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PRONAC 245287Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Festival de Cirandas de Manacapuru 2024

GRUPO RECREATIVO E FOLCLORICO GUERREIROS MURAS DA LIBERDADE
Solicitado
R$ 2,36 mi
Aprovado
R$ 2,36 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfiles festivos de caráter musical e cênico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Desfiles festivos
Ano
24

Localização e período

UF principal
AM
Município
Manacapuru
Início
2024-06-18
Término
2026-10-31
Locais de realização (1)
Manacapuru Amazonas

Resumo

O projeto se refere à produção e realização do Festival de Cirandas de Manacapuru, com a criação e apresentação de espetáculos de artes cênicas de caráter musical e folclórico por três agremiações culturais, incluindo a confecção de figurinos, adereços, cenários e alegorias.

Sinopse

As apresentações acontecerão no Cirandódromo, no Parque do Ingá. Durante as três noites de apresentações, as três companhias explorarão as temáticas regionais como lendas, rituais indigenas e costumes dos ribeirinhos através de alegorias e encenações. Cada Ciranda tem um tema próprio e diferente das demais que, na maioria das vezes, defendem uma temáticas amazônica. Na arena, cada uma dessas agremiações se apresenta com cerca de 200 participantes dispostos em cordão de cirandeiros, cordãode entrada, atores, figurantes, itens individuais, apresentador,cantadores e músicos, além da formação de cenários monumentais,embalados por um verdadeiro show de som, iluminação, cênica, pirotecnia e um espetáculo à parte nas arquibancadas oferecido pelas respectivas torcidas organizadas das Cirandas.

Objetivos

Objetivo Geral: 1) Produzir 03 apresentações cênicas todas inspiradas no folclore amazônico. Serão 3 Cias. Flor Matizada, Ciranda Tradicional e Guerreiros Muras da Liberdade. Este ano, em sua 27ª edição, será realizado nos dias 30, 31 de agosto e 1º de setembro na Arena do Parque do Ingá, sendo totalmente gratuito e aberto ao público. Objetivo Especifico: PRODUTO ESPETACULO DE ARTES CÊNICAS: 1) Produzir e distribuir gratuitamente 1.000 fantasias e indumentárias necessárias para as 03 apresentações cênicas durante o 26º Festival de Cirandas Manacapuru, na cidade de Manacapuru - AM. As três companhias, ao todo, são compostas por 1.000 cirandeiros. 2) Criar e construir cenários e alegorias para os três dias de apresentações, das três Cias. Cada uma das apresentações conta com figurinos e cenários inéditos. 3) Suprir a remuneração dos itens individuais, dos músicos, mão de obra dos artistas de alegoria e cenário, indumentárias e figurinos e cachê dos atores e atrizes.

Justificativa

O Festival de Ciranda de Manacapuru abrange vários segmentos da cultura. Por se tratar de uma manifestação cultural de grande proporção e destaque no norte do país, podemos destacar a arte visual, a dança, a música e o teatro como áreas culturais abrangidas em nosso festival. O Festival de Ciranda, na cidade de Manacapuru, recebe cerca de 80 mil visitantes oriundos de toda a Região Norte. Esses visitantes engrandecem a economia do município em todos os seus segmentos, principalmente na rede hoteleira, bares, restaurantes, padarias e ambulantes. Apesar de ser visto por muitos críticos de arte como um grandioso festival, se torna necessário que venhamos engrandecer muito mais nossa festa e, com isso, colaborarmos grandemente com a economia de nossa cidade, proporcionando um verdadeiro show de três dias de magia, luxo e arte Cirandeira. As agremiações que realizam o Festival são as Cirandas Guerreiros Mura,Flor Matizada e Tradicional. Cada Ciranda tem um tema próprio e diferente das demais que defendem uma temática amazônica. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ao cumprimento expressas no Art 1º desta lei, o projeto tem como finalidade: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

Os ensaios são abertos ao público e acontecem nas quadras das Cias. localizada nos bairros de cada agremiação e começam no início de março a final de agosto.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUEOLÓGICO: Estrutura de adaptação e mobilidade como rampas de acesso e banheiros apropriados em todos os espaços, para pessoas com mobilidade reduzida e idosos, além de pessoas exclusivamente para orientação e auxilio. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: Todo enredo do Festival será narrado pelo apresentador. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVOS: Haverá tradução com profissional de libras.

Democratização do acesso

No sentido de atender à legislação atual, o proponente se compromete a: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos.

Ficha técnica

Renato Conde Teles - Presidente do Grupo Recreativo e Folcórico Guerreiros Mura Da Liberdade (Dirigente e Proponente) Maná Produções, Comunicação e Eventos Ltda - Responsavél pela gestão administrativa/ técnico-financeira. Executará as atividades de planejamento, direção e gestão. A Maná é uma das principais produtoras do pais com forte atuação em projetos no sudeste e no norte. André Guimarães – Diretor geral do Projeto.Publicitário, responsável pela realização de alguns dos principais eventos do País como, Parada Glbt – SP, 1º. De Maio das centrais sindicais de SP, Festival Folclórico de Parintins, diretor artístico de projetos como o Presépio Gigante de Parintins no Natal Iluminado de São Paulo em 2008, Árvore de natal da Coca Cola SP com os artistas de Parintins, shows de Jota Quest, Calypso, Alceu Valença, Dandy e Júnior, Daniel entre outros mega 1º. De Maio da cidade de São Paulo das centrais Sindicais, Exposição Pelé – 70 anos, Vitória – 15 anos de Ayrton Senna entre outros. Cleide Maia de Amorim - Vice Presidente da Agremiação de Ciranda Guerreiros Mura da LiberdadeBacharel em Teologia, pela Faculdade de Boa Vista, é profissional inovadora, compaixão e dedicação ao trabalho. Iniciou sua paixão pela Cultura no Município de Manacapuru/AM no ano de 1.994, sendo uma das fundadoras da Agremiação de Ciranda Guerreiros Mura da Liberdade, atuando desde então em diversas áreas da coordenação e atualmente vice - presidente. Maria Eduarda Nienik Tavares Teles - Diretora Artistica Natural de Manacapuru-am, Estudante de Enfermagem, pela universidade Nilto Lins, Dancei no Cordão de cirandeiros da Ciranda Guerreiros mura de 2011 até 2016, Dancei como Constância na Ciranda Guerreiros Mura nos anos 2017 até 2020, Secretária da Ciranda Guerreiros Mura da Liberdade desde 2021 a 2024 e apoio da Diretora Artística da Ciranda Guerreiros Mura da Liberdade. Rosinda Ferreira Teles - Compositora do Grupo Recreativo e Folclórico Ciranda Guerreiros Mura da Liberdade. Natural de Capiranga-Am, Graduada emcomunicação e expressão, Formada pelo colúgio Padre José deAnchieta - Manaus-Am, Professora Aposentada - SEDUC-AM,Empresária no Ramo Hoteleiro, Poetisa de Letras as quais setornaram músicas expressivas, Fundadora do Grupo Recreativo eFolclórico Guerreiros Mura da Liberdade. Marjanna Grazielle Martins Gomes - Coreografa Coreografa desde os 14 anos, Graduação em Dança pela Universidade do Estado do Amazonas (2018). Pós-graduada em Educação Física Escolar pela Uniasselvi (2020). Atualmente é Professora de Dança no Projeto Dança e Mídias Sociais da Prefeitura Municipal de Manacapuru. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Execução da Dança Folclórica. Atua no Festival de Cirandas de Manacapuru, como Diretora de Dança na Ciranda Guerreiros Mura da Liberdade. Atua como Coreografa da Agremiação Cará Roxo do Festival do Cará no Município de Caapiranga. Coreografa da Comissão de Frente da Escola de Samba Vila da Barra (2011 a 2017) onde participou de todos os grupos de acesso até elevar a escola ao Grupo Especial. Atua no Festival Folclórico do Amazonas, Ciranda do Binha (2023), Ciranda Rosas de Ouro (2024). Histórico da Cia. Ciranda TradicionalA Ciranda Tradicional surgiu, em 15 de maio do ano de 1985 na Escola Estadual José Seffair, no tradicional bairro de Terra Preta, sob a coordenação da Professora Terezinha Fernandes na época gestora da Escola Estadual Jose Seffair, com a participação de alguns moradores daquele bairro. Teve como primeiros puxadores os jovens Jaime Jerônimo, o popular “Gato” e Rita de Cássia D’Ângelo, conhecida por seu bailado ligeiro, e como primeiro puxador morador do bairro da ciranda Tradicional Edinaldo Fleury de Vasconcelos, contribui consideravelmente para que o Festival Folclórico de Manacapuru se tornasse mais disputado.A Ciranda da Escola Estadual José Seffair, como era então conhecida, em 1996 desvincula-se do contexto