Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A Turnê Iyá Àgbá Sirè é um projeto que visa celebrar e disseminar a riqueza da cultura afro-brasileira por meio de07 apresentações musicais, em cidades do Grupo Ofá com seu terceiro álbum e mais novo lançamento, Iyá Àgbá Sirè. O disco presta homenagem às orixás, incorporando a energia e representação das mães ancestrais e do feminino sagrado. Além das apresentações musicais, o projeto inclui oficinas de dança afro e ritmos de candomblé para promover a compreensão e valorização das tradições afro-brasileiras, uma aula onlinecom o projeto Rum Alagbê e um mini documentário sobre o Terreiro do Gantois.
A Turnê Iyá Àgbá Sirè visa enriquecer o cenário cultural e artístico brasileiro por meio de apresentações musicais e ações educativas que culminam numa experiência cultural única combinando música e espiritualidade. O projeto terá quatro meses de duração, cobrindo da pré à pós-produção, com apresentações musicais e ações educativas em sete cidades brasileiras. O projeto abrange dois produtos culturais com Classificação Indicativa Etária Livre: Apresentações Musicais - Produto Principal: Serão realizados shows de lançamento do álbum "Iyá Àgbá Sirè" em sete cidades. A celebração incluirá apresentações artísticas, com destaque para a música e sonoridade, proporcionando entretenimento ao público. O evento enfatiza a promoção da diversidade cultural e inclusão. O álbum contendo 16 músicas/Orikis será lançado em 2024 em formato de CD, Vinil e digital para acesso nas plataformas digitais sob o título de Iyá Àgbá Sirè. Sob a direção geral de Flora Gil, Direção Artística e Musical de Yomar Asogbá e Iuri Passos e produção musical de Alê Siqueira a obra fonográfica conta com participações de convidadas especiais junto ao Grupo Ofá do Terreiro do Gantois. Toda concepção traz como referência principal a música de matriz africana com arranjos e elementos da música contemporânea. A obra ainda inclui arte gráfica e projeto visual (peças publicitárias, encarte, capa etc.) com atenção especial aos elementos afro-brasileiros do universo das orixás, trazendo traços e linhas que traduzem a dimensão dos elementos do feminino sagrado. A celebração incluirá apresentações artísticas, com destaque para a música, proporcionando entretenimento ao público. O evento enfatiza a promoção da diversidade cultural e inclusão. Curso / Oficina / Estágio - Música: Ações de capacitação e treinamento de pessoal Cada cidade terá dois módulos de oficinas, totalizando 8 horas por cidade, enfocando temas como ritmos e dança afro. A iniciativa visa capacitar até 50 pessoas por cidade, com 50% das vagas destinadas a estudantes de escolas públicas e ONGs. Oficina Dança Afro (3 horas de oficinas por cidade) Embora nas últimas décadas tenha havido uma mudança de cenário e visibilidade da música afro-brasileira como consequência das atividades artísticas de grupos principalmente da Bahia, como o Ilê Ayê, o Olodum e a Timbalada, que resgataram suas tradições a partir do uso de um grande conjunto de tambores, mesmo assim, todo o boom gerado pela cultura e arte negra pouco fez mudar o quadro educacional quando se fala de ensino de música. O intuito da oficina é, portanto, disseminar a cultura da dança afro, com foco nas danças do Candomblé Ketu, com o objetivo de proporcionar energia e bem-estar aos envolvidos. E fortalecer o reconhecimento da arte destes povos que são nossos ancestrais e que por muito tempo foi reprimida, escondida e fragmentada. Está dentre tantas outras manifestações artísticas, faz parte do nosso cenário cultural e histórico, devendo ser amplamente difundida, permitindo que a sociedade se abra para nossas influências negras e ancestrais. Oficina Ritmos de Candomblé (3 horas de oficinas por cidade) A partir dos ritmos Daró, Agèrè, Vasi, Alujá e Ijexá a oficina sobre os ritmos do candomblé Ketu pretende resgatar e difundir as culturas dos ritmos ancestrais do candomblé da Bahia. A música no Candomblé pode ser apreciada como um meio para se relacionar com as divindades. Sendo considerada uma linguagem privilegiada no diálogo dos Orixás, em que o toque pode ser entendido como um chamado ou uma prece. Não se trata de um entretenimento ou expressão estética, mas um fenômeno que vincula o músico (chamado Alagbê) com o mundo transcendente. A oficina de percussão tem como objetivo ensinar as técnicas para que o aluno (a), possa tocar os ritmos de matriz africana nos atabaques: instrumentos que compõem a orquestra musical do candomblé da Bahia. PRODUTO Contrapartidas Sociais Patrimônio Cultural Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial: Desenvolvido no Ilé Iyá Omi Axé Iyamasé – Terreiro do Gantois, em Salvador, Bahia, e institucionalizado pela Associação de São Jorge Ebé Oxossi, o projeto Rum Alagbê emerge como uma iniciativa sócio-cultural destinada à formação musical de jovens do Alto do Gantois e arredores. Este projeto visa garantir a salvaguarda da memória e a preservação do patrimônio imaterial afro-brasileiro no segmento da etnomusicalidade. Idealizado em 2001 pelo percussionista e filho do Gantois, Prof. Iuri Passos, o Rum Alagbê nasceu da necessidade de reconhecimento e transmissão dos conhecimentos adquiridos com os mais velhos – ogãs e alabês – no ambiente comunitário do terreiro. O projeto foca na valorização do conhecimento tradicional, oferecendo atividades percussivo-musicais que conectam a religiosidade do candomblé ao contexto contemporâneo, transformando a realidade de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. Desde seu início, o Rum Alagbê tem sido um catalisador de troca de percepções, habilidades e informações, ensinando a complexidade dos ritmos e toques do candomblé, técnicas percussivas, sensorialidade e até a confecção de instrumentos musicais. Este processo estabeleceu intercâmbios culturais enriquecedores e dinamizou a cultura local. Este mini documentário explora a essência do Rum Alagbê, mostrando como a música e a tradição podem ser instrumentos poderosos de transformação social. Através das histórias de seus participantes e das atividades desenvolvidas, o documentário revela a importância do projeto na construção da identidade e no fortalecimento do sentimento de pertencimento, onde o sagrado serve como eixo regulador da história e da cultura afro-brasileira.
Realizar uma turnê de circulação do Grupo Ofá por 7 (sete) cidades do Brasil com seu mais novo álbum Iyá Àgbá Sirè, promovendo a ampliação, divulgação e valorização da cultura afro-brasileira por meio da música e de atividades educativas. O projeto também tem o objetivo de expandir o repertório musical baiano com a referência do Grupo Ofá pelas cinco regiões brasileiras contando com equipe qualificada a viajar dedicada às atividades de difusão cultural. Objetivos específicos 1. Realizar um dia de show com o Grupo Ofá apresentando o repertório dedicado à espiritualidade afro-brasileira do álbum Iyá Àgbá Sirè em 7 cidades do Brasil, sendo elas Salvador - BA, São Luis - MA, Belém - PA, São Paulo - SP, Rio de Janeiro - RJ, Belo Horizonte - MG, Porto Alegre - RS; 2. Conduzir um dia de oficina de ritmos de candomblé para 40 pessoas/dia oferecendo a oportunidade para o público vivenciar os elementos culturais relacionados à música afro-brasileira em 7 cidades do Brasil, sendo elas Salvador - BA, São Luis - MA, Belém - PA, São Paulo - SP, Rio de Janeiro - RJ, Belo Horizonte - MG, Porto Alegre - RS; 3. Realizar um dia de oficina de dança afro para 40 pessoas/dia proporcionando aulas práticas de dança tradicional afro-brasileira em 7 cidades do Brasil, sendo elas Salvador - BA, São Luis - MA, Belém - PA, São Paulo - SP, Rio de Janeiro - RJ, Belo Horizonte - MG, Porto Alegre - RS; 4. Gravar uma aula com conteúdo produzido pelo projeto Rum Alagbê e um mini documentário sobre o Terreiro do Gantois; 5. Estabelecer parcerias com escolas e instituições culturais para envolver a comunidade local nas atividades do projeto; 6. Difundir e salvaguardar o conhecimento de matrizes rítmicas e musicais afro-brasileiras que formam as bases da MPB; 7. Realizar a transmissão ao vivo de uma das apresentações musicais de forma a difundir ainda mais o repertório do álbum Iyá Àgbá Sirè, suas músicas e raízes afro-brasileiras.
