Apresentar ao aluno o que faz um produtor audiovisual no mercado. Explicar as principais fases do processo de desenvolvimento do produto audiovisual. O objetivo é que os alunos aprendam a formatar projetos que possam, de fato, ser viabilizados. Aprendam como funciona um pitching, como deve ser a formatação e apresentação de um projetos, legislações básicas, elaboração de cronograma, orçamento, plano de financiamento e plano de negócios. 4.2. Metodologia Teremos uma etapa teórica para explicar conceitos e algumas legislações. Também teremos um bate papo com profissional do mercado para troca de conhecimentos sobre a áreas e ser ensinado como se deve agir em um pitching. A produção cinematográfica é bastante teórica mas vamos mesclar a teoria com a prática, pois a turma vai estar envolvida no projeto de produção de 02 curtas metragens e 01 documentário. Com produtos em linguagens diferentes, podemos explorar melhor as várias vertentes de uma produção audiovisual e explorar melhor seus desafios. 5. Captação de áudio 5.1. Objetivo O técnico de som é responsável pela captação dos ruídos e diálogos da produção. Sendo, junto com o diretor de fotografia, peça-chave para a construção da atmosfera pensada na pré-produção. Aqui, serão ensinadas as várias faces dessa parte da produção, como desenho de som, som direto, dramaturgia sonora, edição de som, ambientes, efeitos, foley e mixagem. 5.2. Metodologia A captação de áudio é bastante teórica, vamos mesclar a teoria com a prática, pois a turma vai estar envolvida no projeto de produção de 02 curtas metragens e 01 documentário. Com produtos em linguagens diferentes, podemos explorar melhor as várias vertentes da captação de áudio e seus desafios. 6. Direção de arte 6.1. Objetivo Diretor de Arte é o responsável por criar o conceito visual de um filme e orientar sua equipe para a execução desse projeto. A direção de arte abrange toda a parte estética do filme, desenvolvendo uma unidade visual para a narrativa e atuando em estreita parceria com a equipe de direção de fotografia. 7.2. Metodologia Serão exposto, como estudos de caso, processos criativos de filmes com diferentes estéticas, bem como suas possíveis fontes de referências. Propõe-se aos alunos um novo olhar sobre a obra audiovisual e sua construção, sobre a coerência entre as escolhas estéticas e narrativas e a funcionalidade da Direção de Arte.

Acessibilidade

Em atendimento a INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 12, DE 28 DE MAIO DE 2024, que publica entendimento sobre acessibilidade a pessoas com deficiência em projetos da Rouanet: 1. Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual 1.1. ACESSIBILIDADE FÍSICA. O local de realização, o Programa Jovem de Expressão, fica na Praça do Cidadão em Ceilândia Norte, e atende às prerrogativas da lei no quesito acessibilidade física, como: vagas em estacionamento reservadas e sinalizadas para idosos e portadores de necessidades especiais, rampas de acesso e banheiro adaptado PNE - Portadores de Necessidades Especiais. 1.2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO 1.2.1. DEFICIENTES AUDITIVOS. 1. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: ficará disponível profissional intérprete em libras, para atender alunos com necessidades especiais que possam vir a se inscrever. A informação estará disponível em material de divulgação e no formulário de inscrição. Item na planilha orçamentária: 17 - Intérprete de LIBRAS. 1.2.2. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL. 4. Realização de pelo menos uma oficina de duas horas de capacitação para equipe do projeto sobre um desses temas: - Descrição de fotos em redes sociais Item na planilha orçamentária: 28 - Oficineiro 1.2.3. Será permitida a captação de conteúdo, gravação em vídeo das aulas e a utilização do conteúdo será de livre acesso; 1.2.4. Todas as atividades do projeto serão gratuítas; 1.2.5. Todas as medidas de acessibilidade serão amplamente divulgadas no material de divulgação. 2. Curso/oficina/estágio 2.1. ACESSIBILIDADE FÍSICA. O local de realização, o Programa Jovem de Expressão, fica na Praça do Cidadão em Ceilândia Norte, e atende às prerrogativas da lei no quesito acessibilidade física, como: vagas em estacionamento reservadas e sinalizadas para idosos e portadores de necessidades especiais, rampas de acesso e banheiro adaptado PNE - Portadores de Necessidades Especiais. 2.2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO 2.2.1. DEFICIENTES AUDITIVOS. 1. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: ficará disponível profissional intérprete em libras, para atender alunos com necessidades especiais que possam vir a se inscrever. A informação estará disponível em material de divulgação e no formulário de inscrição. Item na planilha orçamentária: 30 - Intérprete de libras 2.2.2. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL. 4. Realização de pelo menos uma oficina de duas horas de capacitação para equipe do projeto sobre um desses temas: - Design acessível Item na planilha orçamentária: 28 - Oficineiro 2.2.3. Será permitida a captação de conteúdo, gravação em vídeo das aulas e a utilização do conteúdo será de livre acesso; 2.2.4. Todas as atividades do projeto serão gratuítas; 2.2.5. Todas as medidas de acessibilidade serão amplamente divulgadas no material de divulgação. 3. Vídeo 3.2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO 3.2.1. DEFICIENTES AUDITIVOS. 1. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: ficará disponível profissional intérprete em libras, para atender alunos com necessidades especiais que possam vir a se inscrever. A informação estará disponível em material de divulgação e no formulário de inscrição. Item na planilha orçamentária: 30 - Intérprete de libras 2. Legenda descritiva - Indica, em palavras, todas as informações sonoras do filme. Item na planilha orçamentária: 4 - Legenda descritiva3.2.2. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL. 1. Contratação de pessoa com deficiência para a equipe do projeto, considerando as acessibilidades oferecidas Item na planilha orçamentária: 11 - Coordenação dos monitores 3.2.3. Será permitida a captação de conteúdo, gravação em vídeo das aulas e a utilização do conteúdo será de livre acesso; 3.2.4. Todas as atividades do projeto serão gratuítas; 3.2.5. Todas as medidas de acessibilidade serão amplamente divulgadas no material de divulgação. 4. Curta Metragem (até 15') 4.2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO 4.2.1. DEFICIENTES AUDITIVOS. 1. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: ficará disponível profissional intérprete em libras, para atender alunos com necessidades especiais que possam vir a se inscrever. A informação estará disponível em material de divulgação e no formulário de inscrição. Item na planilha orçamentária: 23 - Intérprete de libras 2. Legenda descritiva - Indica, em palavras, todas as informações sonoras do filme. Item na planilha orçamentária: 4 - Legenda descritiva 4.2.2. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL. 1. Contratação de pessoa com deficiência para a equipe do projeto, considerando as acessibilidades oferecidasItem na planilha orçamentária: 11 - Coordenação dos monitores 4.2.3. Será permitida a captação de conteúdo, gravação em vídeo das aulas e a utilização do conteúdo será de livre acesso; 4.2.4. Todas as atividades do projeto serão gratuítas; 4.2.5. Todas as medidas de acessibilidade serão amplamente divulgadas no material de divulgação.

Democratização do acesso

1. Plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, de acordo com Art. 29. da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024. 1. Produtos cadastrados e quantidade de atendimentos: 1.1. Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual Serão 210 vagas. a) 100% (cem por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. 1.2. Curso / Oficina / Estágio Serão 960 vagas. a) 100% (cem por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. 2. Em complemento, adoção de medidas de ampliação do acesso, de acordo com Art. 30 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. 1.3. Curta Metragem (até 15') Produto audiovisual, que serão produzidos pelos alunos do curso, serão 02 curtas metragens, com previsão de visualçização de até 6.000 pessoas. Será publicado em canal público de vídeos e amplamente divulgado.a) 100% (cem por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. 2. Em complemento, adoção de medidas de ampliação do acesso, de acordo com Art. 30 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; 1.4. Vídeo Produto audiovisual, que será produzido por alunos do curso, será 01 documentário, com previsão de visualçização de até 3.000 pessoas.Será publicado em canal público de vídeos e amplamente divulgado.a) 100% (cem por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. 2. Em complemento, adoção de medidas de ampliação do acesso, de acordo com Art. 30 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

Atividades realizadas pelo proponente: Coordenadora Pedagógica- Natália Botelho Especialista em Políticas Públicas, Infância, Juventude e Diversidade e Pedagoga, ambas pela Universidade de Brasília (UnB). É Produtora Executiva na Rede Urbana de Ações Socioculturais (RUAS) e Programa Jovem de Expressão. Curriculo resumido 10 anos de experiência no Terceiro Setor, atuando em cargos de coordenação de comunicação, gestão de projetos e atualmente presidente da REDE URBANA DE AÇÕES SOCIOCULTURAIS. Projetos sociais focados em produções culturais e esportivas com foco na juventude da periferia. Atuação em projetos de empreendedorismo social, saúde, prevenção a violência e drogadição e projetos de empoderamento juvenil. 2. Coordenador do projeto - Antônio de Pádua Oliveira Sá Responsável pela coordenação geral do projeto, é um dos responsáveis legais da organização proponente: Instituto de Referência da Juventude. Entre suas atribuições, será o responsável por todas as decisões operacionais do projeto. Curriculo resumido Entre Fevereiro de 2018 e Junho de 2019, atuou na área de gestão e administração financeira de projetos culturais do Fundo de Apoio à Cultura/SECULT-DF, LIC e Lei Rouanet na produtora Desvio Produções como Produtora Assistente, tendo realizado acompanhamento de todo o processo financeiro de projetos como: Plano das Artes, Dragão Floresta Abundante, Prêmio de Arte Contemporânea Transborda Brasília, Ciclo de Formação Técnica em Exposições, bem como produção executiva dos espetáculos Mimosa, Merda!, Entre Quartos e Inquietações. Entre Fevereiro e Maio de 2019, foi produtora local e tutora do projeto Usina de Projetos Culturais. 3. Coordenação de Oficinas - Rayane Soares Curriculo resumido Rayane Soares, Pedagoga, especialista em Gestão de Projeto e integrante Programa Jovem de Expressão como Coordenadora, o projeto é localizado na Ceilândia-DF, onde vem atuando pelo asseguramento dos direitos da Juventude periférica. 4. Coordenadora de comunicação - Dayana da Silva Curriculo resumido Moradora da cidade de Ceilândia, 23 anos, Publicitária, estágio realizado na Empresa Brasil de Comunicação (EBC), colaboradora no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2011, participou do grupo cultural Cerrado Otaku e do projeto Fest Dance. Hoje sou Auxiliar de Comunicação no Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime e Repórter do Portal Ceilândia e Produtora do Festival Elemento em Movimento e Praça Ibero-Americana da Juventude.5. Coordenação dos monitores - Larissa Brenda Cordeiro (PCD) Curriculo resumido Experiência como assistente social, palestrante, educadora socioambiental, produtora cultural e consultoria de ESG. A sigla ESG significa sustentabilidade ambiental, social e governança corporativa. Graduada em Serviço Social pela UNB e cofundadora do Instituto Filhas das Terra. Na área de gestão cultural atua em atividades de comunicação, elaboração de projetos no setor público e provado.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.