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PRONAC 245316Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

AS BACANTES DE KISLANSKY - DEZ ANOS DE FUNDIÇÃO ARTÍSTICA

COMPILADO PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-11-18
Término
2025-04-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto tem por fim, editar e publicar um livro de amplo valor artístico de Israel Kislansky. O livro apresenta o percurso de 10 anos de Israel Kislansky, entre 2009 e 2019, dedicados a fundição de obras de arte em metal, desde suas pesquisas no Brasil e Europa, a criação do Centro Técnico em Fundição Artística Senai, em Osasco, SP, a restauração do Monumento da Independência do Brasil, a criação da KSA Fundição Artística e a criação da coleção AS BACANTES, até seus desdobramentos em relação a história da fundição de obras de arte brasileiras.

Sinopse

Sinopse do livro INTRODUÇÃO Trata de uma apresentacao sobre o livro e do processo vivido pelo artista durante os 10 anos que englobam o período dedicado a fundição artistica. O livro é dividido em 3 capítulos, formando um panorama geral sobre a fundição de obras de arte em metal no Brasil, as técnicas de fundição por cera perdida e o artista Israel Kislansky. Capitulo 1 AS BACANTES Catalogo de imagens apresentando a coleção criada nesse período, fruto desses 10 anos dedicados a fundição. Capítulo 2 10 ANOS DE FUNDICAO ARTISTICA Texto e imagens que narram os acontecimentos que levaram a criação do Centro Técnico de Fundição Artística Senai e a restauração do Monumento à Independência do Brasil. Ações que mudaram o panorama da fundição de obras de arte em metal no Brasil, acompanhados de análises sobre monumentos, autores e historia da arte brasileira. Capítulo 3 HEFESTO NO ATELIÊ Textos e imagens que narram os trabalhos de execução das Bacantes. Material ricamente ilustrado que apresenta as técnicas de fundição por cera perdida. Esse processo ocorreu dentro do ateliê de Israel Kislansky e empregou técnicas modernas e de alta performance nunca antes utilizadas no Brasil.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo do projeto é a produção de um livro intitulado "AS BACANTES DE KISLANSKY - DEZ ANOS DE FUNDIÇÃO ARTISTICA" sobre arte e cultura, em dois suportes (versão impressa com 2000 exemplares e digital em pdf e o livro digital acessível), para potencializar a disseminação da edição, com a finalidade de apresentar ao público uma nova perspectiva sobre arte, cultura, técnica e patrimônio, tanto referente ao conteúdo intelectual como iconográfico, despertando o interesse por arte e, em particular pela escultura, pelos monumentos públicos e seus processos de produção. Objetiva-se, também, orientar a gestão pública e servir como livro-texto para cursos de artes, produtores culturais e demais interessados nessa área de conhecimento. Objetivos Específicos: Identificar, relacionar e compreender diferentes funções da arte, do trabalho e da produção dos artistas; Desenvolver o sentido de apreciação estética e artística de mundo recorrendo a referências e a experiências no âmbito das Artes Visuais; Ler produções artísticas a partir da observação, narração, descrição, interpretação de imagens e objetos; Conhecer os elementos da linguagem visual, utilizando-os na composição e registros de pensamentos e ideias sobre fatos do cotidiano; Expressar, representar idéias, emoções, sensações por meio de articulações de poéticas pessoais; Desenvolver a percepção visual das pessoas diante do mundo e de arte, ampliando as possibilidades reflexivas na construção de um olhar crítico; Valorizar as artes visuais e suas linguagens; Incentivar o hábito da leitura; Possibilitar o reuso do livro impresso; Expandir o conhecimento das pessoas. Contribuir para a formação do público apreciador das artes plásticas

Justificativa

A história da fundição de obras de arte no Brasil é relativamente recente, uma parte devido à proibição de fundições particulares durante todo o período colonial, restrita apenas a aquelas utilizadas pela metrópole para confecção de armas e instrumentos de tortura e, por outro lado, por não fazer parte das escolhas estéticas do barroco. Deste modo a presença da fundição de obras de arte no Brasil pode ser dividida em três etapas: A primeira, depois da chegada da missão francesa no Rio de Janeiro, quando a maior parte dos monumentos eram ainda fundidos na França. A segunda etapa surge com o Liceu de Artes e Ofícios, em São Paulo, com uma escola italiana que forma fundidores em solo brasileiro e será responsável não apenas por toda escultura ainda acadêmica do inicio do séc. XX, mas também pela produção de esculturas e monumentos modernistas. Essa escola perdura até meados de 2000. O Senai inaugura a terceira etapa, utilizando todo um aparato de recursos - equipamentos, insumos e tecnologias - modernos ainda não empregados até então no Brasil e requalificando os processos fabris de produção de obras de arte em metal. Nesse passo, a proposição de publicação do livro "AS BACANTES DE KISLANSKY - DEZ ANOS DE FUNDIÇÃO ARTISTICA" alicerça-se no princípio de que toda manifestação artística abre uma oportunidade para o crescimento do homem e da humanidade e, por consequência, uma nova leitura do mundo. Porém, tal possibilidade não se materializa sem que essas manifestações sejam colocadas para a apreciação das pessoas, para a fruição ou para o debate público. Por isso, é fundamental a existência de publicações como a desse livro para a disseminação da arte e do artista. As palavras e as ilustrações se inter-relacionam sem limites e oferecem ao leitor a experiência de manusear um livro artístico, rico em conteúdo e beleza, de singular criatividade, produto do labor de mãos cuidadosas e habilidosas. Ao apontar a aliança entre as atividades desenvolvidas pelo artista e autor, o livro será de grande importância para a capacitação de novos artesãos e técnicos, e mais ainda, para a difusão de conhecimentos acerca da produção artística contemporânea para os interessados no tema. O artista visual Israel Kislansky dedica-se à escultura há 30 anos e durante este período manteve intensa atividade educacional, concebendo artigos e realizando registros fotográficos no Brasil e exterior sobre diversos assuntos, sobretudo relacionados à escultura pública, fundições de obras de arte em metal e processos criativos. Durante sua jornada esteve à frente do Centro Técnico de Fundição Artística do SENAI _ Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e do último restauro do Monumento do Ipiranga, em São Paulo, editou diversos livros sobre sua obra e técnicas escultóricas, entre eles o KISLANSKY _ ETERNO E MODERNO, Editora San Floro, 2006; FUNDIÇAO ARTISTICA, Editora SENAI,2012, primeiro livro técnico brasileiro sobre os processos de fundição por cera perdida; o "KISLANSKY CERAMICA _ Argilas do Brasil", Editora SESI, 2012, manteve intenso intercâmbio com a Europa, estudando fundição de obras de arte em metal na França e fundindo suas obras na Itália. Suas relações com arte se expandem em direção a uma integração entre as diversas linguagens artística. Também músico e pintor, conduziu recitais em Tiradentes, durante a Semana Criativa, em 2021, onde realiza relações entre o desenvolvimento da talha e ornamentação e os estilos musicais, desde a Idade Média ao Romantismo. O aspecto visual não é menos importante, uma vez que seus registros trazem o olhar do escultor, interessado em aspectos plásticos particulares, pertinentes à criação escultórica, ampliando a percepção geral do público. O livro tem o potencial de proporcionar acesso ao universo das artes porque, devido aos formatos, ele poderá circular mais e cumprir sua finalidade de valorizar a cultura e os múltiplos saberes, formando públicos mais preparados para apreciar e vivenciar as muitas dimensões da arte. Nesse sentido, a publicação em dois suportes _ impressa e digital em PDF - é uma alternativa na construção do conhecimento amplo no desenvolvimento das pessoas, tanto no campo individual quanto no campo sociocultural, uma vez que as informações ficarão eternizadas e contribuirão para o aprendizado das atuais e das próximas gerações. Todavia, a proponente necessita de captar recursos para o financiamento do projeto porque não possui recursos para custear todas as despesas necessárias para o mesmo. Ademais, fundamentado pelas exigências legais, o projeto cumpre com as seguintes finalidades previstas no Art. 1° da Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País; X_ estimular a produção ou a coprodução de jogos eletrônicos brasileiros independentes. Cumpre, também, a exigência contida na alínea b) do Item II do Art. 3º da Lei nº8313/91, b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.

Estratégia de execução

Contrapartidas sociais Em cumprimento ao § 2º do Art. 32 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, no evento de lançamento do livro, após a abertura, será realizada uma Roda de Conversa com o autor/artista Israel Kislansky e convidados como: estudantes das artes visuais, plásticas e profissionais de museus, centros culturais, artistas e pessoas interessadas na temática, como ação formativa cultural. O custo da contrapartida social será totalmente absorvido pelo proponente.

Especificação técnica

Produção de livro na versão impressa com 2000 exemplares, em formato digital pdf e o livro digital acessível, dividido em 5 capítulos sobre arte, escultura pública, fundição de obras de arte em metal, o artista e o ateliê. O livro terá 320 páginas. Detalhamento do Livro: 225 x 270 mm (fechado), costurada, 320 páginas CAPA FLEXÍVEL COM ORELHAS papel Cartão C2 Imune 250 g/m2 Orelhas de 19 cm cada lado Lombada 3 cm | 869 x 270 mm 4x0 cores | Verniz UV Brilho Reserva Frente, Corte e Vinco, Fitas/Velcro, Laminação Frente BOPP Fosco e Prova digital. GUARDA papel Colorplus JAMAICA 120 g/ m2 0x0 cores | 225 x 270 mm (fechado), 450 x 270 mm (aberto) MIOLO papel O­Set Imune 120 g/m2 | 320 páginas 4x4 cores | 225 x 270 mm (fechado), 450 x 270 mm (aberto) Idioma : Português / Inglês

Acessibilidade

O evento de lançamento do livro será realizado em local adaptado às necessidades de acesso para pessoas com mobilidade reduzida: rampas, elevadores e sanitários adaptados e espaços para cadeirantes. O projeto contará ainda com a atuação de profissional especializado em intérprete de libras, que realizará a acessibilidade ao conteúdo, em atendimento aos dispositivos legais.

Democratização do acesso

Além da versão impressa que será distribuída para os leitores, haverá a versão digital (em PDF) que poderá atingir públicos de todos os lugares do mundo e ainda a versão do livro digital acessível que gerará grande disseminação do produto cultural, via internet para reduzir a distância entre o autor e o público com capilarização quase que infinita. Haverá a destinação de exemplares correspondentes a 10% (dez por cento) da tiragem destinado para Bibliotecas Públicas. Serão permitidas a captação de imagens bem como a sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

Dirigente da Instituição proponente e Produtora Executiva - Letícia Brito de Sá - Historiadora especializada em pesquisa e gestão de acervo documental e museológico, com ênfase nas áreas de Artes, História da Cultura e Fotografia. Mais de 15 anos de experiência na área de Museus, Bibliotecas, Arquivos Históricos e Centros de Documentação e Memória, nos quais participei ativamente da gestão dos acervos (conservação preventiva, salvaguarda e catalogação), captação de recursos, elaboração de projetos culturais, produções expográficas e pesquisa iconográfica para projetos editoriais. Em 2024 criou a Compilado Produção Cultural (54.767.283/0001-20) iniciando assim uma nova fase em minha carreira focada na captação, gestão e implementação de múltiplos projetos no campo artístico e cultural. Currículo Anexo. Coordenador Editorial – Israel Kislansky - Kislansky possui na cidade de São Paulo duas esculturas públicas, ambas fundidas em metal: a obra “Semear”, localizada na Praça Klaus Walter Zulauf, no bairro do Morumbi e o monumento à Hafik Hariri, ex-primeiro ministro libanês, na Av. Brasil, no bairro do Jardim Europa. Em 1996 inaugura o Kislansky Atelier de Escultura, um espaço dedicado a formação de escultores, especializado no ensino de técnicas escultóricas tradicionais: Cerâmica, Talha em madeira, Fundição Artística, Talha em Pedra, Moldagem e Modelagem do Corpo Humano. Durante 10 anos o atelier promoveu oficias e palestras sobre escultura em todo o país em parceria com os principais centros especializados, como o Museu Brasileiro de Escultura - MUBE, Universidade de São Paulo (USP); Palacete das Artes/Museu Rodin- Bahia, em Salvador; Universidade Federal de Brasília, Universidade Federal do Rio de janeiro, Universidade Guingard em Minas Gerais, entre outras. O Kislansky Atelier de Escultura recebeu regularmente artistas convidados nacionais e estrangeiros para realização de workshop, cursos regulares e palestras, entre eles Rubens Matuck (Brasil - Madeira), Daniel Maillet (Suiça – Cerâmica), Gianpaolo di Maio (Itália – Pedra) e José Neinstein (Brasil – Historiador). Desenvolvendo uma didática própria e uma abordagem moderna da representação do corpo, Israel passa a ser referência como mestre da modelagem figurativa no Brasil. Segundo Ênio Squeff: “Poder-se-ia, quem sabe, volver à lição neo-clássica do século passado, não fosse um pormenor: são bem de nosso tempo os corpos de suas mulheres, nos quais jamais se disfarçam os espartilhos da existência urbana.” Em 2006 lança o livro “Kislansky – o eterno e o moderno” pela Editora San Floro, com textos de Ênio Squeff e fotos de Edu Simões, onde pela primeira vez faz um registro sobre a história da fundição artística no Brasil e apresenta imagens e depoimentos sobre a fundição brasileira de obras de arte em metal. Este livro contém os trabalhos realizados por Kislansky em bronze entre os anos de 2000 e 2005. Sobre estas obras comentou o museólogo e curador Gilberto Habib: “Há cerca de vinte anos, Kislansky se dedica a pesquisa e à criação escultórica, utilizando o processo de cera perdida para fundição em bronze. Nestes anos tem se dedicado a formação de técnicos especializados, arregimentando esforços para aperfeiçoar e qualificar cada etapa do longo processo de trabalho que envolve uma fundição, desde a moldagem em gesso até o acabamento final. Cada obra acabada tem feito de Israel um artista pleno, reconhecível em suas formas monumentais, quase invariavelmente da figuras humana e impecavelmente trabalhadas como nenhum outro artista brasileiro da atualidade.” Os trabalhos reunidos no livro foram apresentados em três exposições. A primeira em 2005 na Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos, São Paulo. Em 2007 foi a vez de Kislansky expor em Brasília e Salvador, ambas pela Caixa Cultural. Em 2007 inicia uma série de viagens de pesquisa a Europa e América Latina onde visita as principais fundições de obras de arte em metal da Espanha, Itália, França, Inglaterra, Argentina e Chile. Durante este período funde peças de sua autoria nas tradicionais fundições de Pietrasanta – Itália. Em 2007 apresenta ao SENAI um projeto de revitalização do setor de fundição artística do Brasil e em 2008 é criado o CENTRO TÉCNICO EM FUNDIÇÃO ARTÍSTICA SENAI – SP. Entre 2009 e 2014 coordenar as atividades do projeto que está localizado na Escola Senai “Nadir Dias de Figueiredo”, em Osasco, a maior escola de metalurgia da América Latina. Foi o responsável pela capacitação técnica da equipe do Senai, baseado-se na somatória de competências práticas e conceituais que abrangeram formação artística (aulas de escultura, história da arte, visitas a museus e artistas) e desenvolvimento prático da fundição de obras de arte em metal. Desenvolve um convênio entre Senai e Pinacoteca do Estado de São Paulo com objetivo de fundir obras pertencentes ao museu. Realizou com a equipe viagens de formação técnica a Europa, culminando no curso especializado em fundição de obras de arte do Lycèe Anguier, Normandia, França. Realizou parceria com a USP, onde parte do curso de escultura da ECA (Escola de Comunicação Artes) era realizado no Centro de Fundição Artística Senai. Kislansky é o autor do primeiro livro técnico sobre o assunto publicado no Brasil, FUNDIÇÃO ARTÍSTICA – informações tecnológicas, Editora Senai, lançado em 2012 e finalista do Prêmio Jabuti daquele ano na categoria Ciência e Tecnologia. Ainda em 2012 organiza a exposição FUNDIÇÃO ARTÍSTICA NO BRASIL, no Espaço Cultural Ruth Cardoso, da FIESP, na Av. Paulista, apresentando um recorte histórico sobre a fundição artística e suas relações com os monumentos públicos da cidade de São Paulo. Em 2015 Kislansky inaugura a KSA Fundição Artística, uma empresa especializada produção, conservação e restauração de obras fundidas em metal no contexto do patrimônio e museologia. A empresa será a responsável pela realização, para a prefeitura de São Paulo, do estudo preparatório para restauração dos bronzes do Monumento do Ipiranga, bem como pela execução da restauração do alto-relevo “Independência ou Morte”, entre setembro e novembro de 2016. Concomitante a essas atividades, Kislansky cria entre 2007 e 2011 uma nova série de esculturas em cerâmicas, abrangendo pesquisas sobre matérias primas brasileiras. Este trabalho foi apresentado na exposição A Cor do Corpo, na Caixa Cultural da Sé, em São Paulo, em julho de 2011. Em 2012 é lançado o livro “Kislansky Cerâmicas – argilas do Brasil”, pela Editora SESI, referente a esta produção. Entre 2015 e 19 realiza AS BACANTES, uma série de esculturas em bronze, fundidas pela KSA e que serão apresentadas a partir de 2021 em três exposições: Casa Cor - MG, setembro de 2021, Palacete das Artes – BA, de abril a junho de 2022 e Casa de Metal – SP, de abril a julho de 2023. Em 2022 realiza o projeto de conservação para o Monumento à Independência do Brasil em vista as festividades de 200 anos da Independência. Anexos Designer Gráfico - Ronie Prado - Diretora de Criação, Responsável pela produção gráfica e depois pela direção de criação de campanhas publicitárias e projetos de estratégia de comunicação. Curso de Artes Plásticas na FAAP e terminei na Faculdade Belas Artes em São Paulo, durante minha trajetória especializei-me em design, produção gráfica e direção de arte trabalhando em propaganda, publicidade e marketing por mais de 20 anos sendo responsável pela produção gráfica e depois pela direção de criação de campanhas publicitárias e projetos de estratégia de comunicação. Como artista gráfica, atuo na curadoria de exposições de artes plásticas e designer de comunicação nas demais áreas, além de assinar projetos gráficos para publicações editoriais e outros eventos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.