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A fotógrafa brasileira Alice Kohler fotografa a vida na Amazônia há mais de vinte e cinco anos, e suas imagens de comunidades indígenas que vivem na Floresta Amazônica são exibidas internacionalmente desde 2009. Esse extenso conjunto de trabalhos, ganhou o títulodeste projetoem 2017 em conjunto com uma exposição em Cusco, no Peru, que apresentou imagens do povo Araweté dentro e ao redor do Rio Xingu. Hoje, este projeto tem o objetivo de publicar um livro de arte/fotografia de Alice. Um livro bilíngue (português/inglês).
Este livro foi inspirado na exposição The River is Life realizada no Frank Museum of Art da Otterbein University. 10 Desenvolvido ao longo de três anos, Encounters: The River is Life traz reflexões poéticas da poeta-estudiosa do povo Omágua/Kambeba, Márcia Kambeba, sobre as fotografias de Alice Kohler tiradas entre 2013 e 2022 de povos indígenas de seis grupos culturais e linguísticos distintos da região (Araweté, Assurini, Enawenê nawê, Huni Kui, Karaja, Kayapó, Matis, Parakanã, Pareci, Xikrin e Yawalapiti) ao longo do Rio Xingu e seus afluentes. O livro se concentra, de maneira conceitual e intencional, nas atividades das crianças indígenas que vivem dentro e ao redor do Rio Xingu. Nas fotografias de Kohler, as brincadeiras vibrantes das crianças tornam-se visíveis, mostrando que quando os ecossistemas são saudáveis, a liberdade e a alegria naturais são possíveis. Encontramos essa verdade na imagem de uma criança brincando em uma canoa talhada à mão e segurando um tucunaré maior que seu torso (p. 55). Kohler nos conta que, ao pegar esse peixe de água doce verde cintilante e erguê-lo no ar, ele proclamou “meu almoço!” Fotografias de atividades adultas, especialmente rituais diários realizados no próprio Rio Xingu, e celebrações sazonais de toda a comunidade, cercam conceitualmente as imagens das crianças, comunicando como as escolhas adultas moldam o futuro que nossas crianças herdam. O livro também busca ir além de narrativas individuais para compreensão mais sutil sobre indivíduos, culturas e os ambientes mais amplos em que vivemos. Pede-nos que exploremos como a arte, na intersecção da justiça social e ambiental, pode comunicar como os humanos fazem parte, e não estão separados, do mundo natural. Encounters promove a visão de que parcerias, ouvir e dar primazia às vozes indígenas, considerar múltiplas visões de mundo e explorar soluções inteligentes obtidas de todas as espécies podem nos ajudar a refletir e agir de maneira diferente em relação aos nossos ambientes naturais locais e bacias hidrográficas.
Objetivo geral: o principal resultado que este projeto pretende alcançar é produzir um livro de arte/fotografia que mostre a vida dos povos indígenas na Amazônia em torno do rio. Desenvolvido ao longo de três anos, "Encounters: The River is Life" traz reflexões poéticas da poeta-estudiosa do povo Omágua/Kambeba, Márcia Kambeba, sobre as fotografias de Alice Kohler tiradas entre 2013 e 2022 de povos indígenas de seis grupos culturais e linguísticos distintos da região (Araweté, Assurini, Enawenê nawê, Huni Kui, Karaja, Kayapó, Matis, Parakanã, Pareci, Xikrin e Yawalapiti) ao longo do Rio Xingu e seus afluentes. O livro se concentra, de maneira conceitual e intencional, nas atividades das crianças indígenas que vivem dentro e ao redor do Rio Xingu. Objetivos específicos: - LIVRO: produzir e publicar 1.000 exemplares do livro. - CONTRAPARTIDA: uma palestra sobre fotografia e a temática do livro para jovens de escola municipal. Duração de 2 horas/aula.
A lei de incentivo à cultura é importante para a realização deste projeto de livro de arte/fotografia, pois sua relevância está em mostrar ao nosso país a vida dos povos indígenas na Amazônia em torno do rio. Em suas vidas tradicionais, os seres humanos da Amazônia viveram e cuidaram do meio ambiente e de seus habitantes, e o meio ambiente e seus habitantes, por sua vez, cuidaram deles. Encounters é um convite à contemplação dessas verdades, à desaceleração, à exploração, ao sentimento, à reflexão e ao cultivo da curiosidade sobre os modos indígenas de ser e fazer. Este livro não fala somente do estilo do vida e dos costumes indígenas, mas fala de algo essencial e urgente nos dias de hoje: a preserveção e o respeito com o meio ambiente. É por isso que a Lei de Incentivo à Cultura é de extrema importância, pois é apenas dessa forma que poderemos atingir o maior número de pessoas e, principalmente, jovens e professores da rede pública (contrapartida social). Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
Formato: 26,67x27,94cm 168 páginas Capa dura revestida em couche fosco 150grs, 4x0, laminação brilho Miolo em couche fosco 150grs, 4x4 + Folhas de transparência entre cadernos. Tiragem: 1.000 exemplares
LIVRO Acessibilidade física: não cabe Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não existe Acessibilidade de conteúdo: Haverá um QR Code no livro que dará acesso a um áudio livro (audiodescrição). Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: será realizada com recursos próprios (item "audiodescrição"). CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: as oficinas acontecerão em escola preparada para o acesso de deficientes físicos. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há custos Acessibilidade de conteúdo: serão propostas atividades diferenciadas, assim como a atividade tátil, mostrando para os jovens as diferentes texturas das roupas e moradias das pessoas retratadas. Caso haja necessidade, será contratado um intérprete de Libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: será realizada com recursos próprios (item "professor").
DISTRIBUIÇÃO DO PRODUTO CULTURAL LIVRO — 15% da tiragem para distribuição gratuita em bibliotecas e escolas municipais/estaduais. — 10% da tiragem para o patrocinador. — 5% da tiragem de distribuição gratuita/promocional pelo proponente — 30% da tiragem vendidos pelo valor do Vale-Cultura — 40% da tiragem vendidos por R$ 150,00 Todo o conteúdo do livro (assim como conteúdo complementar) será disponibilizado no site do proponente de forma gratuita.
Proponente e fotógrafa: ALICE KOHLER Currículo: Alice Kohler nasceu em 1960, em Blumenau, SC. Aos dois anos sua família mudou-se para o Rio de Janeiro, onde vive até hoje. Graduou-se em Educação Física pela UFRJ e, especializou-se em Gestão da Organização Desportiva Olímpica, pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). Atualmente, dedica parte de seu tempo como voluntária na reserva indígena do Médio Xingu, (Araweté, Asurini, Parakanā, Kayapo, entre outros) promovendo a prática de esportes e combatendo o alcoolismo e as drogas. Visita de 4 a 5 vezes por ano aldeias indígenas brasileiras. Nessas viagens registra sempre os modos de vida e a natureza na busca pelo intangível e a beleza comum ancestral do povo indígena. Em outras viagens, a fotógrafa andarilha vai ao encontro de outros povos, percorrendo os continentes e terras desconhecidas revelando imagens, cores e culturas pouco conhecidas em sua simplicidade de viver. EXPOSIÇÕES 2017 Caminhos d’África,Memorial Chico Xavier e Praça Uberaba Shopping, Uberaba, MG. Caminhos d’África, 10º FotoRio, Centro Cultural da Justiça Federal, Rio de Janeiro, RJ The River is Life! , Xapiri, galeria de Arte de Povos Indígenas, Cusco, Peru 2016 Nos Ares dos Arcos Olímpicos, ABAF, Rio de Janeiro, RJ Amazônia, Le Monde en Bouche , Lyon, França 2015 Caminhos da África, ABAF, Rio de Janeiro, RJ Brazilian Eyes, Pompano Beach, Fort Lauderdale, Florida, EUA Brazilian Eyes, Art Place Wynwood, Miami, Flórida, EUA. Exposição permanente O caminho das Miçangas, Museu do Índio, Rio de Janeiro, RJ, FUNAI Mei - Kumren kayapó, JF Foto 15, Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa) / Prefeitura de Juiz de Fora. 2014 Exposição Brazilian Eyes, Art Serve Fort Lauderdale Florida /EUA Exposição Coral Gables Museum 12 Stadiuns/ 12 cities Brazil 2014 world soccer destination. Coral Gables Museum, Florida/ EUA. O Cotidiano e as crianças do Xingu, Galeria Amazônia, Faro, Portugal. Coletiva K6, Instituto Cultural Kreatori, comemorativa dos seis anos do IK, RJ 2013 Arte fotográfica da ABDNES, exposição no BNDES, Rio de janeiro Coletiva K4, Instituto Cultural Kreatori - comemorativa dos quatro anos do IK, RJ Expo Coletiva Galeria Light, Rio de Janeiro,RJ Lentes da Amazônia, Consulado Geral do Brasil em Portugal, Faro, Portugal 2012 Coletiva K3, Instituto Cultural Kreatori, comemorativa dos três anos do IK, Rio de Janeiro/ RJ As Cores do Benin, Instituto Cultural Kreatori, Rio de Janeiro, RJ Índios da Amazônia, CBBEU , Centro cultural Brasil/Estados Unidos ,Belém, PA 2011 Indios do Xingu, festival Paraty em Foco, Armazém Paraty, Paraty, RJ Rondon, Arquivo Nacional, RJ Rondon, CCOPAB, Centro de operações de paz do Brasil, RJ 2010 Natureza, a aldeia e os curumins, Instituto Kreatori, Rio de Janeiro, RJ “Índios Araweté” Galeria Plano B , RJ ABAF - Associação Brasileira de Arte Fotográfica - “Temas Diversos” (2010 - Debate); Rio de Janeiro/ RJ. 2009 Janelas para a Índia, Iate Clube Rio de Janeiro,Rj Janelas para a Índia , Minas de Idéias, Rio de Janeiro, RJ Fotos da Índia, Casas Casadas, evento Arte em Laranjeiras, Rio de Janeiro, RJ Participação em Salões de Fotografia de Araraquara (SP), Foz do Iguaçu(RS), na Austria http://www.alicekohler.org/ PREMIAÇÃO 2017: Vencedora do Concurso Survival international para calendário 2018 (The Global movement for Tribal people’s Right) 2016: Vencedora do Concurso Survival international para calendário 2017 (The Global movement for Tribal People’s Right) 2015: Brazilian Eyes,Art Place Wynwood, Miami, Flórida, EUA. Prêmio de Melhor foto da exposição , Juri popular 2013: Prêmios 1º e 3º lugar - 1º Salão Nacional de Arte Fotográfica de Fotografia – ABAF, Rio de Janeiro, RJ FUNÇÕES NO PROJETO: responsável pela contratação de todos os fornecedores para viabilizar sua publicação. Além disso, será responsável por todo o gerenciamento do projeto como prevê a Lei: coordenação do projeto, acompanhamento e validação de todas as etapas e execução da prestação de contas. EDITORA ORIGEM Currículo: A Editora Origem atua desde 2010 produzindo livros de arte/fotografia. Criada para viabilizar seus projetos ligados à população, cultura, geografia humana brasileira e a relação das pessoas com a produção cultural de seu meio. A Editora possui mais de 80 títulos publicados e frequenta os principais festivais e eventos de fotografia no Brasil levando seus título e promovendo uma discussão da importância da produção de livros de fotografia como expressão cultural no país. Função: produzir e publicar o livro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.