O candomblé é uma religião de origem africana cujos elementos constitutivos foram trazidos para o Brasil na época da escravidão e surgiu através da diáspora negra, ou seja, com o tráfico de escravos negros, oriundos de diversas cidades e etnias africanas. Mas, é importante ressaltar que o candomblé, como o conhecemos hoje no Brasil, não existe em outros países, nem na diáspora e nem nos países africanos, de onde vieram os primeiros representantes dos cultos religiosos e entidades africanas. Pois, devido à união de diversos escravos de diferentes regiões num mesmo local, criou-se uma miscigenação de fundamentos, dando origem ao nosso candomblé. No Brasil, uma roça de candomblé cultua vários orixás. Na África, cada região ou cidade cultua um determinado orixá. Portanto, a palavra candomblé foi uma forma de denominar as reuniões feitas pelos escravizados para cultuar seus deuses, porque também era comum chamar de candomblé toda festa ou reunião de negros no Brasil. O terreiro de candomblé é local sagrado, sendo um espaço religioso onde acontecem todas as cerimônias e obrigações para os orixás, onde estabelecemos o contato direto com nossos deuses sagrados. Para entender a musicalidade do candomblé é necessário conhecer os instrumentos que formam o seu universo e, desta forma, estabeleço uma divisão dos instrumentos em duas categorias: a primeira em instrumentos musicais com fundamento e a segunda em instrumentos ritualísticos. Atabaque, agogô, Xerê, Adjá, Xaorô, Arô, Cadacorô são alguns dos instrumentos que compõe a sonoridade do candomblé. Originário do Terreiro de Gantois (SALVADOR - BA), casa tradicional de religião de matriz africana no Brasil, o Grupo Ofá reúne filhos da casa e músicos profissionais que tem a missão de difundir, valorizar e salvaguardar o repertório sacro de matriz afro-brasileira, um patrimônio imaterial do Brasil. Esse projeto tem grande importância por valorizar a presença da mulher, das mães ancestrais, através do repertório musical afro-brasileiro que referencia o feminino sagrado além de ampliar o acesso ao grande público para a riqueza do acervo musical de matriz africana no Brasil, desmistificando e quebrando preconceitos. A ciência afro-brasileira é nossa patente com expressões populares como Samba, Jongo, Carimbó, Maxixe, Maculelê e Maracatu, entre tantos que compõe nosso folclore, festejos populares, forjada a partir da mistura de elementos culturais provenientes da África, dos indígenas e da Europa.Esses elementos compõem a identidade de um povo, que tem muito a oferecer, promover e protagonizar, diz e versa sobre nossas regionalidades, a composição que me refiro, fortalece e promove regiões não absorvidas igualitariamente ou intensamente, pelo benefício do incentivo estimulado pela lei, às regiões matrizes Norte, Nordeste e Centro-Oeste, espinha dorsal de promoção da identidade e produções negras tradicionais. De acordo com a LEI Nº 14.568, DE 4 DE MAIO DE 2023, a ementa da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, a fim de possibilitar que recursos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) sejam utilizados para estimular a participação de artistas locais e regionais em projetos de instituições públicas de educação básica e de entidades sem fins lucrativos e para incluir a música regional entre os segmentos atendidos por doações e patrocínios à produção cultural. As oficinas vão proporcionar conhecimentos musicais específicos, tendo como base os ritmos, danças e cânticos de matrizes africanas, construindo um espaço e alternativas para a formação social e cultural, lazer e campo de trabalho, além de contribuir para a preservação e multiplicação do patrimônio cultural imaterial brasileiro. Muitos desconhecem a importância das religiões de matriz africana no Brasil, contando com o terreiro do Gantois como um parceiro de peso neste diálogo contra o preconceito e a intolerância religiosa sofrida pelas culturas de matrizes africanas desde a colonização. Enaltecer as tradições afro-brasileiras, que desempenham um papel fundamental na identidade cultural do Brasil, dar palco e ouvidos ao Grupo Ofá que são referência no cenário musical e cultural é reforçar um compromisso com a promoção da diversidade, equidade e inclusão. Esse projeto contribuirá para a educação cultural e diversa, oferecendo oportunidades para o público aprender sobre as tradições do candomblé em termos rítmicos com aulas práticas musicais e corporais através da dança afro. Permitir com que espaços sejam plataforma para que o Grupo Ofá expanda seu alcance e reconhecimento é ampliar a função importante de registro deste projeto através de uma função didática, uma função pedagógica, de instrução, de valorização e de referência para a Bahia e o Brasil como um todo.O projeto Rum Alagbê é uma iniciativa originada no Terreiro do Gantois, com a missão de difundir, valorizar e salvaguardar o repertório sacro afro-brasileiro. Este projeto é essencial para a preservação e valorização das tradições musicais e culturais do candomblé, além de promover o papel da mulher e das mães ancestrais na cultura afro-brasileira. A gravação de uma aula e de um mini documentário proporcionará uma memória sobre as tradições e contribui no trabalho de preservação do patrimônio cultural imaterial brasileiro. Este registro servirá como uma referência importante para futuras gerações. Destacar o trabalho do Grupo Ofá, que é composto por filhos do Terreiro do Gantois e músicos profissionais, fortalece a valorização da cultura afro-brasileira e o reconhecimento de seu papel fundamental na identidade cultural do Brasil. Unido a isto, o projeto traz oficinas e aulas práticas baseadas nos ritmos, danças e cânticos de matrizes africanas para não apenas fortalecer e atuar com o papel formativo, mas também criam um espaço de criação social e cultural, lazer e oportunidades de convivência.
Produto principal - Apresentação Musical O álbum contendo 16 músicas/Orikis será lançado em 2024 em formato de CD, Vinil e digital para acesso nas plataformas digitais sob o título de ÌYÁGBA ṢIRE. Sob a direção geral de Flora Gil, Direção Artística e Musical de Yomar Asogbá e Iuri Passos e produção musical de Alê Siqueira a obra fonográfica conta com participações de convidadas especiais junto ao Grupo Ofá do Terreiro do Gantois. Toda concepção traz como referência principal a música de matriz africana com arranjos e elementos da música contemporânea. A obra ainda inclui arte gráfica e projeto visual (peças publicitárias, encarte, capa etc.) com atenção especial aos elementos afro-brasileiros do universo das orixás, trazendo traços e linhas que traduzem a dimensão dos elementos do feminino sagrado. A celebração incluirá apresentações artísticas, com destaque para a música, proporcionando entretenimento ao público. O evento enfatiza a promoção da diversidade cultural e inclusão. Curso / Oficina / Estágio - Música: Ações de capacitação e treinamento de pessoal Oficina Dança Afro Capacidade: até 25 pessoas por oficina Duração 3h por cidade A oficina de dança dos Orixás tem como base a técnica dos corpos das mulheres negras do candomblé da Bahia. A prática é acompanhada por música ao vivo, seguindo a linha tradicional onde a conversa entre os Atabaques Hun, Hunpí, Lé e Agogô, instrumentos sagrados que compõem a orquestra musical do Candomblé, dialogam com os corpos em movimento, entrando em profunda sincronia em uma harmônica coreografia. Os alunos são conduzidos pelos passos da professora e coreógrafa Luciana Baraúna. A oficina começa com a preparação corporal, integrando o fortalecimento, alongamento, condicionamento físico, mobilidade e consciência corporal que é fundamentada dentro dos princípios da dança de matriz africana praticada dentro dos terreiros do Candomblé. Assim, com esse olhar a professora visa o movimento, para uma melhoria da saúde física e cognitiva do participante. A dinâmica leva em consideração o grau de conhecimento, a idade e o tipo físico de cada participante, podendo variar de formato para cada envolvido. Oficina Ritmos de Candomblé Capacidade: até 25 pessoas por oficina Duração 3h por cidade Metodologia: Cada ritmo tem sua técnica estudada dentro da linguagem do estilo em que figura. Assim a técnica se aplica diretamente e o conhecimento se torna mais completo. A linguagem do ritmo passa a ser assimilada, possibilitando inclusive a improvisação dentro do estilo. Durante a aula além dos aspectos técnicos dos instrumentos (Atabaques), o aluno (a), aprende sobre a cultura do candomblé e a característica do ritmo estudado de acordo com sua nação. Procedimentos didáticos: 1. Exercícios práticos e reflexões teóricas sobre instrumentos, toques e princípios da percussão do candomblé. 2. Coordenações de mão esquerda e direita. 3. Aplicações da independência no contexto do repertório dos ritmos do candomblé. 4. Técnica das baquetas (Aguidaví) no resultado sonoro dos atabaques Hun, Hunpí e Lé. PRODUTO Contrapartidas Sociais Patrimônio Cultural Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial: Um vídeo de até 15 minutos configurando um curta-metragem sobre o projeto Rum Alagbe, do professor Iuri Passos contendo entrevistas, vídeos, trechos de aulas, histórias traduzidas em imagem, ritmo e música. Este projeto será todo gravado em Salvador, Bahia, Brasil.
O projeto assumirá um compromisso firme com a promoção da acessibilidade atitudinal, arquitetônica, digital, visual, auditiva e comunicacional em todas as suas atividades educativas presenciais, garantindo que os locais sejam devidamente adaptados para atender as pessoas. PRODUTO PRINCIPAL - Apresentações musicais: *Acessibilidade física: Serão escolhidos teatros com estrutura de acessibilidade física com banheiros adaptados, rampas, elevadores e guias táteis e caso alguma estrutura não esteja pronta, será destinada uma verba do orçamento do projeto para adequação. *Acessibilidade de conteúdo: a proposta do projeto prevê tradução em libras das apresentações musicais e utilização de tamanhos de fontes adequadas nas principais peças de divulgação que serão veiculadas nas redes sociais. Isso garantirá que as experiências sejam acessíveis e inclusivas para todos os participantes. PRODUTO Curso / Oficina / Estágio - Música - Ações de capacitação e treinamento de pessoal: *Acessibilidade física: Serão escolhidos teatros com estrutura de acessibilidade física com banheiros adaptados, rampas, elevadores e guias táteis e caso alguma estrutura não esteja pronta, será destinada uma verba do orçamento do projeto para adequação. *Acessibilidade de conteúdo: a proposta do projeto prevê utilização de tamanhos de fontes adequadas nas principais peças de divulgação que serão veiculadas nas redes sociais. As oficinas serão enriquecidas pela presença de uma pessoa para fazer audiodescrição. Isso garantirá que as experiências sejam acessíveis e inclusivas para todos os participantes. PRODUTO Contrapartidas Sociais Patrimônio Cultural Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial:*Audiodescrição e libras no conteúdo gravado
Os produtos culturais serão disponibilizados aderindo a um meticuloso plano de prospecção de alunos que se inicia com convites direcionados a escolas da rede pública, ONGs e coletivos culturais periféricos previamente mapeados pela equipe de comunicação. Importante lembrar que 50% desses beneficiários serão estudantes e/ou professores de instituições públicas de ensino. Conforme orienta a IN 02/2019, Art. 21, as estratégias de democratização do acesso serão aplicadas de maneira específica para cada produto cultural, como é ilustrado a seguir: PRODUTO PRINCIPAL - Apresentação Musical: Parcerias estratégicas com plataformas de mídias sociais facilitarão a divulgação, enquanto a inclusão de intérpretes de Libras nas apresentações garantirá acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. A divulgação antecipada, aliada a parcerias locais e estratégias de marketing, mobilizará o público desde o início, fortalecendo a participação e a diversidade cultural. O projeto se compromete com diversidade, equidade e inclusão em todas as suas etapas, incluindo uma equipe diversificada nas contratações externas. Algumas possibilidades já foram mapeadas para que as equipes locais tenham afinidade e vivência com a cultura afro-brasileira, como por exemplo: contratação de fotógrafos a partir do portal Afrotometria, Alma Preta ou afrotrampos. https://www.afrotometria.com.br/membros, https://almapreta.com.br/quem-somos https://www.afrotrampos.com/. PRODUTO SECUNDÁRIO - Capacitação e treinamento de pessoal: As ações formativas territoriais, compreendidas como oficinas, destinam 50% das vagas a 20 (vinte) jovens provenientes da rede pública de ensino e ONGs, enquanto os outros 50% estarão abertos a outros 20 (vinte) participantes. Essa distribuição totaliza 40 (quarenta) beneficiados em cada uma das 14 (catorze) oficinas do projeto - 7 de ritmos de candomblé e 7 de dança afro em cada uma das cidades, contemplando cidades de 3 regiões do Brasil e abrangendo um público diversificado. O projeto seguirá um plano de prospecção de alunos e alunas à partir do convite à pessoas da rede pública de ensino, atendidas por ONG’s e coletivos culturais periféricos das regiões de atuação. O plano de prospecção acontecerá com um mapeamento desses espaços comprometidos com ensinos de jovens em cada uma das 7 (quatorze) cidades. Deste modo, a ação se configura como uma potente ferramenta de difusão e valorização de narrativas afro-diaspóricas. As oficinas serão gratuitas: 50% das vagas das oficinas serão direcionadas a 20 (vinte) jovens da rede pública de ensino e ONGs e os outros 50% das vagas direcionadas à população em geral. A divulgação das atividades ocorrerá sempre de forma antecipada e contará com a articulação de coletivos artísticos oriundos das periferias, intensificando a mobilização de público nestas localidades. A divulgação das atividades ocorrerá de maneira antecipada e contará com a articulação de coletivos artísticos das periferias, intensificando a mobilização de público nessas localidades. Essas ações não apenas se alinham aos princípios da IN 02/2019, Art. 21, mas também reforçam o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura, especialmente entre grupos historicamente menos representados. PRODUTO Contrapartidas Sociais Patrimônio Cultural Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial: O mini documentário e a aula do projeto Rum Alagbe serão ferramentas educativas poderosas, proporcionando uma compreensão mais profunda das tradições, rituais e a história do candomblé e do Terreiro do Gantois. Educadores e estudantes poderão utilizá-las como recurso didático, promovendo a inclusão de conteúdos sobre a cultura afro-brasileira nos currículos escolares. Atuarão como arquivo visual e sonoro das tradições do candomblé, acessível a pesquisadores, historiadores e entusiastas da cultura afro-brasileira. Disponibilizar o mini documentário em plataformas digitais gratuitas, como YouTube, Vimeo e redes sociais, garante que ele seja acessível a um público amplo e diversificado.
Glauber Amaral - Diretor artístico Glauber Amaral é um articulador cultural que tem a música brasileira em seu DNA. Cresceu convivendo com os baianos da geração pioneira do trio elétrico Dodô e Osmar, com quem dividia férias escolares na casa da família na Bahia. Nesse contexto, teve em 1984 suas primeiras experiências de produção e, interessado pelo mercado, logo começou a gerir carreiras artísticas, tendo trabalhado no início com Moraes Moreira, João Donato, Raphael Rabello e Altamiro Carrilho. A partir das experiências acumuladas, começando a construir uma visão singular do negócio da música, fundou sua própria empresa, a Barraventoartes, através da qual realizou projetos que o tornaram reconhecido. Denise Granados - Diretor executivo Sócia da agência Barravento Artes atua como produtora cultural em projetos como os Encontros Históricos com a Orquestra Brasil Jazz Sinfônica na Sala São Paulo e em diversas produções musicais e literárias em Unidades do Sesc SP, unidades dos CÉUs e Biblioteca Mário de Andrade. Fundou a Emconversas, consultoria onde desenvolve palestras e programas de comunicação, liderança e transformação de conflitos. Facilitou oficinas em locais como Instituto Cacau Show, Instituto Barrichello, Sesc Dom Pedro II entre outras. Iuri Passos - Diretor musical e coordenador de oficinas Iuri Passos é Alagbê do Terreiro do Gantois, Músico, Ativista, Produtor Musical , Arranjador, Idealizador do Projeto Social Rum Alagbê doTerreiro do Gantois 2001, Autor de artigos e materiais didáticos nos livros - Nós Os Tincoãs , Afrobook - Ritmos Afros-Brasileiros. Professor de Percussão do Departamento de Música da UFBA. Mestre em Etnomusicologia pela UFBA. Trabalhar com Workshops de Percussão Afro-brasileira- França - Paris 2001, Lyon 2018, Alemanha - Belin 2001, Itália - Bologna 2016, Portugal - Lisboa 2015. Suíça - Genebra 2018. Além de trabalhar com diversos artistas da música brasileira- Mariene de Castro , Maria Bethânia, Carlinhos Brown, Rosa Marya Colyn , Martnália, Alaíde Costa , Margareth Menezes , Paula Lima , Ellén Oléria , Gilberto Gil, Gal Gosta, Marisa Monte Mateus Aleluia, Lazzo Matumbi entre outros. Luciana Baraúna - Diretora de coreografia e coordenadora de oficinas Luciana Baraúna é pesquisadora, cantora, professora, bailarina e coreógrafa. Oriunda do Alto do Gantois, Salvador, Bahia. Seu interesse pela dança, surgiu na infância quando começou a ir assistir às festas do terreiro de Mãe Menininha do Gantois com sua tia, o interesse se solidifica nas aulas de dança moderna e ballet clássico na academia Aquarius e logo em seguida na universidade federal da Bahia e fundação cultural onde se graduou. Realizando oficinas e workshops em várias partes do Brasil e no exterior, sempre com base nas coreografias voltadas para as danças de matrizes africanas, é uma das principais vozes e dançarina do Grupo Ofá, um dos mais consagrados grupos que retratam a cultura do candomblé como poucos no Brasil. Yomar Asógba - Diretor musical e coordenadora de oficinas É soteropolitano, nascido e criado no Terreiro de Mãe Menininha – Salvador (BA), que ao longo de sua história no Terreiro recebe o cargo de Asogbá. Foi na década de 70 que compôs a ala de tocadores do AFOXÉ FILHOS DE GANDHI e no final desta década participou do GRUPO ODISSÉIA DO CRIOLO DOIDO, com Mônica Miller, Gamo da Paz, Gabi Guedes, Eliezer e Valtinho do Chiclete com Banana. Em 1980 integra movimento de revolução do Samba Duro em Salvador com o GRUPO SAMBA FAMA, junto de Robson Fama, Gama da Paz, Gabi Guedes, Raiala e Augusto, filho do maestro Vivaldo. Em 2000 Participou do evento do Brasil 500 anos, junto à percussionista Mônica Miller. Ainda em 2000 funda o GRUPO OFÁ, junto com seu irmão Gamo da Paz e assinam a Direção Artísica do CD Odum Orin – Festa da Música, direção geral de Roberto Santana. Em 2010 participa como convidado do trabalho PÈRÈGÚN E OUTRAS FABULAÇÕES DA MINHA TERRA - FÉLIX AYOH'OMIDIRÊ produzido por J. Velloso e Luzia Moraes. Em 2012 participa do projeto TRILHAS URBANAS DA FUNDAÇÃO GREGÓRIO DE MATTOS - CANTIGAS DE OXALÁ. Eveline Peixinho - Produtora Executiva 30 anos de produção executiva. Atua em diversas frentes da produção com foco nas áreas de desenvolvimento de projetos personalizados e incentivados, elaboração de plano de acessibilidade, prestação de contas, planejamento, gestão de equipes, coordenação de montagens e desmontagens de eventos artísticos. produção executiva na gravação de importantes DVDs como "Gilberto Gil concertos de cordas e máquinas de ritmos", e os "Sambabook" para citar alguns. Produção executiva do livro Violão Ibérico do Jornalista Carlos Galilea para a Trem Mineiro Produções. Produção e coordenação administrativa do Livro e CD Massafera do Cantor e Compositor Ednardo. Produção executiva na exposição de lançamento do catálogo do Newton Rezende para Aprazível Editora. Produção executiva para artistas como Beth Carvalho, Ednardo, Mariene de Castro entre outros. Produção executiva em espetáculos como por exemplo Bem Sertanejo, O Musical e Série MPB e Jazz do Maestro Wagner Tiso. Coordenação de plateia e produção de Marketing para o Prêmio Multishow por dez anos. Produtora do Centro Cultural Banco do Nordeste no Programa Criança e Arte e da Ong EDISCA. João Fernando Silva Filho - Produtor Técnico Produtor técnico com mais de 20 anos de experiência e já trabalhou com artistas como Beth Carvalho, Marienne de Castro, Lazzo Matumbi e diversos outros músicos e bandas baianas. Ana Luisa Machado - Produtora Goiana, comunicóloga e produtora cultural em festivais de música há 10 anos, também produziu a Orquestra do Estado de Goiás (2018) e de São Paulo (2019 - 2022). Integrou a equipe de projetos da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo no Carnaval e na Virada Cultural 2023. Como assistente técnica, já integrou a equipe de palco de grandes festivais como Primavera Sound (2023), I Wanna Be Fest (2024), Lollapalooza (2024), C6 Fest (2024). Já esteve em agência de marketing cultural atendendo clientes como Samsung, SulAmérica e XP Inc. Hoje atua como gestora de parcerias buscando financiamento para organizações da sociedade civil e instituições culturais.
PROJETO ARQUIVADO.