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PRONAC 245558Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A Paixão de Cristo - 2025

INSTITUTO ROERICH DA PAZ E CULTURA DO BRASIL
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Datas comemorativas nacionais c/ calendários específicos: Natal, Ano Novo, Páscoa e Festas Populares
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2024-11-11
Término
2025-05-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

Produção de cinco apresentações de A PAIXÃO DE CRISTO no período da Semana Santa/2025, em Salvador-BA, em espaço público e com entrada franca. Proposta de arte-cultura contemporânea e de qualidade, a encenação do grande espetáculo A Paixão de Cristo, envolve cerca de 300 reconhecidos profissionais baianos e uma ampla estrutura cênica (palco, cenários, som, microfones sem fio, luz, cadeiras, efeitos especiais etc) projetada para ocupar um espaço icõnico, central e amplamente acessível a turistas e à população da cidade em geral. O evento será precedido de uma intensa ação de formaçao de plateías, envolvendo escolas públicas e privadas, universidades, templos, igrejas, candomblés, associações culturais, hoteis, ag. de turismo etc, que nas seis edições anteriores (de 2011 a 16) mobilizou cerca de 300 mil espectadores, convertendo-se, assim, no maior projeto arte-cultural da Bahia, fora do âmbito das realizaçõs "carnavalizadas", como o São Joâo, o Reveilon, Micaretas, carnaval e similares.

Sinopse

A celebração teatral d'A Paixão de Cristo é a mais permanente e profunda entre todas as tradições culturais do mundo ocidental. Existe desde a Idade Média há cerca de mil anos. Em função do seu duplo fundamento - religioso e artístico - a realização do espetáculo popular da Paixão de Cristo se reveste de características especiais que encontram eco na diversidade das classes e das culturas abrangendo todo o conjunto da Sociedade contemporânea. Por isso, ao longo do século XX, e ao longo das últimas décadas, em todo o mundo, ressurgiram encenações contemporâneas, produzidas com recursos tecnológicos de ponta e elenco de excelência artística, voltados para uma atualização e ressignificação desse evento que tradicionalmente é um dos grandes marcos de unificação dos povos em nosso tempo. Assim, nos mesmos dias/horas da "Semana Santa", nos mais diversos países de todos os continentes do mundo, se estabelece uma rede mundial de produções teatrais da Paixão de Cristo - grandes, pequenas, profissionais, épicas, musicais, precárias, itinerantes, políticas, mais ou menos vinculadas a igrejas e templos, ritualísticas, místicas, midiáticas, turísticas - em todos os formatos possíveis. Em resumo, não existe (nunca existiu) nada semelhante no universo das culturas. Por isso, podemos afirmar que a rede mundial das Paixôes de Cristo se constitui em um fato cultural cultural ÚNICO, na história humana. Nunca é demais reafirmarmos a importância formadora e educativa da mensagem do Cristo em termos de humanismo, paz, tolerância e sabedoria. É uma mensagem que, por um lado ensina a distinção entre os poderes político e divino, e por outro aponta para a participação social decidida, apaixonada e questionadora que tragicamente teria levado o jovem rabino ao Calvário e à morte. Podemos até mencionar o arquétipo, dizendo que todo homem (toda pessoa) carrega sua cruz, no grande teatro do mundo... mas, dificilmente encontraremos, no plano racional, argumentos capazes de explicar, completamente, o fascínio exercido sobre os povos pela história do filho do trabalhador humilde, que sendo um Avatar - a encarnação do Verbo divino sobre a terra - protagonizou um percurso transcendental entre a vida e a morte para a renovação ética e espiritual da humanidade. Uma história que há dois mil anos fornece estímulo e apoio sempre renovados, em resposta às demandas e anseios de cada tempo. E que continua necessária e reconhecida na contemporaneidade. Paradoxalmente A Paixão de Cristo do modo como é produzida na Bahia não pode ser enquadrada como um projeto de “temática religiosa”. Isso pode ser facilmente comprovado rapidamente pela visualização das fotos e vídeos anexados à esta proposta. Realizamos um projeto com um forte alicerce artístico e profissional, mobilizando para tanto um elenco composto por cerca de 300 profissionais (artistas e técnicos) entre os mais representativos e qualificados da Bahia. Nosso espetáculo não faz proselitismo religioso de nenhuma espécie e nem prega a intolerância. Por outro lado é evidente (e isso precisa ser reconhecido) que os temas ligados a fundamentos religiosos são um fato comum nas artes e culturas de todo o mundo. No Brasil o diálogo entre cultura e o “sentimento do Sagrado” sempre foi campo de resistência cultural, educação pública e fonte para a expressão dos nossos melhores artistas. Para citarmos apenas a MPB por ex., poderíamos destacar as canções de Dorival Caymmi, Vinícius de Moraes, Baden Powel, Caetano, Gil, Chico Buarque e tantos outros que abordaram temas ligados a crenças e religiões, sem que viessem a ser considerados “religiosos”. No cinema podemos citar “O Pagador de Promessas” (Anselmo Duarte) e “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (Glauber Rocha), até hoje os únicos filmes brasileiros premiados em festivais internacionais, que nunca foram considerados “religiosos”. Apenas no âmbito dos povos lusófonos, as literaturas de Jorge Amado, Ariano Suassuna, José Saramago, Paulo Coelho, Fernando Sabino, Guimarães Rosa, Clarice Lispector e