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PRONAC 245589Apresentou prestação de contasMecenato

Plano Anual de Atividades do IAE 2025

INSTITUTO ARTE NA ESCOLA
Solicitado
R$ 3,61 mi
Aprovado
R$ 3,19 mi
Captado
R$ 757,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (6)
CNPJ/CPFNomeDataValor
06020318000110VOLKSWAGEN TRUCK & BUS INDUSTRIA E COMERCIO DE VEICULOS LTDA1900-01-01R$ 250,0 mil
04402277000100BIC Amazônia S/A1900-01-01R$ 200,0 mil
04920763000101PRAGMA GESTAO DE PATRIMONIO LTDA1900-01-01R$ 200,0 mil
01382421000197BBV ADMINISTRADORA DE CORTÕES1900-01-01R$ 50,0 mil
***175148**BRUNO GUILHERME TOME MAIMONE1900-01-01R$ 30,0 mil
03684257000106INSTITUTO ARTE NA ESCOLA1900-01-01R$ 27,2 mil

Eficiência de captação

23.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término

Resumo

Trata-se do Plano Anual 2025 do Instituto Arte na Escola, que realizará projetos envolvendo atividades focadas na qualificação, produção de conteúdo, formação de público e valorização da Arte e Cultura contemporânea Brasileira, por meio de Programa de Formação de Agentes Multiplicadores; Prêmio voltado para projetos transformadores desenvolvidos e aplicados em formações de arte e cultura por professores de escolas regulares, de cursos livres e agentes culturais e Festival de Humanidades e Saberes em Cultura e Arte (FHUSCA).

Sinopse

Programa de Formação de Agentes Multiplicadores em Arte e Cultura Com foco no atendimento de professores de arte do ensino formal, o IAE pretende potencializar a reverberação de seus cursos, oficinas e palestras com conteúdo especializado nas mais variadas linguagens da arte e cultura brasileira contemporânea, para outras figuras intermediadoras de grande importância: professores de cursos livres (ensino não formal) e agentes culturais. Assim, estão previstas para o ano de 2025, vinte e uma ações de Formação para Agentes Multiplicadores distribuídas nas regiões norte, nordeste, sul, sudeste e centro-oeste. Em cada município visitado estão previstas 10 horas de ações formativas, entre palestras, formações e oficinas. Como ponto de apoio para curadoria e desenvolvimento do conteúdo programático, mobilização local, organização e fornecimento do espaço adequado para receber o projeto, contaremos com a parceria dos 21 Polos pertecentes à Rede Arte na Escola, que é formada por meio de convênios entre o IAE, Universidades e Instituições de arte e cultura. Além de levar conteúdo especializado, o objetivo do IAE é promover encontros de muitas trocas e conexões entre professores do ensino formal, de cursos livres (não formal) e agentes culturais. Desejamos valorizar o ensino e multiplicação da arte e cultura brasileira contemporânea nos quatro canto do país, além de aproximar o IAE do público atendido no para que possamos juntos impactar positivamente todas as comunidades envolvidas. As inscrições para participação do Programa de Formação de Agentes Multiplicadores (Arte e Cultura) serão realizadas de forma online e para participar é preciso comprovação de vínculos ativos com as temáticas arte e cultura. Temática As oficinas previstas no Programa de Formação para Agente Multiplicados, tem como diretriz principal: processos de criação de artistas contemporâneos brasileiros. A escolha dos artistas, os quais irão ministrar até 21 oficinas em até 21 Polos da Rede Arte na Escola, serão realizadas a partir de pesquisas prévias a partir das demandas formativas de cada localidade. Ou seja, para cada oficina, será convidado um artista, escolhido por 01 dos até 21 Polos, cujo processo de criação seja relevante. As oficinas pretendem oferecer espaços de vivência, experimentação e investigação artística ,em diálogo com a produção do artista selecionado de cada região e terão carga horária de 02 horas cada. Alguns dos possíveis temas (mapeados a partir das discussões mais recentes estabelecidas nos Encontros Regionais Anuais entre os Polos da Rede Arte na Escola) são: ● As intersecções entre arte e tecnologia: o uso de tecnologias da atualidade na produção artística contemporânea; ● As investigação do corpo como meio expressivo na dança, no teatro, na música e nas artes visuais: a linguagem corporal como estesia no processo de criação;● A interdisciplinaridade entre as linguagens da arte: o hibridismo como potência criadora;● Relações entre arte e arquitetura: a cidade, a localidade e a regionalidade como reflexo do processo de criação artística;● Aspectos da prática do professor-educador-pesquisador-artista: cruzamento de saberes e fazeres na atuação docente;● Conexões entre diferentes práticas educativas artístico e cultural: diversidade como ampliação de repertório; É válido mencionar que os possíveis temas citados acima serão ofertados e distribuídos aos Polos, e, os mesmos decidirão qual a temática mais apropriada para suprir as lacunas formativas de cada região. Festival de Humanidades e Saberes em Cultura e Arte (FHUSCA) Com o objetivo de ser mais uma ferramenta do “despertar” do cidadão/cidadã para as diversas linguagens artísticas, o FHUSCA pretende realizar ações múltiplas que passarão por oficinas, apresentações, exibições, exposições e etc. prevendo ainda o mapeamento e participação de artistas locais/regionais convidados para que a comunidade possa vivenciar seus processos criativos e exercitar a valorização da arte e da cultura advinda do próprio meio em que vivem. O Festival deseja diminuir os “abismos” e os “sentimentos” de que arte e cultura só podem ser produzidas e vivenciadas dentro de museus, galerias e grandes centros, e ainda provocar o efeito de pertencimento e o “sentir” de que a arte é para todos e para cada localidade. A escolha das linguagens artísticas serão cuidadosamente escolhidas de acordo com a realidade de cada região atendida. Para isso o IAE contratará uma curadoria especializada e quando possível contará com o apoio da Rede Arte na Escola, que é formada por meio de convênios entre o IAE, Universidades e Instituições de arte e cultura, e que juntas promovem espaços de estudos, reflexões e ações efetivas do ensino de arte e cultura nas escolas brasileiras. Estão pensadas apresentação de Música, Dança e Teatro para as 04 (quatro) localidades/municípios e também uma mostra de artes visuais em uma das localidades. Outro objetivo do FHUSCA é articular a Metodologia de Ensino Rizomática, desenvolvida pelo Instituto Arte na Escola em 2004 . A concepção conceitual dessa metodologia foi proposta pelas arte-educadoras Mirian Celeste Martins e Gisa Picosque, que a desenvolveram a partir da acepção de rizoma, elaborada pelos filósofos Gilles Deleuze e Félix Guattari e a descolaram conceitualmente para o mundo das Artes. A Tecnologia Rizomática entende os processos de aprendizagem da arte como processos abertos, descentralizados, que podem se expandir em direções móveis e indeterminadas e estabelecer conexões transversais, sem que sejam impostos limites ou restrições a priori. Isso fez da Tecnologia Rizomática de Ensino da Arte um modelo para elaboração de diversos currículos escolares, pois estimula o “ensino de arte por territórios”. Como está prevista a articulação com as secretarias de cultura e educação, a fim do IAE encontrar os espaços mais adequados para receber o FHUSCA e contar com a participação de professores e estudantes das escolas públicas locais, o IAE disponibilizará aos professores de arte materiais didáticos a partir da temática abordada para que possam trabalhar posteriormente em sala de aula e dar continuidade ao que foi iniciado nos três dias de atividades. O IAE fornecerá ainda à Secretaria de Cultura e/ou de Educação do município atendido, uma publicação com registros fotográficos e filmagens, além de informações relevantes resultantes da mobilização da comunidade local durante o Festival. *Alguns profissionais serão definidos na pré-produção do projeto, assim como todas as obras cênicas, arte visual e músicas regionais serão selecionadas pelo curador por ocasião da pré produção do projeto e será informada no projeto. 26ª edição Prêmio Arte na Escola Cidadã (PAEC) O PAEC visa mapear, reconhecer, revelar e dar visibilidade a projetos desenvolvidos por arte educadores tanto de escolas de educação formal quanto de cursos livres e educativos de equipamentos culturais, bem como reconhecer e divulgar projetos exemplares nesta área de conhecimento. Realizado por meio de 3 fases de avaliação – local, regional e nacional - prevê premiações tanto para o professor de arte ou agente cultural, aqui entendido como um mediador entre arte/cultura/sala de aula e comunidade do entorno, quanto para a escola ou equipamento cutural. Serão premiadas 6 (seis) categorias para os arte-educadores, divididos pelo local de implementação do projeto artístico-cultural: Educação Infantil; Ensino Fundamental 1 (1º ao 5º anos); Ensino Fundamental 2 (6º ao 9º anos); Ensino Médio (1º, 2º e 3º anos); Educação de Jovens e Adultos – EJA e Ensino não-formal das artes (cursos livres e projetos de equipamentos culturais). Os arte-educadores vencedores de cada categoria recebem premio em dinheiro, certificado digital de premiação e gravação de um documentário sobre o projeto artístico-cultural e, a entidade à qual ele(a) está vinculado(a) recebe certificado digital de premiação.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar ações previstas no Plano Anual de Atividades do Instituto Arte na Escola com cunho formativo, informativo, acessível, multiplicador, incentivador, reflexivo e valorizador, abordando sempre a temática e suas várias linguagens da arte e da cultura brasileira contemporânea (artes visuais, teatro, dança e música regional), buscando impactar positivamente o maior número de crianças, jovens, adultos e idosos nas regiões norte, nordeste, sul, sudeste e centro-oeste. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Executar as seguintes atividades para efetivação do Plano Anual de Atividades do IAE 2025: Produto Plano Anual - A manutenção da estrutura física, digital, de recursos humanos e tecnológicos através da realização do Plano Anual de Atividades para o ano de 2025, inclusive a manutenção do site institucional, que contém todo o histórico de realizações que a entidade produziu durante os últimos anos, com ações junto aos visitantes do site, atividades nas redes sociais, compartilhando conteúdo conforme às pautas que se apresentem ao longo do ano. Importante ainda ressaltar que com a manutenção da Instituição compreende todas suas atividades. Produto Curso / Oficina / Estágio: Programa de Formação de Agentes Multiplicadores em Arte e Cultura: Oferecer de forma gratuita palestras, oficinas e formações específicas em arte e cultura contemporânea brasileira, para professores do ensino formal e não formal e agentes culturais. As ações ocorrerão em até 21 polos conveniados com o IAE, distribuídos nas 5 (cinco) regiões do país. Público estimado para as atividades formativas: 6.300 / Número de ações: 84 Produto Prêmio: Realizar a 26ª edição do prêmio que mapeia, identifica, divulga e valoriza projetos de formação em arte e cultura com potencial transformador desenvolvidos por professores de escolas regulares e não formais, e agentes culturais, espalhados por todo o país. Serão 6 categorias premiadas e cada uma delas receberá um valor em dinheiro e seu projeto se transformará num documentário da série "A Arte na Voz de Quem Faz". A cerimônia de entrega do prêmio acontecerá em formato presencial e está prevista 1 (dia) de fruição cultural com os ganhadores na cidade de São Paulo. Estimativa de participantes: 1.000 inscritos Produto Festival/Mostra: Festival de Humanidades e Saberes em Cultura e Arte - FHUSCA: realizar ações artísticas integradas que passarão por oficinas, apresentações, exibições, exposições e outras, prevendo ainda o mapeamento e participação de artistas locais/regionais convidados para que a comunidade possa vivenciar seus processos criativos e exercitar a valorização da arte e da cultura advinda do próprio meio em que vivem. Estão pensadas Mostras de Artes Visuais, Música, Dança e Teatro. As linguagens serão escolhidas com base na realidade de cada região. O IAE disponibilizará materiais didáticos a partir da temática abordada para que os participantes (formadores em arte e cultura) possam trabalhar posteriormente em sala de aula e dar continuidade ao que foi iniciado nos três dias de atividades. O FHUSCA será realizado em 4 (quatro) localidades. Estimativa de público geral: 2.000 (500 por localidade). Serão parte do produto Festival/Mostra: Produto Apresentação de Artes Cênicas: Das diversas produções relacionadas à linguagem do teatro, o presente projeto pretende abordar trabalhos contemporâneas que dialoguem com: · As investigações do corpo no Teatro: a linguagem corporal como estesia no processo de criação; · A improvisação como processo de criação na linguagem teatral; . Perspectivas étnico-raciais na construção cênica; . O hibridismo entre as linguagens artísticas no Teatro contemporâneo; Produto Apresentação de Dança: Das múltiplas produções relacionadas à linguagem da dança, o presente projeto pretendo abordar produções contemporâneas que dialoguem com: · Coreografias inclusivas: diversidades de corpos na linguagem da Dança; · Coreografias no espaço urbano: o corpo e o movimento em relação com a cidade; · A improvisação como processo de criação na linguagem da Dança; . A influência da Cultura Popular na Dança contemporânea brasileira; Produto Exposição de Artes Visuais: Dentro da vastidão de processos criativos da linguagem das Artes Visuais o presente projeto, pretendo abordar produções contemporâneas que dialoguem com: · Identidades e poéticas afro-indígenas; · Ancestralidade e memória nas Artes Visuais; · Práticas educativas na produção de um trabalho de Arte; · Arte Urbana: visualidades da cidade na produção contemporânea; Produto Apresentação Musical: Das múltiplas produções nacionais regionais vinculadas à linguagem da Música: o presente projeto, pretendo explorar produções contemporâneas que dialoguem com: · Ritmos Regionais: territórios e raízes nacionais na produção musical; · A influência da Cultura Popular na Música regional contemporânea brasileira; · A música regional como referencial político-estético; · A música regional como proposta pedagógica;

Justificativa

O Plano Anual de Atividades do IAE atendem às finalidades previstas no art. 1º e, pelo menos, a um dos objetivos indicados no art. 3º da Lei nº 8.313, de 1991. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Quanto às finalidades do art. 3º, atende-se as que se encontram abaixo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O Incentivo fiscal é fundamental para que o IAE realize e potencialize ações de promoção e valorização da arte e da cultura brasileira, por meio de projetos que atendam os principais agentes multiplicadores (professores de artes do ensino formal e não forma, e agentes culturais), além é claro, do público em geral, de todas as idades e em todo o território nacional.

Estratégia de execução

PRÊMIO ARTE NA ESCOLA CIDADÃ (PAEC) O IAE acredita que a feitura e difusão dos documentários sobre os projetos vencedores impulsiona novas ações por parte de outros agentes, bem como cria novos conhecimentos em torno da arte e educação do Brasil, na medida que joga à luz, iniciativas de ambientes remotos, que estão deslocados dos grandes centros urbanos. Um bom exemplo disto foi a 23a. Edição, realizada em 2022, onde o PAEC premiou, como projeto ganhador na categoria Fundamental II, o projeto "De onde vem a Cinta do Povo Cinta Larga", realizado na reserva indígena Roosevelt, em Espigão do Oeste/RO, que mostra a iniciativa de uma professora em trazer a luz a origem do nome daquela comunidade de povos originários. Em 2022, foi adotado como requisito de inscrição, o preenchimento de formulário específico, hetero-identificador e de gênero, para entender o público do PAEC. Tivemos como resultados dos indicadores de raça e gênero: TOTAL DE INSCRIÇÕES EM 2022: 1016APTOS PARA PARTICIPAREM NA FASE LOCAL: 673APTOS PARA FASE REGIONAL (semifinalistas): 260INSCRITOS PARA A FASE REGIONAL: 233FINALISTAS: 32 Hetero-identificação de raça: Branca: 457 (45%) Preta: 125 (12%) Parda: 300 (30%) Cigana: 1 (0%) Quilombola: 2 (0%) Indígena: 6 (1%) Não Declarado: 125 (12%) Indutor de gênero: Feminino: 685 (67%) Masculino: 234 (23%) Não Binário: 6 (1%) Transgênero: 2 (0%) Não Declarado: 89 (9%) Diagnosticando essa diversidade de inscritos, o Instituto Arte na Escola pretende, para as próximas edições do PAEC, reservar o percentual de 10% dos projetos ganhadores medidos por indutores de raça e gênero. Além disso, as comissões formadas para a 25ª, 26ª e 27ª edição do PAEC levarão em conta a contratação de avaliadores especialistas em diversidade para garantir a presença de agentes e projetos partícipes de grupos minoritários entre os ganhadores. Os profissionais indicados no campo ficha técnica e os artistas que irão participar do projeto poderão sofrer alteração face à disponibilidade de sua contratação no momento de realização do projeto, ou em decorrência dos valores a serem aprovados para seu pagamento. Nos comprometemos, no caso de substituições, em manter o perfil e qualificação do profissional que for substituído, respeitando a qualidade técnica e histórico profissional, o que não ocasionará alterações no objeto do Projeto. Os valores e trechos declarados no corpo do projeto durante sua inscrição são estimados e provisórios, bem como poderão ser alterados conforme necessidades reais do projeto, uma vez que as origens e destinos das passagens podem sofrer alteração face a definição final dos profissionais e sua disponibilidade no momento de execução do projeto. Foram lançados no sistema apenas para cumprir as formalidades exigidas por esta Secretaria. Declaração Música Regional: A proponente declara que as músicas que farão parte do produto Apresentacão Musical serão regionais, portanto com enquadramento no art. 18 da Lei de Incentivo à Cultura.

Especificação técnica

Prêmio Arte na Escola Cidadã (PAEC) Abaixo apresentamos os critérios de seleção para a avaliação dos projetos que se inscreverem na 26ª Edição do Prêmio Arte na Escola Cidadã (PAEC) e que cumpram todos os requisitos obrigatórios para concorrer ao prêmio. Serão requisitos obrigatórios para a edição a ser realizada no ano de 2025: -Projeto desenvolvidos exclusivamente nas aulas de Artes, excetuando a categoria Infantil;-Nos anos letivos de 2023 e 2024;-Nas respectivas escolas de Educação Formal e Educação Não-Formal;-Em Escolas Públicas ou Particulares, de todo o território nacional; e-Envolvendo uma ou mais linguagens artísticas (Artes Visuais, Dança, Música Regional, Teatro, dentre outras linguagens artísticas). As comissões valorizarão os projetos que demonstrem privilegiar o desenvolvimento de competências e habilidades específicas de arte previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), apresentando consistência pedagógica no desenvolvimento dos processos de ensino e aprendizagem, evidenciando atitude investigativa e propositiva dos professores e de seus estudantes e coerência na avaliação das aprendizagens propostas. Serão desclassificados os projetos que não atendam aos critérios estabelecidos no regulamento a ser publicado, ou cuja documentação comprobatória não apresente possibilidade de compreensão do processo ou desconsidere a arte como área principal da proposta. Abaixo o link do regulamento da premiação de 2024, que será reformulada/atualizada para 2025 . Anexamos o modelo na proposta. https://premio.artenaescola.org.br/2024/regulamento/ Festival de Humanidades e Saberes em Cultura e Arte (FHUSCA) O FHUSCA tem como premissa contemplar as 04 linguagens artísticas - artes visuais, dança, teatro e música regional. Os artistas e as linguagens serão escolhidas com base na realidade de cada região. A seleção dos 04 artistas convidados será realizado pela equipe curatorial do projeto, seguindo diretrizes temáticas conforme as linguagens pretendidas: Artes Visuais: pretendemos abordar produções contemporâneas que dialoguem com: ·Identidades e poéticas afro-indígenas; ·Ancestralidade e memória nas artes visuais; ·Práticas educativas na produção de um trabalho de arte; ·Arte Urbana: visualidades da cidade na produção contemporânea; Referências de artistas das artes visuais: ·Antonio Obá, Ceilândia(DF): reconfigura em seu trabalho aspectos de uma tradição interiorana que permeia o universo religioso-brasileiro. Graduado em Artes Visuais/licenciatura pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, há mais de 10 anos trabalha na área de arte-educação e atua como professor em Artes Visuais pela Secretaria de Educação do DF. ·Gê Viana, Santa Luzia(MA): desenvolve um trabalho iniciado a partir da construção de arquivos visuais e da manipulação dessas imagens, problematizando questões relacionadas à ancestralidades afro-indígenas e à normatividade de gênero e da sexualidade humana. A partir de fotografias, fotomontagens e ações urbanas, realiza intervenções visuais em fachadas de casas de taipa e muros urbanos, aos quais acrescenta camadas relacionadas ao pixo e à presença de corpos e atitudes marginalizados pela sociedade hegemônica. ·Renata Felinto, São Paulo(SP): artista visual, pesquisadora, educadora, escritora, performer e ilustradora. Suas obras se fundamentam na questão da identidade negra feminina e, por meio de diferentes linguagens, questionam construções estéticas e culturais. ·Fernando Hermógenes, São Joaquim de Bicas(MG): performer e artista-educador. Bacharelando em Filosofia pelo Centro Universitário Ingá-RJ. Sua pesquisa aborda essencialmente videoarte, arte relacional, performance e infância. Desde 2008 desenvolve processos de arte-educação em escolas públicas no país, com destaque para a Residência Livre de Vida Performativa-RLVP, organizada com Isabela Bentes e Juliana Gaillac. Dança: pretendemos abordar produções contemporâneas que dialoguem com: ·Coreografias inclusivas: diversidades de corpos na linguagem da dança; ·Coreografias no espaço urbano: o corpo e o movimento em relação com a cidade; ·A improvisação como processo de criação na linguagem da dança; .A influência da cultura popular na dança contemporânea brasileira; Referências de artistas da dança: ·Anderson Leão, Natal(RN):bailarino e coreógrafo residente, graduado em Educação Artística e pós-graduado em dança pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Foi membro da comissão avaliativa do Edital Rumos Itaú Cultural 2017/1018 em São Paulo/SP e integrou a Comissão de Seleção do Edital Funcultura. ·Alejandro Ahmed, Florianópolis(SC):dançarino, coreógrafo residente e diretor artístico do Grupo Cena 11 Cia de Dança. Iniciou sua trajetória na dança em 1984, tendo o jazz como base técnica. Junto ao Cena 11, promoveu o desenvolvimento de uma técnica com o objetivo de criar uma dança com foco no corpo, denominada ”percepção física”, sendo uma das principais estruturas dos seus trabalhos. Recebeu quatro prêmios APCA (Associação dos Críticos de Arte de São Paulo), Prêmio Bravo, Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia, Itaú Transmídia e Itaú Rumos Dança. ·Elke Siedler, Florianópolis(SC):artista-docente das artes do corpo (dança, teatro e performance) com ênfase em improvisação, estados de presença cênica, preparação corporal, processos criativos em arte-tecnologia online e metodologia da pesquisa. Especialista em Estudos Contemporâneos em Dança e Mestre em Dança pela Universidade Federal da Bahia e doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Teatro: pretendemos abordar trabalhos contemporâneas que dialoguem com: ·As investigações do corpo no teatro - a linguagem corporal como estesia no processo de criação; ·A improvisação como processo de criação na linguagem teatral; .Perspectivas étnico-raciais na construção cênica; .O hibridismo entre as linguagens artísticas no teatro contemporâneo; Referências de artistas do teatro: ·Francis Madson, Manaus(AM):mestre em Ciências Humanas–PPGICH UEA. Bacharel em Dança pela Universidade do Estado do Amazonas e Licenciatura em Teatro pela UnB. Diretor e Autor da Soufflé de Bodó Co. (AM) e Cia Boi de Piranha (RO). Já realizou trabalhos em diversos grupos, companhias e artistas do Amazonas e Rondônia como: Cia Cacos de Teatro, Cia de Intérpretes Independentes, Cia Índios, Cia de Teatro Fiasco (Rondônia), Cia Boi de Piranha (Rondonia), Artrupe Produções, Grupo Jurubebas e Ateliê 23. ·Fabio Vidal, Salvador(BA):ator-performer, autor, diretor, professor e produtor. Bacharel em Interpretação teatral e Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Tem experiências tanto no teatro como cinema e vídeo. Coordena o Território Sirius Teatro, um coletivo de artistas de produtores que cria e gerencia projetos artísticos em uma perspectiva multidisciplinar, estimulando e viabilizando pesquisas de linguagem com atuação em rede com outros criadores e coletivos ·Tânia Farias, Porto Alegre(RS):atriz, encenadora, pesquisadora, figurinista, cenógrafa e produtora teatral. Atuadora da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desde 1994. Em 2018 teve sua biografia “Tânia Farias: O Teatro é um Sacerdócio” de Fábio Prickladnick publicada pelo Festival Porto Alegre em Cena. Coordena os projetos Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo e o Selo Ói Nóis na Memória. ·Gleide Firmino, Brasília(DF):atriz, pesquisadora de atuação e arte educadora. Graduada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. Atualmente entrega o Teatro do Concreto e atua em filmes do cinema nacional Música Regional: pretendemos explorar produções contemporâneas que dialoguem com: ·Ritmos Regionais:territórios e raízes nacionais na produção musical ·A influência da Cultura Popular na Música contemporânea brasileira ·A música como referencial político-estético ·A música como proposta pedagógica Referencias da Musica Regional foi inserido na Descrição da atividade do produto.

Acessibilidade

A acessibilidade está prevista da seguinte forma: Produto: PLANO ANUAL Acessibilidade Física: tendo em vista que o produto contempla a manutenção da instituição, produto incompatível com medida de acessibilidade. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual: tendo em vista que o produto contempla a manutenção da instituição, produto incompatível com medida de acessibilidade. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: tendo em vista que o produto contempla a manutenção da instituição, produto incompatível com medida de acessibilidade. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: tendo em vista que o produto contempla a manutenção da instituição, produto incompatível com medida de acessibilidade. Produto: Prêmio Acessibilidade Física: será realizado em local acessível. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual: a cerimonia do prêmio é acessível a deficientes visuais visto que se trata de linguagem falada e audiodescrição. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: contará com legendagem automática e intérprete. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: produto incompatível com medida de acessibilidade intelectual. Produto: Curso / Oficina / Estágio Acessibilidade Física: será realizado em local acessível. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual: é acessível a deficientes visuais visto que se trata de linguagem falada. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: contará com intérprete de libras Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: produto incompatível com medida de acessibilidade intelectual. Produto: Festival / Mostra Acessibilidade Física: Todas as atividades serão realizadas em locais acessíveis. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual: os subprodutos utilizarão de audiodescrição e monitores para garantir a fruição de todos PcDs. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: intérprete de libras. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: produto incompatível com medida de acessibilidade intelectual. Produto: Apresentação de Artes Cênicas Acessibilidade Física: Todas as atividades serão realizadas em locais acessíveis. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual: as atividades utilizarão de audiodescrição e monitores para garantir a fruição de todos PcDs. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: intérprete de libras. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: produto incompatível com medida de acessibilidade intelectual. Produto: Exposição de Artes Acessibilidade Física: Todas as atividades serão realizadas em locais acessíveis. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual: as atividades utilizarão de audiodescrição e monitores para garantir a fruição de todos PcDs. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: intérprete de libras. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: produto incompatível com medida de acessibilidade intelectual. Produto: Apresentação Musical Acessibilidade Física: Todas as atividades serão realizadas em locais acessíveis. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual: acessível à deficientes visuais visto que a participação é pela escuta. Contaremos com monitores para garantir a fruição de todos PcDs Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: intérprete de libras. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: produto incompatível com medida de acessibilidade intelectual.

Democratização do acesso

Em atendimento ao art. 30 da IN 11/2024 do MINC, o proponente informa que irá adotar a medida, para todos os produtos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). Tendo em vista que o acesso a todos os produtos do plano anual são gratuitos

Ficha técnica

Instituto Arte na Escola - Proponente O proponente será o único responsável pela administração e por todo o poder decisório do projeto. Informamos que no momento não é possível afirmar qual a rubrica que irá se remunerar. No entanto, poderá se remunerar por rubricas do projeto, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no projeto e dentro do limite estabelecido na IN vigente. O Instituto Arte na Escola (IAE) é uma Organização da Sociedade Civil tem como missão o fortalecimento e a valorização das aulas de Arte e da identidade cultural do Brasil dentro das escolas públicas brasileiras, escolas de cursos livres e equipamentos culturais, com conteúdo exclusivamente de arte contemporânea brasileira. O IAE defende o direito legal de que os atuais 47,4 milhões de alunos da educação básica do Brasil merecem ter acesso com qualidade ao mínimo legal de pelo menos uma hora de aula de artes por semana, durante os 12 anos da educação básica, com conteúdo de dança, música, artes visuais e teatro, além de professores de arte bem formados, a fim de que possam exercer a sua plena cidadania e desenvolver a sua criatividade, inovação e pensamento crítico. Tudo isto em harmonia com a valorização dos equipamentos culturais e das escolas livres de arte. Com esta missão, o IAE, fundado em 2000, atua principalmente em 3 importantes pilares: 1. FORMAÇÃO: formação continuada para os professores de arte da rede pública em todos os segmentos. Vale lembrar que segundo o Censo Escolar de 2022, o Brasil atualmente possui cerca de 580.664 professores lecionando arte nas escolas, porém somente 1,1% deles concluíram formação superior em artes. A formação ocorre por meio da REDE ARTE NA ESCOLA, conjunto de 21 universidades parceiras que convidam os professores da rede pública a passar por uma formação continuada que envolve: (i) desenvolvimento de repertório sobre arte e cultura brasileira contemporânea, (ii) metodologia de ensino da arte, (iii) desenvolvimento e registro de projetos de arte em sala de aula, (iv) mapeamento dos saberes culturais da região da escola, (v) a Base Nacional Comum Curricular de Arte e (vi) arte e recursos digitais. 2. CONTEÚDO: o IAE desenvolve e organiza o maior portal de arte educação do Brasil (www.artenaescola.org.br), com 130.000 professores de arte cadastrados, e canal de YouTube de arte educação, onde disponibiliza acesso a livros, palestras, artigos, podcasts, videocasts, lives, planos de ensino, documentários, e todo o material de apoio necessário para uma boa aula de arte com conteúdo nacional. Produz documentários inéditos sobre novos artistas contemporâneos brasileiros com material pedagógico próprio e gratuito (https://www.youtube.com/ playlist?list=PLI9-MpKoysq_ 4B4c0IlkjGKIv099ItY1p), além de possuir um acervo de mais de 260 documentários distribuídos para 180.000 escolas no país. 3. RECONHECIMENTO: desde o ano 2000, em parceria com a UNESCO, o IAE produz o maior prêmio de arte educação no Brasil: o Prêmio Arte na Escola Contemporânea (PAEC), em que os professores de arte mais inovadores nas categorias de ensino infantil, ensino fundamental 1 e 2, ensino médio, educação de jovens e adultos (EJA) e ensino de arte não formal, são premiados e seus projetos se tornam referência nacional em arte educação. Desde o início, mais de 120 professores de todo o território nacional já foram premiados e os seus projetos podem ser vistos no YouTube (https://www.youtube.com/@ InstitutoArtenaEscola), no Canal Futura, no canal Arte 1 e na TV Cultura, com todos os recursos de acessibilidade (audiodescrição, libras, etc.). Abaixo apresentamos as pessoas responsáveis pela parte executiva do Instituto Arte na Escola: Thaís Rossi - Analista de Projetos Atriz e produtora, bacharel em artes cênicas pela UNICAMP/2006. Fez o curso de extensão do NAC – Núcleo de Artes Cênicas, coordenado por Lee Taylor e Hércules Moraes em 2014. Desde 2019 integra o núcleo artístico da Cia Elevador de Teatro Panorâmico, assumindo a administração do Espaço Elevador em 2011. No teatro já atuou nos seguintes espetáculos: “Fronteira” (dir.: Marcelo Lazzaratto/2019), “Diásporas” (dir.: Marcelo Lazzaratto/2017), “1915” (dir.: Rogério Troiani/2015), “Aretè” (dir.: Ana Terra e Gracia Navarro/2006), “Rasto Atrás” (dir.: Márcio Tadeu/2006), “Decameron” (dir.: Roberto Mallet/2005), “As Rãs” (dir.: Isa Kopelman/2005), “Bens de Fôlego” (dir.: Clara Cecchini/2004). No cinema, fez curtas-metragem como: “Triângulo” (dir: Maria Petrucci/2013), “Dizer não dói” (dir.: Julio Vasconcelos/2011), “Uma branca sombra pálida” (dir.: Andre Vasconcelos/2010), “As filhas do Pai” (dir.: Nina Bufato/2010), “Botinas no elevador” (dir.: João Luiz de Brito Neto e Edson Araújo/2010). Em 2016 produziu e atuou, com a estação de trabalho La Plataformance o “Festival La Plataformance: Resistência em Rede – 1a edição”. Trabalhou na produção do Festival La Plataformance – Resistência em Rede (2016) e nas edições XV e XVI do Festival do Teatro Brasileiro. Produz diversos artistas no teatro, dança e performance, como Núcleo Cinematográfico de Dança, Nina Giovelli, La Plataformance e Cia ZeroZero. Pedro Ermel - Analista de Projetos Artista, Professor e Produtor, pós-graduado em Museologia, Colecionismo e Curadoria pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (2017), sob orientação do professor e curador Caue Alves. Bacharel em Artes Visuais pela mesma instituição (2015) com habilitação em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Mozarteum (2018) de São Paulo. Atualmente trabalha como Analista de Projetos no Instituto Arte na Escola e também leciona a disciplina de Arte do Ensino Fundamental II no Colégio Giordano Bruno. Tailana Cruz - Analista de Comunicação Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela UNIFTC, com experiência na área de educação e cultura. Enquanto repórter, tem passagem pelo caderno de cultura do jornal A Tarde. Tem experiência na área de comunicação institucional com foco em Organizações da Sociedade Civil (OSC) com passagem pelo Instituto Chapada de Educação e Pesquisa (Icep) e Instituto Arte na Escola, onde atualmente trabalha como Analista de Comunicação. Guilherme Rampazo: Diretor do subproduto "A ARTE NA VOZ DE QUEM FAZ" Será o responsável pelas imagens do documentário em sua totalidade. Ele ficará responsável pelo conteúdo e resultado estético no que diz respeito às imagens captadas. Formado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e pós-graduado em Criação de Conteúdos Audiovisuais na FAAP. Trabalha como roteirista e diretor de cena há quase 20 anos em projetos para internet e TV, incluindo programas e comerciais, conteúdos para mídias sociais, vídeos corporativos, documentários e curtas-metragens. Alguns programas desenvolvidos: Ciência do Absurdo (NatGeo), Brasil com Zeca (UOL), Perícia Lab (AXN), Rota dos Vinhos (Multishow), Histórias Inspiradoras (E!) e TV TAM Nas Nuvens. Dirieção e/ou roteiro para marcas como SulAmérica, Fundação Abrinq, FSC, HughesNet, Dr Scholl's; "branded content" em projetos como: Fiat Argo Experimente (Multishow), Experiências Privileges com Marina Person (GNT - Citi), Negócios 360 (NBC Universal–Accenture), Realizando o Futuro (Discovery–Siemens), Dose de Sabor (FOX–Ypióca), Samsung no Oscar (TNT), entre muitos outros. Como documentarista, já realizou uma série de documentários sobre os vencedores do Prêmio Arte da Escola Cidadã (PAEC), e filmes como: "GUANXI - Negócios da China no Brasil" (longa-metragem realizado para a plataforma de streaming Monett), "A JORNADA DO GIGANTE" (prêmio de Melhor Documentário no Festival Green Nation) e "FRANCO DA ROCHA-Origens e Destinos" (selecionado para a III Jornada Estudos do Documentário da UFPE). Na área de ficção, dirigiu "FIM", curta premiado nos festivais Sweden Film Awards(Suécia) e V FICCMA(México) na categoria Best Super Short e selecionado para diversos festivais nacionais e internacionais.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo