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PRONAC 245700Expirado o prazo de captação totalMecenato

Exposição O Jogo da Reflexão

C.M.P.CANAL DE MARKETING PROMOCIONAL ASSOCIADOS LTDA
Solicitado
R$ 280,5 mil
Aprovado
R$ 280,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-11-30
Término
2026-04-30
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Exposição artística "Jogo da Reflexão" sobre o Igapó (tipo de vegetação característica da floresta amazônica) em fotos capturadas pelo fotógrafo Henrique Schmeil, com instalações de Ellen Lima Wassu, Renato Dib e Rodrigo Bueno. A proposta é que aconteça no Consulado Geral do Brasil em Nova York, com o objetivo de fomentar o intercâmbio cultural e a valorização da arte brasileira

Sinopse

Nesse caso, não se adapta

Objetivos

OBJETIVO GERAL - Realizar exposição interativa sobre o Igapó, planta originária da Floresta Amasonica OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Estimular a diversidade das expressões artísticas brasileiras e formar público tanto no Brasil quanto nos EUA.- Valorizar a produção artística brasileira, proporcionando visibilidade e renda aos artistas e curadores.- Fomentar o intercâmbio cultural entre artistas e agentes culturais de diversas regiões.- Desenvolver relações culturais e promover a imagem do Brasil e da arte brasileira no exterior.

Justificativa

A exposição "O Jogo da Reflexão" encontra sua essência em uma oportunidade rara e preciosa, gentilmente concedida pelo Consulado Geral do Brasil em Nova York. Este projeto não só representa uma plataforma para o intercâmbio e a valorização de artistas e curadores brasileiros em Nova York, mas também se torna um marco da disseminação da cultura brasileira nos Estados Unidos.A oportunidade de ceder um amplo espaço físico em uma cidade onde os espaços são disputados e limitados é um privilégio que reforça o compromisso do Consulado em fortalecer as relações culturais entre o Brasil e os Estados Unidos. Criamos, assim, um palco onde a criatividade e a expressão artística podem florescer, desafiando limites e transcendendo barreiras geográficas.Esta exposição, além de celebrar a criatividade individual e coletiva em suas diversas formas e expressões, também visa enaltecer a produção artística brasileira. Ao proporcionar aos artistas e curadores a oportunidade de estabelecer um diálogo direto com o centro cultural do mundo, o projeto constrói uma plataforma para a troca de ideias, perspectivas e inspirações, enriquecendo as próprias narrativas artísticas e promovendo a imagem do Brasil como um polo cultural relevante. A doação de obras para o prestigioso New Museum é uma oportunidade ímpar para os artistas ganharem visibilidade e amplificação de seu trabalho em uma plataforma internacional, ampliando assim seu reconhecimento e alcance.Além disso, os artistas e curadores serão beneficiados direta e indiretamente em sua geração de renda, através de visibilidade, criação de rede de contato no exterior, desenvolvimento do portfólio e a possibilidade de venda de obras no período expositivo.A visibilidade dos artistas e curadores brasileiros será reforçada através das redes de contatos do Consulado e da curadora Thais Domingues, que possui conexões sólidas com a empresa de relações públicas The Know e profissionais do Public Art Fund. Ambas asplataformas disponibilizarão suas redes e listas de contatos para uma ampla divulgação e alcance da exposição. Essas oportunidades são temporárias, e não aproveitá-las seria um desperdício.Em relação ao público e visitantes, a relevância da exposição ocorre de diversas maneiras."O Jogo da Reflexão" tem um impacto significativo ao despertar uma consciência mais profunda sobre a interdependência entre a humanidade e a natureza. Ao refletir sobre a grandiosidade da Floresta Amazônica e contemplar a imagem das árvores refletidas no Igapó, os espectadores são levados a reconectar-se com suas raízes naturais. A exposição também busca promover a compreensão da relatividade e da unicidade das interpretações individuais, destacando a riqueza que surge a partir de perspectivas diferentes sobre uma mesma temática.Além disso, a mostra convida os visitantes a explorarem caminhos perdidos ao longo da história. As fotografias do Igapó, capturadas em um local que geralmente só é conhecido pelas comunidades indígenas locais, proporcionam uma oportunidade única de reconectar- se com a natureza e questionar o mundo ao nosso redor. Ao apresentar um fenômeno em constante mutação, a exposição também nos lembra da necessidade de preservar e valorizar nossa conexão com a natureza, bem como as trilhas que se perderam ao longo do tempo. Complementando as informações, acreditamos que a exposição "O Jogo da Reflexão" atende ao exigido no artigo 1º da Lei 8313/91, nos seguintes aspectos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores IX - priorizar o produto cultural originário do País; A exposição tb atende ás seguintes finalidades do artigo 3, da Lei 8313/91, nos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

DECLARAÇÃO CURATORIAL A exposição O Jogo da Reflexão convida os visitantes a se relacionarem com o Igapó, explorando a interação entre a natureza e o ser humano na Floresta Amazônica. O Igapó é um fenômeno anual em que as intensas chuvas elevam o nível do Rio Negro, alagando áreas da floresta em até 12 metros. Assim, as copas das árvores se refletem na floresta transbordada, enquanto suas raízes permanecem submersas. Em 2020, o fotógrafo Henrique Schmeil teve a oportunidade de testemunhar o fenômeno do Igapó por meio do contato com comunidades de povos originários na Amazônia. Sentado em uma canoa, Henrique registrou com suas lentes a interação de luz e reflexo entre as copas das árvores e as águas transbordadas do Rio Negro, elevadas a 9 metros de altura. Suas fotografias e o poema a seguir tornam-se os pontos de partida para uma jornada de reflexão, onde diferentes artistas e visitantes poderão expressar seu ponto de vista sobre o jogo da reflexão, abordando temas como raízes submersas, aparências e caminhos esquecidos. O fenômeno do Igapó servirá como base para intervenções ou instalações de artistas, cada um trazendo sua perspectiva única para enriquecer perspectivas sobre o tema. PARTE l Na entrada da mostra, teremos o trecho do poema "O Jogo da Reflexão" dando aos visitantes a sensação do Rio Negro subindo: o início do Igapó. Igapó. Fortes chuvas. O topo das árvores refletidas em um Rio Negro transbordado. As raízes submersas. Em meio à imensidão da floresta amazônica, pego-me pensandocomo sou pequena. Pego-me, assim como as árvores, refletindo sobre a pequenaparcela que pode ser vista de mim, e conectando-me com aminha raiz. Somos parte da natureza, e dependente dos seus recursos. "Natureza antes chamada de “mãe” e agora precisando ser cuidada. Em que momento nos descolamos? Se o ser humano fosse extinto, em pouco tempo tudo o querestaria da humanidade seria uma fina camada de plástico,isótopos radioativos e ossos de galinha. Qual é a sua raiz?O que te faz respirar?O que existe por baixo da água? A floresta se transforma.E o homem, transforma-se?" Thais Domingues, 2023 PARTE 2 Em seguida, teremos primeiramente fotografias de Henrique Schmeil, onde o fenômeno do Igapó é visto pelos visitantes deforma mais clara e visual, seguido por instalações e poemas de Ellen Wassu, Renato Dib e Rodrigo Bueno darão vida àinterpretação individual de cada artista sobre "O Jogo da Reflexão", incorporando suas técnicas e ideias para criar obras que têm como ponto de partida as fotografias do Igapó de Henrique Schmeil. Cada artista, com sua origem, formação e técnica distintas, trará uma perspectiva única sobre a interação entre a natureza eo homem, entre o fenômeno do Igapó e as nossas raízes. Entre caminhos perdidos e reencontrados. FINAL Por fim, a exposição também contará com a participação dos visitantes, que poderão interferir nas fotografias do Igapó impressas em papel-sulfite, compartilhando suas próprias visões e perspectivas. Disponibilizaremos materiais e local para os espectadores tornarem-se "parte do jogo". Os trabalhos realizados por eles poderão ficar expostos em um varal ao final da exposição, enriquecendo ainda mais esta troca de reflexões e interpretações. Além disso, haverá a exibição do poema "IGAPÓ - A Magia da Floresta Flutuante" de Henrique Schmeil, que oferecerá uma narrativa poética complementando a experiência visual e conectando o final ao começo da jornada. O IMPACTO A exposição tem um impacto significativo ao despertar uma consciência mais profunda sobre a interdependência entre a humanidade e a natureza. Ao refletir sobre a grandiosidade da Floresta Amazônica e contemplar a imagem das árvores refletidas no Igapó, os espectadores são levados a reconectar-se com suas raízes naturais. A exposição também busca promover a compreensão da relatividade e da unicidade das interpretações individuais, destacando a riqueza que surge a partir de perspectivas diferentes sobre uma mesma temática. Além disso, "O Jogo da Reflexão" convida os visitantes a explorarem caminhos perdidos ao longo da história. As fotografias doIgapó, capturadas em um local que geralmente só é conhecido pelas comunidades indígenas locais, proporcionam uma oportunidade única de reconectar-se com a natureza e questionar o mundo ao nosso redor. Ao apresentar um fenômeno em constante mutação, a exposição também nos lembra da necessidade de preservar e valorizar nossa conexão com a natureza, bem como as trilhas que se perderam ao longo do tempo. Em suma, "O Jogo da Reflexão" tem um impacto transformador ao despertar uma consciência sobre o conhecimento histórico, artístico e ambiental do nosso rico país, e ao incentivar a reflexão individual e coletiva. Através da contemplação das fotografias do Igapó e da diversidade de perspectivas apresentadas pelos artistas convidados e pelos visitantes, a exposição nos leva a repensar nosso papel como parte da natureza e a reconectar-nos com nossas raízes, tanto pessoais quanto históricas.

Especificação técnica

"O Jogo da Reflexão" concentra-se na realização de uma exposição coletiva no Consulado Geral do Brasil em Nova York, com o objetivo de fomentar o intercâmbio cultural e a valorização da arte brasileira, além de aumentar a visibilidade de artistas e curadoresbrasileiros. A exposição convida tanto espectadores brasileiros quanto americanos a explorarem a interação entre a natureza e a humanidade na Floresta Amazônica, por meio do fenômeno anual do Igapó. Esse fenômeno, que resulta em áreas alagadas da floresta,proporciona uma conexão única entre as copas das árvores e as águas transbordantes do Rio Negro.Através de fotografias do Igapó capturadas por Henrique Schmeil, de instalações inspiradas no Igapó por Ellen Lima Wassu, Renato Dib e Rodrigo Bueno e de poemas, somos levados a questionar nossas próprias raízes submersas, a reflexão de nossa cultura, as mutações da natureza e caminhos perdidos ao longo da história.Tendo como ponto de partida a floresta amazônica durante o Igapó. O conceito curatorial foi elaborado para suscitar questionamentos profundos e reflexões sobre a relação entre o ser humano e a natureza, assim como sobre nossas raízes e a diversidade de interpretações que cada indivíduo atribui a um mesmo tema.A exposição O Jogo da Reflexão convida os visitantes a se relacionarem com o Igapó, explorando a interação entre a natureza e o ser humano na Floresta Amazônica. O Igapó é um fenômeno anual em que as intensas chuvas elevam o nível do Rio Negro, alagando áreasda floresta em até 12 metros. Assim, as copas das árvores se refletem na floresta transbordada, enquanto suas raízes permanecem submersas.Em 2020, o fotógrafo Henrique Schmeil teve a oportunidade de testemunhar o fenômeno do Igapó por meio do contato com a comunidade indígena Cipiá, no Amazonas. Sentado em uma canoa, Henrique registrou com suas lentes a interação de luz e reflexo entre as copas das árvores e as águas transbordadas do Rio Negro, elevadas a 9 metros de altura. Suas fotografias e o poema “O Jogo da Reflexão” se tornam os pontos de partida para uma jornada de reflexão, onde diferentes artistas e indivíduos de diversas profissões poderão expressar seu ponto de vista sobre o tema fotografado, abordando temas como raízes submersas, aparências, a relação do homem com a natureza e caminhos esquecidos. As obras de Henrique Schmeil, impressas em canvas, papel de algodão, ou tecido servirão como base para intervenções ou instalações, trazendo sua perspectiva única para enriquecer a reflexão sobre o tema.

Acessibilidade

- O espaço escolhido levou em consideração o cumprimento de todas as medidas de acessibilidade às pessoas idosas e com deficiências, de acordo com o artigo 27, inciso II, do Decreto 5761/06 e artigos 21, 22 e 23 da Instrução Normativa nº 1, de 9 de fevereiro de 2012, assim como para a exposição, foram tomadas todas as medidas também, pois é objetivo que tenha a participação de um grande número de pessoas. - Propomos ações para pessoas com deficiências auditivas, visuais e cognitivas, como descritas abaixo: 1. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local está apto para receber pessoas idosas e com deficiências: rampas de acesso, corrimão, banheiro adaptado, além de pessoal preparado para auxiliar tal público 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição e comunicação através de braile nas obras, monitoria especializada para descrever sinalização em braile, fones ouvido, textos/etiquetas em braile com informações sobre os objetos em exposição. A Audiodescrição é um recurso essencial para tornar exposições acessíveis a pessoas com deficiência visual. Ela consiste em fornecer descrições verbais detalhadas dos objetos, obras de arte ou cenários presentes na exposição. Essas descrições ajudam os visitantes a compreender o que está sendo exibido. Também serão observadas as seguintes ações:* Sinalização em Braille: para indicar informações relevantes, como títulos de obras, descrições e direções. Isso permite que pessoas com deficiência visual se orientem e compreendam o contexto da exposição.* Tato e Texturas: Além da audiodescrição, criar oportunidades para que os visitantes explorem objetos por meio do tato é importante. Isso pode incluir réplicas táteis de obras de arte ou elementos interativos que permitam sentir texturas e formas.* Layout Acessível: O espaço expositivo deve ser projetado de forma a facilitar a circulação de pessoas com deficiência visual. Evite obstáculos, degraus desnecessários e áreas congestionadas.* Iluminação Adequada: Uma iluminação adequada é essencial para que as pessoas com deficiência de baixa visão possam ver os objetos expostos, cuidando com sombras excessivas e garantindo que as obras estejam bem iluminadas.* Treinamento para Equipe: Os monitores devem receber treinamento sobre como lidar com visitantes com deficiência visual. Isso inclui orientações sobre como oferecer assistência e como utilizar os recursos disponíveis. 3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - Comunicação através de material gráfico e intérprete de libras à disposição, audiodescrição 4. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões.

Democratização do acesso

- Será permitida a captação de imagens das atividades e dos espetáculos e autorizaremos sua veiculação por redes públicas de televisão, de acordo com o item IV do artigo 21º da IN; Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

Rodrigo Bueno: Produção artística Rodrigo nasceu na cidade de Campinas em 1967 e graduou-se em Comunicação Social. Na década de 90 muda-se para Nova Iorque para fazer um mestrado em Artes Visuais na School of Visual Arts e durante esta estadia, realiza um estudo de religião comparada e se interessa pela cultura asiática. Antes de acabar o mestrado em Nova Iorque, passa uma temporada na Índia e se muda para São Francisco, retoma os estudos e inicia um mestrado em Arte e Consciência na JFK University. Exposições: 2023 - 'Brasil Futuro: as Formas da Democracia' curadoria Lilia Scwarcz, Brasilia, Belém, Salvador, Brasil 2023 - Elementar: Fazer Junto, MAM São Paulo, Brasil 2022- Tridimensionalidades Brasileiras, SPARTE, SP 2021- Zona da Mata, curadoria Ana Magalhaes, Marta Bogéa, e Cauê Alves, MAM sala de vidro, de 26 outubro 2021 a Fevereiro 2022 e no MAC USP de Junho de 2021 a Fevereiro de 2022 Enciclopédia Negra, curadoria Lilia Schwarcz, Jaime Lauriano e Flávio dos Santos Gomes, Pinacoteca do Estado, SP, Brasil 2019 - Vencedor 7o Prêmio Marco Antonio Vilaça, FAAP, SP, Brasil 2019- Curupira, Arte Ambiental, MUBE, Curadoria Cauê Alves, SP, Brasil 2019- Vai Vém, CCBB, SP, Brasil + 5 CAPITAIS, Curadoria Raphael Fonseca2019 – Ounje – Ciclo Orixás, SESC Ipiranga, São Paulo, SP 2018 – Sobre a cor da sua pele, Centro Cultural Dragão do Mar, Fortaleza, CE 2018 – Símbolo, curada por Catharina Duncan, Galeria Leme, São Paulo, SP 2017 - Implosão, Trans(relacion)ando Hubert Fichte, MAM Salvador, BA e Centro Cultural Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, RJ 2017 - “Nada levarei quando morrer, aqueles que me devem cobrarei no inferno”, Curadoria Solange Farkas e Gabriel Bogosian, Associação Vídeo Brasil, Galpão Vila Leopoldina, São Paulo, SP 2016 - Transparência e Reflexo, MUBE curadoria Cauê Alves 2016 - Instalação "Barravento", Provocar Urbanos, SESC Vila Mariana , São Paulo, SP Renato Dib: Produção artística Formado em Artes Plásticas pela Faculdade Santa Marcelina em 1995, dedica-se também a cursos e trabalhos nas áreas de Artes Visuais, História da Arte, Decoração, Design, Moda e Joalheria. Pósgraduado em Arteterapia pelo Instituto Freedom SP. Como artista, participa de exposições individuais e coletivas. Seus trabalhos de arte fazem parte de coleções particulares e de instituições no Brasil e no exterior. E estão incluídos em diversas publicações. Também é curador de produtos de decoração e home stylist da loja Dpot Objeto e professor de artes têxteis aplicadas, além de arteterapeuta. Últimas exposições: 2023 Emaranhadas | coletiva independente na Casa Ondina, São Paulo 2022 De Fio A Fio – A Herança Têxtil Brasileira de 22 a 22 | coletiva no MAB FAAP, São Paulo Labirinto de Gabinetes | individual na Galeria Mola | Braga, Portugal Intelectual Beauty | coletiva no www.museutextil.com 2020 Viagem a Aurora de um Novo Mundo | coletiva na Galeria Virgílio, São Paulo 2019 Salon des Refusés | coletiva na Casa da Luz, São Paulo 2018 Entre-Laçados | coletiva no museu A Casa, São Paulo Design Vision Arte I coletiva na Praça das Artes, São Paulo Aquilo que Abraça I coletiva de joalheria contemporânea brasileira I Buenos Aires, Argentina 2017 Rijswijk Textile Biennial | Rijswijk Museum, Rijswijk, Holanda Colección Arte Al Limite Sin Limites | Santiago, Chile 2016 Ocupação Plural | Semana de Economia Criativa Estadão, São Paulo 2015 Corpo-Peneira | individual na Phosphorus, São Paulo 2014 Bienal del Fin del Mundo | coletiva em Mar del Plata, Argentina Henrique Schmeil: fotógrafo, artista, escritor Desde o início de sua jornada fotográfica, chamou a atenção para questões globais e sociais. Cidadão do mundo, ativista e de coração africano, viajou para a Índia, Bangladesh, Nepal, Vietnã e Tailândia. Percorreu a Tanzânia, Etiópia, Angola, Marrocos, Quênia e Namíbia. Inquieto, hoje divide o coração entre o continente africano e o Amazonas. Vivendo parte do seu tempo em Manaus, dedica-se a causas locais. “defendendo os direitos humanos básicos de todos os irmãos e irmãs brasileiras, especialmente as comunidades indígenas da Amazônia que vivem em situação de abandono”. Principais exposições, e instalações: • 2022- SupaVenezia, A plus A - Venice, Italy • 2022- Diverso - Manaus, Brazil • 2022- Exposição de fotografias - Simmetria Ambientti - Curitiba, Brazil • 2021- Exposição Vibe Club - Curitiba, Brazil. • 2020- Palm Springs. • 2019- Park Shopping Barigui. • 2013- Film Academy NYC • Nov. 2023: publicação Nowness Principais projetos comerciais • 2022: Fundador e sócio marjoritário do projeto de economia circular com povos originários Tuo Amisse • 2022- Publicação Elle Decor Brazil - 1 Edição Casas Brasileiras do Amazonas. • 2021- Immersion Community. • 2017/2018/2019- Burning Man Favela ART camp. Principais projetos sociais • 2022 - Ativista em projetos com a comunidade indígena Cipiá, no Amazonas. Thais Domingues: curadora, montagem exposição Faz parte de um grupo com 7 curadores de 6 países diferentes e desenvolve exposições itinerantes www.odisseiaproject.com www.instagram.com/odisseia___ Exposições relevantes: • dez. 2021: curadora e produtora da Pop-Up no Clube Vibe, levando arte para o cotidiano dos brasileiros • mar. 2022: curadora da exposição Diverso em Manaus, Casa Violeta • ago. 2022: curadora e designer da exposição Supa Venezia, Veneza, AplusA Galeria • jul. 2023: curadora e administradora da exposição Abrigo Vulnerável, Salon Design Gallery, Nova York. • Proximas exposições: o Coletiva no Espaço Alto, SP (outubro) o Dia de Muertos (novembro, Memorial América Latina, SP) Educação: • Graduada em Administração de Empresas – UFPR (Universidade Federal do Paraná) l 2011-2015 • Design de Interiores – Centro Europeu l 2017 • Decoração – Centro Europeu l 2018 • Práticas Curatoriais - Escola de Estudos Curatoriais Veneza l 2022 • Técnicas de Apresentação, FGV l 2015 • Finanças – FGV l 2015 Arthur Jorge Lima Santos: curador, montagem exposição Experiência comprovada na curadoria de exposições, seleção de obras de arte e criação de narrativas visuais é o núcleo do meu trabalho. Ao longo dos anos, desenvolvi a habilidade de identificar tendências e movimentos artísticos emergentes, mantendo-me sempre atualizado sobre o cenário local e global. Além disso, possuo uma destreza especial em estabelecer conexões entre diferentes obras de arte, criando diálogos e abordagens temáticas que estimulam a reflexão e a apreciação. Minha excelente capacidade de pesquisa, análise e interpretação de conceitos artísticos e históricos permite que eu execute a curadoria de exposições relevantes e significativas, capazes de cativar o público e proporcionar uma experiência enriquecedora. DESIGN DE INTERIORES Tenho uma sólida experiência no design de interiores, com foco especial em espaços expositivos e ambientes imersivos. Minha capacidade de criar conceitos de design inovadores considerando as necessidades dos artistas, a funcionalidade do espaço e a experiência do espectador é uma das minhas principais habilidades. Últimas exposições: 20015 – Criação e fabricação de vasos para a coleção da designer floral Helena Lunardelli Feira Rosenbaum São Paulo – SP 2016 – Criação para a exposição de presépios do Memorial da America Latina - São Paulo – SP 2018 – Curador da exposição Brasil Brasileiro no Memorial da America Latina - São Paulo – SP 2018, 2019, 2020 e 2022 – Curador da exposição Dia dos Mortos no Memorial da America Latina - São Paulo – SP 2020/2022 - Curador do Espaço cultural Arte no Heras - São Paulo – SP Educação: 1989 – Curso estilo Haussmaniano - Ecole Nationale Superivere des Beaux -Arts Paris ENSBA Paris – França 1990 – Curso de ambientação / museologia - Museo do Cabildo - Montevideo – Uruguai 1997 – Curso composição e padronagem - Ecole Nationale Superieure des Arts decoratifs de Paris ENSAD - Paris – França 2009– Curso conceitos, técnicas e práticas. Hocmschue Macromedia – University Applred Science - Freiburg im Breisgau -

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.