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O projeto "MARACATU VENTOS DE OURO" prevê ampliação e fortalecimento das atividades permanentes do grupo feminino de cultura popular, fundado em 2015 pela mestra Josy Garcia, que busca difundir a cultura maracatu, sobretudo, dentro da comunidade de mulheres afrodescendentes na cidade de Salvador-BA. Aqui o Maracatu se torna um instrumento/espaço de luta e de afirmação de valores que nasce sustentada na cultura de origem Yorubá, em sua riqueza de sentidos e significados. Para tanto a proposta engloba a realização de uma série de ações continuadas, são elas: ciclo de oficinas formativas, ensaios recorrentes, roda de conversas e vivências, intercâmbios, noites culturais (apresentação do grupo e convidados) e "Cortejos Pernambaianos" pelas ruas da cidade de Salvador-BA. A cada ano o "Ventos de Ouro" realiza formação musical para um público estimado em 250 mulheres no baque principal e, em 2023, iniciou também a formação do "Baque Mirim", para o público infanto-juvenil.
A NOITE CULTURAL é um evento realizado para valorizar, fortalecer e difundir a cultura popular afro-brasileira. Idealizado por Josy Garcia, mestra e diretora do grupo, o evento prevê o Maracatu Ventos de Ouro e suas integrantes como anfitriões da noite, que convidam a cada edição um novo grupo, promovendo assim a troca de experiências e intercâmbio entre indivíduos e grupos praticantes de Culturas Populares. A atividade visa também o combate a todas as formas de discriminação, preconceito e intolerância praticadas contra os símbolos e praticantes das culturas populares. - 04 Noites Culturais para acontecer em equipamentos culturais no centro da cidade de Salvador com capacidade para 400 pessoas. Ingressos a preços populares. 1. Noite de Aniversário do grupo, com participação de grupo convidado a definir. 2. Noite Cultural Julho das Pretas, Largo grupo convidado a definir. 3. Noite Cultural Preparação para Noite do Dendê, grupo convidado a definir. 4. Noite Cultural Novembro Negro com participação do Coco Raízes de Arco Verde - 01 Noite Cultural em Recife, onde o Maracatu Ventos de Ouro se apresenta como convidado pelo grupo Nação Maracatu do Porto Rico, com público de 5.000 pessoas. CORTEJO PERNAMBAIANO é um movimento cultural realizado na cidade de Salvador feito de maneira colaborativa para valorizar, difundir e fomentar a cultura popular afro-brasileira. Também idealizado por Josy Garcia diretora e mestra do Maracatu Ventos de Ouro, com o intuito de reunir grupos de cultura popular da cidade de salvador e outras regiões, fazendo um grande encontro para o fortalecimento e difusão da cultura popular e integração entre os grupos, amantes e apreciadores de nossa cultura, criando uma rede colaborativa e fortalecendo o movimento cultural na cidade. 1. Cortejo de Yemanjá, com Participação de Mestre Teté da Nação Almirante do Forte. 2. Cortejo de encerramento das oficinas. OFICINAS DE CONFECÇÃO 3 Oficinas de confecção que produzirão os instrumentos necessários também para as posteriores Oficinas de Introdução ao Maracatu. 1. Oficina de Confecção de Agbê (xequerês). Carga horária 20 horas. Turma 15 participantes. 2. Oficina de Confecção de Alfaia. Carga horária 40 horas. Turma 20 participantes. 3. Oficina de Confecção de Indumentárias e Adereços. Carga horária 40 horas. Turma 20 participantes. OFICINAS DE INTRODUÇÃO AO MARACATU A atividade a ser desenvolvida tem capacidade para abranger cerca de 250 adultos e 100 crianças de 5 aos 14 anos, divididas em turmas e horários diversos. O cadastramento de pessoas interessadas em desfilar no maracatu, sem participar das oficinas, ocorre de maneira orgânica e contínua. 1. Palestra explicativa: “O que é Maracatu – História e fundamentos”. Carga horária 4 horas. 350 participantes. 2. Oficina de Dança Afro-maracatu. Turma 50 pessoas. Carga horária 48 horas 3. Oficina de Percussão Alfaia. Turma de 50 pessoas. Carga horária 48 horas 4. Oficina de Percussão Caixa. Turma de 50 pessoas. Carga horária 48 horas 5. Oficina de Percussão Gonguê. Turma de 50 pessoas. Carga horária 48 horas 6. Oficina de Percussão Agbê/Xequerê. Turma de 50 pessoas. Carga horária 48 horas 7. Oficinas do Baque Mirim (público infanto-juvenil): - Oficina - Dança Afro-maracatu (30 vagas, idade livre), carga horária 48 horas.- Oficina - Toque de Alfaia (20 vagas, a partir de 10 anos), carga horária 48 horas;- Oficina - Toque de Caixa (10 vagas, a partir de 12 anos), carga horária 48 horas;- Oficina - Toque de Conguê (20 vagas, a partir de 12 anos), carga horária 48 horas;- Oficina - Toque de Agbê/Xequerê (20 vagas, a partir de 10 anos), carga horária 48 horas; OFICINAS LIVRES 1. Oficina: "Na Gira com o Mestre" com Mestre Chacon Viana, mestre do Maracatu Nação do Porto Rico. Duração 12 horas. Público 50 pessoas. 2. Oficina instrumental com o grupo Coco Raízes de Arcoverde. Duração 2 horas. Público 30 pessoas. 3. Oficina com Jaysse Chacon - Agbezeira da Nação Porto Rico. Duração 12 horas. Público 30 pessoas. 4. Oficina com Rumenig Dantas. Duração 6 horas. Público 30 pessoas. VIVÊNCIAS E RODAS DE CONVERSA DE EMPODERAMENTO O ciclo é formado por 2 rodas temáticas, que acontecerão nos meses de setembro e outubro de 2025, tendo cada uma 3 horas por encontro e participação de 60 mulheres.
OBJETIVO GERAL Realizar o calendário de atividades culturais planejadas pelo grupo Maracatu Ventos de Ouro para o ano vigente. Englobando atividades de formação, difusão e circulação do grupo. OBJETIVO ESPECÍFICO PRODUTO: OFICINA OFICINAS REGULARES DE CONFECÇÃO DE INSTRUMENTOS E INTRODUÇÃO AO TOQUE MARACATU são atividades realizadas para a difusão e capacitação de novas integrantes. Nas oficinas, as participantes constroem instrumentos e aprendem os toques, loas e danças. O ciclo de atividades contempla ainda uma roda de diálogo sobre a história e fundamentos do maracatu de baque virado. Acontecem uma vez ao ano e são abertas 250 vagas para as seguintes áreas: Confecção de Instrumento Alfaia, Confecção de Instrumento Agbê, Confecção de Indumentárias e Adereços; e Oficinas de Introdução ao Toque Maracatu - agbê, caixa, alfaia, conguê e dança Afro-Maracatu. Durante a realização dessas atividades ocorrem, simultaneamente, as Oficinas voltadas para o público infanto-juvenil, com o objetivo de formação do Baque Mirim. Ao todo são 3 oficinas de confecção e 5 de introdução ao maracatu, este último com turmas infanto-juvenil e adulto. As OFICINAS LIVRES são conduzidas livremente por mestres/grupos convidados e tem como público-alvo integrantes do Maracatu Ventos de Ouro e público externo, interessado em cultura popular. Estão planejadas oficinas a serem ministradas pelo grupo Coco Raízes de Arcoverde, Oficina com Mestre Chacon - Mestre da Nação Porto Rico, Oficina com Jaysse Chacon - Agbezeira da Nação Porto Rico e Rumering Dantas. Ao todo 4 oficinas convidadas. O Maracatu Ventos de Ouro promove ainda VIVÊNCIAS E RODAS DE DIÁLOGOS voltado a qualquer público interessado. Com debates sobre raça, gênero, sexualidade, maternidade, dentre outros temas, fomentando a reflexão crítica Mulherista acerca da mulher e seu papel na sociedade. O ciclo é formado por duas rodas temáticas com o intuito de ser um espaço onde as mulheres possam compartilhar suas experiências de vida e estreitar o vínculo uma com a outra, colocando em prática o conceito de comunidade. PRODUTO: APRESENTAÇÕES MUSICAIS O CORTEJO PERNAMBAIANO é um movimento realizado na cidade de Salvador feito de maneira colaborativa para valorizar, difundir e fomentar a cultura popular afro-brasileira. Foi idealizado por Josy Garcia, diretora e mestra do Maracatu Ventos de Ouro, com o intuito de reunir grupos da cidade e outras regiões, promovendo um grande encontro para o fortalecimento e difusão da cultura popular. O evento reúne centenas de atores envolvidos na difusão de cultura popular da cidade, que saem ensaiados em cortejo por trajetos de rua na capital baiana, ecoando as "loas", baque dos instrumentos e danças. Esta atividade envolve ainda uma prévia coletiva que consiste na realização de ensaios, preparação de indumentárias e reparos de instrumentos. São previstos 2 cortejos anualmente: Cortejo de Yemanjá com participação de Mestre Tété, da Nação Almirante do Forte, e Cortejo de encerramento das oficinas. A NOITE CULTURAL é um evento realizado para valorizar, fortalecer e difundir a cultura popular afro-brasileira que também foi idealizado pela mestra Josy Garcia e é realizado pelo Maracatu Ventos de Ouro. Trata-se de apresentação em palco, protagonizada pelo Maracatu Ventos de Ouro e a cada edição é convidado um grupo convidado para se apresentar na sequência, promovendo assim a troca de experiências e intercâmbio entre indivíduos e grupos praticantes de Culturas Populares. Previsto 4 Noites Culturais na cidade de Salvador: Noite de Aniversário do grupo; Noite Cultural Julho das Pretas; Noite Cultural Preparação para Noite do Dendê; e Noite Cultural Novembro Negro. E também planejado 1 Noite Cultural de apresentação do Ventos de Ouro na cidade de Recife, durante a tradicional Noite do Dendê.
Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; As atividades principais, ciclo formativo de oficinas maracatu, são gratuitas e podem receber participantes de todas as idades. Além disso, as apresentações do "Cortejo Pernambaiano" são abertas e gratuitas em via pública; e as apresentações em palco, Noite Cultural, são acessadas mediante ingressos à preços populares. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O maracatu de baque virado, ou maracatu nação, é o tipo mais antigo e se caracteriza pela representação de um cortejo real junto a um grupo percussivo. É o elemento trabalhado pelo MVO (Maracatu Ventos de Ouro), que executa em suas apresentações as "loas" de autoria da Nação do Maracatu Porto Rico (PE), de onde descende, as "loas" ancestrais de domínio público e também as "loas" de autoria própria. O grupo é filho da Nação do Maracatu Porto Rico, fundada em 1916 na cidade de Palmares/PE. A característica sonora particular do MVO é a fusão do ritmo Maracatu tradicional com outros ritmos Afro Brasileiros, bastante difundidos na capital baiana, como os Afoxés, Ijexás e Lundus. O resultado dessa fusão se faz presente no repertório e na sonoridade impressa pelo grupo, que apresenta diferentes variações e arranjos para o maracatu. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Em 2015, o Maracatu Ventos de Ouro começou um movimento cultural que promove oficinas e pesquisas do Maracatu de Baque Virado. Criando também um intercâmbio com a cidade de Recife trazendo grupos culturais, batuqueiros e mestres das nações e levando as batuqueiras integrantes do grupo para Recife. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; O Maracatu Nação, Maracatu Baque Solto e Cavalo Marinho _ expressões culturais e musicais repletas de simbologia _ foram tombados como Patrimônio Imaterial do Brasil. A decisão foi tomada por unanimidade durante reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, do IPHAN, no dia 03/12/2014 em Brasília (DF). Filho da Nação Porto Rico, o Ventos de Ouro é um grupo de Maracatu Nação (ou baque virado). VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O Maracatu, por ser um instrumento de comunicação com a sociedade e, portanto, um mecanismo de ensino, de valorização e divulgação da cultura tradicional, possibilita, também, abertura para discussões e participação políticas. O foco do Ventos de Ouro está ancorada na difusão da cultura negra e no papel da mulher na sociedade. Assim, através das atividades realizadas, o grupo abre oportunidades para que mulheres, crianças, adolescentes e jovens afrodescendentes, em sua maioria, sejam multiplicadores de cultura, e, ainda, que participem de apresentações culturais e desfiles IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em 2017 o Ventos de Ouro tornou-se filho da Nação do Maracatu Porto Rico, a qual tem como base e referência.. Dessa forma, o grupo leva adiante a cultura do maracatu, preservando suas tradições e reverenciando os mais velhos que mantiveram essa cultura viva até os dias de hoje. (A Nação do Maracatu Porto Rico é uma nação centenária fundada em 7 de setembro de 1916). __________________ Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; O ciclo de oficinas acontece na sede da reitoria, em Salvador, do IFBA - Instituto Federal da Bahia, desde o ano de 2022. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; São realizadas Noites Culturais - apresentações musicais junto a grupo convidado; e Cortejos Pernambaianos - cortejo musical em via pública. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos: A participação nas oficinas são gratuitas e as apresentações dos Cortejos são abertas ao público expectador; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; O grupo Ventos de Ouro participa anualmente da grade de programação do tradicional Festival de Maracatu em Pernambuco intitulado NOITE DO DENDÊ. Para tanto, prevemos o fornecimento de despesas atreladas a este deslocamento.
OFICINAS LIVRESEstas são oficinas conduzidas livremente por mestres. 1. Oficina Livre: "Na Gira com o Mestre" com Mestre Chacon Viana, mestre do Maracatu Nação do Porto Rico. Duração 12 horas. Público 50 pessoas.A oficina começa com bate papo sobre o maracatu de baque virado e a história do Maracatu Nação Porto Rico. Através da história oral do maracatu de baque virado, particularmente do Maracatu Nação Porto Rico, os participantes irão conhecer seus fundamentos, história e religiosidade, a fundamentação de uma nação com os grupos filhos, e a importância da nação para os grupos e dos grupos para a nação.Na Oficina serão desenvolvidos os três universos que abrangem o toque do Maracatu Nação Porto Rico 1- A parte prática, que trabalha a desde a afinação, a preparação do instrumento, postura, desenvolvimento e cadência.2- Parte teórica e histórica da nação porto rico, onde acompanha uma apostila3- Campo harmônico que envolve a viração, convenções e a marcação. 2. Oficina instrumental com o grupo Coco Raízes de Arcoverde. Duração 2 horas. Público 30 pessoas. A oficina é ministrada pelos integrantes do Coco Raízes de Arcoverde. A dinâmica se inicia com uma breve história da origem do coco e suas variações rítmicas e de instrumentos. Essa imersão apresenta ao público o universo possível dentro desse ritmo. Por fim, o publico participa da oficina instrumental, vivenciando a brincadeira no coco, com o toque no pandeiro, ganzá, surdo e triangulo em paralelo vem a dança junto com os tamancos que integram o sotaquecaracterístico do Coco Raízes. A oficina tem classificação livre. 3. Oficina com Jaysse Chacon, Agbezeira da Nação do Maracatu Porto Rico. Duração 12 horas. Público 30 pessoas. A oficina tem como proposta principal valorizar, difundir e fomentar a cultura popular afro brasileira, além de fortalecer o protagonismo das mulheres, capacitando-as para serem multiplicadoras da cultura popular. A oficina tem por objetivo, além da formação, a valorização e difusão da cultura popular através da cabaça, desvelando sua origem, suas potencialidades, funcionalidades e relações que a cercam, já que muitas nações de maracatu utilizam esse instrumento nas práticas culturais. Será formada uma turma de até 30 pessoas, que terão 3 encontros de 4h, somando um total de 12 horas. As atividades são divididas por temas (toques e dança). Nos encontros serão abordados os elementos iniciais da introdução ao toque e dança do agbê, ou seja, a movimentação e soltura dos corpos e a postura frente ao instrumento. A base rítmica utilizada é o Luanda (toque utilizado no Maracatu). 4. Oficina com Rumenig Dantas. Duração 6 horas. Público 30 pessoas. VIVÊNCIAS E RODA DE CONVERSAS DE EMPODERAMENTOO Maracatu Ventos de Ouro promove vivências e rodas de diálogos. É um ciclo de rodas de conversa que visa o empoderamento, fortalecimento e a troca de experiências entre mulheres. Com debates sobre raça, gênero, sexualidade, maternidade, dentre outros temas, fomentando a reflexão crítica Mulherista acerca da mulher e seu papel na sociedade. As rodas de conversas permitem levantar e acolher demandas comuns vividas pelas mulheres, estimulando o diálogo em uma perspectiva crítica mulherista, de gênero e raça - vivências levantando as questões adversas e busca de apoios. O ciclo é formado por duas rodas temáticas, que acontecerão nos meses de setembro e outubro de 2025 das 14h às 17h30. O intuito é ser um espaço onde as mulheres poderão compartilhar suas experiências de vida e estreitar o vínculo uma com a outra, colocando em prática o conceito de comunidade. As rodas são gratuitas e construídas visando solucionar situações pontuais de violência, além de fomentar e apoiar o empreendedorismo feminino.
OFICINAS REGULARES DE INTRODUÇÃO AO MARACATUPúblico juvenil e adulto: a partir dos 15 anos | 250 pessoasDA PALESTRA EXPLICATIVA: No início da oficina, serão realizadas palestras com o tema: “O que é Maracatu – História e fundamentos”. A realização das palestras explicativas é importante para que os participantes sejam totalmente conhecedores do que ocorrerá no decorrer das oficinas e, ainda, para que comecem a interagir e a se aproximar das vivências práticas e aprendizados assimilados de forma oral. No decorrer das palestras, os alunos ficarão à vontade para questionamentos, dúvidas, esclarecimentos. OFICINAS DE DANÇA AFRO- MARACATU: Será formada uma turma de 30 a 60 pessoas, que terão 12 encontros de 4h aos sábados, somando um total de 48 horas. Todos os encontros serão compostos por atividades práticas e teóricas, envolvendo também conteúdos históricos, filosóficos e político-culturais, que estimulem o senso crítico, a consciência cidadã, a solidariedade, a auto-estima e a identidade. Visando: resgatar, por meio da dança, a ancestralidade/atualidade cultural africana; levar o aluno a conhecer as capacidades e os limites do seu corpo; desenvolver os aspectos cognitivos, motores e a harmonia do corpo; desenvolver o espírito coletivo; desenvolver a criatividade dos alunos; integrar o grupo numa vivência corporal e musical; transmitir a linguagem e os valores contidos nas músicas e danças afro-brasileiras; trabalhar os ritmos e coreografias específicas do Maracatu; trocar experiências com os participantes como a atuação artística, a consciência política e humana; estimular o pensamento crítico para a valorização da cultura de raiz. OFICINAS DE PERCUSSÃO: Serão formadas quatro turmas de 30 a 50 pessoas, que terão 12 encontros de 4h aos sábados, somando um total de 48 horas por turma. O trabalho será desenvolvido a partir de exercícios ludo-pedagógicos, tendo como ponto de partida, quase sempre, a roda. As atividades são divididas por alas (Alfaia, caixa, gonguê e xequerê) onde serão abordados os elementos iniciais da introdução musical e dançante do Maracatu, ou seja, a movimentação e soltura dos corpos, também compreendida como pulsação corporal, que permitirá a compreensão do ritmo do Maracatu. Ao longo do curso, serão desenvolvidas: pesquisa sonora; jogos musicais visando estudar os parâmetros fundamentais do som e harmonia do grupo; técnicas para que os participantes se habituem com os instrumentos; utilização da base rítmica luanda (toque utilizado no Maracatu); posturas corporais adequadas frente aos instrumentos. OFICINAS DE BAQUE MIRIM: Público infanto-juvenil: até 14 anos | 100 crianças/adolescentes Todas as atividades (oficinas e cortejo) são democráticas e capazes de receber PCDs, em diferentes níveis a depender do instrumento. Cada aluno elegerá a ala que lhe for mais compatível e de maior interesse. Também está prevista a atuação de monitoras que deverão auxiliar em caso de necessidade. As oficinas introdutórias mesclam o saber oral e prático de toques percussivos, movimentos de corpo em dança, e atividades práticas de ensaios para ampliação do grupo. Ao todo são 5 oficinas que acontecem simultaneamente, ao final das oficinas será realizado o cortejo de encerramento com a participação de todos os participantes das oficinas de introdução ao maracatu.As oficinas serão ministradas por integrantes do grupo em turmas separadas de acordo com instrumentos e faixa etárias. OFICINAS DE CONFECÇÃO OFICINA DE CONFECÇÃO DE AGBÊS (XEQUERÊS)Público: a partir de 15 anos | 15 particpantes | Carga horária: 20 horas A partir de uma cabaça previamente preparada, cada aluno aprenderá a confeccionar a trama do agbê (xequerê). A oficina de confecção de agbê constitui-se de pesquisas que abrangem origem, influência e adequação do instrumento ao maracatu de baque virado. Este instrumento de percussão está presente em vários territórios do oeste africano, em países como Nigéria, Togo, Gana, Benin, Mali, Serra Leoa e Costa do Marfim, onde fazem parte do cotidiano e também estão associados a rituais e lendas. Os participantes aprenderão como confeccionar um Xequerê passo a passo, técnicas de trançados, cuidados com a cabaça e introdução aos ritmos do maracatu de baque virado. Durante a oficina serão contadas as histórias, lendas e fundamentos da cabaça. Após a Confecção serão desenvolvidas práticas musicais em toques executados no instrumento confeccionado. ObjetivoDesenvolver identidade com a cultura Afro-Brasileira; Adquirir conhecimento do processo completo de confecção do xequerê; Desenvolver evolução musical através de práticas rítmicas e cantigas; Desenvolver noções de práticas coletivas em música percussiva. EMENTA- Prática técnica de manuseio em cabaças, miçangas, cordões e trançados.- Panorama histórico da cabaça e da introdução do xequerê no Maracatu de Baque Virado.- Conceitos e Fundamentos do Maracatu, de Baque Virado com referências na Nação do Maracatu Porto Rico.- Práticas musicais percussivas.- Práticas musicais em canto.- Práticas musicais em orquestração.Descrição: Durante 5 dias serão construídos em grupo 10 agbês(xequerês) do tamanho médio/grande. Serão 20h de aulas e 20 participantes. OFICINA DE CONFECÇÃO DE ALFAIASPúblico: a partir de 15 anos | 20 particpantes | Carga horária: 40 horas Através da prática em luthieria (técnica de confecção de instrumentos musicais), os participantes irão confeccionar Alfaias - instrumento musical característico tradicional da Cultura do Maracatu de Baque Virado (Manifestação popular Afro-Brasileira), adquirindo conhecimento do processo completo de formação de Confecção.Após a Confecção serão apresentadas palestras abordando história e fundamentos do Maracatu de Baque Virado, concomitantemente serão desenvolvidas práticas musicais em toques executados no instrumento confeccionado. ObjetivoDesenvolver identidade com a cultura Afro-Brasileira; Adquirir conhecimento do processo completo de confecção de Alfaias (Tambores característicos do Maracatu de Baque Virado); Desenvolver evolução musical através de práticas rítmicas e cantigas; Desenvolver noções de práticas coletivas em música percussiva. Ementa- Prática técnica de manuseio em madeira, couro, tintas, cordas e amarrações.- Panorâma histórico do Maracatu de Baque Virado.- Conceitos e Fundamentos do Maracatu, de Baque Virado com referências na Nação do Maracatu Porto Rico.- Práticas musicais percussivas, em canto e orquestração. OFICINA DE PRODUÇÃO DE INDUMENTÁRIAS E CONFECÇÃO DE ADEREÇOSPúblico: a partir de 15 anos | 20 particpantes | Carga horária: 40 horas Terão oficinas teóricas sobre os fundamentos do maracatu, para a partir daí iniciar a produção das indumentárias que serão utilizadas pelo Maracatu no cortejo. A oficina de confecção de adereços afro, utiliza como método pedagógico a arte-educação e tem como referência a noção de uma estética no conceito “Odara” enquanto beleza. As atividades envolvem integração e criatividade. ObjetivoBuscamos dar ênfase na capacitação profissional, agregando ao mercado de Moda afro, através da criação das peças exclusivas, gerando renda, desenvolvimento dos participantes da Oficina. OFICINAS LIVRES São oficinas conduzidas livremente por seus mestres para um público de 30 a 60 pessoas. 1. Oficina: "Na Gira com o Mestre" com Mestre Chacon Viana, mestre do Maracatu Nação do Porto Rico. Duração 12 horas. Público 50 pessoas. 2. Oficina instrumental com o grupo Coco Raízes de Arcoverde. Duração 2 horas. Público 30 pessoas. 3. Oficina com Jaysse Chacon - Agbezeira da Nação Porto Rico. Duração 12 horas. Público 30 pessoas. 4. Oficina com Rumenig Dantas. Duração 6 horas. Público 30 pessoas.
PRODUTO: OFICINAS · Não há restrição para que qualquer pessoa PCD participe das atividades e faça parte do Maracatu Ventos de Ouro. A diversidade das oficinas facilita o acesso e adaptação de pessoas PCDs. O participante poderá escolher livremente, a partir do seu interesse e necessidades, ingressar em qualquer umas das oficinas de confecção e de toque dos instrumentos. · É prevista a presença de monitores em todas as oficinas, sendo um dos monitores a ser contratado a partir das necessidades indicadas ao participante PCD que indicará no formulário de inscrição. Estes estão a postos para auxiliar no desenvolvimento e assimilação dos conteúdos pelos participantes (orçamento item 14) · Há acessibilidade nos espaços das aulas, previsto para continuarem a acontecer no Instituto Federal da Bahia, 100% adaptado à cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, pisos táteis e sinalização dos espaços adequada; · Na comunicação/divulgação do conteúdos artísticos e/ou formativos, utilizaremos recursos de acessibilidade como: texto alternativo em imagens para cegos e pessoas com baixa visão nas redes sociais; escolha de palavras completas, para fazer com que a experiência do deficiente visual seja a mais fluida possível, evitando barreiras na narração do leitor de tela; e mobilização através das hashtags #PraCegoVer e #PraTodosVerem. · Buscaremos estimular a participação de público PCDs nas oficinas a partir de conexão com iniciativas locais de mobilização: “Saídas Culturais Acessíveis (@saidasculturaisacessiveis), divulgação na agenda “Rede íris” (@rede_iris) e “Instituto de Cegos da Bahia” PRODUTO: APRESENTAÇÕES MUSICAIS · Há acessibilidade no circuito de rua dos cortejos e nos shows “Noite Culturais”, que acontecem nas praças do Pelourinho, devidamente adaptadas. · Há previsão de contratação de Intérprete de Libras para as apresentações (orçamento item 31 ) · A entrada de público PCDs será gratuita e comunicada diretamente à inciativas locais de mobilização deste púbico, como “Saídas Culturais Acessíveis” (@saidasculturaisacessiveis), “Rede íris” (@rede_iris) e “Instituto de Cegos da Bahia” · Na comunicação/divulgação utilizaremos recursos de acessibilidade como: texto alternativo em imagens para cegos e pessoas com baixa visão nas redes sociais; escolha de palavras completas, para fazer com que a experiência do deficiente visual seja a mais fluida possível, evitando barreiras na narração do leitor de tela; e mobilização através das hashtags #PraCegoVer e #PraTodosVerem.
PRODUTO OFICINA O acesso às oficinas são gratuitos e o perfil mulheres afrodescentes terá prioridade na seleção participantes, de forma não excludente, podento canditar-se pessoas de qualquer etnia e gênero. Haverá ainda cotas de participação para pessoas autodeclaradas trans e travestis e para pessoas PCDs. Para as oficinas de formação do Baque Mirim, serão priorizadas a seleção de crianças residentes em comunidades vulneráveis e crianças filhas de participantes do grupo Ventos de Ouro e das alunas de oficinas. Fica entendido que os intrumentos confeccionados durante as oficinas serão de posse do grupo Ventos de Ouro, entretanto, será cobrada uma taxa opcional para àqueles alunos que quiserem ter o instrumento para a sua posse. PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL O acesso às apresentações do grupo, inituladas Noites Culturais, ocorrerão mediante a oferta de ingressos a preços populares. Já em relação ao desfile dos Cortejos Pernambaianos, o público poderá acompanhar gratuitamente. Em prepação às Noites Culturais e ao desfile do Cortejo, o Ventos de Ouro realiza uma série de ensaios abertos. O cronograma é divulgado pelas redes sociais do grupo e é permitido acesso ao espectador.
DIRETORA GERAL - Josy Garcia Musicista, ativista cultural, arte-educadora, produtora cultural e pesquisadora da cultura popular afro-brasileira. É idealizadora, co-fundadora, coordenadora e mestra do grupo feminino MARACATU VENTOS DE OURO, que atua há 9 anos na cidade de Salvador com ensaios abertos, cortejos e oficinas. Ministra oficinas ligadas ao maracatu, com encontros e seminários sobre a história e fundamentos do maracatu de baque virado, além de realizar oficinas de percussão (introdução ao maracatu, loas e toques) e oficinas de confecção de agbê (xequerê) e alfaias. Idealizadora da Noite Cultural e do Cortejo Pernambaiano, no contexto do Maracatu Ventos de Ouro. Co-Idealizadora e produtora do projeto ANIMA – Ações nutrindo inquietações de mulheres artistas, e projeto Ciranda Música e Cultura, onde atua como coordenadora e arte-educadora. COORDENADORA DE PROJETO - Fernanda Félix Bacharel em publicidade e propaganda e especialista em administração. Além de atuar e administrar a BALUART PROJETOS CULTURAIS desde o início da fundação, esteve há cinco anos à frente da TROPOS GASTROBAR, como idealizadora, sócia-fundadora, programadora artística e produtora. O espaço, desde 2015, é referência em Salvador por abraçar diversidade de atividades culturais locais tais como: Circuito RV , Show de Josyara, show de Roberto Mendes, Festival Fica Dendi Casa, Desyree Beck – drags shows, Festival "Pitch Girls", lançamento de campanhas de financiamento coletivo das bandas Pirombeira e Ronei Jorge, Cineclube "Gera-Sol", SONORA - Festival Internacional de Compositoras, lançamento do web canal Bim Bom Records, audição do álbum Sinfonias de Pagode, entre outros. Pela Baluart desenvolveu o projeto SSA MAPPING (2017/18/21/23), Festival RECBEAT/SSA (2023), Webinário Mulheres na Produção Musical (2021), Percursos de Leitura na Bahia (2021), Sanbone Pagode Orquestra – lançamento do álbum “Sinfonias de Pagode” (2018/19), Ilha da Música (2016), Papo de Gaita (2014/15), MOLA - Mostra Osso Latino-americano de Performances Urbana (2011/12/13), OXE – oficinas literárias (2017/18), Direito de Sambar – Acervo Batatinha (2014), Acervo Damário Dacruz (2013). Foi coordenadora administrativa do seminário “Desfazendo o Gênero” (2015) e do Festival “Tristes, Lucas e Más” (2017); Coordenadora de Produção da 3a Bienal de Artes da Bahia (2014); Coordenadora de Produção do Festival CineFuturo (2012 e 2015). É integrante do grupo Maracatu Ventos de Ouro, por onde atua como diretora de produção desde 2019. PRODUTOR EXECUTIVO - Thiago Pilloni Bacharel em Produção em Comunicação e Cultura pela Faculdade Federal da Bahia e formado em Gestão Financeira pela UNIFACS. Produtor Cultural com 14 anos de experiência na elaboração e realização de projetos culturais. Foi Produtor Executivo do Museu de Arte Moderna da Bahia por 03 anos, tendo realizado nesta instituição 15 exposições de artes visuais com desdobramentos em atividades educativas e editoriais. Ainda foi Produtor Executivo em três edições do Festival Cine Futuro (2015 MINC/FCBA; 2012 CHESF; e 2009 Oi Futuro), três edições do Festival SSA Mapping (2017, 2018, 2021), projetoInstruMentes- Músicapara(Re)invenção,Diretor Financeiro da 3ª Bienal da Bahia, Produtor do curta-metragem Olho de Boi (Dir. Diego Lisboa), Diretor de Produção do documentário Balada para Mi Muerte (Dir. Janos Tedeschi – Swiss Radio and Television-SRF), Diretor de Produção para Apple Music tendo realizado 3 comerciais (Dir. Lourival Rodrigues).Foi co-fundador, diretor financeiro e esteve à frente da Tropos Coworking e Tropos Gastrobar por 5 anos. COORDENADORA DE PRODUÇÃO - Carla Gonçalves Bacharela em Artes com ênfase em Políticas e Gestão das Culturas pela UFBA, é cantora, compositora, professora de canto e batuqueira. Estreou cantora solo com o projeto "SUOR" (2017), lançou seu primeiro EP autoral, “Imensa”, em 2022. É co-fundadora, co-idealizadora do Maracatu Ventos de Ouro. Já esteve batuqueira, coordenadora e oficineira da ala de alfaias de 2015 a 2023, hoje se dedica à parte administrativa e de produção do grupo. Oficineiro de confecção de indumentárias e adereços - Siry BrasilO Projetista produtor de moda pela Unijorge Coreógrafo e figurinista e aderecista afro Siry Brasil, vem fazendo história no cenário afro baiano há alguns anos, atuando em várias entidades afro baianas como; Rei e coordenador da ala de dança do bloco afro Muzenza desde 2004; Afoxé Filhos de Gandhy na função de diretor Artístico e dançarino de 2005 a 2013 e hoje é figurinista das alas de destaques do Gandhy , Bloco afro Malê como dançarino e coordenador de Ala 2007; Estilista de candidatas ao concurso Deusa do Ébano do bloco afro Ilê Aiyê desde 2008; Idealizador, fundador e Diretor Geral do Ballet Cultural Origens Africana (BCOA, 1998) grupo cultural que realiza formação de dançarinos com aulas semanais no CSU Liberdade (2015) e apresentações culturais em hotéis da Praia do Forte desde 2018. Oficineira de Dança - Maria ClaudiaMaria Claudia Dias da Paz é mulher preta ativista nascida na comunidade de São Lázaro, filha de Xango e Yansa ( Terreiro Aganjú Didê Icimimó) , Dançarina Afro e Pesquisadora Afro de Cultura Popular, Mestra em História pela Universidade Federal da Bahia ( UFBA) iniciou trabalhos de pesquisa há 15 anos na Escola de Dança da Funceb com os Mestres(a) em Dança Afro, Orixás e Popular. Formada em Produção Cultural pelo Projeto Viva Centro-Bahia Criativa-SECULT, atua como Coordenadora da Ala de Dança do grupo Maracatu Ventos de Ouro da cidade de Salvador. Produtora do Movimento Novembro Corpo Negro 365 dias ( Idealizado pela Mestra Leda Maria Ornellas) , Coordenadora (desde 11/2018) do Projeto Social Em Cantos de São. Produtora Executiva do Espetáculo Ebós Peregrinos: Dança na Dança idealizado pela Mestra Leda Maria Ornellas. Idealizadora e Produtora do Espetáculo Marias ( Projeto Idealizado junto com a professora de dança afro Marcia Matos) Oficineira de percussão (gonguê) - Mercedes GarrósMercedes do Pandeiro, argentina radicada em Salvador desde 2012,formada pela CFA FUNCEB de Musica, ela é percussionista, arte- educadora, produtora cultural e brincante da cultura popular. Idealizadora e diretora musical do Grupo Varal de Cordel, grupo atuante na cidade de Salvador desde 2013 que realiza um trabalho de difusão de ritmo e poesia popular nordestino e do Coco Mulher BA, Sambada de Coco de mulheres da cidade de Salvador. Batuqueira e coordenadora de ala de gonguê no grupo Maracatu Ventos de Ouro (SSA-BA) e percussionista no grupo Tamboras Ayo- Monica Millet, grupo de mulheres percussionistas regidas pela Mestra Mônica Millet. Pesquisadora das manifestações afrolatinoamericanas do tambor. Oficineira de percussão (agbê) - Raquel AlcantaraMulher negra, enfermeira, pesquisadora e educadora. Fomenta ações de Educação em Saúde sobre temas que envolvam a sexualidade e saúde, e desenvolve pesquisas sobre sexualidades, juventudes e saúde da mulher. É integrante do grupo Maracatu Ventos de Ouro deste 2018 realizando atividades culturais e promovendo ações voltadas à conscientização da cultura afro-brasileira. É batuqueira e coordenadora da ala de agbê. Oficineira de percussão - Vanessa LimaVanessa Sousa Lima é mulher preta batuqueira, integrante do Maracatu ventos de Ouro desde 2017. É coordenadora e oficineira da ala de alfaias.Farmacêutica generalista formada pela UFBA e Especialista em Saúde da Família pela Uneb. Criadora da marca Obi jóias, tecendo biojoias em madeira. Como farmacêutica busca fazer saúde através do olhar integrativo do indivíduo inserido-o na sociedade natureza tendo como via as plantas medicinais e fitoterapia . Como batuqueira é percussionista da banda Base do Maracatu ventos de Ouro.
PROJETO ARQUIVADO.