escolar e passa a se chamar Ciranda Tradicional fazendo parte da Associação Folclórica Unidos dos Bairros, tendo como seu primeiro presidente o senhor Modesto Barroso Alexandre Neto.O nome Ciranda Tradicional é em homenagem aos festejos de Santo Antonio do bairro da Terra Preta, por ser a mais antiga manifestação folclórica cultural da cidade de Manacapuru, com quase dois séculos de duração perpassando de geração á geração e seja talvez a maior festa de santo da região do rio Solimões, é também á festa mais tradicional do município de Manacapuru, que acontece todos os anos na primeira quinzena do mês de junho no bairro da Terra Preta nas proximidades da Escola Estadual José Seffair.Seu símbolo maior é a coroa, uma homenagem à cidade de Manacapuru por ter conquistado o titulo de Princesinha do Solimões, pela sua localização a margem esquerda do grande rio mar.As suas cores são: Vermelho, Dourado e Branco. O Vermelho significa o sangue de nossos ancestrais, por ter sido derramado neste chão de manacá, por não aceitar de jeito maneira a bendita pacificação portuguesa.O Dourado significa a riqueza que os caboclos guerreiros do bairro da Terra Preta extrair deste solo assim como das águas barrentas do rio Solimões.O Branco a paz que nos munícipes pedimos aos gerenciadores dos festejos de Santo Antonio, que se unam ainda mais no só propósito para a preservação dos rituais do Santo Casamenteiro o padroeiro do bairro da Terra Preta. Histórico da Cia. Guerreiros Mura Em 1993, um grupo formado por brincantes, artistas e professores oriundos da Escola Estadual José Seffair (bairro de Terra Preta), saiu em busca de uma escola onde pudessem desenvolver suas ideias com mais apoio e liberdade. Depois de várias tentativas frustradas, o grupo chegou à Escola José Mota (bairro da Liberdade) onde foram acolhidos pelo Prof. Renato Conde Teles, então Diretor.Em 22 de agosto do mesmo ano, sob a Presidência do Prof. Renato Conde Teles, fundava-se a Ciranda José Mota que, em 1995, passaria a se chamar Grupo Recreativo e Folclórico Guerreiros da Ilha, mas, por Manacapuru não se tratar de uma ilha, o grupo foi renomeado e passou a se chamar definitivamente de GRUPO RECREATIVO E FOLCLÓRICO GUERREIROS MURA DA LIBERDADE em homenagem ao povo MURA, primeiros habitantes de Manacapuru. Histórico Ciranda Flor Matizada A primeira Ciranda a tocar o solo de Manacapuru, originou-se da Ciranda patrocinada pela escola Nossa Senhora de Nazaré no início da década de 80. Em 1997, quando do lançamento do 1o. Festival de Cirandas de Manacapuru, as cirandas deixaram o âmbito das escolas e passaram a ter vida própria, assumindo as vestes de associações folclóricas sem fins lucrativos e caindo nos domínios das comunidades locais. Nasce, então, a Ciranda Flor Matizada, que na linguagem mura significa simplesmente Manacapuru. Melhor dizendo, Manacá = Flor , Puru = Matizada. A ciranda Flor Matizada, muita além de ser uma belíssima manifestação cultural folclórica, desempenha ainda um papel de significativo relevo social, que se verifica através do envolvimento de considerada parcela da comunidade no preparo da apresentação para o festival. Esse preparo envolve principalmente os jovens da comunidade que se empenham para integrar o consagrado cordão de cirandeiros da Flor Matizada. No cenário sociocultural local, fazer parte desse cordão se revela como um verdadeiro sonho para os jovens. Uma passagem obrigatória nessa fase da vida de um manacapuruense. Os ensaios para a apresentação no festival que ocorre em fins de agosto iniciam-se já em fevereiro, mesmo antes do carnaval, e demanda muito preparo físico e persistência para o alcance do perfeito sincronismo apresentado no festival. Aí reside a importância social que a ciranda exerce. Os ensaios uma vez iniciados ocorrem religiosamente nos cinco dias da semana, com várias incursões pelos sábados. Isso obriga os jovens a zelar pela saúde e pela vaga conquistada no tão famoso cordão. Coisas incompatíveis com uma vida desregrada e envolta em vícios.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.