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Realização de ensaios, estreia e circulação do espetáculo musical Lapinha. Estrelado e idealizado por Isabel Fillardis e produzido pela Sopro Escritório de Cultura, o projeto foi sucesso de público e crítica em 2014 e pretende realizar uma nova etapa de apresentações.
O espetáculo conta a história de Joaquina Maria Conceição da Lapa, mais conhecida como Lapinha. A personagem foi uma cantora lírica e atriz dramática que alcançou grande sucesso no final do século XVIII e início do século XIX. “Lapinha” leva para o palco uma versão romântica da vida da artista, uma vez que seu talento e sucesso são documentados em raríssimos registros da época (como críticas e programas de espetáculos), e pouco se sabe sobre sua vida pessoal. Classificação: 14 anos
Objetivos Gerais: O musical Lapinha, estrelado por Isabel Fillardis, com direção de Edio Nunes e Vilma Melo, estreou em outubro de 2014 no Teatro Clara Nunes, no Rio de Janeiro, fazendo uma bela temporada. Agora com este projeto o intuito é dar continuidade ao espetáculo, circulando por diversas cidades do país. Objetivos específicos: A peça pretende circular realizando apresentações nas seguintes cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Belém - aumentando assim o alcance do espetáculo. Serão realizadas 06 apresentações (2 fins de semana) em cada cidade, totalizando 30 apresentações em 10 semanas de circulação. Os ingressos do espetáculo terão preços acessíveis e haverá distribuição de 20% de ingressos gratuitos, contribuindo assim para democratização cultural. Dessa forma, visamos promover a formação de plateias e privilegiar o público de todas as classes sociais. Além disso, realizaremos, em cada cidade, uma oficina de teatro para crianças e adolescentes com o intuito de ajudar na formação desses cidadãos. Realizaremos, também, duas apresentações por cidade com serviço de audiodescrição e intérprete de libras para garantir a inclusão de pessoas com deficiência. Serão realizadas, no total, 10 apresentações com acessibilidade durante toda a circulação.
O espetáculo teatral LAPINHA conta a história de Joaquina Maria Conceição da Lapa, mais conhecida como Lapinha. A personagem foi uma cantora lírica e atriz dramática que alcançou grande sucesso no final do século XVIII e início do século XIX. "Lapinha" leva para o palco uma versão romântica da vida da artista, uma vez que seu talento e sucesso são documentados em raríssimos registros da época (como críticas e programas de espetáculos), e pouco se sabe sobre sua vida pessoal. Ultilizar dos mecanismos de lei de incentivo do ministério da cultura é fundamental para a viabilização do projeto e das artes do nosso país, uma vez que a lei Rouanet é o meio mais importante e que mais fomenta nossa cultura. Assim como a maioria dos projetos culturais que circulam pelo país, Lapinha também acredita que através dela conseguimos um maior alcance de público e possibilidade de difusão da arte e formação de plateia. Para efeito da Lei 8.313, ressaltamos que o espetáculo se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E no artigo 3 da referida norma, serão alcançado os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Espetáculo de Artes Cênicas – Teatro
Produto - Espetáculo de Artes Cênicas: - O espetáculo será encenado em teatro da rede privada que dispõe de recursos de acessibilidade tais como rampas de acesso, banheiros apropriados, tanto para atendimento aos portadores de necessidades especiais como idosos. - Portadores de necessidades especiais e idosos contarão com atendimento prioritário na bilheteria e entrada na sala de espetáculos. - Realizaremos duas apresentações por cidade com serviço de audiodescrição e intérprete de libras para garantir a inclusão de pessoas com deficiência. Serão realizadas, no total, 10 apresentações com acessibilidade durante toda a circulação. Produto - Contrapartidas Sociais Deficientes visuais - disponibilização de locução gravada com descrição do ambiente, sinopse da apresentação, etc. Deficientes auditivos - disponibilização de intérprete de Libras Os custos para realização das medidas de acessibilidade para deficiente visuais e auditivos se encontram na planilha de contrapartida.
Os ingressos do espetáculo terão preços acessíveis e haverá distribuição de 20% de ingressos gratuitos, contribuindo assim para democratização cultural. Dessa forma, visamos promover a formação de plateias e privilegiar o público de todas as classes sociais. Ação formativa – Realizaremos, em cada cidade, uma oficina de teatro para crianças e adolescentes com o intuito de ajudar na formação desses cidadãos. Totalizando 05 oficinas.
FICHA TÉCNICA Texto: João Batista. Direção: Édio Nunes e Vilma Melo. Letras, músicas, arranjos e direção musical: Wladimir Pinheiro. Elenco: Isabel Fillardis, Zezeh Barbosa, Helga Nemeczyk, Ivan Vellame, Naná Nascimento e Ruben Gabira. Orquestra: Felipe Tauil, Gabriel Gravina, Isabelle Albuquerque, Luiz Felipe Ferreira e Whatson Cardozo. Iluminação: Aurélio De Simoni. Sonorização: Andrea Zeni. Cenografia e Figurino: Espetacular! Produções e Artes (Ney Madeira, Dani Vidal e Pati Faedo). Direção de Produção: Joana D’Aguiar Idealização: Isabel Fillardis Realização: Sopro Escritório de Cultura Isabel Fillardis – atriz e idealizadora Com 30 anos de carreira e mais de 15 novelas no currículo, Isabel Fillardis é uma das principais referências para o atual momento de empoderamento feminino negro, acumulando expertises como atriz, cantora, diretora, apresentadora, roteirista, compositora entre outras. No cinema, Isabel brilhou em papéis de destaque em obras como Orfeu, O Homem Nu e Navalha na Carne. Wladimir Pinheiro – Letras, músicas, arranjos e direção musical Ator, cantor, músico e compositor, iniciou seus estudos de canto e piano aos oito anos de idade, tendo depois estudado violino e viola. Vencedor do concurso Jovens Solistas da orquestra Petrobras Sin- fônica, começou sua carreira teatral com Domingos Oliveira, no Cabaré filosófico, e, desde então, vem atuando em espetáculos como A Canção Brasileira, dirigido por Paulo Betti, O Homem Vivo, com Camilla Amado, Hans o Faz Tudo e Fedegunda, de Karen Acioli, Macbeth de Verdi, com direção de Sergio Brito, Amahl e os visitantes da noite, dirigido por Pedro Paulo Rangel, Orfeu, com direção de Aderbal Freire Filho, Milton Nascimento - Nada será como antes, de Charles Möeller e Claudio Botelho, Era uma Vez... Grimm e O Peque- no Zacarias, de José Mauro Brant e Tim Rescala. Estreou no CCBB (RJ) o espetáculo Um Homem Célebre (dirigido por Pedro Paulo Rangel) para o qual escreveu texto, letras, músicas e arranjos. Compôs, adap- tou e fez a direção musical em A Borralheira (peça dirigida por Fa- bianna de Melo e Souza), trabalho que lhe rendeu o prêmio Zilka Sallaberry de melhor música. Atualmente aguarda lançamento do seu primeiro cd entitulado Bas- ta Acenar. Espetacular Produções – cenários e figurinos Ney Madeira e Dani Vidal – Cenógrafos e Figurinistas Juntos, formam a Espetacular! que surgiu da necessidade de canalizar ex- pressões artísticas de suas vertentes como arquitetos, cenógrafos e figurinistas. Individualmente acumulam prêmios de Melhor Figurino na área teatral, como APTR (2009), Mambembe (1997) e Coca-Cola (1992 e 1998); e participações em mostras internacionais como a World Stage Design (Seul, Coréia, 2009) e a Quadrienal de Cenografia de Praga (Praga, República Tcheca, 2011). Juntos, desenvolveram os trabalhos de: Cenários e Figurinos “Crônicas de Nuestra América”, com direção de Gustavo Guenzburger, Teatro Oi Futuro Flamengo, 2014. “Cora e Adélia- Receita de Poesia em um Dedo de Prosa”, textos de Cora Coralina e Adélia Prado, Teatro do Centro cultural dos Correios, 2014 “Bossa Novinha”, musical infantil de Ana Veloso com direção de Sérgio Módena, Teatro Oi Futuro Ipanema, 2014. “Sambinha”, musical infantil de Ana Veloso com direção de Sérgio Módena, Teatro Oi Futuro Ipanema, 2013. “Céu sobre Chuva ou Botequim”, texto de Gianfrancesco Guarnieri, direção de Antônio Pedro Borges, Teatro do Centro Cultural dos Correios, 2013. “Batalha de Arroz num Ringue para Dois”, texto de Mauro Rasi, direção de Jacqueline Laurence, Teatro das Artes, SP, 2013. “Vem Nesse Trem” texto de Carol Futuro e direção de Duda Maia, Teatro do Centro Cultural Parque das Ruínas, 2012. “Lar Longe Lar” de Miriam Halfim, direção de Gilberto Gawronski, Teatro Sesi, 2012. “Coisas que a gente não vê” de Renata Mizrahi , direção de Joana Lebreiro, Teatro Sesc Copacabana, 2012. “Era uma vez Grimm”, baseado nos contos dos irmãos Grimm, dirigido por José Mauro Brant e Sueli Guerra, Teatro SESC Ginástico, 2012. Junior Vieira – diretor Criou e roteirizou o longa-metragem da HBO Morro Junto, produzido por Fernando Meirelles. Codirigiu o filme sobre Claudinho e Buchecha, Nosso Sonho, pré-indicado ao Oscar®. Dirigiu o projeto Negritudes, da Globo. Criou e dirigiu a campanha Quero Ser Feliz que abriu a Assembleia Geral da ONU em NY. Criou e dirigiu as campanhas do Selo Respeito, da Globo. Dirigiu a série infanto-juvenil É Isso Aí, do canal Gloob. É diretor do filme Casa Branca em pré-produção. É roteirista e co-diretor do longa Amor aos Vinte Anos em pré-produção. Édio Nunes – direção Ator, diretor, cantor, bailarino, coreógrafo e autor. Trabalhou com: Aderbal Freire Filho, José Possi Neto , Miguel Fala- bella, Stella Miranda, Paulo Betty, Luiz Antonio Martinez Correa, Antonio Pedro Borges, Claudio torres Gonzaga, André Paes Leme en- tre outros.. Ator: No Teatro: South American Way, O Baile, Orfeu, Metralha , Criola, A Canção Brasileira, Quando a Gente Ama, Candeia, Noel Rosa, Ismael Silva, Teatro Musical Brasileiro 1 e 2, Geraldo Pereira, Randevu do Avesso, Cabaré Dulcina, Forrobodó, entre outros. NaTV: Malhação, Toma lá da Cá, A Viagem, Casos e Acasos, entre outros. No Cinema: Carnaval e Assalto ao Banco Central. Bailarino: Trabalhou como Ator/ Bailarino por 8 anos na Cia Aérea de Dança, com turnês Internacionais em NY, HO, FR, AL e SU. Dançou com: Jorge Benjor, Paulo Moura, Elza Soares, Zeca Pagodinho, Lulu Sanr- tos, entre outros. Coreógrafo: Coreografou os seguintes Musicais Brasileiros: Cabaré Dulcina, Randevú do Avesso, Candeia, Mario Lago, Noel , Feitiço da Vila, Lap- inha, entre outros. Vilma Melo – direção É formada em bacharelado e licenciatura plena pela UNIRIO. De 1990 a 1996 par- ticipa do Teatro Oikoveva realizando espetáculos, oficinas e festivais, dentre os quais, o Teatro D’outras Terras, com a presença de grupos nacionais e interna- cionais. No ano de 1991, o teatro Oikoveva viaja para Europa, junto ao grupo de Teatro Potlach, participando de estudos e intercâmbios sobre o teatro an- tropológico, festivais de teatro na França e Itália. Leva os espetáculos História de Cândido, o Corcunda, de Ítalo Calvino – II Prêmio Coca-Cola de Teatro Infantil, e Historieta Caprichosa. Em 98, entra para a companhia Teatro do Pequeno Gesto, com direção de Antonio Guedes, onde realizou dentre outros espetáculos, leit- ura, mostras, O Fantasma de Canterville, de Oscar Wilde; A Serpente, de Nelson Rodrigues; O Jogo do Amor, de Marivaux, e Henrique IV, de Pirandello. Algu- mas outras produções: A Farsa do Fanático Torcedor, de Rodrigo Rangel, direção Mônica Alvarenga; Copacabana 2010, texto e direção de Adriana Maia e Xando Graça, Ivan Ilich, direção Gilray Coutinho, o musical Os Milagres de Nossa Sen- hora Aparecida direção Gilson de Barros, o musical Quem Bem Ama, Bem Cas- tiga, direção Gedivan de Albuquerque e no musical Grande Othelo- Eta Moleque Bamba, direção de André Paes Leme, produção da Sarau Produções Artísticas. Integra a Cia do Vôo com o espetáculo O Romance do Pavão Misterioso, de José Camelo de Melo Resende, direção de Theotonio de Paiva; que esteve em cartaz nos teatros Glauce Rocha, Nelson Rodrigues/CONJUNTO CULTURAL DA CAIXA, Maria Clara Machado/Planetário e UFF e durante 8 anos excursionou por 77 ci- dades do país – espetáculo pelo qual recebeu o de Prêmio melhor Atriz Coadju- vante no I Festival de Teatro de Campos dos Goytacazes -2006. João Batista – texto Fundador da Companhia Dramática de Comédia que em 2013 completa 19 anos de trabalho. Seus mais recentes trabalhos foram: CHAGALL – O POETA COM ASAS DE PINTOR (direção) no Centro Cultural do Ban- co do Brasil (2012), BARTLEBY, O ESCRITURARIO (adaptação e direção) na Casa de Cultura Laura Alvim (2011); A CAOLHA (texto e direção) no Teatro Municipal do Jockey (2010); A HISTORIA DE ROMEU E JULIETA (texto e direção) no Teatro Oi Futuro (2009/2010) ; O HOMEM DA CABEÇA DE PAPELÃO (texto e direção) no Teatro Café Pequeno (espetáculo incluído na lista de DEZ MELHORES ES- PETÁCULOS DO ANO do jornal O GLOBO e indicado para o Prêmio Shell 2008 na categoria “Direção Musical”); A BOLHA (texto e direção) em 2006 na Casa da Gávea e o musical infanto-juvenil CAIA NA GANDAIA (texto e direção) em 2004 no Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil. É também o responsável pelo texto do espetáculo ESTAÇÃO TERMINAL, adaptação da obra de Lima Barreto, com direção de Luiz Fernando Lobo, em cartaz no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ. Entre seus principais trabalhos como dramaturgo e adaptador estão: UM CÉU DE ASFALTO (1991) – textos de Brecht e músicas de Kurt Weill – espetáculo que deu a indicação a Sérgio Britto para o Prêmio Shell de Melhor Ator, apresen- tado no Centro Cultural Banco do Brasil; GORKI – ESBOÇO DRAMÁTICO EM 1 ATO (1992), de obras de Máximo Gorki. O CEMITÉRIO DOS VIVOS (1993) – adaptação do “Diário do Hospício” de Lima Barreto – espetáculo itinerante apresentado no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ (Praia Vermelha); JOÃO E ROSA (2000) – adaptação do conto “Puro Amor” de João do Rio – Centro de Artes Hélio Oiticica. Os três espetáculos foram dirigidos por Luiz Fernando Lobo. E ainda NA MEDIDA DO POSSÍVEL (2002/2003) direção de Marcelo Saback, com Eduardo Martini e OS ANJOS NÃO QUEREM SABER DE NÓS (2001) – texto premiado no Projeto Nova Dramaturgia Brasileira – dirigido também por João Batista na Sala Paraíso do Teatro Carlos Gomes. Joana D’Aguiar – direção de produção Vencedora do prêmio de melhor direção de produção no prêmio CBTIJ de Teatro para Infância e Juventude 2019 pelo musical infantil Ombela - A Origem das Chuvas, Joana é uma produtora baiana radicada no Rio de Janeiro desde 2010. Realizou produção executiva de espetáculos teatrais, tendo no currículo peças como Também Queria te Dizer – Cartas Masculinas, texto de Martha Medeiros, com Emilio Orciollo Netto, Sexo, Drogas & Rock`n`Roll, com Bruno Mazzeo, Pulsões, com Fernanda de Freitas e Cadu Favero, Lá Dentro Tem Coisa, musical infantil baseado na obra Partimpim, de Adriana Calcanhoto e Doce Pássaro da Juventude, espetáculo de Tennessee Williams, com direção de Gilberto Gawronski. Assina direção de produção dos espetáculos Catástrofe da Borboleta, Anatomia Comparada e Por Que Os Prédios Caem?, da Companhia Teatro de Demolicao, Benedita, da Cia Sino, Ombela A Origem das Chuvas, baseado no livro homônimo de Ondjaki, Aqui Jaz Henry, de Daniel MacIvor, Love, de Cyria Coentro, Amores Flácidos, de Herton Gustavo Gratto, O Coração Normal, de Larry Kramer, com Arlindo Lopes, Pierre Bailtelli e Gisele Fróes no elenco, Abismo de Rosas, de Claudio Simões, Muito Pelo Contrário, com Emilio Orciollo Netto, os infantis Gaga, direção de Kika Freire e O Planeta Lilás, de Mariana Kaufman, dentre outras produções.
PROJETO ARQUIVADO.