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O projeto consiste emcirculação do espetáculo infanto-juvenil Ádil e os Leões e oficinas de teatro de animação. A cada apresentação serão distribuídos programas da peça com bonecos de silhueta a serem recortados e montados pelo público em casa. O texto é uma adaptação de uma história oral árabe que fala de medo e coragem, contando as peripécias de um príncipe que resolve fugir de sua terra natal com medo de enfrentar o leão da caverna. O espetáculo conta com duas atrizes em cena, um pequeno palco de madeira onde a história é contada com bonecos de silhueta e cenários que se modificam a partir de uma manivela analógica.
O Príncipe Adil chegou na idade de passar por uma prova e provar sua coragem, como o fizeram todos os seus ancestrais: enfrentar o leão da caverna. Com MEDO, ele foge do reino e percorre uma longa trajetória de aventuras, sempre se deparando com um novo Leão. Percebendo que não tem como fugir, decide finalmente enfrentar o leão de seu reino. Assim, ele passa no teste e se torna um príncipe completo, de coragem e força. "Ádil e os Leões" é uma das histórias cuidadosamente selecionadas por Cristiana Lacerda, atriz, diretora e contadora de histórias há quase 40 anos. Utilizando a técnica de bonecos de silhueta e sombra, a história é contada por duas atrizes em um mini- palco que nos transporta para um universo mágico. Em cena, as atrizes utilizam instrumentos para fazer a sonoplastia do espetáculo, além de algumas canções performadas na sanfona e no violão. Um trabalho artesanal, onde cada elemento é pensado para que essa "viagem" seja surpreendente . Para tornar o projeto ainda mais especial, trazemos a antiga técnica chinesa Jinshinjyutsu, ensinando às crianças uma ferramenta simples para harmonizar a energia do corpo e lidar com o medo.
O objetivo geral da proposta é circular com o espetáculo Ádil e os Leões, atingindo o maior número de crianças e jovens, através de 18 apresentações com intérprete de Libras, e difundir a arte do teatro de animação a partir de 3 oficinas com foco em educadores. Os objetivos específicos são: Realizar uma temporada de um mês (8 apresentações) de Ádil e os Leões no Rio de Janeiro; Realizar uma temporada de um mês (8 apresentações) de Ádil e os Leões em São Paulo;Realizar 2 apresentações de Ádil e os Leões em Belo Horizonte;Distribuir 1.000 programas da peça na temporada do Rio de Janeiro;Distribuir 1.000 programas da peça na temporada de São Paulo;Distribuir 300 programas da peça nas apresentações de Belo Horizonte;Realizar 3 oficinas de teatro de animação de 4 horas de duração cada, voltada para educadores, artistas e interessados em geral, uma em cada cidade.
O projeto se aplica nos incisos I, III, V, VII, VIII e IX, conforme demonstrado abaixo. Através da Lei de incentivo à cultura, realizaremos 18 apresentações do nosso espetáculo, fomentando o teatro de bonecos para o público infanto-juvenil das três cidades onde pretendemos circular. Todas as apresentações serão gratuitas ou a preços populares. Desta forma, o Pronac estará cumprindo sua finalidade de apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, visto que este é um espetáculo desenvolvido pela artista, atriz, manipuladora e diretora Cristiana Lacerda, com quase 40 anos de atuação na cultura do Rio de Janeiro. O espetáculo utiliza uma mistura de linguagens do teatro de bonecos, com referências à musicalidade brasileira e oriental, através de instrumentos tocados ao vivo e da trilha sonora criada pelos diretores musicais Pedro Carneiro (produtor musical e compositor carioca) e Bruno Danton (multi instrumentista professor da escola de música de Manguinhos, compositor e arranjador). Por se tratar de uma história da tradição oral oriental, também estaremos desenvolvendo o respeito aos valores culturais de outros povos. A proposta é manter viva esta antiga arte de contar histórias, um bem cultural de valor universal. O projeto contribui para a formação de plateia no teatro de bonecos, que passa a conhecer mais esta linguagem, podendo inclusive mexer nos bonecos no final e fazer seus próprios bonecos em casa, visto que o programa da peça conta com uma página de personagens a serem recortados e montados em casa. Nosso produto cultural, apesar de se inspirar em uma história oriental, é brasileiro, desenvolvido no Rio de Janeiro por equipe brasileira. Os bonecos, cenários e palco foram feitos à mão pela idealizadora e criadora Cristiana Lacerda. Em cena, Cristiana e sua filha Júlia Sarraf, em sua estreia como atriz, atuam ora como personagens ora como manipuladoras dos bonecos, em uma coreografia harmônica. Os figurinos foram desenvolvidos por Bruma Nattrodt, que realiza figurinos para diversos espetáculos e escolas de samba. A luz foi criada por José Geraldo Furtado, iluminador contratado do curso de dança da UFRJ e professor de iluminação da faculdade de dança Angel Vianna. A produção é de Aninha Barros, paulista que atua entre Rio e São Paulo na produção de espetáculos de teatro, dança e diversos projetos culturais. Quanto aos objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, cumprimos dois deles: 1. o fomento à produção cultural e artística, mediante realização de espetáculos de artes cênicas, e 2. o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Distribuiremos uma parcela dos ingressos de forma gratuita para instituições, ONGs de formação de plateia e pessoas em situação de vulnerabilidade.
Será distribuido programas da peça com bonecos de papel para tecortar e fazer um teatrinho (modelo em anexo)
Acessibilidade FÍSICA: As apresentações acontecerão em teatros com facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas) Acessibilidade de CONTEÚDO: Todas as apresentações terão intérprete de Libras. Caso sinalizado na inscrição da oficina uma pessoa interessada que tenha alguma necessidade específica, teremos um profissional facilitador. Ainda em relação à acessibilidade de conteúdo, o texto do espetáculo inclui descrições de locais onde as cenas acontecem, dos personagens e das atrizes em si, o que torna o espetáculo acessível a pessoas com deficiência visual.
Todas as apresentações serão gratuitas ou a preços populares e em cada local convidaremos alunos da rede pública, oferecendo gratuidade em 10% dos ingressos da capacidade do local. Ofereceremos 3 oficinas gratuitas, sendo uma em cada cidade onde acontecerá o projeto. As oficinas serão coordenadas por Cristiana Lacerda e voltadas para educadores, artistas e interessados no teatro de animação.
Cristiana Lacerda é a idealizadora do projeto. Ela também é atriz, diretora, cenógrafa e foi quem fez o mini palco, os bonecos e os cenários, todos à mão. Em relação às oficinas, ela será a coordenadora e irá acompanhar sua preparação. Durante os ensaios, Cristiana está engajada na atividade de direção e atuação, tendo como braço direito Fernando Sant'Anna, que faz a assistência de direção. Cristiana Lacerda - Diretora, atriz, cenógrafa. Atriz, diretora e contadora de histórias especializada em bonecos há 40 anos. Atuou na peça "História Encontra Ponto", que ganhou os prêmios Molière e Mambembe em 1987. Em 1996 criou o grupo "Os Trovadores" com o qual montou 5 espetáculos que circularam em escolas e teatros do Rio de Janeiro. Em 1988 criou a cia. Papa Vento Teatro de Bonecos, que existe até hoje e encanta crianças e adultos. Em 2022 estreou Ádil e os Leões em Petrópolis, com o edital Retomada Cultural 2, que também realizou temporada em 2023, no teatro Glaucio Gill.Júlia Sarraf - Atriz. Formada em comunicação social pela Puc, é produtora cultural e manipuladora de bonecos, trabalha na cia Papa Vento há mais de 15 anos, onde também coordena projetos culturais e educativos. Em 2015 participou do projeto "O Rio de João", realizando teatro lambe-lambe pela cidade do Rio de Janeiro com contos de João do Rio, com a cia Pequod. Em 2021 cursou o ONÃ - Infâncias e Relações Étnico-raciais. Em 2022 estreou como atriz em Ádil e os Leões em Petrópolis, com o edital Retomada Cultural 2, que também realizou temporada em 2023, no teatro Glaucio Gill. Pedro Dias Carneiro - Direção Musical. Produtor musical e compositor do Rio de Janeiro. Hoje produz, grava e toca com jovens compositores de canção e de música instrumental como Cícero, Matheus Torreão, Ana Frango Elétrico, Thiago Amud, Luiza Brina, Negro Leo, Ilessi, Cesar Lacerda, Juliana Perdigão, Aline Gonçalves, Carol D'Ávila entre outros grandes talentos da nossa nova música. Já lançou 3 discos com a alcunha de Vovô Bebê e outros com suas bandas Dos Cafundós, Sonto e Boreal. Bruno Danton - Direção Musical. Instrumentista, compositor, produtor musical, arranjador e professor de música com mestrado na UFRJ em Educação Musical. Como arranjador e produtor musical assina discos como: Do Princípio da Incerteza (Pedro Lima), 4 Moinhos (Duda), Ithaca (Ithaca), O Choro e a Praça (Pixin Bodega), Manual Prático da Malandragem Vol.2 (Pevirguladez), Escurecendo os fatos (Magoo Campos), Um trago de Bourbon (Eduardo Mok), Pega a visão, Dona e Somos Rainhas (singles da rapper Helen Nzinga). Como professor de música, atua na Escola de Música de Manguinhos desde 2009 e como orientador do grupo Música na Calçada, projetos sociais da Redeccap em parceira com a Fiocruz e a UFRJ. Como compositor, além de fazer parte das composições dos 5 discos da banda El Efecto, assina a trilha sonora do documentário Vitória, das peças Uma manhã de sol, Encruzilhada Feminina e O Menino Omolu. Fernando Sant'Anna - Diretor Assistente. Formado em educação artística e pintura, se iniciou no teatro de bonecos em 1983. Teve bolsas para os cursos “As Relações do Ator com a Forma Animada”, ministrado por Phillip Genty; e “Dramaturgia para Teatro de Bonecos”, por Margareta Niculescu, Juan Baixas e Henryk Jurkowski. Foi presidente da ABTB, Associação Brasileira de Teatro de Bonecos, filiada à UNIMA- Union Internationale de la Marionnette. Trabalhou, ao todo, em 40 peças teatrais, alternando entre as funções de ator, manipulador, cenógrafo e confecção de bonecos. Desde 1999 vem trabalhando com o artista plástico Tunga como assistente e produtor executivo, na confecção e montagem das peças. Hoje é quem coordena a montagem e manutenção do acervo. Destaque-se, entre diversas obras e montagens de exposições de que participou: "A la Lumiere des deux mondes: une installation sous le pyramide", execução e montagem no Musée du Louvre, em Paris, entre outras em museus e galerias de São Paulo, Nova York, Londres e Paris. José Geraldo Furtado - Desenho de Luz. Atua como iluminador e artista visual. Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da EBA-UFRJ em 2014; Graduado pela Escola de Belas Artes da UFRJ de 1991-1994. Trabalha como iluminador desde 1984, realizando projetos na área de vídeo, exposições, música, dança, ópera e teatro. Iluminador contratado do Curso de Dança da UFRJ desde 1992; Professor de Iluminação da Faculdade de Dança Angel Vianna, desde 2002; Recebeu os Prêmios `RioDança` 1998 e 2000 na categoria Iluminação. Bruma Nattrodt - Figurinos. Bacharel em Artes Visuais com habilitação em figurino e indumentária pelo Senai Cetiqt, conta com experiência na criação e produção de figurino para teatro, circo, dança e carnaval. Sua trajetória inclui várias participações nesse campo desde 2014, com destaques notáveis para colaborações junto à Espetacular! Produções e Artes, atuando em espetáculos como "Bibi: uma vida em musical", "A cor púrpura - O musical", bem como na Comissão de Frente da Beija-Flor nos anos 2015, 2016 e 2017, e mais recentemente em "Bettlejuice - O musical". Além disso, teve o privilégio de trabalhar com figurinistas renomados em projetos marcantes, incluindo os musicais "Merlin e Arthur, um sonho de liberdade - ao som de Raul Seixas" e "Meu destino é ser star, ao som de Lulu Santos". Uma conquista de destaque foi sua contribuição internacional na Cerimônia de inauguração do estádio de Al Wakrah e na Amir Cup Final no Qatar em 2019. Aninha Barros - Produção. Desenvolveu a maior parte de sua carreira na cidade de São Paulo, onde produziu espetáculos como "Mulheres que bebem vodka”, escrito por Hugo Rascón Banda, dirigido por Ligia Cortez; e “Palhaços”, escrito por Timonchenko Webhi e dirigido por Gabriel Carmona. Foi produtora e administradora da companhia teatral As Graças, com a qual trabalhou em diversos espetáculos como diretora de produção, incluindo o espetáculo “Marias da Luz”, em 2012, circulando pelo Brasil com patrocínio da Petrobras. Em 2018, produziu o espetáculo “As 1001 noites” do grupo TVNI com direção de Leandro Romano, patrocinado pela Oi Futuro, levando o mesmo para SP em 2019 com temporada no SESC Paulista. Em 2020, para o SESC ao vivo produziu o monólogo “Outras Palavras” dirigido por Elias Andreato com Walderez de Barros.
PROJETO ARQUIVADO.