| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33931478000194 | SALOBO METAIS S/A | 1900-01-01 | R$ 560,0 mil |
O projeto prevê a realização do Festival Ayó _ Edição 2026, com programação musical gratuita voltada à valorização da música e da cultura negra afromaranhense. Inclui a realização de uma feira criativa com afroempreendedores, promovendo produtos e serviços da economia criativa afro-brasileira. A proposta contempla ações formativas, com oficinas, palestras e workshops sobre música, ritmos, cultura popular e produção cultural negra no Maranhão
Palestras: com o tema ' a Mulher negra e espaços de visibilidade no Maranhão'. A palestra traz o debate sobre a mulher negra do maranhense, mobilizando experiências de resistência cultural, pertencimento, identidade e política, relacionando narrativa pessoal esocial, coletividade. Com duas horas de duração, a palestra é aberta ao público e conta com três discursistas, pessoas envolvidas diretamente com a história, os fazeres, e os saberes da música negra maranhense, professores, mestres, doutores, mestras e mestres da cultura popular maranhense. O público tem faixa etária livre, mas acreditamos que as vagas serão ocupadas por estudantes e pesquisadores. Oficinas: As Oficinas oferecem uma imersão no ritmo ancestral do Bumba-meu-boi, Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. O bumba-meu-boi é uma forma de expressão de matriz afro-brasileira que envolve dança circular, canto e percussão e um diversidade de sonoridades. As Oficinas de percussão e dança trazem a teoria e prática, abordando a história da manifestação, técnicas de percussão e o corpo dançante, com mestres e mestras do Maranhão em escolas públicas. Workshops: Sobre ‘Musicalidades maranhenses’, abordam a ideia dialógo e ampliação dos conhecimentos sobre as práticas sonoras do povo negro maranhense, do tambor de mina, cacuriá, tambor de Crioula, bumba-meu-boi, reggae e as diversas expressões da musicalidades negra maranhense. Com carga horária de duas horas e 40 vagas cada turma, respectivamente, totalizando 80 vagas. Feira de Afroempreendedorismo: a feira reune 30 afroempreendedores de São Luís, visando o impulsionamento da economia criativa, estratégias de negócio, fortalecendo o empreendedorismo artesanal. Nesta edição o Festival Ayó de Música Negra do Maranhão oferece ótimas oportunidade de negócios, dentre os quais moda afro, artesanato, bijuterias, acessórios, brechós, calçados, comidas típicas, bebidas, trancistas, plantas e sebo. Atrações: shows de bandas e artistas negros independentes, grupos da cultura popular maranhense Com a fomento, difusão e explosão de diversas sonoridades e expressões afrodiaspóricas, além de conexão com artistas de renome nacional, posssilitando a aglutinação de diversas nuances da música negra brasileira.
OBJETIVO GERAL Realizar o Festival Ayó edição 2026, com programação musical e ações formativas voltadas à música e cultura negra, incluindo feira criativa de afroempreendedores.OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar programação musical do Festival Ayó com 10 atrações com entrada gratuita;Realizar 01 palestra sobre música e produção cultural negra para o publico geral;Realizar 02 oficinas de música e cultura negra para 100 alunos de escolas públicas da periferia;Realizar 02 wokshops sobre música e ritmos da cultura popular negra para o publico geral;Realizar feira criativa com 30 afroempreendedores para exposição e comercialização de produtos e serviços como artesanato, sebo, brechó e moda regional, estética e gastronomia afro maranhense.
O Festival Ayó de Música Negra do Maranhão se enquadra no do Art. 1º da Lei 8313/91, ao contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O Festival Ayó também busca valorizar a apropriação dos saberes culturais negros da cultura maranhense, com diálogos e a trocas culturais. Por caracterizar-se como uma atividade cultural de difusão e de formação sociocultural, estimulando a produção e protagonismo negro. Dessa forma, este projeto se enquadra em diversos parágrafos da citada lei, dentre os quais, contribuir o livre acesso a todos, sendo gratuito, promove e estimula a produção cultural e artística maranhense, bem como o aproveitamento de produtos e serviços locais. O festival tem em sua programação shows musicais que contemplam os ritmos de raiz genuinamente maranhense, o Tambor de Crioula, Tambor de Mina e o Bumba-meu-boi, bem como difunde outros ritmos, valorizando a pluralidade cultural, valorizando mestres e mestras da cultura popular maranhense que são patrimônio imateriais da humanidade, e a produção contemporânea de artistas da cena reggae, soul, blues, jazz, funk, samba, hiphop, rap, afrobeat, e afrohouse. O projeto está coadunado aos objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: como o fomento à produção cultural e artística, mediante: a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, como descreve o inciso II; e ainda, o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, como descreve o inciso V. O projeto enquadra-se no inciso II c) considerando que o projeto é entendido também como um festival de arte que integra, saberes culturais e a música. Considerando assim a necessidade de incluir e criar espaços de representação para a cultura negra. III _ d) preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. Este projeto propõe repensar as estratégias de visibilidade e protagonismo da arte e cultura negra maranhense, oferecendo oportunidades, potencializando a produção negra. O projeto está inserido no estado do Maranhão, um dos estados com maior população negra do Brasil, onde os incentivos da Lei Federal a Cultura chega em menor número. E também a Lei de Incentivo Estadual não tem alcançado de fato os produtores culturais e artistas negros como deveria. Assim enfatizamos importância e o impacto positivo que a lei de incentivo à cultura tem no mercado cultural são inquestionáveis, e pode-se ver e comprovar constantemente a aplicação da mesma, sendo necessária para impulsionanar o cenário da cultura brasileira e maranhense.
A música negra faz parte das origens da música mundial, em qualquer parte do mundo onde ela esteja ou aonde chegue, ela permanece e passa a fazer parte de lugares e acontecimentos, às vezes pela admiração que a melodia e os arranjos despertam, outras pela cadência que faz com que nenhum corpo permaneça imóvel, e a mais importante de todas as referências da música negra, é a sua raiz, a criação, o continente africano, onde a letra, a melodia, a sonoridade, os instrumentos, são usados, reverenciados, estudados, tocados, dançados, e cantados no mundo inteiro, agregando histórias e sonoridade únicas. Contudo, ainda que pela sonoridade que mexe com os sentidos e apaixona as inteligências artísticas de quem conhece, sente e entende a construção musical, a música negra desde sempre, tem inspirado, carregado e levado mensagens de protestos contra as injustiças, as diferenças, e as discriminações que ainda se fazem tão presentes nas sociedades. A música negra, como se pode dizer, é sempre um hino e um canto de protesto em favor das minorias e das injustiças, isso também no mundo inteiro. Dessa forma, a música negra tem o papel relevante na luta pela liberdade do povo negro, de todas as injustiças históricas sofridas ao longo dos séculos, a música negra é emissária e representante das causas do povo preto, é importante em todos os contextos citados acima, e é imprescindível nos contextos cultural, social e político. Assim sendo, a importância deste projeto justifica-se por ser um evento necessário e oportuno, precisa permanecer e fazer parte do calendário anual da cultura do Estado, pois é favorável ao povo e as sociedades de modo geral, em especial e fundamental ao povo preto, que compõe em sua maioria a nossa população, do Estado do Maranhão, bem como do Brasil. A Associação Cultural Pé no Chão (ACPC), realizadora deste projeto, é uma organização sem fins lucrativos de caráter privado, de Utilidade Pública, certificada pelo Município de São Luís, foi instituída no ano de 2015. O objetivo da instituição é promover a qualidade e dignidade da vida através da promoção de ações sociais e culturais, que têm como base a produção, o fortalecimento, a preservação e a divulgação de atividades nestas áreas de atuação, contribuindo para a construção e manutenção de uma sociedade mais justa, solidária e auto sustentável. As ações da Associação são voltadas ao público em geral, mas principalmente, às crianças, jovens e mulheres, na faixa etária de 4 a 30 anos, por entendermos que estes estão em maior vulnerabilidade, no Estado do Maranhão e mais especificamente da Grande Ilha (São Luís, São José de Ribamar, Raposa, Paço do Lumiar, Alcântara, Bacabeira, Rosário, Santa Rita, Rosário e Icatu). A sede da Associação está localizada à Rua João Gualberto, 52 letra B, Praia Grande, Centro Histórico. Nosso trabalho com as comunidades teve início em 2006, mais acentuadamente na área de cultural e vem se fortalecendo ao longo dos anos com os trabalhos que antecederam o nosso registro legal como Associação no ano de 2015. A valorização da Vida, a promoção e valorização de bens de valor e a crença de que a transformação integral do indivíduo é possível, são as principais marcas distintivas da Associação. Temos como missão contribuir na realização de oportunidades que promovam o desenvolvimento sociocultural de crianças e jovens, mais especialmente os que se encontram em situação de vulnerabilidade social, por meio da prática de atividades socioeducativas, entendendo a história, visando a integração de cada ser e gerando transformação social. Também temos como meta desenvolver e disseminar, por meio do nosso trabalho responsável, o potencial do indivíduo como agente de transformação social e participantes de um mundo mais solidário, íntegro, ético, justo e correto, colocando-nos a serviço da construção de uma cidadania universal. Buscamos permanentemente um grau de excelência nos relacionamentos e na qualidade dos serviços prestados, compartilhando experiências com organizações congêneres e beneficiando nossos públicos. Antes do ano de 2015, realizamos diversos trabalhos, individuais, informais, em parceria com outras instituições, contemplados e não em editais. Da realização de rodas de leitura em locais públicos como praças, nasceu naturalmente o hábito de acumular livros, sempre na intenção de levar a leitura a se tornar uma prática. Ao longo desse tempo reunimos um volume considerável de publicações, parte desses livros fazemos doações e a outra é parte de um projeto futuro, será utilizada em uma biblioteca comunitária onde realizaremos atividades, como as que já vem sendo feitas em espaços livres, bem como empréstimo e outras ações. Trabalho de grande valor cultural, o Inventário Cultural foi realizado em nove comunidades quilombolas do Estado, em 2018 e 2019, quando realizamos o levantamento de bens materiais e imateriais, memória, depoimentos, vídeos, uma coleção de artefatos com mais de mil peças com as quais foi montado um pequeno museu na comunidade de Canta Galo, um acervo fotográfico e audiovisual e a rica experiência de conhecer lugares e pessoas, esse trabalho contou com o patrocínio da Vale. Contemplado pela lei de Incentivo da Secretaria de Estado da Cultura, o projeto Beco Cultural aconteceu nos messes de dezembro/2021, janeiro e fevereiro de 2022, na praça Nauro Machado e contou com apresentações multiculturais de jovens talentos, com recital de poesias, teatro, dança de rua, show musical, Tambor de Crioula, Bumba meu boi, e blocos tradicionais. O evento conta com apresentações de artistas maranhenses, artista convidado e sempre uma exposição de afro empreendedores com foco na economia criativa. A Associação Cultural Pé no Chão tornou-se uma instituição de Utilidade Pública, recebemos o título em novembro/2021 do Município de São de Luís do Maranhão. Em janeiro de 2023 apresentamos o I Festival Ayó de Música Negra do Maranhão, que aconteceu no Convento das Mercês, com o patrocínio da Petrobras, pelo Edital Petrobras Cultural.
A proposta deste projeto, é a realização de um festival, dessa forma, os produtos são, uma palestra, duas oficinas, e dois masterclass, o projeto contempla ainda uma feira de afroempreendedorismo. Os shows musicais acontecem em palcos montados sob estruturas metálicas, com cerca de 12 x 10 m com adereços de testeira, fundo de led, instalação para acomodar as bandas e músicos. A programação conta com curadodia, e as direções artística, de palco e geral, com ensaios em estúdio e passagens de som de cada apresentação. A programação musical tem por critério ser música negra, maranhense, e brasileira.
O Festival Ayó terá acesso gratuito total, atendendo ao Decreto nº 11.453/2023, Art. 57, Inciso III, com distribuição gratuita de acesso às atividades do projeto. As estratégias de difusão e acesso previstas no Inciso IV incluem realização em equipamento cultural com estrutura acessível, adoção de medidas de acessibilidade em 100% do projeto e oferta de recursos de acessibilidade ao conteúdo em comunicação digital e presencial.PRODUTO: FESTIVAL (PRINCIPAL)ACESSIBILIDADE FÍSICA: O Festival será realizado no Convento das Mercês, espaço que já possui estruturas adaptadas para receber o público com deficiência, tendo rampas de acesso, piso tátil, elevador e vagas no estacionamento para PCDs, banheiros adaptados para PCDs (Lei 13.825/2019), piso tátil e área exclusiva com cadeiras próxima ao palco para pessoas com necessidades especiais. Teremos o apoio de equipe de monitores para orientação e deslocamento do público. e sinalização com placas para área de público, acessos, áreas técnicas, espaços de acessibilidade, banheiros, saídas de emergência e identificação visual do evento Item da planilha orçamentária: Monitores / Sinalização/ Banheiro químico.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Descrição objetiva das informações essenciais do evento com audiodescrições em todas as sessões com profissional tradutor- audiodescritor; apoio de monitores durante o acesso e circulação; Item da planilha orçamentária: Profissional: Tradutor/ MonitoresACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérpretes de Libras cobrindo os momentos de palco, com revezamento da equipe para garantir cobertura do tempo total de programação, cobrindo também as ações formativas- oficinas, workshops e palestra; legendagem descritiva nas redes sociais. Item da planilha orçamentária: Intérpretes de Libras / Edição: LegendagemACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM ESPECTROS, SÍNDROMES OU LIMITAÇÕES E PARA QUEM DESCONHECE LINGUAGENS/IDIOMAS: equipe de monitores para acolhimento e orientação; comunicação prévia em linguagem simples com instruções objetivas de acesso e funcionamento; organização de fluxo e pontos de apoio para reduzir barreiras de compreensão e deslocamento. Item da planilha orçamentária: Monitores PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICALACESSIBILIDADE FÍSICA: área exclusiva com cadeiras próxima ao palco para PCD e pessoas com mobilidade reduzida; o espaço possui banheiros adaptados e piso tatil com rotas acessíveis com rampas e a circulação será assistida por monitores; disponibilidade de banheiros químicos PCDs. Sinalização de palco. Item da planilha orçamentária: Monitores/ Banheiro químico - P.N.E. (Portadores de Necessidades Especiais)/ SinalizaçãoACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição em comunicados essenciais e apoio de monitores; comunicação digital com descrições objetivas do conteúdo. Item da planilha orçamentária: o Iten audiodescrição e legendagem já incluso no produto principal- Festival. Item da Planilha não se aplica.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérpretes de Libras ao longo de todas as apresentações, com revezamento da equipe, garantindo cobertura integral do tempo de palco; Item da planilha orçamentária: Iten intérpretes de Libras já incluso no produto principal- Festival. Item da Planilha não se aplica.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM ESPECTROS, SÍNDROMES OU LIMITAÇÕES E PARA QUEM DESCONHECE LINGUAGENS/IDIOMAS: equipe de monitores durante as apresentações para orientar acesso, acomodação e circulação; informações de programação e funcionamento em linguagem simples. Item da planilha orçamentária: Monitores. PRODUTO: OFICINA/WORKSHOP/PALESTRAACESSIBILIDADE FÍSICA: atividades realizadas no espaço das escolas e no Convento das Mercês espaços que possuem condições estruturais acessíveis (rampas, circulação facilitada e banheiros adaptados), teremos apoio de monitores para orientação e deslocamento. Item da planilha orçamentária: Monitores ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: tradução com audiodescrição e suporte de monitores. Item da planilha orçamentária: Tradução simultânea / MonitoresACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de Libras durante as atividades e materiais de apoio com estrutura clara. Item da planilha orçamentária: Iten já incluso no produto principal- Festival. Item da Planilha não se aplica. Material de apoio pedagógicoACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM ESPECTROS, SÍNDROMES OU LIMITAÇÕES E PARA QUEM DESCONHECE LINGUAGENS/IDIOMAS: mediação e apoio de monitores, instruções por etapas e organização de dinâmica com comunicação simples, Materiais em linguagem simples.Item da planilha orçamentária: Monitores / Material de apoio pedagógicoPRODUTO: EXPOSIÇÃO CULTURAL – FEIRA DE AFROEMPREENDEDORESACESSIBILIDADE FÍSICA: O espaço do Convento das Mercês já disponibilizada de espaço acessível com rampas; banheiros adaptados, para este iten serão disponibilizados banheiros químicos PCD conforme Lei 13.825/2019 na area da exposição dos afroempreendedores; e apoio de monitores. Item da planilha orçamentária: Monitores/ Banheiro químico PCDs.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição para feira, apoio de monitores e organização de sinalização para facilitar deslocamento. Item da planilha orçamentária: Será utilizada a audiodescrição paga no produto principal do Festival. Item da Planilha não se aplica. para outros itens temos previsto no orçamento Monitores e SinalizaçãoACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérpretes de Libras para mediação e orientação geral;Iten intérpretes de Libras já incluso no produto principal- Festival. Item da Planilha não se aplica.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM ESPECTROS, SÍNDROMES OU LIMITAÇÕES E PARA QUEM DESCONHECE LINGUAGENS/IDIOMAS: apoio contínuo de monitores; informações em linguagem simples e orientação presencial para facilitar compreensão e acesso aos conteúdos. Item da planilha orçamentária: Monitores
O Festival Ayó tem acesso gratuito para todos os públicos, em todas as atividades propostas pelo projeto, que são: shows musicais, oficinas e workshops, palestras e Feira com afroempreendedores para comercialização de produtos da economia criativa. As duas oficinas e dois workshops, oferecem 40 a 50 vagas cada, sendo um total em media de 200 vagas, atividades que proporcionam o conhecimento, treino, exercício e o desenvolvimento para quem quer e precisa expandir os saberes acerca da música negra, aliando teoria e prática, oferecidas as escolas da educação Básica e para público interessado. O Festival Ayó de Música Negra promove também e de forma gratuita, a Feira com 30 afroempreendedores, que trabalham com a economia criativa, oferecendo grande oportunidade para geração de renda. .
Andréa Frazão — Proponente do projeto| Direção Geral e GestãoDiretora geral - funções administrativas: gestão do projeto junto a lei de incentivo, relacionamento com o patrocinador (tratativas quanto a documentação, negociação de mídia e gestão do recurso), elaboração de contratos, abertura de conta, gerenciamento de pagamentos junto ao contador, contratos dos artistas e equipe, responsável por coordenar o planejamento e a execução; aprovar programação, cronograma e estratégias operacionais; deliberar sobre direcionamentos técnicos; supervisionar produção, comunicação e ações formativas; acompanhar execução das entregas; validar relatórios e documentação do projeto e apoiar a prestação de contas conforme exigências do incentivo fiscal. Currículo resumido: cantora, compositora e produtora cultural, Idealizadora do Festival Ayó, Mestra em artes PROF-ARTES (UFMA) e Doutorando em artes pela Unesp, graduada em Pedagogia (Uninter); graduada em Educação Artística – Artes Plásticas (UFMA).Aparecida Macedo — Coordenação GeralAtividades no projeto: coordenar a operação do projeto no dia a dia; acompanhar metas, prazos e rotinas de execução; articular fluxos entre produção, comunicação e pedagógico; organizar registros de execução (atas, listas, relatórios internos); consolidar informações para relatórios técnicos; apoiar a Direção Geral no monitoramento e no controle das entregas. Currículo resumido: jornalista (UFMA); produtora cultural e escritora; idealização e produção do vídeo-documentário “Saberes e crenças da arte de partejar”, com patrocínio do Programa BNB/BNDES de Cultura.Silvia Diniz — Direção de ProduçãoAtividades no projeto: planejar e coordenar logística e infraestrutura do evento; organizar montagem e desmontagem; coordenar fornecedores e equipe operacional; acompanhar necessidades técnicas da programação (palco, som, iluminação e apoio); controlar cronograma de produção; garantir alinhamento entre produção e execução das atividades previstas no plano de trabalho. Currículo resumido: produtora cultural; graduada em História (UEMA); empresária;Aline Silva — Produção ExecutivaAtividades no projeto: executar rotinas administrativas e financeiras; organizar documentos de contratação, pagamentos e comprovações; acompanhar orçamento e registros de despesa; realizar controle de arquivos e pastas do projeto; apoiar elaboração de relatórios e documentação para prestação de contas, observando o plano de trabalho e as normas do incentivo fiscal. Currículo resumido: produtora cultural e cantora; graduada em Pedagogia (Licenciatura); graduanda em História (UFMA).Regina Avelar- Coordenação de ProduçãoAtividades no projeto: coordenar a execução operacional da produção; organizar equipes de apoio e escala de trabalho; acompanhar montagem, desmontagem e infraestrutura; apoiar a Direção de Produção na contratação e no acompanhamento de fornecedores; alinhar demandas técnicas da programação com som, iluminação e palco; controlar checklists, cronograma de produção e registros operacionais.Currículo resumido- Gestora cultural, produtora, diretora geral do Boi de Leonardo, Mestra da cultura popular.Taina Redondo-Agente educativa: OficineiraAtividades no projeto: Oficineira - Currículo resumido: Coreira, multiplicadora cultural e zabumbeira no Bumba Meu Boi da liberdade há 10 anos. É também fundadora do projeto ZABUMBEIRAS onde ao lado de outras mulheres, como oficineira, trabalha na manutenção e salvaguarda do sotaque, fazendo repasse e a conscientização dentro dos espaços culturais sobre os papéis e as contribuições das mulheres fazedoras de culturano Maranhão.Wilka Barros — Coordenação PedagógicaAtividades no projeto: planejar e coordenar as ações formativas (palestra, oficinas e masterclasses); estruturar conteúdos, metodologia, materiais e cronogramas; articular ministrantes e instituições; acompanhar execução das atividades formativas; organizar registros pedagógicos e relatórios das ações realizadas. Currículo resumido: Mestra em Artes (PPG/ICA/UFPA); graduada em Educação Artística – Artes Plásticas (UFMA); professora, arte-educadora, artista visual e produtora.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.