| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 27268763000174 | LALLEMAND SOLUCOES BIOLOGICAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
A proposta cultural "Harmonia em Movimento: Oficinas de Musicoterapia e Circo para Autistas" combinará elementos de musicoterapia e artes circenses adaptadas para atender às necessidades específicas de pessoas com transtorno de espectro autista. Através de oficinas cuidadosamente planejadas, os participantes serão introduzidos a atividades musicais e circenses que visam promover a expressão emocional, a socialização, a coordenação motora e a autoconfiança. As sessões serão conduzidas por profissionais especializados, utilizando abordagens sensoriais e estruturadas para criar um ambiente seguro e estimulante, visando, ainda a integração com familiares e cuidadores no processo, fornecendo suporte e recursos para que continuem a apoiar o desenvolvimento e o bem-estar dos participantes fora das sessões. Serão atendidos 80 beneficiários e ao final de 12 meses, como CONTRAPARTIDA SOCIAL, será realizada uma apresentação para demonstrarem o aprendizado durante o período, para um público de 250 pessoas.
O projeto propõe a promoção de experiências artísticas e culturais como forma de aprendizagem integral para pessoas com transtorno de espectro autista da cidade de Patos de Minas MG e região. Seu desenvolvimento visa afirmar essa transformação social, fortalecendo os processos de convivência e relações interpessoais dos participantes, além de entrar em contato com a cultura, por intermédio da música e artes circenses. Caracterização das Oficinas: Tipo de Atendimento: Encontros semanais com duração de duas horas (cada Oficina). Público beneficiado: 80 selecionados do espectro autista; Turmas e periodicidade: Os beneficiados serão divididos em turmas de no máximo 16 pessoas, com encontros de 2 horas, em cada uma das oficinas que serão realizadas no período da manhã, das 8:00 horas às 12:00 horas e no período da tarde das 14:00 horas às 18:00 horas; As turmas serão de Musicalização e artes circenses. O tema central, musicalização e artes circenses foi escolhido devido a em outras oportunidades diversas pessoas com transtorno do espectro autista já tenham realizado oficina nestas duas vertentes, e o resultado foi um sucesso. A proposta visa não apenas oferecer oficinas culturais, mas também fomentar a abertura para novas perspectivas, apoiando a complementaridade na construção das identidades. Estratégia de Desenvolvimento do Tema: A abordagem de cada oficina inclui aulas com professores de música e artes circenses que já tem experiência em ministrar cursos para o público TEA. ESTRATÉGIA DE ATENDIMENTO NO PROJETO - Meta de atendimento direto - 80 portadores de TEA.- 80 Pais ou responsáveis pelo portador de TEA.- Previsão de atendidos sistematicamente no projeto: 160 (Na maioria dos casos, o atendimento ao autista se faz junto com um dos seus pais ou responsáveis); - Atendimento ao usuário com TEA- Local: Sede da Associação dos Pais e Amigos dos Autistas de Patos de Minas- Meta: 80 atendidos, sistematicamente.- Organização do atendimento: 16 (máx.)- Grupos de oficina com 16 (máx.) Participantes.- Duração do encontro: 2 horas. ESTRATÉGIA PARA MONITORAMENTO DAS AÇÕES E DE AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO PROJETO Monitoramento contínuo - É promovida, rotineiramente, na reunião semanal de equipe, apreciação quanto ao andamento do trabalho, e, mais especificamente, uma vez no mês, com o objetivo de verificar o cumprimento do plano de ação Avaliação formal periódica; - É promovida uma reunião (ou mais, se a necessidade se apresentar) no fim de cada semestre, com objetivo de discutir e produzir uma avaliação do projeto. Com base no monitoramento contínuo, é realizada uma aferição do empenho e esforços, e se as ações estão acontecendo de modo certeiro ou se há necessidade de reajustes ou redirecionamentos para alcançar os fins previamente definidos. A ação irá gerar um registro de avaliação do projeto: registro parcial semestralmente e o relatório final de avaliação do projeto. APRESENTAÇÃO FINAL DO RESULTADO DAS OFICINAS: Será realizada em um final de semana (sábado ou domingo), para um público de 250 pessoas. Os beneficiados pelo projeto irão realizar uma apresentação musical, com os instrumentos que se familiarizaram durante as oficinas. Encerrando, haverá uma apresentação circense, com os beneficiados, da mesma forma, demontrando o que aprenderam nas Oficinas.
Objetivo Geral: Promover o desenvolvimento integral de indivíduos autistas por meio da musicoterapia e das artes circenses, utilizando abordagens terapêuticas que favoreçam a expressão emocional, a interação social, a coordenação motora e a autoestima. Objetivos Específicos: - Estimular a Expressão Emocional: Proporcionar um ambiente seguro e estimulante para que os participantes expressem emoções através da música e das atividades circenses. - Fomentar a Socialização: Facilitar interações sociais positivas entre os participantes, incentivando a comunicação e a colaboração em grupo. - Desenvolver a Coordenação Motora: Utilizar exercícios musicais e circenses para melhorar a coordenação, o equilíbrio e o controle motor dos participantes. - Promover a Autoconfiança e Autoestima: Proporcionar experiências bem-sucedidas nas atividades propostas para aumentar a autoconfiança e a autoestima dos participantes. - Oferecer um programa multidisciplinar de expressão criativa para autistas. - Proporcionar um ambiente inclusivo e adaptado, onde os participantes autistas tenham a oportunidade de desenvolver suas habilidades individuais e criativas em um espaço seguro e acolhedor. Cada disciplina é ministrada por instrutores modificados em educação especial e adaptados para atender às necessidades específicas dos participantes, proporcionando um ambiente de aprendizado e expressão que respeita as características e preferências de cada indivíduo. Além dos objetivos específicos para o público definido, o projeto pretende também: - Proomoção do acesso ao público a práticas educativas e formativas culturais (musicalização e artes circenses). - Estímulo ao desenvolvimento intelectual e artístico. - Reconhecimento da identidade cultural brasileira junto aos beneficiados, trabalhando a sua sensibilização para a vital importância da construção de uma identidade cultural e cidadã. - Democratizar o acesso à fruição artística, promovendo apresentações do produto das oficinas de forma gratuita, em espaços comunitários. - Formar novas plateias, por meio de ações de divulgação e incentivo à participação em eventos culturais; - Proporcionar a um público de 80 beneficiados, oficinas de musicalização (música) e artes circenses; - CONTRAPARTIDA SOCIAL - Realizar um evento de encerramento do projeto, com apresentações por parte dos beneficiados, para que demonstrem o aprendizado durante toda a evolução do projeto, para um público de 250 pessoas; Esses objetivos visam não apenas o desenvolvimento individual dos participantes, mas também o fortalecimento do suporte familiar e comunitário para maximizar os benefícios terapêuticos e culturais do projeto.
Por meio dessa proposta, buscamos além do suporte educacional tradicional, atuar através da implementação de programas focados em arte e cultura, com o objetivo de abordar o indivíduo de forma holística. Entendemos que o desenvolvimento emocional, cognitivo e a exploração de potencialidades são fundamentais para que as pessoas com TEA alcancem estabilidade emocional e prosperem plenamente em suas vidas. Nossas atividades não se limitam apenas ao cumprimento dos critérios legais; buscamos promover uma verdadeira transformação na vida desses indivíduos. Ao proporcionar-lhes acesso à arte e cultura, não apenas fomentamos o desenvolvimento de habilidades artísticas, mas também cultivamos um ambiente que nutre a autoestima, a criatividade e a autoexpressão. Acreditamos que essasexperiências são essenciais para preparar os indivíduos com TEA para uma integração bem-sucedida na sociedade, capacitando-os não apenas para o mundo educacional, mas também para o mercado de trabalho e para uma vida plena e significativa. Essa interação se identifica por intermédio dos seguintes fatores: Benefícios Terapêuticos Comprovados: Estudos têm demonstrado que tanto a musicoterapia quanto as artes circenses podem ser extremamente benéficas para pessoas no espectro autista. A musicoterapia pode ajudar na melhoria da comunicação, na redução da ansiedade e no desenvolvimento das habilidades sociais e emocionais. Por outro lado, as artes circenses oferecem uma forma de expressão física e emocional, melhorando a coordenação motora, a autoconfiança e proporcionando uma maneira divertida de interação social. Inclusão e Acessibilidade: Projetos culturais inclusivos são essenciais para promover a acessibilidade cultural para indivíduos autistas. Oferecer oficinas específicas para este grupo não apenas os inclui em atividades culturais significativas, mas também ajuda a conscientizar a comunidade sobre a importância da inclusão e diversidade. Desenvolvimento de Habilidades Sociais e Comunicativas: Muitos autistas enfrentam desafios na interação social e na expressão emocional. As atividades em grupo nas oficinas de musicoterapia e artes circenses proporcionam oportunidades estruturadas para praticar habilidades sociais, como turn taking (esperar a vez), colaboração e comunicação não verbal. Foco no Bem-Estar Mental e Emocional: A música e as artes circenses são formas terapêuticas que não apenas desenvolvem habilidades, mas também promovem o bem-estar mental e emocional. Elas oferecem uma saída criativa para lidar com emoções, reduzir o estresse e melhorar a autoestima, aspectos cruciais para o desenvolvimento pessoal e qualidade de vida. Potencial de Descoberta de Talentos e Interesses: Oferecer experiências variadas como musicoterapia e artes circenses permite que indivíduos autistas descubram talentos e interesses únicos. Isso pode abrir portas para novas oportunidades de aprendizado, hobbies ou mesmo futuras carreiras. Impacto Familiar e Comunitário: Projetos culturais que envolvem pessoas autistas não beneficiam apenas os participantes diretos, mas também suas famílias e comunidades. Eles promovem a compreensão e a aceitação da diversidade, fortalecendo os laços sociais e construindo uma rede de apoio mais inclusiva. Evidências de Sucesso de Projetos Anteriores: Exemplos de projetos similares em outras comunidades demonstraram resultados positivos, tanto em termos de desenvolvimento pessoal quanto na integração social dos participantes autistas. Em resumo, um projeto de oficinas de musicoterapia e artes circenses para autistas não apenas oferece benefícios terapêuticos concretos, mas também promove inclusão, desenvolvimento pessoal e comunitário, além de proporcionar uma plataforma para a descoberta e expressão individuais. A proposta surge como uma estratégia institucional para combater a exclusão escolar e social enfrentada pelos autistas e seus familiares. Sua proposta visa proporcionar aos portadores de autismo uma oportunidade de desenvolver seu potencial, demonstrando à comunidade local suas habilidades quando são oferecidas oportunidades reais. Este plano de ação não apenas desafia as limitações preconcebidas, mas também serve como um testemunho do potencial, talento e capacidades dos indivíduos com TEA, quando estimulados e oferecidas ferramentas e o ambiente adequado para prosperar e contribuir significativamente para a sociedade. O projeto se enquadra nos seguintes preceitos da Lei 8.313/91: art 1º, incisos I ( contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;) e, IX (priorizar o produto cultural originário do País.). art. 3º, I, c (instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos) e, art. 3º, IV, b (b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos); Além dos enquadramentos acima, o projeto vai de encontro ao previsto no Plano Nacional de Cultura, EM ESPECIAL, a meta 18.
PLANO PEDAGÓGICO PARA OFICINA DE MUSICOTERAPIA PARA PESSOAS COM T.E.A. 1. Objetivos da Oficina: Promover a expressão emocional: Utilizar a música como meio de expressão emocional e para auxiliar no reconhecimento e gestão das emoções. Melhorar a comunicação: Desenvolver habilidades de comunicação, incluindo expressão verbal e não verbal, através da interação musical. Estimular a interação social: Criar oportunidades estruturadas para interações sociais positivas entre os participantes. Desenvolver habilidades motoras: Utilizar instrumentos musicais e movimentos corporais para desenvolver a coordenação motora e a consciência corporal. Promover a autoestima: Encorajar a autoexpressão e valorização das habilidades musicais individuais de cada participante. 2. Estrutura da Oficina: A. Introdução e Ambientação: Boas-vindas e Apresentação: Iniciar a oficina com uma saudação calorosa e breve apresentação dos participantes e facilitadores. Ambiente Sensorial: Criar um ambiente tranquilo e acolhedor, com iluminação suave e cores neutras para minimizar estímulos sensoriais excessivos. Exercícios de Aquecimento: Iniciar com exercícios de aquecimento vocal, corporal e instrumental para preparar os participantes para as atividades musicais. B. Atividades Principais: Exploração de Instrumentos: Introduzir uma variedade de instrumentos musicais adaptados e acessíveis, permitindo que os participantes experimentem e escolham os que mais lhes interessam. Improvisação Musical: Promover sessões de improvisação musical guiadas, onde os participantes possam criar livremente utilizando instrumentos ou suas vozes, apoiados por facilitadores. Criação de Músicas: Guiar os participantes na composição de músicas simples, incentivando a colaboração e a expressão de ideias pessoais. Exercícios de Ritmo e Movimento: Incorporar movimentos corporais sincronizados com ritmos musicais para estimular a coordenação motora e a expressão corporal. C. Atividades de Encerramento: Discussão e Feedback: Concluir a oficina com uma discussão sobre as experiências musicais dos participantes, incentivando-os a compartilhar o que aprenderam e como se sentiram durante a sessão. Relaxamento e Reflexão: Finalizar com uma atividade de relaxamento guiada, utilizando música suave e técnicas de respiração para promover um estado de calma e reflexão. 3. Adaptações e Considerações Específicas: Necessidades Individuais: Personalizar as atividades de acordo com as necessidades sensoriais, comunicativas e emocionais de cada participante autista. Utilizar comunicação visual, como pictogramas ou gestos, para facilitar a compreensão das instruções. Suporte Profissional: Garantir que a equipe de facilitadores inclua profissionais com formação em musicoterapia e familiarizados com estratégias de suporte a autistas, como técnicas de manejo sensorial e comunicação alternativa. Ambiente Inclusivo: Criar um ambiente seguro e previsível, com rotinas estruturadas e apoio emocional adequado para todos os participantes. 4. Avaliação: Avaliação Contínua: Monitorar o progresso dos participantes ao longo das sessões, utilizando observações diretas e feedback dos familiares para ajustar as atividades conforme necessário. PLANO PEDAGÓGICO PARA OFICINA DE ARTES CIRCENSES PARA PESSOAS COM T.E.A. – MALABARISMO, ACROBACIA DE SOLO E EQUILIBRISMO 1. Objetivos da Oficina: Desenvolver habilidades motoras: Utilizar atividades de malabarismo, acrobacia de solo e equilibrismo para promover o desenvolvimento da coordenação motora, equilíbrio e controle corporal. Estimular a expressão criativa: Permitir que os participantes experimentem e expressem-se de forma criativa através das artes circenses. Promover a interação social: Criar um ambiente estruturado que incentive a interação social positiva entre os participantes e com os facilitadores. Fomentar a autoconfiança: Incentivar os participantes a superar desafios pessoais, desenvolvendo confiança em suas habilidades circenses. 2. Estrutura da Oficina: A. Introdução e Aquecimento: Boas-vindas e Apresentação: Iniciar a oficina com uma breve saudação e apresentação dos facilitadores e participantes. Alongamento e Aquecimento Corporal: Realizar exercícios de alongamento e aquecimento para preparar os participantes para as atividades circenses. B. Atividades Principais: Malabarismo: Fundamentos do Malabarismo: Introdução aos conceitos básicos do malabarismo, incluindo técnicas de lançamento e captura de objetos (bolas, claves, etc.). Prática Guiada: Facilitar sessões de prática guiada, começando com exercícios simples e progredindo conforme o desenvolvimento das habilidades dos participantes. Acrobacia de Solo: Técnicas Básicas de Acrobacia: Ensinar técnicas seguras de acrobacia de solo, como rolos, pirâmides humanas simples e movimentos de equilíbrio corporal. Exploração Criativa: Permitir que os participantes experimentem e criem suas próprias sequências de acrobacia, com suporte e orientação dos facilitadores. Equilibrismo: Princípios do Equilibrismo: Introdução aos princípios de equilíbrio estático e dinâmico, usando diferentes superfícies (cordas, bola, rola-bola, etc.). Prática Monitorada: Monitorar e orientar a prática individual dos participantes, adaptando as atividades de acordo com suas habilidades e progresso. C. Atividades de Encerramento: Demonstração e Apresentação: Concluir a oficina com uma demonstração ou apresentação das habilidades aprendidas pelos participantes, seja em grupo ou individualmente. Feedback e Reflexão: Incentivar os participantes a compartilhar suas experiências, desafios enfrentados e conquistas alcançadas durante a oficina. 3. Adaptações e Considerações Específicas: Necessidades Individuais: Adaptar as atividades e técnicas de ensino de acordo com as necessidades sensoriais, comunicativas e emocionais de cada participante autista. Utilizar estratégias visuais e verbais claras para facilitar a compreensão das instruções. Ambiente Inclusivo: Criar um ambiente seguro e previsível, com rotinas estruturadas e apoio emocional adequado para todos os participantes. Suporte Profissional: Assegurar que os facilitadores tenham treinamento em inclusão e estejam familiarizados com estratégias de apoio a autistas, como manejo sensorial e comunicação alternativa. 4. Avaliação e Feedback: Avaliação Contínua: Monitorar o progresso dos participantes ao longo das sessões, utilizando observações diretas e feedback dos familiares para ajustar as atividades conforme necessário.
1. Ambiente Físico: Espaço Adequado: O projeto será realizado em um ambiente tranquilo, com boa acústica e espaço suficiente para movimentos físicos sem restrições. Iluminação e Cores: Iluminação suave e cores neutras, minimizando o uso de luzes piscantes ou muito intensas que possam causar desconforto sensorial. Áreas de Descanso: Disponibilizar áreas de descanso ou quietude, onde os participantes possam se retirar temporariamente caso necessitem de um intervalo sensorial. 2. Instrumentos e Equipamentos: Instrumentos Adaptados: Serão utilizados instrumentos musicais adaptados, como teclados com teclas maiores ou mais sensíveis ao toque, para facilitar a interação e manipulação pelos beneficiados. Variedade de Sons: Oferecer uma variedade de instrumentos que produzam diferentes tipos de sons e texturas, permitindo aos participantes explorar e escolher os que mais lhes agradam. Equipamentos de Segurança: Os equipamentos circenses, como cordas, bolas e outros materiais, deverão estar em boas condições e adequados para o uso seguro pelos participantes. 3. Metodologia de Ensino: Abordagem Estruturada: Será utilizada uma abordagem estruturada e previsível nas atividades, com horários definidos para cada parte da oficina, para ajudar os participantes a se sentirem seguros e preparados. Instruções Claras e Simples: Comunicação de maneira clara e concisa, utilizando instruções visuais sempre que possível (pictogramas, gestos, etc.) para facilitar a compreensão. Adaptação Individualizada: Professores preparados para adaptar as atividades de acordo com as necessidades individuais dos participantes, permitindo flexibilidade no ritmo e na intensidade das interações. 4. Suporte Profissional: Equipe Treinada: A equipe de trabalho terá treinamento em atuação com pessoas TEA e familiarizada com estratégias de suporte sensorial, comunicação alternativa e comportamentos típicos do espectro autista. Profissionais de Apoio: Haverá a presença de profissionais de terapia ocupacional, e/ou fonoaudiologia e/ou psicologia especializados em autismo, para oferecer suporte individualizado durante as oficinas. 5. Avaliação e Feedback: Avaliação Contínua: Realização de avaliações contínuas do progresso dos participantes, adaptando as atividades conforme necessário para garantir uma experiência positiva e produtiva. 6. Inclusão e Participação Familiar: Envolvimento dos Familiares: Será incentivado a a participação ativa dos familiares nas oficinas, fornecendo informações sobre as atividades realizadas e orientando sobre como apoiar o desenvolvimento das habilidades em casa. Eventos de Integração: Organização de pequenos eventos de integração familiar, onde os participantes possam compartilhar suas experiências e conquistas de maneira inclusiva e acolhedora. Beneficiados 80 pessoas em turmas de no máximo 16 pessoas. CONTRAPARTIDA SOCIAL Apresentação de música e de artes circenses ao final do projeto, para demonstração das habilidades adquiridas pelos beneficiados durante o período das oficinas. Será alugado um teatro ou Centro Cultural, com capacidade para 250 pessoas, para que seja realizado este evento.
Para permitir que as oficinas e o espetáculo final (contrapartida social) sejam acessíveis a todos, são as seguintes as medidas de acessibilidade a serem implementadas durante a sua execução: PRODUTO OFICINAS CULTURAIS: - Acessiblidade no aspecto arquitetônico - Os locais de realização, terão rampa de acesso, corrimão e banheiros adaptados; - Acessibilidade para deficientes auditivos - Intérprete de libras para que possam acompanhar as aulas teóricas e práticas; - Acessibilidade para deficientes intelectuais - Monitores treinados para auxiliar esse público em todas as aulas teóricas e práticas; - Acessibilidade para deficientes visuais - Audiodescrição para deficientes visuais. O recuso de audiodescrição ao vivo permite que deficientes visuais escutem a descrição das aulas. A princípio todo o processo se dá através de fones de ouvido, assim ampliando o entendimento do beneficiado. Dessa forma, todos os detalhes são informados. - Acessibilidade de Conteúdo - Além da acessibilidade de locomoção, o acompanhamento profissional da área de pedagogia durante toda a execução do projeto visa garantir a devida avaliação para verificar as necessidades da pessoa com deficiência e a presença de assistentes sociais e psicólogo, que venham a surgir durante a execução. PRODUTO - CONTRAPARTIDA SOCIAL - APRESENTAÇÃO FINAL DO RESULTADO DAS OFICINAS - Acessiblidade no aspecto arquitetônico - O local escolhido para realização do evento final, deverá ter toda a acessibilidade física, como rampa de acesso, corrimão, banheiros adaptados e assentos para obesos; - Acessibilidade para deficientes auditivos - Intérprete de libras para que possam traduzir toda a apresentação final; - Acessibilidade para deficientes intelectuais - Monitores treinados para auxiliar esse público em todas as apresentações, descrevendo, em sendo o caso, o que está acontecendo a cada momento no palco de apresentação; - Acessibilidade para deficientes visuais - O recurso da audiodescrição ao vivo permite que deficientes visuais escutem a descrição das apesentações. A princípio, todo processo se dá através de fones de ouvido, assim ampliando a demanda dos espetáculos. Dessa forma, todos os detalhes são informados aos espectadores; - Acessibilidade de Conteúdo - Além da acessibilidade de locomoção, o acompanhamento profissional da área de pedagogia durante toda a execução do projeto visa garantir a devida avaliação para verificar as necessidades da pessoa com deficiência e a presença de assistentes sociais e psicólogo, que venham a surgir durante as apresentações. Acessibilidade relativa ao público específico objeto do projeto: Garantir acessibilidade em um projeto cultural de oficinas de musicoterapia e artes circenses para autistas envolve criar um ambiente que seja inclusivo e que atenda às necessidades específicas desse público. Precisamos de estratégias eficientes para garantir a acessibilidade: Ambiente Sensível: O espaço das oficinas deve ser tranquilo, sem excesso de estímulos sensoriais que possam causar desconforto aos participantes autistas. Isso inclui iluminação suave, cores neutras, e a possibilidade de utilizar fones de ouvido ou outros dispositivos que ajudem a regular a sensibilidade sensorial. Comunicação Clara e Direta: Utilização de linguagem simples e direta ao comunicar instruções e informações durante as oficinas. Serão utilizados recursos visuais, como cartazes ou pictogramas, para ajudar na compreensão. Adaptações Personalizadas: Reconhecer que as necessidades de cada participante podem variar amplamente. Estar preparado para oferecer adaptações personalizadas, como permitir pausas quando necessário, oferecer opções de atividades alternativas, ou ajustar o ritmo das sessões conforme as necessidades individuais. Inclusão de Apoio Profissional: Contar com profissionais capacitados em autismo, como terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos ou psicólogos especializados, para ajudar a adaptar as atividades às necessidades específicas dos participantes e oferecer suporte adequado durante as oficinas. Flexibilidade e Respeito aos Limites Individuais: Respeitar os limites individuais dos participantes autistas em relação a interações sociais, estímulos sensoriais e habilidades físicas. Encorajar uma abordagem flexível que permita aos participantes se envolverem de acordo com seu conforto e interesse. Feedback Constante e Ajustes: Manter um canal aberto de comunicação com os participantes e suas famílias para receber feedback contínuo sobre as oficinas. Estar disposto a fazer ajustes conforme necessário para melhorar a experiência e a acessibilidade do projeto. Promoção da Consciência e Aceitação: Além de garantir a acessibilidade durante as oficinas, promover a conscientização sobre o autismo na comunidade em geral. Isso ajuda a criar um ambiente mais acolhedor e inclusivo para pessoas autistas em todas as esferas da vida cultural e social. Ao implementar essas estratégias, um projeto de oficinas de musicoterapia e artes circenses pode não apenas ser acessível, mas também enriquecer significativamente a vida dos participantes autistas, oferecendo oportunidades únicas de expressão, desenvolvimento pessoal e inclusão cultural.
Para garantir a democratização do acesso aos cursos programados, serão tomadas as seguintes medidas: - Participação totalmente gratuitas de todos os beneficiados; - Divulgação em meios de comunicação regional, visando informar a comunidade sobre as vagas disponíveis, para pessoas que estão no espectro autista; - Distribuição de material informativo; - Garantia da acessibilidade para pessoas com deficiência; - Adoção de estratégias de divulgação que inclua parcerias com rádios, Tvs e websites; - Cumprimento do que determina a Instrução normativa nº 11/2024, mormente no que concerne ao art 30, VI, realização de ação cultural voltado ao público infantil ou infantojuvenil, bem como inciso IX, outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pelo MinC. - GRATUIDADE TOTAL E EXPRESSA NA PARTICIPAÇÃO EM TODAS AS ATIVIDADES PROPOSTAS NO PROJETO E NA APRESENTAÇÃO FINAL DE RESULTADO DAS OFICINAS.
COORDENADORA GERAL: Lidiane Cristina Alves de Queiroz Bicalho - graduada em Psicanálise Clínica; Presidente da Associação Esperança Azul, responsável por liderar a associação, planejar e implementar projetos e atividades para o apoio e inclusão de pessoas com autismo. Organização de eventos e campanhas de conscientização sobre o autismo. Dentre as suas habilidades destacam-se: Liderança, com experiência comprovada na liderança de equipes e projetos; Gestão de Projetos: Planejamento e execução de projetos imobiliários e sociais; Comunicação: Excelentes habilidades de comunicação verbal e escrita; Organização: Capacidade de organizar eventos e coordenar atividades comunitárias; Participação em Eventos e Palestras: Envolvimento em eventos comunitários e palestras relacionadas à inclusão e apoio ao autismo e voluntariado: Dedicação ao trabalho voluntário e projetos sociais na comunidade de Patos de Minas. PSICÓLOGO E PROFESSOR MUSICOTERAPIA: Krisley Kristian Pires da Rocha - Graduado em Psicologia – Centro Universitário de Patos de Minas (Unipam), com pós-graduação em Intervenção ABA Aplicada ao Transtorno do Espectro Autista(TEA) -Faculdade Metropolitana; Arteterapia - Faculdade Metropolitana; Neuropsicologia – Faculdade Metropolitana; Pós Graduando em Musicoterapia – Faculdade Metropolitana; Filosofia – Centro Universitário de Patos de Minas (Unipam). Experiência profissional: 2021 – Polo de Evolução de Medidas Sócioeducativas (Pemse) - Cargo: Psicólogo - Fazer atendimentos aos adolescentes acautelados e seus familiares. Apresentação e discusão de cada caso com a equipe e com supervisão. Identificação e encaminhamento para a rede de saúde mental. Coordenar as ações relaconadas a saúde e confecção de relatórios; 2020 – Associação Esperança Azul - Cargo: Psicólogo - Fazer atendimentos psicoterápicos, tanto individual quanto em grupo, orientação de pais, confecção de relatórios; 2018/2023 – Advice Nucleo de Ensino Técnico - Cargo: Professor de Psicologia - Ministrar aulas de psicologia, orientar alunos na condução do trabalho de conclusão de curso e atividades de extensão; 2018/2022 – Escola de Música Som e Tom - Cargo:Instrutor de Música / Coordenador - Ministrar aulas de música, coordenar equipe de professores, elaborar estratégias para melhor funcionamento da instituição, gestão estratégica de pessoas. Atendimento a criança com Transtorno do Espectro Autista; 2015/2018 – Comunidade Terapêutica Caminhos de Cristo - Cargo: Psicólogo - Fazer atendimentos psicoterápicos, tanto individual quanto em grupo, orientação de pais, confecção de relatórios; 2017/2019 – Clínica Aliança - Cargo: Psicólogo - Fazer atendimentos psicoterápicos, tanto individual quanto em grupo, orientação de pais, confecção de relatórios; 2017/2019 – Associação Beneficente Dr. Paulo Borges - Cargo: Psicólogo - Fazer atendimentos psicoterápicos, tanto individual quanto em grupo, orientação de pais e confecção de relatórios. Organização do projeto Túnel das Drogas; 2010/2012 – Dispensário de São Vicente de Paulo - Cargo: Atendente - Fazer atendimentos ao público, controlar o estoque, confeccionar cestas básicas e confecção de relatórios. TRABALHOS VOLUNTÁRIOS: 2012/2015 – Lar Vicentino Padre Alaor - Cargo: Estudante de Psicologia - Fazer atendimentos aos idosos institucionalizados, planejamento e execução de rotinas internas, planejamento de ações e projetos voltados para os idosos, discussão de caso com a equipe; 2012/2016 – Lar de Idosos Eurípides Barsanulfo - Cargo: Estudante de Psicologia - Fazer atendimentos aos idosos institucionalizados, planejamento e execução de rotinas internas, planejamento de ações e projetos voltados para os idosos, discussão de caso com a equipe; 2014/2018 – Projeto Social Ponte pé Inicial - Cargo: Psicólogo - Principais atividades: Fazer atendimentos as crianças e aos adolescentes participantes do projeto, planejamento e execução de parcerias, palestras para os pais e para os participantes do projeto; 2012/2016 – União Recreativa dos Trabalhadores (URT) – Cargo: Psicólogo - Principais atividades: Fazer atendimentos aos jogadores e famíliares, trabalhar fortalecimento de grupo, pelestras e preleções, e fazer demais trabalhos solicitados pelo técnico e direção. PROFESSORA DE ARTES CIRCENSES - Célia Regina Bernardes Costa, possui Graduação em Educação Física pela Faculdade Integradas de Uberaba, especialização em Didática Fundamentos Teóricos da Prática Pedagógica, pela Faculdade de Educação de São Luiz, Mestrado em Promoção de Saúde pela Universidade de Franca, aperfeiçoamento em Psicomotricidade Relacional Sistêmica – A família como um Corpo – pelo Instituto de Educação Vó Maria, participou de um programa de especialização em Psicomotricidade infantil pela NeuroSaber, Participou de cursos de formação pedagógica em São Paulo no Ateliê Carambola sobre Documentação Pedagógica, O papel do atelierista na Escola, materiais e materialidades na Educação Infantil. Atuou como coordenadora da área de Educação Física da Prefeitura Municipal de Patos de Minas – MG, atuou como professora de Educação Física com ênfase em Psicomotricidade à mais de 30 anos no Instituto das Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora – CNSG, Atuou nos cursos de Graduação e Pós Graduação em Educação Física na Faculdades de Patos de Minas – FPM e Centro Universitário de Patos de Minas – UNIPAM. Autora e escritora do Livro Artes, ludicidade e movimento na educação infantil. Formação com Guilherme Fraga sobre o ateliê e suas infinitudes em Belo Horizonte na Escola Cubo Mágico. É proprietária do Espaço Célia Bernardes – Espaço de coordenação motora infantil para crianças de 01 a 12 anos de idade, espaço que faz diálogo com as diversas linguagens, visando o desenvolvimento integral de crianças em fase de desenvolvimento. ASSESSORIA E CONSULTORIA NA EXECUÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS - FRT ESPORTE E CULTURA LTDA - Fernando Luis Pereira Lima - Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Uberlândia, com especializações em Direito Civil, pela U.F.U., Gestão, Marketing e Direito Desportivo pela Trevisan Escola de Negócios - SP e Gestão e Administração de Arenas Multi uso pela Trevisan Escola de Negócios - SP. Tem em seu currículo projetos desenvolvidos para Efatá Films (Empresa Franco Brasileira de Produção de filmes no Brasil e na França – do Diretor Márcio França, o brasileiro mais premiado no cinema francês. Organizadora do Festival de Cinema Latino de Eperney França); Audaz Filmes Produções Artísticas (Empresa da Atriz Glória Pires e do Músico Orlando Morais – Produtora de filmesde ficção e documentários no Brasil e na França); Fundação Balé Folclórico da Bahia (Dirigida pelo Coreógrafo Vavá Botelho, é a mais antiga companhia profissional de dança folclórica do País, com apresentações em mais de 200 cidades de 30 Países, localizada no Pelourinho em Salvador aonde tem seu Teatro Miguel Santana); PROJETOS: Balé Folclórico da Bahia – Projeto realizado em parceria com a produtora AUDAZ FILMES, da Atriz Glória Pires e do Músico Orlando de Moraes. Projeto aprovado pela Lei Rouanet, beneficiando aproximadamente 6.000 pessoas da Região Metropolitana de Salvador. Captado, executado e com prestação de contas apresentados pela FRT em 2022, no valor de R$ 1.360.000,00; Documentário 30 anos do Balé Folclórico da Bahia, projeto elaborado em parceria com a produtora AUDAZ FILMES, para um documentário a ser rodado no Brasil, França, EUA e Togo (África). OBSERVAÇÃO: O proponente é o GESTOR do projeto. ou seja a ASSOCIAÇÃO DE PAIS, AMIGOS E PROFISSIONAIS DOS AUTISTAS DE PATOS DE MINAS, será a responsável por toda a execução do mesmo, pela gestão administrativa/técnico/financeira. Não há nenhuma forma de terceirização do projeto. Todo o corpo técnico e pessoas que participarão do projeto, serão contratadas diretamente pela Associação para prestar serviços específicos para a proponente, com toda gestão administrativo/técnica/financeira por conta da Associação.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.