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A proposta deste projeto é a publicação de um livro físico e virtual,com QRC que levará a um vídeoe uma exposição fotográfica,do fazer artesanal da produção da farinha,realizada por mulheres,uma pratica na região norte,que vai do plantio ao cultivo,o preparo da farinha paraense e outros produtos extraídos da Mandioca,um alimento tradicional no contexto da região,conhecer a comunidade do Camutá em Braganca -PA,um exemplo permanente dessa prática ancestral. Otrabalho de pesquisa documental já realizado através do Programa Estadual de Incentivo a Cultura _ Semear do Gov. do Pará,em 2013, pela premiada fotógrafa Walda Marques que há mais de 20 anos se inspirano do universo feminino e retrata com fidelidade e sutileza,a fragilidade e força da mulher no contexto social das cidades amazônicas. Walda passou 1 ano mergulhada nessa vivência das lavouras e casas de farinha,esta pesquisa rendeu aela um acervo riquíssimo de fotos,vídeos e entrevistas, da experiência vivida na região.
Livro: Como tema principal o livro abordará o fazer artesanal da produção da farinha, realizada por mulheres, uma pratica na região norte, que vai do plantio ao cultivo, o beneficiamento e preparo culinário da farinha paraense e outros produtos extraídos da Mandioca, um dos alimentos mais tradicionais no contexto desta região, conhecer a comunidade do Camutá no município de Braganca (PA), como um exemplo permanente dessa prática ancestral. Os registros fotográficos são ricos em detalhes dessa cadeia produtiva, com foco na mão-de-obra feminina, que há muito está intimamente ligada à atividade artesanal, desde a colheita, plantação e preparo dos produtos. Senhora Raiz busca documentar e mostrar essa prática artesanal através da produção do livro físico de fotografias, com 60 páginas, que será também disponibilizado na plataforma digital YouTube Walda Marques que mostram, com ricos detalhes, os depoimentos e relatos de histórias, além de acompanhar o passo a passo das receitas e dos pratos mais tradicionais da região. No livro haverá um QRC que levará o leitor a um vídeo de 10 minutos editado produzido com fotografia e vídeos e uma exposição com 20 fotografias das mulheres que trabalham na lavoura da mandioca. Bate Papo: A fotografa Walda Marques e a agricultora familiar Carmem Lucia, farão um bate papo, com duas horas de duração, no MEP – Museu do Estado do Pará, aberto ao publico, com acesso gratuito, sobre o tema “ A importância da mulher na lavoura da mandioca “. Classificação indicativa: Livre
Objetivo Geral: Propor uma reflexão sobre a origem da alimentação regional mostrando que os nossos ancestrais guardavam segredos e obtinham conhecimentos através da culinária, faziam remédios e alimentavam suas famílias, garantindo a subsistência de suas comunidades. O livro Senhora Raiz quer mostrar que esse fazer alimentar e curativo é cultivado até hoje, em sua maioria por mulheres. Este projeto tem como objetivo o reconhecimento, preservação e valorização, do conjunto de crenças, costumes, tradições da expressão de um povo, é importante na preservação da memória, da ancestralidade. Art. 3º Os mecanismos de fomento cultural contribuirão para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; X - apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XVII - apoiar outros projetos e atividades culturais considerados relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura. Objetivo específico: Produzir um livro, com tiragem inicial de 300 exemplares, com 60 páginas, de forma física e virtual, com fotografias, relatos, historias e receitas, sobre o fazer artesanal realizado, em maioria por mulheres, sendo este um tradição da região, na produção da farinha, que vai do plantio ao cultivo, beneficiamento e preparo culinário e outros produtos extraídos da Mandioca. No livro, um QRC que levará o leitor a uma exposição de fotografia, com 20 fotos e um vídeo de 10 minutos. O livro virtual será de acesso gratuito, publicado na plataforma do YOUTUBE Walda Marques. CONTRAPARTIDA SOCIAL: - Realizar um bate papo com a fotografa Walda Marques e a agricultora familiar Carmem Lucia, com duas horas de duração, no MEP _ Museu do Estado do Pará, aberto ao publico, acesso gratuito, sobre o tema " A importância da mulher na lavoura da mandioca ".
Reza a lenda que no lugar onde a linda indiazinha Mani foi enterrada, nasceu um arbusto forte e vigoroso, e ao arrancá-lo, os índios descobriram raízes grossas, brancas-brancas como a pele de Mani. Manter uma cultura viva, sua memória, histórias e sinais são fundamentais para a preservação da nossa própria identidade, e por isso a proposta do livro Senhora Raiz, físico e de livre acesso em sua forma virtual, quer contribuir para o não desaparecimento dessa cultura tão antiga e ancestral e presente na nossa trajetória de tantas mulheres, da vida e de nosso cotidiano, que muitas vezes sofre ameaçada pela modernidade das máquinas, que substitui o trabalho humano, pelo surgimento de outras práticas alimentares que tomam o lugar da cultura de origem de uma comunidade muito extensa. O livro é como uma espécie de diário da pesquisa, trazendo como plus, receitas de mingaus, beijus e outros pratos feitos com as diversas farinhas. São receitas feitas com simplicidade e carinho das mulheres que vivem na área do Camutá no município de Braganca (PA) e que fazem parte da cadeia produtiva, do plantio a mesa. A exposição e o vídeo, disponíveis no livro através de um QRC, tem dupla função, portanto, quer expor imagens coletadas no seio de uma comunidade produtora de vida; são como documentos que identificam os ciclos onde nos reencontramos com as origens, e nos convida a uma ressignificação e a uma viagem ao interior das nossas próprias histórias. Senhora Raiz é aqui sugerida para que as pessoas tenham conhecimento e consciência da importância que tem a mulher amazônica no cultivo da raiz da mandioca. Para que mais pessoas valorizem e a conheçam, e para que as próximas gerações olhem para a terra com carinho, respeito e atitude de agradecimento. Art. 1° da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Na região nordeste do Estado do Pará vive Clarice, Carmem, Denízia, Lucimar, Sabá e tantas outras mulheres, a figura feminina será registrada em cada etapa da cadeia: carregando o cesto no plantio, transportando a mandioca na canoa com os filhos, até chegar na dona de casa, na mulher que arruma a mesa com os produtos finais da mandioca. São mulheres agregam suas famílias com o poder do fogo e do calor de suas cozinhas e das casas de forno. Esse encontro parece uma reza diária que é compartilhada através das mãos e da lavoura. O projeto SENHORA RAIZ tem por objetivo acompanhar a cadeia produtiva da mandioca, por meio da fotografia de mulheres que trabalham nessa cultura, nas várias etapas, desde a colheita à produção da farinha e dos demais derivados da planta, que inclusive é toda aproveitável para o consumo na alimentação. Com o foco na mulher em especial, amazônida e paraense, que tem características muito próprias das mulheres desta região: corajosa, batalhadora, bonita, fértil, que olha para o futuro com os pés fincados no presente, com fé no que faz, acreditando na gente da terra, no que aqui se constrói e se produz.
Produção de 01 Livros Senhora Raíz, capa dura, no tamanho no tamanho de 24cm x30 cm, com 80 paginas em papel couchê e com tiragem de 300 exemplares em sua primerira edição. Dentro um QRC que direciona para plataforma do YOUTUBE Walda Marques onde estará publicado a exposição de 20 fotografias e um vídeo com 10 minutos de duração.
Produto livro Acessibilidade Física: não se aplica Acessibilidade de Conteúdo: PcD VISUAIS: áudio leitura e descrição, disponível na forma virtual do livro PcD AUDITIVOS: não se aplica PcD INTELECTUAIS: não se aplica Bate papo Acessibilidade Física: rampa de acesso Acessibilidade de Conteúdo: PcD VISUAIS: não se aplica PcD AUDITIVOS: Interprete de libras PcD INTELECTUAIS: não se aplica Instrução Normativa MINC Nº 1 DE 10/04/2023Art. 25. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível.
Livro Senhora Raiz físico: Quantidade 300 unids - 30 unds distribuição gratuita para bibliotecas públicas - 30 unds para patrocinador - 30 unds divulgação - 60 unids para venda com preço promocional - 150 unds para comercialização - O livro Senhora Raiz, será disponibilizado gratuitamente em sua forma virtual através da plataforma YouTube Walda Marques garantindo assim a ampliação do acesso. Artigo 27 da IN nº 01/2023: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Artigo 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Amanda Gandra -Fução: Editora Responsável por padronizar, organizar e sistematizar a edição do livro antes dele ser enviado para a impressão. Walda Marques - Função: Artista,Fotógrafa Ao final dos anos 80, após participar de oficinas ministradas por Miguel Chikaoka na FotoAtiva, sua fotografia começa a surgir, nesse período surge seu trabalho “A mulher das uvas”. A década de 90 representa, formalmente, esse aprofundamento na fotografia, com sua primeira exposição individual “Maria, tira a máscara que eu quero te ver”, realizada em 1994 na Galeria Theodoro Braga. Nessa série, véus e panos cobrem os rostos femininos, como máscaras que eliminam suas identidades, revelando somente seus corpos. Sua segunda individual, “Era uma vez... Caixa de fósforo”, ocorreu em 1996, contando a história de uma princesa em seu castelo . Esses trabalhos, aliados a outros, levaram à participação em diversos Salões e exposições coletivas no Brasil e no Exterior, assim como aos prêmios no Salão de Fotografia do Centro Cultural Brasil Estados Unidos, em Belém (1997), no projeto Abra/Coca-Cola, em São Paulo (1998) e no Salão Arte Pará (1997). Os anos 2000 iniciam com uma nova premiação no Salão Arte Pará, individuais no Rio de Janeiro e diversas coletivas pelo país. Participa em 2002, projeto da Fundação Rômulo Maiorana intitulado “Espia Marajó”, uma imersão pelas vivências da região, que rendeu, além da exposição e publicação, sua série “Quantas Julietas e alguns Romeus”. Além disso, apresentou sua fotonovela “A Iludida” e participou do livro “Fotografia Contemporânea Paraense – Panorama 80/90”, publicado pela SECULT/PA. No ano seguinte teve sua obra compondo a Coleção Pirelli/MASP de Fotografia O caminho trilhado levou à sua premiação como artista homenageada no 28º Arte Pará, onde expôs na sala especial o projeto “Lembranças de Dolores” (2004-2009), composto de um livro lançado pela Fundação Rômulo Maiorana, juntamente com uma performance, que ocorreu na capela do Museu do Estado do Pará - MEP. Em 2013 apresenta no Museu da UFPA a sua série “Românticos de Cuba”, resultado de sua viagem pelo país e encerra o ano recebendo a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura. Realizou a exposição individual “A cidade em silêncio”, em 2015, mostrando uma metrópole romântica, com fotografias que retratam detalhes diversos: santos, pinturas, azulejos e pontos históricos. Sua produção, “O corpo fértil” (2017), trata do corpo feminino como elemento simbólico de fertilidade, tendo presentes as ervas paraenses, como escudos na preservação da sacralidade do corpo. Walda Marques é uma fotógrafa em constante movimento, sempre explorando novas maneiras de apresentar seu trabalho fotográfico. Sua criatividade e inquietação a impulsionam a buscar constantemente novas abordagens e formas de expressão para sua obra, a exemplo da fotonovela Josefina, a moça do taxi, a qual foi acondicionada em uma caixa/objeto, e que se configurava como parte da obra. Essa fotonovela da fotógrafa paraense compôs parte da edição do Clube de Colecionadores do Museu de Arte Moderna de São Paulo em 2017, e foi inspirada na lenda urbana da Moça do táxi, muito popular entre os belenenses. Entre 2012 e 2022 participa de mais de 60 exposições coletivas, dentre elas como artista convidada no 4º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia (Museu da UFPA, 2013), Imagé.tica (Galeria Fidanza, 2014), A Arte da Lembrança (Itaú Cultural SP, 2015), 7º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia (Mostra Belém: Ressaca, Heranças, 2016); 38º Salão Arte-Pará - As Amazonas do Pará (Museu da UFPA, 2019), Mulheres na Coleção MAR (Museu de Arte do Rio, 2019), Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM – 20 Anos (Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP, 2020). Em 2022, teve sua fotonovela “O homem do Central Hotel” adaptada também para o cinema pela cineasta Zienhe Castro. Silvia Pereira Hundertmark – Função: Produção Executiva Responsavel técnica pela formatação, processo de execução e fiscalização da prestação de contas, toda parte documental do projeto. (Gestora e Produtora Cultural) Formada em 2005 em Gestão e Produção de Eventos Culturais pela UNAMA – Universidade da Amazônia com mais de 20 anos de atuação na área cultural em desenvolvimento, coordenação, produção e pós-produção de eventos culturais e coorporativos, Desenvolve forte atividade com elaboração, produção e gestão de projetos das diversas linguagens artísticas. Experiente na elaboração e gestão de projetos por meio de leis de incentivo a cultura, federal, estadual e municipal. Por 3 anos foi a responsável pelos projetos da Fundação Ipiranga com foco principal de atuação as artes plásticas. Como produtora independente, participou em mais de 300 projetos de artistas da região norte. Foi por 8 anos Diretora Técnica da Fundação Carlos Gomes, instituição que tem por finalidade a difusão e a formação musical no Estado do Pará, desenvolvendo atividades na área de ensino, extensão e pesquisa. Atuou como coordenadora, gestora e responsável técnica por 7 edições do Festival Internacional de Música do Pará e do Festival Música das Américas, eventos que fazem parte da programação cultural do Estado do Pará.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Dados pessoa física divergentes, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.