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O projeto tem como objetivo editar, produzir, publicar e distribuir o livro Robin MacGregor - Masterpieces, um registro da produção artística do artista, em cores, fidedignamente fotografas e nas dimensões de um livro de arte. Ao mesmo tempo, este livro de arte surge como um elemento comemorativo dos 10 anos da morte do artista.
Por se tratar de um livro de fotografia, o livro não possui sinopse, mas sim o decritivo de seu conteúdo: Serão 04 textos, sendo um de Apresentação Estruturante do livro e dados biográficos, pelo autor do livro; outro de Apresentação, por pessoa de notório saber na área das artes visuais brasileira; e 02 textos críticos, sendo de um brasileiro e de um inglês.
OBJETIVO GERAL O objetivo desse projeto é editar, produzir, publicar e distribuir o livro Robin MacGregor - Masterpieces, um registro da produção artística do artista, em cores, fidedignamente fotografas e nas dimensões de um livro de arte. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto LIVRO Editar e produzir o livro Robin MacGregor - Masterpieces. Publicar 3000 (três mil) exemplares impressos do livro. Produzir e-book e audiobook do livro. Lançar o livro na cidade de Goiânia-GO. 2) CONTRAPARTIDA SOCIAL Como contrapartida social o projeto realizará uma palestra/oficina de pesquisa e editoração gráfica para, ao menos, 100 alunos e professores de escolas públicas.
Robin MacGregor nasceu em Camberley, Inglaterra, em 1938. Chegou ao Brasil em 1961, aos 23 anos de idade, já formado em artes pela Academia Julien, de Paris, e Academia de Artes de Londres. Ainda na década de 1960, passou duas longas temporadas entre os indígenas do Alto Xingu. Casou-se com uma brasileira nascida no Ceará, se conheceram na Praia de Iracema. No início da década de 1970, foi morar na cidade de Goiás, onde teve dois filhos e produziu intensamente, tornando-se uma referência artística para a cidade, para o Estado e para o Centro-Oeste. Morreu em Goiânia, em 2014, aos 76 anos de idade. O livro retratando a arte de Robin MacGregor vem preencher uma lacuna na história das artes no Planalto Central do Brasil e, em especial, no Estado de Goiás. Fora do eixo litorâneo e alheio aos modismos das grandes capitais, vivendo as prementes dificuldades de registro e de divulgação impostas por um ambiente quase hostil, a produção artística de Robin somente agora poderá encontrar o espaço que lhe é de direito, por meio deste livro. Trata-se de uma publicação pioneira, que vem complementar o trabalho do mesmo autor que neste ano de 2024 publicou o livro biográfico, "Muito Prazer, Robin MacGregor, um artista lorde inglês em Goiás", abrindo trilhas que levam à divulgação e conhecimento do artista por um público fora do seu círculo familiar e de amizades. Ademais, trata-se de um artista cuja obra ainda haverá de ser reconhecida criticamente, dotada de importância artística e também histórica. Robin foi amigo de Picasso e de Cristian Dior, frequentou academias de arte em Paris e Londres, e ao chegar em Goiás tornou mentor de artistas emergentes que mais tarde se afirmariam no cenário estadual e internacional, como Ana Maria Pacheco e Siron Franco. O projeto atende ao Art. 1º da Lei 8313/91 através do seguinte inciso: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Atendo o artigo Art. 3° da Lei 8313/91 por meio do inciso: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;.
Antecedentes do projeto: Após pesquisar, escrever e publicar o extenso livro de bolso (450 pg) com enfoque biográfico sobre o artista Robin MacGregor, um lorde inglês que viveu na pequena cidade de Goiás, agora o mesmo autor quer complementar seu trabalho desta vez dando a ele um enfoque de registro da produção artística, de modo a retratar as obras do artista da maneira merecida, em cores, fidedignamente fotografas e nas dimensões de um livro de arte. Ao mesmo tempo, este livro de arte surge como um elemento comemorativo dos 10 anos de sua morte, ocorrida em um pequeno hotel na cidade de Goiânia. Contexto: Goiás é um estado que tem revelado boas surpresas no âmbito das artes visuais. No entanto, poucos sabem que seus artistas hoje amplamente conhecidos e de fama internacional, como Siron Franco, Ana Maria Pacheco, Marcelo Solá e Dalton de Paula, entre outros, são frutos de uma história recente que tem como tributária os artistas estrangeiros que aqui chegaram. Tudo começou há apenas 70 anos, quando chegou no estado o missionário dominicano e artista frei Nazareno Confaloni, trazendo com ele a bagagem da Arte Moderna, se tornando um pioneiro no Planalto Central. Entre as décadas de 1960 e 1970 tivemos a chegada de Robin MacGregor, da Inglaterra. Juntos a outros, estes pioneiros, com as informações trazidas e passadas às novas gerações, pavimentaram a estrada que hoje leva a afirmação do Estado ao palco internacional das artes visuais. É uma história que ainda está sendo contada. Daí a importância de documentar os artistas passados e suas produções seminais. Registros de algumas matérias sobre o artista: -Jornal do Brasil, 1964. Robin MacGregor-Rondon MacGregor, por Raimundo Magalhães Júnior. -Harts & Berks Gazete, 12 de setembro, 1969: Explorer and artist Robin goes to Brazil to marry “the most beautiful girl I’ve ever seen”. -Arts Review, 13 de fevereiro 1971. No 3: Robin MacGregor, por Lorraine Craig. -Jornal de Brasília, 24 de outubro de 1972. Suplemento Cultural. -Diário de Brasília, 15 de setembro de 1973. 2º Caderno. A arte de Robin MacGregor, por Sophia Pila. -Diário da Manhã de Ribeirão Preto, 23 de maio de 1979: O Brasil na visão apaixonada do inglês Robin MacGregor. -O Popular, 15 de dezembro de 1982: Na Serra Dourada um pintor explora as riquezas do Belo, por Brasigóis Felício. -Correio Braziliense, 07 de outubro de 1996. Um pintor sob a Luz dos Trópicos. Referências críticas sobre o artista: Sheldon Williams, Antônio Carlos Osório, Lorraine Graig, Edward Gage, Barbara Catoir, Siron Franco, Domingos Félix de Souza, Elder Rocha Lima, Amaury Menezes. Miguel Jorge, Px Silveira. *Planilha Orçamentária Apresentamos em anexo o orçamento detalhado, pois, em virtude da indisponibilidade de correspondente espefícico de algumas rubricas foi necessário adatpar a nomenclatura disponível do SALIC. Além, devido a limitação de caracteres do campo 'Justificativa' algumas rubricas possuem maior detalhamento no orçamento anexo.
Projeto gráfico: Formato: 28(alt)x23,5cm(larg) Capa: papel Cartão fosco plastificado, 4 cores, com relevo localizado Orelhas: 18cm Miolo: papel Couchê fosco 120gr, 4/4 cores Número de páginas: 336 Família tipográficas Meta e Shortcut, desenhadas por Erik Spiekermann, 1986, e Eduardo Recife, 2003, respectivamente. Tiragem: 3mil exemplares impressos e-book: disponibilizado nas plataformas de venda na internet Conteúdo: textos de apresentação (02) texto crítico (02) 200 fotos de obras 10 fotos do artista linha do tempo do artista e cronologia de suas obras depoimentos (de jornalistas e artistas que lhe foram contemporâneos)
PRODUTO LIVRO MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o lançamento do livro será realizado em local, ainda a definir, mas que atenderá às exigências de acessibilidade arquitetônica.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS e INTELECTUAIS: audiobook (item da planilha: Audiodescrição). Além disso, haverá a Criação e impressão de QRcode em Marcador de Página da versão física, no intuito de expandir o acesso ao livro na sua versão digital/livro versão audiobook (item da planilha: Material de Consumo).ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: não se aplica PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: a palestra será realizada em escola pública, ainda a definir, mas que atenderá às exigências de acessibilidade arquitetônica.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS e INTELECTUAIS: audiobook (item da planilha: Audiodescrição - Produto: Livro)ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras (item da planilha: Intérprete de libras)
Em atendimento ao art. 30 da IN 11/24 o projeto atenderá ao seguinte inciso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição. Disponibilizaremos na internet um vídeo com imagens do lançamento do livro tendo como introdução uma fala sobre como ele foi planejado, seus critérios e sua produção.
Sobre o proponente Coordenação geral do projeto: Instituto ArteCidadania Fundado em 24 de julho de 2006, o Instituto ArteCidadania assumiu desde seu surgimento o compromisso de transferir para suas atividades de ponta os princípios que nortearam sua criação, sejam, sensibilizar, aprimorar e potencializar os cidadãos de todas as faixas etárias, por meio de atividades culturais, esportivas, para-‐educativas, artísticas, ambientais, urbanísticas e sociais. Suas atividades são desenvolvidas envolvendo a reflexão, planejamento, ação e articulação, com acompanhamento e avaliação em todas as etapas. Assim é que o ArteCidadania procura fazer de cada atividade um verdadeiro processo de aprendizado e aprimoramento de suas ações e das pessoas nelas envolvidas. Desde sua criação o Instituto ArteCidadania desenvolve processos coletivos de aprendizagem, criação, concepção, análise e observação do dia-‐a-‐dia. Suas atividades vão além do fato em si, e geram para os indivíduos e, consequentemente, para a sociedade, a oportunidade de inflexão sobre suas próprias condições de ser e atuar no mundo em que vivem, tendo como eixo a cultura, o lazer, o esporte, a arte, a urbanidade e o contexto das atividades sociais. O Instituto ArteCidadania acredita que as ações culturais, esportivas, sociais e artísticas formam o caminho mais eficaz para o cumprimento de seus objetivos, que é disseminar entre jovens e adolescentes, bem como junto a seus familiares e ao público em geral, o sentimento da cidadania, favorecendo o aprimoramento do cidadão em um mundo cada vez mais complexo. Sobre o artista: Robin MacGregor nasceu em Camberley, Inglaterra, em 1942. Depois de frequentar academias de artes em Paris e Londres, e viajar como andarilho por países do Oriente Médio, ele vem para o Brasil em 1962. Casa-se com uma brasileira e passa a morar na cidade de Goiás, onde nasce seus dois filhos, tornando-se uma das figuras centrais da Arte Moderna no Planalto Central do Brasil. Ele deixou um importante legado com uma extensa produção de aquarelas e pinturas retratando os momentos cotidianos e de celebrações do povo brasileiro, hoje dispersas e sem divulgação, ainda que presentes no acervo de dezenas de museus do Brasil e, principalmente, da Europa. Na Inglaterra ele deixou a família (o pai, tenente coronel, morreu aos 28 anos liderando um ataque de caças da RFA à frente alemã, na tomada do Morro Cassino, na Itália) e deixou também a herança da nobiliarquia com o título de baronete, o 5º na sua linha de sucessão. Morreu em Goiânia, em 2014, solitário, vivendo pobremente de sua arte, em um pequeno quarto de hotel, isolado de tudo e de todos, porém, livre e, por tudo que fez, quem sabe, realizado. Robin MacGregor escolheu a cidade de Goiás para sua morada e ateliê, o que nunca deixou de provocar surpresas e admiração. Depois de percorrer meio mundo, é na cidade de Goiás que ele se aquieta para trabalhar e constituir família, desenvolvendo uma carreira brilhante, ainda que não acompanhada pelo sucesso comercial, com destaque como artista e também como instrutor, esparramando a outros artistas em formação o seu saber apreendido em academias de arte da França e do país natal. Calcula-se que Robin tenha produzido cerca de 8 mil obras, muitas delas perdidas, embora um se tenha conhecimento de cerca de centenas delas, entre as quais as que se encontram em acervos de mais de 50 museus em vários países. Dentre estas, destaque para as aquarelas, pela facilidade de feitura e transporte, e para os grandes painéis em tela, que eram enrolados para ser transportados e emoldurados somente no local de destino. Ele expôs em importantes galerias da Europa (Alemanha, França e Inglaterra), dos Estados Unidos e do Brasil. Era uma