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PRONAC 245677Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Livro Diambe (título provisorio)

MV ARRUDA PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 250,7 mil
Aprovado
R$ 250,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-10-01
Término
2025-06-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produção e Impressão de um livro bilingue (textos e fotos) da artista Diambe da Silva (artista negra e não binária), além de uma palestra com a artista e um crítico/curador convidado.

Sinopse

O projeto prevê a publicação do primeiro livro de Diambe, artista negra e não binária, que tem uma trajetória marcada por uma profunda investigação sobre identidade. A publicação irá documentar e disseminar a pesquisa visual da artista, permitindo um acesso amplo à sua obra. Serão apresentadas em torno de 50 imagens de obras e textos críticos sobre a trajetória e obra de Diambe.

Objetivos

Objetivo Geral Produção e publicação do primeiro livro de Diambe, artista visual que tem seus trabalhos marcados pelo uso de matérias vivas (fotos e textos - bilingue). Diambe participou da exposição "Carolina Maria de Jesus: um Brasil para os brasileiros" no Instituto Moreira Sales (org. Helio Menezes e Raquel Barreto), "Imagens que não se conformam" no Museu de Arte do Rio (org. Marcelo Campos e Paulo Knauss), "Os monstros de Babaloo", na galeria FDAG (org. Victor Gorgulho) e realiza as individuais "Ampla curva de coisa viva" no Centro Cultural São Paulo Cultural São Paulo e Jardim Novas Mucosas na Quadra Galeria. Seus trabalhos participam de coleções públicas como Museu de Arte do Rio, Museu de Arte de Anápolis e Memória Lage. A palestra será realizada pela artista Diambe e pelo crítico Mateus C Nunes. Será apresentada a trajetória do artista e sobre o trabalho desenvolvido por Diambe. A palestra será gratuita, aberta a artistas, curadores, e ao público em geral. Será gravada em áudio e vídeo e disponibilizada no site da galeria Simões de Assis. Objetivo Específico - Impressão de 500 exemplares do Livro Diambe (título provisório) - Palestra da artista com crítico/curador convidado (entrada gratuita, aberta ao público em geral). Palestra para aproximadamente 530 pessoas (presencial + acessos virtuais).

Justificativa

JUSTIFICATIVA: Para atendimento da solicitação deste Ministério, informamos que a proposta se enquadra no incisos I, II, III, IV, V, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8.313/91 (abaixo listados e suas finalidades do Art. 3º): I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Finalidades - Art. 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; ________________________________________ A publicação do primeiro livro de Diambe se apresenta como uma iniciativa cultural relevante no contexto artístico brasileiro. Nascida no Rio de Janeiro em 1993, Diambe, artista negra e não binária, tem uma trajetória marcada por uma profunda investigação sobre identidade, materialidade e diáspora. Com graduação em Comunicação Social pela UFRJ e mestrado em Artes da Cena pela mesma instituição, demonstra uma carreira acadêmica sólida. Já realizou diversas exposições nacionais e internacionais, consolidando grande destaque no cenário contemporâneo. Possui obras em acervos importantes como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), a Pinacoteca de São Paulo e o Museu de Arte do Rio (MAR). A prática poética de Diambe se caracteriza pela investigação de materiais orgânicos, tais como tecidos, raízes alimentares amefricanas, gravuras e coreografias, criando instalações que combinam pinturas, vídeos, têxteis e performances. Ao explorar a transformação da paisagem e a diáspora alimentar, seu trabalho contribui significativamente para a compreensão das culturas diaspóricas e das complexidades identitárias no Brasil e no mundo. A publicação é importante para documentar e disseminar a pesquisa visual da artista -principalmente por se tratar do primeiro livro de sua carreira -, permitindo um acesso mais amplo e profundo à sua obra, possibilitando que um público mais diverso conheça e reflita sobre os temas abordados por Diambe, expandindo para além do cubo branco das galerias e museus. Além do mais, nota-se também o fortalecimento da diversidade, destacando a representatividade de grupos historicamente marginalizados, como negros e não binários. O projeto objetiva circular conhecimento, entendendo a importância e unicidade da poética desenvolvida por Diambe, seja em esculturas, pinturas e vídeos, reafirmando o compromisso com a valorização de poéticas singulares e o compromisso com a diversidade.

Especificação técnica

- Formato fechado 170 x 240 cm - Formato aberto – 340 x 240 cm - Capa dura com revestimento em linho 135 gr. - Serigrafia - Guardas – color plus - Cadernos – papel munken - Número de páginas – 144 - Tiragem: 500 exemplares - bilingue – português/inglês - audiodescrição da publicação

Acessibilidade

Produto Livro: Acessibilidade para deficientes auditivos – será confeccionado em linguagem escrita. Acessibilidade para deficientes visuais – Audiodescrição da Publicação Acessibilidade física – O lançamento do livro ocorrerá em local que atenda as normas legais, com total acessibilidade para deficiente físicos, contendo rampas de acesso, elevador adaptado (se for o caso), banheiros acessíveis. Acessibilidade para deficientes intelectuais: No lançamento haverá um monitor treinado para atendimento a este público, caso haja esta necessidade. Produto Contrapartida/Palestra: Acessibilidade para deficientes auditivos - Intérprete de libras Acessibilidade para deficientes visuais – a palestra será ministrada em linguagem oral. A palestra será gravada e disponibilizada no site e redes sociais (conteúdo com libras e audiodescrição). Acessibilidade física – A palestra ocorrerá em local que atenda as normas legais, com total acessibilidade para deficiente físicos, contendo rampas de acesso, elevador adaptado (se for o caso), banheiros acessíveis. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Haverá um monitor treinado para atendimento a este público, caso haja esta necessidade.

Democratização do acesso

- Audiodescrição da publicação. - Palestra com a artista e um crítico/curador, com intérprete em libras, aberta ao público. - A palestra será gravada e disponibilizada no site e redes sociais com acessibilidade (libras e audiodescrição). PLANO DE DISTRIBUIÇÃO: 500 EXEMPLARES 10% PATROCINADORES – 50 EXEMPLARES 10% DIVULGAÇÃO - 50 EXEMPLARES 20% POPULAÇÃO DE BAIXA RENDA (ONG’S/INSTITUIÇÔES + SECRETARIAS + MINISTÉRIO DA CULTURA/FBN) – 100 EXEMPLARES 40% DESTINADOS A VENDA – 200 EXEMPLARES – PREÇO NORMAL - R$ 80,00 CADA 20% DESTINADOS A VENDA – 100 EXEMPLARES - PREÇO PROMOCIONAL (TETO DO VALE CULTURA) – R$ 42,36 CADA (TOTAL RECEITA PREVISTA – R$ 22.236,00)

Ficha técnica

Artista Diambe da Silva Textos Clarissa Diniz Textos/Palestrante Mateus Carvalho Nunes Coordenação Editorial Vitória Arruda Projeto Gráfico e Diagramação Estúdio Permitido Impressão Ipisis Gráfica e Editora Diambe da Silva - Artista Diambe (Rio de Janeiro, 1993) é artista, pessoa negra e não binária que vive em São Paulo. Graduou-se em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em parceria com a Université Sorbonne Nouvelle e obteve mestrado em Artes da Cena na UFRJ. Seu corpo de trabalho é marcado pelo uso de matérias vivas, sendo recorrente o recurso de tecidos, raízes alimentares amefricanas, gravuras e coreografias que relacionam arquiteturas com movimentos espontâneos em elaborações plurais. Sua prática expande as noções de coreografia e escultura, desdobrando em instalações que também incorporam pinturas, filmes, têxteis e performances. Diambe explora possibilidades fabulativas de novos seres, elevando aspectos estéticos e ornamentais da natureza. Trata da materialidade ao lidar com o bronze e com formas reconhecíveis de povos diaspóricos, agora em novos arranjos, mimetizando outros seres ou criando novos integrantes de seu ambiente fabulado. Com esse processo criativo, são apresentadas criaturas que habitam uma natureza poderosa e autônoma, cujo poder sobrepuje o do ser humano e escape de uma ilusória situação de dominação. Atualmente se debruça em pesquisa sobre a transformação da paisagem, a diáspora alimentar e os arquivos antropológicos. Diambe apresentou quatro exposições individuais: “Movement (ir e vir)”, AZB (Pro Helvetia Stipend), Zurique (2023); “Jardim Novas Mucosas”, Quadra, São Paulo (2022); “Ampla curva de coisa viva”, Centro Cultural São Paulo (CCSP), São Paulo (2021); e “Cartões de revisita” com Tadáskía, Despina, Rio de Janeiro (2019). Dentre as exposições coletivas que participou, destacam-se: “Dos Brasis”, SESC Belenzinho, São Paulo (2022); “Ensaios para o Museu das Origens”, Instituto Itaú Cultural, São Paulo (2023); “Video-muro”, Isla Flotante, Buenos Aires (2023); “Histórias Brasileiras”, Museu de Arte de São Paulo (MASP), São Paulo (2022); “Carolina Maria de Jesus: um Brasil para os brasileiros”, Museu de Arte do Rio (MAR), SESC São José do Rio Preto, SESC Sorocaba, Instituto Moreira Salles (2023); “Imagens que não se conformam”, Museu de Arte do Rio (MAR), Rio de Janeiro (2020); “Casa Carioca”, Museu de Arte do Rio (MAR), Rio de Janeiro (MAR), Rio de Janeiro (2020); “Engraved into the body”, Tanya Bonakdar Gallery, Nova York (2020); “Esqueleto”, Paço Imperial, Rio de Janeiro (2019); e “Estopim e Segredo”, Escola de Artes Visuais Parque Lage, Rio de Janeiro (2019). Participou das residências artísticas AZB, ProHelvetia Stipend, Zurique (2023); Pivô Satélite, São Paulo (2021); Capacete + Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro (2020); RCT, Rio de Janeiro (2019); e Despina, Rio de Janeiro (2018). Seu trabalho integra coleções de importantes instituições artísticas no Brasil, como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), a Pinacoteca de São Paulo, o Museu de Arte do Rio (MAR), entre outras. Diambe (Rio de Janeiro, Brazil, 1993) is an artist, black and non-binary person who lives in São Paulo. They graduated in Social Communication from the Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) in partnership with the Université Sorbonne Nouvelle and obtained a master's degree in Performing Arts at UFRJ. Their body of work is characterized by the use of living materials, with a recurring use of fabrics, Amefrican food roots, engravings, and choreographies that intertwine architecture with spontaneous movement in plural elaborations. Their practice expands the notions of choreography and sculpture, unfolding into installations that also incorporate paintings, films, textiles and performances. Diambe explores fabulous possibilities of new beings, elevating aesthetic and ornamental aspects of nature. They deal with materiality when dealing with bronze and with recognizable forms of diasporic people, now in new arrangements, mimicking other beings or creating new members of their fabled environment. With this creative process, creatures are presented that inhabit a powerful and autonomous nature, whose power surpasses that of the human being and escapes an illusory situation of domination. Currently, they focus on research on landscape transformation, the food diaspora and anthropological archives. Diambe presented four solo exhibitions: “Movement (go and come)”, AZB (Pro Helvetia Stipend), Zurich (2023); “Jardim Novas Mucosas”, Quadra, São Paulo (2022); “Ampla curva de coisa viva”, Centro Cultural São Paulo (CCSP), São Paulo (2021); and “Cartões de revisita” with Tadáskía, Despina, Rio de Janeiro (2019). Among the group exhibitions they participated in, the following stand out: “Dos Brasis”, SESC Belenzinho, São Paulo (2022); “Ensaios para o Museu das Origens”, Instituto Itaú Cultural, São Paulo (2023); “Video-muro”, Isla Flotante, Buenos Aires (2023); “Histórias Brasileiras”, Museu de Arte de São Paulo (MASP), São Paulo (2022); “Carolina Maria de Jesus: um Brasil para brasileiros”, Museu de Arte do Rio (MAR), SESC São José do Rio Preto, SESC Sorocaba, Instituto Moreira Salles (2023); “Imagens que não se conformam”, Museu de Arte do Rio (MAR), Rio de Janeiro (2020); “Casa Carioca”, Museu de Arte do Rio (MAR), Rio de Janeiro (MAR), Rio de Janeiro (2020); “Engraved into the body”, Tanya Bonakdar Gallery, New York (2020); “Esqueleto”, Paço Imperial, Rio de Janeiro (2019); and “Estopim e Segredo”, Escola de Artes Visuais Parque Lage, Rio de Janeiro (2019). They have participated in the artistic residencies AZB, ProHelvetia Stipend, Zurich (2023); Pivô Satellite, São Paulo (2021); Helmet + Museum of Modern Art, Rio de Janeiro (2020); RCT, Rio de Janeiro (2019); and Despina, Rio de Janeiro (2018). Their work is part of the collections of important artistic institutions in Brazil, such as the São Paulo Museum of Art (MASP), the Pinacoteca de São Paulo, the Museu de Arte do Rio (MAR), among others. Clarissa Diniz - Textos Vive e trabalha entre Rio de Janeiro e Pernambuco.Membro do Comitê de Indicação PIPA 2019. Clarissa Diniz (1985) nasceu em Recife e atualmente reside no Rio de Janeiro. É crítica de arte e curadora. Graduada em Lic. Ed. Artística/Artes Plásticas pela Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e doutoranda do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Entre 2006 e 2015, foi editora da Tatuí, revista de crítica de arte. Publicou diversos livros e realizou inúmeras curadorias, dentre as quais destacam-se “Contrapensamento selvagem” (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff. Instituto Itaú Cultural, SP), “Zona tórrida – certa pintura do Nordeste” (cocuradoria com Paulo Herkenhoff. Santander Cultural, Recife), “Ambiguações” (Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2013), “Pernambuco Experimental” (Museu de Arte do Rio – MAR, Rio de Janeiro, 2013), “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” (cocuradoria com Rafael Cardoso, Museu de Arte do Rio – MAR, 2014), “Todo mundo é, exceto quem não é” – 13ª Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2016 e Sesc Belenzinho, 2017) e “Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena” (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa. MAR, 2017). Foi curadora assistente do Programa Rumos Artes Visuais 2008/2009 (Instituto Itaú Cultural, São Paulo) e, entre 2008 e 2010, integrou o Grupo de Críticos do Centro Cultural São Paulo, CCSP. Mateus C Nunes - Textos Mateus Carvalho Nunes (Belém, 1997) é curador e doutor em História da Arte pela Universidade de Lisboa. Trabalha com hibridismos culturais e artísticos da arte, com foco nas reverberações do período colonial na contemporaneidade. Cria e desenvolve projetos que cruzam a crítica de arte, a curadoria e a investigação. FORMAÇÃO ACADÊMICA/TITULAÇÃO - Pós-Doutorado em História da Arte e da Arquitetura (2023-em andamento) na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - Pós-Doutorado em Estudos Amazônicos (2023-2024) na Universidad San Francisco de Quito, no Equador - Doutorado em História da Arte (2018-2022) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Portugal) - Graduação em Arquitetura e Urbanismo (2014-2018) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Pará . Livro NUNES, Mateus. Máscara, maré, memória. São Luís: Lima Galeria, 