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Apresentar a performance circense "Mão" no Pátio interno do CCBB BH e no Jardim de esculturas do CCBB Brasília. Cada praça recebe a obra por dois finais de semana, somando quatro sessões por unidade, totalizando 8 apresentações. O projeto de artes cênicas "Mão" leva para o espaço público um trabalho sobre a construção da (mão de-) obra, erguendo uma estrutura de ferro e madeira de 8 metros de altura, ao vivo, em meio a coreografias acrobáticas, giros e gestos ordinários do ato de construir. Mão, é circo em happening ou, uma ode aos trabalhadores.
Performance que leva para a Rua uma reflexão sobre a construção da (mão de-) obra pública. Tendo como ponto de partida a criação de um espetáculo de circo intervenção urbana, a performance traz ao público a construção, ao vivo, de uma estrutura de 8 metros de altura, feita de ferro e madeira.Peça por peça em uma coreografia hipnotizante que altera a noção de tempo do espectador. Movimentos ordinários de uma construção, como aparafusar, encaixar, se misturam aos equilíbrios em pêndulo, e escorregadas em uma enorme rampa de madeira, aos saltos, acrobacias e giros, durante a edificação.Ao final, a grande estrutura é tombada, invertendo seu ângulo, dando-lhe uma nova forma. Inúmeras reações invadem a plateia que é surpreendida ao ver o gigante objeto, que foi construído diante de seus olhos, sendo deitado no chão. Uma imensa tela verde é usada para cobrir a estrutura, e o interior da tela é preenchido pela aparição de uma fumaça vermelha que perpassa por ela atingindo o céu. O espetáculo finaliza. Os artistas partem. Ao som de uma música épica, deixam na praça uma enorme escultura. O circo. Classificação: Livre
OBJETIVO GERAL: Realizar oito sessões da performance circense, sendo quatro em cada uma das cidades de Belo Horizonte e Brasília. Objetivos Específicos: A) Produto Espetáculo de artes cênicas: 1. Realizar 08 sessões inéditas nas unidades Centro Cultural do Banco do Brasil, sendo quatro apresentações na unidade de Belo Horizonte e quatro apresentações na unidade de Brasília; 2. Democratizar o acesso através da realização das apresentações gratuitas com objetivo de atingir 2500 espectadores ao final do projeto; 3. Realizar 02 ensaios abertos para professores e estudantes da rede pública de ensino antes da estreia em cada uma das cidades.
Incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 nos quais a proposta se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 que serão alcançados: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A solicitação de apoio ao projeto "Mão" junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar o acesso a cultura de todo país.Através da realização deste projeto, vamos fomentar a circulação do espetáculo ampliando o acesso ao público, além de priorizar e incentivar a carreira de artistas brasileiros. O projeto "Mão" é criado entre dançarinos, artistas de circo e arquitetos. Para os artistas "Invadir a praça com um espetáculo é uma manifestação ancestral e "Mão" traz para a contemporaneidade nuances dos gestos cotidianos da construção de uma sociedade em sua forma mais concreta: erguer castelos, instalar redes elétricas, apertar parafusos, montar um circo. O circo se desloca, atravessa territórios e, por um recorte de tempo, se instala, em sua dimensão lúdica, dando novos significados aos seus espaços vazios". Em 2025, convidamos o Ministério da Cultura para apresentar junto ao Banco do Brasil este projeto potente, criativo e cheio de significados.
Não se aplica.
Duração do espetáculo: 70 minutos
Produto: Espetáculo de Artes Cênicas: Acessibilidade Física: A produção realizará a temporada em teatro que já disponha de: Banheiros exclusivos e adaptados para portadores de necessidades especiais, rampas de acesso em todas as dependências e lugares exclusivos para cadeirantes; Acessibilidade para Deficientes Visuais: 02 sessões com Audiodescrição - sendo uma sessão em cada cidade; Acessibilidade para Deficientes Auditivos: 02 sessões com Tradução em libras - sendo uma sessão em cada cidade; Acessibilidade para pessoas que apresentem espectros, sídromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem a linguagem ou idiomas dos conteúdos: contratação de Monitores para atendimento à pcds e seus acompanhantes.
As apresentações serão gratuitas em ambas as cidades. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Coordenação Geral, Curadora e Atriz:Adelly Costantini Adelly é multiartista e produtora. Trabalha nas múltiplas linguagens do circo e seus diferentes públicos ou locações. Realiza o Festival de acrobacias aéreas Rio no Ar. Diretora de movimento com indicações ao Emmy2023 pela novela Cara e coragem (Globo) e premiada peloo CBTIJ 2024, como preparação corporal da peça Fábrica de Nuvens. De seus espetáculos (autorais) mais recentes ressalta: Onde guardo um sonho, Mão e Projeto Flutua: A primeira cena de um filme. Ministra a oficina Sobe e desce. Seus trabalhos já circularam por importantes festivais e programações no Brasil. Elenco: Fábio Freitas - Ator Ator, Palhaço, brincante e performer. Integrante do Teatro de Anônimo, grupo que fundamenta sua pesquisa artística no universo da comicidade, da cultura popular e do circo. Formação teatral iniciada no curso profissionalizante de ator da Casa das Artes Cênicas (CAC) - em 1992. Em 1995 ingressa no curso técnico da Escola Nacional de Circo – RJ.Na busca por aprimoramento técnico na arte da palhaçaria vai ao encontro de importantes nomes do riso como: Grupo Lume (Campinas - SP), Família Colombaioni (Itália), Sue Morrison (Canadá) e Avner Eisenberg (EUA).Está em cena nos espetáculos do repertório do Teatro de Anônimo.Em 2022 estreia seu espetáculo solo “Cão Chupando Manga”, criado em parceria com Sidnei Cruz.Atua também como diretor de resultados cênicos, teatrais ou circenses, seus últimos processos são "Magote" do grupo Monjuá, contemplado pela Lei emergencial Aldir Blanc. 2021. E Cucaracha e Theobalda - O mundo não será o Bastante. Pulsar SESC 2022. Daniel Poittevin - Ator Começou sua pesquisa no universo circense no ano de 1998. Em 2007 fundou o Coletivo Nopok onde desenvolve sua pesquisa até hoje. Suas criações sempre estiveram ligadas a mistura de linguagens. Com Nopok participou de vários festivais e circuitos culturais, tanto na cena nacional como internacional, ganhou vários prêmios em mostras e festivais de circo. Em 2011 e 2018 realizou a 13ª e 19 Convenção Brasileira de Malabarismo e Circo. Entre os anos de 2013 e fevereiro de 2016 estreou junto ao Nopok os espetáculos “Deslizes” com direção de Renato Linhares e “Carrilhão com direção de Daniela Carmona e Adriano Basegio. Faz parte do elenco do espetáculo circense “Mão” estreado em abril de 2016. Como docente durante o ano de 2018 e 2019 ministrou e coordenou os cursos de “Iniciação ao Circo” e o “Curso de Pesquisa em Artes Circenses” do Sesc Niterói. Durante o ano de 2019 dirigiu o espetáculo “Gramelôs, o show” da companhia Os Gramelôs. Desde o começo da pandemia ministro as oficinas “Ferramentas para o circo de rua” e “Criação e direção de números circenses”. Atualmente se encontra na direção de duas performances da Companhia Junco - ES. Ator e Direção Técnica – Daniel Elias Artista circense e técnico aéreo. Formado pela Escola Nacional de Circo (RJ), especializado em trapézio, mastro chinês e trapézio de voos. Atuou como acrobata em espetáculos de Cias nacionais e estrangeiras, dentre elas Marinho Circus (Arábia Saudita), Cia. Archaos (França), Circo Star (França), Circo Orfei (Itália), Circo Marcos Frota (Brasil), Mobile Circus (Palestina), Veracidade (Brasil), Coletivo Mão (Brasil) e Coletivo Um Café da Manhã (Brasil). Apresentou números em diversos varietês, no Festival Mundial de Circo de BH, Festival de Circo de Londrina e na 9a Convenção Brasileira de Malabares e Circo. Foi um dos idealizadores dos espetáculos VERaCIDADE, MÃO e vAiVéM em recentes temporadas no Rio de Janeiro, em todos atuando e fazendo a Direção Técnica. Alpinista Industrial certificado pela IRATA Internacional, certificou-se também como rigger e trabalhador em altura na VRS (RJ), além de ter participado de workshops no Brasil e na França. Foi Diretor Técnico dos espetáculos de circo “Urutu" (RJ) em 2021 (RJ) e dos espetáculos de circo- teatro "Lua Gigante" (RJ) e ”Sonhos" (Campinas/SP) em 2014, além da Mostra Circense do FIL 2013 e 2014(RJ). Atriz - Carolina Cony Carol Cony Dariano é atriz, bailarina e artista circense. Possui formação em dança pela Faculdade Angel Vianna e mestrado em Educação na UNIRIO. Participou do Festival Internacional Denise Stoklos Solo Performance em 2022. Participou do espetáculo online Transatlântico, com direção de Cristina Moura, Mariana Lima e Renato Linhares em 2021. Foi contemplada com a série de vídeo “Dança em Pequenos Lugares”, pelo Edital Cultura nas Redes, da SECEC em 2020. Foi convidada pelo Instituto Moreira Salles para criar a série de vídeos “Breves danças para pequenas telas”. Faz parte do espetáculo/intervenção Mão – translação da casa pela paisagem, com direção de Renato Linhares, criado em 2017. Dirigiu e atuou no espetáculo Circo Strada. Criou o solo Retratos, em 2014, com direção de Cristina Moura. Dirigiu e atuou no espetáculo de rua Circo Strada. Foi integrante da Intrépida Trupe. Músico ao vivo – Marcelo Callado Marcelo Callado é o criador da trilha sonora original do espetáculo Onde eu guardo um sonho e do espetáculo Coisa de Anjo, ambos de Adelly Costantini. Músico renomado, atualmente toca com Jards Macalé e Ana Frango Elétrico. Já tocou com nomes como Caetano Veloso, Jorge Mautner, Branco Mello e S-Futurismo, Lucas Santtana, Kassin, Nublu Orchestra, Lafayette e Os Tremendões, Nina Becker, Silvia Machete, Elza Soares, Quito Ribeiro, Alice Caymmi, dentre outrxs. Também participou como músico de espetáculos teatrais de Domingos de Oliveira (Cabarés Filosoficos 2,3,4), Branco Mello (Eu e Meu Guarda Chuva), Irmãos Brother (Cabaré Brother) e Lá dentro tem coisa, de Renato Linhares e espetáculo MÃO. Direção artística – Renato LinharesRenato Linhares, é performer, coreógrafo e encenador. Desde 2011 faz parte do grupo Foguetes Maravilha por onde criou os espetáculos: “Ninguém falou que seria fácil”, de Felipe Rocha, com direção de Alex Cassal; “Síndrome de Chimpanzé”, texto e direção de Alex Cassal;“Mortos-Vivos: uma ex-conferência”, de Alex Cassal, no qual dirige e atua;Subterrâneo - Um musical obscuro, em co-direção com Paula Diogo, uma coprodução com a cia portuguesa Má-Criação. Suas criações mais recentes são os espetáculos: "Pode ter sido um trem, como diretor e coreógrafo, “AGÔ - Conversas” de Cristina Moura, como dramaturgo colaborador e interlocutor convidado; “Cérebro_Coração” de Mariana Lima, em co-direção com Enrique Diaz; “Mão – translação da casa pela paisagem”, como diretor e coreógrafo;Os 7 samurais;de Laura Samy, como dançarino. Cenografia/Arquitetura: Estúdio Chão/ Adriano Carneiro de Mendonça e Antonio Pedro Coutinho. ESTÚDIO CHÃO é um ateliê de projetos de arquitetura e cenografia sediado no Rio de Janeiro, fundado em 2015 pelos arquitetos Adriano Carneiro de Mendonça e Antonio Pedro Coutinho, Doca. Com mais de doze anos de experiência, criam e colaboram em projetos de expografia, arquitetura efêmera, instalações artísticas, arquitetura de interiores, residências, museus, bibliotecas e centros culturais, além de cenários para dança e teatro. Seus projetos buscam expandir a ação e pensamento da arquitetura no encontro com as artes visuais e cênicas, ampliando sua interlocução no campo da cultura. Nos últimos anos, o estúdio vem desenvolvendo uma série de propostas de provocação e ativação do espaço público por meio de instalações temporárias, com destaque para a Ocupação Conexidade na Praça XV, e a obra Transborda, no Museu de Arte do Rio, vencedor de Menção Honrosada8º Edição Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake Akzo Nobel. Trilha sonora original: Ricardo Dias Gomes. Produção executiva: Fernanda Avellar.
PROJETO ARQUIVADO.