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PRONAC 245447Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

AS AVES DA NOITE - Circulação Nacional

FABIO CARAVAGGI HILST
Solicitado
R$ 1,80 mi
Aprovado
R$ 1,80 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-05-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (4)
Fortaleza CearáBrasília Distrito FederalRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Trata-se de circulação nacional do espetáculo teatral "As Aves da Noite", de Hilda Hilst, vencedor do APCA 2021 de Melhor Espetáculo Virtual. A circulação contemplará 4 cidades de pelo menos 3 regiões brasileiras.

Sinopse

AUSCHWITZ, 1941 Do campo de concentração fugiu um prisioneiro. Em represália os SS, por sorteio, condenaram alguns homens a morrer no Porão da Fome. Figurava entre os sorteados o prisioneiro nº 5659, que começou a chorar. O padre católico franciscano, Maximilian Kolbe, prisioneiro de nº 16670, se ofereceu para ocupar o lugar do no 5659. Foi aceito. Os prisioneiros foram jogados numa cela de concreto onde ficaram até a morte. O que se passou no chamado Porão da Fome ninguém jamais soube. A cela é hoje um monumento. Em 24 de maio de 1948, teve início, em Roma, o processo de beatificação do Padre Maximilian Kolbe.

Objetivos

OBJETIVO GERAL A proposta deste projeto é realizar circulação presencial nacional do espetáculo "As Aves da Noite", peça teatral de Hilda Hilst escrita em 1968, e vencedora do Prêmio APCA de Melhor Espetáculo Virtual em 2021. Através dessa peça, Hilda tenta descobrir e narrar o que de fato aconteceu dentro da chamada Cela da Fome, no ano de 1941. A partir deste episódio histórico, a peça promove a reflexão sobre essa onda de intolerância, dita "neo-fascista", que volta a tomar conta do mundo. Queremos também, através desse projeto, revelar uma faceta importante, porém desconhecida, da obra de Hilda Hilst: a dramaturgia, gênero literário visitado por Hilda no final dos anos 60 e que nunca mais seria retomado pela autora. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto principal - Espetáculo de Artes Cênicas Realizar 32 apresentações gratuitas do espetáculo "As Aves da Noite", distribuídas em pelo menos 4 cidades de 3 regiões brasileiras, a saber: - 8 apresentações em Brasília / DF - região centro-oeste; - 8 apresentações em Fortaleza / CE - região nordeste; - 8 apresentações no Rio de Janeiro / RJ - região sudeste; - 8 apresentações em São Paulo / SP - região sudeste. Em caso de captação integral, esse projeto poderá contemplar até 9.024 pessoas, resultando num custo per capita de R$ 199,72 por pessoa beneficiada. Sobre contrapartidas sociais (Art. 32 da IN 11/2024): Conforme disposto no artigo supracitado este projeto, por ser inteiramente gratuito, está isento da obrigatoriedade de realizar ação formativa de contrapartida social.

Justificativa

"As Aves da Noite" é um testemunho, criado por Hilda Hilst a partir de fatos reais, daquilo que não foi testemunhado na chamada cela da fome em Auschwitz em 1941. A autora lança mão de uma situação conhecida e de um personagem real, o padre franciscano Maximilian Kolbe, e cria uma ficção daquilo que poderia ter acontecido na terrível cela, que hoje é um monumento em Auschwitz. Cinco prisioneiros são sorteados aleatoriamente como punição pela fuga de um jovem judeu do campo de concentração: um Carcereiro, um Joalheiro, um Estudante, um Poeta e o Padre Maximilian Kolbe, que se ofereceu para ir no lugar do prisioneiro 5659. Os prisioneiros são levados para uma cela, sem água e sem comida, até encontrarem a morte. Jamais saberemos o que aconteceu na cela em 1941. Mas Hilda nos traz o horror daquilo que os regimes totalitários são capazes de produzir. Tira-se a dignidade da pessoa para em seguida desumanizá-la e colocá-la à mercê de toda sorte de sofrimentos e provações. Os campos de concentração e de extermínio criados pelos nazistas como Treblinka, Sobibor e Auschwitz estão em nosso imaginário, passados quase oitenta anos, como paradigma da barbárie, daquilo que sob todos os aspectos transcende a razão humana. Como essa barbárie foi possível? O mundo ficou chocado quando os portões dos campos foram abertos, revelando uma das páginas mais tristes da história da humanidade e da história contemporânea. E ainda hoje nos perguntamos como governantes com projetos autoritários de poder e de dominação foram e são eleitos por vias democráticas. O Brasil enfrentou um governo do descaso com a vida humana, somando mais de 670.000 mortes pela COVID-19, sendo que grande parte delas poderia ter sido evitada. Células neonazistas vêm surgindo em diversos pontos do Brasil, possivelmente fomentadas pela postura genocida do governo anterior, com crimes de ódio e atentados cada vez mais noticiados nas páginas policiais de todos os veículos de imprensa. Segundo um levantamento realizado pela Safernet, ONG que monitora sites radicais em todo o planeta, em maio de 2020 foram criadas 204 novas páginas de conteúdo neonazista no Brasil, ante 42 no mesmo mês em 2019 e 28 em maio de 2018! E nos perguntamos estarrecidos como estes governos extremistas encontraram apoio em suas respectivas sociedades. Resguardadas as devidas proporções e condições históricas com o nosso e outros países, é possível estabelecer paralelos na forma de atuação dos governos de extrema direita com o modelo nazista que surgiu na Alemanha pela condescendência, diga-se de passagem, de vários setores da sociedade alemã, inclusive de nações. Quando deram por si a máquina de guerra e terror já estava montada. "As Aves da Noite" é um grito contra toda forma de opressão. Não vemos sentido em 2025 fazer uma reconstituição histórica de Auschwitz, mas vemos todo o sentido em dar vida e voz àqueles personagens e a todos os que foram silenciados pelo sofrimento e pela morte, e identificar no texto onde estão as marcas contemporâneas da barbárie. O oficial da SS de Aves, hoje, são os saudosos de regimes ditatoriais, neofascistas, travestidos de cidadãos de bem que veem na violência um modus operandi legitimo. Os governos ditatoriais têm especial predileção para impor o sofrimento, a tortura e a morte como política de estado através do medo e da intimidação. O outro é inimigo, portanto, deve ser eliminado. Depois da Segunda Guerra a humanidade ainda assiste, às vezes passivamente, os horrores que são praticados contra a humanidade como se fossem questões de ordem interna dos países. Não são. Auschwitz não deve ficar na história como algo que se passou, um acontecimento histórico horroroso que mais de uma geração foi vítima. Auschwitz é uma ferida aberta na história da humanidade que só será cicatrizada quando conseguirmos viver sem os governos autoritários e genocidas que encontram no fascismo e no nazismo sua inspiração política. A nossa montagem de "As Aves da Noite" é também sobre Auschwitz; ela parte dos terríveis acontecimentos daquele campo de extermínio e procura dar um testemunho contemporâneo sobre quando a dignidade humana é roubada através da fome, da doença, do silenciar da palavra e do canto. Quando se consegue calar a sociedade civil, o terreno que se coloca à frente se torna fértil para a instalação da barbárie e do terror que parece não conhecer limites. A poesia é vida concentrada. Temos em "As Aves da Noite" uma poesia da dor e do desespero, magistralmente escrita por Hilda Hilst, onde a resistência humana é testada além dos limites do que é capaz de suportar. Os personagens de Hilda se questionam, questionam o Padre, e buscam encontrar algum sentido em tudo aquilo. Discutem a relação com Deus, com o destino de suas vidas diante da morte e sofrem com os limites da dor e do desespero. O discurso humano do texto de Hilda Hilst fala por si. "Com Aves da Noite, pretendi ouvir o que foi dito na cela da fome. Foi muito difícil. Se os meus personagens parecerem demasiadamente poéticos é porque acredito que só em situações extremas é que a poesia pode eclodir VIVA, EM VERDADE." (Hilda Hilst) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei Federal 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também contempla os seguintes objetivos do Art. 3º da mesma norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

N/A

Especificação técnica

Espetáculo teatral adulto do gênero drama. Classificação indicativa - 16 anos. Duração - 75 min.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA Os teatros que serão escolhidos para as apresentações teatrais deverão apresentar estrutura adequada para acessibilidade física de pessoas com deficência ou mobilidade reduzida, tais como: rampas ou elevadores de acesso, banheiros adaptados, locais reservados na plateia etc. Item da planilha orçamentária: Não há, pois os teatros já serão escolhidos por sua estrutura acessível. ACESSIBILIDADE AUDITIVA Sempre que necessário, as apresentações contarão com tradução em libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE VISUAL Sempre que necessário, as apresentações contarão com serviços de audiodescrição. Item da planilha orçamentária: Audiodescrição. ACESSIBILIDADE INTELECTUAL Devido aos temas abordados e ao conteúdo violento do espetáculo teatral, será disponibilizado gratuitamente na bilheteria um "Guia de Previsibilidade" que antecipa ao interessado detalhes da encenação, como os assuntos abordados, efeitos de luz e som, presença de fumaça, gritos etc., a fim de que o espectador possa avaliar antecipadamente se deseja ou não assistir o espetáculo. Item da planilha orçamentária: Custos de divulgação (será um material gráfico).

Democratização do acesso

Esse projeto será totalmente gratuito, com a distribuição de ingressos obedecendo as seguintes cotas: 80% (mínimo) - destinado à população geral 10% (máximo) - destinado a patrocinadores 10% (máximo) - destinado a ações promocionais do proponente Além disso, prevemos a realização de uma Oficina de Leituras Dramáticas totalmente gratuita e direcionada a estudantes de Artes Cênicas. Essa oficina abordará os principais pontos de interpretação do texto dramático e terá como base de estudo as outras sete peças escritas por Hilda Hilst. A partir desta oficina, serão realizadas 7 (sete) leituras dramáticas das outras peças escritas pela autora. As medidas propostas atendem os seguintes incisos do Art. 30 da IN 11/2024: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC.

Ficha técnica

O proponente será remunerado pelos serviços de "Direção de Produção" e "Coordenação Administrativa e Financeira" do projeto. FÁBIO HILST - Diretor de produção Produtor teatral há mais de 15 anos no mercado, Fábio Hilst assina a produção executiva de relevantes espetáculos recomendados pela crítica nos últimos anos: “Forever Young”, comédia musical de grande sucesso no Brasil há 8 anos em cartaz, com direção de Jarbas Homem de Mello; o musical infantil “O Jovem Príncipe e a Verdade”, com direção de Regina Galdino e canções originais de Fernanda Maia; “Bola de Ouro”, drama com direção de Marco Antonio Braz, e Celso Frateschi no elenco; “O Terraço”, comédia com Marco Antonio Pâmio e Vera Zimmermann, e dirigida por Alexandre Reinecke; entre outros. Durante a pandemia, realizou o ciclo de leituras “8x Hilda”, com leituras dramáticas das oito peças escritas por Hilda Hilst. Também realizou o espetáculo “Hora do Recreio”, monólogo infantil de Fernando Lyra Jr., e o drama “As Aves da Noite”, de Hilda Hilst, vencedor do Prêmio APCA de Melhor Espetáculo Virtual em 2021, que agora retorna para uma circulação presencial. É proprietário da Três no Tapa Produções Artísticas e gestor de projetos na IC Cultura. HILDA HILST – Dramaturgia É considerada pela crítica especializada como uma das maiores escritoras em língua portuguesa do século XX. Seu primeiro livro Presságio, publicado em 1950, foi recebido com grande entusiasmo pelos poetas Jorge de Lima e Cecília Meireles. Escreveu por quase cinquenta anos, tendo sido agraciada com os mais importantes prêmios literários do Brasil. A Associação Paulista de Críticos de Arte considerou Ficções o melhor livro do ano de 1977. Em 1981, Hilda Hilst recebeu o Grande Prêmio da Crítica para o Conjunto da Obra, pela mesma APCA. Assuntos tidos como socialmente controversos foram temas abordados pela autora em suas obras. No entanto, conforme a própria escritora confessou à imprensa, seu trabalho sempre buscou retratar a difícil relação entre Deus e o homem. Alguns de seus textos foram traduzidos para o francês, inglês, italiano e alemão. Hilda Hilst morreu na madrugada do dia 04 de fevereiro de 2004, aos 73 anos, em Campinas (interior de São Paulo). MARCO ANTÔNIO PÂMIO – Elenco Ator e diretor brasileiro, vencedor dos prêmios APCA 1984 de ator-revelação em “Romeu e Julieta” (como “Romeu”), APCA 2006 de melhor ator em “Edmond” (no papel-título) e APCA 2014 de melhor diretor em “Assim é (se lhe parece)”. Também recebeu indicações ao prêmio Shell como ator e diretor. Sob a direção de importantes nomes do teatro nacional, interpretou vários papéis em mais de 30 peças de teatro, entre elas “A Língua em Pedaços” (2015), “Preto no Branco” e “Ou Você Poderia me Beijar” (2014), “Operação Trem Bala” e “O Terraço” (2013), “Macbeth” (2012), “O Casamento Suspeitoso” (2011), “Os Passageiros” (2010), “Mediano” (2009), “O Santo Parto” (2007), “Pedras nos Bolsos” (2006), “A Última Viagem de Borges” (2005), “Um Número” (2004), “Longa Jornada de um Dia Noite Adentro” (2002), “A Terra Prometida” (2001) e “Pobre Super Homem” (2000). Também dirigiu os espetáculos “Consertando Frank” (2015), “Propriedades Condenadas” (2014) e “Amor e Restos Humanos” (2008), entre outros. Na televisão seus últimos papéis foram nas séries “Sessão de Terapia - 3ª Temporada” da GNT, “O Negócio - 2ª Temporada” da HBO (2014) e “Beleza S/A” da GNT (2013), na novela “Corações Feridos” do SBT e no telefilme “A Tragédia da Rua das Flores” da Record (2012), na novela “Água na Boca” da Band (2008) e na minissérie “JK” da Globo (2006). Na Globo, também participou das novelas “Tempos Modernos” (2010) e “Celebridade” (2003) e dos seriados “A Grande família” (2009) e “Malhação” (2007). Entre seus recentes trabalhos destacam-se “Baixa Terapia”, com Antonio Fagundes, e “A Noite de 16 de Janeiro”, sob direção de Jô Soares. MARAT DESCARTES – Elenco Marat Descartes estudou na Escola de Artes Dramáticas da USP, no ano de 1998, onde fez sua estreia no teatro. Nos dias atuais, já participou mais de 30 espetáculos. Entre os espetáculos de mais destaque, estão "Aldeotas", do seu amigo Gero Camilo, e "Primeiro Amor", baseada em obra do dramaturgo Samuel Beckett - neste trabalho, Marat Descartes recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator, uma das maiores honras do teatro brasileiro. Em 2007 estreou na televisão, na série O Cego e o Louco, exibida na TV Cultura. No mesmo ano fez sua estreia no cinema, no curta-metragem Um Ramo de Marco Dutra. Em sua carreira na 7ª arte, Marat participou de diversas produções, como É Proibido Fumar. Protagonizou o longa-metragem Os Inquilinos, um dos filmes selecionados para o Festival de Cannes de 2011. Em 2012, venceu o Kikito de Ouro de Melhor Ator por sua atuação em Super Nada, onde contracena ao lado do cantor Jair Rodrigues. Em 2014, estrela o filme de terror Quando Eu Era Vivo, de Marco Dutra. No longa, ele interpreta o personagem "Júnior", contracenando com Sandy Leah e Antônio Fagundes. WALTER BREDA - Elenco Ator, dublador e radialista, Walter Breda começou a carreira nas radionovelas da Rádio Pernambuco, ainda aos 10 anos de idade. Fez diversos trabalhos durante a sua adolescência em Recife, e em 1971 muda-se para o eixo Rio-SP, conquistando o teatro, o cinema e a televisão. Integrou o elenco de históricas encenações teatrais, como as peças “A Capital Federal”, com direção de Flávio Rangel, e “Ópera do Malandro”, com direção de Luiz Antonio Martinez Corrêa. Fez também “Castro Alves Pede Passagem”, de Gianfrancesco Guarnieri, “O Santo Parto”, com direção de Barbara Bruno, e, mais recentemente, “Caixa de Memórias”, com direção de Márcio Aurélio. No cinema, fez clássicos de Hector Babenco, como “Pixote”, “O Beijo da Mulher Aranha” e “Estação Carandiru”. Destacam-se também filmes como “Boleiros – Era Uma Vez o Futebol”, de Ugo Giorgetti, e “Fica Mais Escuro Antes do Amanhecer”, de Thiago Luciano. Na TV, fez diversas novelas e minisséries, como “Salve Jorge”, “Presença de Anita” e “Ana Raio e Zé Trovão”, entre muitos outros. Nestes mais de 50 anos de carreira, acumula prêmios Shell, APETESP e APCA. RAFAEL LOSSO – Elenco Formado no Teatro Escola Célia Helena, já trabalhou com teatro, cinema e televisão. Entre seus principais trabalhos estão as peças Hamlet (2012), com direção de Ron Daniels, e a Coleira de Bóris (2008), com direção de Marco Antônio Rodrigues. No cinema, interpretou personagens nos longas-metragens Linha de Passe (Walter Salles/2007) e Salve Geral (Sérgio Rezende/2009), além de diferentes curtas-metragens como "Desconhecido Íntimo" (2008) e "Perto de Qualquer Lugar" (2006). Na televisão, depois de participar do seriado "9mm", na Fox Brasil, apresentou o programa "Dinheiro no Bolso" no canal Futura e interpretou o personagem de Olavo em O Astro (2011). Já na Globo, em 2014, interpreta Elivaldo, irmão da mocinha Cristina, interpretada por Leandra Leal, na novela Império, de Aguinaldo Silva. Seus últimos trabalhos foram o personagem Zé Victor, na novela O Outro Lado do Paraíso em 2017 e o Capitão, um skinhead, na série Rotas do Ódio da Universal TV. FERNANDO VITOR – Elenco Ator e bailarino formado em Artes Cênicas pela UNICAMP e licenciando em Artes Cênicas pela ECA USP. Realizou formação na Universidade Antropófaga do Teat(r)o Oficina, em São Paulo. Seus últimos trabalhos como ator foram os espetáculos “James Baldwin: Pode Um Negro Ser Otimista?”, com direção de José Fernando Peixoto de Azevedo, projeto que também idealizou e foi contemplado pelo Edital de Apoio à Cultura Negra na Cidade de São Paulo, “O Que Faremos com Walter?” de Juan José Campanella e Emanuel Diez, com direção de Jorge Farjalla, “Mary Stuart”, direção de Nelson Baskerville, e “Terremotos”, de Mike Bartlett, com direção de Marco Antonio Pâmio, ambos no Teatro do SESI SP. Em 2023 estreou o solo de dança “Amendoim Torrado” com direção de Elias Andreato. REGINA MARIA REMENCIUS – Elenco Formada em Letras com Licenciatura Plena em Português e Inglês, iniciou sua formação teatral no teatro no CPT Centro de Pesquisa teatral e integrou o Grupo Macunaíma, ambos sob a direção de Antunes Filho. Seus trabalhos mais recentes no teatro foram: Cobra na Geladeira, dirigido por Marco Antônio Pâmio, À Espera, dirigido por Hugo Coelho, Assim é (se lhe Parece), dirigido por Marco Antônio Pâmio, Me Segura Senão eu Pulo, dirigido por Hugo Coelho, O Fingidor, dirigido por Samir Yazbek, Aniversário Cultural de São Paulo, dirigido por Hugo Coelho, e Retratos de Augustus John, dirigido por Hugo Coelho. Na TV trabalhou nas novelas Malhação ID de Ricardo Hofstetter e Paraíso Tropical de Gilberto Braga, e nas minisséries Queridos Amigos de Maria Adelaide Amaral, Força-Tarefa de Marçal Aquino e Fernando Bonassi, Divã de Marcelo Saback, e A Diarista, todas na TV Globo. Fez as novelas Amor e Revolução de Tiago Santiago no SBT e Água na Boca de Marcus Lazarini na BAND. No cinema atuou em 2021 no longa O Papai é Pop. Também protagonizou o longa A Palavra de Elias, dirigido por Guilherme de Almeida Prado, e trabalhou nos longas Os Desafinados, dirigido por Walter Lima Jr., e Durval Discos, dirigido por Anna Muylaerte, entre outros. MARCOS SUCHARA – Elenco Ator, professor e diretor de teatro, Marcos Suchara trabalhou com diretores como Ron Daniels (Hamlet, Macbeth e Medida por Medida), Ulysses Cruz (Macbeth, Péricles, Rei Lear, Hamlet e Através de Um Espelho), Jô Soares (Ricardo III), Ruy Cortez (Réquiem Para o Desejo), Mika Lins (Dueto para Um e Tartaruga de Darwin) Kiko Marques (A Princesinha Medrosa), e também com os diretores Roberto Vignati, Marcelo Lazzaratto e Regina Galdino. Em parceria com o dramaturgo e diretor Celso Cruz atuou no solo “Licurgo, Olhos de Cão”. Na dança foi dirigido por Sandro Borelli (A Metamorfose, O Processo e Gárgulas) e Renata Melo (Passatempo). Estudou teatro com Myriam Muniz e Antunes Filho e dança com Patrícia Noronha. Na TV, participou de séries e novelas como “Mad Maria”, “Alma Gêmea”, “O Caçador” e “Terra Dois”. Foi professor no Indac - Escola de Atores nas disciplinas de Expressão Corporal e Montagem Teatral. Neste último ano, devido à pandemia, realizou trabalhos on line com Ruy Cortez no documentário “Desmontagem, As Três Irmãs e a Semente da Romã” junto ao Sesc Pompeia e “Macbeth”, com direção de Valéria Marchi. Dirigiu “Medeia - tragédia digital ao vivo”, com a Sórdida Companhia, projeto contemplado pela Lei Aldir Blanc/2020. HUGO COELHO – Direção e Cenografia Formado em filosofia, é ator e diretor. Em 2015, completou 40 anos de profissão com a direção de Morte Acidental de um Anarquista. No teatro, recentemente, dirigiu À Espera, de Sérgio Roveri; adaptou e dirigiu O Monstro, a partir do conto homônimo de Sergio Sant’Anna, com Genézio de Barros; dirigiu (Selvagens) Homem de Olhos Tristes, de Händl Klaus; as comédias Me Segura Senão eu Pulo, de Luiz Carlos Cardoso, e Hoje tem Mazzaropi, de Mario Viana; Retratos, de William Douglas Home; Os Jogadores, de Nikolai Gogol; a ópera Treemonisha, de Scott Joplin; O Contrabaixo, de Patrick Suskind; Meu Primo Walter, de Pedro Haidar; e Quem Casa quer Casa, de Martins Penna. Foi assistente de direção na montagem de Morte Acidental de um Anarquista, de Dario Fó, com direção de Antonio Abujamra e protagonizada por Antonio Fagundes. Na TV, dirigiu os programas Jornal do Estudante, Brasil Corpo e Alma e o Telecurso Segundo Grau na TV Globo; a novela Cortina de Vidro, de Walcyr Carrasco, no SBT; e o programa de entrevistas Terceiro Milênio, na Rede Mulher e na Rede Vida. FERNANDA LORENZONI – Assistente de direção e produtora executiva Atriz, compositora e cantora. Atuou em peças como: “A Farra dos Atores” - direção de Hugo Gross, “O Parturião” - com direção de Simoni Boer, “Numa Lua de Saturno” - direção de Bete Dorgam e “Nossa Senhora das Nuvens” - direção de Erika Coracini. Foi assistente de direção da peça “O Ritual” escrita e dirigida por Samir Yasbek. Atuou também como produtora executiva e assistente de direção na peça "Selvagens - Homem de olhos tristes“, direção de Hugo Coelho. Em “Forever Young” fez a direção de palco e foi assistente de direção de Jarbas Homem de Mello. Participou como assistente de produção do processo de montagem dos espetáculos “O Jovem Príncipe e a Verdade” com direção de Regina Galdino, “Bola de Ouro” com direção de Marco Antônio Bras e “A Graça do Vira” com direção de Alexandra Golik. Fez assistência de direção nos espetáculos “A Espera” e “O Monstro”, dirigidas por Hugo Coelho e “Menopausa O Músical” direção de Maximiliana Reis. Em 2019, fez participação especial no show DóRéMíFafy de Fafy Siqueira. ROSÂNGELA RIBEIRO – Figurino Profissionalizou-se em Artes Cênicas com o mestre e diretor de teatro Antunes Filho, no CPT, assumindo a coordenação do núcleo de cenografia, onde passou a assinar figurinos, adereços e cenários no período de 2005 a 2012. No CPT, trabalhou em espetáculos como “Pedra do Reino”, vencedor do Prêmio Shell de melhor figurino; “Senhora dos Afogados”, indicado ao Prêmio Shell e Prêmio Contigo; “A Falecida Vapt-Vupt”, indicado ao Prêmio Shell de melhor cenário; “Policarpo Quaresma”, vencedor do Prêmio Contigo de melhor figurino; e “Lamartine Babo”. Após sair do CPT, continuou a parceria com grandes diretores, tendo assinado figurinos para “Mantenha Fora do Alcance do Bebê”, direção de Eric Lenate; “No Exit, Entre 4 Paredes”, direção de Caco Ciocler; “O Jovem Príncipe e a Verdade”, direção de Regina Galdino; “Rei Frouxo, Rei Posto”, direção de Ando Camargo; “Hilda”, direção de Roberto Audio; e “A Serpente”, direção de Lavínia Pannuzio. FRAN BARROS – Iluminador Trabalha com iluminação cênica desde 1992 em espetáculos de teatro, dança, música, além de exposições. Vencedor do Prêmio Shell na categoria melhor iluminação com o espetáculo “Vestido de Noiva”, dirigido por Eric Lenate, desenvolve projetos para o Festival de Musica da Alta Mogiana (FAM) e para o Núcleo Experimental de Teatro. Seus trabalhos mais recentes foram: “O Livro de Tatiana”, direção de Bruno Garcia; “Urinal, o Musical” e “Lembro Todo Dia de Você”, direção de Zé Henrique de Paula e Fernanda Maia; “Forever Young”, “Fala Sério” e “Musical Popular Brasileiro”, dirigidos por Jarbas Homem de Mello; “Alegria Alegria”, direção de Moacyr Goes; e “Roque Santeiro”, direção de Debora Dubois. RICARDO SEVERO – Trilha Original Compositor e produtor musical reconhecido pela crítica especializada de teatro e cinema, já foi contemplado com 20 prêmios por suas trilhas musicais, incluindo um Kikito em 1995 com o filme “Deus Ex-Machina”, de Carlos Gerbase. Entre seus últimos trabalhos, destacam-se as trilhas feitas para as peças “Caros Ouvintes” (Prêmio Shell), com direção de Otávio Martins; “Os Monólogos da Vagina”, direção de Miguel Falabella; “Dias de Vinho e Rosas” (Prêmio Shell), com direção de Fábio Assunção; “Histeria”, “Tróilo e Créssida” e “A Noite de 16 de Janeiro”, dirigidos por Jô Soares; “Brincando em Cima Daquilo”, direção de Marcelo Médici; “Consertando Frank”, dirigido por Marco Antônio Pâmio; e “Selvagens”, dirigido por Hugo Coelho. Atualmente, seu trabalho de composição pode ser visto no musical brasileiro original “Aparecida – o Musical”, de Walcyr Carrasco.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.