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O projeto busca fomentar as ações de manutenção de atividades da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, que consistem em oficinas continuadas, eventos culturais, Projeto Geloteca e Batalhas de Rima Resta 1, qualificação do espaço e estruturas, além de promover de forma inédita uma qualificação e formação de redes de casas e coletivos do Hip Hop no RS.
Batalha Resta 1: Serão realizadas oito edições por ano da batalha. Em cada edição, são abertas até 16 (dezesseis) vagas sem critério de aprovação para participação na batalha de rimas. As inscrições são realizadas uma hora antes das batalhas iniciarem. Por vez dois(duas) MCs numa melhor de três divididos em três rounds, cada MCs utiliza quarenta segundos para elaborar seu improviso, utilizando tanto para atacar quanto para defender, o(a) melhor é escolhido pelo público, restando no final apenas um(uma), conceituando a batalha assim como o famoso jogo de quebra cabeças homônimo. Em cada batalha, serão premiados o primeiro e o segundo lugar. Eventos multiculturais: A cada quatro meses, será realizado um evento gratuito com apresentações dos elementos MC, DJ, Breaking, e Gratuitos, contratando seis apresentações regionais e uma nacional. Os eventos serão abertos ao público, fomentando e valorizando a cultura hip hop.
Objetivo Geral Garantir o desenvolvimento das atividades formativas e culturais da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio e a manutenção do patrimônio e recursos humanos necessários para a gestão e atendimento do público no espaço, garantindo suas ações de acessibilidade e democratização do acesso com gratuidade de todas as ações. Objetivos específicos Garantir os recursos humanos necessários para o pleno funcionamento da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, gerando 20 empregos diretos, e mais de 50 empregos indiretos de artistas envolvidos em sua programação, incluindo profissionais de acessibilidade para garantir o atendimento de todos os públicos; Promover atividades socioculturais de formação e capacitação, com base na metodologia da cultura hip hop, para crianças, adolescentes e jovens de 10 a 18 anos da rede pública de educação de Esteio/RS, de modo gratuito, sendo que as ações do projeto serão desenvolvidas nas dependências da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio e diretamente nas escolas de territórios Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Serão realizadas um total de 10 oficinas formativas de cada área: DJ, MC, Breaking, Graffiti e Serigrafia, totalizando 50 oficinas ao longo dos dois anos, com 12 encontros cada e carga horária de 36 horas por oficina. Cada turma terá 10 vagas, contemplando 500 pessoas com as atividades formativas ao fim do projeto; Oferecer bolsa incentivo para 250 alunos das oficinas 5 elementos Hip Hop, incentivando a permanência dos alunos no projeto; Realizar seis eventos multiculturais ao longo dos dois anos, com apresentações de MC, DJ, Graffiti e Breaking, gerando renda e divulgando trabalhos artísticos regionais e nacionais do movimento Hip Hop. Os eventos terão entrada franca, com público estimado de 1.800 pessoas ao longo do projeto; Produzir e distribuir 25 Gelotecas, projeto que transforma geladeiras descartadas em bibliotecas móveis e coloridas através da técnica do graffiti, para facilitar o acesso à literatura e à cultura junto às comunidades menos assistidas e mais vulneráveis, distribuídas gratuitamente para escolas, projetos sociais e comunidades das cidades de Esteio e Canoas; Adquirir 30 livros de artistas hip hopers para distribuição gratuita nas Gelotecas, movimentando a economia local e fomentando a formação de novos leitores, totalizando a aquisição e distribuição gratuita de 750 exemplares ao fim do projeto; Realizar 16 edições da Batalha Resta 1 (8 por ano), uma competição de rimas de improviso com premiação para os participantes, com previsão de píblico total de 1.600 pessoas ao longo do projeto; Realizar de forma inédita a primeira edição do projeto Laboratório Hip Hop: projetos e formação de redes de casas e coletivos, proporcionando o compartilhamento de dados, informações e metodologias de ensino-aprendizagem, bem como o conhecimento na gestão de projetos, circulando pelas cidades de Caxias do Sul, Santa Maria, Pelotas, Taquara e Esteio, com 30 vagas em cada etapa, totalizando um intercâmbio com 150 artistas, produtores e gestores ligados ao movimento Hip Hop; Realizar cinco eventos multiculturais de finalização do projeto Laboratório Hip Hop, como aplicação prática do intercâmbio, contratando grupos e profissionais locais, com público estimado de 300 pessoas por evento, totalizando 1500 pessoas ao fim do projeto. Qualificar a estrutura física e de equipamentos da Casa do Hip Hop de Esteio, fortemente atingida pelas duas enchentes de 2023 e 2024, recuperando seu espaço físico e qualificando as salas de oficina, estúdio e eventos e garantindo acessibilidade de seu espaço físico pela adaptação de banheiros.
A Associação da Cultura Hip Hop de Esteio (ACHE), criada em 2012, é gestora da maior Casa da Cultura Hip Hop independente e sustentável da América Latina na cidade de Esteio-RS. Atende e sensibiliza 4.000 jovens de 15 à 24 anos anualmente, através das Oficinas 5 Elementos do Hip Hop, Programa Consumo Consciente, Estúdio Musical, Shows e mais de 3.000 famílias anualmente por meio do Programa Hip Hop Alimentação, metodologia própria de sucesso na emancipação crítica e econômica das chefes de família atendidas. A atuação da ACHE se dá ainda no desenvolvimento social e cultural com protagonismo estadual e nacional, como gestora do primeiro Museu da Cultura Hip Hop do continente Sul Americano na cidade de Porto Alegre-RS, inaugurado em 2023, com perspectiva de 10 mil visitações ano no complexo cultural; e da Universidade Popular dos Movimentos Sociais Vozes da Periferia em toda região sul do Brasil em aliança com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra em Portugal, por meio do maior sociólogo de língua portuguesa vivo atualmente, Boaventura de Sousa Santos. Compõe a Corporação Brasileira das Casas de Hip Hop, tendo vasta experiência na área cultural, educacional, ações de garantia dos direitos das juventudes e, articulada com os(as) artistas MV Bill, Emicida, Eliane Dias, entre outros. A ACHE é parceira da Secretaria de Justiça, Sistemas Penal e Socioeducativo do Estado do Rio Grande do Sul, gestora dos seis Centros da Juventude do Programa de Oportunidades e Direitos financiados pelo BID, desde implantação desta importante política pública até a construção do plano de sustentabilidade pós contrato com o Banco, experiência que subsidiou a construção dos Centros de Referência da Juventude no Estado do Espírito Santo. Conta também no hall de parcerias com o Ministério Público do Trabalho, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, além de agências das Nações Unidas, como a Organização Internacional do Trabalho, Unesco e HeForShe da ONU Mulheres. Além disto, desenvolve outras ações de atendimento psicossocial com profissionais da área, acolhendo vítimas de violência; inclusão digital; biblioteca; quadra poliesportiva; horta comunitária com plantação coletiva e alimentos orgânicos para consumo dos associados e da comunidade em geral. Tudo voltado para a melhor qualidade de vida e formação do jovem cidadão. Um espaço aberto à visitação para toda a comunidade. O imóvel, que antes da chegada da ACHE era local de consumo de crack, hoje é um espaço de transformação na vida de muitos jovens. A enchente que atingiu a Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, pela segunda vez em menos de 10 meses, acarretou em diversos prejuízos econômicos para a entidade. O nível da água da enchente chegou a 2 metros de altura, permanecendo no espaço por mais de 20 dias, havendo perdas irreversíveis estruturais, de móveis, objetos, equipamentos, maquinário e afins. Essa situação impactou profundamente a entidade, que precisou pausar suas oficinas gratuitas, impactando negativamente na sustentabilidade econômica do projeto/entidade e no atendimento dos jovens que participam das atividades no espaço, e que agora, mais do que nunca, precisam desse atendimento. Por isso, um dos objetivos desse plano bienal, é qualificar seu espaço físico, contemplando ações de acessibilidade nos banheiros, reformas elétricas e hidráulicas necessárias para a segurança do espaço, e aquisição de equipamentos e mobiliários que qualifiquem as salas de oficina, estúdio e a produção de seus eventos. As atividades aqui propostas contemplam além das melhorias estruturais, a manutenção de sua equipe gestora e demais recursos humanos necessários para viabilizar o atendimento e os projetos executados no espaço, realizando também atividades formativas gratuitas continuadas ligadas ao movimento HIP HOP, ações de fomento à leitura através do projeto Geloteca, premiação de artistas locais pelas Batalhas Resta 1, a realização de eventos de promoção da cultura Hip Hop, e por fim, a realização inédita de um intercâmbio estadual pelo projeto Laboratório Hip Hop, proporcionando o compartilhamento de dados, informações e metodologias de ensino-aprendizagem, baseados na cultura maker, na cocriação e na inovação de impacto social, bem como o conhecimento na gestão de projetos criados e administrados pela entidade proponente, a exemplo do Museu da Cultura Hip Hop do RS e a gestão da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio e suas ações culturais, sociais e educativas, compartilhando conhecimento e fornecendo recursos para que cada rede possa aplicar na prática a execução de um projeto. Cabe ressaltar aqui a gratuidade de todas suas ações e a geração de emprego e renda para profissionais das diversas manifestações culturais do movimento Hip Hop, que participarão ativamente de seus eventos e atividades formativas, proporcionando assim parte do ciclo sustentável de sua arte. Por vivenciarmos esta realidade, visamos potencializar o trabalho de projeção profissional dos produtos culturais e intelectuais provenientes da juventude do estado do Rio Grande do Sul. Ainda, o projeto contempla todos os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E contempla os seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;
OFICINA DE MC Número de vagas: 10 por oficina - 10 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 36h Aproximar a escrita do rap, da música e da periferia. A proposta da oficina de MC tem o objetivo de provocar as juventudes e despertar interesse na vida que os cercam, com um olhar poético, tanto em versos quanto em prosa rimada ou não. A oficina será um passeio pela história da música Rap, contado e experimentado através desta linguagem. Reconhecendo a evolução da escrita e da Cultura Hip Hop na história da civilização: mídias contemporâneas, atos históricos, movimentos sociais, direitos humanos, dentre outros temas de suma importância. Como produto final, objetiva-se uma produção musical autoral, desde a composição literária, bem como aprofundamento na produção musical. OFICINA DE BREAKING Número de vagas: 10 por oficina - 10 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 36h A oficina de dança Breaking traz o conhecimento na prática sobre a dança que deu origem às danças relacionadas ao Hip Hop, e abordará fundamentos da dança como: Top Rock, Drop, Foot Work Freezes, Power Moves e Stance, utilizando dinâmicas de grupos e trabalho individual, de modo inclusivo e acolhedor, abrindo espaço para debates como a profissionalização do Breaking que também é modalidade olímpica, com estreia marcada para 2024 em Paris na França. OFICINA DE GRAFFITI Número de vagas: 10 por oficina - 10 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 36h A oficina de Graffiti visa aprofundar os conhecimentos dos participantes sobre a arte do grafite na ótica da Cultura Hip Hop, transformando em arte o cotidiano que estão inseridos. Serão concebidas atividades nas quais os participantes irão conhecer um pouco da história do grafite, seus diferentes estilos e técnicas, suas principais características, seus principais representantes a nível local, estadual, nacional e internacional, além de vivenciarem a grafitagem na prática, desde a criação do esboço no papel até a sua aplicação na parede. OFICINA DE DJ Número de vagas: 10 por oficina - 10 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 36h A Oficina de DJ busca gerar oportunidade para quem quer aprender a tocar como hobby ou se lançar no mercado, utilização de equipamentos, técnicas de mixagem, além de apresentar a diferença entre as versões de músicas e mídias utilizadas pelos DJs. As juventudes aprendem em aulas práticas sobre disparo, volume, ganho, compasso, contagem de compasso, harmonia musical, loop, Master Tempo, mixagem usando Pitch, Pitch Bend, Modo Vinyl, Break, além de introdução à mixagem em computador: Pitch X Sinc. Também serão dadas orientações sobre como se comportar no mercado da música, abordando temas como ética, postura e público Buscando gerar oportunidade para que os alunos entrem no mercado de trabalho, possibilitando assim a geração de renda na economia criativa da cultura. Ensinando teoria e prática, abordando também o trabalho na montagem e conexão de diversos equipamentos, afinação, controle de pitch, regras, batidas por compasso, equalização, práticas e gravação de uma mixtape. OFICINA DE SERIGRAFIA Número de vagas: 10 por oficina - 10 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 36h Discutimos mercados, oportunidades, empreendedorismo, equipamentos, investimentos iniciais, teoria e metodologias de produção, passando da pré-impressão (preparação, exposição, revelação e recuperação de matrizes) até a impressão final da estampa em diversos substratos, utilizado diferentes técnicas, acabamentos e tipos de tintas. Um ótimo curso para quem está começando a montar sua estamparia.
PRODUTO: PLANO ANUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Casa do Hip Hop de Esteio possui acessibilidade em seu térreo, local onde acontecem as atividades do projeto. As obras de manutenção preveem a adequação de um banheiro para acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: As atividades artísticas e musicais contemplam deficientes visuais, que podem acessar as atividades musicais e de batalha de MC ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de um intérprete de libras, para garantir a acessibilidade de todas suas ações ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Toda a equipe gestora do projeto possui formação de atendimento pelo Balcão de Direitos das Pessoas Atípicas, projeto da Assembleia Legislativa de Porto Alegre. PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTAGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Casa do Hip Hop de Esteio possui acessibilidade em seu térreo, local onde acontecem as atividades do projeto. As obras de manutenção preveem a adequação de um banheiro para acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Caso tenha aluno inscrito com essa necessidade, será contratada monitoria para acompanhamento das aulas e auxilio na descrição das aulas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de um intérprete de libras, para atendimento de deficientes auditivos caso haja demanda. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Toda a equipe gestora do projeto possui formação de atendimento pelo Balcão de Direitos das Pessoas Atípicas, projeto da Assembleia Legislativa de Porto Alegre. PRODUTO: MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE ESPAÇOS CULTURAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Casa do Hip Hop de Esteio possui acessibilidade em seu térreo, local onde acontecem as atividades do projeto. As obras de manutenção preveem a adequação de um banheiro para acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Não se aplica por se tratar de modernização de espaço ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica por se tratar de modernização de espaço ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Toda a equipe gestora do projeto possui formação de atendimento pelo Balcão de Direitos das Pessoas Atípicas, projeto da Assembleia Legislativa de Porto Alegre. PRODUTO: SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: A equipe garantirá que os locais que receberão a atividade de laboratório, possuirão acessibilidade física. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Caso tenha aluno inscrito com essa necessidade, será contratada monitoria para acompanhamento das aulas e auxílio na descrição das aulas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de um intérprete de libras, para atendimento de deficientes auditivos caso haja demanda. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Toda a equipe gestora do projeto possui formação de atendimento pelo Balcão de Direitos das Pessoas Atípicas, projeto da Assembleia Legislativa de Porto Alegre.
Toda a programação prevista neste projeto será gratuita. O projeto contempla os seguintes inciso/medida do art. 30 da IN nº 11/2024: Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; X - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.
A ASSOCIAÇÃO DA CULTURA HIP HOP DE ESTEIO - proponente, gestora administrativa e financeira do projeto A Associação da Cultura Hip Hop de Esteio (ACHE), criada em 2012, é gestora da maior Casa da Cultura Hip Hop independente e sustentável da América Latina na cidade de Esteio-RS. Atende e sensibiliza 4.000 jovens de 15 à 24 anos anualmente, através das Oficinas 5 Elementos do Hip Hop, Programa Consumo Consciente, Estúdio Musical, Shows e mais de 3.000 famílias anualmente por meio do Programa Hip Hop Alimentação, metodologia própria de sucesso na emancipação crítica e econômica das chefes de família atendidas. A atuação da ACHE se dá ainda no desenvolvimento social e cultural com protagonismo estadual e nacional, como gestora do primeiro Museu da Cultura Hip Hop do continente Sul Americano na cidade de Porto Alegre-RS, inaugurado em 2023, com perspectiva de 10 mil visitações ano no complexo cultural; e da Universidade Popular dos Movimentos Sociais Vozes da Periferia em toda região sul do Brasil em aliança com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra em Portugal, por meio do maior sociólogo de língua portuguesa vivo atualmente, Boaventura de Sousa Santos. Compõe a Corporação Brasileira das Casas de Hip Hop, tendo vasta experiência na área cultural, educacional, ações de garantia dos direitos das juventudes e, articulada com os(as) artistas MV Bill, Emicida, Eliane Dias, entre outros. A ACHE é parceira da Secretaria de Justiça, Sistemas Penal e Socioeducativo do Estado do Rio Grande do Sul, gestora dos seis Centros da Juventude do Programa de Oportunidades e Direitos financiados pelo BID, desde implantação desta importante política pública até a construção do plano de sustentabilidade pós contrato com o Banco, experiência que subsidiou a construção dos Centros de Referência da Juventude no Estado do Espírito Santo. Conta também no hall de parcerias com o Ministério Público do Trabalho, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, além de agências das Nações Unidas, como a Organização Internacional do Trabalho, Unesco e HeForShe da ONU Mulheres. RAFAEL DIOGO DOS SANTOS (Rafa Rafuagi) - Coordenação Geral Rafael Diogo dos Santos, vulgo Rafa Rafuagi, jovem negro, nascido no dia 13 de setembro de 1988 em Porto Alegre/RS. Morador de Esteio/RS, com mais de vinte anos de atuação artística e social em âmbito nacional e internacional. É idealizados da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio e do Museu da Cultura Hip Hop do RS. É MC (mestre de cerimônias) do grupo de rap Rafuagi, premiado nome da Cultura Hip Hop do Brasil, reconhecido internacionalmente em países do continente americano e europeu, através dos Festivais Hip Hop Al Parque na Colômbia e Paris Hip Hop na França, onde é parceiro desde 2014, atualmente uma das principais referências da Cultura Hip Hop nacional em atividade, registrando mais de 1.000 shows em 300 cidades. Com 26 prêmios na carreira, destacam-se o Prêmio Hutúz 2006/2009, da Cufa; Prêmio Estadual de Direitos Humanos 2013 na categoria Garantia dos Direitos da Juventude, promovido pela Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos do Estado do Rio Grande do Sul/Brasil; Medalha Zumbi dos Palmares 2017, promovido pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul e Prêmio Destaque Bom Exemplo na Educação 2021 do Grupo Sinos. Membro do Comitê Gaúcho Impulsor do HeForShe (Eles Por Elas) da ONU Mulheres, atuou como Consultor de Articulação Social e Mobilização Comunitária do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Programa de Oportunidades e Direitos (POD). É fundador e atual coordenador de Autogestão e Sustentabilidade da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, gestora do projeto da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, equipamento que se configura como a maior casa independente da América Latina e primeira do Estado do Rio Grande do Sul, atendendo 4000 jovens anualmente. É também fundador do projeto Museu da Cultura Hip Hop RS, o primeiro da América Latina, a ser inaugurado em Porto Alegre no dia 14 de maio de 2022. É fundador e educador popular da Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS) Vozes da Periferia. Criador do projeto Partiu Aula nas escolas gaúchas, ganhou selo de parceiro da Organização Internacional do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul. Formado no curso de Epistemologias do Sul pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra/Portugal em 2018, desde 2012 é técnico em Publicidade e Propaganda pelo Colégio Cristo Redentor em Canoas/RS e, atualmente, é acadêmico de Direito na Fundação Escola Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul. É idealizador do projeto de lei que institui a Semana Hip Hop em sete municípios do estado do Rio Grande do Sul (Esteio, Canoas, Pelotas, Cidreira, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Montenegro) como eventos oficiais no período de 2011, 2012 e 2013. Foi o delegado mais jovem e único representante da Cultura Hip Hop na delegação gaúcha presente na III Conferência Nacional de Cultura, realizada em 2013 na cidade de Brasília/DF. Também foi delegado gaúcho na Conferência Nacional da Igualdade Racial realizada em 2017 na mesma cidade. Elaborou e desenvolveu de 2010 à 2013 os projetos Observatório Comunitário de Editais e Incubadora Social, na Casa da Juventude nos bairros Guajuviras e Mathias Velho, ambos no Território de Paz do Pronasci em Canoas/RS, atendendo mais de 800 jovens da região metropolitana de Porto Alegre. Também atuou como educador social de comunicação comunitária no projeto Guardiões da Água do Semae, da Prefeitura Municipal de São Leopoldo/RS em 2021. É militante do movimento negro nacional, por meio das ações do grupo Rafuagi e do grupo Unir Raças, do qual sua mãe, Maria Odete Diogo dos Santos, é fundadora e está como presidenta. É ministrante do Curso Antirracismo, como identificar e combater o racismo estrutural para professores da rede pública de ensino, e um dos idealizadores do projeto Caravana Antirracista, levando verdade e consciêcia nos Estados brasileiros. Entre parcerias musicais, destacam-se nomes como Emicida, Rashid, Daniel Drexler, MV Bill, RAPadura Xique Chico, Rappin Hood, Thaíde, Lica Tito, Nitro Di, SNJ, Vitin Onze:20, a atriz Denise Fraga e o sociólogo Boaventura de Sousa Santos, entre muitos outros, já tendo dividido palco com Wu Tang Clan, Mos Def, Gavlynn, Afu-Ra, DJ Premier, Caetano Veloso, Jorge Drexler, dentre outros. Autor do Livro Teoria Prática, a história das juventudes na engenharia social com Prefácio de Boaventura de Sousa Santos e Posfácio de Emicida, lançado dia 10 de dezembro de 2021. RAFAEL MAUTONE - KALUNGA PRODUÇÕES - Coordenação Pedagógica Rafael Mautone é músico, professor, historiador e produtor cultural. Licenciado em História pela UFRGS e Mestre em Educação pela Unilassale, sua dissertação versa sobre a utilização das Educabilidades da Cultura Hip Hop no Ensino de História no Ensino Fundamental. É Coordenador Pedagógico e de Oficinas da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, entidade gestora da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio e do Museu da Cultura Hip Hop RS. Como produtor, organizador e artista venceu o PROCULTURA/RS 2012 para realização do festival de artes integradas "Neunderground" na cidade de Alvorada, Prêmio FUNARTE de Artes na Rua 2014 pela montagem da peça "Sepé Guarani Kuery Mbaraeté" com a Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela e os editais Estúdio Geraldo Flach 2015 da Prefeitura de Porto Alegre para gravação do álbum "Na Trilha e no Rítmo do Negro" e do Edital Aldir Blank 2021 para gravação do álbum “Com a força dos ancestrais” ambos com a Banda Kalunga. LIÉGE BIASOTTO - CUCO PRODUÇÕES - Coordenação de Projeto Liége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração e gestão de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experiência na cena musical, responde pela direção de produção do Projeto Farol.Live, Festival Kino Beat, Festival de Música de Nova Prata, Projeto Circuitos Musicais e do projeto social OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular. Ainda, é gestora de projetos incentivados do Museu do Hip Hop do RS, Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, Casa de Cultura Mario Quintana e Orquestra de Câmara da ULBRA. ALAN BITELLO - Coordenador técnico Alan Bitello, brasileiro, natural de Sapucaia do Sul RS, MC, Beatmaker, produtor cultural,militante, ativista social e um dos fundadores da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio. Ocupou a coordenação finaceira da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, entidade que gestiona a Casa da Cultura Hip hop de Esteio e também o Museu do Hip Hop do RS. Atualmente ocupa a coordenação de projetos, eventos e produção cultural na entidade. Amante da música e imerso na Cultura Hip Hop desde o final dos anos noventa, MC desde o ano dois mil já produzia eventos, festivais e ações comunitárias alusivas e diretamente lincadas a Cultura Hip Hop e seus artifícios. No ano de dois mil e onze começou trabalhar inteiramente com a produção cultural, projetos e eventos realizando, articulando e produzindo celebrações com dimensões significativas tanto com número de público como relevância,importância e notoriedade de artistas. ARETHA ABENÁ RAMOS - Coordenadora administrativa e financeira Aretha Abená Ramos Coelho de 31 anos, mais conhecida como Aretha Ramos, é envolvida diretamente com a Cultura Hip Hop do estado do Rio Grande do Sul desde 2009. Iniciou em 2010 participando de um grupo de rap chamado “Rima à Pampa”. Em 2011 a Aretha organizou a edição “Batalha da Leste em POA”. Fundadora da Batalha do Mercado, projeto que desde 2010 já completou mais de 100 edições. Participou como jurada de importantes eventos, como Rap In Cena, Festival Zumbi dos Palmares, Copa Sul Freestyle, Planeta Beat do Planeta Atlântida, Eliminatória Estadual para o Duelo de MCs Nacional 2022, Slam Peleia. Formada em Administração em 2020 e cursando Pós-Graduação em Gestão Empresarial, durante a sua trajetória na Cultura Hip Hop, a Aretha também atuou por 13 (treze) anos na área administrativa e gestão de pessoas em ambientes corporativos, com atuação estratégica. Atualmente, está como dirigente da ACHE - Associação da Cultura Hip Hop de Esteio como Coordenadora Administrativo-Financeira, trabalha exclusivamente com a Cultura Hip Hop, onde unifica todas as suas experiências, com o objetivo de prestar serviços estratégicos, contribuir na profissionalização dos projetos artísticos/culturais do RS e principalmente, entregar resultados com impacto social através da: Gestão de Projetos, Coordenação de Projetos, Produção Cultural e Mentoria & Consultoria estratégica. NATÁLIA DOS SANTOS - Coordenadora de produção Natália Diogo dos Santos é socióloga, integrou o grupo de pesquisa em Economia solidária, com ênfase na formação dos trabalhadores, levando a educação popular como base. Militante do movimento negro, integrante do grupo Unir Raças - Esteio e ex integrante do Grupo Cidadania/Neabi Unisinos - São Leopoldo. Integrante da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, contribui na coordenação e gerência do espaço. É coordenadora da estufa agroecológia Flor do Gueto, do Museu do Hip Hop RS. Artesã, Afro empreendedora na Arte de Preta - acessórios e crochê.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.