referência conhecida do mundo diplomático brasiliense, recebendo constantemente em seu ateliê a visita de cônsules e embaixadores não só da Inglaterra, mas de diferentes países. Contudo, por levar uma vida reclusa, sem interesse comercial -e sem necessidade- de vendas, seu legado tem sido depreciado e está ainda desconhecido após sua morte. Sobre o autor: Sobre o autor do livro, Px Silveira Nascido em Goiânia, José Peixoto da Silveira Junior (Px Silveira), estudou Comunicação e Biologia na Universidade de Brasília – UnB. É produtor cultural, gestor, curador e biógrafo. Especialista em arte pública, realizou diversos projetos em Goiânia difundindo as obras de grandes artistas e de vários criadores emergentes, e também em São Paulo, onde dirigiu, por 8 anos, a Fundação Nacional de Arte, órgão vinculado ao Ministério da Cultura (Funarte/Minc). Entre outros, realizou os projetos Galeria Aberta, constando de 26 pinturas em grandes formatos nas empenas cegas de edifícios do centro da cidade de Goiânia; desdobrando-se na pintura de 110 laterais de ônibus da frota da Transurb, que corta a cidade de Leste a Oeste; e na Via-Sacra ao ar livre, composta por 14 painéis em 07 praças ao longo da rodovia entre Goiânia e Trindade. Também são seus os projetos de arte pública A-Ponte Para a Arte, de pintura artística das 9 pontes da Marginal Botafogo; o Minha rua, por exemplo, com a Brigada das Artes, na Rua 146, Vila Viana, periferia de Goiânia, pintando 100% dos seus muros e portões das residências e comércios; o Praça da Arte, refletindo sobre arte e poder público; o Praça da Inspiração, em homenagem aos que trataram artisticamente a cidade de Goiânia e, em São Paulo, o Elevado à Arte, de pintura da totalidade das laterais do Elevado Costa e Silva, vulgo Minhocão, perpassando 9 bairros, considerada a maior intervenção artística contínua do mundo em caráter permanente, totalizando 6 quilômetros de extensão, tendo recebido o Prêmio Mário Pedrosa, da Associação Brasileira de Críticos de Arte, ABCA/Unesco, e virou livro de mesmo nome, com apresentação de Radhá Abramo. Como gestor público na área cultural, foi assessor técnico e depois diretor do patrimônio artístico e histórico da Secretaria de Estado da Cultura de Goiás, Coordenador de Turismo da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Goiânia, Diretor Executivo da Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esporte e, no Ministério da Cultura, foi diretor regional da Fundação Nacional de Arte/Funarte, em São Paulo, e conselheiro da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura, CNIC, Ministério da Cultura, que aponta os projetos aprovados pela Lei Rouanet. A convite do governo Francês (Ministère Français de la Culture) participou do programa Courant, de residência em Paris e Lyon para conhecimento dos bastidores dos equipamentos e da gestão cultural naquele país, entre museus e centros culturais. Criou, em Paris, a Estrela da Guia, que lançou produções musicais, por cujo selo gravou suas composições com Thima Zungah e, em Goiás, editou livros de poesia seus e de autores goianos, pelo selo Edições da Parte Viva. Criou o periódico ArteFato, que circulou em Goiânia com colaboradores nacionais. Participou da Organização Social (OS) Pensarte, em São Paulo, da qual foi seu diretor executivo do contrato com o Governo do Estado de São Paulo para gerir 3 orquestras (Jazz Sinfônica, Banda Sinfônica de São Paulo e Orquestra do Theatro São Pedro), 2 teatros (Theatro São Pedro e Teatro Caetano de Campos) e 1 centro cultural (Authos Pagano). Em Goiás, criou a Bienal de Arte do Estado, que coordenou por duas edições, a Bienal de Arte Incomum, a Galeria Drive Thru, o Espaço Transitório e a Bienal Internacional de Arte do Pano de Prato, que inaugurou o Museu de Arte de Britânia (Goiás), menor cidade do Brasil a ter um museu de arte moderna, do qual é doador inaugural de mais de uma centena de obras plásticas, de artistas tais, como Siron Franco, João Câmara, Marcelo Grassman, Dina Cogolli, Elder Rocha Lima, Iza Costa, Amaury Menezes, Roosevelt, Leo Pincel, Marcelo Solá, Leo Romano, Paulo Humberto, Octo Marques, Ático Vilas-Boas da Mota, DJ Oliveira e muitos outros. Criou e geriu o Pontão de Cultura do Kaos, com Jorge Mautner e Nelson Jacobina, tendo publicado o livro de viagens pelo Brasil. É autor de uma dezena de filmes documentários sobre arte e artistas goianos, entre eles: Nove minutos de eternidade: vida, corpo e obra de Dj Oliveira; Iza Brazil; Monumento às Nações indígenas, de Siron Franco, em comemoração aos 500 anos do Brasil; Bernardo Élis Fleury de Campos Curado, escritor; Pedro Fundamental, sobre a fundação da cidade de Goiânia; Guerra à Arte; e Amianto, I lobby you, premiado no Festival de Bonito (MS), entre outros. Autor de uma vintena de livros sobre arte e artistas visuais, entre eles: Conhecer Confaloni, prêmio de biografia pela PUC-GO, traduzido e publicado na Itália em 2018; A Arte no Altar; Praça das Artes, o poder público e o poder da arte; Poteiro na Primeira Pessoa; AmauryCidade; Muito prazer, Robin MacGregor, um artista lorde inglês em Goiás, Editora Sesc; Arte Hoje, o processo em Goiás visto por dentro, pela Editora Marco Zero, Rio de Janeiro. Atua como colaborador crítico frequente na imprensa goiana; é curador da A Menor Galeria do Mundo; membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG); da Associação Brasileira de Documentarista (ABD); e da União Brasileira de Escritores (UBE-GO). Trabalha no raisonné de frei Nazareno Confaloni (documentação de todas suas obras, já tendo catalogadas mais de 1.500 delas), e realizou no ano do seu centenário de nascimento, 2017, sua grande exposição retrospectiva internacional, ABC Confaloni, modernidade inaugural e outras obras, no Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC), Centro Cultural Oscar Niemeyer. De dezembro 2018 a março de 2019, no mesmo local, realizou a exposição Diáspora, Convergências e Conexões em 40 anos na Arte de Tai Hsuan-An, o mais importante pintor chinês em atividade no Brasil, realizada na China no primeiro semestre do mesmo ano, no Museu de Sichuan. Foi curador, produtor e autor de textos críticos para as referidas exposições, além de outras, como Museu de Arte Sacra da Boa Morte – 50 Anos; Lições ao Tempo, com Amaury Menezes e Elder Rocha Lima, 2020; e Amaury de A a Z, em 2023, no Museu de Arte Frei Confaloni. É vice-presidente e curador residente do Instituto Biapó, tendo realizado diversas exposições em sua sede na cidade de Goiás, entre elas, Goiás Cidade Mundial, em comemoração dos 20 anos do título concedido pela Unesco. Na passagem de 2022 para 2023, realizou no Instituto Biapó a exposição Finício, em que todo fim é começo. Mais recentemente, em 2023, realiza a exposição Cidade à Vista, em alusão ao tricentenário da cidade de Goiás, a ser completado em 2027, para o qual coordena a Comissão Tricentenário Cidade de Goiás. Em 2024, passa a gerir os projetos anuais do Museu de Arte do Rio de Janeiro – MAR, por meio do Instituto ArteCidadania, que preside. Apresenta a exposição Cidade em Tela, com mais de 80 obras feitas entre 1751 e 2024, retratando a cidade de Goiás. É representante da família Confaloni no Brasil e curador do recém-inaugurado Museu Histórico Dominicano Frei Nazareno Confaloni, na cidade de Goiás, a convite dos frades dominicanos, para os quais, no período de 2023 a 2024, coordena as comemorações dos 140 anos da chegada dos Dominicanos a Goiás.
PROJETO ARQUIVADO.