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O projeto cultural é a montagem, temporada no Rio de Janeiro e circulação do espetáculo Alma Brasileira, que levará ao público uma seleção de crônicas de alguns dos mais importantes escritores brasileiros do gênero e de canções de mestres da nossa música, sobre a mestra direção de Amir Haddad e com interpretação sempre magistral de Marco Nanini.
Alma Brasileira é um convite para o público se reconectar com nossas raízes, passeando pela obra de Chico Buarque, Edu Lobo, Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Pixinguinha, Villa Lobos, Carlos Drumond de Andrade, Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Ferreira Gullar, tudo sobre a mestra direção de Amir Haddad e com interpretação sempre magistral de Marco Nanini. Uma oportunidade rara de ver este ator brilhar atuando e também cantando. A classificacão etária pretendida é livre.
OBJETIVO GERAL Como principal objetivo do projeto pretende-se renovar a valorização da riqueza artística da produção artística do Brasil apresentando um espetáculo de alta relevância e qualidade ao público de 08 capitais do país. OBJETIVOS ESPECIFICOS - Promover a circulação do espetáculo em 3 diferentes regiões brasileiras, em 08 cidades. - Atrelar a marca do Ministério da Cultura ao espetáculo, valorizando o vínculo que promove a circulação de um bem cultural de alta relevância artística. - Democratizar o acesso e formar plateia através da distribuição gratuita de ingressos para estudantes. - Contribuir para a formação de novos profissionais da economia criativa através da realização de workshop de produção cultural. - Alcançar um público total superior a 32.000 pessoas. - Movimentar a economia criativa nacional através da execução orçamentária do projeto.
Em 2025 Marco Nanini celebra 60 anos de carreira. Nesta longa trajetória dedicada ao público brasileiro, o ator percorreu o Brasil com mais de 40 espetáculos teatrais, chegou a milhares de lares com diversos personagens interpretados na TV, e protagonizou dezenas de filmes. Um dos artistas mais geniais e profícuos do Brasil, Marco Nanini é um gigante da atuação, respeitado por seus pares, premiado pela crítica e amado pelo grande público. Não houve um só ano, desde 1965, quando pisou num palco pela primeira vez, em que ele não tenha interpretado um personagem. Celebrando seus 60 anos de carreira, Nanini sobe aos palcos sob a direção do mestre Amir Haddad para interpretar e cantar a obra de outros grandes artistas brasileiros geniais. Alma Brasileira é um projeto que celebra a riqueza da cultura Brasileira, com dois dos maiores nomes do teatro nacional levando aos palcos a obra de nomes emblemáticos que muito contribuíram para a construção da identidade cultural do Brasil. Um espetáculo de resgate da memória, mas cuja proposta de encenação atual busca receber nos teatros brasileiros um público amplo, diverso, abrangente em idades e classes sociais. Um espetáculo nostálgico para alguns, surpreendente para muitos e necessário para todos. Nossa proposta prevê uma ampla circulação, levando Alma Brasileira e a marca do Ministério da Cultura a nove estados brasileiros, em 3 diferentes regiões, se apresentando no Rio de Janeiro - RJ, em Manaus - AM, em Fortaleza - CE, em Vitória - ES, em São Luís - MA, em Belo Horizonte - MG, em Belém _ PA e em Recife _ PE. Muito trabalho e dedicação são necessários para apresentar ao público qualidade artística aliada a vanguarda, sensibilidade e inovação. A Pequena Central é responsável pela produção de espetáculos que fazem parte do imaginário do público brasileiro. Em todos os seus projetos, além das apresentações para o público geral, a proponente sempre abriu espaço para formação de novos públicos e de novos profissionais. Nenhuma destas atividades seria possível sem a presença do Ministério da Cultura através da lei federal de incentivo a cultura. A proposta aqui apresentada se enquadra nos incisos I, III, IV, V e IX do Art. 1º da Lei Rouanet. E através da realização do projeto, alcançaremos os objetivos II e), IV a) e V b) do Art. 3º da referida Lei.
Espetáculo teatral com duração total de cerca de 70 minutos. Workshop com carga horária total de 08 horas. Programa em formato digital.
Levando em consideração o Art. 26 da IN MinC 01/2023, abaixo reproduzido: Art. 26. Será permitido ao proponente oferecer medidas alternativas devidamente motivadas, sujeitas à prévia aprovação da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), para assegurar o atendimento às medidas de acessibilidade previstas na legislação pertinente. Propomos as seguintes medidas de acessibilidade a serem realizadas na execução do projeto, devidamente justificadas abaixo de cada item. Produto Cultural Principal: Espetáculo de artes Cênicas Acessibilidade física (Aspecto arquitetônico): O espetáculo se apresentará em teatros adequados com as normas de acessibilidade vigente, que contém rampas e corrimão, espaço para cadeirantes e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos: realização de um total de 11 sessões com tradução em libras (04 no Rio de Janeiro e 01 em cada cidade da turnê) Justificativa: Acreditamos que este seja um número coerente com a quantidade de apresentações do projeto e a real demanda de público portador de deficiência auditiva. Com a experiência de quem tem produzido projetos através dos mecanismos públicos de incentivo nos últimos 20 anos, sabemos que apesar do convite feito às instituições com material do espetáculo, disponibilização de convite para o acompanhante, até mesmo oferecimento de transporte não resultam na ida deste público ao teatro. É preciso rever a legislação, uma vez que este é um assunto de extrema importância para nossa sociedade, que precisa de política pública, campanhas de conscientização, união de diversos setores e não apenas a obrigação dos produtores culturais atenderem uma exigência, quando na prática os espaços públicos e privados não estão preparados para que possamos atender as pessoas com deficiência. Sem esforços conjuntos não veremos um real avanço na pauta da acessibilidade. Acessibilidade para deficientes visuais: Realização de 02 sessões no Rio de Janeiro e 01 em cada praça da circulação com audiodescrição. Justificativa: Este é um serviço de custo elevado, sendo impossível para o produtor (mesmo com os custos lançados no orçamento) realizar este serviço em todas as apresentações. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Realização das apresentações em locais com equipe treinada para atendimento a este público quando necessário. Produto Cultural Secundário: Workshops Acessibilidade física (Aspecto arquitetônico): O workshop será realizado em espaços adequados com as normas de acessibilidade vigente, que contem com rampas e corrimão, espaço para cadeirantes e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos: Presença de tradutor em libras caso haja portadores de deficiência auditiva entre os inscritos no workshop. Acessibilidade para deficientes visuais: Conteúdo pedagógico em apostila com tradução em libras caso haja portador de deficiência visual entre os inscritos. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Realização do workshop em local com equipe treinada para atendimento a este público quando necessário.
- Como medida de ampliação de acesso prevista no Artigo 30, da IN Nº 11, de 30 de janeiro de 2024, o projeto: - Realizará, de acordo com o Item V, um workshop sobre produção cultural. O workshop pretende compartilhar com produtores em inicio de carreira a experiência de quem montou espetáculos de sucesso nos últimos 30 anos. Desde a leitura e seleção de um texto, passando pela formatação do projeto, inscrição em leis de incentivo e editais, e a dinâmica de produção e lançamento do produto. O workshop atenderá até 30 jovens na cidade do Rio de Janeiro, 30 em Recife, 30 em São Luís e 30 em Belém, totalizando 120 beneficiários. - Como medida de Contrapartida Social prevista no Artigo 32, da IN Nº 11, de 30 de janeiro de 2024, o projeto: - Realizará, para um público total de 500 pessoas, ensaio aberto para estudantes na cidade do Rio de Janeiro.
Roteiro Camilla Amado, Amir Hadad, Marco Nanini e Fernando Libonati Direção Amir Hadad É ator, diretor e professor de teatro. Em 1958, juntamente com Zé Celso Martinez Corrêa e Renato Borghi, foi um dos fundadores do Teatro Oficina. Por seus trabalhos como ator e diretor recebeu inúmeros prêmios. Em 1980 fundou o Tá Na Rua – com sede no bairro da Lapa, Rio de Janeiro –, grupo com o qual leva a arte do teatro para o espaço comum e aberto das ruas e praças, destacando a importância da arte fruída de forma pública, acessível e seu poder de transformação social, cultural e urbana. Com Marco Nanini (Representante legal da empresa proponente, desempenha no projeto a função de ator) Como ator de teatro participou de mais de 30 espetáculos e acumulou inúmeros prêmios por atuações em peças. Foi dirigido por Aderbal Freire-Filho, Felipe Hirsch, Gerald Thomas, Guel Arraes, João Falcão e Jô Soares. Também é um dos responsáveis pelo maior fenômeno do teatro brasileiro, O Mistério de Irma Vap, 11 anos em cartaz. Fora do teatro, atua também no cinema e na televisão. Esta em cartaz atualmente com o espetáculo TRAIDOR, com texto e direção de Gerald Thomas. Cenografia Gringo Cardia Artista visual, designer, cenógrafo, arquiteto, diretor artístico, diretor de vídeos, teatro, ópera e moda. Criou mais de 150 shows para artistas renomados do Brasil e do exterior, entre eles, o Cirque Du Soleil. Curador e designer de vários museus no Brasil, assina também o Museu Internacional da Cruz Vermelha, em Genebra (Suíça). Gringo Cardia é um dos fundadores da Spectaculu ao lado da atriz Marisa Orth. Iluminação Beto Bruel Beto Bruel atua intensamente na cena teatral brasileira, trabalhou com mais de 100 diretores em mais de 500 montagens. Recebeu 10 indicações ao prêmio Shell, recebendo 5 troféus. Também foi ganhador de inúmeros Troféu Gralha Azul e recebeu a Medalha de Ouro no World Stage Design – International Organization of Scenographers, Theatre Architects and Technicians (Seul, Coreia). Produção Fernando Libonati (Representante legal da empresa proponente desempenha no projeto a função de gestão geral, sendo responsável por sua execução junto ao Minc e aos patrocinadores, além de ser de sua responsabilidade o resultado e qualidade artística do projeto) Fernando Libonati produziu alguns dos mais bem-sucedidos espetáculos do teatro brasileiro nas últimas duas décadas. Em 2021 dirige As Cadeiras, projeto realizado durante a pandemia. Usando a criatividade que o momento solicitava, a obra levou para as telas de cinema a linguagem teatral. As Cadeiras foi protagonizado por Marco Nanini e Camila Amado e é baseado no texto de Eugene Ionesco. Assessoria de Imprensa Pedro Neves
PROJETO ARQUIVADO.