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PRONAC 245443Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

MIAC: O TEMPO DOS CORPOS

CANARD PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,36 mi
Aprovado
R$ 1,33 mi
Captado
R$ 300,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33174335000185Crown Embalagens Metalicas da Amazonia S/A1900-01-01R$ 300,0 mil

Eficiência de captação

22.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-09-26
Término

Resumo

A MIAC _ Edição O Tempo dos Corpos, na cidade de Porto Alegre propõe pensamentos transdisciplinares que atravessam as diversas linguagens artísticas para promover discussões contemporâneas, valorizando as diferentes pesquisas estéticas, intelectuais e conceituais, trazendo temáticas urgentes e latentes como questões raciais, tecnológicas, de diversidade, gênero, inclusão, acessibilidade, sustentabilidade, clima, economia, etc. MIAC _ Edição O Tempo dos Corpos traz inúmeros artistas expoentes da nova cena cultural brasileira, por meio de espetáculos, exposições, instalações e performances, ocupando espaços como galerias e teatros na cidade de Porto Alegre.

Sinopse

Os espetáculos e performances ainda serão selecionados pela curadoria. A MIAC: O TEMPO DOS CORPOS é um evento novo que surge no Brasil, mais especificamente na cidade de Porto Alegre, capital do sul do estado, afim de olhar e valorizar os artistas e suas criações que rompem barreiras entre as linguagens artísticas, mesclando artes visuais com dramaturgia, dança, performance, música e audiovisual. A MIAC entende que a estética também é política e irá valorizar os artistas que criam obras com importante impacto visual e sonora para, a partir deles, discutir o movimento das artes no Brasil e no mundo e o conceito de inovação. A MIAC irá traçar um diálogo entre a programação brasileira de diversas regiões afim de estabelecer paralelos e atravessamentos entre os diversos pensamentos de diferentes culturas sobre 3 questões: identidade, futuro e a arte. Permeando estas questões, está a função da tecnologia em toda sua amplitude, desde a tecnologia usada pelos povos da floresta nas suas relações com a natureza como as novas tecnologias eletrônicas, a internet e a virtualidade. Ao fim, será criada uma programação unificada com uma dramaturgia e um pensamento único desde o seu início até o fim. Esta edição da MIAC está em fase de curadoria, mas já apontamos algumas ações estudadas (a confirmar). Apresentação 01: Exposição de 10 dias com vídeos de performances da artista indígena do povo Guajajara: Zahy Guajajara expõe umapanhado de suas produções audiovisuais além de usar o espaço para uma performance ao vivo criada para a MIAC. Apresentação 02: Performance “Influências de um canto secreto”, do bailarino sul-africano Albert Kohza no encontro com a artista visual, psicóloga e fotógrafa capixaba Castiel Vitorino Brasileiro. Apresentação 03: Peroformers de diferentes casas de vogue participam de uma Ballroom Scene MIAC. Apresentação 04: O bailarino e performer Gabriel Faryas apresenta os caminhos do futuro ancestral em palco de encontro com o ator e performer Jô Ovadia em uma investigação das possibilidades e limites do seu corpo não binário. Apresentação 05: Show da compositora e cantora Viridiana ambientando a participação das atrizes e performers Irmãs Brasil. Apresentação 06: Apresentação de instalações vivas sobre a libertação de seus corpos femininos, com a performer Bio Hard-Core, Argento-Sudaca-Judia, mulher Hi-Testosterone, portenha radicada em Nova York, Natasha Voliakovsky e a atriz, diretora e performer mineira Ludimila Ramalho Apresentação 07: Espetáculo TE MANA HAKAÂRA (O poder que permanece) do grupo indígena Rapanui La Huella Teatro da região do Chile. Masterclass com Valéria Barcelos. Tema: Teatro, música, cinema, moda, literatura: travestir multiartistas – com interprete de libras. Masterclass com Saskia. Tema: A dialética de embolhamento. #pormaisP10. – Com interprete de libras. Masterclass com Castiel Vitorino Brasileiro. Tema: Espiritualidade e Ancestralidade Interespecífica. – Com interprete de libras. Masterclass com Ludmilla Ramalho - Corpes políticxs na performance. – Com interprete de libras. Masterclass com com diversos artistas sobre a cultura urbana queer do BallRoom. – Com interprete de libras.

Objetivos

Objetivo Geral Fazem parte do objetivo geral da A MIAC _ Edição O Tempo dos Corpos, finalidades compreendidas pelo Art. 2o em que sera~o apoiados programas, projetos e aço~es culturais destinados: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas va´rias matrizes e formas de expressa~o; II - estimular a expressa~o cultural dos diferentes grupos e comunidades que compo~em a sociedade brasileira; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoça~o da cidadania cultural, da acessibilidade arti´stica e da diversidade, no conjunto das atividades propostas; V - incentivar a ampliaça~o do acesso da populaça~o à fruiça~o e à produça~o dos bens culturais, atrave´s da grande quantidade de atividades propostas; VIII - impulsionar a preparaça~o e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produça~o e a difusa~o cultural, atrave´s das atividades formativas e oficinas; pois A MIAC _ Edição O Tempo dos Corpos realiza diversas atividades gratui´tas e a preços populares, com uma enorme diversidade de expresso~es arti´sticas produzidas por artistas de diferentes regio~es do pai´s, dentre elas, espeta´culos, exposiço~es, projeço~es, instalaço~es, performances. Sendo assim a MIAC vai viabilizar a preços populares em outras, facilitando o acesso à cultura e discussa~o sobre arte; aproximar diferentes pu´blicos da arte contemporânea; possibilitar novas formas de fazer e pensar arte por meio de linguagens que mesclam artes visuais, dramaturgia, dança, performance, mu´sica e audiovisual; estabelecer, por meio de um dia´logo internacional e nacional, paralelos entre identidade, futuro e arte. Objetivos Especi´ficos PRODUTO ESPETA´CULO DE ARTES CÊNICAS E FESTIVAL/MOSTRA: - Realizar 10 apresentaço~es de performances/ instalaço~es arti´sticas; - Realizar 05 masterclasses gratui´tos. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS:- Promover 05 palestras gratui´tas com 2 horas cada uma, agraciando 500 pessoas de escolas e instituiço~es pu´blicas.

Justificativa

A MIAC: O TEMPO DOS CORPOS se fundamenta nos Art. 1º da Lei 8313/91 e Art. 3º da Lei de Incentivo, de acordo com os incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91 transcritos abaixo: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII. desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX. priorizar o produto cultural originário do País. ... e os incisos e as respectivas alíneas do artigo 3º da Lei 8.313/91 transcritos abaixo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. A arte se expressa de diferentes formas no decorrer dos tempos. Vivemos em 2024, em meio a um processo de emancipação da beleza normativa, buscando as inúmeras belezas possíveis que a arte e as subjetividades trazem. Somos corpas vivas, pulsantes, agindo nos seus gritos criativos e, mais que tudo, conectados em rede. Rede de soma, de vozes em coro com a magia de partituras independentes, produzidas em diferentes tons e texturas e somadas com um público, que deixa de ser passivo e passaa ser um sujeito vivo, parte de cada expressão. Essa pluralidade dialoga com as diversas maneiras possíveis de se produzir arte na contemporaneidade. Em tempos em que diferentes potências poéticas ganham luz, forma e cena, sob temas urgentes, revelamos expressões subjetivas e objetivas, descortinamos tabus, refletindo sobre os seus impactos e buscando evoluções enquanto seres humanos. A MIAC, Mostra Internacional de Arte Contemporânea é um ato vivo, conectado no seu tempo, que traz eventos que valorizam os artistas que promovem rupturas poéticas. Investir em processos e pesquisas estéticas, científicas, poéticas, artísticas, é investir no futuro. Movimentando a arte, a cultura, o turismo e o lazer, a MIAC _ Edição "O Tempo dos Corpos" coloca o estado do Rio Grande do Sul no mapa dos grandes eventos. Vivemos numa fricção entre tradição e contemporaneidade, entre políticas identitárias e um neocolonialismo que encobre violências, mas também vivemos em tempos de gritos de liberdade por uma identidade autêntica na livre expressão, em prol de um país que busca igualdade e dignidade para todes. Nesse tempo, nasce a segunda edição da MIAC, nominada "O Tempo dos Corpos". Uma edição que surge na necessidade de espalhamento artístico na expressão de valorizar os diferentes corpos dissidentes da sociedade padrão que se revelaram para o mundo com sussurros e gritos para manifestar suas identidades imensas, intensas e infinitas. Identidades mutantes que a cada nova descoberta se move, se adapta, se transforma atualizando-se aos tempos a sua verdade recriando estéticas para si e suas manifestações de arte. Nessa edição intitulada "o tempo dos corpos", o curador Fernando Zugno convida artistas que vem de universos distintos das artes e de diferentes lugares de existência para se reunirem em Porto Alegre, a cidade que se transforma em um terreno de encontros e conexões, trocas e aprofundamentos, descobertas e criações, apresentações e transformações. Com performances de corpos vivos que perpassam por dramaturgias, a shows performáticos, ball rooms, dança, instalações e conversas com importantes artistas brasileiras e estrangeiras que tem se destacado como importantes forças criadoras nas artes vivas contemporâneas. Pelas suas experiências de vida, a educação da vivência, do corpo poroso das artistas que absorve informações de diversas formas, no amor, na dor, na euforia, na fome… que aprende com o cotidiano do preconceito, da vitória, do medo, da coragem e que se mantém viva para contar sua história de forma lúcida, urgente, indignada, no afeto. São corpos filósofos tecidos em casa, na escola, na comunidade, nas ruas, na arte. Pessoas brilhantes como atriz e compositora Linn da Quebrada se encontra com a artista gaúcha Saskia, o sulafricano Albert Kohza vem apresentar sua performance Influências de um canto secreto e também colaborar com a artista visual e fotógrafa capixaba Castiel Vitorino Brasileiro, performers de diferentes casas de vogue participam de uma Ballroom Scene MIAC (uma subcultura LGBTQ+ underground afro-americana e latina que se originou na cidade de Nova York. A partir do final do século 20, drag queens negras e latinas organizaram seus próprios concursos em oposição ao racismo vivenciado), Gabriel Faryas caminha acompanhado de dois músicos em direção ao futuro ancestral, Jô Ovadia investigas as possibilidades e limites do seu corpo não binário, Viridiana en(canta) com suas composições e voz ambientando a performance das Irmãs Brasil, a portenha radicada em Nova York Natasha Voliakovsky e a mineira Ludimila Ramalho se encontram para criar instalações vivas sobre a libertação de seus corpos femininos e Assucena interpreta canções de seu repertório e novas canções de artistas gaúchas. Paralelo a programação artísticas, a MIAC traz o outro braço de protagonismo da larga programação que são as charlas/ conversas, outro ponto alto da programação com as artistas convidadas, importantes pensadores contemporâneos e uma convidada especial, a política transvestigênere Erika Hilton, que participam de conversas acerca do temas que circundam a "MIAC: o tempo dos corpos" como tempo ancestral, corpos mutantes, presença de pessoas transgêneros na arte contemporânea, corpos dissidentes na elaboração do futuro são algumas questões que serão abordadas pelas nossas convidadas. As apresentações contarão com preços populares, bem como atividades gratuitas e serão destinadas cotas de ingressos paraentidades, escolas, ONGs e grupos sociais, visando à democratização do acesso. A formação de nossa sociedade se faz a partir do estímulo que nós, produtores culturais, formadores de opinião e órgãos governamentais damos a ela. Independente do segmento que for - político, social ou cultural - o importante é podermos oferecer-lhe argumentos consistentes para seu desenvolvimento humano comportamental, único capaz de gerar mudanças plenas e concretas na sociedade.

Estratégia de execução

A MIAC - “O Tempo dos Corpos” visa beneficiar um largo público de pessoas, com foco na faixa etária de 18 e 45 anos, provenientes de escolas públicas, Ongs e pontos de cultura, além do público geral. Previsto para acontecer em diferentes pontos da cidade, o projeto contempla a contratação de um produtor para executar vias facilitadoras entre as entidades e a programação. O projeto contempla uma programaçao com acessibilidade, entre shows, performances e instalações, sendo algumas gratuitas e outras a preços populares, garantido os ingressos de toda a programação paga, com gratuidade para o público descentralizado, de escolas públicas, Ongs, pontos decultura, instituições que reúnem pessoas negras, indígenas, com deficiência física e transgêneros. Visto os preços serem populares (valores de R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia entrada), e tendo em vista uma programação com nomes de forte apelo, por seu reconhecimento e renome dos artistas envolvidos, somado a uma forte equipe de comunicação, prevemos forte adesão do público.

Especificação técnica

Projeto Curatorial: Em outubro de 2022, a MIAC promoveu a sua edição de lançamento com uma programação que contou com instalações, apresentações musicais, palestras, exposições, conversas, performances, seminários. Integraram a programação: o artista Tom Zé, com o espetáculo Língua Brasileira; a exposição e performance Iconoclastas, de Julha Franz e Pedro Karg; a obra Céu, de Ernesto Neto; apresentação da artista trans Viridiana; debate sobre meio ambiente, gentrificação, arte e estética, que trouxe os próprios catadores e recicladores para o centro da conversa; debate sobre descolonização, com Eduardo Bueno Peninha; debate sobre cosmologia indígena na arte contemporânea, com Xadalu Tupã e Sandra Benites; conversas sobre economia criativa, sobre os movimentos culturais no Brasil com Zé Miguel Wisnik; entre outros. O evento ocorreu em diferentes espaços da cidade, como na Casa de Cultura Mário Quintana, Teatro do Bourbon Country, Theatro São Pedro, Galeria La Photo, Ksa Rosa, Rua dos Andradas, Agulha Bar, Fábrica do Futuro, Vila Flores e Amplo. Seguindo a mesma linha curatoria, esta edição tem como linha curatorial: identidade, futuro e a arte. Desta forma, se cria uma programação unificada com uma dramaturgia e um pensamento único do início ao fim. Nesse sentido, a MIAC propõe pensamentos transdisciplinares que atravessam as diversas linguagens artísticas para promover discussões contemporâneas, valorizando as pesquisas estéticas. Assim, são abordadas questões raciais, diversidade, gênero, inclusão, acessibilidade, sustentabilidade, clima, economia, etc. Conta-se com uma seleção que propõe obras transdisciplinares que mesclam linguagens artísticas no trabalho em si, trazendo essas diferentes temáticas para o debate como uma ação protagonista e que interage com a programação artística. Por fim, é um evento que visa valorizar os artistas que promovem rupturas poéticas para criar novos modos de se fazer e pensar arte. Investir na pesquisa estética é tão importante quanto investir na pesquisa científica, é investir no futuro.

Acessibilidade

PRODUTO FESTIVAL/ MOSTRA ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: O evento ocorrerá em espaços sem restrição de acesso físico. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: O evento contará com intérprete de Libras em todos os Master-classes. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: O evento contará com audiodescrição em uma das apresentações. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA COGNITIVA: Os assistentes de produção irão recepcionar e acompanhá-los durante as atividades. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAIS ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: O evento ocorrerá em espaços sem restrição de acesso físico. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: O evento contará com intérprete de Libras na oficina de CONTRAPARTIDA SOCIAL, sempre que houver necessidade. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA COGNITIVA: O assistente da ministrante da oficina será capacitado para acompanhar o deficiente cognitivo durante as atividades, sempre que houver necessidade.

Democratização do acesso

Sabe-se que nem todos os indivíduos têm o costume de frequentar espaços que promovam atividades artísticas. A dificuldade do acesso à eventos culturais é um problema em nosso país e, por esse motivo, são importantes as Leis de Incentivo à Cultura. Por meio delas, é possível oferecer, de forma crescente, programações artísticas com acesso democratizado e para públicos diversificados. Para que a arte contemporânea seja desmistificada é necessário que existam meios que possibilitem o direito à frequentação e consumo de produtos culturais, o que, consequentemente, aumenta o interesse por tais manifestações. A MIAC: O Tempo dos Corpos visa oferecer produções artísticas que se apresentam por meio de formas e estruturas diversas (performances, exposições, projeções, instalações). Assim, mais importante do que objetivar compreender a arte, é permitir uma aproximação entre a arte e as diferentes pessoas. Cumprindo o art 29 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC No 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. De acordo com o Art. 30. , em complemento, o proponente preve as seguintes medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

FERNANDO ZUGNO - PROPONENTEResponsável pela curadoria e gestão administrativa financeira do projeto. Graduado em teatro pelo Teatro Escola de Porto Alegre – TEPA – em novembro de 2005; Graduado em Comunicação Social, especialização em jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS – em agosto de 2010. Desde 2006 é produtor do festival internacional de artes cênicas, Porto Alegre em Cena, do qual é curador desde 2012. De 2017 a 2020 foi coordenador de Artes Cênicas da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre e a diretor geral do Porto Alegre em Cena. Em 2012 abriu a produtora Artworks Produções, encarregada de montar espetáculos de teatro, dança e música, circular com essas e outras produções e criar ações de artes cênicas com espetáculos de diversas origens. Montou obras como Inimigos de Classe de Nigel Williams, Marxismo, Ideologia e Rock’n’roll de Tom Stoppard, O Lugar Escuro de Heloisa Seixas. Trabalhou com a Cia. Brasileira de Teatro de Marcio Abreu, Sarau Produções e eventos como Canoas Tango, Canoas Jazz, concerto de Bibi Ferreira e Elza Soares e a estreia da Godspell, a Esperança. Nos últimos anos participou de festivais, seminários e reuniões na Alemanha, França, Espanha, Grã Bretanha, Australia, Peru, Chile, Argentina e Estados Unidos. Hoje é diretor da empresa de produção artística e cultural Canard Produções. DANIELA RAMIREZ – PRODUTORA ADMINISTRATIVA Especialista em Gestão da Produção Cultural pela Escola Castelli (2014) e graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Feevale (2010). Há mais de dez anos atua na elaboração e na gestão de propostas para todos os segmentos da cultura, desde festivais de teatro, música e cinema, à publicação de livros e restauro de bens integrantes do patrimônio histórico. Destaca-se a participação em grandes festivais, como o Festival Internacional de Artes Cênicas Porto Alegre em Cena (2018 a 2020), o Porto Alegre Jazz Festival (2014 a 2020), o Festival de Cinema de Gramado (2012 a 2014), e atua também na administração dos projetos do espetáculo A Sbórnia Kontratr’acka, além de inúmeros outros projetos e eventos. LETÍCIA VIEIRA - DIRETORA DE PRODUÇÃO Atua desde 1993 no mercado de produção cultural, tendo produzido inúmeros projetos em diferentes eixos do campo artístico, como shows, espetáculos teatrais, projetos especiais, festivais e mostras entre outros. É diretora da Primeira Fila Produções desde 2013.Iniciou como produtora realizando mais de 20 espetáculos teatrais na cidade de Porto Alegre, trabalhando com grandes nomes da cena local e nacional. Na produção na área da música já trabalhou em diversas produções nacionais e internacionais de nomes reconhecidos no cenário musical. Recentemente desenvolveu os projetos Festival de Primavera do Multiaplaco Theatro São Pedro, Mistura Fina, todas as quintas feiras no foyer do Theatro São Pedro e, desde 2015, coproduz o projeto Acústicos RS, levando shows acústicos de reconhecidos artistas gaúchos. Como gestora, produtora e programadora trabalhou por 4 anos na Feira do Livro de Porto Alegre, 5 anos no Teatro do Clube de Cultura, 03 anos na TOP Agência, 5 anos no Theatro São Pedro, entre outros. Como técnica especializada, trabalhou com 4 anos no FUMPROARTE - Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural/ SMC desenvolvendo editais nas mais diferentes áreas entre elas, na área do audiovisual, formatando editais junto ao Fundo Setorial do Audiovisual, aprovando editais de co-financiamento entre o FSA e a PMPA.Além de inúmeros outros projetos na área de eventos e gestão de outras empresas, trabalhou ainda por 10 anos no Porto Alegre em Cena - Festival Internacional de Teatro e recentemente como coordenadora do FESTERI - Festival de Teatro para Crianças.Atua ainda como ministrante do curso de Produção Cultural e Formatação de Projetos de Leis de Incentivo e editais por 5 anos para o Teatro Escola de Porto Alegre – TEPA e, desde 2008 segue, até hoje, o mesmo curso na Casa de Teatro de Porto Alegre.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-06-30
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul