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PRONAC 245524Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

As Famí­lias do Babassue em Belém: Memória, Saberes e Fazeres na Encantaria do Pará

WILSON MAX COSTA TEIXEIRA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-01-01
Término

Resumo

A pesquisa em patrimonio imaterial sobre o Tambor de Mina, dito Babassuê e a Linha Pena-Maracá visa revitalizar suas informaçoes e documentação da sua presença na capital paraense. A proposta surge para preservação do campo cultural gerado nos terreiros a partir desse encontro entre Mina/Terecô Maranhense com as culturas de pajelança indígenaspois trata-sede um culto cuja autenticidade gerou uma religião genuinamente paraense amazônica: o Babassue. Atualemnte guardiã de tradições espirituais afroindígenas, linguísticas, artísticas, gastronomicas, conhecimentos medicinais e representação étnico cultural de alto valor para a formaçao identitária da cidade de Belém. Neste projeto será realizado o registro da tradiçao do Babassuê com vistas a fomentar a área de patrimonio, roteiros geo turísticos e revitalizaçao de estudos patrimoniais imaterial e antropológico para sanar uma lacuna na literatura especializada sobre a tradiçao do Babassuê como a religiao de encantados do Pará.

Sinopse

Produto Principal 01: Publicação do livro "As Famílias do Babassuê em Belém: Memória, Saberes e Fazeres na Encantaria do Pará"Sinópse: A publicação trata-se de pesquisa realizada pelo sociólogo Wilson Max Costa Teixeira relativo ao campo do Patrimonio Imaterial observado em terreiros de Babassue na Cidade de Belém, em uma abordagem colaborativa com seus sacerdotes, pajés e comunidades de referência, que vai documentar festejos, ritualísticas, e práticas da tradiçao do Babassue (que vem a ser a religiao de encantados do Pará). A pesquisa foi desenvolvida no Museu D'Água, do Espaço Cultural Gueto Hub. O objeto da pesquisa trata de seis casas de tradição afro indígena, e da permanência da tradição da Pajelança Cabocla, tradição espiritualista genuinamente amazônica praticada na capital paraense em sessões de Pena-e-Maracá, Xamanismo, Pajelança, Linha do Fundo, Tradições de Encantaria, Culto aos Caruanas, etc., formando um diversificado panteão espiritual pouquíssimo documentado na literatura antropológica e que informa sobre a resistência indígena em Belém do Pará diante da colonização e importação de tradições de outros estados para o Pará, induzidas por porcessos midiáticos e levadas migratórias. Apesar dessas tradições amazônicas estar dentro e fora dos terreiros de tradição afro, não se confundem com essas, conforme indicado na Justificativa desta proposta. O livro tem tiragem de 600 exemplares, com média 150 página, devidamente ilustrado com registros etnográfico dessas casas. Classificação: Livre. Produto Secundário 02: Realização de Exposições Museológicas.Sinopse: Com base na pesquisa museau desenvolvida neste projeto e pelo Museu D'Água ao longo de sua existência, será levado às Casas de Tradição participantes do projeto um conjunto de atividades para seu empoderamento na área de políticas museais e políticas culturais, para tanto o Museu D'Água visa realizar nos espaços exposições museológicas a partir do rico acervo que as casas dispõe passíveis de fruição para esta atividade guiada por especialistas. Ao todo serão realizadas 7 exposições, uma a ocorrer no Museu D'Água, e uma exposição em cada das seis casas participantes, com processo de empoderamento museau e curadoria de especialistas. Classificação: Livre. Produto Secundário 03: VivênciasSinopse: Como parte do processo de imersão museau e pesquisa antropológica mediada pela comunidade em volta das Casas de Tradição Participantes do projeto, será realizada atividades de vivências entre as comunidades, populaçao adjacente, e equipe técnica e bolsistas do projeto; as vivências é uma etapa de imersão cultural, porém visa ambientar e preparar os espaços e suas respectivas comunidades à experiência e sensação do fluxo de público externo que a educação museau na área de patrimônio transmite diante do encontro. Visa ainda garantir uma percepção técnica da aptidão do espaço para a etapa de contrapartida do projeto, os Passeios de Roteiros Geo Turísticos, mostrando as possibilidade de empreendedorismo, geração de renda e emprego no circuito entre terreiros através da valorização de práticas ligadas ao universo e cosmovisão amazônicas em relação à outras tradições. Classificação: Livre. Produto Secundário 04: OficinasSinopse: As oficinas em "Práticas de Registro de Memória Oral e Práticas Museológicas Aplicadas à Elaboração de Projetos Culturais e Captação de Financiamento" visa empoderar as Casas de Tradição para possibilidade de geração de renda e participação em oportunidades econômicas a partir de seus próprios referenciais culturais. Ao todo serão 6 oficinas, com 5 dias de atividades, e capacidade para 50 pessoas cada. A atividade será destinada presencialmente para as seis casas participantes, e serão realizadas em seus respectivos espaços, porém com transmissão ao vivo através de live pelo canal do YouTube e Redes Sociais do Museu D'Água e Espaço Cultural Gueto Hub. Classificação: Livre. Produto Secundário 05: SeminárioSinopse: Realizar um seminário de apresentação dos estudos desta pesquisa iniciada ainda em 2021 pelos pesquisadores do Museu D'água (Espaço Cultural Gueto Hub) retratando a presença da pajelança na capital paraense e o impacto midiático das religiões afro (Tambor de Mina, Umbanda, Candomblé) sobre o campo religioso amazônico causando sua perda de hegemonia, porém preservação dentro dessas tradições religiosas como xamanismo, pajelança cabocla, linha de pena-e-maracá, além do culto aos Caruanas e Oiaras (divindades genuinamente amazônicas) no espaço dos Orixás, Inkicis e Voduns de tradição do continente africano; o seminário terá participação de estudiosos convidados, bolsistas e pesquisadores do Museu D'Água, além dos sacerdotes, pajés, comunidades de referência e público em geral. O seminário ocorrerá na abertura da exposição museológica. Classificação: Livre. Produto Secundário 06: Passeio Geo Turístico (CONTRAPARTIDA)Como culminância da experiencia museau transmitida aos espaços das Casas de Tradição que estão participando do projeto, a atividade de passeio Geo Turístico terá como finalidade promover a circulação de público do Museu D'Água até aos espaços de terreiros, que aqui chamamos de Casas de Tradição. Esta atividade consiste na abertura das casas para a experiencia museau na prática e para o público, uma profunda imersão dentro dos espaços para conhecer, sentir, ver e aprender sobre as tradições afro indígenas como cultura amazônica a partir dos povos que aqui habitam, através de seu patrimônio material e imaterial. A atividade garantirá transporte e lanche para cerca de 50 pessoas para cada passeio, totalizando seis passeios (ou seja 300 pessoas ao todo), que se iniciam no Museu D'Água e termina na casa de tradição. Classificação: Livre.

Objetivos

1. Criar uma Publicação com 600 Tiragens acerca do Patrimonio Imaterial do Babassue na Capital Paraense, as publicaçoes serao distribuidas gratuitamente entre participantes, escolas públicas, IES no estado do Pará e instituições culturais retratando o universo das práticas da pajelança cabocla-indígena, ritualística, festejos, bem como o período em que essas práticas de espiritualidade amazonica tiveram hegemonia no Pará e na capital paraense em reflexo ao predomínio da cultura e identidade amazônica no estado (com referência nos estudos de Aldrin Moura, Anaíze vergolino, Napoleão Figueiredo, Gisela Villacorta, Eduardo Galvão, Zeneida Lima, Dalcídio Jurandir, dentre outros) e as mudanças do campo religioso advindo das chegada das tradições afros na capital paraense; 2. Realizar 7 Exposições Museológicas em seis casas de tradições afro indígena religiosas e na sede do Museu D'água no Bairro do Jurunas retratando o universo imagético e audiovisual das práticas do babassue e a entrada do campo religioso afro brasileiro na capital paraense motivado por quatro gerações migratórias na Amazônia Paraense, que trouxeram as tradições religiosas: do Tambor de Mina e Terecô do Maranhão (Séc. XVIII), da Umbanda Branca do Rio de Janeiro (início do Séc. XX), e do Candomblé da Bahia (Década de 1970), bem como o processo de africanização e desincretização (início década de 1980 até os dias atuais); (com capacidade de público de 200 pessoas por exposiçao); 3. Selecionar 12 Bolsistas da área de patrimonio, museologia, antropologia e das casas de tradição afro indígena para realizar levantamentos e registros;4. Realizar Um Seminário de Apresentação dos estudos desta pesquisa iniciada ainda em 2021 pelos pesquisadores do Museu D'água (Espaço Cultural Gueto Hub) retratando o patrimonio imaterial, práticas, festejos, bem como a presença da pajelança na capital paraense e o impacto midiático das religiões afrobrasileiras (Tambor de Mina, Umbanda, Candomblé) sobre o campo religioso amazônico causando sua perda de hegemonia, porém preservação através das práticas de xamanismo, pajelança cabocla, linha de pena maracá, além do culto aos Caruanas e Oiaras (divindades genuinamente amazônicas) no panteao do espaço dos Orixás, Inkicis e Voduns de tradição do continente africano;5. Retratar 6 Casas de Babassue que refletem a disputa de campo simbólico entre espiritualidade amazônica e afrobrasileiras, a saber as casas: Terreiro Mina Nagô Caboclo Rompe Mato do bairro do Tenoné; o Ylé Axé Nÿbÿ Olorum Odé no bairro da Pedreira; a Seara de Ogum Rompe Mato no bairro do Umarizal; e o Terreiro de Mina do Caboclo Zé Raimundo bairro do Jurunas, Casa de Minas 13;6. Realizar 6 Vivência nas Casas participantes com o tema: patrimonio imaterial, memória social, tradição oral, registro museológico e tecnologias sociais auto gestionadas por suas respectivas comunidades e mediação dos especialistas da equipe do projeto; 7. Realização de 6 Formações em Práticas de Registro Patrimonio Imaterial, Memória Oral, Práticas Museológicas e Elaboração e captação em projetos culturais nas casas participantes do projeto para empoderar os espaços em políticas culturais; 8. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Realizar 6 passeios Geo Turístico dos Terreiros pelos espaços participantes do projeto, para empoderar a cadeia turística desses espaços, iniciando no espaço Cultural Gueto Hub / Museu D'Água e em seguida em cada casa de tradição participante, tendo como público alvo inicialmente duas escolas públicas do bairro do Jurunas, bem como pessoas que se inscreverem na atividade a ser divulgada em sítio eletrônico e redes sociais do Museu D'Água, cada passeio com capacidade de 60 pessoas totalizando 360 incrições gratuitas. Os passeios geo turísticos nas Casas de Babassue além de contrapartidas, tem carater piloto pra fomentar um circuito geo turístico dos terreiro de babassue, revitalizando esta tradiçao que só existe no Estado do Pará. 9. CONTRAPARTIDA PATROCINADOR: Como contrapartidas para os patrocionadores do evento, será indicado em todas as peças publicitárias logotipo da empresa Vale (Instituto Cultural Vale); Será fornecido ao Patrocinador 10% das publicações; também será destinado em cada local de realizaçao do projeto espaços personalizados para Instituto Cultural Vale promover alguma atividade de seu interesse ao público participante em combinaçao com o proponente.

Justificativa

Estando a presente proposta enquadrada na Lei 8.313/91 pelo Art.ª 1, nos incisos I, II, IV, V, e VI; e pelo Art. 3ª nos incisos I, alínea c; Inciso II, alínea b, c, III, alínea d, e IV, alínea a, b, c. Outrossim, a proposta visa contribuir para empoderar a área de estudos patrimoniais, museais, históricos, antropológicos, e possibilitar exposições museológicas, seminários e roteiros geoturísticos em terreiros nas áreas periféricas de Belém, mostrando possibilidades de empoderamento econômico às comunidades impulsionado pela Lei de Incentivo à Cultura, visto que há baixo interesse em fomento nesse tipo de empreendedorismo e se campo de oportunidades. O Museu D'Água surgiu em 2021 no contexto da Pandemia e das Políticas Emergenciais para Cultura. Fruto de conversas que surgiam às portas das casas da Rua Quintino Bocaiúva no Bairro do Jurunas em Belém do Pará, entre jovens e velhos moradores que guardavam na memória as mudanças que aquele trecho da cidade passara ao longo dos anos. A ideia de um museu popular de base comunitária situado na rua e da cidade de Belém, que abarcasse inicialmente a memória dos bairros contíguos ao Jurunas, surgira da urgência que a pandemia impunha à salvaguarda da memória do lugar, (todavia por outro ponto de vista), não aquele de renomadas instituições que hora ou outra assomavam ao famigerado Jurunas para produzir mais um belo estudo sobre seu exotismo centro-periférico. O que tínhamos em mente era um espaço mais próximo da vida e da morte de seus moradores, um lugar físico-cibernético, tradicional e futurista onde quem estivesse por lá pudesse ver os seus, e também depositar novas e reiteradas colaborações, novas epistemologias culturais e pontos de vistas. A Pandemia infelizmente ceifou muitos desses guardiões do passado, porém abriu inúmeras possibilidades de trânsito, diálogo e de técnicas de salvaguarda. Nesta oportunidade, o Museu D'Água propõe uma Publicação em 1000 tiragens de registro e estudo do patrimonio imaterial, socio antropológico e museau das tradições religiosas de matriz afroindígenas que percorrem todas as periferias da cidade de Belém e do universo paraense através do Babassuê, da Pajelança e da Encantaria através do culto aos Caruanas na Capital Paraense. Segundo levantamento do projeto Mapeando o Axé, realizado em 2010, pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e pela UNESCO em parceria com Fundação Cultural Palmares e SEPPIR, em toda Belém foram registrados 784 terreiros, desses, 438 do Tambor de Mina. A partir das pesquisas e levantamentos do Museu D’Água (localizado no Espaço Cultural Gueto Hub no bairro do Jurunas) sobre a mudança no campo religioso, identificou-se no presente um conjunto de negociações culturais entre tradições espirituais genuinamente amazônicas (como a pajelança cabocla-indígena e seu universo de entidades e práticas próprias a essa espiritualidade: como os caruanas, as oiaras, as boiúnas, as surrupiras, os pássaros encantados, seres da mata, vegetais sagrados, beberagens, puçangas, defumações, cidades do fundo, etc) com as tradições afro-brasileiras que adentram os limites do estado do Pará, trazendo outras religiosidades que vão se juntando sem se misturar, para além do cristianismo reinante trazido pela colonização. A exemplo do Tambor de Mina (Jeje Nagô) que no estado do Pará transforma-se em Babassuê (o Terecô do Pará), que atualmente é um dos principais "repositórios" e guardiões da espiritualidade e práticas indígenas e caboclas na capital paraense. A proposta da publicação que ora segue visa mostrar como o campo religioso da espiritualidade indígena amazônica persistiu na capital paraense dentro e fora das tradições afro-brasileiras como o Tambor de Mina e o Terecô (de origem maranhense), a umbanda branca (de origem carioca) e o candomblé (de origem bahiana). Através do estudo de seis casas de babassue em Belém, mostra-se o quanto o campo religioso nativo amazônico paraense foi sendo modificado agregando gerações de migrantes ou tradições de outros estados brasileiros a partir sobretudo de algumas dinâmicas culturais advindas de demandas externas à religião que surgiam da então recente indústria cultural midiática brasileira que hiper popularizava através das cadeias radio televisivas e da arte o Candomblé da Bahia e a Umbanda Branca Carioca influenciando e induzindo o campo religioso nativo amazônico a precipitar alterações, no entanto encontrando aqui, já desde o Século XVIII ou até antes, a influência do Tambor de Mina e do Terecô paraense com o Babassuê (a religião de encantados do universo amazônico).Os registros serao realizados em seis casas de Babassue da capital, a saber as casas Ylé Axé Nÿbÿ Olorum Odé da nação Mina Jejê-Nagô Fon do Pai Bruno de Odé, que discute a partir do bairro da Pedreira sua iniciação espiritual na pajelança indígena (cuja tradição vinha de família através de sua avó benzedeira neste mesmo bairro e de seus irmãos, que de forma espontânea passaram a incorporar caboclos indígenas em sua casa ainda na adolescência) antes de conhecer o campo afro religioso propriamente dito. Também percorre-se a casa de Pai Wendell do Terreiro de Mina Nagô Caboclo Rompe Mato do bairro do Tenoné, cuja bisavó indígena pajé transformou-se em uma importante figura no seu processo iniciático, o que o conduziu à trabalhar na linha de Pena Maracá, em seu relato nos conta o quanto as entidades e práticas indígenas de sua bisavó o levaram a seguir o caminho espiritual que vinha de sua ancestralidade indígena; em seguida tratamos do Pai Danilo Oscar da Seara de Ogum Rompe Mato no bairro do Umarizal, um jovem pai de santo que vai exercer o pajeísmo e cura mostrando a renovação do campo religioso em Belém, trazendo espiritualidade marajoara para o centro da capital paraense e renovando o campo religioso; também o Terreiro de Mina do Caboclo Zé Raimundo em que o médium Felipe se filia a uma genealogia de ancestrais divinizados que mesmo com a mudança de religião de sua família (que se converte à religião evangélica) a espiritualidade e conhecimento sobre folhas e práticas pajeísticas retornam e o fazem se iniciar na linha da Pena Maracá, por última passamos pela casa Terreiro de Mina Omolocô caboclo Tabajara, em que Mãe Andreia abre uma importante discussão sobre a Linha de Minas Treze, cuja tradição informa o universo de entidades genuinamente amazônicas que operam ritualisticamente de forma separada às entidades afro. Em todos os casos, a prática espiritual abre-se para um conjunto de artefatos litúrgicos únicos dentro da religiosidade amazônica (geralmente produtos naturais) que não se confundem com os artefatos litúrgicos da religiosidade afro-brasileira; também é discutido o espaço divinatório das entidades dentro das casas, de modo que onde trabalham os Voduns, os Inkisis ou os Orixás não transitam os Caboclos, os Caruanas e os Encantados Amazônicos. Nesse quesito é flagrante a ideia de hierarquia e território espiritual destas e daquelas deidades disputando a centralidade metafísica da religião, em face novamente a um reflexo da espiritualidade através da cultura dos povos amazônicos em relação ao migrante religioso. A proposta visa também documentar os festejos do babassue, práticas de cura ligadas ao pajeísmo caruana na capital, e os saberes ligados a esta tradiçao.Isto posto, a proposta visa contribuir em realizar uma publicação com 600 tiragens sobre os estudos do patrimonio imaterial mencionados a partir de uma abordagem socio antropológica e museológica desenvolvida pelo Museu D'água, com seleção de bolsistas e profissionais específicos, trazendo também, empoderamento museau para os espaços onde as tividades serão realizadas com, seleção de bolsistas, realização de oficinas, vivências e palestras sobre memória social, tradição oral, registro museológico e elaboração e captação em projetos culturais, além de passeios Geo Turísticos em terreiros para empoderar a cadeia turística desses espaços e promover educaçao patrimonial.

Estratégia de execução

A proposta “As Famílias do Babassuê em Belém: Memória, Saberes e Fazeres na Encantaria do Pará” visa proporcionar à comunidade afro-indígena religiosa de Belém uma publicação acerca da presença de uma tradição cultural religiosa genuinamente paraense que se mantém resistente na capital, sobretudo em seus bairros periféricos, a saber a tradição cognominada “Babassuê”. Originalmente sua etnografia e documentação foi realizada pela Missão de Pesquisas Folclóricas do Departamento de Cultura de São Paulo, e chefiada pelo poeta, historiador e folclorista Mario de Andrade na capital paraense por volta de 1938; posteriormente estudada pelo antropólogo Arthur Napoleão Figueiredo da Universidade Federal do Pará dentre outros. Isto posto, a publicação sobre a presença atual do Babassuê em Belém visa possibilitar o mapeamento e identificação dos festejos, práticas, saberes e fazeres, dos mestres e mestras dessa tradição, bem como das casas em funcionamento na atualidade (conforme mencionado na proposta). Espera-se com este estudo de natureza patrimonial, museal, histórica e antropológico estabelecer a revitalização das informações acerca do Babassuê na periferia de Belém e possibilitar empoderamento técnico e museal às comunidades do Babassuê para que, mediante a revitalização e publicização de suas informações, possam preparar seus espaços, e domínio de áreas técnicas e culturais para o campo da captação de financiamento em políticas culturais, para que possam entabular a área de projetos culturais com autonomia, inicialmente a partir dos roteiros geo turísticos periféricos, levando em consideração a enorme contribuição sócio-histórica, antropológica e cultural do Babassuê no conjunto das religiosidades afro indígenas brasileiras, (apesar do pouco interesse dos grandes centros difusores de cultura Sudestino e Nordestino, que atualmente concentram o monopólio artístico midiático para difundir suas respectivas tradições religiosas, como se fossem majoritariamente representativas no campo religioso brasileiro, a despeito das tradições nortistas como o Babassuê). 03. Ainda assim, cabe mencionar que o estudo preliminar que deu origem à proposta 418279, (realizado pelo Museu D’água), já identificou e contactou cerca de 10 casas de Babassuê, o que já tornaria viável não apenas a consecução da pesquisa, o empoderamento museal dessas casas, mas sobretudo a formação do circuito geo turístico para gerar rendas alternativas e circulação turística na periferia de Belém, desencadeando um ecossistema de negócios na área de economia do axé.A proposta 434159 tem por base promover a cidadania e a diversidade cultural de agentes marginalizados em diversos aspectos da exclusão de direitos, inicialmente por se tratar de comunidades históricas da cidade de Belém, de enorme importância cultural, que sobrevivem no contexto periférico em meio a muitas ameaças diárias advindas da violência, da intolerância religiosa, da discriminação racial e sobretudo da asfixia econômica. Neste último item é importante mencionar que as casas de Babassuê, a exemplo das tradições afro religiosas em todo Brasil, em geral sobrevivem da prestação de serviços a filhos e clientes, representando além de espaços religiosos, um ativo econômico nos locais onde se estabelecem, no entanto, a falta de consistentes políticas de revitalização cultural e políticas sociais (que apesar de existirem às vezes se extraviam devido ao racismo estrutural dos governos locais contra essas tradições) nem sempre se observa mínimas condições de estabilidade econômica, sobretudo quando envolvem pessoas idosas dessas casas, o que agrava os problemas. O projeto nesse sentido visa empoderar essas comunidades, mestres e mestras de cultura para que possam vislumbrar novas saídas econômicas (menos exaustivas que a prestação de serviços), possibilitando desta forma a abertura de novos circuitos econômicos, e outras possibilidades de geração de emprego e renda a partir de seus espaços. Além de melhorar a estima e a imagem dessas comunidades possibilitando educação patrimonial, histórica e antropológica sobre a origem étnico cultural desses cultos e seu pioneirismo na ocupação daqueles territórios, ou seja, o projeto também visa gerar dividendo de autoestima para essas pessoas e educação ao entorno para mitigar os impactos da exclusão e preconceito.Levando em consideração o histórico processo de apagamento do Babassuê do Pará, inclusive pela exiguidade da literatura antropológica, bem como sua errônea atribuição nominal como “Tambor de Mina” (em alusão à tradição religiosa maranhense, ou Umbanda (em alusão à difusão das tradições umbandistas a partir dos centros carioca e sudestinos), a proposta visa abrir todo um campo de discussão a partir de suas comunidades de origem e promover uma revitalização dessa tradição afro-indígena (como a legítima Religião de Encantados do Pará) a exemplo do que é o Terecô no Maranhão, porém com o panteão ligado ao universo e imaginário amazônico e seus seres encantados, sua medicina ancestral e técnicas litúrgicas próprias. Por este simples fato, todo o projeto de publicação, e projetos laterais (como as oficinas, o empoderamento museal e o roteiro geo turístico) tornam-se em uma proposta global de um ineditismo imensurável e uma contrapartida a uma dívida histórica contra o apagamento do Babassuê Paraense rotulado midiaticamente a partir de outras tradições de outras regiões brasileiras. Igualmente cabe mencionar que a proposta visa empoderar uma das maiores vocações das casas de religiosidade afro-indígena que é o espaço museal, conectar esses espaços culturais a uma rede e política de museus seria uma das maiores conquistas desse projeto, primeiramente para que se reconheça a essas casas que se tratam de espaços de memória fundamentais para a história da cidade de Belém e para a história da Amazonia, sua identidade, cultura, medicinas populares e representações.

Especificação técnica

Produto Principal 01: Publicação do livro "As Famílias do Babassuê em Belém: Memória, Saberes e Fazeres na Encantaria do Pará"O livro terá tiragem de 600 exemplares, com média 100 página, com resultado das pesquisas, devidamente ilustrado com registros etnográfico dessas casas, em uma abordagem colaborativa com seus sacerdotes, pajés e comunidades de referência. Produto Secundário 02: Realização de Exposições Museológicas.Ao todo serão realizadas 7 exposições, uma a ocorrer no Museu D'Água, e uma exposição em cada das seis casas participantes, com processo de empoderamento museau e curadoria de especialistas. Ementa em anexo.Produto Secundário 03: VivênciasSinopse: Atividade a ser realizada dentro nas 6 Casas de Tradição/Terreiros participantes, para um público médio de 60 pessoas por Casa/Terreiro (somando cerca de 360 pessoas ao todo). Visa garantir uma percepção técnica da aptidão do espaço para a etapa de contrapartida do projeto (os Passeios de Roteiros Geo Turísticos) mostrando as possibilidade de empreendedorismo, geração de renda e emprego no circuito entre terreiros através da valorização de práticas ligadas ao universo e cosmovisão amazônicas em relação à outras tradições. Produto Secundário 04: OficinasAo todo serão 6 oficinas realizada em cada casa/terreiro participante, com 5 dias de atividades, e capacidade para 60 pessoas cada, com transmissão ao vivo através de live pelo canal do YouTube e Redes Sociais do Museu D'Água e Espaço Cultural Gueto Hub. Os facilitadores são especialistas na área de pesquisa social-memória-e-patrimônio, políticas de museu, elaboração de projetos e captação. Ementa em Anexo.Produto Secundário 05: SeminárioO seminário ocorrerá na abertura da exposição museológica, ocorrendo no Museu D'Água, no Espaço Cultural Gueto Hub no Bairro do Jurunas. Será retransmitido em live pelo canal do Museu no YouTube e pelas redes sociais.Produto Secundário 06: Passeio Geo Turístico (CONTRAPARTIDA)A atividade garantirá transporte e lanche para cerca de 60 pessoas para cada passeio, totalizando seis passeios (ou seja, 360 pessoas ao todo), que se iniciam no Museu D'Água e termina na casa de tradição.

Acessibilidade

Produto Principal: Publicação (600 tiragens)Em atenção ao Art. 68, Parágrafo 2ª da Lei 13.146/2015, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, para fins desta proposta de Publicação com 600 tiragens (principal produto), será garantido que 10% das publicações seja feita em formato acessível com impressão em braille, garantindo-se no orçamento, Rubrica XXXX, na planilha orçamentária deste projeto; Produto Secundário: Exposições MuseológicasSerá garantido em todas as exposições medidas de acessibilidade arquitetônica com verba destinada à criação de rampas nos 7 espaços onde serão realizadas as atividades; também será contratado profissional de libras para oferecer apoio para eliminação de barreiras comunicacionais; para pessoas com deficiência auditiva será proporcionado audiodescrição das exposição. As rubricas discriminadas estarão como Rubrica XXXX, na planilha orçamentária deste projeto; Produto Secundário: Bolsa de PesquisaO projeto destinará uma bolsa para PcD em uma das seguintes áreas: museologia, antropologia, ou de membro das casas de tradição afro indígena para realizar levantamentos e pesquisa de iniciação científica nos temas abordados, com discriminação na Rubrica Bolsa PcD; Produto Secundário: Vivências em espaços de terreiros e casas de tradiçãoPara garantir eliminação de barreiras comunicacionais, será destinado profissionais intérpretes de libra durante as vivências. Rubrica XXXX, na planilha orçamentária deste projeto; Produto Secundário: OficinasDestinar profissional intérprete em libras para formações em práticas de registro de memória oral e práticas museológicas e elaboração e captação em projetos culturais nas casas participantes do projeto para empoderamento dos espaços em políticas culturais; Produto Secundário: Passeio do Roteiro Geo Turístico pelos Terreiros CONTRAPARTIDADestinar profissional intérprete em libras para apoio durante a atividade de passeio geo turístico, com Rubrica XXXX na planilha orçamentária deste projeto. Produto Secundário: Seminário com transmissão aberta ao público em live pelo canal do YouTube e Redes SociaisInserir janela de libras na transmissão da live referente ao seminário de apresentaçao dos resultados de pesquisa, e destinar profissional de libras para fazer tradução simultânea do seminário. Com Rubrica XXXX na planilha orçamentária deste projeto.

Democratização do acesso

Em atenção à IN Nª 11/2024, em seu Art. 29, 30 e 31, inclui-se neste Plano de Democratização os 6 produtos indicados no projeto, bem como a Contrapartida como produto extra. Ressaltando que o projeto prevê distribuição gratuita de seu produto principal (publicação) a ser distribuído em instituições de cultura, escolas e universidades públicas, bem como acesso a ingressos gratuitos a todas as atividades abertas ao público nos espaços elencados: Produto: PUBLICAÇÃO (600 TIRAGENS); distribuição gratuíta A publicação da obra sobre os temas referidos no projeto terá tiragem de 600 exemplares, que serão gratuitamente distribuídos em Escolas Públicas às redondezas das Casas de Babassue participantes da pesquisa, também as Universidades Públicas do estado do Pará (UFPA, UEPA, UFRA, UFOPA, UNIFESSPA e IFPA), Instituições de Cultura, patrocinadores e participantes diretos; (com disponibilizaçao de e-book gratuito). Produto: EXPOSIÇÕES MUSEOLÓGICAS; distribuição gratuíta As exposições serão abertas ao público, com transito gratuito no Museu D'Água (Espaço Cultural Gueto Hub) de Segunda a Sexta, de 8h às 17h enquanto a exposição estiver vigente; nas Casas de Tradição/Terreiros serão distribuídos ingressos gratuitamente à Escolas e Universidades Públicas, Instituições Culturais, à Patriocinadores e comunidades adjacentes conforme o caso. Ao todo, para cada sessão, será distribuído cerca de 50 ingressos. (observação atividade dentro do roteiro geo turístico dos terreiros); Produto: VIVÊNCIAS EM ESPAÇOS DE TERREIROS E CASAS DE TRADIÇÃO; com distribuição gratuita de 50 ingressosPara garantir integração comunitária e circulação museau, serão disponibilizados cerca de 50 ingressos gratuitos para atividade de vivência dentro dos terreiros. Ingressos serão distribuidos gratuitamente à Escolas e Universidades Públicas, Instituições Culturais, à Patriocinadores e comunidades adjacentes conforme o caso. Produto: OFICINAS; disponibilizadas em canais abertos na internetAs formações em práticas de registro de memória oral, práticas museológicas e elaboração e captação em projetos culturais nas casas participantes do projeto visam o empoderamento dos espaços em políticas culturais; as atividades serão fechadas, porém gravadas e retransmitidas em lives disponibilizadas publicamente no YouTube.Produto: SEMINÁRIO; transmissão aberta ao público em live pelo canal do YouTube e Redes SociaisO seminário será retransmitido por canais aberto em live e ficará disponibilizado no YouTube. Produto: PASSEIO DO ROTEIRO GEO TURÍSTICO PELOS TERREIROS - CONTRAPARTIDA; aberto ao público, com distribuição gratuita de 50 ingressos Serão disponibilizados cerca de 50 ingressos gratuitos para atividade de vivência dentro dos terreiros. Ingressos serão distribuidos gratuitamente à Escolas e Universidades Públicas, Instituições Culturais, à Patriocinadores (10%) e comunidades adjacentes conforme o caso.

Ficha técnica

Nome do Profissional: Wilson Max Costa Teixeira Empresa: Gueto Hub/Museu D'Água/Coletivo Caruanas Função no Projeto: Coordenador de Pesquisa/Sociólogo Currículo Resumido: Sociólogo. Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Pará (2013). Experiência de trabalho com populações indígenas, ribeirinhas, quilombolas, campesinato, comunidades tradicionais, comunidades de terreiros, patrimônio material e imaterial. Pesquisa tipo Survey, Data Science, Big Data, Diagnóstico Rápido Participativo, indicadores socioeconômicos e usos de metodologia quantitativa e de técnicas cartográficas para tratamento de dados e criação de mapas; programação em VBA, Python, Linguagem R, PHP, Power BI. Atuou como pesquisador no Grupo de Estudos sobre Populações Indígenas do Laboratório Arthur napoleão Figueiredo da UFPA. Atuou como docente pela Secretaria de Estado de Educação do Pará e como professor de metodologia científica no curso de Licenciatura Intercultural da Universidade do Estado do Pará. Atuou como Sociólogo na Superintendência do Patrimônio da União. Coordenou o Núcleo de Estudos Sociais da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas - FAPESPA, coordenou o Setor de Vigilância Socioassistencial da Secretaria Municipal de Assistência Social de Barcarena, coordenou o Setor de Artes na Secretaria Municipal de Prefeitura de Barcarena, onde desenvolveu o CadCultural e operou o Mapa da Cultura para cadastro de fazedores culturais, atuou na área de projetos culturais e captação. Atualmente é diretor de pesquisa no Museu D'Água do Espaço Cultural Gueto Hub. Nome do Profissional: Ruth Nayane Correa Ferreira Empresa: Gueto Hub/Museu D'Água Função no Projeto: Diretora do Museu D'Água/Produtora Cultural/HistoriadoraCurrículo Resumido: Historiadora, 23 anos, jurunense, formada pela Universidade da Amazônia e Produtora Cultural. Tendo a Linha de pesquisa voltada para a historicidade e memorial social do bairro do Jurunas em Belém do Pará. Ao concluir a graduação, teve a oportunidade de participar da formação do Museu D'água (museu de base comunitária) e mais tarde participar como co-diretora do museu e diretora e pesquisadora. Sendo este o primeiro projeto cultural a trabalhar com a memória local e coletiva da comunidade do mesmo, além de ser um meio de devolutiva a comunidade dos meus quatro anos de estudo e pesquisas sobre o bairro. Atualmente, atuando como diretora do Museu D'água e como professora titular do projeto SOS Enem e do curso Direcionado. Nome do Profissional: TAMIRES DE FIGUEIREDO PINHEIRO: Empresa: Museu D’ÁguaFunção no Projeto: Estagiária Museóloga / Curadoria MuseauCurrículo Resumido: Graduanda em Museologia pela Universidade Federal do Pará. É bolsista de Iniciação Científica (2021 - atualmente) no Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/COMUS), atuando na Museologia Social, Educação Museal, Exposições e Divulgação. Nos anos de 2022 e 2023 foi premiada em 3 lugar como Melhor Trabalho de Pesquisa do Programa de Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC). É membra voluntária do Fórum de Museus de Base Comunitária e Práticas Socioculturais da Amazônia e do Museu D'Água na periferia do Jurunas (Belém/PA). Nome do Profissional: Jean Ferreira da Silva Empresa: Gueto Hub/Museu D'Água Função no Projeto: Coordenador de atividades formativas/Articulador de Campo/Engenheiro CartógrafoCurrículo Resumido: Formado em Engenharia Cartográfica. Ativista da área de livro e leitura, participou com o empreendimento social Sebo do Gueto no Programa ProLíder do Instituto Four, vencedor do Eklos Coca-Cola, Instituto Nossas, foi selecionado como uma das melhores iniciativas periféricas em diversos editais, e um deles é o Matchfunding Enfrente, do Benfeitoria. Atualmente atua como ativista e articulador de pautas climáticas e culturais na periferia de Belém no Espaço Cultural Gueto Hub. Nome do Profissional: Ramon Felipe Dias dos Santos Empresa: Coletivo Caruanas Função no Projeto: Técnico Administrativo/Articulador em Comunidade de Terreiros Currículo Resumido: Formado em técnico administrativo pelo SESC/SENAC, atua em comunidades de terreira na região metropolitana de Belém. Experiência em atividades administrativas e secretaria em projetos culturais. Nome do Profissional: Filipe Augusto Coelho Santos Empresa: Coletivo Caruanas/Terreiro de Mina Caboclo Zé Raimundo Função no Projeto: Articulador de Campo em comunidades de Terreiro/Consultor para temas na área de Pajelança Cabocla, Pena e Maracá, Linha do Fundo.Currículo Resumido: Membro associado à federação de umbandistas do Pará, com 15 anos de atividade. Articulador de comunidade de terreiros. Nome do Profissional: Wendell Costa Marques Empresa: sacerdote/Zelador do Terreiro Caboclo Rompe Mato (Belém do Pará) Função no Projeto: Consultor/Articulador de Campo em terreiros de Tambor de Mina/ Currículo Resumido: Sacerdote da Tradição Mina Jeje Nagô, atua na linha de pajelança e pena maracá, com 20 anos de atuação em terreiro na cidade de Belém e interiores.Nome do Profissional: Bruno Vinícius Alves dos Santos Empresa: Ylê Axé Nyby Olorum Odé Função no Projeto: Consultor/Articulador de Campo terreiros de Candomblé Currículo Resumido: Babalorixá do Ilê Axé Nyby Olorum Odé, discípulo de importantes sacerdotes da tradição de Mina e Pajelança no Pará, como Pai Bassú e Baba Tayandô. Nome do Profissional: Nilson Nascimento Machado Empresa: Terreiro de Mina Vodum Fina Jóia Função no Projeto: Consultor/Articulador de Campo tradição de Umbanda Currículo Resumido: Pai de santo de umbanda/candomblé/ Mina Jeje Nagô

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará