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PRONAC 245330Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O mundo que sei: Murais

CONTENIDOS PRODUCOES E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 1,71 mi
Aprovado
R$ 1,71 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-09-01
Término
2025-04-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produção de 5 grandes obras de arte urbana, criadas por 7 artistas, em prédios da cidade de São Paulo e inspiradas em declarações de crianças (6 a 12 anos) sobre questões como meio ambiente, tecnologia, inclusão, entre outras, obtidas em uma pesquisa etnográfica com 170 crianças, deixando como legado pinturas artísticas para a cidades; realização de oficinas públicas de arte urbana para estudantes, comunidades escolares locais e visitantes na inauguração das obras, com produção e colagem de lambe-lambes, produção de vídeo-memória; produção de posters com as artes do projeto para venda com reversão de 100% do lucro para projetos sociais. Oficinas de formação artístico-cultural para 80 educadores e/ou agentes culturais de 5 escolas públicas de São Paulo para ampliar o aproveitamento dos espaços escolares e da cidade. Oficinas de arte urbana em escolas públicas encvolvendo os alunos de até 5 escolas que resultarão em ação de requalificação dos espaços com intervenções artísticas.

Sinopse

O mundo que sei: Murais é uma exposição a céu aberto, formada por 5 murais em grafitti em grandes dimensões. Cada obra será criada exclusivamente para o projeto em empenas de alta visibilidade na cidade de São Paulo por artistas que possuem estreita relação com a cidade. E será inspirada em depoimentos dados por crianças no âmbito do projeto O mundo que sei desde 2023 sobre temas da atualidade, como meio ambiente, diversidade, inclusão, famílias, entre outros. Em sua totalidade, a exposição contemplará um roteiro de visitação gratuito que valoriza a cidade como espaço urbano que promove diálogos entre as pessoas.

Objetivos

Objetivo Geral Amplificar, por meio das artes visuais, as opiniões das crianças brasileiras de 6 a 12 em relação às questões mais importantes do mundo atual e seus anseios e desejos para o futuro, contribuindo significativamente para a melhoria da cidade e das escolas, por meio da transformação dos espaços e ampliação do acesso à cultura. Queremos abrir diálogos sobre a infância a partir de temas sensíveis à contemporaneidade, pois entendemos que, em pesquisas realizadas pelo projeto, existe uma geração entre 6 e 12 anos que está sobrecarregada pela exposição constante a temas que impactam negativamente seu presente e futuro: crise climática, falta de oportunidades, exclusão social, racismo e outros preconceitos, uso excessivos de telas e redes sociais, entre outros. Notícias recentes nos mostram que os níveis de problemas de saúde mental, ansiedade, auto-mutilzação e até suicídio têm aumentado consideravelmente entre crianças mais novas. Ao mesmo tempo, temos uma geração de pais que se vê despreparada e pouco disposta a lidar com essa nova infância. Por isso, nos propomos a construir pontes que permitam aos adultos compreender essa nova infância e dialogar com ela de uma nova forma, acolhendo-a e permitindo que se desenvolvam plenamente para o futuro. Inclusão e Empoderamento Permite que, por meio da arte urbana, as crianças expressem suas visões e perspectivas únicas promovendo um senso de inclusão e empoderamento, amplificando significativamente suas vozes na comunidade. Conscientização Social As obras de arte resultantes do projeto podem abordar questões sociais relevantes, ampliando a conscientização sobre temas como diversidade, igualdade e meio ambiente a partir do olhar das crianças. Integração Comunitária O envolvimento das crianças como inspiração para a criação de murais e intervenções urbanas promove a interação comunitária e fortalece os laços entre os residentes locais, criando um senso de pertencimento e coletividade. Inspiração e Transformação As obras de arte criadas pelas crianças podem inspirar outras pessoas na comunidade, provocando reflexão, mudança e transformação positiva nos espaços urbanos e nas mentalidades. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto PINTURA DAS EMPENAS: realizar 5 pinturas de empenas e 5 exposições artísticas em escolas complementado com 5 cursos de formação de professores (pelo método "Escola É Cidade, Cidade É Escola", premiado como Melhor Tecnologia Social para o Meio Urbano pela Fundação Banco do Brasil em 2015). O programa envolverá 7 artistas consagrados da Arte Urbana (2 para 2 das empenas maiores e 1 artista para cada empena menor), reservando-se o direito ao proponente de convidar outros artistas de relevância equivalente, além dos listados na ficha técnica de forma a adequar as linguagens artísticas a cada projeto. A cada empena corresponde uma festa de abertura-inauguração, que será realizada em colaboração com a escola próxima ao local. 2) Produto EXPOSIÇÃO NAS ESCOLAS: realizar 5 exposições artísticas em diferentes escolas (as 5 escolas estarão próximas das 5 empenas que serão pintadas, integrando o programa artístico-pedagógico do projeto). As 5 exposições artísticas nas escolas serão acompanhadas de 5 OFICINAS de formação de professores das referidas escolas (pelo método "Escola É Cidade, Cidade É Escola", premiado como Melhor Tecnologia Social para o Meio Urbano pela Fundação Banco do Brasil em 2015).

Justificativa

Sobre o enquadramento nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - Por sua natureza pública, os murais em grafitti expostos em empenas de prédios em pontos de alta densidade demográfica possibilita de forma ampla e irrestrita o acesso a obras artísticas de forma gratuita. Soma-se a esse fato, o teor das obras que promovem um debate sobre importantes questões da sociedade atual a partir do olhar das crianças, que têm suas opiniões e sentimentos invalidados pelos adultos, apesar de terem senso crítico apurado e sofrerem as consequências dos temas em questão. Por fim, sendo São Paulo reconhecida como a capital do Graffiti, o conjunto completo de murais proposto estimula um roteiro de visitação pela cidade, valorizando sua cultura e arquitetura e beneficiando a população como um todo (tendo em vista o exemplo do Beco do Batman, no bairro da Vila Madalena, também em São Paulo, que se tornou ponto turístico na cidade por meio da arte, atraindo visitantes locais e estrangeiros e movimentando a economia da região). II - O mundo que sei: Murais é um projeto que nasce de uma iniciativa que envolveu 170 crianças de 5 regiões distintas de São Paulo, participantes de uma pesquisa etnográfica, sendo das entidades Lar das Crianças e Horizonte Azul, na Zona Sul, Wish School, na Zona Leste, Amorim Lima, na Zona Oeste, e Aldeia Guarani, na Zona Norte. Os depoimentos fornecidos por elas e que retratam suas realidades de vida e visão de mundo, serão transformados em murais de grafitti em larga escala, criados por um grupo de 7 artistas paulistanos ou com forte trabalho na cidade. Além disso, como contrapartida, os artistas oferecerão oficinas de arte às crianças de entidades de assistência à infância, promovendo o conhecimento da cultura local e estimulando a prática artística entre elas. Por fim, como citado no item anterior, o projeto cria um roteiro de visitação artística gratuito e capaz de criar um marco turístico na cidade. III - Por se tratarem de obras de grandes dimensões, criadas em prédios acima de 3 andares, em espaços públicos de livre circulação e com acesso gratuito, o projeto se enquadra neste inciso dando visibilidade em larga escala ao trabalho dos artistas e suas manifestações. Além disso, ao se propor realizar exposições e oficinas a partir de trabalhos desenvolvidos pelas crianças estamos difundindo a linguagem da arte urbana, de modo a estimular o surgimento de novos artistas. IV - Por se inspirarem em depoimentos de crianças das mais diversas realidades econômicas e sociais, os murais produzidos pelo projeto abrem portas para que em sua totalidade componham um discurso artístico diverso sobre temas de grande relevância para a sociedade. V - conforme descrito na justificativa do inciso III, "ao se propor realizar exposições e oficinas a partir de trabalhos desenvolvidos pelas crianças estamos difundindo a linguagem da arte urbana, de modo a estimular o surgimento de novos artistas". VI - Os murais são obras de arte pública, aplicados em prédios na cidade de São Paulo, e poderão ser acessados livremente por todas as pessoas que circulam pelos locais onde estão instalados e formam, em seu conjunto de cinco obras, um circuito próprio que pode ser visitado por toda a população interessada, sem restrições. Os murais ainda contribuirão para a qualificação da paisagem da cidade e para que se divulgue o trabalho de pesquisa de escuta sensível realizado pelo projeto O mundo que sei, apresentando um conjunto de frases colhidas junto às crianças. VII - Como já citado, o roteiro de murais proposto pelo projeto tem potencial para gerar debates sobre temas da atualidade que impactam a sociedade brasileira, mas também de outros países, da mesma forma que pode tornar-se um marco turístico na cidade, levando esse trabalho ao conhecimento de outros povos, brasileiros e estrangeiros. VIII e IX - Como o projeto se propõe a criar obras das quais o insumo cultural é o olhar das crianças da cidade de São Paulo sobre suas próprias realidades e visões de mundo, o projeto se enquadra na missão de estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e priorizar o produto cultural originário do País. Sobre os objetivos do Art. 3 da Lei 8313/91: Por sua natureza democrática, O mundo que sei: Murais atende aos seguintes objetivos do Art. 3 da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Ao se propor a realizar uma exposição de arte com 5 obras em grande escala, além de trabalhos de crianças realizados em oficinas de arte, formando um roteiro de visitação gratuito nas ruas da cidade de São Paulo. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Ao estimular a visitação aberta ao público geral, uma vez que as obras estarão instaladas em espaços públicos (empenas de prédios).

Especificação técnica

Exposição de arte Ao todo serão realizados 5 trabalhos artísticos por um conjunto de 7 artistas que trabalharão sozinhos ou em conjunto, de acordo com o descritivo abaixo. 1. Empena “Mega” (Pina): Daniel Melim E Tec 2. Empena “Prédio” (8 Andares): Soberana Ziza 3. Empena “Casa” (3 Andares): Erica Mizutani 4. Empena “Prédio” (8 Andares): Simone Siss E Lau Guimarães 5. Empena “Casa” (3 Andares): Thais Gil O projeto, materiais e técnicas a serem utilizados em cada trabalho serão definidos posteriormente, de acordo com o local em que será executado. Eventos de lançamentoNa inauguração de cada mural, será realizado um pequeno evento, com realização de oficina artística para crianças e adultos, conforme descrito abaixo. A “parte de baixo” do mural será um espaço de contato de pessoas com o mural e será, também, um lugar de encontro. Nesse espaço será instalada uma oficina temporária onde acontecerão encontros de toda a equipe que realizou o grande mural com estudantes, comunidade escolar e visitantes. Nesse evento acontecerão diversas atividades lúdico-educativas que convidarão todos a participar da produção da “parte de baixo” do mural. As atividades do evento resultarão em obra coletiva com colagem de lambes e pinturas. As atividades serão realizadas coletivamente com a mediação de uma equipe de arte-educadores e a presença dos artistas que produziram o grande mural. OFICINA DE BOLSO 1. Produção e colagem de lambe-lambes na parte inferior do mural. As crianças terão a oportunidade de criar seus próprios lambe-lambes no local e, após impressos, 2. Carimbódromo: oficina de artes com carimbos, que permite às crianças mesclarem técnicas e criarem obras a partir de carimbos oferecidos pela organização e colagens, pintura, desenho livre, etc. 3. “Cordel Que Sei”: oficina com técnicas de xilogravura inspirada na cultura do cordel. 2. Ofinas nas escolas

Acessibilidade

Acessibilidade físicaPor serem espaços público que promovem um roteiro de visitação a céu aberto, os locais das obras O mundo que sei: Murais não têm necessidade de oferecer facilitadores para a locomoção no espaço físico além daqueles já oferecidos pelo poder público. Acessibilidade de conteúdoO projeto se compromete a instalar um painel em braile explicando a obra e a iniciativa do projeto na base dos murais onde serão produzidas as obras para acessibilidade de deficientes visuais.

Democratização do acesso

O projeto O mundo que sei: Murais terá acesso gratuito ao público geral. Além disso, promoveremos visitas das crianças dos 5 territórios pesquisados para o evento de lançamento, com realização de oficinas de arte e bate-papo com os artistas.

Ficha técnica

Fabio Guedes BrentanoDiretor de Criação e Planejamento da Bebok será o profissional responsável pelo desenvolvimento do plano estratégico do projeto. Além disso, será responsável pelo plano de divulgação, coordenando equipe de conteúdo, criação e assessoria de imprensa. Por fim, será responsável também por apresentar o projeto junto a possíveis patrocinadores nas rodadas de captação. BebokSócio, Diretor de Criação e Planejamento outubro de 2012 - Presente (12 anos) Power 4Gerente de Conteúdo - 2010 a 2012 Power 4Planner estratégico - 2009 a 2010 TV1 EventosRedator - 2007 a 2009 Power 4Planejamento de eventos - 2006 a 2007 Banco de EventosRedator - 2004 a 2006 CIERedator - 2003 a 2004 Formação acadêmicaPontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SPBacharelado em Comumicação Social – Jornalismo1997 a 2001 Baixo Ribeiro - Curadoria artísticaBaixo Ribeiro é curador especializado em arte pública e novas linguagens urbanas e digitais. Desenvolve projetos que unem arte, educação em processos colaborativos de impacto urbano, ambiental, social e político. Fundou a Choque Cultural em 2003 e o Instituto Choque Cultural em 2010. Recebeu o Prêmio APCA de Melhor exposição de 2022 por Labirintos Revisitados; os Prêmios Governador do Estado de São Paulo em 2010 e 2020 como Melhor Instituição Cultural; o prêmio de Melhor Tecnologia Social para o Meio Urbano da Fundação Banco do Brasil, em 2014, pelo programa educativo do Instituto Choque Cultural; Prêmio APCA de Melhor exposição de arte para Stephan Doitchinoff na coletiva De Dentro Para Fora De Fora Para Dentro (Masp), em 2008. Artistas Daniel Melim - Artista visualNascido e criado em São Bernardo do Campo. Desenvolve intervenções urbanas utilizando o stencil. Sua produção se caracteriza pela busca por espaços deteriorados que fornecem elementos compositivos (cor, textura, posição). Seus trabalhos estão localizados em bairros do ABC Paulista, - como o Projeto Jardim Limpão - atingindo um público que tem pouco acesso à arte. Além dos trabalhos nas ruas, apresenta sua pintura em galerias e museus - como Galeria Choque Cultural, Museu AfroBrasil, Memorial da América Latina, Bienal de Valência na Espanha, MASP entre outros. Trabalhou como arte-educador em projetos sociais na Grande São Paulo. Seu traço também virou ilustração para publicações como a Revista Caros Amigos, Ele e Ela, Le Mond e Defish (Bélgica). Pós-graduado em Linguagens Visuais pela FASM (2005) e formado em Arte-Educação pela FATEA (2002). Tec Fase - Artista Visual Nascido em Córdoba, vive entre Brasil e Argentina. A combinação de suportes e técnicas é a tônica do seu trabalho, que faz da rua sua fonte de inspiração. Tec explora a ambiguidade dos espaços públicos e privados da arte, usandométodos diversos: intervenção performática, instalação de site-specific e filmagem de ação. O artista ampliou o cenário da arte urbana com desenhos gigantes pintados no asfalto, fazendo uso da perspectiva à distância. Para registrar esses trabalhos, filma e captura as imagens com drone. No conjunto de sua produção, manifesta-se uma notável identificação com o universo poético infantil. Tec frequentemente ministra palestras e oficinas em escolas públicas criando narrativas que dão conta da produçãofeita no ambiente nacional e internacional desde a pintura rupestre até o surgimento do grafite e da pichação. Conhecido internacionalmente com a mostra “De Dentro e De Fora”, realizada em 2011 no Masp, Tec expôs seus trabalhos em outras instituições de grandes cidades, como Nova York, Washington, Barcelona, Berlim e Colônia, e participou de feiras de arte, entre as quais a ArteBa (Arg), a SP-Arte (Brasil), a ArtRio (Brasil) e a Scope Miami Beach (EUA). Soberana Ziza - Artista VisualRegina Elias atua desde 2006 expondo trabalhos em intervenções urbanas e galerias em uma pesquisa estética sobre negritude e feminino numa abordagem afrofuturista. Em sua pesquisa se dedica a investigar o apagamento negro na cidade de São Paulo, ocupando e reivindicando as histórias tendo a figura da mulher como condutora. A artista absorve os significados e histórias milenares transmitidas através das estampas e padronagens presentes nos tecidos africanos, inserindo estes saberes em murais de arte urbana. Erika Mizutani - Artista VisualErica Mizutani é uma artista plástica paulistana. Destaca-se no cenário artístico por suas pinturas sobre telas, pinturas em escala arquitetônica, intervenções urbanas e produções digitais. Sua obra é marcada pela fusão de diferentes campos estéticos: um figurativo e outro abstrato. Um dos campos explorados por Erica é o das figuras femininas icônicas, que parecem retiradas de um imaginário fantástico, onírico, surreal e remetem ao universo das bonecas e do toy art. Outro campo é o das composiçõesabstratas, que remetem a jardins-florestas, pinturas realizadas em espaços arquitetônicos, como salas, corredores, escadarias, transformando-os em “pinturas instalativas”. Erica utiliza a tridimensionalidade desses espaços para criar uma experiência imersiva. No ambiente urbano, Erica Mizutani mistura esses dois campos estéticos. Suas intervenções urbanas de grande escala trazem uma nova perspectiva para o espaço público, criando uma atmosfera singular nas ruas, despertando a curiosidade e o interesse do público. Thais Gil - Artista VisualEntre 2002 e 2009, atuou em ocupações, coletivas e projetos cenográficos, utilizando desenho, pintura e graffiti sobre suportes variados. Colaborou com a elaboração e formatação de projetos para capacitação de adolescentes em situação de risco (Projeto CADE, Associação Horizontes, São Paulo 2010-2012 ). E ministrou cursos de Educação profissional para adolescentes em regime de internação, na Fundação CASA em São Paulo. Atua como ilustradora editorial para mídias diversas (revista O2, H2O, periódicos, livros didáticos, facilitação gráfica) em São Paulo e remotamente, de 2011 até a presente data. É grafiteira e artista Plástica em atividade desde 2005. Lau Guimarães - Artista Visual Lau Guimarães é roteirista, poeta, artista de rua, paulistana. Em 2009 juntou linguagem de roteiro cinematográfico com internet e poesia e criou o projeto microrroteiros da cidade – pequenos textos que descrevem cenas inspiradas no cotidiano e nos personagens que a artista encontra, em até 140 caracteres. Em 2010 começou a levar os microrroteiros pras ruas no formato de lambe-lambes com a proposta de convidar as pessoas a imaginarem uma história. Além da forma inicial dos micros, Laura experimenta diferentes formatos, tamanhos e técnicas para contar suas histórias, como Stencil, colagens, pinturas a mão livre, vídeos-poesias e projeções. Nesses 14 anos de rua, além das intervenções individuais, Lau participou de diversas ações coletivas, com outros artistas. Além de exposições individuais e coletivas em instituições como Sesc, Museu da Lingua Portuguesa, Museu da Cidade, Praça das Artes, entre outros. Simone Sapienza - Artista VisualDesde 2010, a artista tem uma produção extensa de obras em estêncil e poesia visual, pintando na rua em várias cidades e estados do Brasil, participando de eventos nacionais e internacionais, além de exposições individuais e coletivas em espaços como museus, galerias, bibliotecas e diversas unidades do Sesc. Já participou de mostras na Hungria, Alemanha e Estados Unidos e produziu obras para empresas como Linkedin, Disney /Marvel, Netflix, B3 Bolsa de Valores, Brookfield, UFC. Em 2012, foi a responsável pela capa do single “Superstar”, da cantora Madonna. Em São Paulo, já pintou 2 empenas de grandes proporções, em parceira com o Greenpeace e com a família da artista Tarsila do Amaral, tendo sido a curadora do projeto Tarsila Inspira, no qual seis mulheres produziram obras em grandes prédios na cidade. Procura abordar em sua arte o conceito paradoxal da mulher moderna, revisitando mulheres antigas que deixaram sua marca.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.