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PRONAC 245508Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

A primeira indústria suíça no Brasil

CAPIVARA EDITORA LTDA
Solicitado
R$ 641,2 mil
Aprovado
R$ 637,2 mil
Captado
R$ 637,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33958695000178UNIPAR CARBOCLORO S.A.1900-01-01R$ 614,3 mil
61460325000141Solvay Indupa do Brasil S/A1900-01-01R$ 22,9 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término

Resumo

Tradução, adaptação e publicação de 3.000 exemplares do livro Du diamant au tabac: Une première industrialisation suisse au Brésil (1736_1964), obra inédita no Brasil da pesquisadora de história cultural Sylvie Doriot Galofaro, lançada em março de 2024 pela editora suíça Slatkine, em Genebra.

Sinopse

O livro conta a fascinante história da primeira empresa suíça no Brasil, a fábrica de rapé Arêa Preta, fundada por Auguste-Frédéric de Meuron em Salvador, na Bahia, em 1817. A empresa veio a produzir uma das maiores fortunas da América Latina, e sua história se entrelaça com a do nascimento do Brasil. Durante os conflitos que marcaram a Guerra da Independência (1822–1824), a fábrica foi incendiada e posteriormente realocada ao Solar do Unhão, conjunto arquitetônico histórico que hoje abriga o Museu de Arte Moderna da Bahia. Na Suíça, a cidade de Neuchâtel deve muito de sua riqueza aos negócios fundados no Brasil por empresários como Meuron. Seu sobrinho, James-Ferdinand de Pury, ao morrer, em 1902, deixou sua residência à cidade para que fosse transformada no atual Museu de Etnografia de Neuchâtel. Essa história é narrada por Sylvie Doriot com uma descrição detalhada, digna de um romance, e ricamente ilustrada com imagens contemporâneas de artistas como Louis Buvelot e Guilherme Gaensly, entre outros.

Objetivos

Objetivo Geral ● Contribuir de forma significativa para a preservação da história brasileira ao narrar a fundação da primeira empresa suíça no país, a fábrica de rapé Arêa Preta, que produziu uma enorme fortuna e estabeleceu um modelo para empresários suíços no Brasil ● Ampliar os conhecimentos e informações acerca do Brasil oitocentista e as circunstâncias políticas e geográficas, documentando o contexto da industrialização em meio aos conflitos pela Independência ● Apresentar uma parte pouco conhecida da história do Solar do Unhão, conjunto arquitetônico importante de Salvador, hoje sede do Museu de Arte Moderna da Bahia ● Tornar pública a seleção de imagens e momentos históricos, incluindo obras de artistas importantes do período, como Louis Buvelot e Guilherme Gaensly Objetivos específicos: ● Editar e publicar o livro A primeira indústria suíça no Brasil (título provisório); ● Publicizar seleção de imagens comentadas e narrativa histórica; ● Produzir 3.000 exemplares do livro; ● Executar as medidas de acessibilidade, democratização de acesso e a contrapartida social previstas na proposta.

Justificativa

As expedições comerciais de países europeus ao Brasil foram essenciais para o registro de dados e imagens da então colônia portuguesa e do império de D. Pedro II. São relatos até hoje usados na nossa historiografia. Esta proposta visa a publicação de um material inédito no Brasil, recém-publicado na Suíça. A pesquisadora Sylvie Doriot Galofaro descreve detalhadamente as viagens de empresários que fundaram a fábrica de rapé Arêa Preta, primeira fábrica suíça no Brasil. Auguste-Frédéric de Meuron foi peça-chave de uma primeira industrialização suíça no contexto da Independência do Brasil (evento que completou 200 anos em 2022). Ilustrado com obras de arte do período, o livro amplia os conhecimentos sobre personagens e lugares importantes da nossa história. O projeto se enquadra nos seguintes incisos definidos no Art 1º da Lei 8.313/91: - III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; - VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Desta forma, atingiremos os seguintes objetivos elencados no Art 3º da Lei 8.3131/91: - II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; - IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

Tiragem: 3.000 exemplares Aproximadamente 350 páginas Formato: aproximadamente (fechado) 18 x 25 cm Miolo: impresso a 4x4 cores Capa: brochura 4x0 cores com laminação fosca Acabamento: costurado e colado e shrink individual Valor de venda: R$140,00 Divisão do livro: - Apresentação do patrocinador - Prefácio do organizador - 30 capítulos. - índice onomástico

Acessibilidade

Produto LIVRO Acessibilidade Física O lançamento do livro será realizado em livraria da cidade do Rio de Janeiro ainda não definida, que ofereça acessibilidade universal. Não haverá qualquer custo para a realização desse evento de lançamento. Acessibilidade para pessoas com deficiência visualSerá realizada a versão em áudio do livro, disponibilizada no canal Youtube da Capivara Editora (rubrica Audiodescrição). Acessibilidade para pessoas com deficiência auditivaTrata-se de um livro e, portanto, acessível para portadores de deficiência auditiva. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectualA versão em áudio do livro será narrada de forma clara e pausada, de forma a possibilitar a escuta e a compreensão de portadores de deficiência intelectual (rubrica Audiodescrição). Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física A palestra será realizada em auditório público da cidade do Rio de Janeiro, ainda não definido, que ofereça acessibilidade universal. Não haverá qualquer custo com locação de espaço físico para a realização da palestra. Acessibilidade para pessoas com deficiência visualA palestra será realizada utilizando recursos orais e será, portanto, acessível para deficientes visuais. Caso a palestra implique na apresentação de conteúdos visuais, será disponibilizada audiodescrição, a ser viabilizada com os recursos da rubrica Audiodescrição. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditivaA palestra contará com intérprete de LiBras, prevista na rubrica Intérprete de libras. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual Trata-se de palestrante experiente, que fará uso de linguagem simples e clara, de forma pausada, que permita a escuta e a compreensão de portadores de deficiência intelectual. Não haverá custo adicional para a realização da palestra.

Democratização do acesso

Distribuiremos o livro seguindo o que prevê a INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº11/2024: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Como medida adicional, adotaremos o inciso III do Artigo 30 da In 11/2024: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; O registro da palestra realizada a título de contrapartida social será disponibilizado no canal Youtube do proponente.

Ficha técnica

O livro tem autoria de Sylvie Doriot Galofaro e será publicado pela Editora Capivara, com prefácios de Frank Abubakir e Pedro Corrêa do Lago e posfácio de Daniel Rebouças. Sylvie Doriot Galofaro (autora) Sylvie Doriot Galofaro nasceu em 1963, em Bienna, na Suíça, mas reside em Crans-Montana, e já fez várias viagens ao Brasil desde 1984. É historiadora, historiadora de arte e etnóloga independente. Foi professora por 30 anos no centro escolar de Crans-Montana. Em 2006, fundou a empresa de turismo cultural e visitas guiadas Art-Ethnovoyages.ch. Sua dissertação de mestrado em etnologia tematizou as escolas de samba do Rio de Janeiro e o centenário da abolição da escravidão. Em 2015, retomou os estudos sobre o Brasil como estudante no Museu de Etnografia de Neuchâtel. Pela editora Slatkine, já publicou os livros Jean-Marie Ellenberger, un architecte moderne, de l’aéroport de Genève à Super-Crans (2020) e Gaston Barras, un destin à Crans-Montana (2019). Em 2022, realizou palestras sobre o tema de seu próximo livro, Du diamant au tabac: Une première industrialisation suisse au Brésil (1736–1964), no Museu de Arte Moderna da Bahia e na residência do cônsul suíço, Bernhard Furger, no Rio de Janeiro. Editora Capivara (coordenação geral do projeto, coordenação editorial e gestão do processo decisório) A Capivara Editora, selo editorial de qualidade dedicado exclusivamente a assuntos brasileiros, foi fundada em dezembro de 2001, por Bia e Pedro Corrêa do Lago, com o propósito de criar livros ilustrados ligados principalmente à arte, história, arquitetura e fotografia do Brasil, com especial atenção ao século XIX. A escolha de um animal tipicamente nacional para o nome da editora é muito representativa deste compromisso. Apoiadas em extensa pesquisa e acesso a materiais inéditos encontrados no Brasil e no exterior, as publicações da Capivara Editora percorrem a arte e a história do Brasil, que se revelam no legado dos viajantes pioneiros no país — pintores, memorialistas e fotógrafos —, na construção da arquitetura nacional, desde o século XVI até os dias atuais, nas coleções Brasiliana e mesmo na obra de artistas contemporâneos brasileiros. Vários títulos da Capivara foram agraciados com prêmios prestigiosos, como o Jabuti ou o APCA. O proponente, além de ser o responsável pela total gestão do processo decisório do projeto, atuará coordenador geral, coordenador editorial e poderá prestar outros serviços para os quais esteja devidamente habilitado.

Providência

PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.

2027-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro