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Documentário, média-metragem de 60 minutos, captação em 6k. Tema: a vida amorosa e sexual de senhoras e senhores acima de 70 anos. Por meio de declarações e depoimentos, visa mudar a concepção sobre a fase da vida que é envolvida em crenças que supõem que as pessoas mais velhas tem uma vida emocional e sexual pouco interessante. Contará a história de homens e mulheres que decidiram assumir a vontade de viver intensamente apesar de ter que se adaptar a quase dois anos de isolamento devido à pandemia.
Os anos de 2020 e 2021 bateram em cheio nessa faixa etária, física e, os que sobreviveram, quase nenhum escapou da sequela emocional que a pandemia causou. Muitos deles ficaram isolados, deixaram de estar socialmente ativos, muitos foram obrigados a se atualizar na área virtual para não morrerem de inanição. Nem todos conseguiram suportar. Há os rebeldes e rebelados. Há os que se deprimiram, há os que suportaram calados e há ainda os que suportaram a base de medicamentos. Entre os rebeldes estão os personagens do nosso documentário: Os que se recusaram a ser apenas "velhos inativos, invisíveis e com fobia social". Aqueles que descobriram o poder da intimidade depois de completarem seus 70, 80 ou 90 e aos que ativaram o poder da sensualidade e do sexodepois disso. Há um certo senso comum quando falamos de sexo após os 70 anos que é a fidelidade, a parceria fixa. Imaginamos que isso seja regra, mas em conversas já registradas, vemos que o sexo casual também é comum inclusive nessa idade, apesar de a maioria procurar a química sexual tantoquanto o compromisso emocional. Para não caracterizar “compromisso”, palavra que muitos fogem, principalmente os de sexo masculino, as mulheres tendem a desejar o compromisso, mas sem as obrigações de um casamento. Então preferem “namorar um só, mas paquerar vários”. Vamos encontrar personagens que entendem o sexo como um agrado com conversa sexy, talvez erótica ou brinquedos sexuais. De qualquer maneira tudo é diversão para quem se propõe a manter a vida sexual ativa, como alternativa travessa, brincalhona e excitante ao sexo quente, oque nem sempre é possível. O filme oferece uma visão interativa e reflexiva das experiências dessas pessoas, mostrando que o desejo, a paixão e a conexão emocional não conhecem limites de idade. Nossa equipe de produção irá usar como estratégia para encontrar os entrevistados, uma ação registrada, publicando um anúncio em telejornais (através de jornalistas parceiros) e classificados de jornais locais e redes sociais, buscando pessoas com mais de 70 anos dispostas a contar suas histórias: "PROCURA-SE voluntários acima de 70 anos que queiram contar experiências sobre AMOR E SEXO" Além desses relatos, "Histórias de Amor Maduro” também apresenta personagens como Cris Costa, psicóloga e ativista incansável, que luta pela educação sexual para idosos, quebrando barreiras e promovendo a aceitação da sexualidade na terceira idade.Cada personagem é uma peça vital desse quebra-cabeça, e contribui com sua experiência para desafiar as percepções da sociedade sobre o envelhecimento e a sexualidade. Através de suas histórias, o documentário irá revelar a beleza das relações humanas em uma fase da vida muitasvezes tratada como tabu. Ao acompanhar esses personagens cativantes, o público é convidado a uma jornada emocional, explorando não apenas a intimidade e a sexualidade na terceira idade, mas também a resiliência, a esperança e a alegria que podem ser encontradas em qualquer idade. "Histórias de Amor Maduro” desafia as normas sociais, celebra o amor em todas as suas formas e oferece uma visão enriquecedora e positiva sobre o envelhecimento e a sexualidade humana.
Objetivo Geral: Desmistificando um tema que e´ timidamente falado, queremos apresentar relatos reais de pessoas idosas, valentes e ativas sexualmente, como tambe´m, aquelas que esta~o redescobrindo o prazer e que, com mais de 70 anos, decidiram "no final da vida" viver um novo começo, e continuam desfrutando de uma vida sexual plena. Registrar histo´rias emocionantes, inspiradoras e reflexivas que nos mostram que o desejo e a intimidade na~o têm prazo de validade. Objetivos específicos: 1)Encontrar os personagens do documenta´rio. Essas pessoas devem ter necessariamente acima de 70 anos e ter uma vida sexual ativa. Esse encontro se dara´ por pesquisa em grupos de amigos, parentes de amigos, atrave´s de aplicativos de paquera e em academias de gina´stica. 2)Registar essa busca ja´ faz parte da narrativa. Personagem e pesquisador/diretora podem aparecer em cena. 3)Ao encontra´-los, acompanhar em alguma atividade dia´ria. Academia de gina´stica, encontro dançante (Empo´rio Trinta~o em Floriano´polis e´ uma casa noturna onde o pu´blico dessa idade frequenta), almoço em fami´lia ou ainda numa missa ou consulta me´dica. Tambe´m vamos em busca de um casal que esteja disposto a falar sobre o tema. 4)Fazer entrevista individual em um local mais intimista, microfonados, luz e som controlados, iluminaça~o suave, uma poltrona conforta´vel (cena´rio a ser estudado de acordo com cada personagem se necessa´rio). Nessas entrevistas/depoimentos eles va~o contar parte da sua vida atual, parte da sua histo´ria (aqui entram fotos e vi´deos de arquivo pessoal dos personagens) e sobre sua vida amorosa. Que me´todos utiliza para manter-se ativo(a). 5)O objetivo e´ realizar um documenta´rio alegre, despojado, falando de assuntos pouco vistos e ouvidos em outros ci´rculos fora da idade alvo. 6)De forma geral explorar a espontaneidade, despertando no espectador simpatia pelo tema e olhando com mais amorosidade para essa fase da vida.
Os pesquisadores da Universidade de Oxford e Coventry, no Reino Unido, descobriram que o sexo pode fazer bem ao cérebro. O estudo mostrou que, quanto maior a frequência das relações, maior a memória. E os benefícios não param por aí. Outro estudo, publicado no periódico científico "Journal of Health and Social Behavior", associou a prática sexual rotineira a uma redução no risco de hipertensão em mulheres da terceira idade. Uma das cenas icônicas da série "Grace and Frankie" é quando Grace (Jane Fonda) é questionada pela filha Mallory sobre como explicaria para seus filhos que a avó faz brinquedos sexuais para outras avós _ Grace, junto com a amiga Frankie (Lily Tomlin, 77), começaria a produzir vibradores para mulheres com artrite. A resposta veio de imediato: "Estamos fazendo coisas para pessoas como nós. Porque estamos cansadas de ser ignoradas por gente como você". A cena resume bem a invisibilidade por uma faixa da população que é constantemente ignorada. Amar ou desejar um corpo enrugado. Por meio de declarações e depoimentos o documentário visa mudar a concepção sobre a fase da vida que é envolvida em crenças supondo que as pessoas idosas têm uma vida emocional e sexual pouco interessante. As pessoas mais velhas têm nuances. Em geral, achamos que a velhice nivela todo mundo, bastou branquear o cabelo e todos viram anjos. Uma pesquisa feita pela American University, de Washington, sugere que mulheres com mais de 70, 80 ou até 90 anos desfrutam da melhor atividade sexual de suas vidas. Personagens: 3 mulheres e 3 homens acima de 70 anos a serem encontrados durante a pesquisa. Vale salientar que a busca não será por estado civil. Todos os perfis serão considerados, inclusive os que tem sexo casual, ou seja, sem parceiro(a) fixo(a), e os homoafetivos. Narrar histórias de como as pessoas idosas namoram, como ignoramos certos códigos, as necessidades não supridas, as frustrações e o aprendizado que se tira , ou não, de tais experiências. E, ainda, o desejo e a libido nessas senhoras e senhores que chegam na idade do despojamento e de não querem perder mais tempo para ser feliz. Atende ao Art 3º, parágrafo II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)
