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"Cordas Clássicas" é um concerto para sete violões que visita a obra de compositores europeus, como o francêsClaude Debussy e o húngaro Béla Bartók, e latino-americanos, como o argentino Alberto Ginastera e o cubano Leo Brouwer, que se somam aos brasileiros Heitor Villa-Lobos e Lorenzo Fernandez. Traz ainda um inédito Quarteto de Cordas de compositores brasileiros contemporâneos, criando uma conexão com a música do nosso tempo.
"Camerata de Violões – Cordas Clássicas" é um projeto de circulação de espetáculo de música instrumental do octeto Camerata de Violões que prevê vinte (20) apresentações. No repertório, Claude Debussy, Heitor Villa-Lobos, Henrique Oswald, Alberto Ginastera, Leo Brouwer, Béla Bartók e Oscar Lorenzo Fernandez em transcrições e arranjos criados pelos integrantes do grupo especialmente para a formação: quatro naipes dobrados de violões de 6, 7 e 8 cordas. São oito obras, de escrita ousada e muitas vezes atonal, compostas originalmente para orquestra sinfônica ou quarteto de cordas, que ganham novas cores e possibilidades, que recompensam o desafio técnico que sua adaptação e execução representam para o violão. Classificação indicativa: Livre.
OBJETIVO GERAL Realização da circulação do concerto "Cordas Clássicas", com a Camerata de Violões, de maneira inteiramente gratuita ao público. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Apresentação de 20 (vinte) concertos, sendo 8 (oito) na cidade do Rio de Janeiro, 4 (quatro) na cidade do Recife, 4 (quatro) em Brasília e outros 4 (quatro) em São Paulo, contrinuindo com a nacionalização do trabalho da Camerata de Violões; promover estágios remunerados de Produção Cultural, para jovens, em todas as cidades em que o projeto circular; disponibilizar uma série de medidas de acessibilidade, atendendo a diversos segmentos do público PCD.
A Camerata de Violões começou a se formar em 1996, durante uma reunião dos violonistas e professores Valmyr de Oliveira, Ricardo Filipo e Paulo Pedrassoli, no Conservatório Brasileiro de Música. Contando com os músicos Gaetano Galifi, Celso Cerbella, Fábio Adour, Rogério Borda e Roberto Fontes, desde então, sob a direção musical de Paulo Pedrassoli. O concerto de estreia ocorreu na missa de comemoração dos 60 anos do Conservatório Brasileiro de Música, em 1996, realizado na Igreja do Outeiro da Glória (RJ). Em meados do mesmo ano, a Camerata foi convidada a participar da tradicional festa alemã de Petrópolis, a Bauernfest, contando com um público de mais de duas mil pessoas. Existe, portanto, há 28 anos, com a proposta de criar laços entre o erudito e o popular. O violão é um instrumento que percorre a criação e o desenvolvimento de diversos gêneros musicais brasileiros. Marginalizado no período da República Velha, foi reabilitado pela Bossa Nova e pelo que se convencionou a chamar de MPB. A Camerata de Violões explora as diversas possibilidades sonoras deste instrumento tão brasileiro, em arranjos para 6, 7 e 8 cordas. "Cordas Clássicas" é um repertório finalizado em 2019, quando foi transposto para o formato de DVD. Não foi possível absorver uma grande demanda de shows e apresentações públicas, uma vez que o ano seguinte marcou a pandemia da Covid 19. A partir de 2021, com as regras sanitárias flexibilizadas pela chegada da imunização, os concertos acontecer de maneira mais frequente. O concerto proposto rende homenagem aos compositores das obras, que se notabilizaram como criadores que realizaram a missão de ampliar e desafiar as formas e paisagens sonoras vigentes, e traduzir o novo tempo que se desenhava. E que simultaneamente, souberam sentir a pulsação da sua gente ao lançarem ao mundo sua criação. Para que o coletivo Camerate de Violões possa circular e ampliar o alcance da sua pesquisa, além de viabilizar uma série de medidas de democratização e acessibilidade, é fundamental recorrer ao Mecanismo de Incentivo à Cultura. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também se enquadra nos objetivos do Artigo 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
PRODUTO PRINCIPAL - Apresentação Musical. Quantidade mínima de obras musicais: 8 (oito). Duração dos Concertos: média de 1(uma) hora. Metragem básica de palco ou espaço de atuação: 6 (seis) metros de largura por 4 (quatro) metros de profundidade.
PRODUTO PRINCIPAL - Apresentação Musical Acessibilidade física: Utilização de espaços de apresentação com acessos desobstruídos; visita técnica prévia para mapeamento de possíveis obstáculos, e locação de rampas móveis para eventuais degraus; utilização de monitores e estagiários treinados em acessibilidade atitudinal, para apoio a cadeirantes, e indicação de espaços reservados. Acessibilidade para a pessoa cega: Disponibilização de visita sensorial ao espaço do concerto; utilização de monitores e estagiários treinados em acessibilidade atitudinal, para apoio a pessoa cega; uso de legendas descritivas nas divulgações em redes sociais; disponibilização de QR Code com informações em áudio em todas as peças de programação visual. Acessibilidade para a pessoa surda: Utilização de monitores e estagiários treinados em acessibilidade atitudinal, para apoio a pessoa surda, alfabetizados em Libras; uso balões para percepção de vibração sonora. Acesssibilidade para a pessoa autista:Disponibilização de abafadores de ruído para pessoas autistas; Utilização de monitores e estagiários treinados em acessibilidade atitudinal, habituados a aplicativos de auxílio à comunicação com quadros não-verbais.
PRODUTO PRINCIPAL - Apresentação Musical Acesso gratuito a todas as apresentações. Oferecimento bolsas de estágio de gestão cultural e artes, além de treinamento gratuito em acessibilidade atitudinal, em adesão à Instrução Normativa vigente. Oferecimento de transporte gratuito ao público, beneficiando áreas periféricas das cidades, e os seguintes recortes (em acordo à Instrução Normativa vigente): I- Grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; ou II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.
VALMYR DE OLIVEIRA (Proponente, maestro e músico): Iniciou seus estudos em música em 1972, no Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernandez, na cidade de Montes Claros - MG, cursando Violão Popular com a professora Geni Rosa e curso técnico de Violão Clássico com os professores Mauro Necésio e Lindolfo Bicalho. Graduou-se bacharel em Violão Clássico e fez licenciatura em Música e pós-graduação em Educação Musical no Conservatório Brasileiro de Música. É mestre em Educação Musical pela UFRJ. Atuou como professor de Música no Conservatório Lorenzo Fernandez, na cidade de Montes Claros (MG), e no Conservatório Lia Salgado, em Leopoldina (MG). Lecionou as cadeiras de Violão e Harmonia Aplicada ao Instrumento nos cursos de Musicoterapia, Violão Clássico, Cordas Brasileiras Dedilhadas, Guitarra Elétrica e Contrabaixo Elétrico do Conservatório Brasileiro de Música (CBM) - RJ. Foi coordenador técnico e fundador do Estúdio CBM e coordenador acadêmico dos cursos de bacharelado em Instrumentos, Canto, Regência, Composição e Musicoterapia do Conservatório Brasileiro de Música - Centro Universitário (CBM-UNICBE). Artisticamente, atua como violonista, compositor, arranjador e produtor artístico musical. Participou como músico instrumentista e cantor do Grupo Folclórico Banzé, apresentando-se em vários estados brasileiros e no exterior, como no Festival Mundial de Folclore, na Bélgica e França, e no Internationale Volkust Festpiele na Áustria, em 1981. Em 1984, apresentou-se no International Folkfest of Tenessee, nos EUA, e, em 1987, participou do XXV Festival Internacional de Los Pirineos, realizado na Espanha e França. Integrou o Grupo Instrumental Marina Silva, como instrumentista e compositor. O segundo CD do grupo teve indicação para o Prêmio Sharp, na categoria Música Instrumental, em 1994. No teatro, participou como instrumentista das peças "A Ver Estrelas" e "Uma Noite de Lua", de João Falcão; "Lisbela e o Prisioneiro", dirigida por Guel Arraes; e do musical "Um Lugar Chamado Recanto", encenado por Frederico Mayrink. Compôs, em parceria com Gabriel Machado, a trilha original da peça "Não se brinca com o amor", de Alfred de Musset. Tem dois CDs solo: Brilho de Saudade (1996), indicado ao Prêmio Sharp, e Trejeito, em que vive a experiência de cantar, compor, arranjar e produzir. Dentre outros trabalhos, participou dos grupos Terno de São Benedito, Trio.Br e Seresta Carioca. Em 1996, ao lado de Paulo Pedrassoli e Ricardo Filipo, funda a Camerata de Violões, sendo até hoje integrante do grupo. FÁBIO NIN (Músico): Violonista (6 e 7 cordas), arranjador e guitarrista flamenco, além de tocar viola caipira. Mestre em Musicologia Histórica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, especialista pelo Conservatório Brasileiro de Música - Centro Universitário e bacharel em Violão Clássico pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Foi aluno de Raphael Rabello, Fred Schneiter, Marco Pereira, Henrique Pinto, Nicolas de Sousa Barros e Turíbio Santos. Participou de workshops com Pepe Romero, Josep Henríquez, Robert Brightman e Maurício Carrilho. Realizou estudos de harmonia funcional com Sergio Benevenuto, harmonia superior com Antonio Guerreiro, contraponto com Armando Lôbo e arranjo com Flávio Paiva. É membro da Camerata de Violões e da banda do bandolinista e guitarrista Armandinho Macedo. Do último, participou dos CDs Os 10 Melhores Guitarristas do Brasil, Retocando o Choro e Retocando o Choro: Ao Vivo. Recebeu o Prêmio Shell de Teatro, edição 2008, pela direção musical de É Samba na Veia, É Candeia e atuou na cena teatral carioca na década de 2000, como músico e/ou diretor musical, nos espetáculos: Na Rotina dos Bares; Aquarelas do Ary; Antônio Maria, A Noite é uma Criança; Ai Que Saudades do Lago, entre outros. Integrou o Tira Poeira, que lançou os CDs: Tira Poeira e Feijoada Completa. O quinteto apresentou-se no Tim Festival (RJ) e no RecBeat de Recife, gravando ou dividindo o palco com Maria Bethânia, Lenine e Teresa Cristina. Outras colaborações incluem Zélia Duncan, Beth Carvalho, Francis e Olívia Hime, Guinga, Yamandu Costa, entre outros. Trabalha com Maria Bethânia desde 2004 em projetos como CDs, filmes, DVDs, em duo, com o Tira Poeira ou outras formações. Participou do CD Meus Quintais, lançado em 2014 pela gravadora Biscoito Fino. Foi professor de História da Música Popular Brasileira no CBM, além de professor substituto de violão de 7 cordas na UFRJ. Já ministrou palestras e workshops em instituições e festivais como a Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Livre de Berlim (Freie Universität) da Alemanha, entre outros. Foi violonista do espetáculo Marília Pêra Canta Carmen Miranda e violonista, arranjador e co-diretor musical da Companhia de Arte Flamenca. Participou, como guitarrista flamenco, de programas de televisão na TV Globo, como a minissérie Amazônia, novelas e programas especiais, como Não Fuja da Raia. ARTUR GOUVEA (Músico): Inicia seus estudos de música na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde teve a oportunidade de estudar com grandes músicos, como Turíbio Santos, Leo Soares, Marco Pereira, Antonio Jardim, Pauxy Nunes, entre outros. Em 2008, torna-se mestre em Poética, na área de Ciência da Literatura da Faculdade de Letras da UFRJ. Paralelamente, em aulas e master classes diversas, estudou com Paulo Pedrassoli, Oscar Cáceres, Nicolas de Souza Barros, Eduardo Isaac, Francisco Gil, Franz Halasz, Henry Crowl, na constante busca por aperfeiçoamento técnico. Inicia no segundo semestre de 2015 seu curso de doutoramento na Escola de Música da UFRJ. Possui vasta experiência na prática de conjunto a partir do contato com diversos músicos. Logo no início da graduação, foi convidado a integrar a recém-formada Camerata de Violões, que, na época, ainda se preparava para estrear seu primeiro concerto. No mesmo ano, formou o quinteto de violões A Camarilha, com a turma de alunos de violão que ingressaram com ele na UFRJ. Em 1998, foi chamado pelo seu professor Turíbio Santos para uma breve experiência na nova formação de sua Orquestra de Violões, e em 2002 iniciou um trabalho de duo com Paulo Pedrassoli, contando com uma série de apresentações no estado do Rio. Em 2006, é chamado para participar do grupo vocal-instrumental Música Surda, em que atua, em especial, na composição musical a partir de poemas, inaugurando assim uma nova fase do músico, que aprimora seu lado compositor. Foi professor pela UERJ nas cadeiras de Formas de Expressão Artística: Música, no Instituto de Artes (2003 e 2004), e Filosofia da Educação, na Faculdade de Educação (2011 a 2013); e pela UFRJ, na cadeira de Violão, sendo também responsável por ministrar aulas de Prática de Conjunto, Leitura à Primeira Vista e Harmonia Aplicada ao Violão (2004-2005, 2008-2009 e 2012-2013). Foi professor do Conservatório Brasileiro de Música – Centro Universitário (CBM-UNICBE, 2003-2014), onde foi responsável por aulas de Violão Clássico, aulas de violão no curso de Cordas Dedilhadas e Seminário de Interpretação e Pesquisa de Repertório. Iniciou em 2014 uma nova experiência como professor de videoaulas de violão no site Cordas & Música. Em 2015 viaja para a Cidade do México, onde participa como professor convidado no IX Festival de Compositores para la Guitarra Pa’lo Escrito, ministrando duas master classes, participando de uma mesa redonda e de uma conferência. BRUNO FERRÃO (Músico Violonista): Desde 2008, atua como solista e em formações de câmara. Foi solista da Orquestra Juvenil da UFRJ e integrou a Orquestra Violões do Forte de Copacabana. Participou das edições de 2010 e 2012 do Festival Vale do Café (Vassouras/RJ), tendo em ambas assistido ao curso de violão ministrado por Turíbio Santos. Participou ainda do 4º Festival Leo Brouwer (São Paulo/SP), em 2013, e do Festival de Música de Santa Catarina – FEMUSC (Jaraguá do Sul/SC), em 2014 e 2015, no qual teve aulas com os violonistas Eduardo Isaac e Mario Ulloa. Como músico executante, participou de masterclasses com os violonistas Alvaro Pierri, André Madeira, Daniel Wolff, Fabio Zanon, Gilson Antunes, Pedro Rodrigues e Xavier Coll. Foi premiado no XIV Concurso Musicalis Nacional de Violão, realizado em São Paulo/SP em 2010 (2º lugar do III turno), e obteve o 2º lugar do XXXIII Concurso Latino-americano Rosa Mística (Curitiba/PR – 2014). Em 2017, venceu a XIV Seleção de Novos Talentos da AV-Rio, na qual foi também premiado Melhor Intérprete da peça de confronto (O mar é o dançarino e a sua dança de (Marcos Lucas), e foi semifinalista do II Concurso Movimento Violão (São Paulo/SP). Seu currículo conta ainda com as estreias das peças Quasi Toccata, para dois violões, de Jorge L. Santos (setembro/2013), e Prelúdio VII, para violão solo, de Ricardo Tacuchian (julho/2015). Tem experiência no ensino de violão, fruto de sua atuação em cursos particulares e em escolas de música (curso de extensão da Escola de Música da UFRJ, BSB Musical e Sarau Brasil). Bacharel em Violão pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (na classe de Humberto Amorim), realizou parte de seus estudos de graduação em Rouen (França), sob orientação de Alain Rizoul. Foi integrante do Coral Brasil Ensemble/UFRJ e do grupo Música Surda. VITOR ROSA: Bacharel em Música pela UFRJ, sendo orientado pelos professores Artur Gouvêa e Bartholomeu Wiese Paralelamente também teve aulas com grandes nomes da do universo acadêmico musical tais como: Léo Soares, Antônio Jardim, Marco Pereira, Fábio Aduor, Samuel Araújo dentre outros. Na graduação foi bolsista pesquisador pelo CNPq no projeto de pesquisa “Óperas e Mágicas em teatros e salões do Rio de Janeiro – Final do século XIX, início do século XX” pelo no departamento de musicologia (UFRJ). Também teve participação no projeto do grupo de pesquisa em choro intitulado como “Sôdade Brasílis” desenvolvido e orientado pelo Profº Drº Sergio Alvares (UFRJ). Recebeu menção honrosa na Jornada de Iniciação Científica (JICTAC 2016 UFRJ) pela sua pesquisa no campo da Etnomusicologia sobre o título “Samba de Coco de São Gonçalo: Umbigadas em novos terrenos”, orientado do Profº Drº Samuel Araújo (UFRJ). Apresenta seu artigo “Lúdicas – Olhares sobre Guerra-Peixe” uma proposta de documentário sobre a obra “Lúdicas” para Violão e Orquestra do compositor homônimo, sua produção e seus desdobramentos no IIº Simpósio de Música e Pesquisa da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF (SIMUPE/2018). Em 2014 participa da fundação do grupo Quarteto de Violões Quartinho. Com o grupo. participou do Festival Internacional Villa-Lobos em 2015. Após concluir sua graduação, se lança no cenário da música de concerto do Rio de Janeiro onde realizou concertos solos em diversos dispositivos culturais, sendo eles: Parque das Ruínas, Teatro Ruth de Souza, Centro de Referência da Música Carioca Arthur da Távola, Museu Villa-Lobos, Casa França-Brasil e Solar do Jambeiro. Em 2018 foi convidado para participar do grupo de pesquisa em música afro-diaspórica “Afrotelúricos” como violonista, arranjador e compositor tendo se apresentado com o grupo em diversos espaços culturais como: Centro de Artes UFF no Festival Interculturalidades, Teatro Popular Oscar Niemeyer e no Festival F.A.C.A. Atua desde 2017 como produtor cultural na cidade de São Gonçalo realizando eventos culturais como o “Palco Gnósis”, “Efeito Colateral”, “Cine Gnósis” Em 2021 foi contemplado pelo edital “Cultura nas Redes 2” pelo seu projeto “Janela Violonística” na qual cria um panorama histórico-cultural com músicas para violão que abrange desde o período do Renascimento até a nossa contemporaneidade. Além de sua carreira solo, é integrante dos Grupos Afrotelúricos e Camerata de Violões. ADRIANO FURTADO (Músico violonista): Começou seus estudos violonísticos aos doze anos de idade como autodidata, mas logo ingressou no Projeto Tocando a Vida, idealizado e realizado pelo Conservatório Brasileiro de Música (CBM), onde obteve uma educação musical mais formal e estudou com os professores Rodrigo Maranhão, Jari Amorim e José Maria Braga. Desse projeto surgiu a Orquestra Jovem de Cordas Dedilhadas, e com esta apresentava-se tocando violão e viola caipira. As duas apresentações mais marcantes da Orquestra foram no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde dividiu o palco com a cantora Gal Costa, e uma apresentação no programa Domingão do Faustão com o maestro e violinista André Rieu. Em 2000, iniciou sua primeira graduação no Conservatório Brasileiro de Música - Centro Universitário (CBM - UNICBE), onde estudou com os professores Ricardo Fillipo e Valmyr de Oliveira, concluindo em 2003 o bacharelado em Violão Clássico. Em 2004, na mesma instituição, cursou a complementação pedagógica, obtendo o diploma de licenciatura plena em Educação Artística com habilitação em Música. Ainda em 2004, passou a integrar a Camerata de Violões. Na área da Educação, atuou como professor de Violão e Prática de Conjunto na Escola Municipal de Música Pixinguinha, em São Gonçalo; foi professor de Música da rede pública de ensino do município do Rio de Janeiro e da Fundação de Apoio à Escola Técnica (FAETEC – Quintino), e de Violão e Prática de Conjunto no curso de licenciatura plena em Educação Artística do CBM - UNICBE. Concluiu o mestrado em Educação Musical em 2013 pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 2014, passou em primeiro lugar no concurso para o Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ), unidade Nova Iguaçu, onde é professor de Educação Artística. Na área interpretativa, atua como violonista da Camerata de Violões, violonista de sete cordas do Grupo Cultural Jongo da Serrinha e desenvolve o projeto de extensão CEFET Trio: música, filosofia e matemática junto aos professores Eduardo Gatto e Marcelo Chaves. O músico ainda realiza trabalhos de composição e arranjo. LUCIANO CÂMARA (Músico Violonista): Compositor, arranjador e instrumentista. Toca violão de seis e sete cordas, guitarra elétrica, viola de 10 cordas, cavaquinho, contrabaixo e percussão. Ingressou na Camerata de Violões em 2014 e, na atual formação do octeto, para o projeto “Cordas Clássicas. Desde 2014 é diretor musical e violonista da Companhia Folclórica do Rio-UFRJ. A Companhia é um Grupo Artístico de Representação Institucional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que atua na difusão cultural e artística não só no meio acadêmico, mas em nível internacional. Foi integrante da Itiberê Orquestra Família por nove anos, desde sua fundação em 2000. Estabelecendo contato com a linguagem musical iniciada por Hermeto Paschoal e disseminada por Itiberê em seu trabalho autoral, este frutífero período passado com a Itiberê Orquestra Família resultou em dois álbuns duplos: os CDs “Pedra do Espia” e “Calendário do som”. Integrou o Grupo Água Viva, hepteto que tem como base a música instrumental e a canção brasileira e com o qual gravou dois Cds: “Mundo ao Revés” – com as colaborações de artistas como Bibi Ferreira e Itiberê Zwarg – e “O louco”. Foi selecionado para receber o prêmio como Melhor Arranjador, pela sua composição “Frevendo Água” no IV Concurso das Rádios MEC e Nacional (2012) e o Grupo Água Viva também foi escolhido como melhor grupo instrumental. Entre 2005 e 2017 foi diretor musical da Companhia de Arte Flamenca. Já atuou como guitarrista flamenco ao lado de renomados artistas do estilo, como Carmen La Talegona, Domingo Ortega, Inmaculada Ortega, Pol Vaquero, Juañares, além acompanhar workshops de artistas como Rafaela Carrasco, Juana Amaya, entre outros. No flamenco atua ainda como compositor, arranjador e instrumentista em projetos de música e dança como o espetáculo “De Piaf a Elis”, o “Quarteto Flamenco Jazz” e o “Olé! Trio”. De 2008 a 2009 foi guitarrista flamenco convidado na fundação “Tiempo Iberoamericano”, no Japão. Realizou sua formação acadêmica na UNIRIO, pela qual é Bacharel em Música Popular Brasileira-Arranjo Musical. É Mestre em Musicologia, também pela UNIRIO. À esta formação agrega aulas e workshops com renomados músicos como Marco Pereira, Fernando de La Rua e o guitarrista de jazz Alexandre Carvalho. Estudou guitarra flamenca em Madri, Espanha, com Jose Manuel Montoya na “Fundación Conservatório Flamenco Casa Patas” e em aulas particulares com Antonio Sánchez (músico do conjunto liderado por Paco de Lucía e sobrinho do mesmo), Joni Jimenez e Paco Cruz. ROGÉRIO BORDA (Músico Violonista): Guitarrista, violonista, compositor e arranjador. Bacharelou-se e licenciou-se em Guitarra Elétrica na Universidade Estácio de Sá (UNESA) em 1992. Tornou-se mestre em Música e Educação pela UNIRIO, com a dissertação: "Por uma proposta curricular de curso superior em Guitarra Elétrica". Criador do Curso Superior em Guitarra Elétrica do Conservatório Brasileiro de Música (CBM) em 2006, onde é professor desde 1990. Fundador da lendária Orquestra Brasileira de Guitarras, com a qual gravou um disco que inclui duas composições autorais. Trabalhou em projetos de transcrição e editoração musical, liderados por Luciano Alves Produções Artísticas, junto à Editora Vitale, que produziu os songbooks de Roberto Carlos, Alceu Valença, Mutantes, Martinho da Vila, Roupa Nova, Flávio Venturini, 14 Bis, Pepeu Gomes, Roberto Menescal e Fagner. Professor de Música no Núcleo de Artes Professor Albert Einstein; pesquisador titular do Núcleo de Pesquisa do Conservatório Brasileiro de Música, com o projeto de pesquisa A Escola de Zé Menezes: método avançado de Guitarra Elétrica. Realizou os seguintes painéis e publicações: A construção de um currículo em Guitarra (VIII Colóquio do Programa de Pós-Graduação em Música da UNIRIO - 2003); História do Pensamento Curricular (IX Colóquio do Programa de Pós-Graduação em Música da UNIRIO - 2004); Por uma proposta de currículo em Guitarra Elétrica (XIII Encontro Anual da ABEM - 2004); História do pensamento curricular e indicações para um currículo em Guitarra Elétrica (Painel sobre Música e Educação na UNIRIO - 2004); Novos caminhos para a guitarra elétrica (Festival de Inverno do SESC, nas cidades de Petrópolis, Teresópolis e Friburgo - 2006); Percorrendo a história do pensamento curricular (Revista Cadernos do Colóquio PPGM do Centro de Letras e Artes da UNIRIO - 2004-2005); Método de Guitarra: A Escola de Zé Menezes (IV Encontro de Pesquisa CBM/CEU/ V Encontro de Pesquisa CBM/CEU); Cante & Toque: Iniciação ao violão com auxílio do bracinho do instrumento (XXI Seminário Latino-americano de Educação musical FLADEM – 2015); Método de Guitarra: A Escola de Zé Menezes (XXI Seminário Latino-americano de Educação Musical FLADEM – 2015). EDUARDO RAMOS (Diretor de Produção): Produtor e professor de Produção Cultural. Ator, formado pela Escola Estadual de Teatro Martins Pena. Bacharel em Artes Cênicas - Teoria do Teatro, pela UNIRIO. Arte-educador e coordenador pedagógico do Projeto "Criança Esperta Não Entra Pelo Cano", da Petrobras, pelo qual atuou entre 2009 e 2010 contratado pela empresa Dreamfactory; exerceu as mesmas funções no projeto "A Arte de Preservar", também da Petrobras, agora contratado pela empresa IPMAR Brasil. Foi Diretor de Produção do Espetáculo "La Careta Que Cae", do Grupo Milongas, e atuou na participação do grupo nos festivais internacionais de Barranquilla (Colômbia) e Maracaibo (Venezuela), além de temporada regular no Teatro Ziembinski. Durante o ano de 2012 atuou como Instrutor Cultural na Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, pela Prefeitura do Rio. Iniciou em 2009 a ação de rodas de leitura "Três na Roda", que atua com repertórios diversos em unidades do Sesc, Bibliotecas e Escolas: pelo projeto, aprovou em editais "Rio de Todas as Letras" (Fomento do Rio - 2014), "Repertório Três na Roda - Leitura em Movimento" (Fomento do Rio - 2016), "O que quer e pode esta língua?" (Lei Aldir Blanc - 2020), "Léguas e Léguas de Língua" (Sesc Pulsar 2021 e Firjan SESI RJ 2022), "Escritas Independentes - Rastros de Portugais e Brasis" (Retomada Cultural 2 - 2022), e "De Tudo Quanto Ali Deixei" (Sesc Pulsar 2022 e FOCA Rio - 2022). Foi Diretor de Produção de "Levo a Vida do Jeito Que For - 50 anos de Cleber Augusto", contemplado pelo edital de projetos de música em Arenas, Areninhas e Lonas (Prefeitura do Rio/FUNARTE). No campo das Artes Visuais, foi curador de dois projetos de graffiti: "Trem das Cores", que entregou um painel no bairro do Engenho de Dentro (Edital Rua Cultural RJ - 2021), e "Direto de Bonsucesso - 50 Anos do Expresso", que promoveu uma transformação visual nos muros da estação ferroviária de Bonsucesso (FOCA - 2022). Também produz conteúdo de Produção Cultural no YouTube na página Três na Roda. No ano de 2024 realizou uma nova circulação com "De Tudo Quanto Ali Deixei", agora com recursos da Lei Paulo Gustavo administrados pelo edital "Fazendo Arte"; pelo edital "Giros RJ", também pela Lei Paulo Gustavo, foi o produtor executivo da performance de dança "Ovo.lar", a se realizar ao ar livre no Museu da República (Rio) e no Museu de Arte Contemporânea, em Niterói. ADRIANA MARTINS (Produtora Executiva): Formada em Comunicação Social - Jornalismo, licenciada em Língua Portuguesa, musicista formada em violão erudito, atriz (DRT 0013790/MG), parecerista e produtora cultural capacitada no Curso de Extensão em Administração Pública da Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e na Capacitação em Gestão de Projetos e Empreendimentos Criativos do Ministério da Cultura/Senac DF. Formada em 2022 pela Escola de Artes Visuais da Fundação Clóvis Salgado, CEFART, BH, nos cursos livres de Arte Educação, Curadoria e Expografia e no FIC Assistente de Produção Cultural. Cursando especialização em Musicalização Infantil pela Unyleya (2023/2024). Foi premiada no edital Ondas da Cultura 2022 da FUNARJ com o projeto "Brinquedos Cantados". Parecerista cultural do Ministério da Cultura (MinC) em 2024 e dos estados do Amazonas, Sergipe, Paraná, Mato Grosso do Sul e Alagoas em 2023. Atriz, musicista e produtora executiva dos projetos de roda de leitura “De Tudo Quanto Ali Deixei”, da Três na Roda Produções Culturais, contemplado pelos editais “Fazendo Arte RJ” da SECEC RJ (2024), SESC Pulsar RJ (2023) e FOCA 2022, da SMCRJ e “O Beijo Que Vós Me Nordestes”, do edital Literatura Resiste RJ, da SECECRJ, em 2023. Lecionou oficinas de musicalização, violão, teatro e canto no Centro de Referência de Assistência Social de São Thomé das Letras, MG, nos anos de 2012, 2013, 2014 e de 2017 a 2020 para crianças, jovens e adultos. Participou, como atriz convidada, da I Mostra on-line da Cia Teatral Voz da Terra, contemplada pela Lei Aldir Blanc, em 2021. Foi integrante da Cia Teatral Voz da Terra (São Thomé das Letras, MG) de 2006 a 2019, como atriz, coordenadora do coral infantojuvenil Villa-Lobos e produtora cultural. Como produtora do grupo foi contemplada nos seguintes editais: Fundo Estadual de Cultura de Minas Gerais (FEC) 2015, Programa Comunidade Sempre Presente da Fundação Itaú Social 2015, LEIC (Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais) 2014, VI Prêmio Cena Minas do Governo do Estado de Minas Gerais em 2013. Foi chefe de Departamento de Cultura e Proteção do Patrimônio do município de São Thomé das Letras, MG, de 2013 a 2017, realizando vários eventos, como Festival da Canção de São Thomé das Letras (FECAST), Encontro de Folias de Reis, Carnaval, produção local do Festival Nacional da Canção (FENAC), ICMS Patrimônio Cultural e Jornada Mineira do Patrimônio Cultural, além de realizar palestras sobre patrimônio cultural em escolas e espaços públicos.
PROJETO ARQUIVADO.