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PRONAC 245215Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festa do Grito

LA GUADALUPANA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 724,5 mil
Aprovado
R$ 724,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-08-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Realizar o ensaio, montagem, temporada do espetáculo teatral Festa do Grito na cidade de São Paulo.

Sinopse

Uma atriz brasileira de origem mexicana é convidada para dar uma palestra sobre o México. Mas o filho pequeno, o ex-companheiro e a vizinha de baixo tornam a tarefa quase impossível. Comédia. 60 minutos. “Festa do Grito" é o nome que se dá a comemoração pela independência mexicana depois de séculos de dominação espanhola. Também é o nome de um solo escrito para Gisele Itié onde ela interpreta Gisele, atriz e mãe solo de uma menino super ativo. Insatisfeita com os papéis estereotipados que lhe oferecem na TV, mergulhada em dívidas e vendo sua condição financeira se deteriorar cada vez mais, ela aceita fazer uma apresentação sobre o México a pedido da embaixada brasileira. Ela tem exatamente uma hora para se preparar. Enquanto estuda o texto, se depara com uma personagem controversa, uma mulher indígena chamada La Maninche, peça chave na queda do Império Asteca. Gisele fica fascinada por ela e adentra a sua história. Em 1519, um navio espanhol aportou em Tabasco, na costa do golfo do México. Seus ocupantes, todos estrangeiros, receberam dos nativos diversos presentes de boas-vindas. Pães, frutas, aves, ouro e pedras semipreciosas foram entregues aos desconhecidos navegantes. Entre os regalos estavam 20 mulheres escravas. Elas deveriam preparar-lhes a comida e, claro, prestar outros favores que tornariam sua vida ali mais agradável. Inclusive sexuais. Entre as escravas, estava La Malinche. Fluente em maia e asteca, a moça serviu de intérprete para os estrangeiros e os ajudou na comunicação com os índios locais. Chegou a ter um filho com um dos europeus. O mestiço Martín é considerado o primeiro mexicano da história. Malinche, continua a ser considerada por muitos uma traidora, espécie de Judas de sua nação. Seu envolvimento, afinal, foi com Hernán Cortés, o homem que destruiu o Império Asteca e deu início ao extermínio do povo de sua própria amante. Por outros, no entanto, é dita como sendo a Eva Mexicana, o símbolo do temperamento, da alma e da forma de ser do que vai vir a ser o povo mexicano. Inspirada pela figura de Malinche, Gisele convida o público a fazer uma viagem no tempo-espaço para refletir sobre a colonização europeia e o papel da mulher nesse processo. Para isso ela visita pensadores como Octavio Paz e Laura Esquivel, traçando um paralelo bem humorado e poético entre Brasil e México, suas diferenças e semelhanças. Mas nessa “viagem”, Gisele é constantemente interrompida pelo mundo exterior. Seu filho, uma criança saudável, barulhenta e agitada, está sempre demandando sua atenção. O genitor, que ela se recusa a chamar pelo nome, não paga pensão e ainda a atormenta com telefonemas insistentes e ameaças judiciais. E para agravar ainda mais a sua situação, a vizinha de baixo quer expulsá-la do prédio devido ao barulho. Gisele se vê no meio de uma série de tarefas que precisa cumprir, como se estivesse numa gincana pela própria sobrevivência. Como dar conta de tudo? Será que conseguirá, diante de todos os desafios de ser uma mulher, mãe e profissional, dar o seu grito de independência?

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Realizar o ensaio, montagem, temporada e circulação do espetáculo teatral Festa do Grito na cidade de São Paulo, totalizando 24 apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar o ensaio, montagem, temporada espetáculo Festa do Grito na cidade de São Paulo em 24 apresentações; - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos; - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida; - Geração de emprego para cerca de 25 profissionais diretos e 40 indiretos.

Justificativa

Para os mexicanos, todas as festas populares lhes dão motivos para se reunirem, comemorarem, romperem com o tempo e com a tradicionalidade costumeira. No México, festejar é uma arte consumada até mesmo quando se encontra a morte. Graças às festas tradicionais e aos feriados [numerosos em seu calendário] o mexicano sai da clausura, participa, compartilha seu lado alegre e exterioriza valores que o permite existir sem suas máscaras. Qualquer semelhança com o Brasil, não é mera coincidência e sim resultado de um processo de invasão e violência, de ruptura e tradição, ambos frutos desse espírito indecifrável e ao mesmo tempo tão evidente que é a latinidade. No entanto, historicamente, o Brasil não se vê como latino. Alguns estudiosos atribuem isso às diferenças linguísticas e as especificidades da colonização portuguesa, mas sabemos que isso, embora seja uma parte da identificação, não representa sua totalidade. O fato é que o Brasil nunca olhou para os países latinos da mesma maneira que mirou nos países europeus e da América do Norte anglo-saxã. Muitos brasileiros só se dão conta que fazem parte da América Latina quando estão fora daqui. Longe de querer achar respostas fáceis para questões difíceis, "Festa do Grito" tem como um de seus fundamentos essa tentativa de uma maior aproximação entre as culturas, enaltecendo suas semelhanças e diferenças, para que possamos nos orgulhar de uma latinidade que também é nossa. Nosso objetivo é descolonizar nosso olhar através de um espetáculo teatral sobre uma mulher latina. Gisele, nossa personagem e nossa atriz, é mexicana e brasileira. Fala espanhol e português. É mãe e é profissional. Está em constante trânsito, tentando entender para que caminho deve seguir. É o retrato de várias mulheres de classe média que se vêem perdidas em um labirinto de solidão e desespero, enquanto precisam criar seus filhos para o mundo que as oprime diariamente. "Festa do Grito" é um solo que quer divertir, emocionar, e principalmente, resgatar um outro mito sobre a mulher latina. Nem a santa e nem a puta, nem a traidora ou a salvadora, e sim, uma mulher real, inteligente, complexa, angustiada, engraçada. Uma personagem na qual é possível se enxergar. Gisele, assim como a indígena Malinche, assim como tantas mães mexicanas e brasileiras, está tentando sobreviver. Precisa travar uma guerra contra um mar de opressões vindas do sistema judiciário, do condomínio, do próprio genitor de seu filho. Gisele é como todas nós que precisamos de uma injeção de coragem e desobediência que só o teatro pode dar. É por isso que a "Festa do Grito" é urgente. Sin perder la ternura jamás!

Especificação técnica

Para público acima de 16 anos. Aberto para todos os público, com destinação de 10% da bilheteria gratuita + 20% a preço popular se faz acessível a todas as classe sociais. Além disso o projeto pretende ter ingressos com valores diferenciados para favorecer o acesso amplo. Previsão de duração: 60 minutos

Acessibilidade

Para as ações de acessibilidade o espetáculo contará com 3 frentes: ESPETÁCULO TEATRAL (PRODUTO PRINCIPAL) 1) Acessibilidade física. O espetáculo ficará em cartaz em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Todos as apresentações contará com aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, com áudio descrição contendo descritivo de todo cenário, figurinos, personagens, indicações musicais e atos, de forma que o usuário poderá acompanhar todo o espetáculo com informações precisas sobre seu conteúdo. B) Para portadores de deficiência auditiva. Todas as apresentações contaram com aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, onde o surdo poderá optar pela forma que lhe for de condução que lhe for pertinente, podendo escolher entre libras ou legenda. Além disso, sempre será disponibilizados os acentos próximo ao palco para que possa ter mais facilidade na leitura labial, preferência comum para surtos oralizados. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as apresentações contará um produtor/instrutor devidamente capacitado para atendimento acessível. ENSAIO ABERTO E BATE PAPO (CONTRAPARTIDAS) 1) Acessibilidade física. As ações acontecerão em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Não será necessário tal acessibilidade uma vez que todo conteúdo será falado e portanto a leitura visual não se faz necessária. B) Para portadores de deficiência auditiva. Será disponibilizado aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, onde o surdo poderá optar pela forma que lhe for de condução que lhe for pertinente, podendo escolher entre libras ou legenda. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as ações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível. Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site de vendas, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro. Caso o deficiente não possua consigo um device, ou fones (para o caso de áudio descrição), será destinado tablets e fones de ouvido.

Democratização do acesso

Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções: Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 29, ofereceremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Podendo ser realizadas de acordo com os § 1º, 2º, além disso seguirá o § 3º referente a meia entrada, limitando os valores dos ingressos á média de R$ 250,00. Referente ao Artigo 30, realizaremos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizaremos portanto 1 ensaio aberto, para público ONGs, estudantes, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. Referente a contrapartida social, do Artigo 32, ofereceremos: § 1º - II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 1 palestra (bate papo) sobre criação artística e processos criativos com direção e elenco. O público será constituído de 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição ou no máximo 500 (quinhentos) beneficiários que serão alunos e professores da rede pública de ensino.

Ficha técnica

Autor: Michelle Ferreira Com: Giselle Itié Direção: Bruno Guida Cenário: Alejandro Huerta Assessoria de imprensa: Pombo Correio Produção Executiva: Camila Sheffer Direção de Produção: Dani Angelotti Currículos (MINI BIO) Giselle Itié (Atriz) Nascida no Mexico, Giselle possui uma longa carreira como atriz nos palcos, tv e cinema. Estudou em algumas academias de artes cênicas, entre elas: The Russian Academy of Theatre Arts Gitis em Moscou, Escola de Teatro Carmina em São Paulo. E estudou roteiro na conceituada New York Film Academy. Seu primeiro papel na televisão, como atriz, foi em 2001 na série "Os Maias", dirigida por Luiz Fernando Carvalho, na Tv Globo, onde trabalhou em mais de 10 novelas e séries. Trabalhou em séries como "Mandrake" na HBO e "Avassaladoras” na FOX, “Homens?” idealizado pelo Fabio Porchat para a Amazon. No cinema estreou em filmes como "Os Mercenários" ao lado do ator Sylvester Stallone. No Chile, o filme “Caleuche, O Chamado do Mar" de Jorge Olguin, “O Mistério da Estrada de Cintra” em Portugal entre outros. Nos palcos trabalhou em grandes produções como no espetáculo “Fuerza Bruta”(Argentina), criou e dirigiu a performance “SOROR”, levantando a bandeira da sororidade, no primeiro Prêmio Viva da revista Marie Claire. Itié ganhou vários prêmios por sua atuação, incluindo: Prêmio Contigo Brasil, atriz revelação, Prêmio Qualidade Brasil Melhor Atriz. E, em Chicago, o Prêmio Horizon da National Hispanic Foundation for the Arts. Bruno Guida (Diretor) Ator, diretor e tradutor, membro do Lincoln Center Director's Lab. Sua formação se deu no Teatro Escola Célia Helena, na École Philippe Gaulier, em Paris, e na Escola Russa de Artes - Escola de Teatro de Moscou (GITIS). Assinou a direção dos espetáculos: Bárbara, de Michelle Ferreira (indicado ao 9º Prêmio Bibi Ferreira, na categoria Melhor Direção); In Extremis, de Neil Bartlett; Blackbox, do coletivo P.L.U.T.O.; The Pillowman - O Homem Travesseiro, de Martin McDonagh, com Dagoberto Feliz; Avental Todo Sujo de Ovo, de Marcos Barbosa; Lady M, de Milton Morales; Ninho, de Marc Garcia Coté; Seis Atrizes, de Waldemar Neves, O Silêncio que Veio do Céu, de Felipe Sant’Angelo; e Match, baseado no texto Phoenix, de Scott Organ. Como ator, participou de mais de 20 montagens teatrais, e como tradutor, verteu obras do inglês, francês e espanhol. Dani Angelotti (Diretora de Produção) É produtora com mais de 20 anos de experiência na área de produção, atuando em diversas áreas culturais. Em 2010 criou a Cubo Produções, onde realizou nesse período mais de 150 produções nas diversas áreas culturais. É também sócia juntamente com Flávia Moraes na Roda Coletiva. Seus últimos trabalhos em teatro foram: “Pós-F”, texto de Fernanda Young, direção de Mika Lins (2020) |“Crioulos”, texto e direção de Caio d’Aguilar (2020), | “Tutankaton”, texto de Otávio Frias e direção de Mika Lins (2019) | “Soror”, texto de Luisa Micheletti e direção de Caco Ciocler (2019) | “Minha Vida em Marte”, texto de Monica Martelli e Direção de Suzana Garcia (2018/2019) | “Eu Sou Essa Outra”, texto de Carla Kinzo e direção de Vera Egito, além de mais de 30 espetáculos teatrais. Alejandro Huesrta – Cenógrafo Formado em Artes Cênicas pela Escola de Artes Dramáticas de Santiago (Chile), Alejandro sempre optou pela escrita e estética. Artista plástico, desenvolveu diversos cenários para espetáculos no Chile e Espanha. Em 1999 foi referenciado na Bienal de Barcelona pela sua exposição “7 formas de morir de amor”. Radicado no Brasil assinou cenários em eventos e publicidade para agências como Sol da Meia Noite, Planet Films, Content entre outros e teve suas obras expostas em centros culturais como “Centro Cultural Dragão do Mar”, “Biblioteca Mario de Andrade”, entre outros. Seus últimos cenários em espetáculos foram: “Pós-F “ de Fernanda Young, com Maria Ribeiro, Direção de Mika Lins; “Vox” texto e direção Máximo DÀngelo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.