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PRONAC 245610Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

7ª MOSTRA ITINERANTE LIVRE DE CINEMA - CIDADES UTÓPICAS

ESTUDIOS EO COMUNICACAO E CINEMA, EDUCACAO E PRODUCAO CULTURAL LTDA.
Solicitado
R$ 726,2 mil
Aprovado
R$ 726,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2025-01-03
Término

Resumo

A "VII Mostra Itinerante Livre de Cinema - Cidades Utópicas" é uma mostra de curtas metragens de realizadores de periferias e baixo orçamento, somado a uma programação paralela formativa em produção audiovisual para jovens e crianças. O projeto chega a sua sétima edição, fixando no calendário regional uma programação de audiovisual com exibições e atividades formativas que acontecem em Fortaleza e no interior do Ceará desde 2015. A programação de filmes exibidos é selecionada através de chamada pública e as sessões acontecem abertas ao público, de forma gratuíta em praças de bairros populares e periféricos de Fortaleza.

Sinopse

Sobre a Mostra Itinerante Livre de Cinema - MILC A “VII Mostra Itinerante Livre de Cinema” é uma mostra de curtas metragens com sessões abertas em espaços públicos de bairros populares e de periferias, que exibe 30 filmes de todo o território nacional, somado a uma programação paralela formativa em produção audiovisual para jovens e crianças em centros culturais. O projeto chega a sua sétima edição, fixando no calendário regional uma programação de audiovisual com exibições e atividades formativas que acontecem em espaços culturais nas periferias de Fortaleza e no interior do Ceará desde 2015. A programação de filmes exibidos é selecionada através de chamada pública e as sessões acontecem de forma itinerante por equipamentos e espaços culturais comunitários e públicos. Sobre as Categorias de Exibição Categoria Ceará Seleciona 10 filmes para composição da programação da mostra, de realizadores cearenses, tendo como perspectiva a paridade de territórios capital-interior, assim como busca apresentar 50% da programação desta categoria com realizadores negros, pessoas LGBTQUIAPN+ e de territórios étnicos e racializados. Categoria Norte-Nordeste Seleciona 10 filmes para composição da programação da mostra, de realizadores do estados que compõe o norte e nordeste do pais, buscando representar com 05 filmes cada uma das regiões. Excetuan-se desta categoria de exibição os filmes do estado do Ceará. Categoria NacionalSeleciona 10 filmes dos estados do Brasil, exceto da região nordeste e norte do pais.

Objetivos

OBJETIVO GERAL A "Mostra Itinerante Livre de Cinema - Cidades Utópicas" busca promover a circulação de obras audiovisuais de produtores periféricos, coletivos e de baixo orçamento em bairros periféricos de Fortaleza. OBJETIVO ESPECÍFICO 1) Circular pelas periferias de diferentes regionais de Fortaleza produções em curta-metragem nacionais. 2) Realizar um percurso de três oficinas de produção de vídeo no Grande Bom Jardim 3) Fomentar o intercambio de práticas e modos de fazer, entre novos produtores e realizadores audiovisuais de periferias do Brasil

Justificativa

O projeto "Mostra Itinerante Livre de Cinema" se insere num contexto geral de proposta de democratização do acesso e a produção audiovisual, dando visibilidade para os processos que envolvam (ou sejam protagonizados) por sujeitos, geografias e situações que muitas vezes foram estigmatizados com imagens estereotipadas e de cunho degenerativo durante a "grande história do cinema" e a produção dos "conceitos visuais das cidades" como levanta o teórico alemão Rudolf Arnheim (1999). A relação entre o cinema e a cidade; entre a produção de imagens em movimento e a produção da cidade está intimamente relacionado às disposições imagéticas (as imagens que temos sobre) dos contextos sociais e culturais estão numa retroalimentação constante, a cidade, ou como a conhecemos, as imagens dela alimenta o imaginário cinematográfico que por sua vez impulsiona, reafirmando ou repensando, as imagens sobre as geografias, sujeitos ou grupos disposto na cidade, então, em certa medida como aponta o historiador do cinema pernambucano, Paulo Antônio Rezende, o cinema funciona como um espelho e um martelo para a sociedade, cabendo ao artista a responsabilidade da mediação. Neste sentido, fica evidente a importância da representatividade múltipla de realizadores (artistas) de diferentes esferas sociais e identidades culturais, assumindo o importante questionamento de decolonização da imagem cinematográfica "quem esta atrás da câmera ?". Assim o projeto busca contribuir nos processos (que já existem) de reconfiguração visual sobre as periferias das cidades, levando a experimentação em audiovisual para diferentes lugares, muitas vezes não inseridos nos hegemônicos circuitos de mostras e formações em cinema. Assim como fomentando a produção em audiovisual local através da criação de público para o visionamento destas produções locais. As produções locais são um imperativo das políticas públicas sobre a cultura, tendo em vista a crescente globalização dos padrões estéticos e de produção de narrativas cinematográfica, cabe ao estado fortalecer a diversidade cultural e os referencias identitários locais. Reforçando-se ainda, pelo Decreto Legislativo 485/2006 que institui nacionalmente os parâmetro da "Convenção a Proteção e promoção da diversidade das expressões culturais" da "Organização das Nações Unidas para Educação, ciência e Cultura" (2007) . Neste viés o projeto tem sua pertinência, também, acentuada pelo diálogo com a proposta das Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de número 13.0006/2014, especificamente o inciso oitavo (8ª) do artigo 1ª, que prevê a "exibição de filmes de produção nacional" como componente curricular "integrado à proposta pedagógica das escolas". Assim parte da programação de exibições acontece envolvendo diretamente o público das escolas de ensino fundamental e médio das regiões de atuação da mostra. Envolvendo crianças e jovens na atividade lúdica de visionamento de filmes que refletem contextos sociais, políticos, de moradia, ambientais que, em certa medida, contempla a "estética" das localidades de atuação, pela justa proposta de agregar obras audiovisuais que estejam interseccionadas na produção periférica, de baixo orçamento, coletiva e comunitária. Deste modo, o projeto é ressaltado pela capacidade sutil de agenciamento da descentralização e democratização da "representação fílmica", ou de forma geral da "representação estética" de sujeitos, geografias e situações trabalhado nos contextos cinematográficas que estão intrínsecas no cotidiano dos jovens e crianças. Como nos lembra o pesquisador Gustavo Souza (2012) existe uma popularização do audiovisual nas periferias das cidades que reconfigura (e é resultado) das "[...] novas propostas políticas da representação[...]" (p-110), que nos apresenta um novo cenário da produção audiovisual que pauta-se na "[...] tentativa de abordar espaços e experiências periféricos para além das questões já bastante visíveis, tais como violência, pobreza, tráfico de drogas e marginalidade [...]" (p-124). E é neste sentido de dar visibilidade a outras experiências existentes nas periferias que o projeto intui, demonstrando através da diversa produção audiovisual periférica as potencialidades locais. A Mostra apresenta uma preocupação eminente com as regiões de atuação. Assim ressaltamos a urgência de lidar com a área de atuação (Barra do Ceará, Planalto Pici, Bom Jardim e Pirambu) que estão entre os bairros de maiores índices de criminalidade e violência segundo o "Mapa da Criminalidade e Violência em Fortaleza" (2010). Então, vale lembrar, que o projeto tem como intuito a disseminação de uma "cultura pela paz", dialogando as potencialidades dos sujeitos das localidades com as possibilidades audiovisuais de produção e disseminação da cultura compartilhamento, da reciprocidade e do protagonismo. Neste sentido, o aspecto formativo da mostra (com a oficina de produção audiovisual e o "bate papo") tem como intuito favorecer o protagonismo atuado por parte dos sujeitos das minorias sociais e moradores da região. Por fim, é importante ressaltar que pleiteia-se a continuidade do projeto, que chega a sua sétima realização, identificamos que está alinhado a promoção da reconfiguração de perspectivas cristalizadas no imaginário social sobre as localidades de atuação da mostra, através da prática cultural da produção artística e exibição crítica de produtos audiovisuais que dialogam, num sentido representativo imagético, com os sujeitos, geografias e contextos de atuação. Por fim, a última característica para acentuar do projeto é sua pertinência de diálogo e preferência de veiculação para as obras de coletivos e realizadores independentes que articulam suas atividades nos bairros da regional I e III de Fortaleza, que tecem novos caminhos da produção audiovisual abrindo possibilidades, constituindo novos conceitos. Deste modo a VII MILC: Cidades Utópicas, versa através de um cenário cultural que prioriza a periferização (incorporação da perspectiva periférica como ação) no acesso à produção, circulação e confecção de bens e materiais cinematográfico dentro dos diferentes contextos das Cidades contemporâneas.

Especificação técnica

A mostra é composta por uma programação de 3 categorias de exibição com 10 filmes em cada, somando 30 filmes exibidos ao longo dos doze dias de programação. Específicações Técnicas das Categorias de Exibição *A MILC é composta por 3 categoria: Ceará, Norte-Nordeste e Nacional. - cada categoria seleciona para exibição 10 filmes (curtas) - Em cada dia de sessão cada categoria apresenta 01 filme, sendo 3 curtas por noite, seguido de debate. Especificações Técnicas dos Curtas Metragens exibidos * Curtas de até 25 minutos * Curtas produzidos entre 2020 e 2023 * Finalização em HDSH, 4k, 3k, 2k e outros formatos serão aceitos. * As janelas convencionais utilizadas é 16:9, mas outros formatos serão aceitos. * Cada curta é inserido uma janela de tradução em libras de resposábildiade da mostra. Específicações Técnicas das Oficinas A MILC oferta 3 oficinas anteriores à realização das sessões com público de moradores de perifeiras (crianças e jovens de 10 a 18 anos), estudantes de escolas públicas e moradores das regiões de atuação da Mostra MILC. * As oficinas tem características práticas, com a perspectiva de montagem audiovisual de até 5 minutos em cada uma das regiões. * As oficinas tem duração de 30 horas, cada uma delas, acontecendo com turma independentes e com apoio de centros culturais comunitário ou públicos. * Cada turma da oficina é composto com até 30 jovens-crianças * Cada oficina tem como produto final um material audiovisual produzido colaborativamente e exibido na programação da mostra, nas localidades onde foram produzidos.

Acessibilidade

A 7ª Mostra Itinerante Livre de Cinema - Cidades Utópicas assume estratégias de acessibilidade em todas as etapas de produção e realização das ações. Abertura de Inscrições e divulgação das chamadas para realizadores Nesta etapa o projeto apresenta duas estratégias de acessibilidade. O edital de divulgação da chamada assume a perspectiva de produção em textos aumentados, com designer inclusivo. Ainda, a versão textual terá uma tradução em libras e audiodescrição para divulgação conjunta. Assim como a produção prepara uma live-tira duvidas acessível com interpretação em libras ao vivo. Exibições A programação da mostra com a indicação de datas, horários, locais e nome dos filmes terá tradução em libras e audiodescrição como ferramenta de impulsionamento das divulgações da programação e dos espaços da mostra. Todos os filmes exibidos serão inserido janela de acessibilidade nos filmes com libras, assim como as rodas de conversas, debates e oficinas terão disponíveis interpretes de libras.

Democratização do acesso

A natureza do projeto, sua justificativa, trajetória e sentidos de produção estão acentados na proposta de democratização do acesso a produção, consumo e fruição audiovisual. A mostra compõe a sua programação de filmes com artistas moradores de perifeiras, hipossuficientes, de identidades dissidentes, da comunidade LGBTQUIAPN+, ribeirinhos, quilombolas, assentados, populações étnicas e racializadas. As propostas dos espaços de distribuição da mostra (os espaços onde acontecem as sessões) são em praças e ruas públicas da cidade de Fortaleza, localizado em perifeiras, com sessões gratuítas, abertas, acessíveis e com conteúdos representativos para as localidades, tendo em vista que a programação volta sua linha curatorial para a promoção do cinema idenpendete, de baixo orçamento, oriundo e gestado em processos criativos nas perifeiras, territórios rurais, produzido por pessoas da comunidade LGBTQUIAPN+, ribeirinhos, quilombolas, assentados, populações étnicas e racializadas.

