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PRONAC 245288Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Arolê

CENTRO CULTURAL AROLE
Solicitado
R$ 772,6 mil
Aprovado
R$ 772,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Povos de Terreiro
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-10-01
Término
2026-05-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Realização de 2 oficinas de dança, 2 oficinas de percussão, palestras sobre cultura negra, indumentária e histórico das tradições de matriz africana e rodas de conversa.

Sinopse

Ilê Asé Igbo Laburê Layó Opó Omi Olá com data de abertura de 04/09/2004 realiza um trabalho cultural e social de preservação das tradições de matriz africana, cultura negra e de terreiro. Este projeto traz um desenvolvimento cultural e artístico que contempla oficinas, palestras e rodas de conversa ligado à tradição negra e afro – percussão, atabaques, dança, indumentárias, etc.

Objetivos

· Salvaguarda e preservação da cultura dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana · Fomento, promoção e difusão da cultura negra · Visibilidade e inserção de novos talentos em todas as áreas e âmbitos na pluralidade do universo da cultura negra, preta e afro · Valorização da cultura afro-brasileira, negra, popular e tradicional · Compartilhar de conhecimentos e sabedorias ancestrais através de mestres do saber · Possibilidade do público em geral ter contato com uma grande diversidade de arte e cultura, através dos produtos apresentados · Visibilidade e inserção de novos talentos em todas as áreas e âmbitos na pluralidade do universo da cultura negra, preta e afro · Incentivo ao desenvolvimento de uma grande rede envolvendo moradores próximos ao local de realização das atividades, artistas, acadêmicos, religiosos, sociedade civil como um todo, trazendo sua participação, inclusão e oferecendo formações, pesquisas e intervenções · Quebra de preconceitos e de intolerâncias

Justificativa

Segundo IBGE de 2021 _ 56,1% da população brasileira se declara preto/pardo. O Atlas da Violência de 2021 traz a estatística de que 77% das vítimas de homicídio são pretos/pardos.Infelizmente, os casos de intolerância religiosa tem crescido, embora existam mais leis de combate, e mais leis que garantem a liberdade de crença. O Brasil é um Estado Laico, mas percebemos as pessoas mais radicais, dando vazão a seu lado preconceituoso, racista, homofóbico, misógino e intolerante de todas as maneiras, como uma das principais a intolerância religiosa. Abaixo notamos alguns dados estatísticos estarrecedores: Entre 2019 e 2021, a Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo (SJC) registrou aumento de 1.135% nas denúncias de intolerância religiosa. Elas saltaram de 17 casos em 2019 para 210 em 2021. (fonte _ Alesp 2021) Brasil registra três queixas de intolerância religiosa por dia em 2022; total já chega a 545 no país. Estado com mais registros é São Paulo, com 111 denúncias, seguido do Rio de Janeiro, com 97, Minas Gerais (51), Bahia (39), Rio Grande do Sul (26), Ceará (11) e Pernambuco (13). (fonte _ G1) Denúncias de intolerância religiosa cresceram 141% no Brasil em 2021. (fonte _ Metrópole) Mais ainda, analisando os casos de intolerância religiosa, percebemos um número muito maior (mais da metade) sendo contra as religiões de matriz africana, e isso deve ao fato do racismo estrutural e preconceito atuante no Brasil desde séculos atrás que permanece até os dias atuais. Com isso, urge que sejam feitas ações de combate à intolerância religiosa, e de reeducação acerca do respeito para com a crença ou não crença de todo e qualquer ser humano que vive em nosso país. E ações que sejam feitas aliado à arte e cultura sempre surtem mais efeito, abrindo espaço também para que as pessoas em sua mais completa diversidade e pluralidade com essência na tradição negra, preta, afro, possa receber estas oportunidades de mostrar o seu talento, ter impacto na sociedade, e ganhar visibilidade. O projeto traz a valorização da identidade, cultura e tradições dos povos negros, afros, negro-brasileiros, e de matriz africana, em geral, no que tange também sua religiosidade. Preservação da memória, e construção de narrativas que evidenciem o papel do negro e afro na sociedade, valorizando toda riqueza cultural de suas tradições. É de extrema importância ações que valorizem e mostrem a beleza e riqueza da cultura negra e afro, sobretudo em momentos atuais como o que estamos passando, com o crescimento do racismo, preconceitos e intolerância. É de muita relevância também que se faça um resgate da cultura e tradições afro, por meio da música, dança e instrumentos, a fim de que a história e o passado possa ser honrado e respeitado, o que fatalmente aponta para um futuro também de respeito, por se ter o conhecimento, e não pré-conceitos.

Estratégia de execução

A aula de atabaque, assim como qualquer aula de música, oferece uma série de benefícios importantes: Preservação Cultural: O atabaque é um instrumento musical fundamental em várias tradições culturais, especialmente em muitas formas de música afro-brasileira, como o samba, o candomblé e a capoeira. Aulas de atabaque ajudam a preservar essas tradições culturais, transmitindo conhecimento sobre a história, técnica e significado cultural do instrumento. Desenvolvimento Musical: Aulas de atabaque desenvolvem habilidades musicais fundamentais, incluindo ritmo, coordenação motora, audição e sensibilidade musical. Os alunos aprendem a tocar diferentes ritmos, improvisar e interagir musicalmente com outros músicos, o que pode beneficiar não apenas o seu desempenho no atabaque, mas também em outros instrumentos e contextos musicais. Expressão Criativa: O atabaque oferece uma plataforma para expressão criativa. Os alunos podem explorar diferentes sonoridades, técnicas de percussão e estilos musicais, encontrando sua própria voz musical no processo. Isso não apenas desenvolve sua criatividade musical, mas também pode ajudar a fortalecer a autoexpressão e a confiança. Integração Social: Aulas de atabaque muitas vezes ocorrem em grupo, proporcionando uma oportunidade para os alunos se conectarem com outros músicos e compartilharem experiências musicais. Essa integração social pode promover um senso de comunidade e colaboração, além de incentivar o respeito mútuo e a valorização da diversidade cultural. Bem-Estar Mental e Emocional: Estudos mostram que o envolvimento com a música pode ter efeitos positivos no bem-estar mental e emocional. Tocar atabaque pode servir como uma forma de expressão emocional, aliviar o estresse, aumentar a concentração e promover a sensação de realização e satisfação pessoal. Em resumo, a aula de atabaque não só ensina habilidades musicais práticas, mas também promove a preservação cultural, a expressão criativa, a integração social e o bem-estar pessoal dos alunos. É uma experiência enriquecedora que vai além do aprendizado musical tradicional. A aula de dança africana é extremamente significativa por várias razões: Expressão Cultural: A dança africana é uma forma de expressão cultural rica e diversificada que reflete as tradições, crenças e valores das diferentes comunidades africanas. Participar de aulas de dança africana permite aos alunos mergulhar nessa expressão cultural única, compreender os significados por trás dos movimentos e se conectar com a herança africana. Conexão com as Raízes: Para muitas pessoas da diáspora africana, a dança africana oferece uma oportunidade de reconectar com suas raízes culturais e ancestrais. Essa reconexão pode ser um processo poderoso de autodescoberta e fortalecimento da identidade cultural. Saúde e Bem-Estar: A dança africana é uma forma de exercício físico altamente energética e estimulante. As aulas geralmente envolvem movimentos vigorosos que ajudam a melhorar a resistência cardiovascular, a força muscular, a flexibilidade e a coordenação. Além disso, a dança é uma forma divertida de exercício que pode promover o bem-estar mental e emocional, reduzindo o estresse e elevando o humor. Comunidade e Conexão Social: As aulas de dança africana muitas vezes acontecem em grupo, proporcionando uma oportunidade para os participantes se unirem e compartilharem uma experiência comum. Isso promove um senso de comunidade, apoio mútuo e conexão social, o que é especialmente importante em uma sociedade onde as interações sociais muitas vezes são limitadas. Celebração da Diversidade: A dança africana é incrivelmente diversificada, com uma variedade de estilos, ritmos e tradições em todo o continente africano. Participar de aulas de dança africana permite aos alunos explorar essa diversidade e celebrar as diferentes culturas e expressões artísticas que compõem a rica tapeçaria da África. Em suma, a aula de dança africana vai além do simples aprendizado de movimentos. Ela é uma experiência culturalmente enriquecedora que promove a saúde física e mental, fortalece a identidade cultural, constrói comunidade e celebra a diversidade. A história da indumentária africana é crucial por várias razões: Cultural e Identidade: A indumentária africana é uma expressão da rica diversidade cultural do continente. Cada região, etnia e grupo possui tradições únicas de vestuário, refletindo identidades culturais distintas. Estudar essa história ajuda a compreender a complexidade das sociedades africanas e suas tradições. Evolução e Mudança Social: A história da indumentária africana mostra a evolução das sociedades ao longo do tempo. Mudanças nos estilos de vestuário muitas vezes refletem mudanças sociais, econômicas e políticas. Por exemplo, a influência do comércio transatlântico de escravos e a colonização europeia tiveram um impacto significativo nos padrões de vestimenta em várias regiões africanas. Arte e Criatividade: A indumentária africana é uma forma de arte em si mesma. Desde os tecidos tradicionais tecidos à mão até as técnicas de tingimento e design elaboradas, a moda africana é conhecida por sua beleza e criatividade. Estudar essa história permite apreciar a habilidade artística e o talento dos artesãos africanos. Conexões Globais: A história da indumentária africana está entrelaçada com a história global. O comércio de tecidos, padrões e estilos de vestuário desempenhou um papel importante nas interações entre a África e outras regiões do mundo, incluindo a Ásia, Europa e Américas. Essas conexões globais moldaram não apenas a moda africana, mas também influenciaram as tendências globais de moda. Resgate da Narrativa Africana: Por muito tempo, a história africana foi subestimada ou negligenciada nos registros históricos dominantes. Estudar a história da indumentária africana é parte de um esforço mais amplo para recuperar e valorizar as narrativas africanas, contribuindo para uma compreensão mais completa e precisa da história mundial. Portanto, a história da indumentária africana não é apenas importante para os africanos, mas para todos que desejam entender a diversidade e a complexidade da história humana. As rodas de conversa com temáticas ligadas à terreiros de matriz africana são de extrema importância por diversos motivos: Preservação Cultural: Essas rodas de conversa proporcionam um espaço para a preservação e promoção das tradições, crenças e práticas dos terreiros de matriz africana. Isso é crucial para manter viva a riqueza cultural e espiritual dessas comunidades. Desmistificação e Combate ao Preconceito: Muitas vezes, há estereótipos e preconceitos associados aos terreiros de matriz africana. As rodas de conversa oferecem a oportunidade de desmistificar essas crenças e promover uma compreensão mais profunda e respeitosa das religiões de matriz africana. Diálogo Inter-religioso: As rodas de conversa podem promover o diálogo construtivo entre diferentes tradições religiosas. Isso contribui para o respeito mútuo, a tolerância religiosa e a construção de pontes entre diferentes comunidades espirituais. Empoderamento e Fortalecimento Comunitário: Ao criar espaços de diálogo e troca de experiências, as rodas de conversa fortalecem as comunidades ligadas aos terreiros de matriz africana. Elas promovem o empoderamento dos praticantes dessas religiões e fortalecem os laços comunitários. Educação e Conscientização: As rodas de conversa fornecem uma oportunidade para educar o público em geral sobre as tradições, rituais e filosofias dos terreiros de matriz africana. Isso ajuda a combater a ignorância e a disseminar uma compreensão mais precisa e informada dessas religiões. Respeito aos Direitos Humanos e à Diversidade Religiosa: Promover o diálogo e a compreensão das religiões de matriz africana é essencial para garantir o respeito aos direitos humanos e à liberdade religiosa de todos os cidadãos, independentemente de sua fé ou crenças.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores treinados para auxiliar esse público durante todas ações do projeto. Contratação de profissionais sensibilizados e especializados no trato com pessoas PCD; contratação de PCD para fazer parte da equipe de produção (assistente de produção). As Contrapartidas sociais também irão contar com as acessibilidades citadas acima.

Democratização do acesso

Todas as atividades do projeto são gratuitas, e contarão com certificado. 2 oficinas de dança, 2 oficinas de percussão, palestras sobre cultura negra, indumentária e histórico das tradições de matriz africana e rodas de conversa.

Ficha técnica

José Crispim da Silva JúniorRG 41.090.495-8CPF: 339.346.438-84Função: Diretor GeralCurrículo resumido: Sacerdote e Agente CulturalRealizou diversos eventos, festivais, encontros e festas com a temática cultural, popular, povos de terreiro, além de trabalhos sociais e comunitários.Dá aulas de percussão, palestras sobre cultura negra, matriz africana, além departicipar de diversas rodas de conversa com temáticas ligadas ao combate ao racismo, intolerância religiosa, e empoderamento da cultura preta.Conduz o Ilê Asé Igbo Laburê Layó Opó Omi Olá, onde desenvolve sua missão espiritual, sacerdotal, além de ações culturais, educativas, sociais, integrativas, inclusivas e sustentáveis. Larissa Falchioni de SouzaRG 47.004.804-9CPF 376.291.338-20Função: Coordenador de ProduçãoCurrículo resumido: Designer Gráfico / Designer FreelancerAtualDesenvolvimento de Identidade Visual e peças gráficas no geral Assistente de Produção CulturalAssistente de Produção - Arte dos Mestres - Artsol2023 - FreelancerApoio a equipe de Produção, suporte logístico e funções administrativas Sucesso do cliente Elevia - Customer Success Junho de 2020 à Outubro de 2022 Gerenciamento do relacionamento do cliente, foco no aumento da satisfação do mesmo em relação a plataforma. Aux. Adm. FinanceiroCasas Miranda Novembro de 2017 à Setembro de 2019Contas a pagar, fechamento contábil, entrada de Nf-e, entre outras atividades. Produtora dos eventos no Ilê Asé Ìgbó (Centro Afro religioso) e também como Comunicação Visual, organização de suprimentos e organização dos eventos. Kauann Rodrigues NunesRG 56.696.398-XCPF 515.859.078-80Função: Assistente de ProduçãoCurrículo resumido: Auxiliar de serviços gerais, assistente de produção de eventos, secretário, ajudante. Está cursando graduação, e tem experiência nos eventos do Ilê Asé Ìgbó recebendo as pessoas, ajudando a organizar o local onde ocorre as atividades, palestras, rodas de conversa, apresentações artísticas, etc.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.