| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 09373678000194 | ENERGETICA SUAPE II S.A. | 1900-01-01 | R$ 460,0 mil |
| 52815131000120 | ITAU-BBA TRADING S/A | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
A presente proposta propõe a realização da exposição "Seja o que Deus Quiser" com obras da fotógrafa Dani Tranchesi e crônicas de Diógenes Moura.
Nem ancestralidade, nem fundamento se apagam com normas do universo politicamente correto. Nem no primeiro, nem no terceiro, nem no último dos mundos. Por mais que os humanos pensem, continuaremos seguindo em direção ao abismo do que já fomos, do que somos, do que seremos. As imagens da série Seja o que Deus Quiser, da fotógrafa Dani Tranchesi, dizem sobre esse assunto. Foram realizadas na Feira de São Joaquim, também conhecida como Água de Meninos, em Salvador, na Bahia, em um galpão onde animais estão à venda para, sobretudo, serem sacrificados nas oferendas para os orixás. Trata-se de um lugar assustador, barulhento, febril, comandado por um homem que vende o que os clientes pedem, muitos deles pais e mães de santo. É um mistério, com nome e sobrenome, que um lugar como aquele, em pleno século XXI, continue aberto ao público. Mas é justamente esse mistério que faz com que o grito e a dor do mundo contemporâneo sejam cada dia mais incompreensíveis. A natureza humana e a natureza animal à serviço da natureza do invisível: nada mais frágil e violento, ao mesmo tempo. Assim como somos cada um de nós. Diógenes Moura
Objetivo Geral O projeto Seja o Que Deus Quiser é um retrato do Brasil visto por dentro. Reúne imagens da fotógrafa Dani Tranchesi e crônicas do escritor e curador de fotografia Diógenes Moura. Fotografia e literatura juntas, para mostrar um país onde os estados e seu povo, juntos, criam uma história quase inalcançável, repleta de emoção e abismo, violência e paixão, religiosidade e abandono. Objetivo Especifico Realizar uma exposição fotográfica com cerca de 150 obras da artista Dani Tranchesi. Apresentar crônicas e realizar uma instalação do escritor e curador Diógenes Moura. Realizar um catálogo da mostra. Realizar um bate papo com a artista e o curador.
É exatamente dentro desse roteiro que o projeto Seja o Que Deus Quiser se desenrola. Para falar de um outro que somos nós mesmos. Para falar sobre arte e religiosidade, essa grandeza sem fim que vence todas as barreiras da precariedade para que todas as celebrações sejam realizadas: do Boi de Mina ao Maracatu de Baque Solto; da festa de Santa Bárbara/Iansã à Festa do Divino; da miscigenação do povo que circula entre os estados e municípios, com seu idioma particular, verdadeiro e ancestral ao apelo de fé onde multidões que se comovem diante de uma celebração onde se encontram deuses, orixás e outras entidades do invisível. Seja o Que Deus Quiser percorre desde pequenos municípios, suas identidades e memórias, até grandes centros, metrópoles incansáveis, a solidão do homem, a festa da natureza da terra, o retrato dos filhos desse solo onde cada estado é um país. A partir desse pensamento, imagem e literatura revelam detalhes preciosos de um Brasil possível e impossível, ao mesmo tempo, grandioso e precário, que busca, um dia após o outro, um jeito de estar vivo para contar uma história ímpar, repleta de imaginação e desafios, um quase milagre pelas respostas a perguntas fundamentais: o que somos, de onde viemos, para onde vamos? Ainda de acordo com o apresentado as atividades propostas no projeto se enquadram ao Art. 1° da Lei 8313 de dezembro de 1991 conforme segue: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° E para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, em cujo favor serão captados e canalizados os recursos, o projeto se enquadra: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
O proponente será remunerado nas rubricas de direção geral e coordenação administrativa do projeto. Toda a receita gerada com a venda de ingressos é destinada ao Museu onde será realizada a exposição.
CATÁLOGO:TIRAGEM 1.000 EXEMPLARESFORMATO MIOLO FECHADO 23 X 30 CMFORMATO MIOLO ABERTO 46 X 30 CMFORMATO CAPA ABERTA: 84 X 30 CM [INCLUINDO ORELHAS]PAPEL CAPA DUO DESIGN 350 GPAPEL MIOLO COUCHÊ MATTE 150 GIMPRESSÃO CAPA 04 X 01 CORESIMPRESSÃO MIOLO 04 X 04 CORES EXPOSIÇÃO: A exposição será realizada em uma grande instituição de São Paulo pelo período de 3 meses, o espaço estará aberto ao público de terça a domingo das 10h00 as 18h00.
PRODUTO: EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: A exposição será realizada em um museu que atenda as normas de acessibilidade requeridas pela Lei nº 13.146/2015, ou seja possui cadeiras de roda, rampas de acesso, elevadores e sanitários especiais. DEFICIENTES AUDITIVOS:A mostra prevê, em seu projeto educativo o serviço de visitas em libras para pessoas com deficiência auditiva e de fala. DEFICIENTES VISUAIS: Está previsto a impressão de todos os textos da exposição e legendas das obras em braile e em fonte aumentada e com alto contraste para pessoas com visibilidade reduzida. DEFICIENTES INTELECTUAIS: O projeto contará com o Programa Singular Plural, desenvolvido e voltado ao atendimento de pessoas com: Deficiência intelectual; Deficiência neuro-motora e Transtornos mentais, através de atendimento e visitas com monitores especializados. PRODUTO: CATÁLOGO ACESSIBILIDADE FÍSICA: NÃO SE APLICA DEFICIENTES AUDITIVOS: NÃO SE APLICA DEFICIENTES VISUAIS: Será aplicado no catálogo uma etiqueta QR Code com código também em braile que direcionará o público ao site do evento onde os textos do catálogo e da exposição serão disponibilizados na versão "texto digital falado" através de programas de computador disponíveis no site. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: As atividade de contrpartida social, serão realizadas no espaço expositivo, desse modo, contarão com as mesmas normas de acessibilidade requeridas pela Lei nº 13.146/2015, ou seja possui cadeiras de roda, rampas de acesso, elevadores e sanitários especiais. DEFICIENTES AUDITIVOS:As atividades contarão com tradução em libras para pessoas com deficiência auditiva. DEFICIENTES VISUAIS: Está previsto a impressão de todos os textos da exposição e legendas das obras em braile e em fonte aumentada e com alto contraste para pessoas com visibilidade reduzida. DEFICIENTES INTELECTUAIS: O projeto contará com o Programa Singular Plural, desenvolvido e voltado ao atendimento de pessoas com: Deficiência intelectual; Deficiência neuro-motora e Transtornos mentais, através de atendimento e visitas com monitores especializados.
EXPOSIÇÃO: Atendendo ao artigo 20 da Instrução Normativa nº 2 de 2019 a exposição será apresentada em museus que pratiquem preços populares e ofereça entrada franca para todo o público em um dia da semana. A mostra terá como púbico alvo alunos das escolas públicas, privadas, cursos superiores e tecnicos de arte e afins, assim como professores, pesquisadores e público em geral. Atendendo Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; O projeto prevê, o registro videográfico e fotográfico da exposição e sua disponibilização nas redes sociais e no site do artista. CATÁLOGO: Os catálogos terão sua distribuição gratuita.
Cristiane Santos (proponente) O proponente será remunerado nas rubricas de direção geral e coordenação administrativa do projeto. O proponente efetuará a gestão do projeto, sendo responsável pela direção geral e pela coordenação administrativa, incluindo o acompanhando de todas as tomadas decisórias do projeto. Formada em administração de empresas atua desde 1992 na área cultural. Entre 1992 e 1999 foi produtora de eventos na Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. De 1999 a 2007 esteve à frente da coordenação de produção Da OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Nos anos subsequentes assumiu a coordenação de produção do Projeto Guri e da Companhia Brasileira de Ópera. Entre 2009 e 2012 foi coordenadora de Produção do Museu Afro Brasil. Em 2013 assumiu a Direção de Produção do Theatro Municipal de São Paulo, estando a frente da produção de diversas óperas, além dos concertos Sinfônicos da OSM, OER e do Balé da Cidade. Desde 2016 se dedica a direção executiva da Cantabile Produções de Eventos atuando na coordenação e produção de diversos eventos, dentre eles: Exposição “Mães no Imaginário da Arte” no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, Exposição “Bará” do artista Gustavo Nazareno no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, Exposição Sidney Amaral “Viver até o fim o que me cabe” no Sesc Belenzinho e Jundiaí. Exposição “Flávio de Carvalho Experimental” no SESC Pompéia. Produção executiva do Festival SESC de Música de Câmara 2022, realizado em diversas unidades do SESC SP, Produção executiva do Concerto Comemorativo dos 60 anos da FAPESP” - Sala São Paulo Exposição “Arqueologia Amorosa de São Paulo” e “Padre Jesuíno do Monte Carmelo” no Museu Afro Brasil. Coordenação de produção da exposição “Era uma vez o Moderno” no Centro Cultural da FIESP em SP. Produção executiva da exposição “Terra em Transe” no Museu Afro Brasil (PRÊMIO APCA DE MELHOR EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA 2021); Produção executiva da exposição “Ô Culpa” – Rodrigo Koraicho – Centro Cultural TCU em Brasília, “Hans Silvester – Vale do Rio OMO” - Pinacoteca Fórum das Artes em Botucatu, “Marcelo D´Salete – Uma História Negra em Quadrinhos” - SESC Araraquara. “O Amor e o Tempo – Romero de Andrade Lima – São Paulo:(FIESP SP – SESI Campinas, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos, SESI José do Rio Preto). Produção executiva da exposição “Yutaka Toyota, O Ritmo do Espaço” – MAM RIO, Rio de Janeiro; FAAP, São Paulo (PRÊMIO APCA DE MELHOR EXPOSIÇÃO RETROSPECTIVA 2018); Museu Nacional da República, Brasília e Museu Oscar Niemeyer, Curitiba. Produção executiva da exposição “Theodor Preising – São Paulo: Sinfonia de uma Metrópole (FIESP SP, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos, SESI José do Rio Preto) e “Liam Porisse – Perigosos Encantos” no SESI Ribeirão Preto. Produção executiva da exposição “PretAtitude - Insurgências, Emergências e Afirmações na Arte Afro Brasileira Contemporânea” – SESC Ribeirão Preto, SESC São Carlos, SESC Vila Mariana e SESC Santos. Exposição “João Câmara – vida e obra de um artista brasileiro” – MEPE – Museu do Estado de Pernambuco e no Museu Afro Brasil em São Paulo. Exposição “Barroco Ardente e Sincrético Luso Afrobrasileiro” – Museu Afro Brasil e SESC Santos. Regiane Rykovsky Formada em Artes Plásticas pela Universidade Mackenzie, SP e em Expertise em Obra de Arte no IESA, Paris. Em 1997 foi coordenadora de exposições internacionais na Pinacoteca de São Paulo, entre 1999 e 2001 trabalhou na União Latina, Paris.Em 2001/2003 trabalha na editora de arte Ars Latina, Paris. De 2003 a 2009 funda a Divinas Peças e realiza diversos trabalhos com comunidades de artesãos pelo Brasil. De 2010 a 2012 foi coordenadora de projetos no Museu Afro Brasil. De 2012 a 2014 foi diretora executiva do IAC. Em 2014 e 2015 foi diretora do departamento cultural da L3PS. Entre 2015 e 2017, presta serviços como produtora executiva para a Base7 Projetos Culturais onde produziu inúmeras exposições entre elas “Cícero Dias: um percurso poético” - CCBB DF, CCBB SP e CCBB RJ. Desde agosto de 2017 se dedica inteiramente ao departamento cultural da L3PS, onde produz asexposições Yutaka Toyota (MAM Rio e FAAP SP), Sinfonia de uma Metrópole (FIESP SP), PRETATITUDE (SESC Ribeirão Preto, SESC São Carlos). Dani Tranchesi - artista Dani Tranchesi trabalha entre o limite do que lhe pertence e do que pertence ao ‘outro', entre o que pode ser considerado comum e o que chamamos de inusitado. Sua pesquisa imagética é sempre um caminho para descobertas e experimentações: dos recursos formais da fotografia digital às sobreposições, colagens, achatamentos, recortes, suas imagens estão sempre diante de uma busca incessante para entender o limite entre “ver” e “enxergar”. Em 2022 realizou a exposição Mirabilandia, com curadoria de Diogenes moura onde explora o universo lúdico e único dos parques de diversões brasileiros. Seu projeto 3 é 5 mostra o dia a dia das feiras públicas em São Paulo, do ponto de vista do trabalhador; a grande ópera pública que é a montagem, o fluxo dos fregueses, a desmontagem e o “idioma” utilizado pelos feirantes. Esse trabalho segue o percurso de pesquisa da fotógrafa, que teve início em 2019, ao lado do escritor, curador e editor Diógenes Moura, com exposição e lançamento do livro (Vento Leste Editora) no Estúdio 41 em São Paulo, em agosto de 2021, na galeria Nara Roesler no Rio de janeiro em fevereiro de 2022 e no metro República em São Paulo durante os meses de maio e junho de 2022. Em julho de 2021 fez parte do grupo de 30 fotógrafos que representaram o Brasil no Les Encontres de La Photographie, em Arles, na França, dentro do projeto Rituais Fotográficos – Rituais de Resistência, realizado pelo Iandé Photographie e Photo Doc, de Paris. A partir de setembro de 2021 esteve presente na exposição coletiva TERRA EM TRANSE, realizada no Museu Afro Brasil. LINDO SONHO DELIRANTE, projeto realizado entre 2019 e 2020, teve exposição e lançamento do livro homônimo na Galeria Estação e reúne imagens produzidas em São Paulo e na Ilha do Marajó, entre 2018 e 2019. Trata de humanidades ao reunir o homem urbano, com seus dias entre a fuligem e o asfalto e os habitantes das águas doces, sempre dispostos a contar as estrelas. Diógenes Moura - curador Diógenes Moura é escritor, curador de fotografia, roteirista e editor. Nasceu em Recife, Pernambuco. Morou durante 17 anos em Salvador, Bahia. Premiado no Brasil e exterior, acaba de publicar MINHOCÃO, seu novo livro de contos (Editora Noir). Em 2022 foi semifinalista do Prêmio Oceanos 2022, com o romance Vazão 10.8 - A Última Gota de Morfina, publicado pela Vento Leste Editora. Nesse mesmo ano recebeu o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) pela pesquisa e curadoria da exposição Terra em Transe, realizada no Museu Afro Brasil, entre setembro de 2021 e fevereiro de 2022. Entre 1998 e 2013 foi curador de fotografia de Pinacoteca do Estado de São Paulo onde realizou pesquisas, palestras e reflexões sobre a profunda relação entre imagem e literatura. Durante esse período editou cerca de 100 publicações sobre o assunto. Sempre com a profunda ligação entre imagem e literatura, é curador de exposições definitivas no Brasil e exterior: Estranhamento (Boris Kossoy, Museu da Fotografia Fortaleza, 2022); Terra em Transe (Coletiva com 70 artistas, Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, 2021/2022 e Museu de Arte Contemporânea Dragão do Mar, 2018/2019); Visões de um Poema Sujo (Márcio Vasconcelos, Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, 2017); Operação Condor (João Pina, Les Rencontres d’Arles, 2017, Paço das Artes, São Paulo, 2014/MAM Rio de Janeiro, 2015); A Arte da Lembrança – A Saudade na Fotografia Brasileira (Coletiva com 35 artistas, Itaú Cultural, São Paulo, 2015) Quem Sou Eu? (Acervo Museu da Pessoa, Sesc Vila Mariana, São Paulo, 2015); Retumbante Natureza Humanizada (Luiz Braga, Sesc Pinheiros, São Paulo, 2014); Butterflies and Zebras (Mario Cravo Neto, estação Pinacoteca, 2013); Superfície (Andy Warhol, Museu da Imagem e do Som, São Paulo, 2012). Entre 2000 e 2014 recebeu cinco prêmios APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) como curador e em 2011 como autor do melhor livro de contos com Ficção Interrompida – Uma Caixa de Curtas (Ateliê Editorial) Diógenes Moura vive em São Paulo, nos Campos Elíseos, desde 1989. Escreve sobre existência, imagem, abismo e abandono.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.