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Produção de média-metragem do gênero documental, com duração de 52 minutos, em formato 4K, sobre o nascimento, o gozo e morte. Estão previstas distribuição em festivais de cinema nacionais e internacionais e sessões presenciais para o lançamento da obra.
O documentário participativo "Até que a morte nos prepare" é uma produção média-metragem, composta por elenco culturalmente e socialmente diversificado de 10 membros da comunidade LGBTQIAPN+, com quem embarcamos em uma jornada que fornece uma visão humanizada e autêntica, na captura da essência das histórias das personagens por meio de entrevistas individuais e registros de suas atividades cotidianas. Uma obra cinematográfica única e impactante, que nos permite acessar perspectivas diferenciadas sobre temas frequentemente considerados tabus: “nascimento, gozo e morte”. Com abordagem sensível e inclusiva, contribui com a promoção de diálogos, estimulando transformações significativas de comportamento, proporcionando o reconfortante sentimento de que nossas vivências não são solitárias e promovendo maior aceitação e sensibilização sobre as temáticas.
OBJETIVOS GERAIS Realizar a produção de um média-metragem do gênero documental, com duração de 52 minutos, em formato 4K, sobre o nascimento, o gozo e morte. Por meio de uma seleção de vozes pautada pelo respeito à diversidade, serão convidados participantes com diferentes idades, perspectivas, crenças religiosas e filosóficas, de forma a conduzir a narrativa em uma jornada que nos permite acessar perspectivas únicas e variadas sobre os tópicos selecionados sob a ótica da população LGBTQIAPN+. Entendemos que esta população é um recorte social que permeia os conceitos de nascimento, gozo e morte de forma constante e particular, por ser uma comunidade que nasce duas vezes, uma ao nascer e outra ao se permitir ser quem se é, que é confrontada com o preconceito a não aceitação a possibilidade de morte ou a morte de si mesmo ao ser desculturalizada. Uma comunidade que tem a experiência do gozo cheia de olhos, de uma cultura enraizada de banheiros, do escondido, do prazer culposo. Entre os sub-temas a serem tratados encontram-se: tradições familiares, mudanças de vida, o processo de envelhecimento, religiosidade, rompimento geracional, ritos de passagem, tesão e desejo, incertezas e a iminência da morte. "Até que a morte nos prepare" emerge, portanto, como um objeto onde a arte não é um objeto isolado, mas um fio condutor que une diferentes facetas da experiência humana. O roteiro será desenvolvido e embasado nas pesquisas previamente realizadas, fundamentais para garantirmos o fechamento da narrativa com sensibilidade e diversidade de experiências, aproximando os cidadãos da arte e contribuindo para a formação de público em audiovisual. A estrutura narrativa e os elementos-chave serão moldados, passando por revisões e aperfeiçoamentos ao longo do período de finalização, edição e montagem. Estão previstas distribuição em festivais nacionais e internacionais e sessões presenciais para o lançamento da obra objetivando alcançar um público estimado em 3.400 pessoas. Este projeto compreende ações que se enquadram, fundamentalmente, nos seguintes incisos do Artigo 3º do Decreto nº 11.453/2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO PRINCIPAL _ MÉDIA METRAGEM Área: Audiovisual Segmento: Prod. AV curta/media metragem/TV Edu Cult Realizar a produção de um média metragem de 52 minutos composto por conteúdo documental que versa sobre o nascimento, o gozo e morte com foco na visibilidade da narrativa da população LGBTQIAPN+. Estas pautas são consideradas tabus na sociedade brasileira, mas permeiam todos os corpos, permitindo uma prática de observação e compreensão de suas nuances inerentes à realidade sociocultural dos entrevistados. Produto no plano de distribuição: Média Metragem PRODUTO SECUNDÁRIO - OBRA EXIBIDA Área: AUDIOVISUAL Segmento: DIFUSÃO DE ACERVO E CONTEÚDO AUDIOVISUAL Realizar 18 sessões presenciais previstas para ocorrerem de forma descentralizada nas Regiões Administrativas do Plano Piloto, Ceilândia, Samambaia, Varjão, Guará e Taguatinga. Sempre com a presença de duas profissionais que se disponibilizarão para realização de um bate papo após as sessões, de forma abordar a aula da produção audiovisual e os desafios encontrados no âmbito da produção da obra apresentada. Estas 18 sessões pretendem alcançar um público de até 3.400 pessoas. Participar de prestigiados festivais não só temáticos, mas também nacionais e internacionais, ampliando a visibilidade e o impacto do filme, destacando não apenas o patrocínio da Ancine e os talentos artísticos e entrevistados envolvidos, mas também a relevância do cinema nacional. Ao ser selecionado para eventos renomados, como o Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade e o Festival Internacional de Cinema LGBT+ de São Paulo, entre outros, o documentário ganhará destaque em contextos que valorizam questões LGBTQIAPN+ no Brasil. Além disso, o filme será inscrito em festivais cinematográficos nacionais de prestígio, como o Festival do Rio e a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, proporcionando uma plataforma única para que obras brasileiras se destaquem e alcancem um público diversificado. Com a possibilidade de participação em eventos cinematográficos de renome mundial, como o Festival de Cannes e o Festival Internacional de Cinema de Berlim, o filme terá a oportunidade de alcançar audiências globais e promover um diálogo abrangente sobre temas fundamentais relacionados ao nascimento, prazer e morte, contribuindo significativamente para o cenário cinematográfico e cultural internacional, elevando o cinema brasileiro LGBTQIAPN+ a um patamar reconhecido globalmente. Produto no plano de distribuição: Obra exibida
Na nossa sociedade, os temas nascimento, gozo e morte estão frequentemente envoltos em tabus e omissões. Ao abordar esses tópicos em um cenário onde essas dinâmicas são exploradas a partir da perspectiva do observador, temos a oportunidade de estabelecer um diálogo que se conecta de maneira mais profunda com o público, contribuindo assim para a desconstrução de preconceitos arraigados. Precisamos fomentar discussões abertas e inclusivas sobre esses assuntos, sobretudo à luz do contexto pós-contemporâneo, no qual uma parcela considerável da população experimentou perdas significativas, seja de entes queridos, de estabilidade financeira, de emprego ou de qualidade de vida, devido a distintos acontecimentos sócio-políticos. Nascer é um ato traumático, que vem do corte, da dor, do sangue, do choro. Nascer é aquilo que nos dá a vida, mas como tudo o que nos define posteriormente em nossa existência, nos marca. Nascemos não apenas pelo parto, mas a partir da identificação do "eu" perante o mundo. Quando nascemos, nascem também as mães e os pais, avós e avôs, tias e tios. Nascer é uma reação em cadeia. A nossa vida dedilha uma série de outras, metaforicamente, no sentido musical, de bater na corda e fazer ela vibrar. É interessante refletir que o simples fato da nossa existência muda, traumatiza, tumultua, alegra, goza, repara a vida de tantas outras pessoas em um caos sem fim. No português brasileiro, a palavra "gozar" abrange diversos significados, como experimentar prazer, deleite, possuir ou utilizar algo e alcançar o ápice sexual. De acordo com Sigmund Freud, o conceito de gozo exerce influência sobre o aparelho psíquico desde os estágios iniciais da vida. Uma das nossas principais funções consiste em evitar o desprazer, pois este funciona como um sinal de algo desfavorável. Por exemplo, se uma fruta tem um sabor desagradável, é provável que seja venenosa e, portanto, potencialmente letal. Assim, ao longo da vida, direcionamos nossos esforços para buscar experiências agradáveis, sensações prazerosas e emoções positivas. A felicidade, o orgulho e o amor representam fontes de prazer, sendo momentos de gozo. Atingir o orgasmo é uma sensação intensamente boa, tão poderosa que dá a impressão de deixarmos algo para trás ou de elevarmos nossa consciência. Por exemplo, os franceses popularmente se referem ao orgasmo como "petite mort", uma experiência tão transformadora que é comparada a uma "pequena morte", sugerindo que não é possível voltar ao estado de "eu" anterior. No entanto, o que acontece quando a busca pelo gozo excede limites? E se o prazer se transforma em vício? Ou se torna um meio de evitar responsabilidades? O desejo nos impulsiona para a frente, estimulando a busca pelo que nos falta. Todavia, a reflexão também deve adentrar nas profundezas de cada indivíduo. É fundamental considerar os limites do prazer, da vergonha, do medo, da depravação e das compulsões. Quais são os elementos que orientam o nosso senso de gozo? Referenciando o contexto da finitude e partindo do princípio de que todos enfrentaremos o fim da vida eventualmente, por que sentimos tanta relutância em abordar o assunto? Não estaria o comportamento relacionado a nossa constante busca pelo que nos trás apenas bem estar e prazer? Caitlin Doughty, escritora e agente funerária norte-americana, cita em sua obra Confissões do Crematório o fenômeno da medicalização cultural da morte. O ato, outrora comum, de falecer em nosso lar, foi gradativamente substituído pela internação e assistência médica em hospitais, processo nem sempre caracterizado pela humanização. Uma análise retrospectiva sobre a nossa história revela a presença de rituais fúnebres, transcendendo até mesmo as diferenças culturais. Apesar de nossos esforços para ocultar a inevitabilidade da morte, esta permanece ineludível. A indagação permanece: por que nossa sociedade parece cada vez mais distante desse tema crucial? Precisamos nos atentar para a concepção de morte não apenas como um evento físico, mas também como uma metáfora da perda em variados âmbitos. Toda decisão implica em uma renúncia. Uma escolha é, de certo modo, uma forma de contemplar uma morte e um nascimento. Refletir sobre decesso revela-se, assim, a consideração sobre como desejamos moldar nossas vidas. Como declarou Elizabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério; Tantas coisas contêm em si o acidente. De perdê-las, que perder não é nada sério. Perca um pouquinho a cada dia. Aceite, austero, a chave perdida, a hora gasta bestamente. A arte de perder não é nenhum mistério". A população LGBTQIAPN+ é um recorte social que permeia os conceitos de nascimento, gozo e morte de forma constante e particular, por ser uma comunidade que nasce duas vezes - uma ao nascer e outra ao se permitir ser quem se é - que é confrontada com o preconceito a não aceitação a possibilidade de morte ou a morte de si mesmo ao ser desculturalizada. Uma comunidade que tem a experiência do gozo vigiada aos olhos de outros, de uma cultura enraizada de banheiros, do escondido, do prazer culposo. Visamos proporcionar, portanto, espaço para a exploração destas temáticas revela-se não apenas oportuno, mas verdadeiramente urgente. Essas questões nos conectam, a despeito de crenças ou identificações. Teremos a oportunidade de explorar os significados e as experiências compartilhadas em torno desses ritos de passagem, promovendo uma reflexão mais profunda sobre a nossa existência. O projeto se justifica ainda pelos seguintes itens: - promoção de produção artística socialmente consciente, contribuindo para discussão e produção artística sobre os temas pertinentes para a sociedade atual; - defender, promover, fomentar e difundir a cultura, o legado cultural e artístico e a memória da comunidade LGBT+ brasileira; - estímulo de diálogo, convidando os espectadores a observarem as próprias experiências e emoções; - desenvolver o gênero nacional, fomentando a produção documental audiovisual do Distrito Federal, com o desenvolvimento de documentário participativo e discussão original e inédita; - desenvolvimento de projeto com potencial de crescimento, geração de renda, empregos para profissionais da cultura e ampliação da Agenda Distrital de Cultura, além de ser admissível de circulação pelo país e pelo mundo. ▼ SOBRE O USO DO INCENTIVO FISCAL Sobre o enquadramento no Artigo 1 º da Lei 8313/91: A proposta se enquadra aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Sobre o enquadramento nos objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91: O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; Sobre o Enquadramento no Artigo 7 - § 6º da IN 11/2024: Considerando a expectativa de público a ser alcançada pelo projeto explicitado no plano de distribuição (3.400 pessoas), o valor per capita será menor do que R$ 300,00.
