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O projeto de itinerância da exposição "50 ANOS MAFRO: DIÁLOGOS AFROCENTRADOS (Título Provisório)" percorrerá três estados, sendo uma oportunidade inédita de apresentar aos públicos de diversas partes do país coleções de arte sacras afro-brasileira.
Produto Exposição de Arte Itinerância da exposição “50 ANOS MAFRO: DIÁLOGOS AFROCENTRADOS (Título Provisório)” O programa compreende um processo continuado de produção da itinerância, considerando as montagens e desmontagens nos três municípios. A exposição terão 4 módulos: 1o. Módulo: Arte Sacra A proposta curatorial é realizar uma exposição que valorize as coleções como Arte Sacra, o apresentando com a dignidade característica dessa arte, seguindo os mistérios e critérios internos do axé, no que diz respeito aos limites do que pode ou não ser exposto em exibições públicas. Um dos objetivos das exposições é provocar diálogos contemporâneos com diversas Comunidades de Terreiros, produtores de Arte Sacra Afro-Brasileira, artistas visuais, outras coleções de Artes Sacra Afro- Brasileira e o público em geral. Os elementos principais desse módulo serão os objetos sacros da Coleção Estácio de Lima. 2o. Módulo: Repressões e Violências Em contraponto ao Primeiro Módulo, serão apresentados documentos e imagens que possibilitem recompor o processo de perseguição aos terreiros e o ambiente do antigo Museu Estácio de Lima, evidenciando o absurdo da inclusão desse Acervo religioso Afro brasileiro em espaço expográfico marcado pelo discurso sobre anomalia, criminalidade e corrupção ocorrido ao longo dos últimos anos. Na Bahia comporão o módulo: a Delegacia de Jogos e Costumes; o Museu Antropológico Estácio de Lima – Fragmentos de Imagens e documentos; Notas de jornais; Depoimentos de povo de santo sobre violências do passado e contemporâneas. Na itinerância – Rio de Janeiro, São Luiz do Maranhão e Belém, esse módulo será complementado com acervos locais relacionadas a processos de violência a terreiros, ampliando a participação com a realidade e personagens da cultura local. 3o. Módulo: Territórios Originais e Resistentes Em contraponto ao universo de violências, esse módulo objetiva abordar processos de resistências protagonizados pelas comunidades, através de documentos, objetos e fotografias, relacionadas a esses territórios: Terreiro da Barroquinha; Sociedade Protetora dos Desvalidos; Irmandade do Rosário dos Pretos; Casa do Babalaô Domingos Sodré; Federação do Culto Afro-Brasileiro e Academia de Mestre Pastinha, localizados em diversas regiões do Brasil. Nesse módulo também serão apresentados objetos do acervo do Museu Afro-Brasileiro da UFBA, relacionados a terreiros da cidade, sobretudo os que sofreram alguma violência, além de peças doadas por outras casas por ocasião de sua inauguração. Na itinerância esse módulo deverá ser composto por objetos locais, a partir de diálogos com casas que tenham memória dessas violências, apresentando pequenos relatos e identificando objetos de Arte Sacra que as casas gostariam de expor. 4o. Módulo: Produtores Contemporâneos Nesse módulo terá lugar a apresentação de produção contemporânea de Arte Sacra Afro-Brasileira, seja tradicional, à venda em mercados e ateliês, ou produção contemporânea realizada por artistas visuais. Tours VirtuaisOs tours virtuais serão filmados nos locais das itinerâncias ou em outras locações que sejam relacionadas ao assunto central da exposição, assim como poderão contar com inserções de imagens de obras, documentos, depoimentos relativos à exposição, de acordo com as decisões conceituais propostas. Conversas de galeriaO projeto reúne pensadores, artistas e curadores na sala de exposições durante o evento de abertura para dialogar sobre temas relacionados com a mostra em cartaz e questões ligadas à arte e ao pensamento contemporâneo. Rodas de conversaSerão realizadas rodas de conversa com foco em mulheres de terreiros da Bahia, Pará e Rio de Janeiro. Produto Contrapartida Social Visitas Mediadas EducativasSerão formadas equipes para realização das visitas mediadas educativas com apoio de consultoria especializada para treinamento, desenvolvimento de atividades e identificação de material pedagógico, além da contratação de dois educadores durante três meses para cada exposição.
Objetivos gerais 50 ANOS MAFRO: DIÁLOGOS AFROCENTRADOS (Título Provisório) é um projeto cultural que tem como um de seus principais objetivos proporcionar reflexões sobre a importância do respeito à diversidade, da tolerância e da liberdade como valores e princípios éticos fundamentais do ser humano através de uma exposição que terá como eixo principal o acervo afro-religioso do antigo Museu Antropológico Estácio de Lima, armazenado e doado em 2022 ao Museu Afro-Brasileiro da Universidade Federal da Bahia (MAFRO) e que contém obras de artistas brasileiros, como: Agnaldo dos Santos, Hélio de Souza Oliveira, Rubem Valetim, Wellington Ferreiro, Moisés Patrício, José Adário, Pierre Verger, Mãe Detinha, Edsoleda, Nádia Taquary e Ayrson Heráclito, para citar alguns. Com a sua origem relacionada a processos de violência do Estado Brasileiro materializados em perseguições e invasões de casas religiosas das comunidades de Terreiro, com a destruição e subtração de objetos religiosos, essas obras, valorizadas como Arte Sacra, passaram a formar e a compor as coleções do MAFRO e do Museu Antropológico Estácio de Lima. A exposição irá ocorrer em 3 cidades de 3 regiões diferentes: Salvador (Região Nordeste), Belém (Região Norte) e Rio de Janeiro (Região Sudeste). Objetivos específicos Produto Exposição de Arte Itinerância da exposição "50 ANOS MAFRO: DIÁLOGOS AFROCENTRADOS (Título Provisório)" por 03 municípios: Salvador (MA), Belém (PA) e Rio de Janeiro (RJ);03 tours virtuais, 01 para cada exposição da itinerância; 03 Conversas de galeria, 01 para cada exposição da itinerância; e 03 rodas de conversaSerá realizada 01 roda de conversa por cidade com foco em mulheres de terreiros. Produto Contrapartida Social Visitas Mediadas Educativas Serão realizadas, ao menos, 48 visitas educativas mediadas por cidade com participação de alunos da rede pública de ensino, comunidades de terreiros e outros grupos diversos.
O Instituto Odeon é uma associação privada de caráter cultural sem fins lucrativos que tem como missão promover a cidadania e o desenvolvimento socioeducacional com a realização de projetos culturais. Os seus pilares são oriundos da ampliação de sua origem, a Odeon Companhia Teatral, criada em 1998 por Carlos Gradim e Yara Novaes. Em 2012, o Instituto foi qualificado como Organização Social (OS), reafirmando suas bases conceituais e artísticas. Com a qualificação, a associação expande sua atuação para todas as áreas da produção cultural, incluindo a gestão de equipamentos culturais, consultorias em gestão, produção e realização de projetos culturais e programação de atividades. Entre 2012 e 2020, o Instituto Odeon atuou na gestão do Museu de Arte do Rio, e esteve à frente da implementação de processos conceituais e gerenciais do equipamento. Durante os 8 anos como gestor do MAR, o Odeon desenvolveu o Planejamento Estratégico, Plano de Comunicação, Site, Reserva Técnica, Plano Museológico, Política de Acervo, Política de Gestão de Risco e toda a concepção das linhas curatoriais para o Programa Expositivo e para o Programa de Acervo. Além disso, desenvolveu a Escola do Olhar, modelo de Educação Museal referência no Brasil. A partir de 2021 o Odeon assumiu a correalização do Museu, ao lado da nova gestora, OEI Brasil (Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação) até início de 2024. Desde 2022, o Instituto Odeon é gestor do Museu da Diversidade Sexual do estado de São Paulo. A execução da gestão do equipamento iniciou com a reformulação conceitual e estratégica, reposicionamento de marca, branding, proposição, implementação e desenvolvimento da sua Programação Expositiva, incluindo sua Exposição de longa duração, pensando em requalificar o Museu dentro das novas estratégias de gestão museal. Neste projeto, o Instituto também realizou, em 2023, a requalificação física do Museu, gerindo a obra de ampliação da sede, que inclui além de obras civis, instalações elétricas, hidráulicas, projetos especiais, ar-condicionado e museografia. Ainda na atuação de gestão de equipamento, o Odeon trabalha como gestor operacional do Memorial às Vítimas do Holocausto, localizado no estado do Rio de Janeiro, desde maio de 2023. O Instituto aprovou o primeiro Plano Anual do equipamento, e vem atuando na reformulação de suas ações educativas, propondo exposições temporárias para ativação e criação de público, e revisitando suas estratégias de gestão, comunicação e desenvolvimento de público. O Instituto Odeon também atuou na gestão do Theatro Municipal de São Paulo, entre 2017 e 2020, um dos equipamentos culturais mais importantes do Brasil, que conta com três unidades: o Teatro em si, prédio centenário tombado pelas 3 esferas públicas e considerado um dos palcos mais importantes do Brasil e com obra lírica de relevância e reconhecimento mundial; a Praça das Artes, complexo artístico inaugurado em 2012, que funciona como uma extensão do Theatro Municipal e conta com 28,500m² de área construída; e a Central Técnica, área de guarda e produção de cenários, adereços e figurinos, tendo em seu acervo diversos figurinos históricos. Projetos como o Circuito Municipal de Cultura e o Festival Internacional de Teatro, ambos em Belo Horizonte, são realizações do Odeon em parceria com a Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte que promovem a difusão, acessibilidade e fomento à cultura na capital mineira. Em Belo Horizonte, onde o Instituto foi criado, são mais de 20 anos de atuação do Odeon e de seu fundador e presidente, Carlos Gradim, no desenvolvimento de projetos culturais em parceria com o poder público, como Valores e Minas, Plug Minas e Circuito Cultural Praça da Liberdade. Além da Gestão de Projetos Culturais, o Instituto Odeon é realizador de diversos projetos autorais nas artes cênicas, com mais de 40 peças já produzidas, além de cinema, programação e eventos culturais. Destaca-se, ao longo dessas duas décadas, as importantes parcerias formalizadas pelo Instituto, característica de uma instituição que entende que o fazer artístico e social se desenvolve através de compartilhamentos e parcerias. Alguns parceiros que se destacam são: SERVAS Minas Gerais, Oi Futuro, BNDES, Instituto Cultural Vale, Grupo Globo, Rede Sesc, Itaú Cultural, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Universidade Federal do Rio de Janeiro, entre tantos outros importantes fazedores e apoiadores da cultura no Brasil.
TODAS AS PEÇAS DE DIVULGAÇÃO CONTARÃO COM A LOGOMARCA DA LEI DE INCENTIVO, DO MINC E DO GOVERNO FEDERAL, CONFORME MANUAL DE APLICAÇÃO. Sobre a remuneração do proponente - Diretor geral, captação de recursos e produção executiva O Instituto Odeon, associação sem fins lucrativos ou econômicos, executa o serviço de coordenação, produção executiva e captação de recursos deste projeto, desde seu planejamento, desenvolvimento das ações, monitoramento e prestação de contas
Produto Exposição de Arte Itinerância da exposição Formato: Presencial Estimativa de Público: 6.000 por cidade, sendo o total 12.000 3 itinerâncias em 3 cidades Conversas de Galeria Formato: Presencial Estimativa de Público: 100 por cidade, sendo o total 300 3 Conversas de Galeria Rodas de Conversa Formato: Presencial Estimativa de Público: 40 por cidade, sendo 120 no total 3 Rodas de Conversa Produto Contrapartida Social Visitas Mediadas Educativas Formato: Presencial Estimativa de Público: Média de 15 pessoas por visita, totalizando 2.260 pessoas. 48 visitas mediadas educativas, sendo 12 com apoio especial em libras, por cidade. Totalizando 144 visitas mediadas educativas.
Produto Exposição de Arte ACESSIBILIDADE FÍSICA - Arquitetônica: Os quesitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira para pessoas com deficiência, que abordam o conceito de desenho universal que abrange diferentes públicos, deverão estar previstos nas instituições selecionadas para as itinerâncias. Contudo, compreendendo as limitações impostas à alguns edifícios, em especial os patrimonializados, o projeto contará com a previsão para complementação de mobiliário que auxilie na acessibilidade física dos visitantes às exposições. Item da planilha orçamentária: REPAROS E MANUTENÇÃO ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Para as exposições, será disponibilizada a audiodescrição da exposição e de 05 obras da exposição. Estas serão acessíveis via QR Code para sistemas Android ou IOS, a partir do apoio de monitor ou poste presente nas exposições. Item da planilha orçamentária: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Durante as rodas de conversa, será disponibilizado apoio especial em libras para as pessoas surdas. Item da planilha orçamentária: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL E AUDITIVA: Os tour virtuais serão divulgados no website e redes sociais do Instituto Odeon serão condizentes com o disposto no art. 17 da Lei nº 10.098/000 e no art. 9° da convenção sobre Direitos das Pessoas com Deficiência Deficiência, com implementação de recursos de audiodescrição, legendagem ou janela em libras. Item da planilha orçamentária: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Serão disponibilizados 3 horários para mediação com apoio especial à pessoa com deficiência intelectual, sendo 1 horário para cada cidade. Item da planilha orçamentária: Mediador Produto Contrapartida Social ACESSIBILIDADE FÍSICA - Arquitetônica: Os quesitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira para pessoas com deficiência, que abordam o conceito de desenho universal que abrange diferentes públicos, deverão estar previstos nas instituições selecionadas para as itinerâncias. Contudo, compreendendo as limitações impostas à alguns edifícios, em especial os patrimonializados, o projeto contará com a previsão para complementação de mobiliário que auxilie na acessibilidade física dos visitantes às exposições. Item da planilha orçamentária: REPARO E MANUTENÇÃO ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Serão disponibilizadas ao menos 12 visitas educativas, com apoio especial em libras para pessoas surdas, em cada cidade. Item da planilha orçamentária: MATERIAL SENSÍVEL
Em atendimento aos incisos III e V, do art. 30 da Instrução Normativa nº 11, de 30 de janeiro de 2024 do Ministério da Cultura: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Serão realizadas 03 exposições itinerantes, uma em cada cidade proposta, gratuitas à população, além 03 tours virtuais para cada exposição.
Carlos Gradim [Função Diretor Artístico - Item orçamentário:Diretor artistico CARLOS GRADIM iniciou sua carreira artística como ator de teatro. Fundou a Odeon Companhia Teatral em 1996 e, com mais de 25 anos de carreira, já assinou a direção e coordenação de mais de 20 espetáculos teatrais, tendo conquistado prêmios como o COPASA/SINPARC com Horácio (2013) e o Prêmio Sesc de Melhor Diretor com Amor e Restos Humanos (2001). Logo cedo Gradim descobriu seu talento para produzir e empreender. Suas experiências elevaram seu grau de conhecimento na área. Como publicitário, ator, diretor e realizador cultural, Carlos Gradim promove ações culturais junto aos diversos setores da sociedade assumindo importantes funções em grandes instituições de Minas Gerais, como a coordenação da Escola de Teatro – CEFAR / Palácio das Artes – Fundação Clóvis Salgado; e em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, encarregou-se da gerência executiva do Circuito Cultural da Praça da Liberdade e também do programa Plug Minas; além de assumir a coordenação e produção de diversos espetáculos e festivais de teatro, como o FIT-BH e o Festival Internacional de Arte Negra. Em 2012, à frente do Instituto Odeon, Gradim ganhou a licitação para gerenciar o Museu de Arte do Rio - MAR no Rio de Janeiro, e ocupou o cargo de Diretor Presidente da instituição até dezembro de 2020. Hoje, o Odeon é correalizador das atividades do museu. Em 2022, o Instituto Odeon retorna às atividades na capital mineira e, sob a direção de Gradim, assume a gestão do Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte - FIT BH e do Circuito Municipal de Cultura - CMC. Roberta Kfuri [Diretora de Operações e Finanças - Item orçamentário: Coordenação do projeto] ROBERTA KFURI é formada em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, atuou como Consultora no Governo Federal, Secretaria Nacional de Assistência Social – SEAS/MPAS, entre 2000 a 2002, na implantação e monitoramento do Programa de Atendimento a Família, e na Assessoria Parlamentar, na elaboração de Projetos de Emendas Parlamentares e articulação com gestores Municipais e Estaduais. Em 2003, vai para a Secretaria Municipal de Trabalho do Rio de Janeiro, prestando consultoria na elaboração de programas de inserção no mercado de trabalho voltados para população em situação de risco social. Ainda em 2003 é nomeada assessora na Secretaria Municipal de Assistência Social, atuando na gestão de projetos sociais das 10 Coordenadorias Regionais, na assessoria do Conselho Municipal de Assistência Social, e no grupo de assessoria técnica do gabinete do secretário. Em julho de 2004, assumiu interinamente a Secretaria Especial da Terceira Idade, com responsabilidade de execução desta política setorial. Em janeiro de 2005 retornou a Secretaria Municipal de Assistência Social, na assessoria técnica do gabinete, permanecendo até dezembro de 2008. Neste período foi membro do Conselho Municipal de Assistência Social, presidente e vice-presidente, e compôs o Comitê Gestor da Agenda Social PAN/RIO 2007. Em 2009, assume a Gerência Executiva do Programa Estruturador do Governo do Estado de Minas Gerais, Poupança Jovem, atuando na gestão técnica e orçamentária do Programa que atendia mais de milhares de jovens estudantes do Ensino Médio de 09 Municípios de Minas Gerais, coordenado mais de 500 profissionais envolvidos com as ações do Programa nos Municípios, em parceria com Prefeituras e de contratos com Organizações Sociais. Em 2012, assumiu a Gerência de Operações do Museu de Arte do Rio, estando sob sua responsabilidade todos os processos operacionais do Museu, bem como contribuindo nos processos administrativos e financeiros do Instituto Odeon. Em 2017 acumula ainda a Gerência de Produção. Emilia Paiva [Diretora Executiva Item orçamentário:Custos Administrativos] EMILIA PAIVA é formada em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, mestre em Planejamento Urbano pela University of Pennsylvania, EUA e doutora em Geografia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Já atuou como Gerente do Programa de Educação Patrimonial pela Fundação Vale, também foi Coordenadora do Núcleo de Entregas e Empreendedores Públicos e Vice-Presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas Gerais.De 2015 a 2022 foi membra do Conselho de Administração do Instituto Odeon, nesse período o Instituto era responsável pela gestão do Museu de Arte do Rio - MAR (2012-2021), do Theatro Municipal de São Paulo (2017-2020) e do Museu da Diversidade Sexual (a partir de 2022). Em 2023, assume a Direção Executiva do Museu da Diversidade Sexual de São Paulo (MDS), equipamento do Governo do Estado de São Paulo gerido pelo Instituto Odeon, por meio do contrato de gestão celebrado com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa. Márcia do Rego [Produtora Executiva Item orçamentário:Produtor executivo] Formada em Publicidade e Propaganda e com MBA pela FGV em Bens Culturais: Cultura, Economia e Gestão. Tem carreira desenvolvida na área artística e cultural, com 20 anos de experiência, atua na liderança de equipes, gestão de coordenação e produção de eventos, planejando, elaborando e executando projetos e produtos culturais, seguindo critérios artísticos, sociais e econômicos. Há 10 anos no Rio, atua como coordenadora e produtora em diversas áreas culturais, produz curta metragens, eventos, shows com apresentações artísticas, espetáculos teatrais e exposições. Samira Ávila Thiess [Especialista em Políticas Culturais Item orçamentário:Custos Administrativos] Bacharelado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo - Uni- Bh, Belo Horizonte (2001); Mestrado (Pós-Graduação Stricto Sensu) na pós-graduação da Escolas De Belas Artes Da UFMG - Linha De Pesquisa: Políticas Públicas Culturais – Conclusão prevista para 2023. Possui especialização (Pós-Graduação Lato Sensu) em Gestão, Elaboração E Avaliação De Projetos Sociais Em Áreas Urbanas pela Faculdade De Filosofia e Ciências Humana – FAFICH –UFMG (2017). Possui atuação como Diretora Executiva Programa Valores De Minas– Servas (Serviço Social Autônomo – Governo De Minas) De jan. 2005 a dez. 2013 Diretora Executiva e Diretora Artística do programa de arte educação e cidadania Valores de Minas (2010 - 2013). Diretora De Projetos Estratégicos / Plugminas – Instituto Cultural Sérgio Magnani (3º Setor) De Dez. 2013 a fev. 2016 Responsável pela gestão executiva e operacional da política pública de juventude e educação do Governo de Minas intitulada PlugMinas – Centro de Formação e Experimentação Digital, política gerida por meio de Termo de Parceria entre Gov. do Estado e OSCIP (Terceiro Setor). Gestora responsável pela execução do Termo de Parceria entre a OSCIP e o Governo do Estado de Minas Gerais (Secretaria de Estado de Educação). Curadora Do Festival De Verão Da Universidade Federal De Minas Gerais Edições 2020 e 2021 Responsável, em conjunto com a Diretoria de Ações Culturais da UFMG - o órgão da Reitoria que propõe e executa as políticas de cultura estabelecidas pela UFMG - pela curadoria da programação artística e cultural do Festival de Verão da UFMG. Felipe Amado [Produtor Item orçamentário: Custos Administrativos] Possui graduação em Administração Pública pela Escola de Governo da Fundação João Pinheiro e especialização em Gestão e Política Cultural pela Universidade de Girona (Espanha). Além disso, possui especialização em Gestão de Negócios pela Universidade Federal de Minas Gerais e pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou entre 2013 e 2020 como Superintendente de Fomento Cultural e Economia Criativa da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais. Desde junho de 2020, como socio-fundador da Taal Gestão e Cultura atua como gestor cultural assessorando diversos eventos e projetos culturais incentivados. Alexa Mesquita [Produtora Item orçamentário: Custos Administrativos] Possui graduação em Ciência Política, pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e em Processos Gerenciais pela Anhanguera. Além disso, está cursando a especialização (MBA) em Gestão de Processos pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Atuou entre 2020 e 2022 como Coordenadora de Projetos na Conexão Gestão Pública, elaborando, por exemplo, Planos de Ações para acompanhamento de metas e indicadores para avaliação interna e externa. Desde 2022, atua no Instituto Odeon com o acompanhamento das ações pactuadas nas metas dos projetos vinculados às leis de incentivo do Instituto, bem como no assessoramento de diversas ações e processos de trabalho. Marcelo Cunha [Curador Item orçamentário:Curador] Marcelo Nascimento Bernardo da Cunha, Museólogo, Mestre em Ciência da Informação, Doutor em História Social, Pós-Doutor em Museologia. Professor Associado IV no Departamento de Museologia da Universidade Federal da Bahia; Professor do Programa de Pós-Graduação em Museologia – PPGMUSEU; Professor do Programa Multidisciplinar em Estudos Étnicos e Africanos – POSAFRO; Professor convidado do Programa de Estudos Pós-Graduados em Museologia, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa – Portugal. Coordenador do Museu Afro-Brasileiro da Universidade Federal da Bahia (1997 – 2001 / 2006 – 2011 / 2018 – atual); Membro da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura – CNIC, no segmento cultural Patrimônio Cultural e Museus e Memória, no biênio 2019-2020, como 2º. Suplente. Membro do Comitê Local (Bahia) do Fórum Nacional em Defesa do Patrimônio. Membro do Comitê Memória, Museus e Patrimônios Culturais, Artísticos e Científicos daANDIFES. Curador e co-curador de exposições museológicas relacionadas a culturas africanas e afro-brasileiras. Autor de artigos (publicados em periódicos nacionais e internacionais), livros e capítulos de livros. Parecerista ad-hoc e membro de conselho editorial em periódicos nacionais relacionados à área de cultura e museologia. Orientador de projetos de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado relacionados a culturas africanas e afro-brasileiras. Criador e Editor chefe da Revista Africanidades: A Revista do Mafro https://periodicos.ufba.br/index.php/afConsultor para projetos museológicos na área de Documentação e Expografia.Conferencista em encontros nacionais e internacionais, no Brasil e exterior.Curador do Museu Digital do Barro de Maragogipinho - https://museudobarro.digital Marcelo Campos[Curador Item orçamentário: CURADOR] Marcelo Campos nasceu, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Professor Associado do Departamento de Teoria e História da Arte do Instituto de Artes da UERJ. Curador Chefe do Museu de Arte do Rio. Doutor em Artes Visuais pelo PPGAV da Escola de Belas Artes/ UFRJ. Desenvolveu tese de doutorado sobre o conceito de brasilidade na arte contemporânea. Possui textos publicados sobre arte brasileira em periódicos, livros e catálogos nacionais e internacionais
PROJETO ARQUIVADO.