Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
FESTIVAL DE DANÇA ITACARÉ 2024, o projeto já aprovado no PROGRAMA FUNARTE DE APOIO A AÇÕES CONTINUADAS 2023 - EVENTOS ARTÍSTICOS CALENDARIZADO e tem o grande desafio a continuidade e apresentar a diversidade de diferentes artistas da dança oriundos de cidades e países distintos para poder pensar o corpo e a composição da dança. O festival acontecerá entre nos dias 04 a 13 de novembro de 2024, serão (10) dez dias de muita dança e diálogo sobre este campo de conhecimento. Uma teia da dança se formará na cidade de Itacaré/BA e Ilhéus/BA, propondo não só a população local de se mover pelas cidades mais os artistas, moradores, convidados do festival, visitantes e pessoas das cidades vizinhas. O público do Festival terá acesso mais uma vez a trabalhos cênicos inovadores e atividades formativas.
O Festival de Dança Itacaré 2024 será realizado nos municípios de Itacaré/BA e Ilhéus/BA. Serão dez dias de muita dança e diálogo, construção de parcerias, troca de experiências sobre este campo de conhecimento, no litoral sul baiano. Um trabalho de formação e difusão. Serão realizados 03 (três) Oficinas Espetáculos encontros de dança que serão desenvolvidas 01 (uma) na cidade de Ilhéus e 02 (duas) na cidade de Itacaré - Artistas selecionados na Convocatória irão em conjunto com artistas locais e moradores reproduzir um trabalho de dança. Os 03 (três) trabalhos Oficinas Espetáculos terão o número máximo de participantes. Para a produção dessas experiências laboratoriais em dança, a sua criação será feita antes e durante o festival, para tanto, o festival começará no modo interno 07(sete) dias da sua abertura; justamente para dar tempo para esses profissionais construírem os trabalhos juntamente com artistas locais de Ilhéus e Itacaré; Produziremos também, 02(dois) Encontros EM Conjunto, com 04(quatro) convidados para compor essa experiência de aproximação e diálogos, a partir dos seus contextos e curiosidades. Um encontro onde o ensino formal e não formal estará junto, no objetivo de construir intercâmbios de experiências, produção de conhecimentos em ambientes diferentes. Duas duplas, de pessoas que têm na sua vivência práticas artistas e/ou comunitárias serão formadas, por intermédio da produção do festival, para a composição de um diálogo que será aberto para o público. e 02 (duas) Exibições de Vídeo. Selecionados trabalhos internacionais 03 (três) Espetáculos, e nacionais 05 (cinco) Espetáculos e 03 (três) Performances. ver no site a composição https://festivaldedancaitacare.com.br/ANO-XII/ Para a ampliação no cenário nacional e internacional a programação contará com a Programação Africana, tendo como parceiros o Junta Festival de Teresina (PI) e Panorama Festival, do Rio de Janeiro (RJ), o Circuito de Dança Sul/Sul e a Semana de Curadores e Instituições Convidadas. 05 (cinco) espetáculos - Programação Africana My body, my archive de Faustin Linyekula (Congo)Vozes de Janeth Mulapha (Moçambique) New Day de Matanhane Abílio (Moçambique)Out of this world de Qudus Onikeku (Nigeria)The man who did not see the whale pass by de Panaibra Gabriel Canda (Moçambique)
Geral - Realizar o Festival de Dança Itacaré _ ano XII, durante 10 dias. Objetivo específico: 1. Apresentar o panorama de dança contemporânea na Zona da Costa do Cacau e na Zona da Costa do Dendê;2. Produzir a Programação Africana - 05 (cinco) espetáculos ;3. Realizar o Circuito de Dança Sul/Sul - 07 (sete) convidados;4. Viabilizar a Semana de Curadores e Instituições Convidadas - 05 (cinco) curadores;5. Realizar os Serviços da Contrapartida; 6. Apresentar 03 (três) Espetáculos internacionais, 05 (cinco) Espetáculos nacionais, 03 (três) Oficinas Espetáculos e 03 (três) Performances, 02(dois) Encontros EM Conjunto e 02 (duas) Exibições de Vídeo - OBS: o item 6 - fomentado pelo "PROGRAMA FUNARTE DE APOIO A AÇÕES CONTINUADAS 2023". Vale ressaltar que toda a programação do festival é gratuita.
Existe hoje um esforço da política cultural nacional de RETOMADA e de sofisticação da produção artística, potencializando os processos de diversidade da oferta e da democratização cultural brasileira. A próxima etapa implica na ampliação de redes internacionais para a veiculação de conteúdos de formação, difusão e ensino, para a consolidação das transformações pelo viés de uma nova economia da cultura e de novos mercados. A primeira edição aconteceu em 2008, financiada pelo primeiro edital da Caixa Econômica Federal voltado para produções de festivais de dança e teatro no país. Em 2012, o festival ocupa o Centro Cultural Porto de Trás, no bairro Porto de Trás _ um Quilombo Urbano, na cidade de Itacaré/BA, além de espaços públicos e alternativos, atendendo à demanda por mais atividades culturais, artísticas e educativas na cidade. Desde o ano de 2017, com o apoio financeiro do Estado da Bahia, através do Fundo de Cultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda, vinculado ao Edital Eventos Culturais Calendarizados, podemos ampliar a nosso campo de atuação, chegando à cidade de Ilhéus/BA, e durante 05 (cinco) edições a programação do festival esteve presente nas duas cidades do Litoral Sul da Bahia, Itacaré e Ilhéus. O Festival já contou com a participação de mais de 130 grupos de dança de todo o Brasil, atraindo cerca de 4 mil espectadores por ano, entre moradores, estudantes, artistas e visitantes da cidade. Online Festival de Dança Itacaré 2021 -Via lei Aldir Blanc teve o desafio inédito de pensar o seu formato, por conta da pandemia da Covid-19 que assolou o nosso planeta. E manteve a sua realização no município de Itacaré e propôs como reestruturações fundamentais a produção de danças filmadas, totalizando 7 produtos audiovisuais- criadas especialmente paras as geografias locais, e a oferta on-line ao público da mostra de espetáculos, oficinas e palestras com acesso totalmente grátis. Ainda em 2021 festival produziu o documentário Tenho ouvido pra dançar na sua Edição IX, que narra o processo de curadoria colaborativa a partir de aprendizados ancestrais, experiências religiosas e vínculos comunitários, o evento também abriu espaço para outros diálogos. No ano de 2022, a nossa diretora artística, Verusya Correia, foi convidada e participou do Programa Internacional de Visitantes pela NRW KULTURsekretariat, na cidade de Düsseldorf na Alemanha, onde acompanhou o festival "Internacional Tanzmesse NRW 2022", além de visitar espaço e instituições no domínio da dança na Renênia do Norte-Vestfália. Em 2023 o Festival integrou a mais nova experiência de internacionalização da Funarte no continente africano. A Funarte desembarcou com delegação brasileira de programadores de dança em novembro e integrou a Bienal de Dança na África durante a 10ª edição do KINANI - Plataforma Internacional de Dança Contemporânea, que aconteceu na cidade de Maputo, Moçambique, por meio do programa Funarte Brasil-Conexões Internacionais. O Festival vem cumprindo o papel de formação de plateia, já que alcançamos a média de 200 a 350 pessoas por dia em todos os espetáculos, e com destaque para a presença das crianças nos espetáculos, que souberam tomar com propriedade o que lhes foi oferecido. E agora o festival foi fomentado pelo "PROGRAMA FUNARTE DE APOIO A AÇÕES CONTINUADAS 2023".
My body, my archive de Faustin Linyekula (Congo) Nossos movimentos, ritmos, respirações e vozes carregam os traços intangíveis e misteriosos de onde viemos. Também para o dançarino Faustin Linyekula, o contador de histórias do Congo ferido, o seu corpo é o único arquivo sensível do passado do seu país. Para este novo espetáculo, ele percorre vinte anos de criação, atento ao que não existe: as mulheres, ausentes das memórias e histórias de seu clã. Ele os invoca na forma de estátuas de madeira feitas por Gbaga, escultor Lengola. "Um arquivo familiar destruído pela História cujos fragmentos foram espalhados, histórias das quais apenas emergem os nomes dos homens do clã. Então o que fizemos com as nossas mães, com as nossas irmãs, onde estão as nossas mulheres?" Fautin Vozes de Janeth Mulapha (Moçambique) Aqui estão os corpos, corpos peculiares, definidos ou não pela sua trajetória de vida, corpos de mulheres revolucionárias apenas mulheres – inúmeras experiências contaminadas pela hegemonia. Suas crenças, idade, religião e identidades incubam a liberdade através da dança como uma teia de aranha como metáfora da transgressão feminina. Desta vez os corpos dançam as suas vozes, as vozes que reivindicam a liberdade através da resiliência, a figura feminina que não se preocupa em enquadrar-se na estética, procuram a sua expressão longe da rigidez, uma expressão de toda uma vida. New Day de Matanhane Abílio (Moçambique) Esta peça é uma reflexão profunda sobre o que nós, humanos, estamos fazendo ao meio ambiente, onde o personagem principal ocupa o centro do palco e o epicentro do Furacão Idaii. Sozinho, o protagonista está com os jornais simbolizando como a maioria das corporações não está fazendo tanto para mudar a situação. Moçambique, em particular, sofreu ao longo dos últimos três anos com inundações, furacões, pessoas vivas deslocadas e alterações nas paisagens. Out of this world de Qudus Onikeku (Nigeria) A forma que estou propondo é um espaço de incubação para as culturas futuras, um espaço onde poderíamos fazer perguntas públicas que não sejam simplesmente pensar em nossos públicos como corpos transacionais, mas como canais para qualquer visão social ou futuro utópico que desejamos. Para fazermos juntos. Envolver as nossas instituições parceiras como incubadoras, para nutrir a produção cultural e promover o progresso da arte num mundo agonizante. E talvez mais pertinentemente, qual é o sentido da cultura neste momento, se as instituições culturais não fazem este tipo de perguntas juntamente com os artistas e o seu público? De que serve um teatro ou um museu se for apenas uma cidadela para culturas pré-fabricadas que atingiram os seus limites. The man who did not see the whale pass by de Panaibra Gabriel Canda (Moçambique) Inspirado nos autores Janusz Korczak e Fernando Pessoa, moçambicano coreógrafo e dançarino Panaibra Gabriel Canda trata das diferentes mundos e percepções de adultos e crianças e com utopias perdidas ou enterradas. Existe uma conexão entre mim e o outro eu, como o buraco de minhoca que conecta o triângulo do Dragão com o Triângulo das Bermudas. Uma conexão entre eu, o olho da câmera e a imagem projetada. Assemelha-se à nossa sociedade em que há uma pressão entre as expectativas do eu e do outro que às vezes impõe a projeção de um outro eu. Mas o que é esse outro eu? Há um mal-entendido entre o pensamento racional da humanidade e sua irracionalidade: um grito silencioso que apela à multidão, um olhar cego que vê uma paisagem, um movimento mutilado que chega ao vazio, um cheiro inodoro que sufoca o ambiente, um gosto insípido que arde na língua; a mente que habita o subconsciente de uma consciência que tolera ditaduras democráticas ao habitar a inércia da suposta liberdade de uma vida morta no tempo!
Disponibilidade de áreas e/ou recursos especiais para inclusão de pessoas com deficientes (ex:contratação de intérpretes de libras e produção de áudio descrição) e idosas;Apresentação com ênfase na acessibilidade:- Tradutor de LIBRAS ou implementação de legenda em vídeos e VTs exibidos no evento;- Outras formas de acessibilidade, tais como: realização do evento em espaço com requisitos deacessibilidade, existência de rampas/corrimões, vagas para PCDs no estacionamento, existência debanheiros adaptados.
Com o objetivo de ampliar o acesso do público as atividades do Festival de Dança Itacaré buscará primordialmente fomentar a formação de plateia por meio da distribuição de ingresso nas escolas públicas, realizadas mediante a uma ação de mediação de público através de visitas às escolas, associações, sindicatos, academias, etc. Para fortalecer essa ação teremos: -Oferecimento de tickets de entrada (gratuita) correspondente a 60% da lotação dos espaços das apresentações, ensaio aberto e exibição para comunidades quilombolas, escolas públicas através de parcerias com as Secretarias de Educação Municipal e Estadual; -Promoção de rodas de conversas após a apresentação, envolvendo o público e os criadores; Como estratégia de divulgação, faremos uma divulgação no lançamento da programação geral do FESTIVAL DE DANÇA ITACARÉ 2024, nas redes sociais do festival, abrangendo outros países e tendo como foco os países da África e a América Latina. Para divulgação no âmbito nacional e estadual, assim como nos municípios de Itacaré, Ilhéus e cidades circunvizinhas será realizada conversas presenciais e online, mala direta, correspondência via internet, distribuição de folder, releases, além de ações nas escolas públicas e de dança, comunidades quilombolas, rurais e periféricas, espaços de artes e espaços afins; Para alcançar outros públicos teremos disponibilidade de áreas e/ou recursos especiais para inclusão de pessoas portadoras de deficiência (ex: contratação de intérpretes de libras e produção de áudio descrição) e idosas;
Ficha técnicaFestival de Dança Itacaré 2024Currículo Verusya CorreiaDireção Artística e CuradoraDoutoranda, bolsista da FAPESB e Mestre do Programa de Pós-Graduação em Dança na UFBA. Foi professora substituta UFSB/CJA (set.2018 - ago. 2020). Diretora artística e curadora do Festival de Dança Itacaré. Tem em sua investigação a relação entre dança, cidade e o ativismo político. Nestes últimos anos produziu quatro espetáculos, junto com o Núcleo da Tribo, de dança contemporânea: Os filhos os contos, Vamos pra costa?, Toque de guerra e Samba que Soma. Todas essas investigações cênicas partiram das análises do contexto local, relatos das experiências vividas. Dando visibilidade aos modos de organização e composição das poéticas relacionado ao cotidiano, os corpos negros dos moradores do Quilombo Urbano, bairro Porto de trás, no município de Itacaré/BA. Em 2021 lançou o livro Pilates & Dança: livro aula para práticas de Coreotonia, pelo Edital Prêmio das Artes Jorge Portugal. O Festival de Dança Itacaré produziu dois filmes: Fronteiras (sete danças filmadas) e o documentário Tenho ouvido pra dançar. Em 2022 foi convidada e participou do Programa Internacional de Visitantes pela NRW KULTURsekretariat, na cidade de Düsseldorf na Alemanha, no “Internacional Tanzmesse NRW 2022”. Festival, desde sua criação há 15 anos e em as suas edições, busca criar medidas para ampliar as possiblidades de diálogo criativo entre diversas camadas sociais, entre gerações e culturas. Curriculo Valmilson Conceição do Nascimento ( Valmilson Pericles )CuradoriaCapoeirista, pedreiro e integrante da Associação Casa Ver Arte/ Núcleo da Tribo – grupo de dança, coordena o Centro Cultural Porto de Trás. Nestes 20 anos vem desenvolvendo um trabalho sociocultural na comunidade do Porto de Trás - Quilombo Urbano, especificamente com a cultura popular. Em 2008 começou a sua investigação ligados ao diálogo com a dança contemporânea, através de espetáculos e intervenções urbanas: Os filhos os contos, Vamos pra costa?, Toque de guerra e Samba que Soma. Tem em sua investigação a relação entre o ambiente, corpo negro e ativismo político. Desde 2017 compõe a curadoria do Festival de Dança Itacaré. Curriculo Arionilson Sá (Xixito)CuradoriaCapoeirista, pintor e integrante da Associação Casa Ver Arte/ Núcleo da Tribo – grupo de dança, coordena o Centro Cultural Porto de Trás. Nestes 20 anos vem desenvolvendo um trabalho sociocultural na comunidade do Porto de Trás - Quilombo Urbano, especificamente com a cultura popular. Em 2008 começou a sua investigação ligados ao diálogo com a dança contemporânea, através de espetáculos e intervenções urbanas: Os filhos os contos, Vamos pra costa?, Toque de guerra e Samba que Soma. Tem em sua investigação a relação entre o ambiente, corpo negro e ativismo político. Desde 2017 compõe a curadoria do Festival de Dança Itacaré. Curriculo Gilmar SilvaProdução GeralGilmar Silva com formação técnico de turismo começa o seu interesse na área cultural em 2008 fazendo o receptivo do 1˚ Festival de Dança de Itacaré. Já em 2009 na segunda edição do Festival assumi a produção local. Fez em 2011 a produção do espetáculo e do documentário Os Filhos dos Contos contemplado pelo Edital Yaka Rudzka FUNCEB2009. Produziu em Itacaré o Programa de Circulação FUNARTE DANÇA com o trabalho Perfume para Argamassa do goiano Kleber Damaso (2011). No ano de 2017 a 2022 é Coordenador de Produção do FESTIVAL DE DANÇA ITACARÉ. Curriculo Eli Izidro dos SantosAssessoria Administrativa Mestre em Economia Regional e Políticas Públicas pela UESC - Universidade Estadual de Santa Cruz (2016), onde desenvolveu a pesquisa: Fatores Determinantes da Oferta de Empreendedores Criativos em Ilhéus e Itabuna, financiado pela Fapesb. Desde 2009 atua como Diretor Administrativo e Financeiro do Teatro Popular de Ilhéus, sendo responsável pelo setor de prestação de contas e gestão da Instituição. Presta assessoria administrativa, gestão cultural e prestação de contas para várias instituições e pessoas físicas da região, como Comunidade Tia Marita, Gongombira, Rildo Fogge, Gilton Thomaz, Mestre Virgílio, entre outros. Além disso, desde 2000 é ator (DRT: 3449- BA) do Teatro Popular de Ilhéus e participou das principais montagens do grupo teatral
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.