2023. (ISBN 978-65-980963-0-4) - Curadoria da exposição Sensação térmica, da artista Diambe, na galeria Simões de Assis, em São Paulo, de 25 de maio a 20 de julho de 2024. - Curadoria da exposição Assum preto, do artista Lucas Arruda, na galeria David Zwirner, em Nova York, de 2 de maio a 15 de junho de 2024. - Curadoria da exposição Zenith, da artista Fran Chang, na galeria Millan, em São Paulo, de 27 de abril a 1 de junho de 2024. - Curadoria da exposição Na boca do sol, do artista Paulo Nimer Pjota, na galeria Mendes Wood DM, em Nova York, de 27 de janeiro a 2 de março de 2024. - Curadoria da exposição O dorso do tigre, do artista João Trevisan, na galeria Raquel Arnaud, em São Paulo, de 11 de novembro de 2023 a 9 de fevereiro de 2024. - Curadoria da exposição individual Céu noturno crivado de balas, do artista Igor Vidor, no Museu Nacional da República e na galeria Index, em Brasília, de 5 de outubro a 26 de novembro de 2023. - Curadoria da exposição individual Museu de tudo, do artista Julio Villani, no Instituto Bardi/Casa de Vidro, em São Paulo, de 2 de setembro a 4 de novembro de 2023. - Curadoria da exposição coletiva Máscara, maré, memória, com 33 artistas (Beatrice Arraes, Castiel Vitorino Brasileiro, Cecília Lima, Dalton Paula, David Almeida, em São Luís, de 15 de junho a 19 de agosto de 2023. - Curadoria da exposição individual Última tarde, do artista Felipe Ferreira, na Casa das Artes/fundação Cultural do Pará, em Belém, de 7 de junho a 28 de julho de 2023. - Curadoria da exposição individual ZERO, do artista Guilherme Callegari, na galeria Index, em Brasília, de 6 de setembro a 2 de outubro de 2023. - Curadoria da exposição Anunciação, do duo Silêncio Coletivo (Jaime Lauriano e Igor Vidor), no HANGAR, em Lisboa, de 21 de maio a 2 de julho de 2022. - Curadoria da exposição Dentro de mim, não me vejo, do artista Gustavo Rezende, no stand da VERVE na ArPa 2022, em São Paulo, de 1 a 5 de junho de 2022. - Curadoria da exposição Complete as lacunas, do artista Bruno Novaes, no EFL Cultural, em Porto Alegre, de 29 de abril a 4 de junho de 2022. - Curadoria da exposição Anti-wide: lembrar a paisagem, esquecer o horizonte, do artista Daniel Acosta, no stand da VERVE, na SP-Arte 2022, em São Paulo, de 6 a 10 de abril de 2022. - Curadoria da exposição Sharp love on a silk chessboard, da artista Fran Chang, no stand da VERVE, na ZonaMaco 2022, na Cidade do México, de 9 a 12 de fevereiro de 2022. - Curadoria da exposição Memorabilia, do artista Felipe Ferreira, no Espaço Cultural Rebujo, em Belém, de 26 de novembro a 28 de dezembro de 2021. Vitória Arruda – MV ARRUDA PRODUÇÕES - Coordenação do projeto e editorial Coordenadora e produtora de projetos culturais, formada em Comunicação pela PUC-SP. Foi diretora de música no Museu da Imagem e do Som em 1990. Foi diretora do festival de Campos de Jordão e coordenadora das ações culturais na gestão de Ricardo Ohtake, frente à secretaria de Estado da Cultura. Foi diretora de Projetos e Produção no Instituo Tomie Ohtake de 2001 a 2023, sendo responsável pela gestão de serviços e produtos: treinamentos, palestras, publicações, exposições e outros eventos socioculturais e educacionais com mais de 300 exposições realizadas (média de 16 exposições por ano), entre nacionais e internacionais, acompanhadas de publicações impressas. Entre elas: Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak (2023), Ensaios para o Museus das Origens (2023), Tomie Ohtake Dançante (2022), Anna Maria Maiolino -PSSSIIIUUU... (2022), Pierre Verger (2021), Di Cavalcanti, Muralista (2021), Murakami por Murakami (2019), AI-5 50 anos - Ainda não terminou de acabar (2018), Alucinações Parciais: Exposição-Escola com obras-primas modernas do Brasil e do Centre Pompidou (2018), Histórias afro-atlânticas (2018), Julio Le Parc: da forma à ação (2017), Yoko Ono: O céu ainda é azul, você sabe... (2017), Gaudí: Barcelona, 1900 (2016), Leda Catunda: I love you baby (2016), Picasso: mão erudita, olho selvagem (2016), Frida Kahlo: Conexões entre mulheres surrealistas no México (2015),Joan Miró – a força da matéria (2015), Tomie Ohtake 100-101 (2015), Salvador Dalí (2014), Yayoi Kusama: Obsessão Infinita

Providência

PROJETO ARQUIVADO.