Estrutura (60 minutos): 1. Introdução (02:30 minutos): Abertura com fragmentos de trechos do casting: vídeo, áudio ou mensagem de texto dos voluntários se oferecendo para participar do documentário. Em seguida, uma breve contextualização utilizando frases dos depoimentos falando sobre o estigma da sexualidade na terceira idade. Imagens da interação da equipe e dos entrevistados durante as mensagens e respostas recebidas através dos anúncios em jornais e redes sociais. Também planos detalhes de expressões e gestos dos participantes. 2. Desafio dos Estigmas (15 minutos):• Aqui conheceremos nossos personagens e iremos explorar a particularidade de cada perfil e as suas experiências em relação aos estigmas sociais sobre a sexualidade. Utilizaremos trechos de entrevistas que revelem os desafios enfrentados pelos personagens em suas vidas amorosas e íntimas. 3. Redescobrindo a Intimidade (15 minutos):• Nesse momento aprofundaremos nas histórias dos entrevistados, mostrando como buscam ou encontraram o autoconhecimento e a intimidade após os 70 anos. Daremos ênfase a momentos marcantes, como as superações pessoais e pontos de inflexão, assim conseguiremos ilustrar a resiliência em busca de uma plenitude. 4. Educação e Ativismo (15 minutos):• Dedicaremos esse momento para ouvir de especialistas a importância do diálogo aberto sobre a sexualidade na terceira idade, proporcionando uma visão técnica e pedagógica sobre o tema. 5. Conclusão e Reflexão (10 minutos):• Agora iremos recapitular as principais histórias e lições aprendidas, focando na aceitação, vitalidade e na alegria de viver dos personagens. Vamos incluir uma breve reflexão sobre a importância de quebrar os estigmas e promover uma visão mais inclusiva e positiva sobre a sexualidade nesta idade. 6. Encerramento (02:30 minutos):• Para o encerramento, iremos deixar uma mensagem que destaque a importância de celebrar o corpo e a intimidade em todas as fases da vida, convidando aos espectadores a reflexão sobre suas próprias atitudes em relação ao tema, servindo de inspiração para uma mudança de mentalidade. Essa estrutura narrativa condensada de 60 minutos vai permitir uma exploração das histórias dos personagens, destacando os desafios, as superações e a resiliência, ao mesmo tempo em que promove uma mensagem positiva e inclusiva sobre a sexualidade na terceira idade.
De modo a garantir as contrapartidas que promovam a fruição de bens, produtos e serviços culturais para camadas da população excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição de pessoa com deficiência e atendendo ao plano e acessibilidade de modo que garanta o acesso de pessoas com deficiência intelectual, auditiva ou visual ao conteúdo do produto cultural aqui proposto, o PROJETO garante a exibição do produto cultural com todas os recursos de acessibilidade comunicacional (Libras, Legendagem descritiva, áudio descrição) em todas as suas exibições públicas. Vamos garantir o cumprimento das exibições com acessibilidade independente da empresa que porventura fará a distribuição do filme aqui proposto ou do local que porventura faça a exibição deste produto, eliminando assim os fatores que colocariam em risco o cumprimento desta medida.
Histórias de Amor Maduro é um projeto original voltado para Festivais de Cinema e Televisão, com um tema universal que atrai diversas gerações, incluindo adolescentes e adultos. Isso o torna conteúdo histórico e social, ampliando seu apelo de mercado. A estratégia de divulgação envolve engajamento desde a produção, com foco em redes sociais para aproveitar a difusão espontânea, mídia e boca-a-boca. O filme almeja ser selecionado em diversos festivais, incluindo FAM, FICBC, Festival de Gramado, e outros. Além disso, pretende-se negociar com canais de TV no Brasil, como CineBrasilTV, TV Brasil, Canal Futura, e redes nacionais como SBT, Record e Rede Globo. O crescimento do mercado de VOD oferece oportunidades de alcance global para a obra.
Direção, Produção e Coordenação: VANUSA ANGELITA FERLIN formou-se em Artes Cênicas pela PUC /PR e Teatro Guaíra onde também cursou a Escola de Danças Clássicas. Após vários espetáculos onde travou contato com inúmeros autores clássicos e modernos, bem como diretores renomados em Curitiba e Joinville, mudou-se para São Paulo onde cursou o Centro de Pesquisas Teatrais do SESC, ministrado por Antunes Filho. Dentro do Centro de Pesquisa Teatral estudou dramaturgia, cinema e participou do espetáculo “A Vereda da Salvação”. Fez muitas obras publicitárias e também algumas participações em novelas. Ao mudar-se para Buenos Aires, após o término da novela “Chiquititas”, em que atuou, dedica-se a escrever roteiros em parceria com seu marido, diretor de TV (Telefé Argentina). Ainda aprimora seus conhecimentos sobre TV, cinema e língua espanhola. Tem capacitação em Projetos Culturais e Captação de Recursos pela Lei Rouanet. Como roteirista e diretora, seu último trabalho foi “Meu Tio Que Me Disse”, selecionado em inúmeros Festivais e Mostras de Cinema, licenciado para a Mostra Nacional de Cinema do Sesc e CanalBrasilTv. Atualmente coordena a produção do documentário "Antigas Brincadeiras", selecionado em Edital Catarinense de Cinema -FCC e FSA e o Documentário “Anos Depois”, iniciativa privada. Direção de Fotografia: CRISTIAN DE CIANCIO, 48 anos, natural de Buenos Aires, mora no Brasil há 17 anos,cinegrafista desde os 18 anos na Argentina. Trabalhou nos canais de TV: TELEFE, Polka Produções de Adrián Suar,4Cabezas de Mário Pergolini (CQC Argentina), Endemol, Canal 13, Canal 9 e TV Pública. Filmou novelas em coprodução com Argentina-México-Brasil. Também trabalhou com os atores argentinos como Ricardo Darín, Norma Aleandro e Federico Luppi. Estudou teatro com Agustín Alezzo, o mais renomado diretor da Argentina. Participou de vários curta-metragens, entre eles, “El Diablo” que ganhou prêmio de Melhor Fotografia e Melhor Adaptação de Roteiro no festival internacional de Mar Del Plata. Diretor de Fotografia em “Clochard” de Maxi Gutierrez, com a participação de Jean Pierre Noher. Seus últimos trabalho de documentário são Série Vento Sul” em exibição em 248 emissoras Prodav-Tvs Públicas, “Pampa Hypertropical”, documentário de 52 min ainda inédito Prodav –TVs Públicas e Série “Trabalho Infantil” – inédito – para o Ministério do Trabalho/RS. Atualmente dirige o documentário "Antigas Brincadeiras", selecionado em Edital Catarinense de Cinema -FCC e FSA e o documentário “Anos Depois”. Edição, Câmera e Som: FELIPE MOURA DOS SANTOS, natural de Passo Fundo/RS, é Cinegrafista, Operador de Câmera, Editor de Imagem, Operador de áudio e também exerce outras funções operacionais. Tem ampla experiência em edição avançada com After Effects, Photoshop e Premiere. Durante anos foi Diretor de Imagens e Operador de Câmera na RBS TV de Passo Fundo/RS onde desenvolveu também suas aptidões em sonorização e finalização de vts e produção de comerciais para canais abertos. Tem qualificação como repórter cinematográfico pela Uniglobo – Rede Globo. É apto para captação de imagens utilizando camcorders e DSLR. Nos últimos anos, atendeu empresas como SENAR, IEA e outras empresas de EAD em todo o país, e também em grandes eventos corporativos, como editor e cinegrafista e operador de suíte em transmissões ao vivo. Direção de Som e Operação: ARTHUR MEDEIROS THIESEN é Bacharel em cinema pela Universidade Federal de Santa Catarina, com período de graduação sanduíche na Hochschule der Medien de Stuttgart. Realizou cursos livres na área de som direto e produção musical. Atua como técnico de som direto e editor de som nos mercados de publicidades, curtas e longas-metragens e séries. Técnico de som direto (segunda unidade) no reality “Nasce uma Rainha” Canal: Netflix - 2020 Segundo microfonista no longa “O Pai da Rita” de Joel Zito Araújo Produtora: Casa de Criação e Globofilmes; no reality show "Hyperdrive" Canal: Netflix; no documentário "São Mateus em Expansão"; no mini-doc "Anitta - Vem Patinar Comigo" Canal: Spotify; no longa "Ménage" de Luan Cardoso 2018; Microfonista na série “Spectros” - Canal: Netflix– 2019; na série "A Garota da Motocicleta" - Canal: Amazon e SBT; no longa argentino "Sueño Florianópolis" de Ana Katz– 2017; Técnico de som direto e editor de som no Longa Metragem "Caim e Abel" de Guilherme Pozzibon – 2017; no curta-metragem "O Depoimento de Ivo Zimmermann" de Rodrigo Araújo 2017 ; no longa-metragem documental "Marau Memória" de Lucas Coimbra– 2016 ; no Curta-Metragem "O Veredicto" de Gabriel Ornellas – 2016 (Seleção oficial do festival de Asiana 2016 - Coréia do sul, concorrendo na categoria de melhor curta internacional); no curta-metragem "Copos Vazios" de Lucas Coimbra – 2015; Editor e mixador de som no curta-metragem "O Ser Curioso" de Júlia Machado - 2014 (Menção honrosa na 13ª Mostra do Cinema Infantil de Florianópolis); Microfonista no curta-metragem "Nuvem" de Vanessa Sandre - 2013
PROJETO ARQUIVADO.