| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 612,9 mil |
Montagem e apresentação teatral do espetáculo musical "Haddad e Borghi: cantam o teatro, livres em cena", celebrando a existencia e trajetória de Amir Haddad e Renato Borghi e suas grandes contribuições para o teatro, os costumes e a sociedade brasileira. Roteiro de Débora Duboc e Élcio Nogueira.
O espetáculo é um encontro para discorrer sobre a vida, o teatro, as trajetórias e os “Brasis”. Tudo o que fizeram e realizaram será rememorado, comemorado e festejado, em cena, com as luxuosas atuações de Amir Haddad e Renato Borghi. Completando o elenco, Débora Duboc (que assinará o roteiro juntamente com Élcio Nogueira) dará vida a diversas personagens da dramaturgia “haddad-borghiana”, com ênfase a tudo o que esses dois mestres significam para a vida pública brasileira e para o teatro.
OBJETIVO GERAL: - Homenagear, de forma livre e afetuosa, dois grandes talentos que fazem parte da história do teatro moderno brasileiro: Amir Haddad e Renato Borghi. - Oferecer ao público a experiência única de participar de um espetáculo com dois mestres das artes cênicas no palco. - Através de uma viagem musical, tratar de assuntos como: teatro, arte, cultura, pensamento e Brasil. - Reafirmar o potencial do teatro enquanto segmento artístico presencial, arrebatando o público pela potência e identificação. - Contribuir para ampliação do acesso da população aos bens e serviços culturais, apoiando a produção e a expressão cultural e fortalecendo a economia criativa e desenvolvimento do país. OBJETIVO ESPECÍFICO: - Realizar 12 apresentações na cidade do Rio de Janeiro. - Realizar 9 apresentações na cidade de São Paulo - Realizar 3 apresentações na cidade: Belém - Realizar 3 apresentações na cidade: São Luis - Realizar 3 apresentações na cidade: Brasília Total de 30 apresentações entre temporada e circulação. AÇÃO SOCIAL: - Como Ação social, realização de uma palestra gratuita em cada cidade da turnê, após a apresentação do espetáculo, com a participação de parte da equipe do espetáculo, sobre o processo de encenação da peça. Esta atividade contará com tradução em Libras.
Amigos, colegas e parceiros profissionais, Amir Haddad e Renato Borghi, fundaram, junto com Zé Celso, em 1958, a companhia Teatro Oficina. Renato e Amir começaram os caminhos artísticos juntos. quando dividiam os bancos da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo - USP. Tinham uma identidade em comum, inquietações. Neste período, havia um grupo que se sentava junto nas salas para conversar sobre outras coisas e não prestar atenção nas aulas: Zé Celso, Renato Borghi e Amir Haddad. No terceiro ano da faculdade, Renato Borghi convidou Amir para dirigir a peça "Cândida", de George Bernard Shaw, no auditório do Colégio São Bento. Eram jovens talentosos e a montagem deu certo, com vários elogios. Foram chamados para outros lugares e seguiram caminhando, com a paixão pelo teatro que floresceu por meio do desinteresse no curso de Direito. Essa foi a origem do grupo Oficina. Nesse início, Zé fazia os textos, Amir dirigia e Renato atuava. Mais tarde, começaram a montar pequenas peças nas casas de algumas pessoas em São Paulo, num esquema que chamavam de teatro a domicílio - em troca de um bom lanche. O trio que mexeu e ainda mexe com o que há de mais contemporâneo nos palcos, agora segue em dupla. Renato atuando, levando a palavra e a potência da dramaturgia, através do Teatro Promíscuo, para todo o Brasil. E Amir quebrando a quarta parede e indo além das coxias para mostrar a força do seu Tá Na Rua. Amir e Renato continuam sendo as mais modernas, contemporâneas e comunicativas referências para o teatro nacional e internacional e termos esse registro através da Lei de Incentivo à Cultura - Lei nº 3.813 - Lei Rouanet é a melhor maneira de viabilizar a execução desse valiosíssimo acervo cultural imaterial.
Medidas preventivas adotadas quanto ao impacto ambiental: - Não impressão de filipetas, cartazes ou programa, priorizando a produção de material virtual. - Utilização de material reciclado na execução de cenário (sempre que possível). - Utilização de material reciclado na execução de figurinos (sempre que possível). - Utilização de pilhas recarregáveis nos equipamentos eletrônicos da peça, reduzindo assim a produção de lixo eletrônico.
Ingressos a R$ 150,00 e R$ 75,00. Censura Livre.
PRODUTO: ESPETÁCULO MUSICAL DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO - Os teatros escolhidos para as apresentações do espetáculo deverão, necessariamente, ser equipados com rampas de acesso, e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia, atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”.detalhar quais serão as medidas adotadas. Item do orçamento: Locação de teatro ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilizaremos fones de ouvido com a audiodescrição do espetáculo para os deficientes visuais em uma sessão no Rio de Janeiro e o QRCode em todas as demais sessões, todas devidamente informadas no material de divulgação. Item orçamentário - audiodescrição e locação de equipamentos ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Ofereceremos um tradutor de linguagem em libras em 8 sessões da peça: Duas no Rio de Janeiro e uma em cada cidade da turnê, todas devidamente informadas no material de divulgação. Item orçamentário - Intérpretes em libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Assistência pessoal para conduzir o espectador até o seu local na plateia e reserva de lugares (com acompanhante) nos corredores, perto da saída de emergência; atendimento preferencial, priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração. Item orçamentário - Monitor PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os teatros serão devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia e de seu acompanhante. Item do orçamento: Locação de teatro ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Também ofereceremos um tradutor de linguagem em libras nas duas palestras oferecidas na contrapartida social que ocorrerão na cidade do Rio de janeiro, após o espetáculo, para o público presente, correspondendo a 10% previsto no plano de distribuição, devidamente informadas no material de divulgação. Item do orçamento: Intérpretes de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Assistência pessoal para conduzir o participante das palestras até o seu local na plateia. Item do orçamento: Monitores ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Por se tratar de palestras com apenas falas, não vimos a necessidade da audiodescrição, mas o palestrante mencionará como estará situado no palco. O monitor também conduzirá o espectador até seu local na plateia, assegurando a reserva de lugar no corredor, perto da saída de emergência; igualmente priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração. Item do orçamento: Monitores Dessa forma, atenderemos as regras básicas dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146 de 6 de julho de 2015, art. 46 do Decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999 e do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, a fim de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência.
A fim de alcançar um público heterogêneo, advindo de diversas regiões da cidade, de variadas condições socioeconômicas e diferentes níveis educacionais, disponibilizaremos conforme plano de distribuição: Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. V – 50% dos ingressos comercializados a valores de R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia entrada) E atendendo a IN nº 11 de 30 de janeiro de 2024: Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; - Realização gratuita de 1 ensaio aberto na cidade do Rio de Janeiro, como ação de democratização de acesso.
Idealização e direção: Eduardo Barata Produtor e jornalista, atua no mercado de produção teatral e comunicação cultural há mais de três décadas. Acumula mais de 50 peças produzidas e em torno de 1.000 espetáculos assessorados para a imprensa. Presidente da Associação dos Produtores de Teatro (APTR), diretor da Barata Produções e vencedor do prêmio FAZ DIFERENÇA, na categoria Segundo Caderno / Teatro / O Globo e do CARIOCA NOTA 10, da Veja Rio. Atua no mercado de produção teatral e comunicação cultural há mais de três décadas. Texto e atriz: Debora Duboc Nascida em Ribeirão Preto (SP) em 1965, formou-se em artes cênicas pela Universidade de Campinas – UNICAMP. Tem vasta experiência em teatro e participação em peças de Shakespeare, Tchecov e Arthur Schnitzler. É sócia da produtora de teatro e cinema Olhar Imaginário. Sua estreia nas telas se deu no curta Ano novo (1999), de Marcos Katudjian. Logo em seguida, fez Através da janela (2000), de Tata Amaral. No ano seguinte, protagonizou Latitude zero, de Toni Venturi, pelo qual foi escolhia melhor atriz no festival de cinema brasileiro de Miami e no festival de cinema de Kiev, na Ucrânia. Ator: Amir Haddad Reconhecido internacionalmente, desenvolve uma série de atividades didáticas nas artes cênicas, como oficinas, seminários e cursos. Torna-se um diretor único por sua capacidade de transitar entre o teatro tradicional e as produções populares. Amir é um mestre: ator, professor e diretor teatral. Ele fundou os influentes grupos "Oficina" e "Tá Na Rua", que são pilares do teatro contemporâneo brasileiro. Ator: Renato Borghi É um ator e autor brasileiro. Um dos principais integrantes do Teatro Oficina, intérprete vigoroso de papéis marcantes, nos quais sabe introjetar com equilíbrio irreverência e sarcasmo, num estilo todo particular.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.