Ficha técnica

Diretor de Produção Erick Sousa Mini-bio: Erick (Sousa de Sousa), fotografo, roteirista e diretor audiovisual, pesquisador-documentarista, mestre em Antropologia (UFPE) com pesquisa sobre em Antropologia Visual, cinema étnico. Teve fotografias expostas em diferentes exposições e eventos, com pesquisa visual em fortografia e serigrafia tem atuado com produção de imagens coladas e manipuladas digitalmente. Teve fotografias selecionadas para o Efêmero Festival, com a pesquisa "Desde Aquele dia, Fortaleza". Assinou a direção de curtas-metragens que circularam em festivais no Brasil como Festival Théo Brandão, Festival do Filme Etnográfico de Recife, Festival Narrativas Periféricas. Foi premiado no 27ª Festival Ibero Americano de Cinema (CineCeará) na mostra Olhar do Ceará, com o curta “A lenda Cotidiana”; Produziu, realizou e participou de diferentes experimentos por ambos os coletivos, com a "Rádio Ruptura FM", programa de rádio comunitário, na frequência da Rádio Rosal da Liberdade em Redenção ( 2013 - 2015); É coordenador de produção da Web TV das Periferias (PE-CE), projeto de veiculação de programas online de entrevistas, bate-papo e mesas cast.; Participou do Laboratório de Criação Audiovisual do Centro Cultura do Bom Jardim (2019) com o projeto Aldeia-Cidade. sendo produtor proponente; É produtor e curador audiovisual, coordenando diferentes processos de mostras, cineclubes como o Cine Cultura Popular (IDM/ Museu da Cultura Cearense) e a MILC - Mostra Itinerante Livre de Cinema que acontece desde 2015 no Ceará; assina ainda a produção de séries documentais audiovisuais para web, aprovada em editais como Arte em Rede (2020), Edital LB/SecultFor (2020). Coordenador de Produção Alexandre Machado mini-bio: Artista multilinguagem, escritor nas horas urgentes. Iniciou sua trajetória como artista das perifeirias da cidade de Fortaleza, como poeta imigrante, fez o trajeto inverso e foi residir em Sobral, por escolha própria. Atua com coletivos, grupos e ações culturais desde 2013 no Ceará. Participou da realização de mostras de cinema, assistente de produção para curtas metragens, assim como interviu com arte-urbana, seus versos por diferentes cidades do Estado. Fez parte da Assistência de Produção do curta “Borboleta Pulmão”, premiado na Mostra Olhar do Ceará – 2018. Em Sobral, morador desde 2016 e estudante de Jornalismo, atuou com grupos de poesia e artista da palavra. Essas diversas e pontuais experiências das artes em Sobral foram concentradas através do projeto “Ta Roxeda PodCsat”, podcast com artistas periféricos de Sobral. O podcast gravado em 2020 que apresenta entrevistas com artistas locais da literatura e cinema, em 2021, foi premiado no Edital Arte em Rede, sendo veiculado pela BECE – Biblioteca Pública do Estado do Ceará. Ainda é responsável pela VegSaborSustentável, veículo de informações sobre cultura alimentar local, de base familiar e sustentável, atualmente o projeto é sediado na plataforma Instagram.Coordenador de Programação Felipe dos Santos mini-bio: Graduado em Geografia (UFPE), Produtor Cultural e Realizador Audiovisual; Articulador do Cajá Cultural: Circuito de Arte Intervenção das Periferias; Curador na IV, V e VI Mostra Itinerante Livre de Cinema e Júri FEPEC no V VerOuvindo - Festival de filmes com acessibilidade comunicacional do Recife; Roteirizou e dirigiu os curtas-metragens "Santo Amaro, território em disputa", projeto aprovado no Edital Território Vivo da Marco Zero Conteúdo e Repórteres sem Fronteiras e “Quintal Verde", tendo incentivo da Lei Aldir Blanc através da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco; Apresenta Lives sobre produção audiovisual, cinema comunitário e curadoria nas plataformas das mídias sociais. Jurado do Festival de Cinema de Triunfo - 2023. Produtor Executivo Karoline Nunes mini-bio: Escritora, professora de literatura, artista visual, cineclubista e arte educadora, produtora executiva. Graduanda em letras pela UECE - Pesquisa e participa do grupo de estudos