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Realizar o ensaio, montagem e temporada do espetáculo musical "Elke Maravilha _ O Musical" na cidade de São Paulo, totalizando 48 apresentações.
Num formato intimista e com texto e direção de Miguel Falabella, o espetáculo busca envolver o espectador numa experiência com Elke. Falaremos de tolerância, respeito e amor através das histórias de vida dessa artista irreverente e carismática.
OBJETIVOS GERAIS: Realizar o ensaio, montagem e temporada do espetáculo musical ""Elke Maravilha _ O Musical" na cidade de São Paulo, totalizando assim 48 apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar o ensaio, montagem e temporada do espetáculo musical ""Elke Maravilha _ O Musical"", na cidade de São Paulo, totalizando assim 48 apresentações. - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos; - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida; - Geração de emprego para cerca de 40 profissionais diretos e 70 indiretos.
A atriz, apresentadora, jurada, modelo, cantora, professora, tradutora, mãe das drag queens, madrinha das prostitutas, das presidiárias, dos LGBTs; Elke Georgievna Grunnupp Evremides nasceu em Leningrado, Rússia em 1945 e faleceu no Rio de Janeiro, Brasil em 2016. Filha de mãe alemã e pai russo, chegou ao Brasil aos 6 anos com a família em razão das perseguições do regime soviético e estabeleceu-se na zona rural de Itabira (MG). Mulher de personalidade forte, tornou-se um grande símbolo de liberação dos costumes e de empoderamento feminino ao declarar abertamente seus oito casamentos e três abortos. Tinha orgulho de ser quem era, usou a mistura de culturas que formaram seu caráter para desenvolver um estilo singular de vestir, maquiar e pentear. Após esta breve apresentação da vida e obra de Elke Maravilha, podemos concluir que apesar de sua imagem exótica, intrigante e às vezes assustadora, sua história tem vários pontos de convergência com a de qualquer pessoa. Quem nunca se sentiu fora de lugar? Quem nunca se sentiu sozinho? Quem nunca teve que lutar para alcançar seus objetivos? Quem nunca falhou? Quem nunca sentiu medo? "Eu nunca fui mulher, sempre fui uma pessoa. Nunca permiti ser chamada de mulher. Desde pequena eu percebi que o homem é melhor do que nós. Quando pequena, perguntei ’pai, eu tenho que ser mulher?’ e ele falou ’não, minha filha, seja o que você quiser’. Aí eu resolvi não ser mais gênero. Tudo que a mulher faz, eu não gosto. Porque eu não quis, eu quis ser gente, essa é minha proposta, e acho que eu estou conseguindo" Elke Maravilha Segundo levantamento do instituto Datafolha, "A VITIMIZAÇÃO DE MULHERES NO BRASIL - 2a Edição" realizado a pedido do FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) e divulgado em fevereiro de 2019, as maiores vítimas de agressão no Brasil, são as mulheres entre 16 e 24 anos. Outra pesquisa, também realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostra que as maiores vítimas de feminicídio tem entre 30 e 39 anos, 61% são negras e 70,7% tinham no máximo ensino fundamental. Em 88,8% dos casos o autor foi o companheiro ou ex-companheiro. Através das histórias de vida dessa personalidade emblemática do nosso país, o projeto busca promover a "tolerância autêntica" entre os indivíduos impactados. Empoderamento feminino e orgulho lgbt+ serão abordados com profundidade e diversão gerando empatia e fazendo com que os indivíduos se identifiquem e busquem melhorias em suas vidas. Quando falamos dessa mudança, entramos no campo da cultura e desenvolvimento onde nos deparamos com dois conceitos aparentemente opostos: a identidade e a diversidade cultural. A ideia de que estes são aparentemente opostos vem da constatação precipitada de que o primeiro necessita do isolamento do "outro" para se fortalecer, já o segundo "valoriza" igualmente os demais para promover um diálogo múltiplo de expressões. Como agregar, transformar, tolerar e ainda manter sua identidade? Para aprofundar ainda mais este pensamento e conduzir nosso olhar para o desenvolvimento, considero importante pensar sobre as ideias de multiculturalismo, hibridismo cultural e sociedades plurais.
Para todos os públicos, preferencialmente a cima de 16 anos. Aberto para todos os públicos, com destinação de 10% da bilheteria gratuita + 20% a preço popular se faz acessível a todas as classe sociais. Previsão de duração: 120 minutos
Para as ações de acessibilidade o espetáculo contará com 3 frentes: ESPETÁCULO TEATRAL (PRODUTO PRINCIPAL) 1) Acessibilidade física. O espetáculo ficará em cartaz em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Todos as apresentações contará com aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, com áudio descrição contendo descritivo de todo cenário, figurinos, personagens, indicações musicais e atos, de forma que o usuário poderá acompanhar todo o espetáculo com informações precisas sobre seu conteúdo. B) Para portadores de deficiência auditiva. Todas as apresentações contarão com aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, onde o surdo poderá optar pela forma que lhe for de condução que lhe for pertinente, podendo escolher entre libras ou legenda. Além disso, sempre será disponibilizados os acentos próximo ao palco para que possa ter mais facilidade na leitura labial, preferência comum para surtos oralizados. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as apresentações contarão um produtor/instrutor devidamente capacitado para atendimento acessível. ENSAIO ABERTO E BATE PAPO (CONTRAPARTIDAS) 1) Acessibilidade física. As ações acontecerão em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Não será necessário tal acessibilidade uma vez que todo conteúdo será falado e, portanto, a leitura visual não se faz necessária. B) Para portadores de deficiência auditiva. Será disponibilizado aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, onde o surdo poderá optar pela forma que lhe for de condução que lhe for pertinente, podendo escolher entre libras ou legenda. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as ações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível. Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site de vendas, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro. Caso o deficiente não possua consigo um device, ou fones (para o caso de áudio descrição), será destinado tablets e fones de ouvido.
Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções: Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 29, ofereceremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Podendo ser realizadas de acordo com os § 1º, 2º, além disso seguirá o § 3º referente a meia entrada, limitando os valores dos ingressos á média de R$ 250,00. Referente ao Artigo 30, realizaremos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizaremos portanto 1 ensaio aberto, para público ONGs, estudantes, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. Referente a contrapartida social, do Artigo 32, ofereceremos: § 1º - II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 1 palestra sobre criação artística e processos criativos com direção e elenco. O público será constituído de 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição ou no máximo 500 (quinhentos) beneficiários que serão alunos e professores da rede pública de ensino.
Texto e Direção: Miguel Falabella Músicas - Miguel Falabella e Josimar Carneiro Direção musical – Daniel Rocha Coreografia – Zuba Janaína Design de som – Tocko Michelazzo Figurino - Lígia Rocha, Marco Aurélio e Jemina Tuany Direção Geral – Celia Forte Coordenação de produção – Selma Forte Realização: Morenteforte Produções MINI BIO MIGUEL FALABELLA O renomado artista multifacetado, Miguel Falabella, cuja carreira abrange atuações como ator, dramaturgo, diretor, versionista, cineasta, carnavalesco e apresentador, iniciou sua trajetória teatral na adolescência, ao estudar no prestigiado Teatro Tablado, de Maria Clara Machado. Em parceria com Maria Padilha, fundou um grupo teatral, marcando sua estreia profissional em 1979 na peça “O Despertar da Primavera”. Desde então, sua carreira deslanchou com notáveis contribuições para o universo artístico. Com um currículo vasto, em 1996, Miguel Falabella deu vida ao icônico personagem Caco Antibes no programa “Sai de Baixo”. Seu legado no teatro é verdadeiramente impressionante, destacando-se no cenário de Teatro Musical. Em 2000, ele encantou a plateia ao estrelar “O Beijo da Mulher Aranha” ao lado de Cláudia Raia. No ano seguinte, assumiu a direção e co-escreveu “South American Way”, uma produção que explorava a fascinante vida de Carmen Miranda. Em 2007, dirigiu e estrelou em “Os Produtores”, seguido por sua notável contribuição em 2009, ao dirigir e versionar “Hairspray”, com um elenco estelar. No ano seguinte, ao lado de Diogo Vilela, Miguel versionou, dirigiu e atuou brilhantemente em “A Gaiola das Loucas”. Sua dedicação ao Teatro Musical continuou em 2012, dirigindo e atuando em “Xanadu”, versionando “Cabaret” e compartilhando o palco com Marília Pêra em “Alô, Dolly!”. Além disso, assinou a direção e as versões das canções do espetáculo. Seus mais recentes trabalhos incluem produções como “O Homem de La Mancha”, “Annie”, “Donna Summer Musical” e “Marrom, o Musical”, uma homenagem à cantora Alcione, onde assumiu os papéis de escritor e diretor. Atualmente, Miguel Falabella está imerso na preparação para a emocionante montagem de “Elvis – A Musical Revolution” e também está envolvido na criação de um musical que explorará a vida fascinante de Martinho da Vila. Sua paixão e dedicação ao mundo do teatro continuam a inspirar e encantar públicos ao redor do país. MARIANA GRANDI Artista e empreendedora cultural, acredita na arte como meio de transformação social. Apaixonada por teatro musical, atuou em dezenas de espetáculos do gênero como: “Pippin” onde interpretou Fastrada, “Chacrinha O Musical” onde viveu “Elke Maravilha” e recentemente, interpretou Inês no clássico de Arthur Azevedo "Amor por Anexins". Além dos palcos, também atuou em cinema, teledramaturgia e outros projetos audiovisuais, destacando sua participação no filme "Saltimbancos Trapalhões Rumo a Hollywood" e na novela "Gênesis", onde deu vida a Zade. Formada em Comunicação Social pela ESPM e pós graduada em gestão de cultura pelo Senac, é idealizadora do projeto SEXagenárias e responsável pela Casa Henriqueta; projetos que visam o desenvolvimento pessoal através da arte. ZUBA JANAINA é professora, coreógrafa e diretora de movimento do Curso de Teatro Musical – montagem de um espetáculo original realizado na Extensão Cultural da SP Escola de Teatro e pelo Nosso Projeto com a 2ª turma (Sorria) e a 1ª Turma (Diálogos). Coreógrafa Residente no Musical Donna Summer com direção geral de Miguel Falabella em cartaz no Auditório do Ibiraquera. Atriz, Diretora de Movimento e Coreógrafa da peça AZAFAMA – Substantivo Feminino em Cartaz na unidade da Roosevelt da SP Escola de Teatro. Diretora de Movimento e Coreógrafa do Grupo de Teatro para Adultos no Clube Atlético Monte Líbano, entre outros trabalhos. SELMA MORENTE E CELIA FORTE Selma Morente e Célia Forte são sócias da Morente Forte Produções, empresa especializada em produções teatrais desde 1985 com a participação em mais de 1500 espetáculos teatrais. Abaixo alguns de seus trabalhos: Trair e Coçar é só começar, com Denise Fraga e elenco. Sempre te vi nunca te amei, com Rodolfo Botino. Noviças Rebeldes, com Cia Baiana de Patifaria, direção Wolf Maia. Visitando o Sr Green, com Paulo Autran e Cássio Scapin, direção Elias Andreato. A Pomba Enamorada, conto de Lígia Fagundes Telles. Amigas, pero no mucho, com Leopoldo Pacheco, Elias Andreato e Romis Ferreira, direção José Possi Neto. Cocoricó em Uma Aventura no Teatro, com elenco original da TV. Direção Fernando Gomes. Em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca. Realização Morente Forte A Dança Final, com Denise Weinberg e Norival Rizzo. Direção de Noemi Marinho. O Homem das Cavernas¸ com Norival Rizzo. Direção de Alexandre Reinecke. Guetto, com Fábio Herford. Direção e Adaptação de Elias Andreato. Doido, com Elias Andreato. Cruel, com Reynaldo Ginecchini, Maria Manoella e Erik Marmo. Adaptação e direção Elias Andreato. Ciranda, com Tania Bondezan e Daniela Galli. Direção de José Possi Neto. Boca de Ouro, com Marco Ricca e grande elenco. Direção Marco Antonio Braz. Realização SESI A Falecida, com Maria Luisa Mendonça, Lucélia Santos e grande elenco. Direção Marco Antonio Braz. Realização SESI Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, Tradução e Direção Rafael Gomes, com Maria Luisa Mendonça, Eduardo Moscovis, Virgínia Buckowski, Donizeti Mazonas, Fabricio Licursi, Fernanda Castello Branco e Matheus Martins. Morte Acidental de Um Anarquista, de Dario Fó, Dramaturgia e direção Hugo Coelho, com Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Fernado Sampaio, Maíra Chasseraux e Rodrigo Bella Dona. Ricardo III, de William Shakespeare, Adaptação Gustavo Gasparani e Sergio Módena, Tradução em verso Ana Amélia Carneiro de Mendonça, Direção Sergio Módena, com Gustavo Gasparani.
PROJETO ARQUIVADO.