SOBRE A PLANILHA ORÇAMENTÁRIA Os custos apresentados na planilha orçamentária são compatíveis com as dimensões do projeto e com os valores praticados no mercado. Usamos como referência de precificação tabelas de sindicatos e a Tabela de Indicadores Nacionais de Preços da Cultura publicada pela Fundação Getúlio Vargas e SindCine. SOBRE DESLOCAMENTOS AÉREOS: Temos 01 profissional viajando durante a etapa de produção e respondendo às funções: Produção Executiva 02 Trechos de viagem: São Paulo - Brasília - São Paulo
O projeto será realizado no Distrito Federal, com pré produção no Plano Piloto e com produção e gravações nas locações de atendimento das personagens: Centro LGBTQIA+ de Brasília, a Casa Rosa, o Instituto LGBT+ e na República de Acolhimento, do Instituto Ipês. A finalização da gravação se dará no Plano Piloto de Brasília. O projeto prevê inscrições em festivais nacionais e internacionais de cinema, portanto deverá ser exibido fora do DF. Em sua etapa de exibição aberta ao público está prevista veiculação da obra, de forma descentralizada, nas Regiões Administrativas do Plano Piloto, Ceilândia, Samambaia, Varjão, Guará e Taguatinga.
Atendendo ao disposto no Art. 27 da IN nº 11/2024 e no art. 57, inciso II, do Decreto 11.453/2023, que diz “proporcionar, quando tecnicamente possível, condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do disposto no Art. 23 da Lei nº 10.741 de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, nos termos do disposto no Art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999”, destacamos que: PRODUTO PRINCIPAL – MÉDIA METRAGEM Área: Audiovisual Segmento: Prod. AV curta/media metragem/TV Edu Cult ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Audiodescrição / Legendagem Descritiva ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Janela de libras / Legendagem ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Legendagem PRODUTO SECUNDÁRIO - OBRA EXIBIDA Área: Audiovisual Segmento: Difusão de acervo e conteúdo audiovisual ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os espaços onde faremos as exibições gratuitas da obra serão selecionados com base na acessibilidade física, considerando rampas de acesso, corrimãos, banheiros adaptados e espaço reservado para cadeiras de rodas. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Audiodescrição / Legendagem Descritiva ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Janela de libras / Legendagem ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Legendagem
A DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS CULTURAIS RESULTANTES DO PROJETO - ARTIGO 29 DA IN 11/2024: Cumpre informar que o objeto central do projeto é um média metragem de acesso integralmente GRATUITO. Está previsto um público de 3.400 pessoas para o produto principal. Conforme orienta o Art. 29 da IN nº 11/2024, como medida de democratização de acesso, comprometemo-nos a: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3%(três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. DA AMPLIAÇÃO DE ACESSO - ARTIGO 30 DA IN 11/2024: Conforme previsto no Artigo 30 da IN 11/2024, o projeto contempla as seguintes medidas de ampliação de acesso: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento).
Plano Piloto Produções Artísticas Ltda Proponente / Coordenadora-Administrativo Financeiro A Plano Piloto Produções Artísticas é a empresa fundada pela multi-artista Monica Nassar e que incorpora o seu cometimento em elaboração, desenvolvimento e realização de projetos culturais. Monica Nassar se graduou em Arquitetura e Urbanismo no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), em 2012. Em 2014, mudou-se para São Paulo, onde produziu em coletivo o projeto ViroRio, que foi exposto na Quadrienal de Praga de Cenografia e Performance, em 2015, mesmo ano em que participou da equipe de pesquisa da exposição do multiartista Tadeu Jungle na Sala do Humano do Museu do Amanhã. Usou suas habilidades multidisciplinares para compor equipes nas mesas independentes da Mesa e Cadeira, trabalhando com os ciborgues Neil Harbisson e Moon Ribas na construção do WeTooth, o primeiro aparelho de comunicação intra-dental do mundo, em 2016 (contemplado no Guinness Book of Records 2020) e com o fundador do Kickstarter, Perry Chen, na publicação do livro “A bridge to a bad star” sobre o desastre da base espacial de Alcântara, no Maranhão. Na área de audiovisual, trabalhou com produtoras reconhecidas como Academia de Filmes, Vetor Filmes, Your Mamma e Sentimental Filmes. Realiza pesquisa e direção de arte com foco em audiovisual. Assina o longa-metragem Eu te Levo de Marcelo Muller e o videoclipe de Felipe Cordeiro, como diretora de arte. No ano de 2017, completou a sua pós graduação em Cenografia e Figurino, na Universidade Belas Artes de São Paulo, onde produz o aplicativo Adelaide, para mapeamentos de roteiros e gestão de projetos criativos. No ano de 2020, é contemplada pelo Edital de Teatro Virtual da Funarte, e realiza produção executiva, argumento e projeto cenográfico do espetáculo Estranhas, junto a uma equipe robusta de artistas brasilienses. Em 2022, foi responsável pelo projeto expográfico de Cenas de uma Década, Teatros de Grupo do DF, que mapeou e abrigou performances dos grupos de teatro da região. No ano de 2023, assina cenografia, produção de arte e assistência de produção do projeto, financiado pelo FAC-DF, De ponta cabeça, um espetáculo teatral para público infantil. Sua produção tem como foco os projetos autorais e o desenvolvimento de projetos culturais, junto a sua produtora Plano Piloto Produções Artísticas Ltda. Tábata Aragão Produção Executiva 01 Tábata Aragão obteve seu Bacharelado em Cinema e Mídias Digitais, mergulhando de cabeça na arte da narrativa. Sua busca incansável por conhecimento a levou a Milão, Itália, onde conquistou um Mestrado em Scrittura e Storytelling, aprimorando suas habilidades na arte de contar histórias. Como freelancer, desempenhou um papel fundamental na Assessoria de Imprensa, Produção e Storytelling na produtora audiovisual brasiliense, MERUN FILMES. Abrangeu, também, a Coordenação de Comunicação e Gestão de Mídias Sociais na M'ART, uma plataforma inovadora que conecta artistas, amantes das artes visuais, pesquisadores e colecionadores. Em 2020 assumiu a responsabilidade pelo Atendimento e Coordenação de Cursos Livres do Espaço f/508 de Cultura, uma iniciativa inovadora que busca criar um espaço inclusivo para o aprendizado e produção em diversas áreas, com ênfase na fotografia, artes visuais, pensamento crítico, manualidades, literatura, escrita e cinema. Também realizou a Coordenação de Produção do projeto de Restauração do filme “Pirenópolis, o Divino e as Máscaras”. Dirigido por Lyonel Lucini, é uma obra-prima que retrata a Festa do Culto ao Mito do Divino Espírito Santo, em Pirenópolis (GO). Este filme é de extrema importância para a memória da cultura popular brasileira e do estado do Goiás. Filmado em 1968, é o primeiro filme produzido no extinto Instituto Central de Artes da Universidade de Brasília (ICA-UnB), numa coprodução com o extinto Instituto Nacional de Cinema. Jonathan Andrade Roteirista Escritor, ator, diretor, produtor cultural, dramaturgo e cenógrafo, bacharel em Artes Cênicas, com habilitação em Interpretação Teatral, pela Universidade de Brasília. É integrante fundador do Grupo Sutil Ato, coletivo de teatro que atua no mercado profissional do DF e nacional há 19 anos, atuando nele como idealizador de projetos, produtor, diretor de produção e artista criador. O grupo desenvolve pesquisa nas áreas de atuação, dramaturgia autoral e poéticas narrativas. No primeiro semestre de 2018, estreou o espetáculo Autópsia (IV Atos), reunindo a versão inédita de quatro atos, no Centro Cultural Banco do Brasil, com fomento do FAC (Fundo de Apoio a Cultura). O espetáculo Tsunami também participa do Cena Contemporânea (2017) e é considerado pelo público o melhor espetáculo brasiliense do Festival. No mesmo ano participa do Prêmio Sesc do Teatro Candango, sendo indicado a todas as categorias e ganhando prêmio de melhor cenografia e atuação. Atuando como professor da Faculdade Dulcina de Moraes, onde também foi coordenador pedagógico dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Artes Cênicas, entre 2009 e 2013, dirigiu onze montagens, sendo três delas projetos de conclusão de curso. Teve experiências com cinema no curta A Caroneira (2012) e no especial de final de ano da Rede Globo Fuga de Natal (2018). Na TV participou da Série Escola Prevenida, um curso de formação de educadores sobre a realidade das drogas nas escolas, da TV Escola e Canal Futura. Dedica-se à dramaturgia desde 2001, como foco de pesquisa e criação. Com seus trabalhos dramatúrgicos, recebeu o prêmio SESC do Teatro Candango de melhor dramaturgia, pelo texto Entrepartidas (2011), e outros dois prêmios oferecidos pela FUNARTE, pelos textos: Terra de Vento (2009), contemplado pela Bolsa Funarte de Dramaturgia, e GuardAChuva (2004), publicado pela instituição. Ministrou diversas oficinas de dramaturgia em diversas cidades de GO, DF, MA, MS, MT e TO. Beta Rangel Direção de cena Beta Rangel é pós graduanda em Cinema e Linguagem Audiovisual e bacharela em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. É co-fundadora da Apt7 filmes, e integrante do grupo Estupenda Trupe. Entre seus trabalhos como diretora estão "Partituras" (2005), selecionado no festival de minuto, "Ser-tão mulher" (2017), "Sou Sangue" (2019), "Live com os mortos" (2020) e "Todo dia ele faz tudo sempre igual" (2021) selecionados para Cine Baru, Festival de Cinema de Lages, Lobo Fest, CineFest São Jorge, Creator in crisis, entre outros. Recebeu, em 2023, os prêmios de melhor atriz, melhor roteiro e melhor curta metragem pelo filme Instante na mostra Brasília do Festival de Cinema de Brasília. Atuou nos filmes "Desvirtudes", de Gautier Lee, melhor filme na Mostra Gaúcha de Curtas desta 49ª edição do Festival de Cinema de Gramado; "Advento de Maria" e "Menina de barro" de Vinícius Machado, ambos prêmio de melhor filme no júri popular da mostra Brasília do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; "Fendas" de Carlos Segundo, vencedor do prêmio de melhor filme do júri jovem, no Vancouver Latin American Film Festival, melhor longa metragem de ficção Internacional no Festival Internacional de Cine de Pasto e melhor filme no Festival de cinema de Caruaru; "Ainda sangro por dentro" também de Carlos Segundo, indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro; e "Quando as janelas não são uma opção" com o qual recebeu os prêmios de melhor atriz no Five continents film festival e no Independent Shorts Awards. É co-roteirista, ao lado de Emanuel Lavor e Paola Veiga, do curta "Instante", que recebeu ainda o prêmio de melhor roteiro no 27 Cine PE. Escreveu, ao lado de Tiago Venusto, os curta-metragens "Quando as janelas não são uma opção", com o qual recebeu menções honrosas de melhor roteiro nos festivais Five continents film festival, South Film and Arts Academy festival, e prêmios de melhor filme nos festivais Independent Shorts Awards; e "Aquilo que não se vê", que recebeu o prêmio de finalização no Fomenta Cine 2023.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.