tantos outros, idem. Além disso, devemos(re)afirmar que a figura do Cristo de há muito já não mais pertence a “uma religião” ou crença específica. O grande escritor argentino Jorge Luiz Borges afirma que o fato da Bíblia ser o livro mais lido da História Humana faz da figura do Cristo uma referência cultural, ética e comportamental, profundamente presente em todos os povos do mundo, acompanhando a humanidade em seu caminho civilizatório. As grandes obras mundiais de J. Sebastian Bach, Michelangelo, Leonardo da Vinci, Salvador Dalí, El Greco e Portinari (e muitos outros) tratam de temas ligados ao Cristo e, nem por isso, foram consideradas “religiosas”; são obras que falam do/ao ser humano, sobre sua busca eterna por um sentido para a Vida e a para a existência do Universo. Poderíamos citar ainda o diretor Pier-Paolo Pasolini que em 1964 ganhou o Oscar com “O Evangelho Segundo São Mateus” ou as realizações de Franco Zefirelli, cujo “Jesus de Nazaré” traz no elenco, Anne Bancroft, Antony Quinn, Fernando Rey, Laurence Olivier, Olivia Hussey, e Charles Laughton, ou seja,alguns dos melhores atores que já existiram. É necessário mencionarmos ainda o moderno e “pop” musical da Broadway, “Jesus Cristo Superstar”, transformado em filme de sucesso mundial, como os antigos “O Rei dos Reis” e os “Dez Mandamentos” e os recentes (e igualmente indicados ao Oscar) “A Última Tentação de Cristo” de Martin Scorcese e “A Paixão de Cristo” de Mel Gibson, “mega-sucessos” e “Ícones da cultura contemporânea” presentes no cotidiano das pessoas em todo o mundo. Em termos de teatro A Paixão de Cristo é a expressão artística mais popular e tradicional da espécie humana. Na dramaturgia brasileira, destacam-se “O Auto da Compadecida” (A. Suassuna) e “O Pagador de Promessas” (Dias Gomes). Todas essas realizações, de fato apenas uma pequena amostragem, se consagraram como criações que dialogam poeticamente com o público, através de personagens ou do pensamento místico, sem que possuam mácula de proselitismo ou sectarismo religioso de qualquer tipo. Para um olhar isento e sensível, a Mensagem contida n’A Paixão de Cristo tem um caráter de poesia e mistério que ultrapassa o escopo desta modesta justificativa. A história de um menino pobre, nascido sem pai, em região miserável e periférica, (um curral nos “grotões” de Nazaré) e, que apoiado apenas na palavra e no pensamento, vai à metropolitana Jerusalém, desafiar, com vitalidade, os poderosos da religião e da política do seu tempo, traz à tona elementos profundos do inconsciente coletivo, eternos e contemporâneos. Talvez o mais importante deles é ser o Cristo, radicalmente contrário à demagogia, ao proselitismo, à hipocrisia, manipulação e mercantilização da religiosidade! (Por isso que ele é condenado à morte). Mas, haveria ainda muitos outros aspectos “da agenda contemporânea” a ressaltar, como p. ex. a importância dada às crianças, o apoio aos miseráveis e excluídos em geral – pobres, doentes, inválidos, ignorantes, loucos, prostitutas etc - a defesa da liberdade do pensamento-expressão e o combate à "calúnia" hoje conhecida como "fake news". Mas, bastaria apenas a menção à história corrupta e “democraticamente” manipulada da sua prisão, (com seus três julgamentos realizados duramente uma única noite/madrugada) para que a representação d’A Paixão de Cristo ganhe uma justificativa cultural e social na atualidade. Concluindo, reiteramos que através do projeto A Paixão de Cristo, pretendemos levar um produto cultural de qualidade, gratuitamente para um grande público, abordando um tema relevante e de interesse majoritário da população, envolvendo e remunerando cerca de 300 profissionais entre artistas e técnicos de reconhecida contribuição no cenário cultural da BA. Por tudo isto, pensamos preencher os requisitos de um projeto efetivamente cultural: ser poética e artisticamente relevante, válido e necessário, dentro de uma visão objetiva de responsabilidade social e interesse público.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Realizar TEMPORADA composta de cinco apresentações de TEATRO, encenando, com acesso gratuitoe e livre, em um importante espaço público da cidade, o espetáculo de teatro-épico A Paixão de Cristo. O público esperado é da ordem 10 mil de espectadores por apresentação, envolvendo pessoas dos diversos extratos sociais, econômicos, educacionais e culturais da população. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Montar uma grande estrutura cênica composta por palco, 5 mil cadeiras, som e luz de alta tecnologia, somada a uma equipe composta por 100 reconhecidos artistas profissionais do teatro e audiovisual baiano (dos quais 75 compoem o elenco) e mais cerca de 150 profissionais entre produtores, assistentes, cenotécnicos, técnicos de som, luz, efeitos especiais, "rappel", montadores, divulgadores, jornalistas, costureiras, camareiras, contrarregras, eletricistas, e muitos outros para fazer d’A Paixão de Cristo (2025) uma das maiores produções das artes-cênicas já realizadas na Bahia. Proporcionar com entrada franqueada ao público baiano em geral e turistas baianos, nacionais e internacionais), um grande projeto cultural através da encenação do épico A Paixão de Cristo no período de 10 a 14 de abril de 2025 no (Largo do) Farol da Barra, em Salvador, BA. Oferecer um produto "cultural de qualidade", baseado na excelência técnica e artística dos profissionais envolvidos, com acesso livre e gratuito, em um importante espaço urbano de Salvador, estimulando a participação não apenas dos cidadãos (das regiôes centrais) e turistas em geral mas também de espectadores oriundos da periferia e de cidades da região metropolitana, normalmente excluídos dos circuitos culturais. Realizar um evento voltado para a economia da cultura e para a autossustentabilidade profissional das artes cênicas Baianas, através do envolvimento de um número significativo dos seus artistas, técnicos, agentes culturais e empreendedores do campo do turismo. Concorrer para aproximar a linguagem e o fazer das artes cenicas e do teatro da vida cotidiana da população, ressaltando o sentido social da realização de atividades artísticas profissionais e de alto nível e a sua inserção no calendário cultural (religioso e cívico)da cidade. Concorrer para o reconhecimento das Artes profissionais como uma atividade útil e socialmente relevante para o desenvolvimento estrutural das sociedades. Reafirmar a importância ética, formadora e educativa da mensagem das artes em geral, e sobretudo as "artes do sagrado", na busca por uma cultura da paz, anti-racismo, tolerância, inteligência e sabedoria, além do seu relevante papel humanístico no contexto opressivo e embrutecedor das sociedades contemporâneas. Promover a tolerância e a convivência entre crenças e culturas, através do envolvimento de personalidades e instituições religiosas diversas, e do envolvimento fraterno de diferentes comunidades, reafirmando assim o caráter multicultural da sociedade baiana e brasileira. Concorrer, para a afirmação da diversidade das atividades arte-culturais populares na Bahia, através de um projeto que extrapola o estrito âmbito das festas populares tradicionais, como carnaval, São João, Reveillon etc. Realizar a AÇÃO SOLIDARIEDADE E CIDADANIA com base na arrecadação de alimentos em todas as apresentações do espetáculo A Paixão de Cristo a serem doados às Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) e outras instituições credenciadas. Realizar a AÇÃO de CONTRAPARTIDA SOCIAL, que através da Formação de Plateias que prevê (além de ampla divulgação nas mídias tradicionais e redes sociais) promover a distribuição direta de 150 mil folhetos-convites para os cinco dias de espetáculo prioritariamente entre a população de baixa renda e de periferia. Para tanto projeto A Paixão de Cristo consolidou, em sua trajetória de seis anos (de 2011 a 2016), sólidos vínculos de colaboração com de cerca de 300 instituições baianas, entre escolas da rede pública de ensino, universidades, grupos culturais (Olodum, Ilê Ayê, Cortejo Afro, Alerta Geral etc), Igrejas Católica, Protestante e Evangélica, Centros Espíritas, Terreiros de Candomblé, Grupos de Teatro Amador etc. Esses grupos atuam voluntariamente na divulgação e distribuição de folhetos-convite para suas comunidades. Pretendemos ainda estimular uma maior presença de jovens nos eventos promovidos.

Justificativa

O espetáculo A Paixão de Cristo (2025) pode e deve ser apoiado pela lei Rouanet (Lei nº 8313/91, conforme os incisos listados abaixo) pelos segintes motivos: 1) POR SER A REALIZAÇÃO DE UM PROJETO DE ARTE PÚBLICA: (Cf. Art. 1º, incisos: I, II,III, IV, VII, VIII e IX; Art 3º, inc. I.d, II.e, IV.a) Salvador possui todas as características necessárias, seja em termos geográficos, históricos, culturais ou econômicos, para a realização de grandes eventos públicos. Sobretudo por concentrar um significativo patrimônio nacional de manifestações tradicionais de rua (carnaval, cortejos, procissões, festas populares etc) a região de Salvador e entorno, asseguram uma grande adesão de todas as suas camadas sociais, à realização de eventos públicos de grande porte. Mas, apesar dessa vocação "natural", Salvador se ressente da inexistência em seu calendário cultural da realização de projetos efetivamente artísticos, a exemplo do que vemos ocorrer de forma marcante em outras metrópoles contemporâneas, ficando restrita, de uma maneira tímida e quase inexplicável, aos festejos tradicionais do carnaval e do São João além de inúmeros e discutíveis "shows" musicais, envolvendo celebridades midiáticas. Por isso a realização, de um grande evento (um "clássico") como A Paixão de Cristo, que ora propomos, pretende que as Artes transcendam o plano do entretenimento, para se configurar como uma força de agregação social, reafirmando valores como inclusão, cidadania, tolerância, paz e autoestima, entre os indivíduos de nossa sociedade. Acreditamos também, que ao articularmos a realização de um projeto culturalmente relevante (dadas as suas proporções e características) e inovador (por preencher um vazio cultural) talvez possamos produzir graduais desdobramentos nos planos do turismo cultural e da economia da cultura, beneficiando, portanto, setores mais amplos da sociedade. 2) PORQUE A CULTURA POPULAR BAIANA NÃO PODE SE LIMITAR AO CARNAVAL: (Cf. Art. 1º, III, IV, VII e VIII) No senso comum, a cultura baiana está associada ao carnaval ou a expressões carnavalizadas, geralmente ligadas à música e ao "entretenimento", como o São João e grandes "shows" de música popular (seja axé, pagode, pop rock ou MPB) apresentados por celebridades midiáticas. Um projeto como o nosso pretende realizar apresentações gratuitas e em espaços públicos, num registro "popular" (no sentido de grandeza e interesse) mas, visando um tipo de recepção não "carnavalizada", embora, nem por isso menos viva. Acreditamos que assim, nosso projeto pode concorrer para consolidar uma real percepção de diversidade cultural, ao mesmo tempo em que buscamos questionar a noções de que "o povo não gosta de cultura de qualidade" e de que não haveria mais um lugar/função para as artes "não-carnavalizadas"nas sociedades contemporâneas. 3) PORQUE FAZEMOS UM PROJETO QUE RESPEITA O PÚBLICO: (Cf. Art. 1º,I, II, V, VII, VIII e IX; Art. 3º. II, c, e) Difundiu-se entre nós uma noção de certo modo obscura de que "cultura popular" é algo tosco, realizado de uma maneira mal acabada, visando exclusivamente os aspectos lúdicos e a exaltação sensual do público. Em nosso projeto o acabamento cuidadoso, a qualidade da recepção, a valorização da estética, além da busca de excelência artística e profissionalismo, são pontos centrais. Mas estaremos atentos a itens como sinalização, iluminação, decoração, higiene, segurança, e conforto (com cadeiras reservadas para espectadores- grupos prioritários) além de vários outros elementos que possam conduzir a uma percepção distinta e a um sentido próprio do que significa efetivamente "popular". Pretendemos com tudo isso, criar condições mínimas para uma recepção adequada do fato estético; pretendemos reafirmar, também, que a recepção estética é acessível a todos sem distinção e acreditamos que dessa forma é que realmente se faz uma "cultura popular" contemporânea. 4) PORQUE A INOVAÇÃO DEVE SER INCENTIVADA: (Cf. Art 1º, II, IV, V, VII, IX ; Art 3º, II, c,e) Novo é o que não é previsível. Já disseram que a última novidade nas Artes ocorreu há mais de dois mil anos. As Artes modernas, (como apontaram Salvador Dali, Baudelaire, Antonin Artaud, Bertholt Brecht e tantos outros), estão muitas vezes impregnadas de um esteticismo estéril e de um academicismo autocentrado e ingênuo, o que resulta por romper seus laços fundamentais com o público (com o povo) e, portanto, com o seu sentido social. Paradoxalmente, A PAIXÃO DE CRISTO, nos termos propostos neste projeto, contém um elemento de singularidade no cenário cultural da Bahia: busca o espaço da polis e o respaldo da cultura local - é portanto, uma arte pública, e busca o reconhecimento popular através do profissionalismo, da qualidade artística, e do desejo fundamental de dialogar com esse público - aliás, com "todos os públicos", como se diz atualmente. Tudo isso faz d'A Paixão de Cristo um projeto singular, "inovador" e necessário no contexto sócio-cultural da Bahia dos nossos dias. 5) PORQUE VAMOS CONTAR COM UMA "ÁREA RESERVADA" E MONITORES: (Cf. Art 1º, I, II, III, VII, VIII, IX; Art 3º, IV.a) Nosso projeto tem como um dos seus fundamentos o estímulo à participação da maior quantidade e diversidade possível de espectadores, e nesse sentido priorizaremos o livre acesso de pessoas portadoras de deficiência, crianças (acompanhadas) e idosos, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício dos seus direitos culturais. Para tanto será reservada uma área especial nas primeiras fileiras, com 1000 cadeiras (do total de 5000), além de monitores responsáveis por orientar portadores de necessidades físicas e idosos, além do público em geral. Mas nada disso pretende limitar o número total de espectadores do evento, pois os espaços prentendidos podem comportar, com facilidade, três ou quatro vezes o público inicialmente previsto (de 10 mil espectadores por dia). Reiteramos que nosso projeto pretende tornar acessível a toda a população uma produção artística de nível profissional, voltada para a relevância, para a excelência e para os valores centrais das culturas e dos povos. Logo o nosso "capital cultural" (ou simbólico) é a presença de uma grande platéia, com muitos milhares de espectadores atentos, envolvidos e emocionados. Em função disso, em nosso processo de divulgação e chamada à população, utilizaremos além das mídias tradicionais, as redes sociais e todo o seu potencial de adesão e compartilhamento. Não obstante, (e como já dissemos) buscaremos restabelecer a colaboração de uma ampla rede (criada nas edições precedentes do projeto entre 2011 e 2016) composta por escolas das redes oficiais de ensino, universidades, igrejas, candomblés, templos evangélicos e centros espíritas e de umbanda, além de grandes grupos culturais como Olodum, Ilê Ayê, Cortejo Afro, grupos de teatro amador entre muitos outros. 6) PORQUE IREMOS AMENIZAR OS IMPACTOS AMBIENTAIS: (Cf. Art. 1º, V, VI, VII e VIII) Haverá coletores de lixo e posterior higienização dos locais ocupados pelas atividades do projeto.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

No campo cultural vigora um pre(con)ceito anacrônico e equivocado, que estabelece a divisão das criações artísticas em dois grupos: a arte popular e a arte erudita (ou culta). Segundo esse pensamento a "arte popular" seria tosca, primitiva, "naïf', folclórica, ingênua etc. Enquanto a "erudita" seria o produto de uma inteligência superior. São valores que se estabeleceram na idade média, mas que hoje não têm mais sentido algum. O projeto da produção na Semana Santa de 2025 do grande espetáculo A Paixão de Cristo em continuidade às seis temporadas realizadas entre 2011 e 2016, vai na contramão de tudo isso. Trata-se como vimos da grande produção teatral da Bahia, implicando em uma montagem complexa que articula elementos de alta tecnologia (na luz digital e no som com microfones sem fio) a antigos e clássicos efeitos espetaculares e da tradição circense, como o uso de rapel para as cenas de “Deus ex machina”, acrobacias, alçapões, pirotecnia, magia etc. O espetáculo deve ser encenado em um amplo palco (de cerca de 18 X 20 m X 10mh) montado em praça pública, a cerca de 120 cm do chão, com declive (sendo a frente "baixa" e o fundo "alto") e iluminação cênica (moving-lights, par-led, canhões seguidores, máquinas de fumaça, ribalta etc) capaz de produzir efeitos e cores condizentes com uma estética contemporânea e compatível com grandes shows e espetáculos musicais. A cenografia (com cortinas, “pernas”, bambolinas e reguladores em tecido de juta ou linhão cor bege-caqui) deve representar um misto de tenda árabe e palácio da Antiguidade com 4 grandes colunas e alguns degraus ao fundo. As cenas clássicas do enredo serão marcadas pela entrada e saída de grandes elementos cênicos como a manjedoura, uma piscina (com água real) de 4 X 2m para representar o Rio Jordão onde Jesus é batizado; um grande tecido, cobrindo todo o palco, manipulado e ondulante é cruzado por um barco (3m) para representar o Mar da Galileia, na cena em que Jesus caminha sobre as águas; além desses, outros elementos como tabuleiros e balaios, tronos, estandartes romanos e hebreus, cruzes, grande fogueira, tochas, piras e a grande mesa da “última ceia” marcam e caracterizam a identidade cênica de cada episódio. O rapel (técnica de montanhismo) é utilizado para as cenas aéreas (Deus ex machina) do Anúncio do Anjo Gabriel à Virgem Maria, para a sustentação da cruz principal e para a cena (final) da Ressureição e Ascenção do Senhor. Geralmente viabilizamos a tradicional presença em cena de animais como o jumento para a fuga da Sagrada Família para o Egito e para a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Além desses, dois cachorros e dois bodes marcam presença na cena dos mercadores do Templo. Usamos ainda muitos efeitos especiais de pirotecnia e ilusionismo para acentuar a natureza mágica (ou divina) do protagonista, além de velhas técnicas circenses como na cena da ressureição de Lázaro – que “levita” antes de reviver. O elenco é composto por 25 atores 'principais' recrutados entre os melhores e mais experientes atores baianos; 15 atores coadjuvantes, 20 bailarinos profissionais e 15 crianças e pré-adolescentes, num total de 75 intérpretes. A equipe técnica é igualmente qualificada e numerosa envolvendo a atuação direta de cerca de 100 profissionais entre maquinistas, montadores, contrarregras, técnicos de som e luz, operadores, sonoplastas, camareiros, figurinistas, cenotécnicos, mágico, etc. Usamos dois sistemas independentes de sonorização, sendo um para os microfones sem fio do elenco principal (e para a captação do “ambiente” - os figurantes em cena) e outro para a trilha sonora. O espaço do “teatro na rua” deverá conter ainda um “backstage” (área técnica) com camarins, espelhos, araras (para os figurinos) e sanitários químicos para os membros da equipe - quase 200: atores, diretores, técnicos, seguranças, produtores etc - em área totalmente isolada da visão do público e que permita todas as manobras, maquiagem, trucagens e trocas de roupa que forem necessárias. A plateia deve ser formada por 5000 cadeiras (alinhadas e com corredores de segurança) em área cercada por gradis, sendo dada prioridade a idosos, crianças e portadores de deficiência em geral. Como sempre pedimos (não é obrigatória) a doação de 2kg de alimento não perecível que são destinados às Obras Sociais Irmã Dulce. O conjunto dessas singularidades técnicas e artísticas em articulação com um intenso processo de “formação de plateias” faz do projeto teatral d’A Paixão de Cristo um empreendimento historicamente relevante no contexto cultural e social da Bahia. Nosso espetáculo/projeto não faz proselitismo religioso de nenhuma espécie e nem prega a intolerância. Referimo-nos aqui a pregações ou propaganda de igrejas, entidades ou personalidades religiosas. Acreditamos que nem o proselitismo nem o sectarismo seriam aceitáveis no âmbito dos patrocínios culturais incentivados. Como já dissemos, em termos de teatro, A Paixão de Cristo é a única expressão de Teatro Clássico ainda viva no Ocidente. vale dizer que é a expressão cultural e artística mais popular e tradicional da espécie humana, sendo encenada anualmente em praticamente todos os países importantes do mundo (Itália, França, Espanha, Alemanha, EUA etc) ininterruptamente há mais de mil anos. Por isso desenvolvemos um conceito de Teatro Popular Contemporâneo que se aproxima (enquanto conceito de "arte popular") da tragédia clássica, das grandes encenações medievais, da ópera italiana, do teatro de rua, das escolas de samba do Rio e do Boi Bumbá de Parintins. Todo o projeto é voltado para a realização de um "grande" espetáculo teatral, vivo e emocionante que "conte a história de Jesus Cristo, de uma linguagem cênica compreensível, bela e poética. Para tanto nos apoiamos em uma estrutura técnica e tecnológica (palco, som e luz) de alta qualidade e em uma estética teatral de grandes efeitos (cenografia, figurinos, balés etc) e uma estrutura confortável e acolhedora (com uma quantidade significativa de cadeiras), gradis, receptivo etc. Esses são as especificações técnicas do nosso projeto-conceito que designamos como Teatro Popular Contemporâneo.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: LOCALIZAÇÃO HISTÓRICA: Sob qualquer critério , a localização física (ou o "espaço") é um elemento fundamental para um espetáculo de teatro (ou qualquer evento artístco) que pretenda ser popular ou democrático. Por isso, pretendemos que o nosso projeto seja realizado em uma praça pública que seja também um local significativo da geografia urbana. Os locais pretendidos para 2025 são 1ª opção, o Farol da Barra, 2ª, a Praça Caramurú (Rio Vermelho) e 3ª) o Terreiro de Jesus (Largo do Pelourinho). São locais emblemáticos da cultura baiana, centrais e de fácil acesso ao público. São espaços tradicionais que já abrigavam no início do Séc. XVI, os povoamentos originais antes da fundação de Salvador. São cenários de um pôr do sol cantado, encantado e aplaudido e, que ainda é, diariamente, envolvido por uma brisa mágica antes do cair da noite. (HORÁRIO ADEQUADO): É nessa hora (a hora do Angelus) e nessa atmosfera, que às 18:30h, propomos que tenha início o nosso espetáculo. Tudo isso que aparenta ser digressivo, é, de fato, coerente com os objetivos do nosso projeto que pretende envolver e sensibilizar uma grande plateia, formada não só por estudantes da rede pública de ensino, mas principalmente pela populaão de baixa-renda/escolaridade, i.e. gente de todo o horizonte de diversidade do tecido social baiano, brasileiro e internacional. VIABILIDADE: Além de tradicionais, belos e espaçosos os locais referidos são confluência de grandes vias urbanas e área de privilegiada geografia cuja frequência integra os habitos culturais tanto da população como dos visitantes da cidade (já que nosso evento está previsto para ocorrer nos feriados da semana santa). Trata-se, portanto, de áreas bem servidas por transportes públicos, dotadas de calçadas sem desnível com a rua, e/ou com rampas para cadeirantes, além de guias para deficientes visuais. Esta localização (convidadtiva e inclusiva) é um dos importantes fatores de acessibilidade do nosso projeto e toca a todo o público pretendido. ESTRUTURA ADEQUADA À RECEPÇÃO: Por ter na "acessibilidade" um dos seus principais fundamentos, nosso projeto pretende instalar uma grande estrutura - um teatro a céu aberto - composta de um palco (de 18 X20mX12h como fizemos na edição de 2015) inclinado para permitir uma boa visualização da cena, dotado de equipamentos de som (com microfones sem-fio) e equipamento luminotécnico digital e de alta qualidade, além de 5000 cadeiras (com 1000 cadeiras reservadas para idosos e deficientes) e banheiros químicos, não so para receber, mas paraacolher, o público d’A Paixão de Cristo. Como referido, não haverá venda de ingressos e, todos poderão ter acesso ao espetáculo; por isso, todo o teatro (i.e. o conjunto palco/camarins/area técnica/plateia) será cercado por gradís e tanto idosos como portadores de deficiência terão acesso prioritário às 1000 cadeiras reservadas da plateia do espetáculo. ÁREA RESERVADA E MONITORES: No caso do atendimento de idosos, crianças acompanhadas e portadores de deficiência, serão disponibilizados - nos termos do art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006 e na Instrução Normativa nº01/2017 - uma área reservada e frontal, com 1000 cadeiras, além de uma equipe de monitores responsáveis por orientar tanto os portadores de necessidades físicas e idosos como o público em geral. Para os espectadores deficientes auditivos haverá uma área específica com versão em LIBRAS. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: A Bíblia é o livro mais lido do mundo. Por isso, o enredo da "Vida, Paixâo e Morte de Jesus, o Cristo" pode ser considerada a história mais presente (nos últimos dois mil anos) e conhecida entre todas os povos da Terra. Também a encenação d'A Paixão de Cristo (que conta com cerca de mil anos) é o evento mais tradicional das artes cênicas mundiais Pelo tema mítico, pela gratuidade, pela localização, pelo profissionalismo, pela proposta de um espetáculo clássico, épico e popular, o projeto A Paixão de Cristo coloca a Bahia entre os importantes núcleos de realização cênica do Brasil. Realizado desde 2011 o conteúdo desse espetáculo É ACESSÍVEL todos os tipos de público, desde as classes de baixa renda e pouco (ou nenhum) hábito cultural até as plateias mais sofisticadas e afeitas ao contato com as artes cênicas contemporâneas. LIBRAS: contaremos com uma área específica para deficientes auditivos com tradução em Libras. DISTRIBUIÇÃO DE FOLHETOS-CONVITES: Pretendemos fazer a distribuição de 150 mil folhetos-convites para estudantes da rede oficial de ensino e priorizando comunidades de baixa renda, como já fazemos há mais de 25 anos. A ação de Formação de Plateias do projeto A Paixão de Cristo envolverá ainda (como nas seis edições precedentes) o apoio da Arquidiocese de Salvador, dos principais Terreiros de Candomblé, de Igrejas Batistas, da Federação Espírita, da Federação Baiana de Teatro Amador, de Blocos Afro (como o Olodum e o Ilê Ayê) grupos culturais como o UNISAMBA, além de outras grandes instituições religiosas e culturais que habitualmente organizam caravanas oriundas dos subúrbios de Salvados e de várias cidades do interior do estado. Tudo isso está em conformidade com os benefícios sociais das Leis de Incentivo Fiscal. É a partir dessas ações que A Paixão de Cristo tem obtido uma média de público de 10 mil espectadores por dia de apresentação, atingindo o expressivo total de 50 mil espectadores por ano. Em função disso esse será o publico-alvo para a edição 2025. VISIBILIDADE NO IMAGINÁRIO: Por se tratar de um projeto de cultura popular, faremos uma campanha de divulgação, através dos tradicionais veículos de comunicação e das redes sociais, voltada para o público em geral e para os turistas no gozo dos feriados da "Semana Santa". aseada nas noções de função e utilidade social do teatro, de que arte e cultura ditas “de qualidade” podem agradar ao grande público e que é relevante a promoção de projetos distantes da carnavalização típica das nossas tradições populares.

Democratização do acesso

A Paixão de Cristo (2025) é um projeto de teatro profissional, popular e contemporâneo e uma produção de "teatro na rua" em que nâo haverá cobrança de ingresso nas cinco apresentações previstas. Nessa condição é um espetáculo inteiramente DEMOCRÁTICO. Todos os presentes terão acesso ao espetáculo. Entre as formas de DIFUSÃO do projeto, destacamos : 1) DISTRIBUIÇÃO DE FOLHETOS-CONVITES: Pretendemos fazer a distribuição de 150 mil folhetos-convites para estudantes da rede oficial de ensino e priorizando comunidades de baixa renda, como já fazemos há mais de 25 anos. A ação de Formação de Plateias do projeto A Paixão de Cristo envolverá ainda (como nas seis edições precedentes) o apoio da Arquidiocese de Salvador, dos principais Terreiros de Candomblé, de Igrejas Batistas, da Federação Espírita, da Federação Baiana de Teatro Amador, de Blocos Afro (como o Olodum e o Ilê Ayê) grupos culturais como o UNISAMBA, além de outras grandes instituições religiosas e culturais que habitualmente organizam caravanas oriundas dos subúrbios de Salvados e de várias cidades do interior do estado. Tudo isso está em conformidade com os benefícios sociais das Leis de Incentivo Fiscal. É a partir dessas ações que A Paixão de Cristo tem obtido uma média de público de 10 mil espectadores por dia de apresentação, atingindo o expressivo total de 50 mil espectadores por ano. Em função disso esse será o publico-alvo para a edição 2025. 2) INTERESSE PÚBLICO: Pelo tema de interesse público, pela gratuidade, pelo profissionalismo, pela proposta de um espetáculo clássico, épico e popular o projeto A Paixão de Cristo coloca a Bahia entre os importantes núcleos de realização cênica do Brasil. Realizado desde 2011 este espetáculo mobiliza todos os tipos de público desde as classes de baixa renda e pouco (ou nenhum) hábito cultural até as plateias mais sofisticadas e afeitas ao contato com as artes cênicas contemporâneas. público e que é relevante a promoção de projetos distantes da carnavalização típica das nossas tradições populares. 3) PÚBLICO-ALVO: 50 mil espectadores nas 5 apresentações previstas na temporada. Teatro é uma arte presencial - "a arte do encontro" como disse um Mestre. Esse é a meta básica (o piso) do processo de difusão cultural do nosso projeto. Pretendemos obter plateias ainda maiores do que essa, embora saibamos que poucos eventos DE TEATRO no Brasil (e mesmo em escala internacional) conseguem mobilizar sse volume de público.

Ficha técnica

TODOS OS PARTICIPANTES D'A PAIXÃO DE CRISTO SÃO EXPERIENTES E RECONHECIDOS PROFISSIONAIS DE EXCELÊNCIA DA BAHIA: PRODUTOR EXECUTIVO - RAIMUNDO SANTOS: PROPONENTE: ”INSTITUTO RÖERICH DA PAZ E CULTURA DO BRASIL”, (roerich.org.br) fundado em 09/10/1999 é uma OSCIP, sem fins lucrativos e com natureza educacional, cultural e filantrópica. Em 25 anos de existência, tem trabalhado em parceria com instituições significativas, como UFBA, Saltur, Secults da PMS e Estado e o Ministério da Cultura. Acreditamos na importância de uma educação integral envolvendo artes, valores, ética e estética, na busca de uma cultura não apenas existencial mas essencial, voltada para a construção mundial de uma Cultura da PAZ. OBS: realizou três edições d'A Paixão de Cristo - 2014,1015 e 2016. ALGUNS PROJETOS: Projeto Plataforma (2000) Patrocínio - Petrobrás. Núcleos de Mosaico, Marcenaria e Mediação Cultural desenvolvem técnicas e materiais variados para o aperfeiçoamento profissional, com vistas à formação de uma Cooperativa de Artesanato. Educação para Mídias e Artes (2001) Patrocínio - UFBA Projeto premiado em 2004 pelo progr. Arte na Escola Cidadã em SP; b) participou da IV Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes no Rio; c) representou a Bahia em 2003-04 na mostra Geração Futura no Rio; e) selecionados nacional para a Bienal do Recôncavo. Intercâmbio Cultural “Brasil: Muitas Raízes, um Legado de Paz” (2011) Patrocínio - Ministério da Cultura De 8 a 15/10 no Estado de Himachal-Pradesh, nos Himalaias, India, participou da 8ª Edição do Festival da Celebração International do Roerich Memorial Trust. OUTRAS ATIVIDADES: 1. Ciclo de Estudos Röerich para a Cultura da Paz: Cultura e Paz na visão de Nicholas Roerich/Uma nova perspectiva para a educação/Patrimônio Cultural – As Ecovilas por uma cultura de paz. 2. Projeto Aldeia Bahia (2010) Com a Prefeitura Municipal de salvador 3. Celebração da Semana Mundial do Desarmamento e da Paz (2010) 4. Encontros de Outubro (2011): Uma Visão sobre Cultura e Paz/Arte e Cultura na Educação/Dia Internacional de Nicholas Roerich - Tambores da Paz 5. Grande Espetáculo Teatral A PAIXÃO DE CRISTO (2014/2015/2016) Com a Prefeitura Municipal de Salvador 6. Dia Nacional do Samba (2016/2017) Com a Câmara Municipal de Salvador 7. Salvador – Cidade Criativa (2018) Com o Instituto Pensar e a Sec. Est. de Culturam8. SEMELHANTES - Exposição Virtual (2019) Com o IPAC/Secretaria Estadual da Cultura DIRETOR GERAL/DRAMATURGO - PAULO DOURADO. Doutor em Literatura e Cultura pela UFBA, possui 50 anos de atividade artística profissional regular na Bahia (tendo dirigido ainda produções em São Paulo, Roma(IT), Liverpool (UK) e Holstebrö(DEN) e trabalhado como roteirista, adaptador, iluminador, cenógrafo, autor, diretor musical, arte-educador, teórico e produtor de centenas de espetáculos cênicos, audiovisuais e eventos. Ex: Ópera Sinfonica Lídia de Oxum e o Proj. Teatro Popular Contemporaneo (desde 1992 - 14 produções/espaços a céu aberto) como Rei Brasil - Uma Ópera Popular (400 integrantes), A Conspiração dos Alfaiates, Canudos - A Guerra do Sem-Fim, 2 de Julho - A Ópera da Independência e A PAIXÃO DE CRISTO (de 2011-2016) além de espetáculos profissionais (de sala/bilheteria) como Los Catedrasticos (12 anos em cartaz) e outros. Foi Diretor da Esc. de Música e Artes Cênicas e da Esc. de Teatro da UFBA, onde foi também Assessor do Reitor, Coordenador Cultural, criador e Diretor da Tv UFBA. Criou e dirigiu a PASSEATA DRAMÁTICA e o "Movimento Viva o Teatro" - uma manifestação do tipo cortejo, unindo toda a categoria - atores, dançarinos, dirtores, coreógrafos, técnicos da cena, produtores, circenses, modelos, transformistas etc - em um total de c. de 1000 participantes. Também criou o Canal Nós Transatlânticos (disponível no Youtube) com c. de 1 milhâo de acessos. DIRETORA TÉCNICA - IRMA VIDAL. Iluminadora premiada (2 Premios Molière) e ditretora técnica do Teatro Castro Alves, do Balé Teatro Castro Alves e da Concha Acústica desde 1995. Atua como Diretora Técnica d'A Paixão de Cristo desde 2011. DIREÇÃO DE PRODUÇÃO - ELIANA PEDROSO. Coreógrafa Profissional, Professora, Bailarina do Balé Teatro Castro Alves, Gestora Pública Produtora e Empresária de excelência com mais de 40 anos de experiência (inclusive internacional). Integrou como Produtora e Intérprete vários espetáculos do Proj. de Teatro Popular Contemporâneo desde 1992. DIREÇÃO DE ATORES - MARCELO FLORES. Diretor, Ator de teatro filmes, novelas e séries (Globo, Netflix etc) é ainda destacado professor de Interpretação na Bahia. Bacharel em Artes Cênicas/UFBA. Integrante e fundador da Cia de Teatro OS ARGONAUTAS. ENGENHARIA DE SOM - VAVÁ FURQUIM: Atua desde 1974. Foi técnico do áudio do Teatro Castro Alves e técnico de PA dos cantores Gilberto Gil, Alceu Valença, Djavan, Caetano Veloso e Daniela Mercury. ILUMINAÇÃO - LUCIANO REIS. Iluminador profissional e empresário com mais de 20 anos em grandes espetáculos de teatro, música, dança e eventos. Atua como iluminador d'A Paixão de Cristo desde 2011. DIREÇÃO MUSICAL - PAULO CUNHA: Diretor, Cenógrafo e Professor da Escola de Teatro da UFBA (desde 1993) atuando tanto no ensino da Direção Teatral assim como no da Interpretação Teatral. Participa d'A Paixão de cristo desde 2011. EFEITOS ESPECIAIS - FRITZ GUTTMANN: Com Doutorado em Artes Cênicas na UFBA, é Professor do Inst. de Física para Campos e Partículas Carregadas e Física Médica. Cria, profissionalmente efeitos-especiais, cenografia para teatro e cinema. Participa do Proj. de Teatro Popular Contemporâneo desde 1992. ALGUNS ATORES (De um total de 75 intérpretes): JACKSON COSTA (Jesus Cristo) é ator e diretor, trabalhou em minisséries e novelas como “Pedra sobre Pedra”, “Renascer” e "Tocaia Grande". Interpretou “Deus” na peça “Vixe, Maria! Deus e o Diabo na Bahia!” e dirigiu a peça “Nem Louco nem tão pouco”. Atuou em "A Pedra do Reino" e "O Dono do Mar", do livro do senador José Sarney. Fez as novela "Duas Caras" e em 2009 de "Paraíso" - Rede Globo. Evelin Buschaegger (Maria - NARRADORA): Graduada em teatro pela UFBA, conta com uma vasta carreira de atuações em cinema, Tv e no cenário teatral baiano, tendo trabalhado com diretores como Harildo Deda, Deolindo Checcucci, Luiz Marfuz, Carmen Paternostro e Paulo Dourado. Amós Heber: (SATANÁS) Ator, cantor e escritor, Bacharel em Artes Cênicas – Interpretação Teatral pela UFBA. Participou de todas as edições deste projeto. Marcelo Praddo (PILATOS):Formado em Interpretação Teatral pela UFBA possui ampla experiência nas artes cênicas com os principais diretores teatrais de Salvador. É também como diretor, roteirista, apresentador e ator de TV, roteirista para teatro e vídeo. Antônio Fábio: (PEDRO): Diretor e ator desde 1990, paticipou de dezenas de filmes, séries, novelas de Tv e espetáculos de teatro. Luiza Proserpio (SALOMÉ): Em cinema: em “Quincas Berro D’Água” e “Coleção Invisível”, em TV: "Destino" da HBO e da novela "Velho Chico" da Globo. Em teatro, atuou com importantes diretores e Recebeu premios. Fez Escola de Teatro da UFBA, Piccolo Teatro de Milão e do GITIS Moscou. Hamilton Lima: (HERODES): Fez A Incelênça e Cartas de Amor de LordByron . Indicado a melhor Direção de Arte no 4º Festival do Paraná de Cinema Brasileiro Latino, Doido Lelé Melhor Direção de Arte no 1º Festival de Jericoacoara - Cinema Digital. Fafá Menezes (MADALENA): cursou a Escola de Dança da UFBA, participando de diversos espetáculos de Dança–Teatro. A partir de 1992 tem-se dedicado exclusivamente ao teatro. Bira Freitas (FARISEU): Ator, com experiência em teatro, cinema e tv. Participação em três edições do Festival de Teatro Anísio Teixeira - Dirigindo montagens teatrais com participação de alunos da Colégio Estadual Noêmia Rego. Morgana Dávila (MARIA IRMÃ DE LÁZARO): Museóloga, Atriz e Cantora, apresentadora e agitadora cultural com carreira de mais de vinte anos de trabalhos no Cinema, Teatro, Comerciais de TV e Rádio.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.