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PRONAC 245253Autorizada a captação total dos recursosMecenato

DOCUMENTÁRIO - ZEZÃO: A METAMORFOSE

FABIANO ANTONIO MOREIRA
Solicitado
R$ 1000,0 mil
Aprovado
R$ 1000,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-09-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto audiovisual "Zezão: a metamorfose" consiste na gravação e exibição de um média-metragem estilo documentário, que retrata a vida e obra de José Augusto Amaro Handa, conhecido como Zezão, um grafiteiro e artista plástico reconhecido internacionalmente e considerado um dos mais instigantes e admirados da contemporaneidade em sua área.

Sinopse

SINOPSE DO MÉDIA-METRAGEM Descubra a metamorfose de Zezão, o grafiteiro e artista plástico reconhecido internacionalmente que transformou a dor em arte nas entranhas de São Paulo. Este documentário revelador explora sua luta contra a depressão, sua resiliência nas ruas como motoboy skatista e sua transformação artística nos subterrâneos da cidade. Entre em espaços marginalizados e descubra como suas intervenções revitalizam não apenas muros, mas também vidas. Uma história inspiradora que une superação e o poder redentor da arte na vida de um dos mais importantes artistas de uma geração. Obs.: Foi acrescentado aos documentos anexados, um detalhamento mais aprofundado sobre o média-metragem e seu Argumento.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O objetivo central da obra audiovisual "documentário Zezão: a metamorfose" é produzir um média-metragem que mostra a transformação de uma pessoa anônima e marginalizada, que através da arte se tornou conhecida mundialmente, tendo um importante papel como precursor da arte de rua do país, retratando o impacto emocional e social que este artista gerou para as comunidades. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: · Produzir um média-metragem de 70 minutos, estilo documentário, intitulado "Zezão: a metamorfose"; · Realizar 14 exibições em espaços públicos, como CEUs, escolas, museus e outros semelhantes, alcançando um público total de cerca de 3500 pessoas.

Justificativa

José Augusto Amaro Handa, mais conhecido como Zezão, é considerado um dos artistas mais instigantes e admirados da contemporaneidade e seu grafite está presente em grandes cidades e em diversos continentes. Prestes a completar 30 anos de carreira, nunca teve a profundidade de sua vida abordada em um documentário. Nascido no bairro do Pari, no Brás, de vida pobre e trabalhando como motoby, Zezão foi no passado um homem com ideações suicidas e sobreviveu a uma severa depressão graças a arte. Ele vivia os agouros da vida nos buracos e galerias pluviais de São Paulo. Dentro desses ambientes inóspitos e marginalizados, surge a transformação de sua história, surge a criação de sua arte. Anos atrás no Brasil, os grafites não eram consumidos como arte, e por conseguinte, os grafiteiros viviam afastados do chamado "mundo cultural", eram desconsiderados pelo mercado de arte, e ignorados pelo circuito artístico de museus e das instituições voltadas para arte e cultura. Zezão ampliou de modo inusitado e radical a geografia urbana do grafite, intensificando os aspectos marginal e transgressor de sua atitude de artista. Levou sua expressão a lugares inimagináveis. Grafitou espaços absolutamente inóspitos ao convívio e, portanto, totalmente afastados do nosso olhar, nos subterrâneos da cidade. Com suas grafitagens invisíveis e inacessíveis, nas redes de esgoto, Zezão enfrentou risco de contaminação, revolucionou a chamada Street Art, propôs novos códigos de expressão visual e criou uma nova poética urbana. Desse modo, o grafiteiro "Come Lixo", como foi apelidado, tornou-se um dos artistas com maior prestígio no circuito das artes, e hoje, sua obra é amplamente admirada internacionalmente. O documentário faz referências ao movimento Hip Hop em São Paulo, à influência de artistas como Jean-Michel Basquiat e à resistência dos grafiteiros. Além disso, explora o contexto histórico e social do Brasil nas décadas de 1980 e 1990, destacando a evolução da arte de rua no país. Filmes de referência: "Abstract: The Art of Design _ Episódio Platon: Fotógrafo" (2017/Netflix), "Basquiat - Traços de Uma Vida (1996) e "Escada para o céu: A arte de Cai Guo-Qiang. No decorrer do documentário, Zezão é retratado como um artista que vai além dos limites físicos e sociais, transformando espaços degradados em obras de arte vibrantes e, ao fazer isso, revitaliza não apenas os lugares, mas também as vidas das pessoas que habitam esses espaços marginalizados. O documentário captura a essência do seu trabalho, destacando não apenas a estética de suas intervenções, mas também o impacto emocional e social que elas têm na comunidade. Por tudo aqui explanado, este projeto demonstra a grande importância de sua execução, frente à história que pode ser contada pela principal voz, a do próprio artista. Destacamos a necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste, enquadrando-o no Art. 1º da Lei 8313/91, nos incisos: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX. priorizar o produto cultural originário do País. Bem como alcançar os objetivos do Art. 3º da referida norma, abaixo listados: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

Título: “Zezão: a metamorfose” Formato: Média-metragem Minutagem: 70’ Gênero: Documentário Tema: O documentário explora a vida e obra de José Augusto Amaro Handa, conhecido como Zezão, um grafiteiro e artista plástico que ganhou reconhecimento internacional sendo considerado um dos mais instigantes e admirados da contemporaneidade. Segmento: o documentário se encaixa no segmento de filmes documentais, especialmente aqueles que exploram o poder da arte como meio de transformação pessoal e social. Sua abordagem única sobre o grafite e sua influência nas comunidades urbanas tornam-no atraente para um público diversificado.

Acessibilidade

Produto: MÉDIA-METRAGEM ACESSIBILIDADE FÍSICA · As exibições serão realizadas preferencialmente em locais com acessibilidade estrutural: rampas, transporte público próximo, lugares demarcados, etc. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL · Libras · Legendagem · Audiodescrição · Permissão da permanência de acompanhante nas exibições

Democratização do acesso

Com o média-metragem produzido, as exibições previstas nesta proposta serão executadas de forma gratuita ao público em geral, possibilitando a democratização de acesso. Em cumprimento ao Art. 30 da IN 11/2024, adotamos as medidas de ampliação de acesso: VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Está prevista a realização das exibições em locais periféricos da cidade de São Paulo, em escolas públicas e CEUs, com o intuito de atingir o público infantojuvenil. IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC; Será contemplada medida que promova a fruição de produtos culturais a camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais, como por exemplo, levando o documentário para ser assistido em uma unidade da Fundação Casa (Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente) ou no Centro de Ressocialização de Sumaré, ambos em São Paulo. Haverá a presença dos realizadores e do protagonista para um debate com os internos. Existe já uma relação da equipe do filme com diretores de presídios, da Secretaria de Administração Penitenciária, para viabilizar essa oportunidade.

Ficha técnica

O PROPONENTE ESTARÁ ENVOLVIDO EM TODOS OS PROCESSOS DECISÓRIOS DE REALIZAÇÃO DO PROJETO, PARTICIPANDO DAS REUNIÕES, ACOMPANHANDO A EXECUÇÃO, A ADMINISTRAÇÃO, FAZENDO AS CONTRATAÇÕES E APROVAÇÕES NECESSÁRIAS, REALIZANDO A PRESTAÇÃO DE CONTAS, ENTRE OUTRAS ATIVIDADES. FABIANO MOREIRA – Coordenação geral Trabalha há dez anos na execução de projetos culturais em São Paulo. Em 2004 iniciou carreira no teatro, na companhia Fábrica São Paulo, onde desenvolveu projetos de iluminação e direção de palco. Realizou projetos como o Música e Cena, levando música e teatro para os bares de São Paulo e, com o apoio do programa de ação cultural, o documentário Ensaio Aberto, uma série de programas em vídeo que traz o recorte sobre a produção teatral de grupos de São Paulo e do Brasil, os programas foram ao ar pelo canal Curta! e pela TVE de Porto Alegre. Foi responsável pelo registro videográfico da Mostra latino Americana de Teatro de Grupos e do projeto Teatro nos Parques (2009/2014). Como diretor de produção atuou em mais de 20 produções, entre eles “A Mãe” de Bertolt Brecht dirigido por Sérgio Audi em 2008, “Ensaio para um Espetáculo” - Realizado pelo núcleo 1 do Teatro Fábrica São Paulo com incentivo da lei de Fomento ao Teatro e “A Onça Castanha” do grupo Grial de Pernambuco durante a sua temporada em São Paulo. Em 2012, iniciou carreira de diretor com o espetáculo “Gálatas” que ficou em cartaz no teatro Grande Otelo e em 2014 dirigiu o espetáculo Éfeso | O Regresso ao Primeiro amor. Atualmente é coordenador de projetos da ACRIART e diretor artístico da Cia. Alvo de Teatro. MAXWELL POLIMANTI – Diretor cinematográfico Apaixonado pelas artes e pela fotografia, Maxwell Polimanti se interessou por esse universo ainda criança. Aos 12 anos de idade, teve a sua primeira experiência com uma câmera analógica que ganhou da tia. Fotografava tudo o que via pela frente até que fez alguns retratos da avó materna e do irmão de 4 anos. Aquilo o sensibilizou e, desde então, não parou mais. Conectar-se as pessoas por meio da fotografia é que o instiga e o faz buscar a alma, o sentimento e a verdade em cada vida retratada. Atualmente, mora em São Paulo e atua como diretor de filme, fotógrafo e editor em documentários, videoclipes e curta-metragens. Com trajetória de duas décadas dedicadas ao audiovisual na direção, cinematografia e montagem para documentários, filmes publicitários e institucionais, curta-metragens e videoclipes, um deles alcançou 237 milhões de visualizações no Youtube. Nos últimos anos, atuou em diferentes projetos especiais documentais para CNN Brasil, CGTN (China) e RecordTV. Reconhecido em cinco prêmios, dirigiu em 2020 o filme "Jornadas e Destinos" sobre as histórias de vida de profissionais do transporte, com exibições públicas no Unibes Cultural e MISS (Museu de Imagem e Som de Santos). Filmografia: "Jornadas e Destinos" (2019); "A Rua" (2019); "Brasil - Terra de Quem?" (2020); "Expedição Pantanal' (2020); "Má Influência" curta-metragem (2022); "O Vazio" curta-metragem (2022); "Redes nada sociais" curta-metragem (2022); “Mato Grosso do Sul – expoente do ecoturismo para o mundo” (2023). ADRIANA FARIAS - Roteirista Documentarista, escritora e jornalista reconhecida em 13 prêmios, como o internacional da Inter American Press Association e o Prêmio República. É formada pela PUC-SP, pós-graduada em Globalização e Cultura pela FESPSP e, atualmente, é aluna da pós-gradução em cinema documentário da FGV com coordenação do cineasta Eduardo Escorel. Ao longo de 15 anos, dedica sua jornada profissional a descobrir e contar histórias que inspiram e transformam vidas. Desenvolveu-se como repórter, produtora e editora em projetos especiais em veículos como TV Cultura, Folha de S.Paulo, Veja SP e RecordTV, veículo esse onde se envolveu e se apaixonou pelo campo documental. Em 2014, revelou a história da ex-modelo Loemy na Cracolândia que ganhou repercussão internacional e inspirou uma personagem de minissérie da TV Globo. Idealizou e produziu mais de 30 documentários e séries documentais para TV exibidos na CNN Brasil, CCTV (China), RecordTV, Band e RedeTV! Fez parte da equipe que formatou no país e produziu, de 2019 a 2022, os programas de documentários “Séries Originais” e “Sinais Vitais” da CNN Brasil. Em 2023, dirigiu e roteirizou o filme “Mato Grosso do Sul – expoente do ecoturismo para o mundo”, projeto em parceria com a Fundação de Turismo do Mato Grosso do Sul. Filmografia: "Pico da Neblina: Expedição na Amazônia Sagrada dos Yanomami" (2023); "Roubos Históricos" (2021); "Cuidados paliativos: a medicina que alivia a dor" (2021); "Bicheiros: jogo perigoso" (2022); "Médicos da Floresta" (2022); “Expedição Tapajós: os tesouros da Amazônia” (2022); "Brasil: Terra de Quem? Indígenas" (2020); "Pandemia: Rio em colapso" (2020); "O Futuro da Alimentação" (2020); "Cacau: escravidão no séc XXI" (2019). SHIRLEY BORDON - Mediadora Iniciou sua carreira como bailarina e coreógrafa. Aos 14 anos, escreveu, atuou e dirigiu sua primeira peça teatral. Em 1993 ingressou no TUMC onde produziu/atuou por 10 anos, participando de mais de 50 leituras dramáticas e peças teatrais. Em 1996, formou-se em Propaganda. Trabalhou por 3 anos como cantora. Durante mais de 10 anos, atuou em setores de planejamento de projetos, atendimento a clientes e gestão de pessoas. Desde o início da carreira desenvolveu atividades de produção e, em 2006, fundou a Cia. Bordon de Artes para elaboração de projetos e produção cultural, empresa em atuação até hoje. Em 2015, produziu o Mamão com Açúcar (programa para WebTV) e alguns outros pilotos. De 2016 a 2018, na Cia dos Ícones, realizou trabalhos como atriz, assistente de direção e de produção. Em 2019, na JJR Produções, desenvolveu peças como “Frozen” e “Baby Shark”. Em 2020, torna-se parceira da Acriart na elaboração e execução de projetos culturais e, no mesmo ano, também se associa ao setor carnavalesco. Em 2021/22 continua atuante em teatro e produções em vídeo, bem como trabalha como gestora, produtora, roteirista e criadora de projetos culturais em várias vertentes. LUCIANA RUGGIRO – Coordenação Administrativa Formada no curso de turismo pela Universidade Paulista (UNIP) e com cursos complementares nas áreas de recursos humanos e administrativos pelo SENAC foi supervisora administrativa do Teatro Fábrica São Paulo de 2006 a 2008 onde coordenou projetos como o Primavera Dança entre outros; foi coordenadora de eventos da LARRAT de 2010 a 2013; foi coordenadora administrativa dos documentários; Ensaio Aberto Brasil e Ensaio Aberto Fomento ao Teatro produzido com o apoio do ProAC. Ingressou na Cia. Alvo em 2014 onde desenvolve a coordenação e administração dos projetos incentivados da companhia, entre eles a circulação do Espetáculo Gálatas, a produção e temporada do espetáculo Éfeso – O Regresso ao Primeiro Amor no teatro MUBE, ambos com a direção de Fabiano Moreira e o Espetáculo Infantil Feijão e Maria com direção de Fernando Araújo. Atualmente coordena o projeto de Teatro para Surdos na EMBES Helen Keller. SARAH RODRIGUES LUSTOSA – Assistente Administrativa Formada em Farmácia pela Universidade Federal de Pernambuco, com experiência em gerenciamento de equipe em controle de qualidade na Hebron, Industria Química e Farmacêutica. Inglês avançado e espanhol intermediário. Atuou durante 2 anos na coordenação do Grupo Juntos, que é formado por familiares de pessoas com deficiência. Atualmente, está na área comercial e administrativa da ACRIART, Associação Cristã de Artistas, captando recursos e organizando eventos. CLAUDIA VIRI DE OLIVEIRA – Contador Contadora com 18 anos de experiência em gestão financeira e prestação de contas de projetos culturais e sociais. Mais de 50 projetos culturais foram realizados sob sua responsabilidade sendo 3 no ProAC ICMS e 38 projetos de Lei Rouanet, incluindo planos anuais. Atualmente presta serviços autônomos em gestão financeira e prestação de contas de projetos culturais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.