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O projeto "Recitais Didáticos de Choro nas Escolas" visa promover e difundir o choro, gênero musical brasileiro reconhecido como patrimônio cultural, através de recitais didáticos em 10 cidades do Tocantins. Serão realizados recitais em escolas, com apresentações musicais e palestras educativas sobre a história, estrutura e importância do choro na cultura brasileira. O projeto busca proporcionar um maior conhecimento e apreciação desse gênero musical entre crianças e adolescentes, além de estimular a formação de novos músicos e apreciadores de choro.
O projeto "Recitais Didáticos de Choro nas Escolas" tem como objetivo promover e difundir o choro, um gênero musical brasileiro reconhecido como patrimônio cultural, através de uma série de recitais didáticos em escolas de 10 cidades tocantinenses. Com apresentações musicais e palestras educativas, o projeto busca educar crianças e adolescentes sobre a história, a estrutura e a importância do choro na cultura brasileira. Além de proporcionar uma experiência musical enriquecedora, o projeto pretende estimular o interesse pela prática de instrumentos musicais, contribuir para a preservação do choro e promover a integração entre músicos locais e a comunidade escolar. Ao levar o choro às salas de aula, o projeto espera cultivar uma nova geração de apreciadores e praticantes desse importante gênero musical, fortalecendo a identidade cultural e artística do Tocantins.
Objetivo Geral Promover e difundir o choro, gênero musical brasileiro, nas escolas de 10 cidades tocantinenses, através de recitais didáticos e atividades educativas. Objetivos específicos Informar estudantes sobre a história, evolução e características do choro; Estimular o interesse pela música e pela prática de instrumentos musicais entre os jovens; Contribuir para a preservação e valorização do choro como patrimônio cultural brasileiro.
O choro é um gênero musical brasileiro de grande importância histórica e cultural, reconhecido como patrimônio cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No entanto, seu conhecimento e apreciação ainda são limitados, especialmente entre as gerações mais jovens. Este projeto visa preencher essa lacuna, levando o choro às escolas e proporcionando aos estudantes uma compreensão mais profunda e valorizada desse gênero musical. Ao promover o contato direto com músicos e performances ao vivo, o projeto busca despertar o interesse pela música, contribuindo para a formação cultural e artística dos jovens tocantinenses. O surgimento do choro remete a um movimento de expressão da cultura popular urbana do Rio de Janeiro, no final do século XIX. Resultante da apropriação de alguns elementos da música europeia, como as danças de salão (sobretudo a polca), hibridados com elementos da cultura afro-brasileira (o contorno rítmico do lundu), o choro se consolidou como gênero musical nos primeiros anos do século XX, através de grupos como "Os Oito Batutas". É pertinente dizer que como gênero musical o choro possui uma estrutura formal definida, constituída de três seções metricamente simétricas, nas quais alguns elementos de contraste mais evidentes são o ritmo melódico, que costuma ser mais ou menos intenso e contrastante de uma para outra seção, e o "jogo tonal", que leva cada seção ser apresentada em um tom ou modo diferente. Outra característica importante é a formação instrumental adotada pelos grupos de choro que, inicialmente (no final do século XIX), eram formados por flauta transversal, violão e cavaquinho, sendo, por isso, denominados grupos de "pau e corda". É certo que com o passar dos tempos, sobretudo através da interação dos músicos com as bandas de música no final do século XIX, mais instrumentos foram introduzidos às formações dos grupos choro, entre eles o pandeiro, a clarineta e o saxofone. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: II "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais"; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e, IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Por fim, a relevância dos recitais propostos também se justifica pela importância histórica e sócio-cultural que esse gênero musical tem apresentado para o fomento e desenvolvimento da cultura brasileira. Nesse contexto, considerando ainda a obrigatoriedade do ensino da música nas escolas brasileiras de ensino formal, julgamos ser suma importância que os alunos dessas unidades escolares vivenciem a experiência de interagir com instrumentos e um repertório musical que, embora esteja na base da nossa cultura há tanto tempo, ainda seja tão distante da realidade cotidiana de muitos.
Serão contactadas escolas da rede básica de ensino de 10 cidades do Tocantins, priorizando aquelas com maior número de alunos e carência de atividades culturais. O métoso adotado será a pesquisa e contato com as secretarias de educação municipais para identificar e selecionar as escolas participantes. As apresentações musicais serão intercaladas com palestras educativas, seguidas de sessões de perguntas e respostas.
APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Caderias adaptadas e espaços reservados nas primeiras fileiras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.
O acesso aos concertos será gratuito. Visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, o projeto adotara as seguintes medidas, concatenadas ao Art. 28 da IN nº 01/2024: APRESENTAÇÃO MUSICAL III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.
A diretoria da Associação Viva Música será responsável pela gestão do projeto de forma voluntária, desenvolvendo as seguintes ações: Etapa 1: Concepção do projeto. • Discussão com os parceiros envolvidos no projeto para estabelecer o cronograma das atividades propostas; • Esclarecimento de dúvidas e debates. Etapa 2: Divulgação do projeto. • Compartilhamento de informações sobre o projeto na mídia local; • Divulgação das atividades na comunidade local; Etapa 3: Avaliação. • Compilação e encaminhamento dos relatório. Direção artística e Saxofone: Bruno Barreto Amorim Campos Natural da cidade de Goiânia-Goiás, Bruno Barreto iniciou seus estudos musicais aos 14 anos de idade na Escola de Música da Guarda Metropolitana da cidade de Palmas - TO. Possui Graduação em Música com Habilitação em Composição (2008) e Mestrado em Música (2012) pela Universidade Federal de Goiás, onde estudou harmonia tradicional com Zbigniew Henrique Morozowicz e Günter Bauer; orquestração, contraponto e procedimentos composicionais do século XX com Estércio Marquez Cunha. Durante o período em que residiu em Goiânia (2005-2008), integrou a Banda Pequi (Orquestra de Música Brasileira), e o grupo Choro Universitário. Com a Banda Pequi gravou um CD em 2009, intitulado “Banda Pequi e Nosso Trio convidam Leila Pinheiro”. Ainda na Banda Pequi, dividiu o palco com músicos renomados, dentre eles: Leila Pinheiro, Arismar do Espírito, Thiago do Espírito Santo, Zé Canuto, Ney Conceição, Kiko Freitas, Nelson Faria e Silvio Zalambani. Bruno Barreto fundou e regeu, em 2009, a Orquestra Juvenil Dona Lindu, primeiro projeto de musicalização infantil no Tocantins.Foi professor fundandor do Curso Técnico em Instrumento Musical do Colégio da Polícia Militar de Palmas. Coordenou os eventosCoro Comunitário de Palmas, em 2011; o Primeiro e Segundo Recital da Turma de Instrumento Musical do Colégio Militar dePalmas, em 2010 e 2011. Em 2014 criou a Orquestra Viva Música, com a qual vem desenvolvendo intenso trabalho de formaçãode plateia. Coordenou os projetos I Mostra de Música da UFT, em 2016; II Mostra de Música da UFT, em 2017; Encontro de Corosna UFT, em 2018; I Festival de Arte e Cultura da UFT, em 2018. Bruno Barreto é servidor efetivo da Universidade Federal do Tocantins, onde exerce a função de Diretor de Extensão e Cultura. Também exerce a função de Presidente da Associação Viva Música e maestro do Coral UFT em Canto. No Grupo Reminiscências, atua como diretor artístico e saxofonista. Violão - Iogo Landinho Possui Médio Técnico em Instrumento Musical - Completo (2016), pelo Colégio da Polícia Militar do Estado do Tocantins. Atualmente cursa Licenciatura em Música- Ensino do Instrumento Musical - Guitarra, pela Universidade Federal do Goiás (UFG). Atua como Professor de violão da escola de extensão - UFT e como Guitarrista e Violonista da Orquestra Jiquitaia. Clarineta - Gutenberg Nicacio Natural de Maceió – AL, mudou- se para palmas em 2008. Inicio seus estudos musicais em 1997, onde teve a oportunidade ter aula com grandes clarinetistas do cenário musical brasileiro entre eles: José Vieira (1° clarinetista da Orquestra de câmara da UFAL), Cristiano Alves (professor UFRJ e clarinetista da sinfônica da Petrobrás), Ovanir Buosi (1ªclarinetista da OSESP), Ronaldo Ferreira (professor da UFRN), José Botelho (Portugal), Paulo Sergio (Quinteto Villa-Lobos), Johnson Machado (UFG), Carlos Rieiro (UFPB), Vadim Ivanov (UFAM). Iniciou sua carreira musical como 2° clarinetista da orquestra de câmara da UFAL 2001, Banda Sinfônica do RN 2007, coral de clarinetes da UFRN 2007, Professor de clarinete da Assembléia de Deus Central de Natal – RN 2006 a 2008, 2° clarinetista da Banda Maestro Adelino Porto Nacional – TO, grupo exporão de arraias Palmas-TO. Atualmente é acadêmico do curso de licenciatura em música UAB/UNB- Porto Nacional - TO, professor efetivo de educação musical e clarinete da ETI Padre Josimo Palmas-TO e integrante do grupo de música popular brasileira Reminiscências. Junto com estes grupos participou de shows, máster class, festivais e apresentações em vários estados do Brasil. Percussão - Matheus Lopes Matheus Lopes e Silva, 19 anos, percussionista, baterista e estudante do curso técnico de instrumento musical do Colégio da Polícia Militar do Estado do Tocantins. Seu interesse pela música teve início ainda na infância onde estudou teoria musical e prática em bateria no Centro de Criatividade de Palmas, no Espaço Cultural. Após a conclusão do curso, participou de diversas apresentações de artes musicais e de orquestras como a Manancial e Orquestra Sinfônica dos Girassóis e é o atual percussionista da Orquestra Sinfônica da Cidade Amada e do Grupo de Choro Reminiscências.
PROJETO ARQUIVADO.