em gênero e direito ( Grupo Altera/UFC). Produzio mostras de cinema, cine-clubes e projetos aprovados em editais. Executou projetos culturais aprovados em editais públicos e de incentivo privado, tem atuado com produção de mostras de cinema, projetos culturais de literatura, cinema e audiovisual. É idealizadora do projeto podcast, Portas Fechadas, podcast que reune críticos e artístas-realizadores do cinema periférico para comentar sobre realizações em curta-metragem. E co-criadora da Mostra do Cinema Educativo e Infantil ,mostra que teve sua primeira realização através da programação do Centro Cultural do BomJardim (CCBJ/IDM-2019) e asegunda pela Chamada de MAnutenãode GRupos do mesmo centro cultural. DesignerDavi Oliveiramini-bio: Graduado em Design Gráfico, arte educador e poeta. Tem experiência com projetos culturais das culturas LGBTQUIA+ através da confirguração de elementos-objetos poéticos entre a literatura, artes visuais e intervenção urbana. Tem diagramado revistas, fanzines e postais de autores e projetos da cidade, tendo obras que circulam em diferentes formatos. É designer de eventos audiovisuais, fotográficos e das artes visuais em Fortaleza e no Nordeste, tendo obras gráficas que representam projetos aprovados em editais como VII Edital das Artes e I Edital Juventude de Paz. Foi Educador do Museu da Cultura Cearense - MCC/ Instituto Dragão do Mar de Arte e Cultura (2015-2017), tendo participado de projetos de mediação e educação cultural com diferentes exposições que ocuparam o museus e galerias de Fortaleza.Assistente de CoordenaçãoIsadora Santos mini-bio: Isadora Santos (Izza), produtora. Tem experiência com a execução de projetos culturais, participando na equipe de comunicação, aprovado em editais públicos, financiado pelo setor privado ou de auto organização. Tendo feito parte da Mostra do Cinema Educativo Infantil, como 2ª Produtora de Comunicação, atuando na veiculação de registros diários e na organização de material comunicacional.Ainda é Social Media no projeto anual de mostra de curtas-metragens "Mostra Itinerante Livre de Cinema", mostra premiada em diferentes editais públicos, ja circulou mais de 120 titulos em curtas-metragens, com espaços formativos e programação voltada para ambientes de periferia, acontece desde 2015 no Ceará. Desenvolveu como convidada para pesquisa ao longo do ano de 2019 a pesquisa visual "Desde Aquele dia, Fortaleza". Atuou na comunicação do projeto de web série documental "História das Aldeias", projeto premiado pelo Edital Arte em Rede (2020) e veiculado pelo equipamento Porto Dragão. Em 2021, fez parte da equipe de comunicação do programa "Ta na Vista", organizado na programação do Sobrado José Lourenço em Fortaleza, programa entrevista artistas visuais mulheres do Ceará (2021). Consultor de Comunicação Gustavo Augusto mini-bio: Possui graduação em Comunicação Social (Jornalismo) e em Sistemas de Informação pelo Centro Universitário 7 de Setembro (UNI7). É pós-graduando em Propaganda e Marketing. Possui larga experiência na produção de conteúdo em formatos jornalísticos audiovisuais, com passagem pelas rádios O POVO/CBN e BandNews Fortaleza e na webrádio Siará News. Também possui experiência na produção de eventos voltados para cultura digital, cultura gamer e cultura afrocentrista. Entre eles, destaca-se sete edições do Fórum Brasil África (entre 2014 e 2020) e o percurso formativo FAZ TEU NOME, que capacitou 45 mulheres cis e transgenero, negras e periféricas. Realizou quatro edições da Semana de Sistemas das UNI7, fez reportagens para 13 edições da revista ATLANTICO e foi editor do site ATLANTICO e tem experiências com capacitação de jovens na Rede Cuca, onde ministrou oficinas e coordenou a Agência Jovem de Comunicação. Atualmente é coordenador de comunicação da produtora Quitanda Soluções, responsável pela execução da comunicação de diferentes proejtos culturais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-04-30
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará