| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 45913696000185 | Sorocaba Refrescos S/A | 1900-01-01 | R$ 455,2 mil |
| 53009825000133 | Usina Alta Mogiana S/A. Açucar e Álcool | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 71324784000151 | Usina Santo Antonio S/A | 1900-01-01 | R$ 116,9 mil |
| 65763377000148 | BASEQUIMICA PRODUTOS QUIMICOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 89,8 mil |
| 05242560000176 | Usina Vertente Ltda. | 1900-01-01 | R$ 75,0 mil |
| 07674341000191 | Usina Uberaba S/A | 1900-01-01 | R$ 54,0 mil |
| 09496544000160 | AUTO POSTO TAMANDUA SERRANA LTDA | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 47038294000104 | Renk Zanini S.A. Equipamentos Industriais | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 48663872000166 | GEO AG TECHNOLOGIES LTDA | 1900-01-01 | R$ 25,8 mil |
| 57663932000131 | Interunion Comercio Internacional Ltda | 1900-01-01 | R$ 24,0 mil |
| 10474704000150 | Geo Agri Tecnologia Agrícola Ltda. | 1900-01-01 | R$ 24,0 mil |
| 54470679000101 | Usina Batatais S/A - Açúcar e Alcool | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| ***083938** | LEOPOLDO TITTOTO | 1900-01-01 | R$ 19,0 mil |
| ***351478** | BERNARDO BIAGI | 1900-01-01 | R$ 12,0 mil |
Trata-se de Plano Bianual que visa à manutenção da infraestrutura e das atividades culturais do Museu da Cana, gerido pelo Instituto Cultural Engenho Central, localizado entre os municípios de Sertãozinho e Pontal _ SP. O plano será executado ao longo dos anos de 2025 e 2026, com o objetivo de garantir a realização de programas culturais, a manutenção e conservação dos edifícios e dos seus espaços expositivos, a segurança e o acesso dos visitantes, e a infraestrutura de atendimento e recepção, visando acessibilidade e melhoria no atendimento. O Plano Bianual também abarca a elaboração de um Plano de intervenção no edifício principal denominado "Usina Schmidt", para ação de restauro e modernização que se pretende realizar entre 2025 e 2026, a partir do resultado de um diagnóstico realizado entre os anos de 2023 _ 2024.
Não se aplica
O Museu da Cana tem como missão promover a preservação, pesquisa e valorização do Engenho Central, sua sede, constituído por conjunto de conhecimentos, edificações e máquinas para preparar os produtos açúcar, e o álcool da cana-de-açúcar. O presente Plano Bianual 2025 - 2026, tem como objetivo principal a manutenção das atividades museológicas do Museu da Cana. Podemos elencar como objetivos gerais: (i) Garantir a preservação, pesquisa, comunicação e valorização do Engenho Central através da manutenção das atividades do Museu. (ii) Promover a memória, conhecimentos e reflexões da comunidade regional sobre usos de espaços, fluxos de matéria e energia, industrialização, organização do trabalho e desenvolvimento social. (iii) Contribuir com a preservação e difusão de patrimônio industrial para compreensão de história social e ambiental. E como objetivos específicos, podemos destacar, em linhas gerais: (i) Conservação do Patrimônio Material: Manter, preservar e assegurar a integridade física de visitação compreendida em 46 hectares, sendo: 23 hectares de patrimônio natural (APP _ área de Preservação Permanente), e 13 hectares que abrigam 40 edifícios históricos, e um conjunto de maquinários originais do Engenho Central; (ii) Garantir a manutenção da área de reserva técnica; (iii) Realizar a apresentação de exposições temporárias (presencial e online); (iv) Realizar eventos especiais e de comunicação para a difusão das propostas pedagógicas e culturais do Museu, de forma presencial e online; (v) Difusão do Patrimônio Natural, material e Imaterial por meio de Ação Educativa, de forma presencial e online. De acordo com o Plano Museológico (ANEXO 01), apresentamos a seguir as informações pontuais sobre cada uma destas ações. Em razão da limitação ao número de caracteres deste campo, o texto detalhando os "objetivos específicos" do projeto encontra-se anexo à proposta. (i) Conservação do Patrimônio Material: manter, preservar e assegurar a integridade física de visitação do Engenho Central; Meta 1: Assegurar a preservação de 23 hectares de mata, a guarda, limpeza e conservação dos bens arquitetônicos ocupados em 13 hectares, providenciando qualquer intervenção de conservação preventiva e/ou corretivas necessárias às edificações, instalações e equipamentos de infraestrutura predial; garantir a segurança da edificação, do acervo e das instalações, bem como dos usuários e funcionários. (Programa detalhado Anexo 2 _ Programa de Edificações). Resultado Esperado: Assegurar a guarda dos acervos naturais e materiais, a segurança dos funcionários, fornecedores terceirizados e visitantes e, ainda, um relatório descritivo anual, demonstrando as ações realizadas. Meta 2: Preparar um plano de intervenção do edifício principal "Usina Schmidt" (Galpão entrada da cana, moenda, usina e ensaque _ 2.500 m²), para uma ação de restauro e modernização. As ações foram iniciadas entre 2023 e 2024, quando foi realizado um diagnóstico e mapeamento das patologias. Entre 2025 e 2026, objetiva-se realizar um anteprojeto arquitetônico, e um projeto arquitetônico executivo para posterior obra de intervenção. Essa meta buscará responder as demandas necessárias de salvaguarda de um edifício de uso cultural para ampliar o acesso, a expografia, e resguardar suas características e os elementos que o conjunto abriga. (Programa detalhado Anexo 2 _ Programa de Edificações). Resultado Esperado: Gerar um plano de salvaguarda do Edifício principal por meio de desenvolvimento de projetos arquitetônicos, e com ele estabelecer um cronograma executivo de restauros e posterior modernização de acesso ao edifício e conteúdos expográficos; a segurança dos funcionários, fornecedores terceirizados e visitantes e, ainda, um relatório descritivo anual, demonstrando todas as ações realizadas. (ii) Garantir a manutenção da área de reserva técnica: Metas: Assegurar a preservação dos acervos museológicos, por meio de plano de conservação com ações preventivas e corretivas tendo como referência o acervo museológico do Museu da Cana, e manter os trabalhos de inventário de todo acervo móvel, bibliográfico e arquivístico abrigado nas áreas de reserva técnica (programa detalhado ANEXO 02 _ Programação do Museu - Programa de Acervo). Resultado Esperado: Manter assegurada a conservação de todos os conjuntos de acervos do Museu, bem como o acesso às informações por meio de ferramentas como inventário disponível em banco de dados. (Programa detalhado Anexo 02 _ Programa de Acervo). (iii) Realizar a apresentação de exposições temporárias (presencial e/ou online) Metas: durante os anos de 2025 e 2026, pretende-se ampliar os conteúdos relacionados à exposição de longa duração, focada na história da cana-de-açúcar no Brasil, na organização dos trabalhadores e na influência cultural e econômica provocada no Engenho Central, a partir da introdução da cana na região até os dias de hoje. (Programa detalhado ANEXO 02. _ Programa de Comunicação). Resultado Esperado: Esta ação objetiva atrair estudantes, instituições de ensino e cultura, funcionários e empresários do setor açucareiro e visitantes em geral ao Museu da Cana. iv) Realizar eventos especiais e de comunicação para a difusão das propostas pedagógicas e culturais do Museu (presencial e/ou online): O alcance desse objetivo está previsto no Programas de Comunicação, fruto de um planejamento derivado do Plano Museológico 2023, do Museu da Cana, e tem as seguintes metas: Meta 1 - Propostas Pedagógicas: Entre 2025 e 2026, pretende-se oferecer serviço educativo para grupos escolares, turistas, idosos, grupos de profissionais, etc; Contribuir com a educação formal por meio de parceria com as redes públicas e privadas de ensino, viabilizando o melhor aproveitamento dos conteúdos museológicos para a educação escolar; Desenvolver e executar projetos e ações que promovam a inclusão social, trazendo para o museu grupos sociais diversificados, marginalizados e com maior dificuldade no acesso a equipamentos culturais (tais como pessoas com deficiência, pessoas em situação de vulnerabilidade social); Oferecer cursos e oficinas de capacitação para professores e educadores em geral. Meta 2 - Eventos Especiais: Pretende-se realizar eventos temáticos online e/ou presenciais em 2025 e 2026, referentes ao Calendário na área museológica, a seguir delineados: · Semana de Museus _ Período de Realização: maio de 2025 e 2026- data específica a ser definida pelo IBRAM. (Programa detalhado no ANEXO 02); · Primavera de Museus _ Período de Realização: setembro de 2025 e 2026- data específica a ser definida pelo IBRAM (Programa detalhado no ANEXO 02); · Festa Junina: Período de Realização: junho 2025 e 2026 (Programa detalhado no ANEXO 02); v) Difusão do Patrimônio por meio de Ação Educativa (presencial e/ou online): Pretendemos realizar atividades complementares à visita ao Museu, como encontros com alunos e professores do ensino fundamental, nos quais serão proporcionadas experiências lúdicas, com atividades de brincadeiras, contação de histórias, pinturas, dobraduras, visando à conscientização para a importância da arte e da cultura. O objetivo principal dessas ações é promover o Patrimônio Material, Imaterial e Natural do Museu da Cana enquanto produto cultural, por meio do desenvolvimento de material didático (sistema interativo lúdico) para promoção de ações de Educação Patrimonial, adotando como objeto um kit pedagógico, com jogos de quebra cabeça, dobraduras, materiais relacionados a história do Engenho Central, das edificações, maquinários. Trata-se de um caderno de colorir e de estimular as crianças a desenvolverem uma história a partir de sua compreensão na visita ao museu. (Programa detalhado ANEXO 02. _ Programa de Comunicação) Resultados Esperados para os objetivos iii; iv; e v: Estas ações objetivam atrair estudantes, instituições de ensino e cultura, funcionários e empresários do setor açucareiro e visitantes em geral ao Museu da Cana.
O território rural ocupado pelo Museu da Cana localiza-se entre os municípios de Pontal e de Sertãozinho, situados em uma região que se configura como um dos principais polos econômicos do Brasil, a região de Ribeirão Preto, devendo essa pujança especialmente à economia da sucroenergia a partir da cana-de-açúcar. Infelizmente, a pujança econômica pouco atuou na cultura das localidades em torno do Museu da Cana e conhecido como "A Rainha dos Canaviais". Nos dez últimos anos o Museu da Cana vem agindo como opção cultural e de agregação social, principalmente para o público escolar, o trabalhador assalariado e pessoas de baixa renda. Em um raio de pouco mais de 200km do Museu da Cana, encontram-se algumas das principais cidades do interior de São Paulo e de Minas Gerais: Brodowski, Batatais, Franca, Barretos, Araraquara, São Carlos, Catanduva, Bebedouro, São José do Rio Preto, Campinas, Bauru, Piracicaba, Rio Claro, Limeira, Americana, Santa Bárbara d´Oeste, São Joaquim da Barra, São Sebastião do Paraíso, Passos, Poços de Caldas e Uberaba, com o acesso facilitado por diversar rodovias O Museu, portanto, situa-se no caminho que liga a Grande São Paulo à região central do país, relativamente próximo dos principais polos econômicos e tecnológicos do interior de São Paulo, Triângulo Mineiro e Sul de Minas, sendo que Sertãozinho foi declarada "polo tecnológico" pelo governo do Estado de São Paulo em função de seu parque industrial metalúrgico, relacionado à produção de bens para a economia sucroenergética brasileira e mundial. Desde sua abertura em 14 de dezembro de 2013, a comunidade local e das cidades vizinhas se tornou público frequentador do Museu, que desde então recebeu aproximadamente 250.000 visitantes, os quais têm o acesso facilitado através da gratuidade. A receptividade da instituição com oferta de lazer e cultura despertou na comunidade de seu entorno uma relação de pertencimento. A realização de festividades comemorativas de carnaval, pascoa, férias no museu, Festa Junina, Semana de Museus, Primavera em Museus, entre outros eventos especiais, têm atraído quantidade significativa de pessoas, com uma média de 600 visitas mensais. Aos domingos, o programa Quintal do Museu tem sido um passeio de família até o Museu, e uma atividade de lazer consagrada na região. A implantação de um museu estruturado de acordo com as práticas museológicas tem contribuído para o fortalecimento da "Cultura dos Museus", promovendo para as comunidades vizinhas uma opção de lazer e cultura, além de oferecer oportunidades inesgotáveis de ações educativas motivadas pelo espaço museológico, tendo o público infantil como seu maior frequentador. Outro fator que justifica as atividades museológicas promovidas pelo Museu da Cana é sua importância histórica. A condição ímpar de preservação do prédio onde funcionou a primeira Usina de açúcar na região (1906), com uma linha de produção de processamento de cana do sec. XIX, ainda intacta que inclui moendas, caixas de caldo, motores à vapor, cozedores, cristalizadores, centrífugas, secadores, ensacadores e balanças com datas entre 1876 e 1886. Nesse local, há um conjunto de mais de 40 edificações do início do século XX, dentre os quais a oficina (contendo máquinas e bancadas de carpintaria, marcenaria e de fundição), além de casas de colonos e de administradores, almoxarifados, casa de bombas d’agua, barracão de carroças, cachaçaria e açudes. Todo esse complexo envolto por mata atlântica, serrado e lavoura de cana-de-açúcar. A preservação deste local representa uma iniciativa pioneira em um cenário nacional onde a preocupação com patrimônio industrial pode ser considerada recente, em detrimento da história e memória reveladas por esses patrimônios Considerando esse cenário, identificamos como pontos fortes da instituição os seguintes: - Características únicas (engenho preservado entre canaviais); - Acervo industrial; - Edificações históricas; - Espaço externo (sítio com pátios amplos, área de morada, campo de futebol e área de mata, açudes e lavoura de cana); - Motivação e compromisso dos membros da associação civil (Instituto Cultural); - Parceria entre instituições de cultura e de ensino - públicas e privadas - da Região metropolitana de Ribeirão Preto, como opção de atividades educativa fora dos muros das escolas. Sabemos que museus são instituições que devem estar totalmente comprometidas com a função social. Independentemente das limitações físicas, o Museu da Cana, desde sua abertura, vem exercitando de forma diária seu compromisso com a sociedade, oferecendo gratuitamente opções de lazer e cultura para a população dessa região. Nesses dez anos de atividades a parceria com o Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991), a instituição vem avançando no fortalecimento do seu papel social. O presente atende ao disposto nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei nº 8.313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. No mais, enquadra-se nos seguintes objetivos, previsto no artigo 3º da Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
- Para o produto cultural "Plano Anual", o Plano de Distribuição foi preenchido com a expectativa de visitação ao longo dos anos de 2025 e 2026. Para 2025 e 2026 esperamos aumentar as visitas presenciais, bem como elevar a audiência nos programas remotos de modo a resultar num aumento de público, em cerca de 3% em relação aos anos anteriores. Esse cálculo de aumento de público deve-se às estratégias previstas na programação do Museu, que há 10 anos proporciona eventos de interesse para os públicos escolares, acadêmicos, terceira idade, jovens e crianças. - Como as exposições temporárias ocorrem dentro do espaço do Museu, para o produto “Exposição de Arte" (Exposições Temporárias), o Plano de Distribuição também foi preenchido com a expectativa de visitação ao longo dos anos de 2025 e 2026, já informada no produto “Plano Anual”, pois se trata do mesmo público (o quantitativo de público não deve ser somado). - Informamos que anexamos ao presente projeto planilha contendo descrição detalhada das justificativas dos itens orçamentários.
O Plano Anual de manutenção das atividades do Museu da Cana foi planejado a partir de seu Plano Museológico criado em 2014 e revisado em 2023, e desde então é utilizado como principal ferramenta de planejamento estratégico, e documento orientador na elaboração dos Planos Bianuais. O objetivo de planejar os programas previstos no Plano Museológico para o período bianual é organizar o investimento de seus recursos de forma eficiente e eficaz, fortalecendo o desempenho institucional com acompanhamento, controle e avaliação dos resultados. A estratégia utilizada para a implementação dos programas da instituição foi pensada considerando-se as experiencias dos anos anteriores, de 2015 a 2023, orientados pelo Plano Anual, cuja obtenção parcial dos recursos fez com que as ações de avaliação e controle, por parte de sua gestão, definissem os objetivos prioritários a serem implementados considerando a verba disponível. Assim, atividades relacionadas aos Programas de gestão, de edificações, de acervo, de meio ambiente, de Acessibilidade e de comunicação foram definidos como prioritárias e implementadas nesse período. Para o exercício de 2025 e 2026, os programas serão continuados, pois a estratégia é focar em ações museológicas alinhadas com o Plano Museológico, mas priorizadas em função da captação de recursos. O Detalhamento de todos os programas que serão desenvolvidos entre 2025 e 2026 está no ANEXO 02. Quanto ao acesso às atividades do museu, pretende-se adotar, nos anos de 2025 e 2026 um modelo de ingresso voluntário como uma das formas de promover a sustentabilidade do Museu da Cana, de maneira inclusiva – conhecido em museus internacionais como PWYW (pay what you want), ou pague o que quiser. A entrada no museu permanecerá livre, mas no final da visita o visitante poderá doar ao Museu o valor que quiser ou puder. Esta prática visa, também, inspirar a generosidade das pessoas em contribuir com iniciativas culturais. Para a efetivação da doação, será criado no Museu um local específico que mostra ao interessado as atividades sociais, culturais e educativas realizadas pelo Museu. Reiteramos, contudo, que a entrada para o Museu permanece sendo gratuita, conforme informado no plano de distribuição. A possibilidade aqui apresentada é alternativa e voluntária, integralmente a critério dos frequentadores que permanecerão com o acesso gratuito garantido.
Desde a abertura do Museu da Cana em 2013, foi contemplado o programa de acessibilidade para o público com deficiências físicas nos Planos Anuais. O Museu sempre autou para garantir o acesso aos seus espaços e a fruição de seus bens e serviços atodos. Reconhecemos as particularidades e diversidades do público e nos esforçamos para assegurar seus direitos fundamentais. Em 2014 foram construídos dois banheiros com acesso à cadeirantes e pessoas com dificuldades de caminhar; em 2015 foram ampliados os calçamentos e rampas em torno dos edifícios no pátio histórico para facilitar o acesso de idosos e cadeirantes nas áreas expositivas e edificações onde ocorrem atividades educativas; em 2016, uma maquete do edifício principal foi construída com o objetivo principal de atender as pessoas com dificuldades visuais. Em 2017 foram impressos 100 folders em braile e, em 2018, a equipe do museu recebeu, por três meses, treinamento para a linguagem de Libras. Em 2019, a equipe iniciou um treinamento com a Instituição de cegos – ADEVIRP, para qualificar o monitoramento de pessoas portadoras de deficiência visual nas visitas ao museu. Entre 2020 e 2021, adaptamos um edifício para a criação de mais dois banheiros de acessibilidade, ao lado de um galpão de atividades educativas e culturais. Em 2023 – 2024, rampas de acesso e novos calçamentos foram construídos nos edifícios restaurados e disponibilizados para atividades culturais. Para 2025 e 2026, pretende-se desenvolver atividades culturais lúdicas, estimulando o conhecimento sobre o processo de fabricação do açúcar, utilizando jogos de memória tátil. Serão realizadas duas visitas guiadas, uma em 2025 e outra em 2026, com auxílio de dois intérpretes de Libras por visita, para que o público com deficiência auditiva conheça a exposição temporária e a de longa duração. A ação atenderá os produtos PLANO ANUAL e EXPOSIÇÃO DE ARTES (Exposição Temporária), pois numa mesma visita o público percorrerá ambas as exposições. As visitas serão abertas e gratuitas para participação da comunidade surda. Se faz necessária a presença de dois intérpretes de Libras para cada ação presencial, essencial para qualidade da comunicação. Haverá divulgação específica para pessoas surdas que compreendem Libras, sendo publicado vídeo convidando e orientando a participação deste público. Para atendimento de público com deficiência intelectual, pretende-se realizar em 2025, um treinamento para qualificar a equipe do museu no atendimento e desenvolvimento das atividades educativas. A proposta envolve encontros com informações e atividades práticas sobre como propor e acompanhar adequações de acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual nos espaços e conteúdos do Museu. Ao final do encontro, compreendendo melhor como receber esse púbico, pretende-se desenvolver material pedagógico de apoio e novos recursos multissensoriais. As medidas de acessibilidade estão distribuídas entre os produtos do projeto da seguinte forma: PRODUTO PLANO ANUAL Acessibilidade física: vagas em estacionamento, banheiros adaptados para cadeirantes e acesso adaptado à área de exposição permanente. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há necessidade de inserção de custos no orçamento, pois já integram o Museu. Acessibilidade para deficientes visuais: folder em braile, maquete do edifício principal, mapa tátil do território onde abriga o Museu da Cana, ambos construídos com materiais plásticos e resistentes para atender as pessoas com dificuldades visuais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há necessidade de inserção de custos no orçamento, pois já integram o Museu. Acessibilidade para deficientes auditivos: visitas mediadas em Libras para grupos agendados, por meio de dois intérpretes de libras que irão acompanhar a monitoria, em duas visitas nas exposições. Previsto 2 diárias com 2 intérpretes, sendo uma visita em 2025 e uma em 2026. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: “intérprete em libras” – incluído no orçamento como “Intérprete de Libras” (foi incluído no produto “Exposição de Artes”, pois a mesma visita passará pelas exposições temporária e permanente). Para o vídeo da exposição será apresentado com uma janela de intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: “intérprete em libras” (foi incluído no produto “Exposição de Artes”, pois o mesmo vídeo atenderá às exposições temporária e permanente). Acessibilidade para deficientes intelectuais: promover para a equipe do museu, 1 encontro de sensibilização e conscientização com um educador especializado, sobre as diferenças existentes na sociedade em geral e em particular, dentro da comunidade das pessoas com deficiências, orientando-os sobre como se relacionar, conduzir e orientar esse público dentro da instituição. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Educador especializado - cadastrado como 'Consultor de acessibilidades' ” (foi incluído no produto “Exposição de Artes”, pois a mesma formação auxiliará a equipe do museu nas exposições temporária e permanente). PRODUTO EXPOSIÇÕES DE ARTE (Exposições Temporárias) Acessibilidade física: vagas em estacionamento, banheiros adaptados para cadeirantes e acesso adaptado à área de exposição permanente. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há necessidade de inserção de custos no orçamento, pois já integram o Museu. Acessibilidade para deficientes visuais: folder em braile. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: “Impressão Braile” Acessibilidade para deficientes auditivos: visitas mediadas em Libras para grupos agendados, por meio de dois intérpretes de libras que irão acompanhar a monitoria, em duas visitas nas exposições. Previsto 2 diárias com 2 intérpretes, sendo uma visita em 2025 e uma em 2026. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: “intérprete em libras” Para o vídeo da exposição será apresentado com uma janela de intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: “intérprete em libras” Acessibilidade para deficientes intelectuais: promover para a equipe do museu, 1 encontro de sensibilização e conscientização com um educador especializado, orientando-os sobre como se relacionar, conduzir e orientar esse público dentro da instituição. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Educador especializado - cadastrado como 'Consultor de acessibilidades'. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: vagas em estacionamento, banheiros adaptados para cadeirantes e acesso adaptado à área de exposição permanente. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há necessidade de inserção de custos no orçamento, pois já integram o Museu. Acessibilidade para deficientes visuais: folder em braile, mapa tátil e maquete do edifício principal construída com materiais plásticos e resistentes, e jogo da memória para atender as pessoas com dificuldades visuais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Jogo da Memória (cadastrado como 'Material de Apoio Pedagógico'Consumo’). O restante dos materiais citados já existe. Acessibilidade para deficientes auditivos: encontro anual com libras -presenciais e/ou on-line, previsto na descrição do produto no item Democratização de Acesso, contemplando atividades lúdicas com o jogo e a revista. Serão dois intérpretes de libras que irão acompanhar a monitoria. Previsto 2 diárias com 2 intérpretes, sendo uma visita em 2025 e uma em 2026. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Educador especializadoIntérprete de Libras Acessibilidade para deficientes intelectuais: a partir do curso de capacitação dos monitores do museu, pretende-se atender o publico em dois encontros, um em 2025 e um em 2026, com atividades lúdicas utilizando o jogo da memória e a revista. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Material de consumo e material apoio pedagógico. PRODUTO INVENTÁRIO PATRIMÔNIO MATERIAL Projeto arquitetônico de restauração do edifício principal: criação de um projeto arquitetônico de intervenção do edifício principal denominado “Usina Schmidt”, que futuramente resultará em obras de restauro. Não há que se falar, neste momento, de ações de acessibilidade neste produto.
O Museu da Cana é norteado pelo princípio de que todos têm o direito de usufruir dos benefícios da cultura e da arte como forma democrática por meio da ampliação do acesso aos bens culturais, formando público para a cultura e incentivando o desenvolvimento de agentes culturais. A instituição mantenedora do Museu da Cana, Instituto Cultural Engenho Central, foi constituída sem fins lucrativos e pensou o Museu de forma a oferecer acesso gratuito às atividades ali realizadas. Sendo assim, para fins de atendimento aos requisitos legais de garantia de democratização do acesso, informamos que todo o acesso às atividades do Museu será gratuito. Os frequentadores do Museu da Cana são formados, principalmente, por estudantes de diferentes níveis escolares, trabalhadores de usinas e metalúrgicas, seus filhos e de pessoas que trabalharam e moraram na região, ou que possuem memória afetiva do local. A gratuidade na visita e participação nos eventos do museu visa oferecer um lugar de destaque a outros grupos da sociedade formada por pessoas de baixa renda, terceira idade, escolas públicas, associações e pessoas com dificuldades físicas. Esta política de acesso objetiva atender a meta de formação de público, pois pretende fomentar, ampliar, atender e estimular a participação do público na produção cultural de forma passiva, como receptores de conteúdos, mas também de forma ativa enquanto cidadãos que tenham voz e revelem suas peculiaridades culturais. MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO Em atenção ao artigo 30 da IN 11/2024, para além da gratuidade de grande parte das atividades oferecidas, informamos que o Museu da Cana, como de costume, há 10 anos, oferece anualmente transporte gratuito, com acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e para terceira idade nos programas culturais, principalmente na Festa Junina e na Primavera de Museus; e para as atividades paralelas do projeto, o Museu da Cana disponibiliza aos visitantes acesso gratuito para conhecer a reserva técnica e os trabalhos de preservação do acervo; estágios à alunos de Universidade Publica. Biblioteca e Centro de documentação também terão acesso livre – a biblioteca possui obras com temáticas voltadas para a cultura caipira, trabalhador rural, lavoura da cana, sistemas de produção de açúcar sec. XVI e XX; e o centro de documentação disponível no site do Museu da Cana, contendo Fundo Engenho Central (textuais, fotografias, e vídeos), e ainda, aos alunos de história, serão permitidos participar gratuitamente do processo de curadoria para as exposições de média duração. Dessa forma, o projeto atende aos incisos I, II, III, V e VI do art. 30 da IN 11/2024. I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; CONTRAPARTIDA SOCIAL Embora se trate de projeto sem comercialização de ingressos, em atenção ao artigo 32 da Instrução Normativa nº 11/2024, pretendemos realizar atividades complementares à visita no Museu, por meio de encontros com alunos e professores do ensino fundamental, nos quais serão proporcionadas experiências lúdicas, com revista e jogos pedagógicos, que visem à conscientização para a importância da arte e da cultura. Assim, o projeto atende aos seguintes incisos do art. 32, §2° da IN 11/2024: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; ou III - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC. Trata-se de um encontro anual presencial e/ou online, sendo um em 2025 e outro em 2026, de aproximadamente 40 minutos de duração, com um público previsto de 40 contemplados por encontro e de 80 pessoas no total, sendo que pelo menos 50% dessas vagas serão destinadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Como público-alvo dessas ações podemos elencar: · Professores da Rede Pública de Ensino Fundamental, fornecendo subsídios materiais e conceituais para a atividade didática; · Alunos da Rede Pública de Ensino Fundamental da Região de Ribeirão Preto - SP, fornecendo subsídios materiais para a problematização do seu conhecimento sincrético, necessário à construção do conhecimento; · Professores e alunos de outras Redes de Ensino - Comunidade de Ribeirão Preto.
INSTITUTO CULTURAL ENGENHO CENTRAL – gestão administrativa, técnica e financeira Fundação: 19/09/2005 Sede Fazenda Engenho Central, Casa 01, Zona Rural, 14180-000, Pontal, SP; Escritório Fazenda Cravinhos, Rod. Ângelo Cavalheiro, km 01, Caixa Postal 73, 14140-000; Cravinhos, SP Tel. (16) 3497 5008 CNPJ 07.614.458/0001-80 Constituição - Associação civil sem fins lucrativos Objetivos: Conservação de patrimônio histórico e promoção da cultura através da criação do Museu da Cana no Engenho Central de Sertãozinho/Pontal; Promoção educacional e social através de apoio ao ensino técnico e superior nas áreas de tecnologia da produção de derivados de cana-de-açúcar. Atribuição: Dar o suporte administrativo/financeiro (captação de recursos, monitoramento da Planilha Orçamentária, controle de contas à pagar), Departamento Pessoal (contratação e/ou demissão de funcionários, pagamento de salários, férias, emissão de holerites, orientações sobre Leis Trabalhistas, etc.), e prestação de contas do Plano Anual. Luiz Lacerda Biagi - Diretor Presidente do Conselho de Administração; Anísio Rodrigues de Paula - Presidente do Conselho Fiscal; Angelica Fabbri – Conselho de Administração MUSEU DA CANA: LEILA HECK – Gestão Executiva: Gestora do acervo e integrante da equipe técnica do Instituto Cultural Engenho Central. Bacharel em Comunicação Social; MBA em Gestão de Museus pela Universidade Candido Mendes, em convênio com a Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC) (2021); especialista em Organização de Arquivos pelo IEB – Instituto de Estudos Brasileiros/USP; Especialista em restauração de acervos em madeira, papel, couro e obras de arte; Produtora cultural e gestão na área de preservação e organização de acervos privados, institucionais e de centros de memória. Experiências profissionais em organização de arquivos (Companhia de Bebidas Ipiranga (Coca-Cola – 2005 – 2011)), Criação e execução do Centro de Memória da Câmara Municipal de Ribeirão Preto (2010 – 2011); Criação e execução do Centro de Memória da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (2009 – 2011); Requalificação da exposição Museu do Café – Ribeirão Preto(2008); Organização do Acervo Tony Miyasaka (2006) e Maurílio Biagi Filho (2008 – 2022); entre outros acervos privados e institucionais). Atuou como presidente da Associação dos Amigos do Arquivo Histórico de Ribeirão Preto, colaborou com a nova expografia do Museu do Café de Ribeirão Preto, coordenou o diagnóstico arquivístico da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, a publicação de livros, como, Ribeirão Preto pelo olhar de Tony Miyasaka (2006), Fazenda Canaã (2013), entre outros, e a ultima etapa de criação do Museu da Cana (2013), produtora executiva do Plano Anual 2015; 2016; 2017 do Museu da Cana. TANIA REGISTRO – Coordenadora do programa de pesquisa e tratamento de acervo: – orientação e acompanhamento das atividades de pesquisa, higienização, acondicionamento e inventário do acervo museológico (edifícios, objetos e arquivos históricos); preparação do inventário (estrutura de dados, regras de entrada e padronização de termos). Graduada em História, FFCL Barão de Mauá/Ribeirão Preto/SP) e Mestre em Ciência da Informação (2005, UNESP/Marília/SP). Experiência em pesquisa, organização de acervo, tratamento documental de fotografias; elaboração e desenvolvimento de projetos culturais, entre outras, detalhadas nos anexos desta proposta. Entre 1992 e 2013 atuou como historiadora do Arquivo Público e Histórico de Ribeirão Preto; de 2013 a 2015 no Museu do Café Cel. Francisco Schmidt e Museu Histórico Plínio Travassos dos Santos. Atuou como conselheira nos conselhos municipais de preservação do patrimônio histórico e de turismo; e como membro do Corpo Técnico de Apoio. Desde 2011 é pesquisadora do NEIIM - Núcleo de Estudos Interdisciplinares de Imagem e Memória, coordenado pelo Prof. Dr. Boris Kossoy - LEER - Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação do Departamento de História, FFLCH-USP. É autora de artigos acadêmicos sobre arquivos, documentos e fotografia e coautora dos livros “Ruas e caminhos: um passeio pela história de Ribeirão Preto”, “Filhos do Café” e “Serrana – um olhar sobre o município”. RODRIGO SARTORI JABUR – Consultoria arquitetônica no Projeto de Intervenção do edifício principal “Usina Schmidt”: professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Paraná, possui doutorado pelo Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos (USP) e realizou doutorado sanduíche na Universidade Nova de Lisboa, mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (USP) na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC).Tem como atuação as áreas de História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo, com linhas de pesquisa em História e Teoria da Arquitetura e História da Construção, além de trabalhar com temas relacionados a arquitetura tradicional, patrimônio industrial e preservação do patrimônio cultural brasileiro DARIANE BERTONI PINTO – Coordenação do Ante-Projeto e Projeto Arquitetônico para intervenções futuras do Edifício principal “Usina Schmdit”: arquiteta e proprietária do Escritório de Arquitetura, Urbanismo, Design de Interiores, Expografia em Ribeirão Preto (SP); possui mestrado em Tecnologia do Ambiente Construído: Teoria e história – São Carlos USP), graduações em Designer pela Universidade Federal do Paraná, Curitiba -PR / 1986, e Arquitetura e Urbanista pelo Centro Universitário MOURA LACERDA, Ribeirão Preto - SP / 1991. Atuou como professora universitária entre 1993 a 2015, docente nas disciplinas da “Sequencia da linguagem e representação” nas instituições: Centro Universitário Moura Lacerda / UNIP / Centro Universitário Barão de Mauá / Faculdades COC./ coordenação do Curso de Pós Graduação em Design de Interiores SENAC_RP; desde 2007, atua no desenvolvimento de projeto e execução nas áreas citadas. MARIA DO CARMO SILVA ESTEVES - Assessoria em Comunicação Institucional: Formação em Comunicação Social pela Universidade de Ribeirão Preto e pós-graduação em Relações Públicas pela Escola de Comunicação e Artes / USP. Sócia-proprietária da empresa Comunica | Relações Públicas, desde 1997, atendendo clientes das esferas públicas e privadas na implementação de projetos de comunicação institucional e promocional. Nos últimos cinco anos tem orientado sua atuação para implementação de projetos de comunicação na área de cultura com ênfase no segmento museológico, sendo responsável pela formatação e implementação do Plano de Comunicação Institucional dos Museus da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, localizados no interior do estado, administrados através da parceria entre o Governo do Estado e a Organização Social de Cultura ACAM Portinari. É responsável pela formatação do Plano de Comunicação para Museus de Pequeno Porte para o SISEM-SP e pela concepção e implementação do projeto de relações públicas “Orla Cultural”. ALICE REGISTRO FONSECA doutoranda em Museologia e Patrimônio na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, PPG-PMUS UNIRIO/MAST, bolsista CAPES. Mestre em Artes pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Especialista em Gestão de Museus pela Universidade Candido Mendes, em convênio com a Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC) e EXPOMUS. Bacharel e licenciada em Artes Plásticas pela UFU. Entre 2014 e 2022 exerceu o cargo de gestora executiva do Museu Casa da Memória Italiana (Ribeirão Preto-SP). É professora do Centro Universitário Moura Lacerda no curso de graduação em Pedagogia. Entre 2013 e 2014 foi educadora do Museu da Cana (Pontal-SP). Possui experiências profissionais em documentação, pesquisa e ações educativas e culturais no W espaço de arte e MARP (Ribeirão Preto-SP), estágio no MUnA – Museu Universitário de Uberlândia e no Museu do Índio (Uberlândia) e voluntária como tour guide no Museum London (Canadá). É membro ICOM, integrante do Comitê Internacional para a Educação e Ação Cultural (CECA).
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$86.904,00 em 02/04/2026.