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PRONAC 245652Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CIRCUITO CINTURÃO CAIPIRA

CASA DOS CAIPIRAS PRODUCOES CULTURARAIZ LTDA
Solicitado
R$ 600,9 mil
Aprovado
R$ 600,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Pardinho
Início
2025-02-01
Término
2025-12-23
Locais de realização (5)
Bofete São PauloBotucatu São PauloParanapanema São PauloPardinho São PauloSão Manuel São Paulo

Resumo

O projeto Circuito Cinturão Caipira consiste na itinerância de uma mostra da cultura raiz paulista por 5 cidades da região da Cuesta Paulista: Botucatu, São Manuel, Paranapanema, Bofete e Pardinho. Em cada cidade a mostra é realizada em um domingo na Praça Pública, por 12 horas seguidas, compreendendo apresentações de músicas e danças da cultura popular e folclóricas do interior paulista, executadas por artistas da região.A estrutura da mostra é fixa para todas as cidades, porém os artistas variam de uma cidade para outra, com uma curadoria que contempla a mistura de artistas locais e artistas de outras cidades da região, promovendo assim o intercâmbio e o fortalecimento da rede criativa local. E em parcerias com prefeituras das cidades citadas, será possivel organizarem uma feira com barracas para alimentação e artesanato com os moradores locais.

Sinopse

CLASSIFICAÇÃO LIVRE Cururu Há várias hipóteses para a origem do cururu. Alguns pesquisadores afirmam que é uma dança de origem tupi-guarani, de função ritualística. Hoje, como outras tradições folclóricas, está deixando de ser passada para as novas gerações. A origem da terminologia "Cururu", refere-se às manifestações de festas indígenas praticadas pelos nossos povos Bororos, cujas aldeias às margens do rio São Lourenço dançam o "Bacururu", um pouco diferente do "Cururu", onde os indígenas dançam em roda, mudando apenas o ritmo. Acredita-se, que a variação do termo "Bacururu" tenha dado origem ao "Cururu", devido à proximidade dos habitantes da zona rural, com as aldeias dos nativos. Alguns estudiosos afirmam que a dança tem suas raízes na cultura tupi-guarani e foi influenciada pelo misticismo indígena e pela cultura dos escravos africanos. Inicialmente, os jesuítas utilizavam a dança em suas catequeses, evoluindo depois para rituais festivos religiosos e, atualmente, pode ser apenas cantada, em forma de versos e desafios. O Cururu ganhou reconhecimento nacional quando foi apresentado como espetáculo ao público por Cornélio Pires em 1910. Atualmente, no Centro-Oeste ainda é dançada nas festas do Divino e de São Benedito. Em São Paulo, ela é mais um desafio de violeiros. São usados a viola-de-cocho e o ganzá. Nos desafios, cada violeiro desafia o outro, como um repentista. O tempo é marcado pela viola e pelo público, que acompanha cada verso e resposta. A dança Cururu tem caráter religioso, por isso é importante que aqueles que a praticam, chamados de cururueiros, conheçam a vida dos santos. Nas festas religiosas, o Cururu marca o início das rezas. Os cururueiros cantam a história dos santos, levantam o mastro, rezam e recitam ladainhas em homenagem ao santo. Nas festas religiosas o cururu é cantado e dançado somente pelos homens. O ponto alto da apresentação é o momento em que o Divino "pousa", quando o cururueiro (ou canturião) canta e saúda a sua chegada. Nesse momento ele deve mostrar sua habilidade em citar versos bíblicos e a partir deles criar histórias cujo rumo ele determinará, como uma narrativa. Entretanto, hoje os temas são mais livres, podendo incluir conteúdo político, social e até esportivo. Dança de São Gonçalo São Gonçalo é um santo português com culto permitido pelo papa Júlio III em 24 de abril de 1551. Nascido em Tagilde no ano de 1187, estudou rudimentos com um devoto sacerdote. Conta-se que São Gonçalo dançava, cantava e tocava sua viola a noite toda em meio às mulheres da noite, assim esperava que elas ficassem cansadas e não mais pecassem, pelo menos naquela noite. Ele entendia que as mulheres que se participassem dessas danças aos sábados não cairiam em tentação também no domingo. Acreditava ainda, que com o tempo se converteriam e se casariam. Durante a dança, para não cair em tentação, São Gonçalo usava pregos em suas botas. Dizem os antigos que a maneira de dançar São Gonçalo, meio cambaleante, é uma lembrança do modo que dançava próprio São Gonçalo ao sentir as dores dos pregos em seus pés. No Brasil, em alguns locais o Santo é representado da forma Católica, ou seja com a ausência da viola, no entanto as imagens do Santo destinadas para o culto popular através da Dança de São Gonçalo é representada, na grande maioria das vezes. Esta manifestação pode ser encontrada em quase todo o Brasil, com variações coreográficas bastantes diversificadas, tomando diferentes formas de execução. Tipicamente, os dançarinos são separados em duas fileiras, uma de homens e outra de mulheres, sendo a dança é dividida em rodeadas, que são sequências de coreografias, comandadas pelos violeiros. Cada rodeada pode durar mais de uma hora, dependendo sempre do número de participantes e o número de sequências de coreografias que vão sendo criadas pelos violeiros, sempre aumentando a dificuldade, e aqueles que estão atrás da fila tem que seguir os que estão na frente. Enquanto os violeiros cantam louvores a São Gonçalo, os dançarinos se dirigem ao altar, beijam a imagem, ajoelham-se e voltam para o fim de suas fileiras. Assim que termina um ciclo de coreografias se completa a rodeada.[10] Em algumas localidades, no fim de cada volta, os dançarinos param e comem os pratos oferecidos pelo fiel que está pagando a promessa ao santo. Catira A Catira, também chamada de Cateretê, é uma dança coletiva e popular do folclore brasileiro. Essa expressão é típica da região sudeste, entretanto, foi se espalhando e ganhando adeptos em outros locais. Hoje podemos ver essa dança em quase todas as regiões do Brasil, com destaque para o sudeste e o centro-oeste. Essa manifestação cultural é mais encontrada nas cidades interioranas e, portanto, faz parte da cultura sertaneja. Até hoje, é comum observar grupos de Catira formados exclusivamente por homens, os quais são chamados de catireiros. A origem da Catira é múltipla, ou seja, ela reúne traços europeus, indígenas e africanos. A verdade é que desde o período colonial já temos essa dança como manifestação cultural. Para alguns, ela está associada às atividades dos tropeiros, o que explica sua característica mais marcante, a qual reúne somente homens. Estudiosos apontam que como eles faziam o transporte de gado entre os locais, provavelmente, a dança tenha surgido nos momentos de descanso e descontração do grupo. Essa dança folclórica é marcada pela batida dos pés e das mãos movimentadas pelo ritmo da música, que por sua vez, é produzida pela viola caipira. Por esse motivo, a moda de viola é o ritmo mais empregado. Na dança, duas fileiras são formadas pelos integrantes, que se movimentam de frente um para o outro. Dessa maneira, as batidas dos pés e das mãos são intercaladas por pulos. Ela é formada geralmente por dois violeiros e um grupo de, no máximo, dez integrantes. Mas, devemos observar que isso pode variar dependendo do local onde ela ocorre. Os violeiros podem estar frente a frente, ou ainda, virados para os demais dançarinos. São eles os responsáveis por iniciar a música, momento chamado de rasqueado. Logo, os dançarinos fazem o movimento denominado escova, onde há uma rápida batida das mãos e dos pés, acompanhado por seis pulos. Baile de Tuia Os roceiros da agricultura de subsistência nos idos de 1950 faziam os grandes mutirões de preparação da terra, plantio e colheita com a vizinhança. No final do dia, o costumeiro era celebrar com uma boa comilança como porco no tacho, vaca atolada (sopa de mandioca com costela de vaca). Naqueles tempos dos mutirões para realização do trabalho, sempre foi também a motivação para um bom festejo. Logo, o chamado “Baile de Tuia” imperava, podendo ser na Tulha, quando estava vazia para receber a nova safra colhida, no terreirão ou no salão dos grandes casarões de tábua. Ao som de sanfona acompanhada de viola ou violão, alguma percussão improvisada quando não tinha um pandeiro, o bailado começava no início da noite e terminava só no outro dia depois que o sol se levantava, isso quando não estendiam panos de mata-borrão nas frestas entre as tábuas para manter a penumbra e seguir com o bailado dia a fora. A luz do salão era de lampião, umas duas paradas na noite para o café e dar um folego aos folgazões. Em determinados momentos durante o baile, circulava no salão uma vassoura impetrada pelo cavalheiro do casal anfitrião (donos da casa), que passava de mão em mão – a vassoura era a senha para “roubar” a dama que fazia par com outro cavalheiro – uma forma gentil e respeitosa de mostrar pretensão em dançar com determinada dama que já estivesse parceirada naquela dança. Tudo isso acontecia na maior harmonia e diversão, por se tratar de pessoas de total confiança dos donos da casa.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar 5 eventos artísticos com duração de 12 horas, no Cinturão da Cuesta Paulista durante 11 meses, em cinco cidades diferentes na Praça Pública nos seguintes locais: Botucatu, São Manuel, Paranapanema, Bofete e Pardinho. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Produzir 5 eventos artísticos com duração de 12 horas ininterruptas durante 11 meses; - Realizar os eventos nas seguintes cidades da Cuesta Paulista: Botucatu, São Manuel, Paranapanema, Bofete e Pardinho; - Eleger como ceneário de apresentação das atrações musicais e de dança uma Praça pública das cidades escolhidas; - Promover em cada evento 1 apresentação Café e Viola com 4 duplas de violeiros _ roda de viola , 1 mostra de cururu, 1 dança de São Gonçalo, 1 mostra de catira, 1 show humorístico de causos caipiras, 1 orquestra de violeiros, 6 dupla de violeiros ganhadores do festivais de música caipira e um grupo regional do Baile de Tuia; - Contemplar artistas locais e regionais para as apresentações; - Promover parceria com a prefeitura das cidades para organizarem feira de alimentação e artesanato com participação dos moradores locais no dia do evento.

Justificativa

A Casa dos Caipiras sempre esteve atenta a buscar o fortalecimento da cultura raiz na região da Cuesta, pois além de estar sediada na cidade de Pardinho, vêm de longa data preservando a cultura popular com suas dancas, música de viola caipira e histórias buscando nas leis de incentivo e em editais realizar eventos culturais gratuitos para a população. A mostra itinerante Circuito Cinturão Caipira é uma forma de celebrar, difundir e valorizar a cultura popular e o folclore paulista em seu local de origem, proporcionando a manutenção e a continuidade dessas práticas artísticas. A realização do Circuito nos locais de origem dessas manifestações proporciona a troca entre artistas, inspira os mais jovens, promove o sentimento de pertencimento, fortalece a economia local e a cadeia criativa, impulsiona o turismo e o empreendedorismo cultural local. O projeto alimenta manifestações culturais valiosas que carecem de fomento, espaço e visibilidade para perdurar e seguir compondo e inspirando o amplo e rico repertório cultural do Estado de São Paulo. O Baile de Tuia - Valorização de uma tradição e transferencia de conhecimento às novas gerações. Num passado bem próximo, os sitiantes trabalhavam nas lavouras na forma de mutirões, processo colaborativo e ao final de cada tarefa (plantio ou colheita), celebravam dançando ao som de sanfona, violão e alguma percussão improvisada, esse costume se fazia presente também por ocasiões especiais como batizado de um nascituro ou casamentos. Uma manifestação comunitária que iniciava numa tarde e terminava somente noutro dia depois que o sol levantava, e regra era, que quando os primeiros raios de sol adentrassem as frestas entre as tábuas das tulhas ou salões dos alicerçados (altos) casarões pendurassem panos de mataborrão para manter a penumbra e o baile continuar. Sob luz de lampião e os casais trocavam de pares quando a vassoura entrava no salão levada por um cavalheiro que deixava com parceiro da dama pretendida, tudo com o máximo respeito. A bebida que se consumia era o licor de anisete (uma mistura de cachaça com água, anis, corante e açúcar). Na hora da fome era servida uma "sustantosa" sopa de mandioca com costela de vaca, bolo de fubá, pão caseiro, paçoca de pilão e café passado no coador de pano. Como esses lugares eram normalmente longe dos centros urbanos e não dispunham de transporte fácil, o Baile de Tuia era o encontro dos enamorados que viajavam léguas a cavalo, onde se conheciam e até casavam. O resgate do Baile de Tuia na cidade de Pardinho aconteceu em 2011, com quatro edições por ano só pausou quando iniciou a pandemia, pela sua relevância cultural o público é de 400 a 500 pessoas de todas as idades no salão e dura aproximadamente 4 horas (das 19 à 0h00), e todos os atributos de antigamente são retratados com fidelidade, inclusive as músicas, a sanfona acompanhada de violão e pandeiro, tudo no acústico. O Cururu A relevancia do Cururu se dá por ser uma arte exclusiva e essencialmente do interior paulista, é o Repente caipira, cantado de maneira improvisada ao som da viola caipira, praticado na região geográfica conhecida como Médio Tietê. São muitas as definições elaboradas pelos estudiosos de folclore ou cultura popular. Dentre elas, a de Antonio Cândido: "Dança cantada do caipira paulista - cuja base é um desafio sobre os mais vários temas, em versos obrigados a uma rima constante (carreira), que muda após cada rodada". A definição do cururu como uma dança é compartilhada por pesquisadores importantes como Mario de Andrade, Alceu Maynard de Araújo e Câmara Cascudo e está diretamente vinculada às origens dessa manifestação folclórica. Pardinho promove há 13 anos o encontro anual de Cururueiros da região. O escritor botucatuense Sérgio Santa Rosa tem publicada a renomada obra "Prosa de Cantador" onde compartilhou seus conhecimentos de anos de pesquisa e falou dos grandes ídolos que deixaram seus nomes na história, importante replicar esse movimento pelas cidades da Cuesta Paulista para que os mais jovens conheçam essa arte, herdada do Jesuitas. São Gonçalo A Dança de São Gonçalo de origem e aculturação portuguesa, inicialmente apresentada nos templos religiosos católicos, com o objetivo de catequizar os pecadores. São Gonçalo era Frade, de uma região conhecida pela propagação da prostituição, após passar um tempo de sua vida refletindo, descobriu que a melhor maneira de converter fiéis seria com o contato comunitário. Assim, começou a organizar bailes públicos com danças para que as pessoas da cidade se mantivessem longe das "tentações" do mundo. São Gonçalo ficou conhecido como santo casamenteiro das moças velhas e desenganadas, leva também a fama de santo alegre, farrista e violeiro, sendo inclusive, o padroeiro dos violeiros. Festejado em 10 de janeiro, data de sua morte em 1259. Trazida essa cultura ao Brasil no inicio do Século XVIII pelos fiéis de Amarante Portugal, é aqui conhecido como "São Gonçalo do Amarante". Essa Dança tem características próprias em cada região, organizada geralmente em pagamento de promessa ou voto de devoção, que se transformou em patrimonio da cultura brasileira. Preservar esta dança folclórica é fundamental para inspirar novas gerações e não corrermos o risco de perder uma fonte de memória viva que está diminuindo, conforme as gerações vão se passando. Portanto, este projeto é de máxima relevância para nossa cultura local e preservação artística nacional.

Estratégia de execução

A Casa dos Caipiras possui um amplo repertório no desenvolvimento, execução e promoção de ações que valorizam a cultura e a música raiz. A maior Web Rádio de Música Raiz do Brasil, agenciamento de artistas, produção de shows sob medida, Festivais, incentivo a novos talentos. Integra por meio da música raiz, artistas, veículos de comunicação, organizadores de eventos, grupos folclóricos, órgãos públicos, empresas e terceiro setor, abordando diferentes aspectos da Cultura Caipira. A Casa dos Caipiras visa valorizar e manter a identidade caipira em todas as suas formas e divulgar a Música Raiz para todas as regiões brasileiras. Fundada em Pardinho, município que pertence ao Polo Cuesta no Centro-Oeste do Estado de São Paulo, área de incrível beleza natural do Aquífero Guarani. Nossos profissionais trazem mais de 20 anos de experiência no fomento à cultura raiz sertaneja e extensa trajetória de atuação através do Festival de Música Raiz de Pardinho (FESMURP) que há 10 anos reconhece e divulga duplas da região e de outros estados do país; rodas e orquestras de viola (Caipiras da Cuesta e Jovens da Cuesta), Grupo de São Gonçalo, além do incentivo às importantes festas tradicionais, eventos e manifestações culturais.

Especificação técnica

- Viola: A viola é a protagonista e estará presente em todas as apresentações de manifestações artísticas e folclóricas. É uma forma de viola de arco que se tornou um símbolo nacional e que está presente em diversos estilos musicais. O som da viola caipira é característico, e é produzido pela combinação das seis cordas e do arco. A viola caipira é um instrumento versátil, que pode ser usado tanto para acompanhar outros instrumentos, como para tocar músicas sozinho. Ela é muito usada em músicas folclóricas brasileiras, como o samba, o forró, o choro, entre outros. Existem várias técnicas de toque para Viola Caipira. Por exemplo, o dedilhado é uma técnica importante, pois é usada para produzir diferentes notas. Além disso, a técnica de arco é usada para criar um som mais suave e melodioso. O toque de dedilhado e arco pode ser combinado para produzir um som único e interessante. Existem três tipos principais de viola caipira: viola de 10 cordas, viola de 8 cordas e viola de 6 cordas. A viola de 10 cordas é a mais comum e é usada para tocar música folclórica brasileira. Ela tem 10 cordas, que são divididas em duas partes: as cordas superiores (que são usadas para produzir notas mais altas) e as cordas inferiores (que são usadas para produzir notas mais baixas). A viola de 8 cordas é menor e mais leve do que a viola de 10 cordas, e é usada para tocar música de violeiro. Ela tem 8 cordas, que são divididas em duas partes: as cordas superiores (que são usadas para produzir notas mais altas) e as cordas inferiores (que são usadas para produzir notas mais baixas). A viola de 6 cordas é a menor e mais leve de todas as violas caipiras. Ela é usada para tocar música de violeiro e tem 6 cordas, que são divididas em duas partes: as cordas superiores (que são usadas para produzir notas mais altas) e as cordas inferiores (que são usadas para produzir notas mais baixas). A viola está presente na cultura do homem do campo, do sertanejo ou caipira, que se utilizava do som daviola para criar seus versos que traziam suas lamentações e descrições da vida rural e suas percepções da natureza. - Cururu Passos básicos: - Posicionamento:Forme uma roda com os dançarinos, com homens e mulheres alternados. Dê as mãos uns aos outros e fiquem em pé, prontos para começar a dança.Passos básicos: O cururu é dançado com passos curtos e enérgicos. Você pode começar com passos para frente e para trás, batendo os pés no chão de forma rítmica. Mantenha os movimentos leves e fluidos, seguindo o ritmo da música. - Palmas: As palmas são uma parte importante do cururu. Acompanhe a música batendo palmas no ritmo. Geralmente, as palmas são sincronizadas com os movimentos dos pés e outros instrumentos musicais. - Movimentos do corpo: O cururu também envolve movimentos do corpo, como balançar os braços e o tronco. Fique atento aos dançarinos ao seu redor e siga seus movimentos. Lembre-se de que é uma dança animada e festiva, então sinta-se à vontade para se soltar e se divertir. - Improvisação vocal: Uma característica marcante é a improvisação vocal. Enquanto dança, os dançarinos podem improvisar letras ou versos, respondendo uns aos outros de forma espontânea. Essas improvisações são geralmente feitas em forma de desafio e são uma parte divertida e interativa da dança. - Dança de São Gonçalo: - O instrumental se compõe de viola e tambor. - A disposição é simples: Dançam doze pessoas em fila singelas de seis em cada. Um homem, com guitarra outrora, hoje viola ou rabeca, fica na frente, diante do altarzinho onde há uma imagem de São Gonçalo, monge, modesto. Esse violeiro é o guia. Atrás se põe uma mulher, a contraguia. Seguem-se mulheres. O mesmo no outro cordão paralelo. Somente os músicos, quatro são homens. O canto é uníssono e com a mesma música, é acompanhado com um movimento de bolandas, para direita e esquerda, e depois da jornada desfilam ante o altar, uma fila para cada lado. - Chama-se jornada a série de versos cantados sem interrupção, o ato: A dança de São Gonçalo consta de doze jornadas. Não se ultrapassa esse número, nem mesmo quando pedem jornadas por promessa. Os versos são quadras decoradas e algumas improvisadas, alusivas ao culto. As chistosas (piadas, gracejos) são raras mas aparecem. - Há uma atitude especial das dançarinas e dançarinos, obrigatória: mão esquerda sobre o coração, o braço direito curvo, em forma de ângulo agudo, ficando a mão semi-aberta, numa atitude de quem pede esmola, de quem suplica. Dizem que São Gonçalo dançava assim. As duas jornadas não se cruzam senão na jornada do Trancelim, quando atravessam e recruzam um ao outro. - Catira: - Por ser uma dança coletiva, ela pode ser executada por 6 a 10 pessoas que acompanham a música tocada por violeiros. -Para dançar catira, é necessário formar duas fileiras compostas pelo mesmo número de integrantes que se movimentam de frente um para o outro. Pulos intercalam as batidas das mãos e dos pés. - Dependendo da região do país, a catira é dançada por no máximo dez pessoas e dois violeiros que são os responsáveis pela música. Rasqueado é o nome que marca o início da canção. - Escova é o movimento marcado por uma rápida batida das mãos e dos pés, seguido por seis pulos. - Existem ainda dois movimentos que ocorrem ao longo da dança. São eles: 1. Serra acima, os dançarinos rodam da esquerda para direita, uns atrás dos outros, variando as batidas das mãos e dos pés;2. Serra abaixo, os dançarinos voltam para trás, da direita para esquerda, embalados pelas batidas dos pés e das mãos. - O recortado é outro passo marcado pela troca de lugar tanto das fileiras quanto dos dançarinos. O último movimento é o levante, em que todos cantam. - A vestimenta dos dançarinos de catira é bastante específica: botinas, calças, camisas e chapéus. As botinas são o adereço mais importante, pois possibilitam que a batida dos pés acompanhe as melodias de modo que todos possam ouvir. Alguns integrantes usam lenço no pescoço ou na cintura. Hoje, é bastante comum encontrar mulheres que compõem grupos de catira, e as roupas que elas usam não diferem das usadas pelos homens. - As músicas que embalam a catira se relacionam com a cultura sertaneja, predominante no interior do país.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE ATITUDINAL equipe preparada para ações sem preconceito, estigmas e discriminações para receber a pessoa com deficiência.Principalmente auto-descrição dos participantes no início de cada apresentação. ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA presença de rampas nas praças e banheiros quimicos adaptados. ACESSIBILIDADE NAS COMUNICAÇÕES Para eliminar barreiras na comunicação interpessoal teremos intérprete de libras durante toda as apresentações artísticas; legenda nas publicações de vídeos resultantes das apresentações, exceto as transmitidas ao vivo.

Democratização do acesso

EVENTO aberto totalmente gratuito para todas as idades, independetemente de raça, gênero, religião, ideologia política ou classe social. É um evento participativo que convida as pessoas a dançar, cantar e buscar sua espontaneidade através da apreciação artística. Circuito Cinturão Caipira será realizado em locais de amplo e livre acesso público. Para quem não puder estar presente no evento, ele poderá ser assistido pela internet em âmbito nacional. O evento será publicado no canal do youtube. O projeto contempla a edição de um video curto de registro com tomadas das apresentações e depoimentos dos participantes com legendagem que poderá ser amplamente divulgado após a sua realização A divulgação do evento nas cidades ecolhidas comtemplarão ações pontuais em organizações públicas e do terceiro setor.

Ficha técnica

Chico Almeida – Curadoria e Coordenação Geral Organizador e Produtor do FESMURP (Festival de Música Raiz de Pardinho) em parceria com o idealizador Sérgio Vieira, Inezita Barroso (madrinha) e o programa Viola Minha Viola da TV Cultura, o Festival agora em 2021 tem 12 edições realizadas com uma lacuna de 6 anos (de 2007 a 2012), com participação na produção e organização em todas as edições. Co-idealizador, produtor e organizador dos eventos de tropeirismo “Cavalgada do Ferreirinha” em 2003, “Cavalgada do Tijuco Preto” em 2010 e “Rastro do Ferreirinha” em 2016. Mentor e Coordenador do 1º Curso de Viola Caipira do estado de São Paulo pelo SENAR (Serviços Nacional de Aprendizagem Rural) Produtor e Coordenador das Orquestras de violeiros “Caipiras da Cuesta - Canto e Viola”, grupo “Jovens da Cuesta”, mentor na retomada do “Grupo de São Gonçalo de Pardinho” e criador do curso e “Grupo de Catireiros de Pardinho”. Diretor, Produtor e Organizador do “Festival Carreirinho de Música Raiz de Bofete-SP”. Diretor e Produtor do “Festival de Musica sertaneja de Itatinga-SP em 2008”. Produtor e Jurado do “Festival Dino Franco em Paranapanema”. Co-organizador da Exposição Agropecuária de São Manuel (1998, 1999 e 2000). Co-produtor dos eventos da Cultura Caipira realizados no Centro de Cultura Max Feffer em Pardinho como Encontro de Violeiras, Sua Majestade O Compositor, Festival João Caboclo e outros. Organizador do 1º Festival Ana Rosa de Música Raiz em Botucatu-SP no ano de 2019; Fundador e Diretor da “Casa dos Caipiras” e radialista na Radioweb “Casa dos Caipiras”. Sergio Vieira - Responsável Técnico e Artístico Profundo conhecedor e historiador da música raiz e da cultura caipira como um todo. Em 2002, idealizou e produziu o FESMURP (Festival de Música Raiz de Pardinho) em parceria com Inezita Barroso e o programa Viola Minha Viola da TV Cultura, o Festival agora em 2021 tem 12 edições realizadas com uma lacuna de 6 anos (de 2007 a 2012), todas com sua direção. Co-idealizador e produtor dos eventos de tropeirismo “Cavalgada do Ferreirinha” em 2003 e “Rastro do Ferreirinha” em 2016. Criador e produtor das Orquestras de Violeiros de Pardinho “Caipiras da Cuesta” e “Jovens da Cuesta” - Canto e Viola. Diretor e Produtor do “Festival Carreirinho de Música Raiz de Bofete-SP”. Diretor e Produtor do “Festival de Musica sertaneja de Itatinga-SP em 2008”. Diretor e Produtor do Centro de Cultura Max Feffer em Pardinho há 11 anos com aproximadamente 50 eventos culturais por ano entre os de médio e grandes portes. Diretor e Produtor do 1º Festival Ana Rosa de Música Raiz em Botucatu-SP no ano de 2019; Radialista da música raiz há 21 anos. Sócio Diretor da “Casa dos Caipiras (sistema de eventos)” e Radioweb “Casa dos Caipiras”. Produtor artístico a apresentador da Festa dos Padroeiros de Pardinho por 15 anos consecutivos. Jurado e Apresentador de diversos Festivais de música raiz como: Ibiporã e Bela Vista do Paraíso, ambas do estado do Paraná. Gerson Ramos - Produtor Executivo Membro da Comissão Paulista de Folclore, Diretor da Câmara Brasileira do Livro e Conselheiro Fiscal do Observatório do Livro e Leitura, mantém em paralelo às suas atividades como executivo do mercado editorial intensa atividade em prol da Cultura Popular. Criador do canal Passaporte Caipira no Youtube e Facebook, com produção de conteúdo audiovisual sobre música caipira e cultura popular; Integrante do Coletivo Sarabaquê que organiza e preserva a Tradicional Festa de Santa Cruz na Aldeia de Carapicuíba-SP; Fundador do grupo para-folclórico Sarabaquê, que interpreta clássicos da música caipira raiz em eventos tradicionais; Produtor da programação artística das Festas de Santa Cruz e Santa Cruzinha de Carapicuíba-SP; Apresentador e produtor do programa Bom Dia, Mas Bom Dia Mesmo, ao vivo pelo Youtube voltado à Cultura Caipira, durante os primeiros meses da pandemia em 2020 Produtor, editor e coapresentador do Programa Circuito Violada Online, voltado à divulgação de música instrumental de viola. Colabodrador voluntário da Casa dos Caipiras Web Radio pra realização de projetos e eventos relacionados À Cultura Raiz.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.