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PRONAC 245526Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Museu das Amazônias - Desenvolvimento e implantação de museografia

INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO E GESTAO - IDG
Solicitado
R$ 25,00 mi
Aprovado
R$ 37,13 mi
Captado
R$ 21,00 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (7)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 8,97 mi
22634191000186CELBA - CENTRAIS ELETRICAS BARCARENA SA1900-01-01R$ 5,00 mi
33337122000127IPIRANGA PRODUTOS DE PETROLEO S.A.1900-01-01R$ 2,75 mi
10573521000191MERCADOPAGO.COM REPRESENTAÇÕES LTDA1900-01-01R$ 2,00 mi
33931478000194SALOBO METAIS S/A1900-01-01R$ 1,03 mi
08357240000150BANCO CSF S/A1900-01-01R$ 1,00 mi
14688220001640ULTRACARGO LOGISTICA S.A.1900-01-01R$ 250,0 mil

Eficiência de captação

56.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-09-01
Término

Resumo

Realização de ações para implementação do Museu das Amazônias, na cidade de Belém (PA), contemplando: desenvolvimento e implantação da expografia, museografia, curadoria, plano museológico, plano de gestão e adequações arquitetônicas.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Um museu plural e também singular. Um bioma único; mas de múltiplas memórias, trajetórias, territórios. Um modo de vida comum baseado em relações que se dão em contextos históricos e socioecológicos diversos.Um espaço onde as Amazônias se apresentam infinitas em suas múltiplas perspectivas e possibilidades e em consonância com os povos da floresta e seus saberes. Em suas urbanidades, tão diversas e repletas de desafios, se sobrepõem tempos milenares, atuais e os que ainda estão por vir.Aqui, os diferentes tempos se encontram, nos aproximando das vivências do ontem e nos provocando, também, a criar uma nova existência - mais coletiva, orgânica, humanitária e sustentável.Objetivos Gerais:- Implantar, na região Norte do Brasil, um museu dedicado à preservação e difusão de memórias e histórias sobre todos os territórios e povos das Amazônias: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela, com o objetivo de levar os visitantes à reflexão e à ação a partir de 04 eixos temáticos: Amazônia Milenar, Amazônia Secular, Amazônia Degradada e Amazônias Possíveis.Objetivos Específicos:- Elaboração, desenvolvimento e implantação da museografia do espaço;- Elaboração, desenvolvimento e implantação de expografia;- Elaboração e desenvolvimento de plano museológico;- Elaboração e desenvolvimento de projeto curatorial;- Elaboração e desenvolvimento de plano de gestão do espaço;- Elaboração e implantação de projeto de acessibilidade arquitetônica;- Elaboração de projeto de acessibilidade comunicacional e atitudinal;- Elaboração de projeto educativo;- Realização de adequações do espaço;- Implantação da exposição de longa duração;- Implantação de duas exposições temporárias;- Realização de visitas monitoradas e atividades educativas relacionadas à temática do museu;- Realização de validação operacional do museu.

Justificativa

Em novembro de 2025, Belém, capital do estado do Pará, será sede da 30ª Edição da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-30), o mais importante evento sobre mudanças climáticas do mundo, promovido pela ONU. Tendo em vista que um evento de impacto e escala mundial ocorrerá em uma capital localizada em meio à Floresta Amazônica, viu-se a necessidade de aproveitar essa oportunidade para oferecer uma plataforma às vozes das florestas, aos seus habitantes e comunidades, de forma duradoura, construtiva e lúdica, através de um Museu das Amazônias. Reunindo, valorizando e promovendo a pluralidade da floresta amazônica, o Museu das Amazônias se propõe a ser um parceiro de outras instituições como o Museu Goeldi (PA) e Museu da Amazônia (AM) e um novo pólo turístico cultural agregador nessa que é a capital protagonista de um novo modelo de desenvolvimento sustentável baseado na sociobioeconomia. O projeto do Museu das Amazônias será desenvolvido no Galpão 4A da Av. Marechal Hermes, no bairro do Reduto, incluído no projeto do Porto Futuro II, do Governo do Estado. O Galpão se localiza na região turística, ao lado da Estação das Docas e está integrado ao efervescente circuito turístico e cultural da cidade. As obras de cunho civil de reforma do Galpão já vêm sendo desenvolvidas pelo Governo do Estado do Pará em parceria com o Instituto Cultural Vale. Ficará a cargo do IDG, proponente deste projeto, o desenvolvimento e implantação da expografia, museografia, curadoria, plano museológico, plano de gestão e adequações arquitetônicas. O Museu das Amazônias, instalado no Galpão 4A, abrigará em suas dependências espaço para exposição de longa duração, sala para exposições temporárias, sala multiuso, lounge, salas administrativas e espaços de convivência. Sua programação será pautada a partir de questionamentos centrais sobre a importância da Amazônia para o futuro do planeta, instigando reflexões como a relação entre a Amazônia e a crise climática global e novos modelos de convivência e desenvolvimento. Com experiências interativas, o Museu surge com a proposta de ser um espaço plural, vivo e comprometido com a sustentabilidade e a diversidade, tanto em suas temáticas quanto em suas práticas. O Museu das Amazônias terá como um de seus pilares a possibilidade de acesso amplo para todos os públicos por meio de um programa de curadoria colaborativa e participativa com escuta da comunidade e política de programação conjunta, alinhada às demandas do território. Além disso, buscará empregar e contratar colaboradores e fornecedores locais em sua implantação, oferecendo, quando necessário, treinamento e formação continuados. Assim, o Museu das Amazônias é concebido como um espaço de intercâmbio de conhecimento voltado para a comunidade local. Todavia, dada a centralidade e destaque que a cidade de Belém assumirá como epicentro das discussões sobre mudanças climáticas nos próximos anos, propomos um projeto que também abranja o diálogo e a recepção de visitantes de outras regiões do Brasil e de turistas de todo o mundo. Como forma de tornar viável a implementação do Museu das Amazônias, um espaço localizado na região Norte do Brasil e idealizado para se tornar referência em sua temática, solicitamos apoio ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, para que possamos firmar parcerias com empresas e instituições alinhadas ao propósito de desenvolvimento e ampliação da democratização da cultura por todo o território nacional. O projeto atende ao Artigo 1º da Lei 8.313/91 nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atende ao Artigo 3º da Lei 8.313/91 no seguinte inciso: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Estratégia de execução

Informações sobre a planilha financeira: O presente projeto trata da implantação da museografia de um museu de grande porte na cidade de Belém do Pará. O Museu das Amazônias, que estará situado no circuito turístico e cultural da cidade, ao lado da Estação das Docas, será inaugurado em 2025, ano em que a cidade de Belém irá sediar a 30ª Edição da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-30). O Museu se apresentará ao público com experiências e atividades interativas de ponta, se propondo a entregar aos seus visitantes uma vivência transformadora e se posicionar como referência mundial no tema. Tendo em vista o porte do projeto, as características tecnológicas do Museu e a culminância de sua instalação com o ano em que Belém receberá um evento internacional de suma importância – o que acaba por interferir na disponibilização de profissionais e produtos – os valores solicitados na planilha orçamentária do projeto, por vezes, se apresentam maiores do que as medianas atualmente cadastradas no Salic. Para alguns itens, por exemplo, o Salic apontou que não havia cadastro para a localidade. Inserimos na planilha orçamentária as devidas justificativas para os valores solicitados para os itens. Porém, reiteramos neste espaço, que se trata de uma proposta singular em termos de porte e que a mesma está adequada às características do objeto que será entregue pelo projeto. Itens referentes a profissionais com remuneração mensal: incluem 13º salário e férias.

Especificação técnica

Em Documentos Anexados segue o arquivo “Anteproposta Museográfica_Museu das Amazônias” com informações sobre o conceito e a estrutura do Museu. PRÉ-PROJETO EDUCATIVO O Programa Educativo do Museu das Amazônias terá a mediação cultural como meio, compreendendo o diálogo como abertura e forma dinâmica de interação e acesso ao outro e a nós mesmos, entrelaçado aos contextos e conteúdos do Museu e das Amazônias em uma perspectiva abrangente. Para tanto, deve ser formado com uma equipe diversa, local e atenta às relações que circunscrevem os Povos e Comunidades Tradicionais da Amazônia brasileira, bem como os diversos contextos que constituem os saberes das florestas, dos rios e das pessoas. Para uma educação mais coletiva, de interação entre sujeitos e seus interesses, é relevante observar como as relações educativas são estabelecidas com o público, como elas são compreendidas e como propõem uma prática educativa transformando-a em uma política de presenças, não sendo suficiente apenas criar espaços de escuta e troca com os sujeitos participantes, mas tendo de haver disponibilidade e empatia para efetivamente discutir, para efetivamente afirmar os espaços de criação e pensamento a partir das ações propostas. Proposta de ações educativas: - Visitas educativas com ONGs e escolas, com famílias, público espontâneo e públicos diversos: A visita educativa ou mediada se propõe ao diálogo, no qual o mediador fala mas também escuta, levando em conta os interesses e necessidades de cada público. - Formação de professores, educadores e profissionais da cultura: Com o objetivo de ampliar o repertório dos professores, formar educadores experimentados nas temáticas do Museu e qualificar profissionais para atuação em diversos segmentos culturais, como a gestão cultural e práticas educativas. - Oficinas e atividades: . Atividades Participativas: Incluir a comunidade ativamente no processo educativo, permitindo que contribuam com suas próprias histórias, objetos e tradições. . Oficinas de Preservação: Ensinar técnicas de preservação de documentos, fotografias e objetos históricos, envolvendo a comunidade no cuidado do seu próprio patrimônio. . Projeto de Mapeamento Cultural: Desenvolver projetos que mapeiem os aspectos culturais da região, desde locais históricos até práticas cotidianas, envolvendo os moradores nesse levantamento. . Programas de Educação Ambiental: Integrar a preservação ambiental ao contexto histórico, destacando a relação entre a cultura local e o meio ambiente. . Eventos Temáticos: Organizar eventos educativos temáticos, focados em períodos históricos específicos, personalidades locais ou aspectos culturais particulares. . Formação de Educadores Locais: Oferecer treinamento para educadores locais, com o intuito de integrar conteúdos relacionados à memória e história local em suas práticas pedagógicas. . Inclusão Digital: Desenvolver programas que incorporem a tecnologia, como a criação de arquivos digitais, aplicativos educativos ou conteúdo online para ampliar o alcance educativo. Salientamos que o presente projeto não prevê a gestão do aparelho, somente a implantação da museografia. O Programa Educativo será elaborado para ser executado pela instituição que fará a gestão do equipamento.

Acessibilidade

O Museu das Amazônias se guiará pelos princípios da acessibilidade arquitetônica, comunicacional, programática e atitudinal. Em cumprimento à LBI/2015, garantir que todas as pessoas tenham acesso não apenas às instalações do museu, mas também a toda a programação, conteúdo e experiência proporcionada aos visitantes, seja ela presencial ou online, é uma prioridade que irá atravessar todos os programas, áreas e atividades, de forma transversal. Desta forma, propomos um contexto que considera a presença de pessoas com deficiência, sem excluí-las ou estigmatizá-las. Para alcançar esse objetivo, é fundamental que as equipes que interagem com o público estejam adequadamente preparadas para reconhecer e acolher as diversas experiências e necessidades de cada indivíduo.O projeto irá contemplar as seguintes medidas de acessibilidade:PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTESAcessibilidade física: O Museu contará em seu espaço físico com piso podotátil; elevadores e acessos correspondentes às normativas ABNT NBR 9050; mobiliários acessíveis para pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida ou baixa estatura; e fraldários e banheiros adaptados e com sinalização universal.Rubrica na planilha: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade Acessibilidade visual: Os visitantes com deficiência visual contarão com recursos de maquetes e mapas táteis; legendas e textos de orientação em Braille; textos com caracteres ampliados; audiodescrição; e piso podotátil.Rubrica na planilha: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade Acessibilidade auditiva: Os visitantes com deficiência auditiva poderão contar com o recurso de videoguias em Libras e intérpretes de libras durante as visitas monitoradas.Rubrica na planilha: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade Acessibilidade intelectual: Utilização de linguagem simples.Rubrica na planilha: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade.

Democratização do acesso

Após sua implementação, o acesso ao Museu das Amazônias se dará através de cobrança de ingressos. Serão praticados preços compatíveis com os observados em outros museus nacionais e garantidas meia-entrada e gratuidade definidas por lei. Tais questões serão tratadas pelos gestores do Museu. Salientamos aqui que o presente projeto trata da implementação do museu e não de sua gestão. Desta forma, a definição dos valores de ingressos, bem como a receita gerada com os mesmos, não fazem parte do escopo desta proposta. Em atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024 serão promovidas as seguintes medidas de democratização do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral, coordenação do projeto e direção geral, remunerado pelas rubricas de mesmas nomenclaturas, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos realizados PRONAC 192820, 170375 e 1410618. O proponente se compromete a cumprir fielmente o disposto no Art.14 da Instrução Normativa 11/2024 (IN vigente). Tal situação poderá ser comprovada na fase de prestação de contas. Proponente: Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG) O Instituto de Desenvolvimento e Gestão – IDG é uma organização sem fins lucrativos dedicada a promover a melhoria e modernização da gestão de centros culturais. Criado por um conjunto de arquitetos, engenheiros e técnicos do Recife, um renomado grupo de gestores e técnicos está à frente de sua administração visando criar e consolidar um processo de desenvolvimento de projetos e gestão de espaços e equipamentos culturais públicos e privados. Este grupo foi responsável pelo desenvolvimento e gestão de iniciativas como o Museu da Língua Portuguesa, o Catavento Cultural e Educacional, e o Museu do Futebol, todos em São Paulo, além de inúmeros outros projetos na área de gestão cultural e educacional, incluindo os realizados pela Fundação Vale e pela Fundação Roberto Marinho, como a Casa de Paraty, Museu de Arte do Rio de Janeiro - MAR, Museu do Encontro Porto Seguro e Memorial do Rio Grande do Sul, entre outros. O IDG conta ainda com uma equipe especializada e multidisciplinar formada por um conselho gestor, bem como por equipes técnicas de profissionais com experiência em gestão de equipamentos culturais, constituídas para o atendimento de cada contrato de gestão assumido pelo Instituto. Atualmente o IDG tem contratos com a Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro para a gestão do Museu do Amanhã; com a Prefeitura Municipal do Recife para a gestão do Paço do Frevo; e com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo para a gestão do museu das Favelas. Diretor de Projetos: Sergio Mendes Ocupou nos últimos 16 anos os cargos de Diretor no Centro de Tecnologia do Estado do RJ, Chefe de Gabinete da Secretaria de Estado de Educação do RJ, Subsecretário de Planejamento na Secretaria de Estado de Ambiente do RJ e Diretor de Operações na Liderança do Partido Novo na Câmara dos Deputados. Possui 2 pós-graduações na área de Tecnologia e no final de 2018, concluiu o Master em Liderança e Gestão (MLG). Atualmente é Diretor de Projetos do IDG. Gerente Geral de Exposições: Marina Piquet Marina Piquet é arquiteta e curadora, mestre em Museologia pela Amsterdam University of the Arts. Possui mais de 15 anos de experiência no desenvolvimento de exposições no Brasil e no exterior. Em 2021 foi curadora da exposição "Menja.Actua.Impacta", uma exposição inédita com mais de 1500m2 sobre alimentação sustentável em Barcelona. Atualmente atua como Gerente Geral de Exposições do IDG, liderando a concepção criativa de diversas exposições entre elas exposição de longa duração do novo Museu do Jardim Botânico, inaugurado em 2023 Gerente de Produção Executiva: Tatiana Azevedo Produtora cultural com mais de 25 anos de experiência. Atuou por 14 anos na Fundação Roberto Marinho onde coordenou o projeto de educação midiática e esteve à frente da produção de conteúdo e das experiências do Museu da Língua Portuguesa. No IDG, atua transversalmente e liderou a implantação do Memorial às Vítimas do Holocausto e do Museu do Jardim Botânico. Cenógrafa: Caetana Lara Caetana Lara Resende é graduada em Arquitetura e Urbanismo pela PUC-Rio. Durante uma década, trabalhou como cenógrafa e diretora de arte assistente na TV Globo, em parceria com Alexandre Gomes, realizando diversas produções, em vários estados do Brasil. Em 2023, ingressou no IDG como coordenadora de expografia do projeto do novo Museu do Jardim Botânico. Designer: Joyce Fernandes Profissional multidisciplinar formada em Desenho Industrial com habilitação em Projeto de Produto pela UFRJ. Mais de 7 anos de experiência na concepção de interativos, exposições e eventos para empresas de destaque como Bradesco e Rio 2016. Atua no desenvolvimento de projetos com foco na direção de arte, acompanhamento técnico/criativo e produção executiva. Produção: Julia Paes Leme Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura (PPGCOM) da UFRJ na linha de Tecnologias da Comunicação e Estéticas com bolsa CAPES. Atualmente cursa o MBA de Marketing Estratégico da ESPM. Formada em Relações Internacionais pela Universidade Federal Fluminense (2016). Em 2015 participou do programa de intercâmbio acadêmico em Ciência Política na Universidad de Salamanca, Espanha. Tem formação em Estudos Curatoriais pela EAV Parque Lage (2017). Atuou nos grupos de pesquisa "Economia, produção e sociologia da cultura", do departamento de Engenharia de Produção da UNIRIO, e "Fotografia, Imagem e Pensamento", da Escola de Comunicação da UFRJ. Tem mais de cinco anos de experiência no setor cultural e de atuação nas áreas de comunicação, conteúdo, exposições e desenvolvimento de projetos no mercado de arte. Atuou como coordenadora de comunicação e conteúdo na ArtRio (Feira de Arte do Rio de Janeiro). Atualmente trabalha com Novos Projetos e Exposições no IDG - Instituto de Desenvolvimento e Gestão. Produção: Vinícius Zavalis Mestre em História pela UFF. Pós-graduado em Gestão Cultural pelo SENAC. Pós-graduado em Gestão de Projetos e Metodologias Ágeis pela PUC-RS. Bacharel e Licenciado em História pela UERJ. No IDG, ocupa o cargo de Analista de Projetos Sênior, atuando como produtor executivo de exposições. Nos últimos dois anos, autou nos seguintes projetos do IDG: Memorial do Holocausto, Cais do Valongo e Museu do Jardim Botânico.

Providência

SOLICITAÇÃO DE PRAZO DE EXECUÇÃO ATENDIDA AUTOMATICAMENTE PELO SALIC

2026-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará