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O presente projeto consiste na retomada do processo de pesquisa cênica da Cia Nós do Morro de Teatro para desenvolvimento de um texto autoral inédito com realização de uma temporada de 12 (doze) apresentações em um dos teatros do circuito carioca e uma circulação por 02 (duas) cidades do nordeste realizando 08 (oito) apresentações. Projeto prevê como Democratização de acesso realização de oficinas de capacitação em: a) Cenografia; b) Figurino; c) Iluminação; d) formação em artes cênicas. O projeto terá duração de 12 meses e acontencerá na comunidade do Vidigal, no Rio de Janeiro, com intinerancia em 02 capitais do nordeste
A dramaturgia do novo espetáculo da Cia Nós do Morro será construída a partir das cenas desenvolvidas na fase de preparação. Mas o que move a Cia para este ano de 2024/2025 é contar a história de Guti Fraga, homem que há 45 anos saiu de Alto Garças – MT e foi conhecer o mundo e aterrizou na favela do Vidigal onda fundou o Grupo Nós do Morro, tranformado vidas e modo do fazer teatral.
GERAL Promover a manutenção da Cia Nós do Morro de Teatro através da continuidade da sua pesquisa de linguagem cênica, a criação de um texto autoral e da realização da montagem e temporada do espetáculo. ESPECIFICO • Selecionar e preparar um elenco composto por de 10 atores e atrizes durante 07 meses na sede do Grupo Nós do Morro na favela do Vidigal. A preparação contará com os profissionais de canto, expressão corporal, voz falada e práticas circenses. • Criar um texto autoral inédito • Contribuir com a Economia Criativa através da realização de oficina de capacitação técnica em: a) Cenografia; B) Figurino; C) Iluminação preparando 60 jovens e adultos para o mercado de trabalho. (Cotrapartida Responsabilidade Social) • Realizar 02 ensaios abertos e gratuitos para a comunidade do Vidigal (Contrapartida de Responsabilidade Social) • Realizar uma temporada com 12 (doze) nos teatros da Rede Municipal do Rio de Janeiro. • Realizar uma circulação em 2 (duas) Capitais do Nordeste com 06 apresentações no total. • Contribuir a valorização diversidade com ações afirmativas que garanta a realização da direção artística por uma mulher preta e que o elenco da Cia seja composto por 50% de atrizes e atores negros. • Promover inclusão produtiva garantindo que 50% dos profissionais contratados pelo projeto sejam moradores do Vidigal e das favelas do entorno. • Promover o acesso e a inclusão de pessoas com deficiência visual através de 04 apresentações com audiodescrição e visitação ao cenário podendo tocar ampliando assim sua percepção sobre a obra apresentada. • Promover o acesso e a inclusão de pessoas com deficiência auditiva através da realização de 12 apresentações do espetáculo com tradução de LIBRAS, sendo distribuídos da seguinte maneira: 08 (oito) apresentações na temporada do Rio de Janeiro e 04 (quatro) apresentações na circulação do nordeste
A Constituição Federal, em seu art. 215, ao tratar do tema da cultura, assim expressa: "O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. Seja através do teatro, da dança e artes circenses, da música, das artes plástica, ou qualquer outro segmento da cultura, essas manifestações permitem vislumbrar o surgimento de uma nova forma de percepção de mundo e isso tudo corresponde a uma nova relação do ser humano com a realidade que o cerca. Com base nisso, apresenta-se o presente projeto cultural, que tem como objetivo retomar o processo de pesquisa cênica da Cia Nós do Morro de Teatro com o desenvolvimento de uma dramaturgia autoral e inédita culminando em uma montagem e temporada na cidade do Rio de Janeiro e com circulação para duas capitais do Nordeste. Em sua trajetória, o Grupo Nós do Morro desenvolve uma metodologia própria que disponibiliza o conhecimento, difunde a cultura, lapida e revela talentos, cria e produz produtos artísticos reconhecidos pelo público em geral, por premiações de instituições privadas e governamentais e pela crítica especializada. Mais do que somar, o Nós do Morro visa à multiplicação do conhecimento e da cultura e, assim, potencializa seus resultados. A Cia de Teatro Nós do Morro é o resultado desse processo e da proposta do Grupo de criar um espaço de pesquisa e inserção profissional, tornando-se uma inspiração para diversos projetos sociais, que tem a arte e a cultura com ferramenta para impactar a vida de crianças, jovens e adultos. Ao longo dos seus 28 anos de atuação construiu uma linguagem própria que usa a favela, seus sons, sua arquitetura e ritmo como inspiração para a construção de sua identidade criativa, possui uma trajetória de sucesso, reconhecida no Brasil e no mundo, ocupando um espaço único no cenário teatral brasileiro. Como reconhecimento do trabalho desenvolvido ganhou dois prêmios Shell de teatro, o Prêmio Mambembe, o Prêmio Coca-Cola de Teatro Infanto-juvenil. Em 2008 o espetáculo "Os Dois Cavalheiros de Verona" foi convidado para participar do Festival de Complets Works, em Stratford-Upon-Avon, na Inglaterra, retornado em 2009 para a terra do bardo para realizar uma temporada no teatro do Barbican Center em Londres, em 2010, a montagem "Pequenos Burgueses" foi apresentada no Festival Entre Mitos, em Lisboa e estreou no Rio de Janeiro no Teatro das Artes, em 2011. Entre junho de 2012 e abril de 2014 a Cia. de Teatro do Nós do Morro manteve em cartaz o espetáculo "Bandeira de Retalhos". Em 2017 realiza a releitura do espetáculo "Encontros, 32 Anos Depois". Em 2025 o Grupo Nós do Morro celebrará 39 anos de existência e realizar a construção de uma nova dramaturgia que reflita esse espirito revolucionário e inovador deste Grupo de Teatro na comunidade mãe resgatando histórias e vivencias desde a sua formação até aos dias atual, liderados pela juventude. A retomada cultural e artística no país gerará uma demanda crescente por profissionais capacitados. E, para um crescimento da indústria cultural faz-se necessária cada vez mais à capacitação de pessoas para o mercado. Entretanto, existem obstáculos ainda maiores para jovens periféricos. Para isso, buscaremos os benefícios da Lei de Incentivo à Cultura, pois este projeto se enquadra nos objetivos da Lei 8313/91 atendendo especialmente ao que elencamos a seguir: Art. 1º - .... incisos I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País; Art Art. 3º - ... I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados a formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
PROJETO PEDAGÓGICO - A ARTE QUE TRANSFORMA JUSTIFICATIVA A prática teatral contemporânea produz uma interação de múltiplas linguagens artísticas que vão se refletir nos processos de inserção sociocultural e nas metodologias de ensino-aprendizagem. Essa interação de múltiplas linguagens exige da instituição uma ação de instrumentalizar o integrante em formação para reconhecer esta multimediação conceitual e para se relacionar com ela de modo produtivo, tanto no âmbito da atuação quanto no das ações pedagógicas em sua atuação de multiplicador. A definição do perfil dos ingressos é orientada por uma ação inclusiva que valoriza os elementos culturais e sociais que o candidato traz como bagagem de vida. Esse perfil é definido, ainda, por suas habilidades especificas, ou seja, os alunos-atores devem ser capazes de aplicar sua criatividade, sensibilidade artística, consciência física e vocal, acrescidas de suas vivencias culturais e sociais. Por isso vamos realizar uma parceria metodológica com o Grupo Nós do Morro a fim de utilizar a metodologia desta tecnologia social que vem impactando a economia criativa de maneira tão positiva no que concerne à formação e qualificação de futuros profissionais visando sua atuação nos campos da criação artística. METODOLOGIA O Nós do Morro entende que a formação artística de qualidade, além do desenvolvimento dos conhecimentos técnicos específicos, deve prever a formação humana como um todo, por isso trabalha com dois pilares : a construção artistica e a construção de valores. Adota a metodologia sociointeracionista onde o processo da costrução da aprendizagem parte da exploração da riqueza das experiências individuais e coletivas dos educandos, através da criação de um laboratório de convívio, motivado pela pesquisa do tema gerador partindo da prática para teoria, oferecendo ferramentas para o desenvolvimento intelectual, criativo e técnico de forma lúdica e criando sempre ligações com sua realidade para tornar o aprendizado significativo e ainda mais interessante . Privilegia a valorização dos indivíduos de sua comunidade originária, ou seja, a característica sociocultural específica da comunidade escolar do local onde irá atuar, alcançando assim uma unidade e uma inter-relação entre as diversas faces e momento da pesquisa da linguagem cênica. Assim sendo, o Nós do Morro desenvolve uma metodologia onde o papel do integrante é o de ser protagonista do seu conhecimento e do conhecimento do outro, desenvolvendo habilidades, adquirindo competências e transformando pré-conceitos e vivências. Objetivos pedagógicos •Ampliar o conhecimento de cultura geral; •Estimular a compreensão textual, oral e dialógica dos textos apresentados pelos professores no projeto; • Aprender estruturas dramáticas e códigos teatrais; •Desenvolver a consciência e o sentido estético; • Adquirir e desenvolver capacidades nos domínios da expressão e comunicação vocal e corporal; •Ampliar a experiência estética da arte, proporcionando o seu conhecimento e desmistificando o acesso a ela; •Criar um processo de pesquisa de novas linguagens cênicas e difundir a diversidade cultural, artística e musical brasileira; Para assegurar esta metodologia e o aprendizado, as proposições artísticas e educacionais são planejadas para que o aluno ator seja capaz de construí seu conhecimento , aliado ao desenvolvimento da expressão pessoal e do seu potencial criativo e são divididas nas seguintes oficinas: 1 - OFICINAS ARTISTICAS As disciplinas de arte são pensadas a fim promover o desenvolvimento global do aluno-ator. Estimulando o desenvolvimento motor, psíquico e criativo. O estímulo ao estudo e à leitura é feito através das oficinas de Contação de Histórias. Já o desenvolvimento motor e vocal é alcançado através das oficinas de Jogo de Corpo e Expressão Sonora. O ato de brincar também é destacado dentro da sala aula nas oficinas de Jogo de Cena, sobretudo no quesito responsabilidade e construção de identidade e autonomia, pois é preciso estar atento tanto aos próprios limites quanto aos limites do outro; dessa forma, em sua metodologia, o Grupo valoriza o lúdico na construção do conhecimento e na diferenciação entre o real e o ficcional. Assim, através da arte, a criança e o adolescente são vistos como sujeitos de suas histórias, e participam ativamente da construção de suas aprendizagens. Público Alvo : Crianças e adolescentes com idades de 10 a 17 anos matriculados e frenquentadores de escolas públicas ou privadas. Periodicidade : As aulas acontecerão tres vezes por semana, com 3hs de duração. Ao todo serão benefiadas 40 crianças e Jovens 2 - OFICINA DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA As disciplinas para esta oficina são pensadas para a formação de jovens e adultos capazes de realizar um trabalho de composição cênica, em espaços convencionais e não convencionais, atuando com autonomia como artistas-intérpretes do seu tempo e da sua cultura. A metodologia utilizada se aproxima aos trabalhos de Peter Brook, Stanilaviski e Brecht. O processo de aprendizagem parte da exploração da experiência individual e coletiva (improvisações) motivada pela pesquisa do tema que se vai trabalhar – da prática - para a teoria, aprofundando-se a pesquisa teórica do tema, através das suas várias faces culturais: teoria do teatro, artes plásticas, música, história, política, costumes etc. Assim sendo, o Nós do Morro desenvolve uma metodologia onde o papel do integrante é o de ser protagonista do seu conhecimento e do conhecimento do outro, desenvolvendo habilidades, adquirindo competências e transformando pré-conceitos e vivências. Oficina de Formação Artística capacita jovens e adultos para o exercício prático do ator, aliado ao pensamento reflexivo e a postura crítica sobre os diversos aspectos arte, com base no domínio técnico, expressivo, criativo e artístico da atuação cênica. Visa formar profissionais capazes de atuar, explorando possibilidades expressivas do corpo, da voz, da emoção e do intelecto, dando ao aluno condições de participar e contribuir efetivamente no processo de desenvolvimento das artes cênicas, tanto no campo profissional, artístico e também no exercício consciente da ética e da cidadania. Público Alvo : Adultos a partir dos 18 anos. Periodicidade : As aulas acontecerão três vezes por semana, com 4hs de duração. 3 - OFICINA DE CAPACITAÇÃO TÉCNICA NO MERCADO CULTURAL Concepção de Figurino - Esta oficina tem o objetivo de desenvolver a capacidade analítica, criativa e crítica na utilização da indumentária, refletindo a linguagem e o potencial de comunicação do figurino como parte integrante de um espetáculo. Produção Cultural - Esta oficina tem o objetivo de formar jovens capazes de desenvolver ações culturais, recreativas e de lazer, ampliando seus conhecimentos acerca da arte e da sociedade promovendo o espírito empreendedor capaz de transformar positivamente o meio em que vivem. Concepção e criação de Iluminação cênica - Esta oficina tem o objetivo de desenvolver a capacidade produtiva específicas da iluminação cênica. O uso desses elementos na arquitetura cenográfica refletindo a linguagem e o potencial de comunicação do figurino como parte integrante de um espetáculo. Em anexo segue arquivo com o plano completo
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS TEMPORADA RIO - A) Acessibilidade Física - O projeto será realizado em teatros em que haja medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços irão dispor de ferramentas como: rampa e/ou corrimão e/ou elevador para facilitar o acesso, banheiros adaptados, rampa de acesso e lugar reservado na plateia para cadeirantes. B) Acessibilidade de Conteúdo - • Deficiência Auditiva - Realização de 08 apresentações do espetáculo com tradução de LIBRAS, • Deficiência Visual – Realizar 04 apresentações com audiodescrição e visitação sensorial ao cenário com a participação de um membro da equipe técnica ou artística para realização do guiamento e esclarecimento de curiosidades, ampliando assim percepção deste público sobre a obra apresentada. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS CIRCULAÇÃO NORDESTE - A) Acessibilidade Física - O projeto será realizado em teatros em que haja medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços irão dispor de ferramentas como: rampa e/ou corrimão e/ou elevador para facilitar o acesso, banheiros adaptados, rampa de acesso e lugar reservado na plateia para cadeirantes. B) Acessibilidade de Conteúdo - • Deficiência Auditiva - Realização de 08 apresentações do espetáculo com tradução de LIBRAS,
Atendendo ao artigo 29 da IN de 30/1/2024, o plano de distribuição da proposta prevê̂ as seguintes medidas de democratização do acesso aos produtos e ações culturais produzidos: I - até́ 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até́ 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Em atendimento ao Art. 30 da IN 30/01/2024 o proponente cumprirá as seguintes medidas III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas – Produto Espetáculo de Artes Cênicas Temporada Rio – Realização de 02 ensaios abertos na sede do Grupo Nós do Morro para a comunidade do Vidigal de forma inteiramente gratuita; Produto Espetáculo de Artes Cênicas Circulação Nordeste - Realização de 04 oficinas de teatro com 06 horas de duração cada, sendo 02 oficinas por capital. Realização de oficinas técnicas de capacitação em: a) Cenografia; B) Figurino; C) Iluminação preparando 60 jovens e adultos para o mercado de trabalho. Estas oficinas terão duração de 03 meses e serão realizadas no Vidigal, comunidade onde o Grupo Nós do Morro tem sua sede na cidade do Rio de Janeiro. Realização de oficinas de formação em artes cênicas para crianças, Jovens e adultos com duração de 08 meses, beneficiando 50 crianças e adolescentes e 50 jovens e adultos. Promover inclusão produtiva garantindo que 50% dos profissionais contratados pelo projeto sejam moradores do Vidigal e das favelas do entorno.
Direção de Geral do Projeto – Marcelo Mello – Atual diretor executivo do Grupo Nós do Morro, Marcelo já ministrou aulas de iniciação teatral em comunidades e escolas municipais no estado do Rio de Janeiro e trabalhou como multiplicador artístico em projetos da UNESCO e no Grupos Nós do Morro. Também foi responsável pela execução do projeto “Favela Tá On” em parceria com a Fiocruz em 2023/2024; “Manutenção das Oficinas Artísticas do Grupo Nós do Morro” em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro em 2024; “Oficinas de Formação em Audiovisual” em parceria com a Disney, produção do Sarau “Suba no meu Palco” (2013), do “Palco Cultural”, realizado no Teatro do Vidigal ao longo de 3 anos, com apoio do Grupo Nós do Morro e da “Ocupação Cultural do Nós do Morro - 30 Anos”, realizado no Rio de Janeiro. Atuou como diretor e idealizador do projeto “Cem Vezes Quintana” (2006) e é diretor e roteirista do curta metragem “Marulho”, ainda a ser lançado. Direção Artística – Fatima Domingues – Mulher preta fez formação de professores no ABEU Colégio de Nova Iguaçu. Atua como diretora artística há mais de 15 anos e desde de 2006 trabalha no Grupo Nós do Morro. Dirigiu o espetáculo “Os Dois Cavalheiros de Verona”, considerado um dos três melhores espetáculos de Shakespeare montados no Brasil, também esteve à frente de montagens como “Noites do Vidigal” (Nós do Morro – 2016); “Romeu e Julieta” (Nós do Morro – 2015); “Bandeira de Retalhos” (Nós do Moro - 2012/2013/2014), “Os Pequenos Burgueses” (Nós do Morro – 2011), “Machado a 3X4” (Nós do Morro – 2009) e foi codiretora da Cia Nós do Morro no palco Favela, Rock in Rio em 2019, “Modus Operandi” (Teatro Ruth de Souza em 2021), pesquisa “O Que Tiraram de Mim” ( Nós do Morro – 2022), preparação de elenco da série Globo play “Veronika” em 2023; preparação de elenco para a série “ O Jogo que Mudou a História” em 2022. Direção de Movimento – Johayne Hildefonso– Já são mais de 3 décadas de arte e movimento em sua trajetória. É professor de expressão corporal e interpretação no Tablado e no Grupo Nós do Morro desde os anos 90 até hoje. Assinou a direção de movimento nas performances realizadas pelo Nós do Morro no Palco Favela do Rock’n Rio em 2022 e 2019; direção de movimento de “Novos Baianos” em 2020; coreografia do espetáculo “Lololendi” em 2018; “Abalou um Musical Funk” em 2016 e a primeira montagem em 1997 onde recebeu a indicação do prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem, direção de movimento em “ Machado a 3X4” em 2008 no qual foi indicado ao Prêmio Shell na categoria especial em 2009; direção de movimento de “Os Dois Cavalheiros de Verona” com indicação de Prêmio Shell em 2007 pela direção de movimento. Coordenação Geral de Produção - Tatiana Delfina Rodriguez – cursou até o 6º período em Artes Cênicas na Uni Rio, possui formação de Técnica em Contabilidade, pelo Instituto Brasileiro de Contabilidade. Realizou a Direção de produção dos espetáculo “Encontros 32 Anos Depois” em 2017; assinou a produção executiva dos espetáculos “Bataclã” e “Abalou um Musical Funk” em 2016; realizou a produção executiva do evento “Maratona Cultural Nós do Morro Faz 30” em 2015 levando mais de 16hs de atividades culturais para o Vidigal; realizou a coordenação geral de projetos de “ Favela Tá On” em 2024 ; “Oficinas de Audiovisual” em parceria com a Disney em 2023; “Retoma Nós do Morro” em 2022 em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura”; “Biblioteca ConVida” em 2020 – leituras online no meio da Pandemia; “Nós do Morro Crescendo com Arte” via Criança Esperança em Parceria com a Unesco Direção de Produção - Sabrina Isnard - Cursou Produção Audiovisual na Universidade Estácio de Sá e Direção Teatral, no Ateliê Artístico do Rio. Assinou a direção de produção as performances “Nossa Pele” em 2022 e Performances “Grupo Nós do Morro” em 2019 no Palco Favela do Rock’n Rio, coordenou a produção do Lounge da Música no Rio 2C – Rio Criative Conferencie, direção de produção de “Minutos Atras” em 2016. Como Produtora Executiva atuou nos espetáculos “A Partilha”, “Pequenos Burgueses” e “A Frente Fria que a Chuva Trás”. Coordenação Artística – Guti Fraga – Graduado em jornalismo, é o fundador do Grupo Nós do Morro. Já dirigiu cerca de 30 espetáculos de teatro e participou do elenco de mais de vinte longas-metragens, o que gerou diversos prêmios, como a Menção Honrosa da Unesco, em 2002, e do Cultura Viva, conferido pelo Ministério da Cultura, em 2007. Dentre os seus trabalhos de destaque estão: a Curadoria e a Direção Artística do Palco Favela no Rock in Rio em 2019, “Encontros -32 anos Depois” em 2018 com temporadas no Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 dirigiu a releitura de “Abalou – Um Musical Funk” com temporadas no Rio de Janeiro e de 2006 a 2013 “Os Dois Cavalheiros de Verona” com temporadas no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Barbican Theatre e Courtyard Theatre ambos na Inglaterra. Guti também atuou como coordenador da seleção e preparação do elenco da primeira fase do longa “Cidade de Deus” Coordenador Administrativo – Luís Paulo Dias Correa e Castro - Formado em Jornalismo pela Universidade Federal Fluminense e em Letras/Literatura Brasileira pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Teoria do Teatro na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e Pós graduação em História das Relações Internacionais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Atuou como Coordenador Geral de projetos no Grupo Nós do Morro em: “ Abalou um Musical Funk” e “Bataclã” espetáculos em comemoração ao 30 anos do Grupo que tiveram apoio da Petrobras e da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro em 2017; “Maratona Cultural – Nós do Morro Ano 30” em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura em 2016; “Nós do Morro Crescendo com Arte” em parceria com o Criança Esperança em 2016; “Domando a Megera” em parceria com a Petrobras em 2014; “Manutenção da Cia Nós do Morro de Teatro” em parceria com a Petrobras em 2012. Ator – João Vitor Nascimento – Cursando o primeiro período e licenciatura em artes cênica na UNIRIO, é integrante do Nós do Morro desde 2006 passando pelas oficinas de formação. Ao longo da sua jornada se alimenta de arte e mostra, desde novo, a versatilidade cênica. Formado pelo Grupo Nós do Morro e integrante desde 2006, com apenas 21 anos abriu seu próprio grupo de teatro no Complexo do PPG, sendo um agente transformador e dinamizador de arte, cultura, educação e diversidade no Rio de Janeiro. Como ator atuou em teatro no musical “Novos Baianos”; “Encontros 32 Anos Depois”; “Romeu e Julieta”; “Os Dois Cavalheiros de Verona” e “Dois Meninos na Chuva”. Já no audiovisual atuou em “Black-Berlim”, “Portugal Pequeno”, Serie “Mais X Favela” e hoje é repórter do “Bom dia Favela” jornal matinal transmitido pela Band Rio Ator – Paulo Guindelly – Graduado em artes cênicas pela UNIRIO e formado pela Escola de Arte Dramática - ECA – USP e Grupo Teatro Nós do Morro-RJ e a UNIRIO. Possui experiência não só como ator, mas também com dança contemporânea e dança afro. Em audiovisual realizou a novela portuguesa “Cacau”; o longa “A Bandida" 2022 (Paris filmes), a série “O Jogo que Mudou a História" Globoplay 2022, " A Eleita” Amozon Prime 2022, “Barba Cabelo e Bigode” Netflix 2021, novela "Um lugar ao Sol" (TV Globo 2021) novela “Nos tempos do Imperador” (TV Globo, 2020), novela “Segundo Sol” (Rede Globo, 2018) e a série “Carcereiros – 2ª Temporada” (TV Globo, 2018). É protagonista do filme curta-metragem “EGUM O filme” (2017). Em Teatro atuou “O que Tiraram de Mim” direção de Fatima Domingues em “Cabaré da Zona”, direção do coletivo Cabaré Incoerente em 2022, “Mamáfrica”, “Modus Operandi” 2021, “Orobó Masculinidades Negras” 2019/2020.
PROJETO ARQUIVADO.