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O projeto prevê a criação de livros que serão desenvolvidos a partir do resgate de brincadeiras tradicionais brasileiras. Oficinas serão realizadas com professores e responsáveis, que irão explorar as atividades do livro com o objetivo de utilizá-las como apoio à alfabetização para crianças, mostrando a importância do lúdico e do resgate cultural no processo de ensino. Um evento final será realizado com a participação de todos, para explorar a temática na prática.
PRODUTO: LIVRO Para a criação dos livros a serem distribuídos pelo projeto, a equipe realizará uma viagem à cidade beneficiada, onde conduzirá uma pesquisa e mapeamento detalhados nas regiões locais. Com o apoio de jornalista e pesquisador local, o objetivo será identificar e catalogar brincadeiras culturais tradicionais que ainda sejam praticadas ou lembradas pela comunidade. A partir dessa pesquisa, serão elaborados livros que reunirão uma seleção de brincadeiras culturais locais, cuidadosamente escolhidas para apoiar o processo de alfabetização das crianças e, ao mesmo tempo, resgatar e compartilhar tradições culturais locais, valorizando e preservando o patrimônio cultural. Os livros apresentarão o nome de cada brincadeira, com uma descrição detalhada de como executá-la, os materiais necessários e, ainda, explicações sobre como cada atividade contribui para o desenvolvimento pedagógico da criança. Exemplos de brincadeiras que poderão estar no livro: O livro conterá brincadeiras geracionais que despertem a memória afetiva dos adultos, ao mesmo tempo que auxilie no aprendizado e alfabetização dos mais novos. Aqui estão exemplos de modelos de brincadeiras tradicionais passadas de geração em geração. No entanto, a seleção das brincadeiras que comporão o conteúdo do livro será feita com base em uma pesquisa cuidadosa em cada região. Brincadeira de roda - Esse tipo de brincadeira pode ser facilmente adaptado para qualquer região do Brasil, utilizando as cantigas populares mais conhecidas em cada localidade. As brincadeiras de roda auxiliam na memorização e conhecimento dos sons e sílabas das palavras. Três Marias – Brincadeira de fácil execução, não sendo necessário nenhum tipo de material de difícil acesso. A brincadeira de Três Marias pode ser encontrada em qualquer região do Brasil, e auxilia no desenvolvimento da coordenação motora e melhora na atenção das crianças. Teatro de Marionetes: Essa brincadeira é uma excelente ferramenta para estimular a criatividade e a memória das crianças. Com ela, é possível encenar diversas histórias, especialmente as que abordam o folclore brasileiro, contribuindo para o resgate e a valorização dos símbolos culturais regionais. As próprias marionetes podem ser confeccionadas com materiais simples que as crianças têm em casa, como itens reciclados, incentivando a reutilização e o desenvolvimento de habilidades manuais. Bicho-papão – No RJ, por exemplo, existe essa brincadeira, que gera noções de imitação, consciência emocional e habilidades de escuta e atenção. Pique-flag – Em BH, essa brincadeira dissemina trabalho em equipe, socialização e desenvolvimento físico e habilidades motoras. Lá também temos a brincadeira chamada “Aro”, que desenvolve outras práticas pedagógicas. Nosso intuito é que as atividades propostas no livro incentivem o aprendizado de maneira lúdica e significativa, além de fortalecer os laços familiares ao promover momentos de interação e colaboração entre as crianças e seus familiares. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS: Impressão: Tamanho 15x21cm, impressão 4/4 cores, 20 páginas, papel A5, 120g. Versão Digital: Formato PDF Paginação: 20 páginas Tiragens: 1.050 Distribuição: Gratuita OFICINAS Público-Alvo: Alunos do ensino fundamental de escolas públicas. Carga Horária: 6hs de oficinas por cidade e um total de 18hs de formação para os familiares 6hs de oficina por cidade e um total de 18hs de formação para os professores 6hs de atividades por cidade e um total de 18hs de atividades para os alunos 4hs de atividade no evento final Quantidade de vagas: 150 vagas por oficina e por cidade e um total de 450 vagas de formação para os responsáveis 50 vagas por oficina e por cidade e um total de 150 vagas de formação para professores 150 alunos atendidos por cidade e um total de 450 alunos beneficiados
Objetivo Geral O projeto pretende criar livros didáticos culturais sobre brincadeiras tradicionais de diversas regiões do Brasil, que serão escritos através de visitas técnicas e mapeamento das regiões. Ainda, com o intuito de promover a integração dessas brincadeiras com a alfabetização infantil, o projeto realizará oficinas para professores e responsáveis da educação infantil. Ao final será realizado um evento final com os participantes, incluindo parte das brincadeiras descobertas. Objetivo específico PRODUTO PRINCIPAL: Livro - Desenvolver 1 livro por cidade, totalizando 3 livros no projeto, que resgatarão brincadeiras tradicionais da cultura da região onde o projeto atuar; - Distribuir 1.050 livros no total do projeto, ao público participante das atividades do projeto. PRODUTO SECUNDÁRIO: Oficinas - Capacitar 450 responsáveis, no total do projeto, através de oficinas que utilizem as brincadeiras culturais como apoio na alfabetização das crianças, objetivando que os responsáveis participem desse processo com os seus filhos; - Capacitar 150 professores, no total do projeto, utilizando brincadeiras culturais como possibilidade de ferramenta para a alfabetização; - Beneficiar 450 crianças no total do projeto, através da utilização de atividades lúdicas como auxílio no seu processo de alfabetização. PRODUTO SECUNDÁRIO: Evento de Encerramento - Realizar 1 evento final em cada cidade, com aproximadamente 300 pessoas presentes no total do projeto, sendo 100 por cidade, onde será realizada a distribuição do livro criado e atividades recreativas com a comunidade escolar.
A alfabetização representa um dos primeiros passos rumo ao mundo do conhecimento. Ela vai além da simples identificação de letras e palavras; é a base sobre a qual se constrói a capacidade de compreensão, expressão e interação com a sociedade. A alfabetização serve como um alicerce fundamental ao longo da jornada de desenvolvimento das crianças. Garantir uma alfabetização de qualidade é um direito de todas elas. Além disso, a participação da família nesse processo deve ser uma responsabilidade compartilhada com a escola. A colaboração entre ambas é essencial para aprimorar o processo de aprendizado, visto como uma missão que influencia diretamente o desenvolvimento da criança. Essa parceria facilita a identificação de eventuais dificuldades e a busca por soluções, garantindo assim um progresso mais eficaz e significativo. Ademais, o ato de brincar é realizado por toda criança, independentemente de sua cultura ou classe social. A brincadeira é onde as crianças assimilam e recriam as experiências e aprendizagens vividas, utilizando toda sua habilidade cognitiva e motora. De acordo com Vygotsky, psicólogo e pensador importante em sua área e época, o desenvolvimento intelectual das crianças ocorre em função das interações sociais e condições de vida, ou seja, o ambiente em que a criança está modifica a sua visão e as suas ações em relação ao mundo. Para ele, a brincadeira é entendida como uma atividade social, e é através dela que a criança obtém elementos essenciais para compreender a realidade em que está inserida. Isso nos faz entender que a utilização de atividades lúdicas e brincadeiras auxiliam a criança no desenvolvimento de suas aptidões, uma vez que a ludicidade e o ato de brincar são ferramentas capazes de tornar a aprendizagem mais divertida, fazendo com que os alunos assimilem de uma forma leve e interativa o que o professor pretende passar. Resgatar brincadeiras antigas é uma forma de gerar conexão dos pais com seus filhos, uma vez que eles compartilharão memórias afetivas e darão a elas novos significados, a partir de um pensamento de renovação na educação, onde o lúdico contribui ativamente para o aprendizado. Unir famílias e educadores neste processo torna a aprendizagem mais contundente e divertida, fazendo com que a criança se sinta amparada e enfrente as dificuldades dessa importante fase da vida com brincadeira e leveza. São as crianças que tornam vivas as brincadeiras, portanto valorizar a tradição dos jogos é uma forma de preservar, enriquecer, reinterpretar e expandir a cultura infantil, ao mesmo tempo em que promove-se a interação entre diferentes gerações. Dessa forma, os jogos e brincadeiras tradicionais são percebidos como fenômenos sociais historicamente construídos e apropriados pelos seres humanos, constituindo-se como elementos culturais que fazem parte do cotidiano de várias gerações de crianças. Essas brincadeiras fazem parte da memória cultural do país, e entendemos que integrar cultura na alfabetização enriquece a experiência educacional e prepara o indivíduo para a vida em uma sociedade plural e diversificada. A presença e valorização da cultura na escola abre portas para a compreensão e apreciação das diferentes expressões, promovendo o respeito à diversidade e o desenvolvimento de uma consciência crítica e cidadã nos estudantes. A cultura pode incorporar elementos do ambiente cultural da criança para enriquecer suas experiências durante o jogo. Dentro desse contexto, valoriza-se a ideia de que as vivências lúdicas são uma forma de explorar experiências e conhecimentos, permitindo que os indivíduos compreendam o significado de suas ações de maneira consciente, crítica e criativa. A alfabetização, a ludicidade e a cultura são interdependentes e complementares. Ao integrar esses elementos, os educadores podem criar ambientes de aprendizado estimulantes, onde os alunos são incentivados a explorar, criar e se expressar de maneiras diversas. Dessa forma, a alfabetização não é apenas um processo técnico, mas uma jornada criativa e significativa de descoberta e crescimento. Esse contexto nos mostra a importância de se fazer registro dessas ações sendo vivenciadas pelas três partes a serem beneficiadas por esse projeto: crianças, responsáveis e professores. Nesse sentido, o propósito desse projeto é criar livros que resgatem brincadeiras tradicionais de diversas regiões do Brasil e levá-las para a sala de aula, incorporando-as ao processo de alfabetização e inclusão, sempre com a participação da família, com foco em fortalecer e melhorar o desempenho da criança. Para incorporar as brincadeiras da região em sala de aula, será oferecida uma capacitação para professores, onde eles terão a oportunidade de assimilar a importância do brincar no processo de alfabetização. Em paralelo, as famílias receberão uma formação com o objetivo de integrar e mostrar a importância da presença dos responsáveis durante o período escolar da criança. Enquanto responsáveis e professores são capacitados, os alunos também participam do projeto. Serão realizadas atividades lúdicas com as crianças, através do trabalho de arte pedagogos que levarão jogos e brincadeiras que estimulem o processo de alfabetização, fazendo com que tudo o que é aprendido e resgatado pelo projeto, seja paralelamente colocado em prática com os alunos da escola atendida. Ao final das formações, será realizado um evento para que as famílias, crianças e docentes possam explorar juntos o que foi aprendido por cada uma das partes, realizando apresentações, brincadeiras e integração junto à comunidade escolar. O projeto apresenta um potencial de impacto social e cultural significativo, não se limitando apenas à sua produção literária, mas também às atividades complementares. Devido à sua importância e em conformidade com as disposições da Lei de Incentivo à Cultura, nº 8.313, buscamos apoio financeiro de empresas patrocinadoras por meio de incentivos fiscais. Por meio das normas que regem a Lei 8.313/91, com objetivo de alinhamento do projeto, é possível verificar o enquadramento ao Art. 1º, conforme incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também propõe, conforme exposto no Art. 3º, o inciso III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. Por fim, o projeto se enquadra no Art.18, inciso III, letra a) artes cênicas e b) livros de valor artístico, literário ou humanístico;
Conforme email recebido dia 29 de outubro de 2024 referente a diligência para o projeto, encaminho em anexo o plano pedagógico do projeto.
PLANO PEDAGÓGICO OFICINAS PARA PROFESSORES Carga-horária total: 6 horas Número de participantes: 50 professores por cidade Serão realizados 03 encontros com duração de 02 horas cada. Objetivo: Oferecer estratégias eficazes e diversificadas para o processo de alfabetização, integrando técnicas lúdicas que incentivam o ensino da leitura e da escrita de forma interativa e prazerosa. As práticas de alfabetização incluem métodos sensoriais que exploram estímulos visuais, táteis e auditivos, visando enriquecer a experiência de aprendizagem. Assim, o objetivo é não só facilitar a compreensão e a memorização dos conteúdos, mas também estimular o desenvolvimento integral das habilidades cognitivas e sociais dos alunos, criando uma base sólida para a alfabetização em um ambiente inclusivo e acolhedor. Público-alvo: Professores de escolas públicas de séries iniciais. Local de realização: Escola pública Conteúdo programático: DIA 1 (2 HORAS): Brincadeiras Culturais: Valorizando a Tradição: Exploração do conceito de brincadeiras culturais e sua relevância na formação das crianças. Serão utilizadas as brincadeiras pesquisadas e adicionadas ao livro. DIA 2 (01 HORA): Metodologias Ativas e Participativas: Abordagem sobre metodologias de ensino ativas e participativas que integram brincadeiras culturais no currículo escolar. DIA 2 (01 HORA): Construindo um Ambiente Inclusivo na Escola: Sugestões e dicas para criar um ambiente escolar inclusivo, promovendo a diversidade, o respeito e a valorização das diferenças. DIA 3 (02 HORAS): Planejamento de Atividades: Orientações práticas para o planejamento e desenvolvimento de atividades de alfabetização que incluam brincadeiras que fazem parte da cultura regional. As atividades realizadas nas brincadeiras culturais estabelecem uma ligação direta com o campo das artes e exercem um papel essencial no desenvolvimento da criatividade, da cognição e das habilidades sociais dos alunos. Essas brincadeiras, transmitidas entre gerações, não apenas fortalecem o aprendizado, mas também permitem que as crianças explorem expressões artísticas de sua cultura, promovendo o respeito às tradições e incentivando um ambiente de aprendizado colaborativo e lúdico. Alguns exemplos de brincadeiras culturais incluem: Brincadeira de Roda (Música e dança): Diversas cantigas utilizadas em brincadeiras de roda são ricas em ritmos e palavras repetitivas, promovendo a memorização de sons, sílabas, e ritmo, importantes para a alfabetização. Além de promover o desenvolvimento rítmico e de coordenação motora. Contação de histórias (Teatro): Permite que as crianças se familiarizem com a narrativa, ampliem seu vocabulário e reconheçam sons e palavras, além de fortalecer o entendimento de enredo. Trava-línguas (Poesia oral): Ajudam no desenvolvimento da dicção e na diversão com as palavras, além de estimular a atenção e a percepção fonética. Jogos de escrita e desenho (Artes visuais): Esse tipo de brincadeira, permite que as crianças desenhem ou escrevam letras e palavras no chão, ajudando a memorizar letras, sílabas e palavras de maneira lúdica e colaborativa. PLANO PEDAGÓGICO OFICINAS FORMATIVAS PARA RESPONSÁVEIS Carga-horária total: 18 horas Número de participantes: 150 responsáveis por cidade. Serão realizados 03 encontros com duração de 06 horas durante 01 semana. Os responsáveis pelos alunos serão divididos em turmas com 50 componentes, para facilitar o aprendizado. Objetivo: A formação tem como objetivo capacitar familiares de alunos para que se tornem agentes ativos na alfabetização das crianças. O conteúdo da formação inclui desafios do apoio educacional em casa, manejo das emoções na relação adulto-criança, neurodivergências como autismo, TDAH e dislexia, além de comunicação não violenta e métodos lúdicos de aprendizado. Tudo isso atrelado ao fazer artístico, incentivando e ensinando pais e responsáveis a utilizar a arte como facilitador no aprendizado das crianças. Público-alvo: Pais e responsáveis de estudantes em fase de alfabetização de escolas públicas Local de realização: Escola pública Conteúdo programático: DIA 1 (06 HORAS): Apoio Educacional em Casa: Em encontros com um formato de bate-papo, será incentivada a troca de estratégias criativas e culturais para criar um ambiente de aprendizado positivo e acolhedor. A oficina destacará a importância da arte na alfabetização, sugerindo atividades como visitas ao teatro, participação em oficinas de arte, música e contação de histórias, mostrando como essas experiências culturais enriquecem o aprendizado e despertam o interesse das crianças pela leitura e escrita. DIA 2 (03 HORAS): Manejo das Emoções na Relação Adulto-Criança: Técnicas para promover o entendimento emocional e fortalecer os laços entre adultos e crianças. Demonstrar e ensinar como crianças e adultos podem expressar suas emoções através de atividades artísticas. DIA 2 (03 HORAS): Neurodivergências (Autismo, TDAH, Dislexia): Como reconhecer e adaptar o ensino às diferentes formas de aprendizado e comportamento em crianças neurodivergentes. DIA 3 (6 HORAS): Comunicação Não Violenta e Métodos Lúdicos de Aprendizado: Uso de técnicas de comunicação e brincadeiras culturais para facilitar o aprendizado e a resolução de conflitos. PLANO PEDAGÓGICO ATIVIDADES EDUCATIVAS COM AS CRIANÇAS Carga horária: 18 horas Número de participantes: 150 crianças Serão realizados 03 encontros com duração de 06 horas durante 01 semana. As crianças serão divididas em turmas com 50 componentes, enquanto seus responsáveis estarão participando das oficinas formativas. Objetivo: O projeto visa proporcionar às crianças uma experiência educativa e lúdica, utilizando atividades com arte-pedagogos que incentivam o desenvolvimento da linguagem, criatividade e expressão, elementos fundamentais no processo de alfabetização. Dessa forma, promove-se um engajamento conjunto entre família e criança, enriquecendo o aprendizado com o poder transformador da arte e da cultura. Como forma de ir familiarizando as crianças com arte pedagogia, serão realizadas brincadeiras culturais com e atividades artísticas que estimulem o aprendizado. Público-alvo: Crianças em fase de alfabetização Local de realização: Escola pública Conteúdo programático: DIA 1 (06 HORAS): Contação de histórias (Teatro): Esse tipo de atividade artística auxilia no desenvolvimento da criatividade das crianças, familiariza elas com narrativas, e ajuda no ampliamento do vocabulário. Serão ofertadas para as crianças diversas histórias, que escolherão qual será contada para eles. Na sequência as crianças desenharão as histórias contadas. DIA 2 (3 HORAS) Brincadeiras de roda (Música e dança): As crianças serão distribuídas pelo espaço para aprender e cantar cantigas infantis populares. Em seguida, participarão de brincadeiras de roda, que são grandes aliadas no ensino de ritmo e contribuem para a memorização e o reconhecimento de sílabas. Essas atividades estimulam a musicalidade e promovem o aprendizado de forma lúdica e colaborativa. DIA 2 (3 HORAS) Jogo das Rimas: As crianças dizem palavras, e a próxima deve encontrar uma palavra que rime com a anterior. Isso ajuda no desenvolvimento fonético e na ampliação do vocabulário. DIA 3 (6 HORAS) Pintura de Letras e Números (Artes visuais): Ao proporcionar o contato com tintas, lápis de cor, giz de cera e outros materiais artísticos, estimulamos o senso criativo e artístico das crianças. Ao integrar letras, números e palavras a essas atividades, enriquecemos ainda mais o aprendizado, unindo expressão artística e desenvolvimento cognitivo de forma lúdica e significativa.
PRODUTO PRINCIPAL (LIVRO) Será criada uma versão em audiolivro da obra editada, visando contemplar pessoas com deficiência visual. Acessibilidade física e para pessoas com deficiência auditiva: não se aplica. PRODUTO SECUNDÁRIO (OFICINAS) Acessibilidade para pessoas com deficiência física: Todos os locais previstos para a realização das atividades do projeto deverão ser dotados por rampas e banheiros adaptados, conforme necessidade identificada. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Caso haja algum participante com deficiência auditiva, serão contratados profissionais de tradução simultânea em libras para realizarem as devidas adaptações. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Caso haja algum participante cego, ou com baixa visão, monitores capacitados para tal deficiência serão disponibilizados, possibilitando envolvimento e participação nas atividades formativas. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Havendo necessidade, na hipótese de Pessoa com TEA e PcD intelectual, o projeto prevê a contratação de monitoria especializada para acompanhamento. PRODUTO SECUNDÁRIO (EVENTO DE ENCERRAMENTO) Acessibilidade para pessoas com deficiência física: Todos os locais previstos para a realização das atividades do projeto deverão ser dotados por rampas e banheiros adaptados, conforme necessidade identificada. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Caso haja algum participante com deficiência auditiva, serão contratados profissionais de tradução simultânea em libras para realizarem as devidas adaptações. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Caso haja algum participante cego, ou com baixa visão, monitores capacitados para tal deficiência serão disponibilizados, possibilitando envolvimento e participação nas atividades formativas. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Havendo necessidade, na hipótese de Pessoa com TEA e PcD intelectual, o projeto prevê a contratação de monitoria especializada para acompanhamento
As atividades desse projeto serão realizadas de forma totalmente gratuitas. Então, com propósito de alinhar o projeto aos preceitos que regem o art.29 da IN 01/2024, entendemos que o projeto contempla: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Em relação ao art. 30 da IN nº 01/2024, contempla-se: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
RAFAEL GLORIA – Proponente e gestor geral do projeto, tanto da parte decisória de todo o processo, quanto das atividades técnico-financeiras Jornalista formado na Ufrgs, especialista em Jornalismo Digital pela Pucrs e Mestre em Comunicação pela Ufrgs. Tem vasta experiência na cobertura e pesquisa cultural, sendo editor-fundador do Nonada Jornalismo. Também foi o responsável pelas reportagens e textos da publicação Rua Sete, do Santander Cultural, assim como um dos idealizadores do projeto editorial. Trabalhou em eventos como a Feira do Livro de Porto Alegre e CineEsquema Novo. Tem interesse na cultura, no jornalismo cultural, escrita criativa, direitos humanos na comunicação e história do jornalismo. Também ministra oficinas e cursos na área do jornalismo cultural, do jornalismo independente e da escrita criativa. Foi prêmio Agente Jovem do Ministério da Cultura, em 2012. Participou, como mediador, de mesas de debate sobre fanzines, na Festipoa Literária (2015), sobre a vida e a obra de Edgar Vasques, na galeria Hipotética (2018), além de mediar o Sarau dos Não Lidos, na Feira do Livro de Porto Alegre (2017). Foi menção honrosa no Prêmio Ari 2016 na categoria Reportagem Cultural. Produziu e coordenou eventos culturais como o sarau dos Não Lidos na Feira do Livro de Porto Alegre (2016 e 2016) e as sessões dos filmes Elena na sala Redenção (2016) e Twin Peaks na cinemateca Capitólio (2018). Em 2017, foi finalista do Prêmio Parceiros da Escrita, da AGES, com o projeto Nonada. Em 2020, foi selecionado para projeto no Fac Digital, com o projeto de podcast sobre o Largo do Zumbi. Também em 2020, foi selecionado pelo edital Lab Poa na categoria Livro e Literatura, que premiou diversas trajetórias em diferentes áreas da cultura. Também foi selecionado no Edital Criação e Formação – Fundação Marcopolo e Sedac/RS – projeto Revista Nonada, sobre viver de cultura (2021). THAIS SEGANFREDO - Coordenação Geral É jornalista e pesquisadora cultural em Porto Alegre. Atua na área do jornalismo cultural há 12 anos. É idealizadora do projeto Sons do Sul - Uma cartografia linguística, que mapeia a diversidade linguística do Rio Grande do Sul. Atuou também no projeto Arquitetura Rara - Intercâmbio Cultural, da empresa Escaiola, financiado pelo Pró-Cultura RS, e do projeto Revista Nonada - Sobre Viver de Cultura, com recursos da Lei Aldir Blanc. Com financiamento do Fac Digital RS, produziu o livreto digital Pioneiras da Arte no RS, sobre as primeiras artistas visuais do estado. Foi uma das selecionadas do edital Lab Poa 2020 - categoria Memória e Patrimônio, que premiou trajetórias de profissionais da cultura residentes em Porto Alegre. Já ministrou cursos sobre jornalismo e cultura em espaços como o Santander Cultural e o centro cultural Fora da Asa, em Porto Alegre.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.